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O Xiaomi 15 Ultra, próximo celular top de linha da marca, acaba de ganhar novos detalhes da câmera. A linha Ultra é conhecida por oferecer o que há de melhor na empresa, com foco nas fotos, e dessa vez não será diferente graças às quatro câmeras traseiras de ponta. Confira os detalhes abaixo.
É importante destacar que o celular será revelado por completo nos próximos dias, e terá grande destaque na MWC (Mobile World Congress) 2025 — maior feira de smartphones do mundo que acontece de 3 a 6 de março.
Xiaomi anuncia “melhor design de câmera dos últimos 100 anos”
Conforme a publicação da marca na rede social chinesa Weibo, o novo celular conta com o “melhor design de câmera dos últimos 100 anos”. Ao todo, são quatro câmeras traseiras, sendo elas:
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Câmera principal de 50 MP (1/0,98 pol., 23 mm, f/1,63);
Câmera ultra-ampla de 50 MP (14 mm, f/2.2);
Câmera telefoto de 50 MP (70 mm, f/1.8) com macro telefoto de 10 cm;
Câmera telefoto periscópica de 200 MP (1/1,4 pol., 100 mm, f/2,6). Suporta zoom no sensor (ISZ) com diversas distâncias focais, incluindo 0,6x, 1x, 2x, 3x, 4,3x, 8,7x e 17,3x.
A informação é do leakerDigital Chat Station, também via Weibo. O informante complementa que a marca inovou nas fotos noturnas, graças ao “sistema óptico ultrapuro”.
Por fim, ele indica que a Xiaomi atualizou o posicionamento do Xiaomi 15 Ultra. O smartphone parte de um “topo de linha de imagem” para um “top de linha de tecnologia de imagem de ponta”. Ou seja, além de novas câmeras, o celular também terá hardware para fotos aprimorado.
Como parte da estratégia de comunicação das câmeras de ponta do Xiaomi 15 Ultra, a Xiaomi vai oferecer um kit de pré-venda chamado “Photography Kit Legend Edition”(Kit de Fotografia Edição Lendária, em tradução livre), segundo o insider Sudhanshu Ambhore.
Embora ainda não há detalhes oficiais sobre a oferta de lançamento, é possível ver um acessório que torna o celular semelhante a uma câmera profissional.
Bundle de pré-venda do Xiaomi 15 Ultra deve apresentar smartwatch e acessório para fotos (Imagem: Reprodução/X/@Sudhanshu Ambhore)
Além disso, o smartwatch Xiaomi Watch S4 também está incluso. Vale lembrar que muitos smartwatches permitem comandar a câmera do celular via relógio inteligente.
Data de lançamento do Xiaomi 15 Ultra
O Xiaomi 15 Ultra será anunciado em duas datas diferentes:
27 de fevereiro (quinta-feira)
2 de março (domingo)
A primeira data será voltada para o lançamento no mercado chinês, com detalhes da versão chinesa do celular.
Enquanto no dia 2 de março, a versão global será revelada, incluindo as mudanças entre as duas variantes do Xiaomi 15 Ultra. As datas foram confirmadas por Lei Jun, CEO da Xiaomi.
Nesses dias de calor intenso, utilizar o ar-condicionado é algo completamente banal do cotidiano – mas você já se perguntou o porquê do aparelho ser instalado em uma parte tão alta do cômodo? Os modelos split (que são os mais populares) são divididos em dois módulos: um deles posicionado na parte externa da estrutura e o outro no ponto mais elevado do ambiente, muito próximo do teto.
O papel do ar-condicionado é alterar a temperatura através de uma troca constante das correntes de ar que estão passando pelo ambiente. No caso do modelo split, o módulo principal (que fica na parte de dentro) suga todo o ar quente ali presente e envia o calor diretamente para o lado de fora, através do tubo que o liga até o módulo externo.
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O ar-condicionado faz uma troca de ar quente chamada de convecção (Xiaomi/Divulgação)
Imagine que o ar-condicionado funciona como uma geladeira, mas ao invés de esfriar apenas um espaço fechado, ele resfria todo o ambiente. O processo começa com um ventilador que puxa o ar quente do cômodo para dentro do aparelho.
Lá dentro, existe um líquido especial chamado gás refrigerante, que funciona como uma “esponja de calor”. Esse gás absorve o calor do ar e, com isso, se transforma em vapor, assim como a água vira vapor quando ferve.
Esse vapor segue para o compressor, que age como uma bomba de pneu: ele aperta o gás, aumentando sua temperatura e pressão.
Depois, o gás quente vai para o condensador, que fica na parte externa do ar-condicionado (aquela unidade que fica fora da casa). No condensador, o gás libera o calor para fora, como acontece quando um carro esquenta e precisa de um radiador para esfriar o motor. Ao perder calor, o gás volta a ser líquido.
Esse líquido resfriado passa por uma peça chamada válvula de expansão, que diminui sua pressão e temperatura, deixando-o pronto para repetir o ciclo. Quando ele chega de novo ao evaporador, está frio o suficiente para resfriar o ar que será soprado de volta para o ambiente.
Por que deve ficar posicionado no alto?
Esse processo de trocar de calor que acontece entre o ar-condicionado e o ambiente é chamado de convecção e, seguindo uma lógica semelhante, podemos traçar um paralelo entre o aparelho e uma geladeira.
Em quase todos os modelos mais tradicionais de refrigeradores, podemos notar que o congelador fica posicionado na parte de cima.
O ar-condicionado precisa ficar em uma posição alta para captar o ar quente (Divulgação/Britânia)
Nesse processo de convecção, o ar quente acaba subindo, enquanto o ar frio desce. Isso acontece pela diferença de densidade entre as duas temperaturas; dessa forma, o processo de refrigeração precisa estar posicionado em parte mais altas, pois é ali que o ar quente se concentra.
Ou seja, motivo de o ar-condicionado ficar no alto do cômodo é simples: o ar frio é mais pesado que o ar quente, então, ao sair do aparelho, ele naturalmente desce e espalha o frescor pelo ambiente.
Ao ficar na parte mais alta do cômodo, o ar-condicionado consegue captar todo o ar quente que precisa para manter o ambiente mais fresco e agradável. Isso também explica o motivo dos modelos split conseguirem deixar todo o cômodo refrescado e não apenas uma parte dele, como pode acontecer com as outras variantes.
O Apple Intelligence poderá dar suporte ao Google Gemini no iOS. É o que indica o vazamento informado pelo site 9To5Mac. A possibilidade já havia sido mencionada no ano passado pela Bloomberg e, agora, uma atualização de backend enviada junto ao iOS 18.4 Beta incluiu as opções “Google” e “OpenAI” para modelos de terceiros no Apple Intelligence.
O registro com a informação no código do iOS 18.4 Beta foi publicado pelo analistaAaron Perris em sua conta no X (antigo Twitter):
Código no iOS 18.4 Beta sugere suporte à IA do Google no Apple Intelligence (Imagem: Captura de tela/Canaltech)
Ainda em 2024, no anúncio do Apple Intelligence, o líder da equipe de software da Apple, Craig Federighi, havia deixado no ar uma possibilidade de adicionar outros chatbots de IA de terceiros nos sistemas iOS. O pacote de recursos de IA foi lançado somente com suporte ao ChatGPT, adicionado aos aparelhos compatíveis em dezembro do ano passado.
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No caso do chatbot da OpenAI, a ferramenta é integrada à Siri e pode responder a pedidos mais complexos, além de ajudar a editar textos nos produtos da Apple.
Contudo, apesar da fala do executivo e do suporte ter sido visto na versão Beta, não há indicação que haverá realmente uma integração do Gemini no iOS. Além disso, não há nenhum anúncio oficial das empresas envolvidas até o momento.
Apple Intelligence em português
No final de janeiro deste ano, o CEO da Apple, Tim Cook, confirmou que o pacote de recursos de IA do Apple Intelligence com novos idiomas, inclusive o português será implementado em abril de 2025.
Quais dispositivos são compatíveis com Apple Intelligence?
Os próximos lançamentos da família Galaxy A, da Samsung, serão compatíveis com seis atualizações do sistema operacional Android, o que representa seis anos de suporte. A informação foi revelada durante um comercial publicado pela página da Samsung na Índia.
O vídeo traz alguns destaques da próxima leva da linha Galaxy A, como câmera, design e durabilidade, e reforça o ciclo de seis atualizações do sistema operacional — como o Android muda de geração a cada ano, é possível afirmar que os modelos lançados em 2025 terão suporte até 2031.
A mudança deve ser aplicada nos celulares Galaxy A26, Galaxy A36 e Galaxy A56, que podem ser lançados ainda em março deste ano e aquecer o mercado de smartphones intermediários. Por enquanto, a fabricante sul-coreana ainda não confirmou a data de lançamento dos aparelhos.
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Assista ao comercial abaixo:
Galaxy A16 deu o pontapé inicial para o novo ciclo
O primeiro aparelho a contar com seis anos de suporte foi o Samsung Galaxy A16, lançado em dezembro do ano passado. A expectativa é de que a próxima geração da linha A siga o mesmo caminho e aumente a durabilidade dos intermediários da empresa.
Modelos antigos da linha Galaxy A (com exceção do A16) contam com apenas quatro anos de atualizações de software. Por outro lado, os modelos das famílias Galaxy S24, Galaxy S25, Z Flip 6 e Z Fold 6 contam com sete anos de updates.
O que esperar dos novos modelos da linha Galaxy A?
A Samsung prepara o lançamento dos modelos Galaxy A26, Galaxy A36 e Galaxy A56 para os próximos meses. O Galaxy A26 já aparece em algumas páginas de suporte da empresa, sinal de que deve chegar ao mercado em breve.
Os modelos devem ser lançados já com One UI 7 e Android 15, com suporte a alguns dos recursos do Galaxy AI — o comercial da Samsung Índia mostra o recurso de remover pessoas de fotos, por exemplo.
Alguns vazamentos indicam que o Galaxy A36 contará com um processador Snapdragon 6 Gen 3 ou Snapdragon 7s Gen 2, enquanto os demais modelos continuarão com chips Exynos. O modelo A36 é tratado com grande expectativa para ser um dos destaques de vendas durante o ano de 2025, mantendo os bons resultados do antecessor Galaxy A35 em 2024.
O iPhone 16 é o celular mais desejado do momento, com recursos avançados como a IA com Apple Intelligence, e o novo Botão de Câmera. O produto sai por apenas R$ 5.399 no Magalu, após a aplicação de um cupom exclusivo do Canaltech.
O iPhone 16 é perfeito para quem quer usar as tecnologias mais recentes da Apple. O grande diferencial da nova geração é a tecnologia Apple Intelligence, capaz de usar a inteligência artificial para facilitar diversas tarefas rotineiras.
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iPhone 16 tem tamanho compacto e tela de 6,1 polegadas (Imagem: Divulgação/Apple)
O conjunto de tarefas de IA inclui as ferramentas de escrita, que usam processamento nativo para revisar texto e oferecer diversas versões para chegar ao tom desejado, seja com uma mensagem mais séria ou mais informal, por exemplo.
Também é possível realizar a transcrição inteligente de áudio em texto de gravações de voz, ou mesmo obter resumos do que foi recordado.
Já a Siri, assistente pessoal do iOS, está ainda mais inteligente com integração a modelos avançados de linguagem. Agora, ela pode dar resultados mais precisos para pesquisas, e até mesmo mudar configurações internas conforme as necessidades.
O Image Playground permite a criação de imagens com base em comandos de texto, e também há como fazer edição avançada de fotos ao remover elementos indesejados das capturas, por exemplo. Já o Genmoji permite a geração de emojis a partir de prompts.
Quem gosta de telas mais compactas precisa conhecer o iPhone 16. Afinal, ele tem um painel de 6,1 polegadas, menor que as 6,7 polegadas do iPhone 16 Plus, por exemplo.
iPhone 16 trouxe IA aprimorada (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Na prática, isso significa que o iPhone 16 cabe melhor no bolso ou em outros compartimentos mais apertados, além de ficar mais confortável nas mãos.
Embora tenha dimensões menores, a tela do iPhone 16 não abre mão da qualidade. Afinal, trata-se de um painel Super Retina XR, com tecnologia OLED e alta resolução de 2.556 x 1.179 pixels, além do brilho máximo de 1.600 nits para ver tudo mesmo debaixo do sol.
A durabilidade é outro aspecto importante do celular, já que ele tem resistência IP68 contra água e poeira. O iPhone 16 ainda tem o Ceramic Shield de última geração, que é duas vezes mais forte que qualquer outro vídeo de smartphone, segundo a Apple.
Os recursos de IA são possíveis por causa do novo processador A18, que representa um salto de duas gerações em relação ao A16 Bionic presente no iPhone 15. Compare abaixo a evolução de performance em relação aos celulares de gerações passadas:
iPhone 16 vs iPhone 15: CPU 30% mais rápida, e GPU 40% mais rápida;
iPhone 16 vs iPhone 14: CPU 50% mais rápida, e GPU 50% mais rápida;
iPhone 16 vs iPhone 13: CPU 50% mais rápida, e GPU 70% mais rápida;
iPhone 16 vs iPhone 13: CPU 60% mais rápida, e GPU 100% mais rápida.
Smartphone ganhou ainda mais performance (Imagem: Divulgação/Apple)
Outra característica essencial do novo processador é a economia de energia, que também foi melhorada no iPhone 16.
Segundo a Apple, o iPhone 16 funciona por até 22 horas de reprodução de vídeo, antes da necessidade de uma recarga. Isso representa duas horas extras em relação aos iPhones 15 ou 14, por exemplo.
Além disso, o celular ainda tem suporte para recargas sem fio com MagSafe, o encaixe magnético, com grande potência de até 25 W. Isso significa que é possível obter uma carga de 50% em apenas 30 minutos.
O comando fica na parte lateral do dispositivo, para dar acesso fácil ao app de câmeras. Dentro dele, é possível clicar novamente para tirar uma foto, manter pressionado para gravar vídeo, ou deslizar para ajustar foco e zoom, por exemplo.
Botão de câmera é diferencial da nova geração (Imagem: Divulgação/Apple)
A Apple tem histórico de caprichar nas câmeras de seus celulares, e não é diferente com o iPhone 16. Afinal, o dispositivo tem um sensor principal de 48 MP, que também serve em modo de aproximação 2x, além da ultrawide de 12 MP, e frontal de 12 MP.
Entre as novidades na operação das câmeras está a captura espacial, que registra informações de profundidade para assistir depois com o headset Apple Vision Pro. Já a Mixagem de Áudio permite mudar a forma que as faixas interagem em uma cena, seja ao valorizar as vozes ou reduzir o ruído de fundo, entre outras opções.
Além do Botão de Câmera, o iPhone 16 permanece com o Botão de Ação na lateral. Ele serve como uma opção para abrir aplicativos importantes definidos por quem usa o celular, e também pode dar acesso a funcionalidades como a lanterna ou o modo silencioso, por exemplo.
iPhone 16 – especificações técnicas
Tela: Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas, resolução de 1.179 x 2.556 pixels, proteção Ceramic Shield;
O Galaxy S25acaba de receber sua primeira atualização, deixando evidente mais uma novidade do sistema. O celular é capaz de baixar e instalar updates em segundo plano, sem interromper outras atividades em andamento. Isso também dispensa a necessidade de reiniciar o dispositivo.
O recurso não chega a ser inédito em dispositivos Android, mas a Samsung era a única fabricante que ainda não tinha aderido às atualizações em segundo plano. O primeiro smartphone da marca a dispor desse recurso foi o A55 e agora o S25 segue com a mesma funcionalidade.
Atualizações do Galaxy S25 podem ser baixadas e instaladas em segundo plano (Reprodução/Smartprix)
Primeira atualização do S25
A atualização em questão é a de número S931BXXU1AYB4, que foi disponibilizada na Coréia do Sul há aproximadamente duas semanas. Agora ela já está disponível em alguns países selecionados como Estados Unidos, Índia e Emirados Árabes.
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O update pesa 658 MB e traz uma série de correções de bugs e falhas de performance. A Samsung ainda não divulgou a cobertura completa do patch, mas as expectativas é que inclua algumas melhorias na câmera.
Ainda não há previsão de quando a atualização será disponibilizada no Brasil, mas a tendência é que chegue a mais países gradativamente nas próximas semanas.
Muito calor por aí? A semana já começou com altas temperaturas e pancadas de chuva em quase todo o Brasil. De acordo com a previsão, essas pancadas devem acontecer durante a tarde e à noite. Nesta segunda (24), não há previsão de frente fria pela costa leste brasileira.
O clima no Brasil continua influenciado por fenômenos atmosféricos que mantêm o calor intenso e provocam chuvas em diversas regiões. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue ativa no norte do país, enquanto um bloqueio atmosférico impede a entrada de ar frio, elevando as temperaturas em praticamente todo o território.
Região Norte
A influência da ZCIT mantém o tempo instável no Norte, com chuvas intensas especialmente no Amazonas, Pará, Acre, Rondônia e Tocantins. A Ilha de Marajó e o norte do Pará devem registrar volumes elevados de precipitação. Em estados como Amapá e Roraima, a chuva ocorrerá de forma mais irregular, mas ainda há risco de temporais.
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Região Nordeste
A costa norte do Nordeste, abrangendo os estados do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, terá chuvas significativas devido à influência da ZCIT. No restante da região, as precipitações serão menos frequentes, com predomínio de tempo seco em grande parte do interior.
Região Centro-Oeste
O Mato Grosso será um dos estados mais afetados pela chuva nesta semana, podendo impactar a colheita de grãos. Goiás e Mato Grosso do Sul também terão precipitação significativa, com exceção do leste goiano, onde a chuva será escassa. Em Brasília, a previsão indica pancadas moderadas a fortes.
Região Sudeste
O padrão de bloqueio atmosférico resultará em pouca chuva na maior parte do Sudeste. Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo devem registrar precipitação abaixo da média.
SP continua quente e pode ter temporais Não há expectativa de chuva generalizada sobre o estado de São Paulo nesta última semana de fevereiro e nem da passagem de nenhuma frente friahttps://t.co/JkCjAdWhzepic.twitter.com/fYagbB4yKW
No estado de São Paulo, no entanto, pode haver episódios isolados de chuva forte, resultando em alagamentos pontuais.
Região Sul
O Rio Grande do Sul enfrenta uma nova onda de calor, que se estenderá até o fim da semana, elevando as temperaturas e dificultando a formação de chuvas generalizadas.
Entretanto, algumas áreas de Santa Catarina e Paraná devem registrar pancadas isoladas, especialmente durante as tardes e noites.
Ou seja: o clima no Brasil segue com padrões contrastantes entre as regiões. Enquanto a ZCIT intensifica as chuvas no Norte e Nordeste, um bloqueio atmosférico reduz as precipitações no Sudeste e Sul, favorecendo temperaturas elevadas. No Centro-Oeste, a chuva persiste. É importante se proteger do calor extremo e tomar os cuidados necessários.
Neste mês a Netflix estreou uma de suas atrações mais badaladas para o sempre bocejante fevereiro que antecede o Oscar: a plataforma apostou naquele clima de tecnofobia e a insegurança de um dia a inteligência artificial agir realmente como um humano. Embora não haja muita novidade por aqui, o que chama a atenção é como a série Cassandra segue uma fórmula estabelecida a partir de Stranger Things para transformar qualquer gênero de conteúdo em uma atração “para toda a família” — provando que o título se tornou fundamental para a empresa.
Para explicar como Cassandra tenta ser um “suspense sci-fi retrofuturista para toda a família”, é preciso voltar ao começo dos anos 2010, quando a Netflix coçava a cabeça tentando utilizar seu ativo mais importante, seu logaritmo proprietário, em prol de atrações mais sustentáveis e certeiras.
Na época, esse era o maior problema da plataforma, que já via no horizonte os grandes conglomerados se movimentando para competir na crescente seara do streaming. A Netflix sabia que precisava multiplicar sei conteúdo original e as contas não andavam muito bem para grandes investimentos em produções sem retorno garantido.
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A empresa tentava encontrar um formato próprio de atração que conseguisse transformar os milhões investidos em locações e cenários em uma audiência mais ampla e sólida. Além disso, muita gente já notava que a plataforma fazia de tudo para esconder os mecanismos de busca por atrações na tentativa de evitar que o todos soubessem como seu catálogo era minúsculo quando comparado com o acervo da Disney ou da Warner, por exemplo.
A nova série Cassandra que retoma o medinho da IA (Imagem: Reprodução/Netflix)
E a companhia tinha que fazer isso urgentemente: veja abaixo o gráfico de evolução dos fundos de índice da (ou Exchance Trade-Funds, ETF na sigla em inglês. Note como estava capengando até 2015, que foi o “ano da virada” da plataforma.
Algoritmo proprietário salvou a Netflix
Com a chegada do streaming, os modelos de negócios de exibição de filmes e séries mudou bastante. Em vez de contratos vitalícios, como acontecia na TV, os donos dos direitos de transmissão passaram a negociar a cessão dos títulos por poucos meses, e com restrição de praças — essa foi uma das estratégias dos canais convencionais, por exemplo, proteger-se da iminente perda de público para o streaming.
Assim, a cada mês passou a sair e entrar muita coisa no catálogo. E, no final das contas, foi isso que ajudou a Netflix ajustar seu algoritmo para torná-lo em sua grande “receita secreta”: com a customização refinada e atualização constante do painel de entrada de oferta de títulos, a companhia evitava que os usuários notassem que o catálogo da plataforma era muito limitado.
Making a Murderer ajudou a estabelecer um novo padrão de documentário (Imagem: Reprodução/Netflix)
Esses ajustes não somente ajudaram a “maquiar” o catálogo como também se tornou uma poderosa ferramenta de monitoramento e coleta de dados — uma tecnologia proprietária que faz o atual MAX e Disney+ morderem os cotovelos de raiva por não terem um recurso que dá mais vida aos menus.
Ah, sim com esse esclarecimento, você agora sabe também por que a Netflix começou a trazer tanto conteúdo asiático e europeu para o catálogo — leia-se animes, doramas e atrações alemãs, francesas e espanholas: por que esses títulos não estão vinculados a grandes redes de TV aberta e nem foram são propriedade de conglomerados como Warner e Disney, portanto, a negociação e o contrato desses conteúdos têm preços e período de exibição mais longos e flexíveis.
Stranger Things e Making a Murderer redefinem a Netflix
Os padrões obtidos com a coleta de dados passaram então a definir duas coisas essenciais para o crescimento da companhia: um modelo de análise capaz de estabelecer patamares de avaliação de risco de investimento das produções e um formato feito sob medida para a exibição exclusiva na Netflix — e ambas as coisas foram se retroalimentando para lapidar uma à outra.
Making a Murderer e, principalmente, Stranger Things, têm tudo a ver com isso. Vou explicar usando a série oitentista dos Irmãos Duffer para ilustrar melhor, até porque os poucos dados obtidos sobre isso podem sustentar melhor o que vou dizer — lembrando que a Netflix não divulga dados detalhados de audiência, e que as informações abaixo foram tiradas de observação própria e de investigação de outros jornalistas nos bastidores, incluindo relatos de ex-funcionários da companhia.
Nos muitos testes que a Netflix fez com a audiência de suas séries, estabeleceu vários parâmetros que eles acreditavam ser ideais para classificar uma atração como sucesso ou fracasso. Atualmente, por exemplo, se após dois episódios o título não preencher a cota básica de tempo de degustação e audiência, o projeto acaba ali mesmo sem segunda temporada.
Os Irmãos Duffer reegueram a Netflix (Imagem: Reprodução/Netflix)
Outra coisa que a Netflix analisou bem foi o número de episódios e o tempo de exibição relacionados ao desgaste da audiência, que não consegue mais ver aqueles absurdos 22-24 capítulos de quase uma hora de uma única temporada, e exemplo de uma série como Gotham. Para criar o hábito de “maratonar”, a empresa usou esses dados captados para oferecer atrações, com menos episódios, menos tempo de cada parte e dois ou mais segmentos de uma só vez.
Entretanto, a conclusão mais interessante aconteceu com Stranger Things. Foi a única atração que manteve uma consistência de audiência e engajamento recorrente e persistente até o final da primeira temporada. Isso aconteceu em lugares muito diferentes, com perfis de usuários bastante distintos entre si e até em condições extremas, a exemplo do Pólo Norte.
E aí é que a Netflix finalmente encontrou seu verdadeiro DNA. Making a Murderer, em 2015, que também teve bons resultados em condições diferentes, ajudou a estabelecer um padrão de narrativa, de abertura, edição e até de formato e tempo para os documentários da companhia, que sempre foram seu ponto forte. Só que Stranger Things foi além.
Stranger Things estabeleceu uma nova maneira de contar histórias
A Netflix precisava aproveitar ao máximo os investimentos feitos em cenários e locações, pois a companhia não nasceu exatamente como um estúdio de Hollywood. Então, cada atração é “taylor made” para as gravações sobre estruturas que são reaproveitadas para cortar custos, e a narrativa precisa manter os personagens um bom tempo no ambiente mais icônica de cada fase da história.
Assim, a empresa passou a popular com mais gente de diferentes etnias e faixas etárias, com o objetivo de ampliar a representatividade, e, consequentemente, reunir uma gama muito maior e mais diversa de consumidores.
E daí nasceu esse formato “para a família toda” com pelo menos dois núcleo: o adolescente e o adulto, eventualmente com uma faixa de idade também para o público infantil. Basta notar que a turminha de Hawkins fica no centro para a idade entre 12 e 20 e poucos anos; daí tem os adultos como o delegado interpretado por David Harbour e a mãe batalhadora de Wynona Rider.
Stranger Things gosta de encapetar a cidade (Imagem: Reprodução/Netflix)
A partir daí a coisa só se espalhou: observe Atypical, Sex Education e várias outras atrações de comédia e drama que, claro, podem comportar esse tipo de dinâmica. Aliás, isso ficou tão evidente, que o YouTube, ao notar que não poderia investir mais dinheiro em novas temporadas de Cobra Kai, não pensou duas vezes em oferecer para a Netflix, já que a estrutura da série já nasceu pronta para se ajustar ao “modelo Stranger Things”.
E agora, temos um “suspense para a família toda” com Cassandra também reunindo um elenco para cada faixa etária. Tudo bem que isso não é tão bem feito assim ainda, pois os subplots dos adolescentes e das crianças não têm peso semelhante à trama principal protagonizada pelos adultos e até a transição para cada elenco é esquisita.
Ainda assim, dá para dizer que Stranger Things não somente explodiu a audiência da Netflix como também sanitizou as contas e deixou os projetos mais sustentáveis e interessantes. Basta olhar novamente aquele gráfico de ETF lá em cima para notar que, não à toa, “a virada” da plataforma veio em 2015 e 2016 — os anos de estreia de Making a Murderer e de Stranger Things, respectivamente.