O que são os Tensor Cores das placas de vídeo da NVIDIA?

Antes da chegada das GeForce RTX 20, a NVIDIA lançaria a primeira geração de Tensor Cores com a arquitetura Volta em 2017. Inicialmente disponível somente em GPUs profissionais, os núcleos voltados para o processamento de Inteligência Artificial passaram a ser acessíveis pela massa a partir de setembro de 2018 com a chegada das GPUs Turing.

Esse momento marca uma grande mudança na tradicional série GPUs da NVIDIA, iniciando o encerramento da linha GeForce GTX. Uma das maiores mudanças com as RTX é adição dos núcleos Tensor, entre outras novidades como os núcleos voltados para o processamento de ray tracing.

O que são e como funcionam os Tensor Cores?

Em poucas palavras, os Tensor Cores são núcleos responsáveis por processamento (ou aceleração) e treinamento de diferentes modelos de IA generativa. A NVIDIA define a tecnologia da seguinte forma:


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“Os Núcleos Tensor permitem computação de precisão mista, adaptando cálculos dinamicamente para acelerar o rendimento, preservando a precisão e fornecendo segurança aprimorada”.

As GeForce RTX 50 contam com a última geração de Tensor Cores (Imagem: NVIDIA/Divulgação)

Com suporte a precisões FP8, FP16 e TF32, os Tensor Cores conseguem acelerar o treinamento de IA com trilhões de parâmetros que poderiam demorar vários meses em um tempo reduzido e de forma mais eficiente, além de entregar resultados mais precisos.

Atualmente, os núcleos Tensor estão na 5ª geração através da arquitetura Blackwell, que já havia estreado em GPUs de alto desempenho para data centers e agora chegou à linha GeForce RTX 50. A NVIDIA promete um salto de 45x na aceleração de IA em relação à geração anterior, Hopper.

Aplicações dos Tensor Cores

Essa tecnologia é totalmente voltada para IA e não existe outro uso para ela. Mas dentro de suas capacidades, diversas aplicações se beneficiam dessa aceleração.

Deep Learning e IA em geral

Os Tensor Cores são essenciais em Deep Learning em complexas redes neurais, presentes em grandes servidores, através de inferência em diversos modelos de linguagens. Isso acontece com o DLSS, suite de upscaling, entre outros recursos, que usam os resultados obtidos com o treinamento de IA intensivo, aperfeiçoando a qualidade do trabalho cada vez mais.

Além disso, esses núcleos também são voltados para a aceleração de IA em geral. Um exemplo prático é através de aplicações como ChatGPT com texto ou qualquer outro que gere imagens através de comandos, como o próprio Copilot da Microsoft. A tecnologia da NVIDIA é usada para acelerar o processamento nessas situações.

Ray Tracing

Apesar das placas de vídeo da NVIDIA terem núcleos específicos para o processamento de ray tracing, os Tensor Cores entram em ação em situações bem específicas. A partir do DLSS 3.7, a NVIDIA lançou a tecnologia Ray Reconstruction. Através de IA, é possível melhorar a qualidade de imagem com ray tracing.

Esse recurso é melhorado constantemente, assim como o upscaling e o gerador de quadros, features que também usam IA. Por isso, os núcleos Tensor são necessários para usufruir desse benefício. É válido ressaltar que isso está disponível para qualquer GPU GeForce RTX.

Um exemplo da implementação de Ray tracing em um jogo (Imagem: NVIDIA/Divulgação)

DLSS

Quase todos os recursos presentes nesse pacote fazem uso de IA. Seja o upscaling, gerador de quadros, ray reconstruction e DLAA (Anti-Aliasing por IA), todos eles fazem uso dos Tensor Cores. Quanto mais moderna a geração desses núcleos, mais desempenho entrega.

Segundo a NVIDIA, esse recurso usado por PC gamers donos de GPUs GeForce RTX é constantemente aprimorado, todos os dias sem parar, já há 6 anos, através das melhores GPUs que a NVIDIA dispõe para IA. Tudo isso dentro da rede neural focada para esse recurso.

Placas de vídeo NVIDIA com Tensor Cores

A NVIDIA dispõe de diferentes placas profissionais equipados com Tensor Cores, como já mencionado aqui. Abaixo você pode conferir todas as séries de placas de vídeo da linha GeForce RTX com esses núcleos. Lembrando que as equivalentes mobile também oferecem a tecnologia. Alguns SKUs são exclusivos de notebooks, como as RTX 2050 e 4050.

Série de GPUs Arquitetura
GeForce RTX 20 Turing
2ª geração de Tensor Cores
GeForce RTX 30 Ampere
3ª geração de Tensor Cores
GeForce RTX 40 Ada Lovelace
4ª geração de Tensor Cores
GeForce RTX 50 Blackwell
5ª geração de Tensor Cores

Tensor Cores vs CUDA Cores: quais são as diferenças?

Os CUDA Cores existem desde 2006 nas GPUs da NVIDIA. Esses núcleos têm como principal objetivo a computação paralela em geral, de qualquer aplicação que faça uso otimizado dessa arquitetura, seja um software para edição de vídeo ou um jogo. Ou seja, seu uso é amplo, capaz até mesmo de processar IA, embora de forma menos eficiente.

A RTX 5080 é a segunda GPU mais forte do lineup Blackwell (Foto: Brenno Barreira/CanalTech)

Já os núcleos Tensor, como já abordado aqui, são voltados para inferência e aceleração de IA de forma totalmente otimizada, entregando o melhor resultado de forma eficiente. Na verdade, esses núcleos não têm outro uso a não ser esse.

Conclusão

A capacidade dos Tensor Cores em lidarem com IA tem sido o maior ponto de marketing da NVIDIA nos últimos anos. Isso tem ficado cada vez mais forte na linha GeForce RTX para jogos, sendo esse recurso o principal quando falamos em evolução geracional de GPUs. Um exemplo claro e recente é o quanto a as RTX 50 evoluíram sobre as RTX 40. Em poder bruto, pouca coisa, mas quando consideramos a performance com IA, a evolução é considerável.

Isso acontece porque o Time Verde tem investido todos os seus esforços em aprimorar os núcleos Tensor a cada nova geração GPUs, trazendo grandes saltos em desempenho com IA em diferentes segmentos, como data centers, o principal deles para a empresa. Graças a isso e as otimizações a nível de software, ela tem se tornado a maior empresa do mundo em qualquer indústria existente.

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Quanto custou e quanto arrecadou cada filme indicado ao Oscar 2025?

Por trás de um filme indicado ao Oscar, tem sempre um trabalho que leva, muitas vezes, anos — e também muito dinheiro. Geralmente, os filmes ultrapassam facilmente os milhões de dólares para ficarem 100% prontos, mas, na grande maioria das vezes, o retorno chega. Afinal de contas, são filmes concorrendo na categoria mais importante do Oscar

O Canaltech reuniu quanto custou e quanto arrecadou em bilheteria cada uma das dez obras que concorrem como Melhor Filme no Oscar 2025. As informações são disponibilizadas pelo site IMDb

Esse ano os brasileiros têm ainda mais motivos para comemorar, já que é a primeira vez que estaremos concorrendo na categoria de Melhor Filme com Ainda Estou Aqui, que concorre também a Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz para Fernanda Torres.


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O Oscar 2025 acontece no dia 2 de março — sim, domingo de Carnaval! A transmissão será ao vivo pelo canal da TNT na televisão por assinatura e também no streaming, pela Max. Confira abaixo quanto custou e quanto arrecadou cada um dos filmes indicados ao Oscar.

1. Ainda Estou Aqui

 

O filme de Walter Salles é o mais barato entre os seus concorrentes no Oscar e o custo da obra não ultrapassou os US$1,5 milhões.

Segundo dados do Box Office Mojo, Ainda Estou Aqui, que conta a história real de Eunice Paiva após seu marido ser levado pelos militares durante a ditadura, arrecadou até agora um pouco mais de US$26 milhões.

2. A Substância

 

Um dos mais falados entre os indicados ao Oscar é A Substância, já que é o sétimo longa de terror a concorrer como Melhor Filme em quase 100 anos da cerimônia. 

A Substância, com suas cenas de horror corporal e maquiagem bastante realista, custou US$17,5 milhões e, até agora, arrecadou US$77 milhões. 

3. Anora

 

Dirigido por Sean Baker, o filme que conta a história de uma prostituta que acaba se casando com o filho de um oligarca russo teve um orçamento de US$6 milhões no total. 

Anora é o segundo filme mais barato entre os indicados ao Oscar e já teve um retorno brilhante, de US$34,9 milhões. 

4. O Brutalista

 

O filme da produtora A24, O Brutalista, também está no grupo do ‘baixo’ orçamento, já que custou US$10 milhões. 

A história do arquiteto que fugiu da Segunda Guerra Mundial para reconstruir a vida nos Estados Unidos já arrecadou o triplo do valor que gastou: US$31,3 milhões. 

5. Conclave

 

Outro favorito ao Oscar e vencedor do BAFTA é Conclave, que mostra os bastidores da eleição de um novo papa. O filme com Ralph Fiennes teve um orçamento de US$20 milhões e está no grupo ‘intermediário’ de gastos. 

Já a receita dele ultrapassou os US$95,5 milhões e mostrou o motivo de tanta popularidade nos cinemas. 

6. Emilia Perez

 

O filme da Netflix está envolvido em diversas polêmicas: seja o fato de haver apenas uma atriz mexicana, ou por a atriz Karla Sofía Gascón ter inúmeros tweets insultando minorias vazado nas redes sociais. 

Emilia Perez é o principal concorrente do Brasil no Oscar e custou US$25 milhões para ser feito. No entanto, as polêmicas parecem estar refletindo na bilheteria: segundo o IMDb, o longa arrecadou apenas US$15,2 milhões. 

7. Nickel Boys

 

Baseado no livro The Nickel Boys, o filme conta a história de dois adolescentes negros que estão sob custódia de um reformatório juvenil na Flórida.

Nickel Boys custou cerca de US$23,2 milhões para a Amazon Studios, mas até o momento arrecadou somente US$2,6 milhões em bilheteria.

8. Duna: Parte 2

 

A sequência de Duna, com todos os seus efeitos especiais, é o filme com o orçamento mais caro entre os indicados ao Oscar: um total de US$190 milhões. 

Apesar disso, o retorno que ele já teve desde sua estreia é chocante, já que Duna: Parte 2, que traz Timothée Chalamet no papel de Paul Atreides, já arrecadou incríveis US$714,6 milhões até agora. 

9. Um Completo Desconhecido

 

Timothée Chalamet está em não apenas um, mas dois longas indicados a Melhor Filme no Oscar 2025. Em Um Completo Desconhecido, ele encarna o músico Bob Dylan e sua história de vida.

A cinebiografia, que chega ao Brasil esta semana, custou US$70 milhões para ser produzida, mas, apesar de estar no limite do lucro, já conseguiu o suficiente para não sair no prejuízo: um pouco mais de US$104 milhões.

10. Wicked – Parte 1

 

O filme da Universal inspirado em um musical da Broadway é o segundo mais caro entre os indicados ao Oscar 2025 e teve um orçamento de US$150 milhões. 

Apesar de ter custado bem caro para os seus produtores, Wicked teve uma bilheteria de US$727,8 milhões.

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Qual é o maior planeta do universo?

Você já se perguntou qual é o maior planeta no universo? Se considerarmos apenas nosso Sistema Solar, a resposta é fácil: Júpiter é o maior mundo da nossa vizinhança, sendo grande o suficiente para comportar 1.300 planetas Terra em seu interior. Mas será que há mundos ainda maiores no restante do espaço? 

Até 1992, Júpiter ostentava orgulhosamente o título de maior planeta conhecido. Mas foi naquele ano que os astrônomos descobriram o primeiro exoplaneta (nome dado aos mundos que orbitam outras estrelas além do Sol), inaugurando a descoberta de números dos mais tamanhos tipos e características.

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar (Reprodução/NASA, ESA, A. Simon, M.H. Wong)

Antes de continuar, é importante considerar que existem grandezas fundamentais para determinarmos o tamanho dos planetas: o diâmetro (o dobro do raio), a massa (quanta matéria existe ali) e o volume (o espaço ocupado pela matéria). 


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Tenha em mente que, embora o diâmetro e a massa dos planetas estejam relacionados, não é sempre que ambos estão diretamente relacionados. Isso acontece porque a densidade dos planetas é variada — para entender melhor, considere os gigantes gasosos: eles podem “inchar” até terem diâmetro maior que aquele dos exoplanetas mais massivos e pesados, mas mesmo assim são mais leves que eles. 

Maior planeta do universo

Definir o maior planeta do universo não é fácil, afinal, este título depende de vários fatores. Assim, conheça alguns bons candidatos a maiores planetas do universo: 

ROXs 42Bb

O exoplaneta ROXs 42Bb é um gigante gasoso que fica a 460 anos-luz da Terra. Ele tem cerca de nove vezes a massa de Júpiter e 2,5 vezes seu raio. 

HAT-P-67 b

Encontrado a 1.200 anos-luz, HAT-P-67 b tem raio duas vezes maior que o de Júpiter, o que o torna um dos maiores planetas conhecidos em termos de diâmetro. Por outro lado, ele tem apenas 30% da densidade do gigante gasoso do Sistema Solar. 

HD 39091 b

Já HD 39091 b fica a 60 anos-luz da Terra e, quando o assunto é a massa, este é considerado um dos maiores planetas conhecidos.

Comparação entre o tamanho do exoplaneta HD 39091 b e Júpiter (Reprodução/NASA)

O motivo? Ele tem cerca de 12,3 vezes a massa de Júpiter! 

XO-6b

Outro grande planeta conhecido é XO-6b, que orbita uma estrela a cerca de 720 anos-luz da Terra.

Comparação entre Júpiter e XO-6b (Reprodução/CC BY-SA 4.0)

Ele tem quase o dobro do diâmetro de Júpiter e sua massa equivale a 4,4 vezes a do maior planeta do nosso sistema. 

TYC 8998-760-1 b

Finalmente, TYC 8998-760-1 b é um mundo com diâmetro três vezes maior que o de Júpiter e 22 vezes sua massa. 

Leia também:

Vídeo: A Lua está enferrujando?  

 

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Como saber o lado certo da USB na hora de plugar

A porta USB é um dos aspectos essenciais do computador, tomadas e de outros eletrônicos que disponibilizam a entrada de cabo USB. Contudo, acertar o lado na hora de plugar pode não ser uma tarefa fácil, já que há 50% de chance de errar quando falamos daquela porta grandona, a USB-A. Mas alguns detalhes vão tornar essa tarefa infalível. Confira:

Como plugar o cabo USB sem errar?

Encaixar o cabo USB é mais simples do que parece. Basta se atentar a alguns pontos:

  • Símbolo USB: em um dos lados do conector USB, há um símbolo semelhante a um tridente. Este lado deve estar virado para cima;
  • Furos metálicos: já na parte metálica do plug, existem outros pontos que determinam o lado certo. O primeiro são os dois furos de cada lado: os furos descobertos ficam acima, enquanto os furos cobertos ficam para baixo;
  • Linha de junção: assim como os furos, este detalhe fica na parte metálica. Aqui, a linha fica na parte de baixo do conector, enquanto a parte “lisa” fica voltada para cima.
cabo USB
Lado com furos e sem a linha de junção deve estar virado para cima (Imagem: Envato/Ha4ipuri)

Cuidados com a porta USB

Seja para conectar um pendrive ou um cabo USB, é preciso tomar alguns cuidados para aumentar a vida útil:


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  • Encaixe e retire suavemente: embora você já saiba como plugar sem errar, é preciso inserir e retirar o cabo sem muita força. Dessa forma, as chances de danificá-lo são menores;
  • Cuidado ao guardar: enrolar o cabo é o melhor hábito para guardá-lo. Do contrário, ele pode se enrolar com outros e ser forçado;
  • Calor: a exposição ao calor do sol é mais um ponto que pode diminuir a vida útil do cabo USB. Evitar que o acessório fique exposto ao sol é mais uma forma de protegê-lo.
Símbolo de tridente deve estar virado para cima na hora de plugar o USB (Imagem: Reprodução/FreeImages)

Seguindo todas essas dicas, o cabo USB deve durar mais tempo e você nunca mais vai errar na hora de conectar na porta USB.

Leia mais: 

VÍDEO: Quais são as diferenças entre os padrões USB 2.0, 3.0 e 4

 

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5 personagens para inspirar a sua fantasia de Carnaval

Falta praticamente uma semana para cair na folia do Carnaval e o que não falta são opções de bloquinhos para curtir. Uma das partes mais divertidas é decidir qual fantasia usar em cada evento. 

Tudo pode virar ideia de fantasia e, nas redes sociais, o que não falta é inspiração. Com o Oscar chegando, já vemos diversas Fátimas e Suelis, inspiradas nas personagens de Fernanda Torres e Andréa Beltrão em Tapas e Beijos. Outra fantasia que tem bombado nas redes sociais é inspirada em inúmeros looks que a cantora Rita Lee usou em seus shows. 

Os personagens do cinema como Mia Wallace em Pulp Fiction e astros do rock como Freddie Mercury no clipe de I Want To Break Free também são fáceis de fazer e diferentes do que todo mundo vai usar nas ruas.


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O Canaltech selecionou cinco ideias de fantasias inspiradas em personagens para se destacar no Carnaval.

1. Fernanda Torres

Fernanda Torres e Andréa Beltrão em Tapas e Beijos
Fernanda Torres em Tapas e Beijos rende várias ideias de fantasia de Carnaval (Imagem: Divulgação/TV Globo)

Em clima de Oscar, as Fernandas Torres já estão nas ruas em diversos bloquinhos Brasil afora. A atriz chegou a mencionar no Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, nos Estados Unidos, que viu algumas fotos de fantasias suas. 

“Agora tenho muitas de mim pelas ruas. É muito orgulho”, disse Fernanda Torres no evento. As Fernandas mais inspiradas nos bloquinhos são as da personagem Fátima em Tapas e Beijos. Mas, para soltar a criatividade, há inúmeras estatuetas do Oscar à venda em lojas de fantasia — afinal de contas a cerimônia será no domingo de Carnaval. 

2. Mia Wallace (Pulp Fiction)

Mia Wallace em Pulp Fiction
A personagem Mia Wallace é fácil de ser reproduzida em uma fantasia de Carnaval (Imagem: Divulgação/Miramax Films)

A personagem Mia Wallace, eternizada pela atriz Uma Thurman em Pulp Fiction, é uma fantasia fácil e barata de fazer. Isso porque a fantasia consiste em uma calça preta e uma camisa branca de botões, uma peruca chanel e maquiagem para fazer o sangue no nariz. 

3. Rita Lee

Rita Lee fotografada por Vânia Toledo
Rita Lee e seu body de estrelas estão entre fantasias mais reproduzidas nas redes sociais (Imagem: Divulgação/Vânia Toledo)

Nas redes sociais, vários vídeos de pessoas fazendo fantasias e maquiagens inspiradas em looks da cantora Rita Lee estão bombando. A mais famosa delas é inspirada em uma foto de Rita com um body de tule com estrelas bordadas. 

Mas, para fazer uma fantasia da cantora, o mais importante é ter uma peruca ruiva de vermelho bem vivo, igual ao cabelo da Rainha do Rock. 

4. Freddie Mercury

 

O vocalista do Queen também rende várias ideias de fantasia para o Carnaval. A mais divertida delas é a dele no clipe de I Want To Break Free, onde ele aparece vestido de mulher, mas com seu icônico bigode. 

Para essa fantasia, só é preciso uma saia de couro preta, uma regata cor de rosa, uma meia calça preta e o bigode, que pode ser comprado em lojas de fantasia, assim como uma peruca preta. 

Porém, o look de Freddie Mercury no famoso show do Live-Aid também é bem conhecido e fácil de fazer: basta uma calça jeans de lavagem bem clara, uma regata branca, um cinto com tachinhas e o famoso bigodinho, símbolo do vocalista. 

5. Wicked

Wicked
As personagens de Wicked podem ser uma ideia de fantasia em dupla (Imagem: Divulgação/Universal Pictures)

O sucesso do filme Wicked vai muito além das dez indicações ao Oscar 2025. As personagens de Glinda (Ariana Grande) e Elphaba (Cynthia Erivo) rendem ótimas fantasias, principalmente se for uma em dupla. 

Enquanto a Bruxa Boa do Sul está sempre usando um look romântico e em tons de rosa e carregando sua varinha de condão, a Bruxa Má do Oeste pode pintar a pele de verde e abusar das roupas pretas. Ah, e o chapéu de bruxa também não pode faltar.

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Como usar o AirBrush para editar fotos e retocar selfies

O AirBrush é um editor de fotos com aplicativo para Android e iOS (iPhone). A plataforma conta com ferramentas de retoques de imagem com auxílio de inteligência artificial (IA), permite modificar a cor dos cabelos e até excluir objetos indesejados no fundo das fotos.

Além disso, o app também conta com uma ferramenta para gerar imagens com IA a partir de uma foto. O recurso pode ser usado, por exemplo, para criar imagens mais formais para currículos ou perfis do LinkedIn. A seguir, conheça o AirBrush e tire as seguintes dúvidas:

  • Como usar o AirBrush
  • O AirBrush é gratuito?
  • Quais são os diferenciais do AirBrush?

Como usar o AirBrush 

Para editar uma foto usando o AirBrush, siga o passo a passo:


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  1. Abra o app (Android | iOS);
  2. Permita que ele acesse sua galeria de fotos;
  3. Clique em “Próximo”;
  4. Tire uma foto ou selecione uma imagem da sua galeria;
  5. Acesse os recursos de edição do app;
  6. Em “Editar”, você pode recortar a foto, desfocar o fundo e ajustar brilhos e sombras;
  7. Na aba “Embelezar”, é possível aplicar maquiagens, filtros de IA e mudar a cor do cabelo;
  8. Os “Filtros”, “Presets” e “Efeitos” contam com algumas opções de efeitos para melhorar a foto;
  9. Em “Imagem de IA”, existem algumas opções de filtros que utilizam inteligência artificial;
  10. Em “Fundo”, você pode mudar o cenário das fotos;
  11. Na aba “Texto”, você pode acrescentar frases à imagem;
  12. Por último, em “Meu Kit”, você pode adicionar seus recursos de edição preferidos para acessá-los com mais facilidade.

O AirBrush é gratuito? 

Sim. O AirBrush pode ser baixado gratuitamente nas lojas de aplicativos do Google e da Apple.

Contudo, o app possui uma versão paga que libera recursos extras e funções de edição aprimoradas. Quem quiser ter acesso a essas funcionalidades, pode fazer a assinatura do serviço, que custa cerca de R$ 7,49 por mês (R$ 89,90 ao ano) ou testá-lo gratuitamente por um período de 7 dias.

Quais são os diferenciais do AirBrush?

O AirBrush, além de oferecer recursos básicos de edição como qualquer outro aplicativo de edição de imagens, também possui alguns diferenciais notáveis, como os seus filtros de IA. A plataforma, por exemplo, conta com um recurso chamado “Correção de rosto”, que permite trocar o seu rosto em uma foto usando uma segunda imagem como referência. 

Em contrapartida, a aba “Expressão” permite mudar a reação de uma pessoa em uma foto. Com o recurso, você pode escolher entre as opções “Feliz”, com sorriso largo mostrando os dentes; “Sorriso”, com os lábios fechados e levemente arqueados para cima; ou “Poker Face”, com rosto sem sorrisos. O recurso também usa IA para funcionar.

Já a opção “Imagem de IA” é capaz de aprimorar os traços físicos enquanto muda o cenário da foto em uma composição mais rebuscada. É possível escolher entre opções como “Jardim”, “Entardecer” e “Noite estrelada”, por exemplo, que aplicam filtros às imagens e modificam o fundo da foto por paisagens como praias e jardins floridos.

Além disso, o app também possui outros recursos como filtros que transformam fotos de pessoas em desenhos animados, tecnologias capazes de aprimorar a qualidade de fotos antigas e os “Retratos de IA”, que podem ser usados para gerar imagens profissionais.

Veja mais do Canaltech:

Assista ao vídeo e aprenda qual é a melhor configuração para fotografar a Lua com celular

 

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Saiba como escolher a placa de vídeo NVIDIA ideal

Placas de vídeo estão entre os componentes mais caros de um PC. Por isso, é preciso ficar atento a alguns detalhes para investir seu dinheiro de forma eficiente. É preciso ter em mente suas necessidades, o uso específico dessa peça que é multitarefa, capaz de performar em diferentes cenários, especialmente com as GPUs NVIDIA GeForce RTX.

Com isso em mente, o Canaltech traz algumas dicas para ajudar você a escolher a placa de vídeo NVIDIA GeForce certa para as suas necessidades, com modelos voltados para jogos em diferentes níveis de desempenho, uso profissional e também contemplando o público que precisa de algo básico.

Placas de vídeo da NVIDIA para jogos

Este segmento por si só já precisa de bastante atenção, já que envolve diferentes níveis de placas de vídeo, dependendo da necessidade do usuário. Vamos separar por resoluções diferentes:


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Jogos em 1080p (Full HD)

Essa é a resolução mais usada entre os PC gamers. Aqui, é preciso ficar atento à quantidade de memória de vídeo. Esse aspecto é especialmente importante caso sua intenção seja jogar títulos AAA, aqueles mais pesados como Spider-Man 2, Black Myth Wukong, entre vários outros do tipo.

Esses jogos exigem bastante da memória de vídeo por conta de suas texturas e sombras detalhadas. Por isso, o ideal é 8 GB. Apesar das duas últimas gerações de placas de vídeo de entrada da NVIDIA serem equipadas com essa quantidade, ainda é possível achar no mercado nacional placas de vídeo com 6 GB, como a RTX 2060, RTX 3050, GTX 1660 SUPER, todas com 6 GB.

É preciso também ficar de olho nos preços, já que estamos em um momento de transição de gerações de GPUs da NVIDIA. Isso costuma bagunçar os preços e os estoques começam a ficar instáveis. Se possível, dependendo dos preços, dê preferência pelas GeForce RTX xx60 das duas últimas gerações (RTX 30 e RTX 40).

As GeForce RTX 3060 e 4060 são as melhores opções de entrada da NVIDIA no momento (Foto: Felipe Vidal/Canaltech)

Jogos em 1440p (QuadHD)

O ideal aqui é ficar de olho em placas de vídeo com mais de 8 GB, ou seja, 10 e 12 GB são as quantidades ideais para a resolução intermediária. Com essa quantidade de VRAM, é possível encontrar a versão de 16 GB da GeForce RTX 4060 Ti, ou ainda mais desempenho com a série RTX 4070 e suas variantes (Ti e SUPER).

É bom ter em mente que existem modelos com a quantidade de memória de vídeo ideal para 1440p, como a RTX 3060 de 12 GB. Apesar de muita VRAM para seu segmento, a GPU não tem capacidade de lidar com jogos pesados nessa resolução nativamente. Como QuadHD exige da GPU, é preciso também ficar de olho no segmento para entregar a performance desejada. Ou seja, entre as GPUs da NVIDIA, o ideal é ficar com o segmento intermediário, pelo menos.

A GeForce RTX 4070 SUPER está entre as melhores opções para jogos em 1440p (Foto: Sergio Oliveira/Canaltech)

Jogos em 4K (UltraHD)

Assim como na resolução anterior, é importante ficar de olho no nível de desempenho e quantidade de memória de vídeo. O mínimo para essa resolução é o valor indicado para 1440p, mas considerando o uso de ray tracing em jogos, esse valor deve ser maior.

Além disso, é necessário que a própria GPU tenha força o suficiente para renderizar jogos nessa resolução alta, mesmo usando o DLSS, ao mesmo tempo que entrega altas taxas de quadros. Portanto, é bom ficar de olho nas placas de vídeo high-end da NVIDIA, com o mínimo sendo a GeForce RTX 4070 Ti SUPER, que tem 16 GB de memória.

Apesar de já ser difícil encontrar uma RTX 4090, ela ainda é a melhor opção entusiasta para gaming (Imagem: NVIDIA/Divulgação)

Placas de vídeo da NVIDIA para uso profissional

Apesar das placas de vídeo da linha GeForce também serem voltadas para o uso profissional, a NVIDIA dispõe ainda das RTX com foco nesse público. Essa linha oferece até o dobro de memória de vídeo em relação a RTX 4090 e seus 24 GB, com o modelo mais básico sendo equipado com 16 GB.

Por conta da instabilidade do nosso mercado, é desafiador encontrar placas dessa linha, e quando as encontramos, os preços altíssimos são o maior impeditivo. Um exemplo disso é a RTX 2000, modelo de entrada que é vendida por mais de R$ 7 mil por aqui. Já a RTX 6000, a topo de linha, passa de R$ 50 mil. Por esses motivos, nossa indicação fica para as GeForce RTX 40 mesmo.

Do segmento intermediário (série RTX 4070) para cima, essas GPUs oferecem desempenho bastante decente para o criador de conteúdo de menor escala. Caso seja possível ir com o que existe de melhor, como a RTX 4080 SUPER ou até mesmo a RTX 5090 (que está em falta no mercado brasileiro no momento desta publicação), o usuário terá a melhor performance possível sem precisar dos chips voltados para o uso profissional.

Apesar do preço alto, a GeForce RTX 5090 é a atual melhor solução da NVIDIA para uso profissional (Imagem: NVIDIA/Divulgação)

Nossas recomendações são a partir da geração Ada Lovelace da NVIDIA, já que as séries anteriores não são mais encontradas facilmente no varejo nacional. Os poucos modelos que restam estão muito caros, inviabilizando a escolha por eles. Além disso, esses chips mais antigos são menos eficientes e esse é um fator importante na hora da escolha de uma placa de vídeo forte para uso profissional, característica mais forte nas gerações mais atuais.

Placas de vídeo para uso básico

Se seu uso é navegação na internet, pacote Microsoft Office, streaming de vídeo, o ideal mesmo seria processadores com vídeo integrado. Mas, na falta de um componente assim, você não precisa de uma placa de vídeo de alto nível, qualquer solução de entrada disponível no mercado, supre essa demanda.

Atualmente, existe a GeForce GTX 1650, da última série da NVIDIA antes de migrar para a atual série RTX. Ela é uma GPU com 4 GB de memória de vídeo, o suficiente para essas demandas simples, e tem força o suficiente também para jogos menos exigentes, especialmente títulos indies e com foco em competitivo, onde gráficos são menos importantes.

O varejo brasileiro ainda oferece a RTX 3050, mas seu preço é até maior que a atual solução de entrada mais barata da AMD, a Radeon RX 6600, que é superior. Já a GTX 1650 pode ser encontrada por menos de R$ 1.000.

É válido ressaltar que as dicas, em geral, valem para qualquer geração de placas de vídeo da NVIDIA. Já os modelos indicados são baseados no atual momento da publicação desse artigo, momento em que acontece a transição da geração RTX 40 para a RTX 50. Isso causa estoque limitado em ambas as gerações e preços acima da média pela baixa oferta.

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5 filmes com Alan Ritchson, astro da série Reacher

Alan Ritchson não é do tipo de pessoa que passa despercebida. Atualmente na pele do brutamontes carismático Reacher, da série homônima de ação do Prime Video, já faz alguns anos que o ator vem chamando atenção em Hollywood, ainda que em papéis dos mais diferentes estilos.

Nascido em Grand Forks, Dakota do Norte, em 1982, o artista começou sua carreira como cantor, chegando a ingressar na faculdade graças a uma bolsa de estudos por seu dom. Foi, no entanto, apenas na terceira temporada do American Idol, competição musical em que chegou até a metade da disputa, que Alan chamou atenção da indústria e começou a ser chamado para pequenos papéis na TV e no cinema, concomitante a carreira de modelo.

Além de dar vida ao Aquaman na popular série da CW, Smallville (2001 – 2011), o astro também esteve em filmes como Jogos Vorazes – Em Chamas (2013) e As Tartarugas Ninja (2014), e embarcou em projetos como Velozes e Furiosos 10 (2023) e o mais recente título que o catapultou para a fama, Reacher (2022 – atual).


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Para conhecer mais da carreira do astro, que se aventura também pela composição e pela carreira de diretor, o Canaltech montou uma lista de 5 filmes que contam com Alan Ritchson no elenco. Os títulos estão ordenados conforme seu ano de lançamento e tem indicação se estão ou não disponíveis em plataformas de streaming no Brasil.

Filmes com Alan Ritchson

  1. Jogos Vorazes – Em Chamas (2013)
  2. As Tartarugas Ninja (2014)
  3. Velozes e Furiosos 10 (2023)
  4. Guerra sem Regras (2024)
  5. Uma Vida de Esperança (2024)

1. Jogos Vorazes – Em Chamas

 

Segundo filme da franquia Hunger Games, Jogos Vorazes – Em Chamas é um filme de ação distópico lançado em 2013. Baseado no segundo livro da série homônima, o título segue os passos de Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e Peeta Mellark (Josh Hutcherson), que após vencerem os Jogos Vorazes inspiram revoltas em Panem por sua audácia.

Para suprimir a rebelião, os dois são enviados de volta aos jogos, em uma edição especial que conta apenas com vencedores de outras temporadas. É nesse cenário que conhecemos Gloss (Alan Ritchson), um carreirista que já havia ganhado sua edição e torna-se o tributo masculino do Distrito 1.

Jogos Vorazes – Em Chamas está disponível para compra e locação no iTunes, Amazon e Microsoft Store.

2. As Tartarugas Ninja

 

Reboot da famosa franquia homônima, As Tartarugas Ninja é um longa-metragem de super-herói lançado em 2014. Dirigido por Jonathan Liebesman, o filme conta a história de um grupo de quatro tartarugas antropomórficas, afetadas por uma substância radioativa que as faz crescer anormalmente e adquirir força e conhecimento.

O filme começa quando, já jovens e treinadas na arte do kung-fu por seu mentor, o Mestre Splinter, as tartarugas salvam a repórter April O’Neil (Megan Fox) de um sequestro, envolvendo-se com um clã de supervilões.

Na trama, Alan foi responsável por “dar vida” a Raphael, o membro mais forte do quarteto. Embora não apareça propriamente em cena, o astro foi quem fez todas as cenas de captura de movimentos do personagem, repetindo ainda o papel na sequência da trama, As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras (2016).

As Tartarugas Ninja pode ser visto no Paramount+.

3. Velozes e Furiosos 10

Décima parcela da franquia homônima de ação, Velozes e Furiosos 10 é um longa-metragem de 2023 dirigido por Louis Leterrier. Mais uma vez estrelado por Vin Diesel como Dominic Toretto, o filme é uma sequência de Velozes e Furiosos 9 (2021) e traz o protagonista e sua equipe envolvidos em uma nova missão, desta vez ainda mais complicada pelo retorno de Dante (Jason Momoa), uma ameaça do passado.

 

Sucesso de bilheteria, que arrecadou US$ 714 milhões em todo o mundo, o filme traz Ritchson na pele de Aimes, personagem que torna-se líder da Agência após o desaparecimento do Sr. Ninguém e é o centro de uma reviravolta da trama.

Velozes e Furiosos 10 faz parte do catálogo do Prime Video.

4. Guerra sem Regras

 

Filme co-escrito, dirigido e produzido por Guy Ritchie, Guerra Sem Regras é uma comédia de ação estrelada por Henry Cavill. Lançada em 2024, a produção foi um fracasso de bilheteria, mas ficou marcada como um dos papéis de maior destaque de Ritchson em filmes de grande orçamento.

Inspirada por eventos reais, a obra gira em torno de um grupo de soldados altamente qualificados, recrutados pelo ministro britânico Winston Churchill para a Segunda Guerra Mundial. Chamados para atacarem as forças nazistas atrás das linhas inimigas, o grupo ultra secreto contava com personagens bastante excêntricos, como o destemido e ultra-violento soldado dinamarquês Anders Lassen (Alan Ritchson).

Guerra sem Regras pode ser assistido no Prime Video.

5. Uma Vida de Esperança 

 

Baseado em eventos reais ocorridos durante a onda de frio norte-americana de 1994, Uma Vida de Esperança é um filme de drama cristão lançado em 2024. Protagonizado por Hilary Swank, o título conta a história de Sharon Steves, uma determinada cabeleireira, viciada em álcool, que encontra um novo propósito quando conhece a história de Ed Schmitt (Alan Ritchson).

Viúvo em luto pela morte da esposa, Ed luta desesperadamente pela vida da filha mais nova, que tem apenas cinco anos e precisa de um transplante de fígado. Uma condição que leva Sharon a mobilizar toda a comunidade ao seu redor a fim de conseguir um tratamento adequado para a garota.

Uma Vida de Esperança está disponível na Max.

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Cientistas descobrem mecanismo cerebral que ajuda a superar o medo

Pesquisadores do Reino Unido revelaram quais mecanismos cerebrais permitem que os animais superem medos instintivos. Desenvolvido por cientistas do Sainsbury Wellcome Centre, a pesquisa foi publicada na renomada revista científica Science no início deste mês.

Realizado com camundongos, a principal aposta do estudo, que ainda é experimental, é desenvolver terapias para transtornos relacionados ao medo, como fobias, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

Ao submeter os animais a uma sombra acima deles que imitava um predador voador se aproximando, foi possível notar que, inicialmente, os camundongos buscavam abrigo ao ver essa ameaça visual.


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No entanto, com o acontecimento se repetindo e nenhum perigo real se apresentando, os camundongos aprenderam a permanecer calmos em vez de escapar.

Assim, foi possível mapear como o cérebro aprende a suprimir respostas a ameaças que se mostram inofensivas depois de um período.

Com base em trabalhos anteriores, a equipe sabia que uma área do cérebro chamada núcleo geniculado ventrolateral (vLGN) pode suprimir reações de medo quando ativa, bem como é capaz de rastrear experiências anteriores de ameaça.

O experimento revelou à equipe dois componentes principais neste processo de aprendizagem:

  1. quais regiões específicas do córtex visual que essenciais para o processo de aprendizagem; e
  2. uma estrutura cerebral chamada núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), que armazena essas memórias induzidas pela aprendizagem.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente. No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos. Queríamos entender os mecanismos cerebrais que fundamentam essas formas de aprendizado, explicou uma das líderes da pesquisa, Sara Mederos, em comunicado à imprensa.

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Do indie ao blockbuster: entenda o que são jogos A, AA e AAA

A produção de jogos envolve três grandes categorias, as quais podem ter sido mencionadas por aqui no Canaltech ou até em comentários na internet: “A”, “AA” e “AAA”. Elas impactam bastante a proposta dos desenvolvedores e a experiência que o jogador terá, porém você sabe para que elas servem e qual sua função dentro da indústria gaming?

Em termos mais simples, elas determinam o grau de investimento e “grandiosidade” dos projetos que são desenvolvidos pelos estúdios. Isso significa que podem representar jogos independentes (A) a até mesmo os grandes blockbusters que movimentam toda a comunidade de jogadores (AAA). 

Compreender como cada título se encaixa nessas categorias é essencial para entender a proposta deles, assim como os fatores que o cercam (preço, características, quantidade de vezes que verá uma propaganda dele e diversos outros). Nos acompanhe para entender o que são jogos A, AA e AAA


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O que são jogos A?

Os jogos “A” são vistos como títulos de baixo orçamento e que contam com times de desenvolvimento menores (com a maioria esmagadora deles trabalhando de forma independente dos grandes estúdios). Em termos mais simples, são os chamados “indies”.

Cena de Stardew Valley
Jogos independentes estão na categoria “A” (Imagem: Divulgação/ConcernedApe)

Os títulos desta categoria podem se apresentar de várias formas possíveis. Não é porque foi criado por uma pessoa só que terá os gráficos pixelados como Animal Well, Undertale e Stardew Valley, por exemplo. Existem desenvolvedores que passam anos trabalhando em seus projetos independentes e trazem um apelo visual maior, como é o caso de Manor Lords e até da franquia Bright Memory.

Um aspecto importante dos jogos “A” é que eles foram por muito tempo desprezados pelos jogadores, partindo do pressuposto de que se não foi feito com um orçamento milionário ou com o nome de grandes franquias, não teriam uma qualidade aceitável. O que é totalmente diferente do que é visto no mercado, na verdade.

Mesmo com limitações no investimento, estes muitas vezes se destacam por serem inovadores e criativos – alcançando uma quantidade massiva de jogadores por cativar de formas que os “AA” e “AAA” pecam atualmente.

Zagreus, protagonista de Hades
Quantos “AA” ou “AAA” babaram no sucesso de Hades? (Imagem: Divulgação/Supergiant Games)

Exemplo disto é Stardew Valley, que se tornou um verdadeiro hit global. O mesmo pode ser dito de experiências como Celeste e Balatro, que concorreram de igual para igual em grandes prêmios como o “Jogo do Ano” da The Game Awards nos anos de seus lançamentos. 

Até entre os jogos “A” existem grandes sucessos. Se tornaram notáveis games como Vampire Survivors, Balatro, Hollow Knight, Hades, Undertale, Stardew Valley, Cuphead, Palworld, Sea of Stars, Disco Elysium, To the Moon e diversas outras experiências que nos cercam nas mais diversas plataformas.

Mesmo que eles frequentemente sejam encontrados em dispositivos como smartphones (Android e iOS), computadores e Nintendo Switch, ultimamente eles têm recebido bastante atenção nos consoles Xbox e PlayStation.

O que são jogos AA?

Se temos nos jogos “A” os independentes, os “AA” se apresentam como produções de orçamento médio. Elas não têm o mesmo investimento dos blockbusters e nem o mesmo peso, mas geralmente contam com um apoio maior da indústria – seja pelos envolvidos, pela franquia em que estão trabalhando e diversos outros fatores.

São centenas de estúdios que trabalham nesta frente, mesmo entre as produtoras de renome. A Capcom, por exemplo, tem a franquia Phoenix Wright que com certeza está incluída nesta categoria. A Square Enix tem Octopath Traveler, SEGA tem Shin Megami Tensei e isto se estende a diversas outras.

Phoenix Wright em
Há jogos “AA” até entre as grandes produtoras (Imagem: Divulgação/Capcom)

E isto não se estende apenas a ter grandes estúdios por trás. A Remedy Entertainment, por exemplo, tem em Control um dos principais exemplos de jogos AA que estão presentes na atual geração. O mesmo vale para Hellblade: Senua’s Sacrifice, A Plague Tale: Innocence, Greedfall, Sifu, a franquia Dynasty Warriors, Dying Light e vários pertencem ao grupo. 

Estes títulos possuem um alcance e fama maior do que a vista nos jogos “A”, porém os “AA” estão bem longe de atingir o nível de uma superprodução da indústria gaming. Algumas franquias destas acabam migrando para os “AAA”, porém não é algo que ocorre com todas. 

Eles se destacam justamente por serem produzidos por estúdios de médio porte ou divisões menores das grandes produtoras. Se formos debater alguns nomes, estão a THQ Nordic, Focus Home Entertainment, Remedy Entertainment, Deck Nine, Hazelight, Techland e outros que se destacam mais nos últimos anos. 

Geralmente estes estúdios conseguem parcerias para a publicação de seu jogo, além de investimento para campanhas de marketing e até a distribuição de mídias físicas. Ou seja, não é comum ver ao lado de seus lançamentos os logos da Bandai Namco, Square Enix, Electronic Arts e outros que oferecem propostas para essas operações. 

Personagens em A Plague Tale: Innocence
Jogos “AA” costumam ser produzidos por estúdios de médio porte (Imagem: Canaltech/Felipe Demartini)

O que são jogos AAA?

Os jogos “AAA” são os famosos blockbusters, as grandes produções da indústria gaming e que geram todo o glamour para os estúdios que cuidam destas franquias ou projetos. Seus orçamentos são altíssimos, assim como geralmente eles são produzidos com equipes enormes por muitos anos.

Estes são os tipos de jogos que movimentam o público a comprar um console ou gastar dinheiro para fazer upgrade em seu PC. Aqui nós falamos de títulos como GTA, God of War, The Last of Us, Assassin’s Creed, EA Sports FC, Monster Hunter, Horizon, Halo, Forza, Final Fantasy, Resident Evil, The Witcher, Call of Duty e outros que você deve conhecer bem.

Ellie em The Last of Us Part II
The Last of Us Part II é um grande exemplo de jogo “AAA” (Imagem: Divulgação/Sony)

Todos eles têm em comum alguns aspectos como o uso dos gráficos de ponta da geração atual, um grande investimento dos estúdios e das produtoras no marketing e costumam ser lançados em diversas plataformas para aumentar o “barulho” em torno deles. Isso vale até mesmo para a Sony, que não lança seus jogos no Xbox, mas está cada vez mais presente nos PCs. 

A expectativa de lucro para estes é altíssima, comprometendo até mesmo as operações das companhias em caso de fracasso. Provavelmente já ouviu de grandes flops recentes como “Concord” e “Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça”, ambos causando um grande prejuízo e provocando demissões e até fechamento de estúdios.

Comercialmente falando, os jogos AAA são aqueles que realmente movimentam a indústria e acabam aparecendo na lista dos melhores durante os anos. Alguns exemplos mais atuais são Red Dead Redemption 2, The Last of Us Part II, God of War Ragnarök e Elden Ring.

Inclusive, estúdios que trabalham com estes títulos costumam reservar grandes expectativas para seus próximos projetos. Basta ver todo o barulho provocado por GTA 6 da Rockstar ou para ver Intergalactic: The Heretic Prophet, próximo game da Naughty Dog. Se não quer ir tão longe, vale citar exemplos como Monster Hunter Wilds da Capcom.

Capa de Monster Hunter Wilds
Monster Hunter Wilds é um grande lançamento “AAA” de 2025 (Imagem: Divulgação/Capcom)

Cuidam dos jogos “AAA” estúdios e produtoras grandes como a Square Enix, Santa Monica Studios, Naughty Dog, Bandai Namco, Rockstar, Electronic Arts, Capcom, Bethesda, CD Projekt Red, 343 Industries, Ubisoft, Konami, FromSoftware, Activision Blizzard e um grupo seleto de nomes. 

Existem jogos “AAAA”?

Antes de lançar Skull & Bones, um executivo da Ubisoft mencionou que o lançamento dele superaria os jogos “AAA” e abriria espaço para um quarto “A” ao seu lado. Apesar da companhia manter esta denominação, é importante mencionar que ela ainda não existe.

Inclusive, a produtora até virou piada entre outras grandes companhias, fazendo o assunto se transformar em uma “piada interna” da indústria gaming. Porém, de acordo com a própria Ubisoft, eles denominam estes títulos com alta complexidade e um orçamento ainda maior que os “AAA” – o que justificaria um valor acima dos US$ 70 cobrados hoje. 

Ainda que Skull and Bones não tenha nem chegado próximo de balançar a indústria gaming como prometido e não haja qualquer projeto similar, o termo “AAAA” pode se popularizar em outro grande lançamento: GTA 6. Ele está em produção por mais de uma década e pode ser o primeiro a atingir este patamar superior. Ao menos é o que suas expectativas carregam. 

Quantos “A” precisa no seu jogo?

Para compreender melhor as diferenças entre os jogos “A”, “AA” e “AAA”, confira a tabela comparativa abaixo com as principais características de cada um:

Comparativo de jogos A, AA e AAA 
A AA AAA
Orçamento Baixo, geralmente abaixo do primeiro milhão de dólares Intermediário, pode atingir a escala de um a dezenas de milhões de dólares Alto, geralmente tem um custo de dezenas de milhões de dólares
Time de desenvolvimento Times pequenos, às vezes de apenas uma pessoa Geralmente alcança até 50 membros Ultrapassa a centena de desenvolvedores e membros da equipe
Produtora de renome Em muitos casos, não tem acesso Geralmente obtém apoio de grandes produtoras Possui grandes produtoras apoiando o desenvolvimento
Gráficos e tecnologia Se foca em inovação e mecânicas Alta qualidade gráfica, mas não atinge os níveis mais elevados Uso de visuais de última geração, com os melhores motores gráficos e tecnologias
Chances de virar franquia Muito baixa Existe, caso o jogo se torne um sucesso São produzidos com a intenção de se tornarem grandes franquias
Marketing e conteúdo Ocorre no geral entre fãs nas redes sociais, baixa visualização em streaming Possui orçamento reduzido para ser promovido, mas costuma ser popular em streaming e vídeos Alto orçamento em marketing e campanhas, costumam ser destaques em plataformas como Twitch e YouTube
Esports Raramente aparece Pode ganhar força no cenário competitivo Domina o cenário do multiplayer online

Diferenças não determinam bons jogos

Quando um jogo é bom, isso não está atrelado à sua categoria. Claro que se espera muito mais dos títulos “AA” e “AAA”, que tiveram um investimento maior e a atenção de toda uma equipe teoricamente competente. Porém, quantos grandes sucessos não vimos afundar ainda em seu lançamento nos últimos anos?

Igual aquele ditado “Não julgue o livro pela capa”, nem sempre você encontrará um game maravilhoso ao buscar os “AAA” ou “AA”. Em alguns casos, inclusive, é possível achar o jogo da sua vida com algum independente de categoria “A”. Sabe aquela experiência que se torna inesquecível e toca na sua alma? 

Capa de Metaphor: ReFantazio
Todos os games servem para se divertir e tocam pessoas diferentes (Imagem: Divulgação/Atlus)

O que realmente determina o que um jogo traz de bom é sua proposta inovadora e o grau de diversão que ele apresenta. Alguns estúdios conseguem reunir isso a gráficos de ponta e um alto investimento, outras precisam só de algumas pessoas apaixonadas e uma ideia para funcionar.

Ou seja, é bom deixar as portas abertas para explorar os diferentes jogos e experiências únicas em todas as categorias. Quem sabe não acaba se surpreendendo? 

Vídeo: qual é a melhor opção, jogar no console ou no PC? O Canaltech discute sobre a experiência de cada um em nosso canal do YouTube

 

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