3 motivos para comprar o Citroën Basalt e 3 para fugir do SUV turbo

O Citroën Basalt, SUV coupé da marca francesa pertencente a Stellantis, chegou fazendo barulho ao mercado brasileiro. E não apenas por conta do motor 1.0 turbo, o T200, de até 130 cavalos de potência.

O terceiro integrante da família C-Cubed, que também conta com o C3 hatch e com o C3 Aircross, caiu rapidamente no gosto do consumidor e, mês a mês, vem “roubando” clientes dos rivais e galgando degraus no ranking de emplacamentos.

Após passar um tempo de posse do Basalt em sua versão topo de linha, Shine Turbo, o CT Auto preparou um material especial para você que está de olho no belo SUV coupé francês.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Reunimos 3 bons motivos para te convencer a comprar o carro, mas colocamos também 3 que podem te fazer fugir do modelo da Citroën e, assim, levar um carro da concorrência para a garagem. Confira.

Citroën Basalt tem uma série de atrativos que podem te fazer comprar o carro (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Motivos para comprar o Citroën Basalt

Vamos dar início à nossa lista com 3 bons motivos para comprar o Citroën Basalt, SUV turbo coupé da marca francesa.

3. Espaço interno

O espaço interno é um dos pontos altos do Citroën Basalt e, também, uma das justificativas pelo fato de o SUV coupé francês ter caído no gosto de taxistas e motoristas de aplicativo.

Basalt acomoda bem até 3 adultos o banco traseiro (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Afinal de contas, além de ser 23 milímetros maior que o “irmão” Aircross em comprimento (4.343 mm no total), o Basalt tem um entre-eixos generoso, de 2.645 mm, que garante espaço de sobra para até 3 adultos no banco traseiro. O porta-malas é outro item que chama a atenção, e oferece 490 litros de capacidade.

2. Conjunto mecânico

Outro motivo forte para comprar o Citroën Basalt é o conjunto mecânico. O SUV coupé francês tem sob o capô o excelente motor Turbo 200, 1.0 turbo que entrega até 130 cv nas mãos do motorista, com torque de 20,4 kgf/m.

Motor Turbo 200 é um dos pontos altos do SUV francês (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

O propulsor “casa” perfeitamente com o câmbio automático CVT de 7 velocidades, aliado da economia de combustível, e conta ainda com a acertada calibração da suspensão, que carrega o DNA “Flying Carpet” (tapete voador) da marca, com alto nível de absorção de impactos e imperfeições das vias.

1. Preço

O último e, talvez, mais importante motivo para comprar o Citroën Basalt é o preço, acessível a ponto de torná-lo o SUV turbo mais barato do Brasil, mesmo depois de ter majorado os valores de todas as versões após seu lançamento.

Basalt já ficou mais caro, mas ainda compensa o investimento (Imagem:  Paulo Amaral/Canaltech)

O Basalt parte de R$ 99.490 em sua versão de entrada, que tem motor 1.0 aspirado. Nas variantes superiores, todas com motor turbo, os preços ficam entre R$ 115.700 e R$ 117.100. Os preços são mais em conta até do que alguns hatches e sedans compactos.

Motivos para fugir do Citroën Basalt

Agora que resumimos os motivos para comprar o Basalt, chegou a hora de mirar nos pontos que podem fazer um potencial cliente “fugir” do SUV da marca francesa e fechar negócio com a concorrência.

3. Acabamento interno

O grande “calcanhar de Aquiles” do Citroën Basalt é, na verdade, um problema que não é exclusivo do SUV coupé, e sim de praticamente todos os carros da marca francesa à venda no Brasil: o acabamento interno.

Embora apresente elementos estéticamente atraentes, com uso de cores e texturas diferentes, o uso excessivo de plástico duro incomoda e pode, futuramente, gerar barulhos inconvenientes, comprometendo outro ponto forte do Basalt, que é o isolamento acústico da cabine.

Acabamento interno com muito plástico duro é “gol contra” do Basalt (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)

2. Pacote ADAS

O Citroën Basalt não oferece qualquer recurso de direção assistida, ou seja, tem pacote ADAS nível ZERO. Essa é uma bola fora, principalmente para um carro que, em sua versão topo de linha, beira os R$ 120 mil.

Há rivais da mesma categoria que, embora um pouco mais caros, já entregam recursos como alerta de permanência e centralizador em faixa, alerta de tráfego cruzado e aviso de colisão frontal.

Ausência de pacote ADAS é um dos pontos fracos do Basalt (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

1. Preconceito

Fechando o pacote de motivos para fugir do Basalt está um ponto que, na verdade, NÃO EXISTE, mas muita gente ainda teima em acreditar e, por isso, o CT Auto resolveu fazer essa “pegadinha”.

Estamos falando do preconceito que alguns ainda carregam contra carros de origem francesa, independentemente da marca. Vale pontuar que, assim como as chinesas, as montadoras francesas que vendem no Brasil melhoraram muito a qualidade de seus carros, e isso vale tanto para Citroën quanto para a Peugeot (também do Grupo Stellantis) e para a Renault, que tem no excelente Megane E-Tech um exemplo de sucesso.

Leia também:

Vídeo: É o FIM do AR-CONDICIONADO?

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Marvel vs DC: saiba por que demorou 22 anos até esse mais importante crossover

Se você nasceu na virada dos anos 2000 ou logo depois, provavelmente nem se lembra de quando as duas maiores editoras de quadrinhos do mundo, as rivais Marvel Comics e DC Comics, juntaram forças pela última vez para lançar uma história conjunta. A boa notícia é que sua geração finalmente terá um crossover entre as duas para chamar de seu: ambas anunciaram no final de semana que a espera de 22 anos acabou.

Para quem não viveu os dias de glória dos recorrentes encontros entre as duas maiores concorrentes do mercado de quadrinhos de super-heróis, tudo começou em 1976, quando Marvel e DC pararam de usar análogos rivais para finalmente colocar ícones em choque, com o encontro entre Homem-Aranha e Superman.

Depois disso, ambas não pararam mais, e, embora as tramas fossem formulaicas, do tipo “herói encontra herói e descobre que seus maiores inimigos estão por trás da rivalidade para então juntar forças para derrubá-los juntos”, a minissérie Marvel vs DC/DC vs Marvel realmente mudou esse padrão.Os próprios leitores escolheram os vencedores dos duelos a partir de votação telefônica — sim, era o começo dos anos 1990 ainda, sem a internet.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

A trama agradou os leitores e até rendeu mais especiais com versões combinadas dos personagens no chamado Universo Amálgama, com direito a Batman misturado com Wolverine, Capitão América com Superman e por aí vai. E olha que ainda teve o Stan Lee fazendo suas versões de personagens da DC.

O último Marvel vs DC foi em 2003 com LJA/Vingadores (Imagem: Reprodução/Marvel & DC)

Mesmo com o sucesso e o entusiasmo todo, os encontros pararam de ocorrer depois do último crossover em 2003, LJA/Vingadores. E há algumas razões para isso ter acontecido e é possível acreditar que as coisas sejam bem mais interessantes agora.

Marvel e DC vivem um momento muito melhor agora

Marvel e DC pararam de se unir porque as rusgas de certa forma se fortaleceram em ambientes que hoje sabemos terem sido liderados por executivos tóxicos. Além disso, as duas vinham se recuperando de imensas perdas na “fadiga dos super-heróis” que aconteceu nos quadrinhos muito antes de termos presenciado no cinema e na TV.

Para completar, os principais personagens de cada editora viviam um momento de reformulação. Ambas tiveram que lutar bastante para decretar o fim dos eventos caça-níqueis que prometiam coisas bombásticas e nada mudava.

Os desenhos do Dan Jurgens eram terríveis (Imagem: Reprodução/Marvel & DC)

Hoje em dia, embora a DC ainda mantenha alguns eventos parecidos com os reboots clássicos, a exemplo de Crise nas Infinitas Terras, após fases como Renascimento, foram aos poucos encontrando aderência em estratégias semelhantes às da Marvel: a de que é preciso sempre manter os personagens em constante movimento, trazendo consequências significativas de cada grande acontecimento de suas sagas.

Isso nos permite ter uma noção de amadurecimento dos personagens, de aprendizado e também de ensino para a próxima geração, com um legado que sempre encontre em um novo leitor algo onde se apoiar.

Por isso, o próximo evento da Marvel e DC promete ser o mais importante de todos os que já aconteceram. Falaremos um pouco mais com fatos, abaixo, contudo, deixo aqui minha projeção e desejo para esse encontro.

Ambas as editoras têm evitado eventos de “hard reboot”, fazendo atualizações e revisões de maneira mais leve e dinâmica. E aí sim, se há uma coisa maior que o Multiverso Marvel e o Multiverso DC é a união de ambos. A Casa das Ideias e a Nave Decenauta têm a chance de usar com sabedoria um crossover de proporções épicas, capaz de realmente marcar um novo ponto de referência para as próximas décadas.

E digo mais: é a chance de ambas abrirem um canal de comunicação constante, finalmente unindo os dois Multiversos em um só, de forma a utilizar com parcimônia as coisas um e do outro para deixar as coisas mais interessantes — e imagina se isso se estender para o MCU e o DCU em um filme de Batman com o Demolidor, por exemplo?

Ok, vamos ao que sabemos sobre o crossover Marvel vs DC de 2025

Durante o evento ComicsPRO, no final de semana, o editor-chefe da Marvel Comics, C.B. Cebulski, e a editora-chefe da DC Comics, Marie Javins, falaram após o discurso principal e discutiram as recentes coleções de reimpressão DC Versus Marvel Omnibus e DC/Marvel: The Amalgam Age Omnibus. Cebulskin observou que já se passaram mais de duas décadas desde o último crossover da DC e da Marvel e lançou a ideia de um moderno.

As edições Amálgama que juntaram dois heróis em um só vão ganhar uma edição luxuosa definitiva Omnibus (Imagem: Reprodução/Marvel & DC)

Infelizmente, ambos não disseram mais nada, contudo, acho bem difícil que ambas as editoras estejam interessadas em publicar apenas edições singulares especiais como sequência de LJA/Vingadores ou do Universo Amálgama — isso é o que os nerdolas gringos vem arrotando desde o anúncio.

Como disse acima, acredito que ambas as editoras estejam muito mais maduras e com Multiversos muito mais estruturados para mirar histórias medíocres de um passado que as próprias editoras preferem esquecer. 

Veja bem, as editoras atualmente têm dois universos de títulos recorrentes mensais, o novo Universo Ultimate e o Universo Absoluto — não tem nem razão para revisitar as histórias antigas. Mas, né, estamos só brisando por enquanto, já que ainda não tem detalhes oficiais sobre a novidade, que já deixa uma geração inteira ansiosa para ver um crossover Marvel vs DC em tempo real.

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Como usar o Whisk, IA do Google para juntar imagens

Você tem como usar o Whisk, IA do Google para juntar imagens e criar composições criativas. A ferramenta utiliza o modelo Imagen 3 e usa tanto elementos visuais como textos para gerar imagens a partir dos comandos do usuário.

Entenda como usar o Whisk e quais são seus recursos. Neste conteúdo você confere:

  • Como usar o Whisk
  • Como funciona o Whisk
  • O que é o Whisk?

Como usar o Whisk

Para usar o Whisk, basta seguir estes passos:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

  1. Entre no site do Whisk (labs.google);
  2. Faça login com uma conta Google;
  3. Adicione imagens nas seções de “Assunto”, “Ambiente” ou “Estilo”;
  4. Escreva e envie um comando para gerar as imagens.
    Painel da ferramenta Whisk com uma barra lateral para adicionar imagens e um campo à direita para fazer o resultado da combinação de imagens
    É possível adicionar imagens ou texto para os campos de assunto, ambiete e estilo (Imagem: Captura de tela/Guilherme Haas/Canaltech)

Como funciona o Whisk

As imagens são geradas a partir de três seções: Assunto, Ambiente e Estilo, junto de um comando por escrito. Veja como funciona cada uma:

  • Assunto: aqui você define qual será o elemento central da imagem, sejam pessoas, animais, objetos ou uma cena específica;
  • Ambiente: define o contexto e cenário onde estará o assunto, podendo colocar imagens de paisagens ou ambientes fechados;
  • Estilo: você define se a imagem será no estilo de fotografia realista, de cartum, se usará uma obra de arte como referência e outros.

Por exemplo, você pode colocar em Assunto uma foto de pinguins, em Ambiente um campo de futebol e em Estilo uma arte cubista. Ao pedir por “pinguins jogando futebol”, receberá a imagem abaixo como resultado.

pinguins jogando futebol
O Whisk entrega mais de uma opção de imagem como resposta para seus comandos (Imagem: Reprodução/Whisk)

Não é necessário colocar uma imagem em cada uma dessas seções para gerar outras imagens.

O que é o Whisk?

O Whisk faz parte do Google Labs, onde a empresa coloca algumas ferramentas para que os usuários possam testar. 

A ferramenta de IA gera imagens usando o modelo Imagen 3 (também desenvolvido pelo Google), e consegue, em um só comando, te entregar uma resposta utilizando outras imagens como referências e também texto. 

Veja também:

VÍDEO: É o FIM do AR-CONDICIONADO?

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Recursos exclusivos das placas de vídeo NVIDIA GeForce RTX

Cada GPU tem suas próprias particularidades quando falamos de arquiteturas, tecnologias e recursos exclusivos. Assim como qualquer exclusividade, eles são um “plus” para quem busca um diferencial. Com isso em mente, vamos dar uma olhada nos recursos que só são encontrados nas GPUs NVIDIA GeForce RTX e alguns outros que não são, mas o time verde faz melhor.

A linha RTX trouxe diversas mudanças na forma como as placas de vídeo da NVIDIA são feitas. Essas novidades aconteceram — e ainda acontecem — tanto a nível de hardware como de software, e ambos andam de mãos dadas.

1. Núcleos Tensor

Um dos maiores exemplos são os núcleos voltados para processamento e treinamento de IA. Os núcleos Tensor estrearam com a arquitetura Volta e, logo em seguida, com a arquitetura Turing, presente nas GeForce RTX 20. Apesar do grande foco em games com o DLSS inicialmente, o recurso também pode ser usado em outras aplicações que envolvam Inteligência Artificial.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

A NVIDIA não é mais a única a oferecer esse tipo de tecnologia em placas de vídeo, embora seja a pioneira com mais vantagens, já que a Intel conta com os núcleos XMX para o mesmo fim. Em breve, a AMD será a terceira player oferecendo esse tipo de recurso com as GPUs Radeon RX 9000.

NVIDIA Blackwell Tensor Cores
A atual geração GeForce RTX 50 conta com a mais implementação dos núcleos Tensor (Imagem: NVIDIA/Divulgação)

2. Maior desempenho em ray tracing

Apesar de não ser algo exclusivo das placas de vídeo GeForce RTX, a NVIDIA é quem entrega o melhor desempenho quando falamos de ray tracing com seus núcleos RT. Aliado às vantagens do DLSS, algo que o próprio CEO da empresa criou, as GPUs intermediárias e high-end conseguem entregar boa taxa de quadros mesmo em jogos com path tracing, que é a maior implementação de efeitos com ray tracing, em resoluções altas.

A mesma tecnologia também está presente nas GPUs Intel Arc e AMD Radeon e, embora as rivais avancem a cada nova geração, o Time Verde também, e por isso continua oferecendo as melhores soluções quando falamos nesse tipo de recurso.

 

3. VRAM mais rápida

Com as duas últimas gerações de placas de vídeo, a NVIDIA oferece soluções com memória de vídeo mais rápida. Com a geração GeForce RTX 40 (Ada Lovelace), memórias GDDR6X foram usadas. Já com as RTX 50 (Blackwell), as memórias GDDR7, oferecendo ganhos significativos em velocidade, estrearam no mercado. Por isso é algo exclusivo das novas GPUs da NVIDIA até o momento.

Memórias com maior velocidade oferecem benefícios em diferentes cenários, desde jogos, passando por aplicações profissionais como edição de vídeo, até o processamento de IA.

4. NVIDIA Broadcast

A aplicação que pode ser usada para lives e videochamadas conta com o auxílio de Inteligência Artificial para o aprimoramento da qualidade dos vídeos e áudio. Essa melhoria acontece com remoção de ruído e eco do ambiente em sons, criação de cenário 3D com maior qualidade e a remoção de ruídos em vídeo, deixando a imagem mais limpa.

Além disso, existe ainda a tecnologia que faz com que a pessoa que está falando em vídeo esteja com o olhar focado na câmera, mesmo que ela não esteja na verdade, já que isso acontece através de IA.

O pacote de recursos NVIDIA Broadcast é ideal para criadores de conteúdo (Imagem: NVIDIA/Divulgação) 

5. NVIDIA DLSS

Esse recurso é uma das maiores vantagens das placas de vídeo GeForce RTX. Disponível desde as RTX 20 com foco em upscaling de imagens via IA em jogos, o DLSS acabou se tornando uma suite com diferentes recursos, com alguns ainda exclusivos como o gerador de frames através de Inteligência Artificial. Embora a Intel tenha anunciado sua versão da tecnologia, ela ainda não está disponível em jogos.

Entre todas as aplicações similares, como o AMD FSR e o Intel XeSS, o NVIDIA DLSS é o que entrega a melhor qualidade de imagem, porque funciona através de uma rede neural que está sendo aprimorado 24 horas por dia há 6 anos. Por conta disso, as GPUs GeForce RTX conseguem entregar a melhor experiência quando falamos de upscaler e gerador de quadros.

 

Veja mais do CTUP:

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Quando vale a pena pagar no iPhone 14 em 2025?

O iPhone 14 foi lançamento em setembro de 2022 e, caminhando para seu terceiro ano no mercado, ele já é considerado um modelo “ultrapassado” dentro da sua linha. A Apple está se preparando para lançar o iPhone 17 no segundo semestre do ano e, com isso, os modelos que vieram depois do 14 tendem a sofrer uma queda considerável no preço.

Dito isso, quanto vale a pena pagar no iPhone 14 em 2025? Confira nossa análise:

Quanto custa um iPhone 14 em 2025?

O iPhone 14 chegou nas quatro costumeiras variações da marca: padrão, Plus, Pro e Pro Max, cada um disponível em três alternativas diferentes (128, 256 e 512 GB).


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Sua versão mais básica foi lançada no Brasil com preços que variam de R$ 7.599 a até R$ 10.599, dependendo da quantidade de armazenamento disponível.

Já o 14 Plus chegou por aqui de R$ 8.599 a até R$ 11.599; o Pro foi lançado de R$ 9.499 a R$ 14.499, enquanto o Pro Max ficou de R$ 10.499 a R$ 15.499. Vale ressaltar que os dois últimos receberam uma quarta versão com 1 TB de armazenamento, sendo essas as opções mais caras.

O iPhone 14 foi o primeiro a apresentar o recurso de Dynamic Island (Foto: Ivo Meneghel/Canaltech)

Quase três anos depois, a queda no preço é mais que considerável. Hoje, o iPhone 14 padrão pode ser encontrado de R$ 3.300 a R$ 4.000, o 14 Plus de R$ 4.000 a R$ 4.500, o Pro de R$ 4.500 a até R$ 5.500 e, por fim, o Pro Max entre R$ 5.600 e R$ 6.100.

Se comparados aos seus preços originais, o desconto pode chegar a até R$ 9.000, dependendo do modelo.

Dentro desses valores, o iPhone 14 se torna hoje um dos smartphones da Apple com melhor custo-benefício – especialmente considerando que ele já possui recursos como o Dynamic Island (somente nas versões Pro e Pro Max) e tende a ser atualizado até 2029, já que a fabricante mantém seus celulares atualizados por um período de cinco a sete anos.

Nesse caso, pagar R$ 3.000 em um iPhone 14 básico ou até mesmo R$ 6.000 no Pro Max está valendo a pena.

Vale a pena esperar pelo iPhone 17?

Ainda não se sabe exatamente quando o iPhone 17 estará disponível, mas já temos a certeza de que será ainda em 2025 e possivelmente no mês de setembro, quando a Apple costuma lançar a nova linha dos seus smartphones.

Aqueles que estiverem dispostos a esperar podem se beneficiar, mesmo que não estejam interessados no celular mais recente.

Quando um novo iPhone é lançado, é natural que todos os seus antecessores mais recentes apresentem uma queda nos preços.

Dito isso, não é impossível vermos o iPhone 14 mais básico chegando a custar menos de R$ 3.000, ou o Pro Max caindo para a casa dos R$ 5.000. Todos os modelos ficarão bem mais acessíveis e valendo muito mais a pena.

Leia mais sobre iPhones:

VÍDEO: Escolhendo o Melhor Smartphone: Galaxy S23 256 GB ou iPhone 14?

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Como a ciência pode proteger a Terra contra asteroides potencialmente perigosos?

O asteroide 2024 YR4 chamou a atenção de astrônomos em todo o mundo. O motivo? É que este objeto apresentou risco baixo, mas existente, de se chocar com a Terra em 2032. Novos dados mostraram que a probabilidade de o impacto acontecer era menor do que se pensava antes, mas mesmo assim, ainda existem muitas outras rochas espaciais que podem chegar a distâncias perigosas da Terra. O que a ciência pode fazer para nos proteger destes objetos? 

Existem milhões de asteroides no Sistema Solar. Entre eles, estão os chamados objetos próximos da Terra (ou NEOs, na sigla em inglês), classificação dada àqueles cujas órbitas os levam para até 50 milhões de quilômetros de nós. 

Em meio aos NEOs, estão ainda oste asteroides potencialmente perigosos (ou PHAs). Eles medem pelo menos 140 m de diâmetro, e suas órbitas os deixam a pelo menos 7,4 milhões de quilômetros da Terra — a distância é equivalente àquela entre nosso planeta e a Lua. 


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Eyes on Asteroids, ferramenta da NASA que mostra cometas e asteroides próximos da Terra (Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

Se um objeto desse tamanho se chocasse com nosso planeta, atravessasse a atmosfera sem ser queimado e atingisse alguma grande cidade, os danos seriam vastos. Por isso, estes asteroides receberam o nada agradável apelido “assassinos de cidades”

O Centro de Estudos de Objetos Próximos da Terra (CNEOS) da NASA já catalogou 37.500 NEOs; deles, cerca de 2.500 são considerados potencialmente perigosos. O que poderia ser feito se algum deles estivesse a caminho de colidir com nosso planeta?

Antes de continuar, é importante destacar que a grande maioria dos cometas e asteroides conhecidos não são perigosos para nós. Tenha em mente também que, no momento, não há nenhum objeto conhecido que ofereça riscos para nosso planeta. Mesmo assim, os cientistas precisam continuar as pesquisas e planejar formas de evitar ou reduzir os efeitos no caso de um impacto.  

Defesa planetária

É aqui que entram as estratégias de defesa planetária. Muitas delas já foram exploradas pela ficção (e nem sempre estas obras acertaram), mas, no fim, os cientistas determinaram que a melhor alternativa não seria destruir um asteroide, mas sim alterar sua trajetória

Os cientistas da NASA já analisaram diferentes formas de mudar o caminho orbital de um asteroide — uma delas seria detonar uma bomba nuclear perto de um asteroide para empurrá-lo em uma nova trajetória. A outra, mais realística, é a chamada técnica do impacto cinético, que consiste em lançar uma espaçonave para colidir com um asteroide e, assim, mudar sua trajetória

Imagens capturadas pela missão DART, da NASA, antes de se chocar propositalmente com asteroide (Reprodução/NASA/John Hopkins APL)

Se a descrição soa familiar, é porque este foi o método usado pela NASA em sua missão Double-Asteroid Redirection Test (DART), em 2022. Naquele ano, a agência espacial colidiu uma espaçonave contra o asteroide Dimorphos, alterando sua órbita ao redor de Didymos, outra rocha espacial. 

A missão foi um sucesso, revelando um método valioso para proteger nosso planeta contra rochas espaciais perigosas, caso alguma seja descoberta. No entanto, a técnica exige planejamento com muita antecedência, bem como dados precisos da órbita do alvo.  

Leia também:

Vídeo: Curiosidades da Lua

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

8 desenhos animados que marcaram os anos 2000

Embora seja comum lembrarmos de desenhos animados que marcaram as décadas de 1980 e de 1990, os anos 2000 não ficam atrás quando o assunto são animações memoráveis que passaram na TV.

Parte de uma época em que a televisão transformava-se em decorrência do avanço da tecnologia e da internet, desenhos animados como Três Espiãs Demais (2001), KND – A Turma do Bairro (2002) e o popular Ben 10 (2005) conseguiram conectar-se com crianças e adultos de diferentes idades.

Para quem gosta de relembrar alguns desses títulos icônicos, que marcaram a década e fazem parte da infância de muitas pessoas por aí, o Canaltech montou uma lista com 8 desenhos animados que marcaram os anos 2000. Os títulos estão ordenados conforme seu ano de lançamento e tem indicação se estão ou não disponíveis em plataformas de streaming no Brasil.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Desenhos animados que marcaram os anos 2000

  1. Yu-Gi-Oh! Duel Monsters
  2. Três Espiãs Demais
  3. Os Padrinhos Mágicos 
  4. KND – A Turma do Bairro 
  5. Kim Possible 
  6. Os Jovens Titãs 
  7. Ben 10 
  8. Avatar: A Lenda de Aang

1. Yu-Gi-Oh! Duel Monsters

Segunda adaptação da série de mangá Yu-Gi-Oh! (a primeira foi exibida somente no Japão), Yu-Gi-Oh! Duel Monsters é um desenho animado lançado em 2000, que tornou a franquia ainda mais popular, expandindo-a para outros animes, jogos de cartas colecionáveis e jogos de videogame.

 

Escrita por Kazuki Takahashi, a animação conta a história de Yugi Muto, um garoto que consegue montar um artefato egípico milenar e despertar o espírito do Faraó. A partir disso, o personagem divide seu corpo com a alma da antiga criatura, que passa a ajudá-lo durante as partidas de um popular jogo de cartas chamado Monstros de Duelo.

No Brasil, Yu-Gi-Oh! Duel Monsters foi exibido pelo Cartoon Network e TV Globo. Atualmente, as cinco temporadas do desenho (224 episódios) podem ser assistidas no Crunchyroll, dubladas ou legendadas em inglês.

2. Três Espiãs Demais

 

Série francesa criada por Vincent Chalvon-Demersay e David Michel, Três Espiãs Demais é uma produção exibida originalmente pela ABC Family. Lançada em 2001, a animação fez enorme sucesso entre a audiência, dando origem a histórias em quadrinho, jogos de videogame, um filme prequel (Três Espiãs Demais: O Filme) e um spin-off (Os Incríveis Espiões).

Dividido em sete temporadas, o desenho animado retrata a história de Sam, Clover e Alex, três adolescentes que moram em Beverly Hills, Califórnia, e vivem uma vida dupla como estudantes do Ensino Médio e agentes secretas da Organização Mundial de Proteção Humana (WOOHP).

Com a ajuda de dispositivos tecnológicos, as jovens acabam com todos os vilões e criminosos que aparecem em seu caminho. Isso, é claro, além de lidarem com os problemas típicos da idade e aqueles criados por sua inimiga do colégio, Mandy.

Transmitida pela Fox KIds e TV Globo (TV Globinho e TV Xuxa), Três Espiãs Demais tem sua primeira temporada disponível na Max.

3. Os Padrinhos Mágicos

 

Co-produção entre os EUA e o Canadá, Os Padrinhos Mágicos é um desenho animado criado por Butch Hartman em 2001. Segundo programa de maior sucesso da história da Nickelodeon (o primeiro é Bob Esponja Calça Quadrada), o desenho chegou a ser transmitido no Brasil por emissoras como Fox Kids, Jetix e Disney Channel.

No ar por dezesseis anos, o que deu origem a dez temporadas e mais de 300 episódios, o show conta a história de Timmy Turner, um garoto de dez anos que mora na cidade de Dimmsdale e é maltratado por sua babá. Um dia, no entanto, Timmy recebe a visita de Cosmo e Wanda, duas fadas que passam a realizar todos os seus desejos, contanto que eles não violem o livro das regras.

As seis últimas temporadas de Os Padrinhos Mágicos podem ser vistas no Paramount+.

4. KND – A Turma do Bairro

Criado por Tom Warburton, KND – A Turma do Bairro é um desenho animado produzido pelo Cartoon Network em 2002. Dividida em seis temporadas, a animação foi um sucesso na programação do canal e deu origem a dois filmes (Operation Z.E.R.O e Operation: I.N.T.E.R.V.I.E.W.S.), além de um episódio de crossover com o desenho As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy.

 

Com uma boa dose de humor, o seriado conta a história de cinco vizinhos de dez anos que acabam se juntando para combater o autoritarismo de seus pais. Juntos em seu quartel-general, uma casa na árvore em que há várias bugigangas criadas por ele mesmos, a equipe luta pelo direito de levar uma vida com muita diversão.

As seis temporadas de KND – A Turma do Bairro (78 episódios) fazem parte do catálogo da Max.

5. Kim Possible 

 

Uma das séries mais populares da história do Disney Channel, Kim Possible é um desenho animado criado por Mark McCorkle e Bob Schooley em 2002. Segundo desenho mais longevo do canal de TV a cabo (o primeiro é Phineas e Ferb), o seriado foi exibido no Brasil pelo SBT e pela TV Globo.

Responsável por um filme live-action em 2019, a animação conta a história de Kim Possible, uma adolescente aparentemente comum, que em seu tempo livre salva a cidade de Middletown dos criminosos. Uma tarefa quase tão difícil quanto a de equilibrar seus problemas pessoais, as lições de casa e o convívio em família.

As quatro temporadas de Kim Possible podem ser assistidas no Disney+.

6. Os Jovens Titãs

 

Baseada nos personagens de mesmo nome da DC Comics, Os Jovens Titãs é uma animação de super-heróis criada por Sam Register e Glen Murakami. Lançada pelo Cartoon Network em 2003, a produção teve ao todo cinco temporadas, além de uma série spin-off chamada Os Jovens Titãs em Ação e três longa-metragens.

Indicada a três Annie Awards, a série acompanha a jovem equipe de super-heróis formada pelo líder Robin; a princesa alienígena Starfire; o meio humano, meio robô Cyborg; a mística Raven; e o palhaço Beast Boy. Um grupo de benfeitores disposto a resolver todo tipo de atividade criminosa, mas que ainda assim precisa lidar com problemas e crises típicos da adolescência.

As cinco temporadas de Os Jovens Titãs foram transmitidas no Brasil pelo Cartoon Network e pelo SBT. Atualmente, elas podem ser vistas na Max. Além disso, o streaming também possui as oito temporadas de Os Jovens Titãs em Ação, o filme Os Jovens Titãs em Ação vs Os Jovens Titãs e outros especiais da franquia.

7. Ben 10

Ben 10 é uma das franquias de mídias mais rentáveis do mundo (Imagem: Divulgação/Cartoon Network Studios)

Vencedora de três prêmios Emmy, Ben 10 é uma animação criada pelo coletivo de escritores Man of Action para o Cartoon Network. Tremendo sucesso, o show deu origem a uma franquia de enorme rentabilidade, responsável por uma linha de brinquedos, quatro séries derivadas, três filmes e vários jogos de videogame.

Lançada em 2005, a animação original teve quatro temporadas, que contavam a história de Ben Tennyson, um garoto de dez anos que encontra um dispositivo alienígena em formato de relógio durante uma viagem com o avô. Instantaneamente preso ao seu pulso, o aparelho permite que ele se transforme em diferentes tipos de criaturas. Uma habilidade que Ben usa para tornar-se um herói.

As três primeiras temporadas de Ben 10 estão disponíveis na Netflix.

8. Avatar: A Lenda de Aang 

Desenho de ação e fantasia criado por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, Avatar: A Lenda de Aang é um título produzido pela Nickelodeon em 2005.

 

Famoso não só entre o público, mas também entre a crítica – graças à forma como retrata a cultura chinesa e trata de temas importantes, mas quase nunca abordados entre os pequenos – o show deu origem a várias sequências, além de um filme live-action e uma série remake live-action produzida pela Netflix.

Com um estilo que mistura anime e os traços de desenhos dos EUA, Avatar: A Lenda de Aang conta a história de Aang, um garoto de doze anos revivido da hibernação após cem anos. Último sobrevivente de sua nação, cabe agora a Aang acabar com a guerra provocada pela Nação do Fogo e derrotar Ozai antes que ele conquiste o mundo.

Exibidas no Brasil pela TV Globo, as três temporadas de Avatar: A Lenda de Aang podem agora serem vistas na Netflix e no Paramount+.

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Quanto custaria um Gol ano 2000 hoje, com a inflação?

O Volkswagen Gol foi considerado, por muito tempo, um dos carros mais queridos do Brasil. Prova disso é que, mesmo após ter se aposentado, o hatch da marca alemã ostenta, mês a mês, a liderança de emplacamentos no ranking de carros usados e seminovos.

Entre as versões mais comercializadas do Gol estão as que pertencem à Geração 3, também chamada de G3. Foi a partir dela, no ano 2000, que a Volkswagen passou a disponibilizar ao consumidor a opção de abastecer o carro com gasolina ou álcool (etanol), conquistando, assim, uma fatia ainda maior do mercado.

Em um mercado no qual os carros 0km estão cada vez mais caros, o CT Auto levantou uma curiosidade: quanto será que o bom e velho “Golzinho” ano 2000, popular à época, estaria custando hoje, em 2025, aplicando em cima do preço original somente a taxa da inflação?


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Para responder a essa questão, foi preciso apenas exercitar a matemática. Utilizamos o valor base de um Volkswagen Gol em dezembro do ano 2000, e aplicamos sobre ele a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), até janeiro de 2025. Sabe quanto ele custaria hoje, com a correção da inflação? O CT Auto te conta.

“Golzinho” 1.0 teria preço surreal em 2025, só com a inserção da inflação (Imagem: Divulgação/Volkswagen)

Quanto custava um Gol 1.0 em 2000?

Para saber quanto custaria, em janeiro de 2025, um Gol 1.0 ano 2000, é preciso, primeiramente, relembrar quanto o modelo mais básico do hatch da Volkswagen valia na sua época.

Segundo as pesquisas do CT Auto, o modelo que, até então, era chamado de “Gol 1000”, valia, de tabela, R$ 16.599 em dezembro do ano 2000. Esse é o primeiro passo para definir o quanto a inflação acresceu ao preço durante 24 anos.

Volkswagen Gol faz sucesso no mercado de usados e seminovos até hoje (Imagem: Divulgação/Canaltech)

Quanto custaria o Gol 2000 em 2025 com a inflação?

Chegou a hora de responder, enfim, quanto custaria um Gol 1000, ano 2000, aplicando em cima do preço as taxas de inflação, de dezembro do ano do lançamento até janeiro de 2025. Preparados?

A calculadora que permite a inserção da variação do IPCA em cima do valor original apontou que, de dezembro de 2020 a janeiro de 2025 o hatch popular da Volkswagen teve aplicada uma taxa de 324,94%.

Com isso, o “Golzinho” 1000 que, à época, custava R$ 16.599, hoje seria vendido a R$ 70.536. O preço ainda é inferior ao cobrado atualmente pelos carros mais baratos do Brasil, casos das versões básicas do Citroën C3, do Fiat Mobi e do Renault Kwid, mas há um porém: o hatch da Volkswagen não tinha acessórios de segurança que hoje são obrigatórios, como airbags.

Volkswagen Gol deixou uma lacuna no coração dos fãs (Imagem: Divulgação/Canaltech)

E aí: achou curioso saber quanto custaria um Gol ano 2000 hoje, 25 anos mais tarde, com a inflação? Comente conosco em nossas redes sociais.

Leia também: 

Vídeo: Chegou a hora dos carros elétricos?

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Review: Citroën Basalt é SUV turbo coupé “quase” perfeito

O Citroën Basalt, lançado no mercado brasileiro em outubro de 2024, vem galgando degraus no ranking dos mais vendidos, mês após mês. O sucesso repentino do SUV coupé turbo mais barato do Brasil, diga-se de passagem, é plenamente justificável.

O CT Auto passou alguns dias de posse da versão topo de linha do Basalt, a Shine Turbo, e vai compartilhar agora os principais pontos positivos e negativos do modelo da marca francesa da Stellantis.

Projetado sobre a plataforma modular CMP, a mesma de outros membros da família C-CubedC3 hatch e C3 Aircross —, o Basalt tem 4,343 milímetros de comprimento e um bom espaço interno, graças ao entre-eixos de 2.645 mm, ligeiramente menor que o do Aircross.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

O motor 1.0 Turbo 200 trabalha em parceria com o câmbio CVT de 7 velocidades e, assim, entrega ao motorista até 130 cv de potência, com boa economia de combustível. Ele é o ponto alto do SUV coupé, mas o acabamento interno, como o de toda a família francesa, deixa a desejar. Confira todas as impressões sobre o Basalt turbo.

Citroën Basalt é o SUV turbo mais barato do Brasil (Imagem: Paulo Amaral)

Prós

  • Conjunto mecânico
  • Economia de combustível
  • Ajuste de suspensão
  • Isolamento acústico

Contras

  • Acabamento interno
  • Ausência de ADAS
  • Posição dos botões (vidros traseiros e modo de condução)

Conectividade, Tecnologia & Segurança

O pacote de conectividade, tecnologia e segurança embarcado no Basalt não é o mais básico de todos, mas está longe de ser o ideal. Os destaques positivos são as duas telas digitais, de 7 e de 10 polegadas, utilizadas como painel de instrumentos e central multimídia, respectivamente.

A central, aliás, aceita conexão wireless com Android Auto e Apple CarPlay, e tem interface simples e bastante intuitiva. O SUV coupé conta com 3 portas USB, sendo uma tipo A para recarga e dados e duas de carregamento rápido para a segunda fileira, também tipo A. E as coisas boas param por aí.

O Basalt não conta com pacote ADAS, ou seja, não entrega nenhum recurso de auxílio à condução, nem mesmo na versão top de linha, como a testada pela reportagem do CT Auto. Além disso, o volante não tem ajuste de altura, apenas de profundidade, gol contra em um carro com preço acima de R$ 100 mil.

Painel digital e central multimídia são os destaques do pacote de tecnologia do Basalt (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

O pacote de segurança da versão topo de linha conta com 4 airbags, obrigatórios por lei,  monitoramento de pressão dos pneus, assistente de partida em rampa, sensores de estacionamento traseiro, câmera de ré, faróis de neblina, luzes de condução diurna (DRLs) em LED

“Falta de recursos do pacote ADAS é uma das poucas falhas do Citroën Basalt”

— Paulo Amaral

Conforto e experiência de uso

O Citroën Basalt Shine, com o perdão do trocadilho, “brilha” mesmo é no quesito dirigibilidade. O SUV coupé casou perfeitamente com o conjunto mecânico formado pelo motor Turbo 200, de 130 cavalos de potência, e pelo câmbio automático CVT de 7 velocidades.

O Basalt 1.0 turbo apresentou um desempenho notável, tanto no percurso urbano quanto no rodoviário, com bom desenvolvimento em diferentes faixas de rotação, agilidade nas retomadas, maciez no rodar, mesmo em velocidades mais elevadas, e uma média de consumo impressionante, que superou até mesmo as aferições oficiais do PBEV do Inmetro, chegando a beirar os 14 km/l.

A calibração da suspensão também pareceu bastante acertada, pois o SUV coupé mostrou ter herdado o badalado “Flying Carpet Effect” da Citröen, minimizando quase que por completo a absorção das imperfeições da via, até mesmo nos trechos em que o carro foi colocado à prova em terrenos mais acidentados, com terra, pedriscos e lama.

Motor 1.0 Turbo 200 casou perfeitamente com a proposta do Basalt (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Design e acabamento

Se a dirigibilidade é o ponto alto do Basalt, o mesmo não se pode falar do acabamento interno. Assim como os demais integrantes da linha francesa, o SUV coupé da Citroën não parece ligar muito para a qualidade dos materiais.

Embora os bancos apresentem material de boa qualidade e os encaixes também não tenham qualquer imperfeição aparente, o uso excessivo de plástico duro como material principal no acabamento para os painéis e consoles foi uma “bola fora”.

O uso de cores e texturas diferentes, mesmo expediente adotado no Citroën Aircross, deixou a cabine mais bonita e agradável visualmente, mas não escondeu o fato de que o acabamento em plástico duro pode gerar dores de cabeça, ou melhor, barulhos inconvenientes, com o passar do tempo.

Design exterior agrada ,mas acabamento interno do Basalt não é dos melhores (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)

Uma pena, já que o silêncio a bordo, fruto do ótimo trabalho dos engenheiros da Stellantis no desenvolvimento do sistema de isolamento acústico da cabine, é um dos pontos fortes do Citroën Basalt.

Concorrentes

O Citroën Basalt tem como principais concorrentes o Nissan Kicks, o Renault Kardian, o Volkswagen Nivus e dois “parentes”: o Fiat Fastback, que também faz parte do Grupo Stellantis, e o Citroën C3 Aircross, com quem compartilha a plataforma modular.

Em termos de motorização, o modelo francês leva a melhor sobre o rival japonês e se equipara aos demais. O maior trunfo do Basalt para ganhar mercado está no preço, bem mais atrativo que os demais concorrentes.

Citroën Basalt tem no preço um de seus principais atrativos (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

“Citroën apostou no preço para ganhar a concorrência com os principais rivais, e vem dando resultado”

— Paulo Amaral

$(function() {
$(‘body’).append(“

n

n

n”);
iniciaGaleria($(‘#_a19e44’));
});

Citroën Basalt Shine Turbo: vale a pena?

Embora já tenha sofrido seu primeiro aumento de preço desde que foi lançado no Brasil, o Citroën Basalt segue posicionado como o SUV mais barato do país em sua versão de entrada, com motor aspirado e câmbio manual.

Somando-se a isso os pontos positivos que elencamos nesse review, como economia de combustível, excelente conjunto mecânico, design atraente e ótima dirigibilidade, dá para cravar que SIM, o investimento no Basalt vale a pena.

Em fevereiro de 2025, a linha Basalt tem os seguintes preços: Feel 1.0 MT (R$ 94.490); Feel Turbo CVT (R$ 115.700); Shine Turbo CVT (R$ 117.100). 

Citroën Basalt é o SUV mais barato do Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

* A unidade Shine Turbo, emprestada ao CT Auto para a confecção desse review, foi gentilmente cedida à reportagem pela Stellantis South America.

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Principais tecnologias da nova geração de GPUs GeForce RTX 50 Blackwell

A nova geração de GPUs para games da NVIDIA já está disponível no mercado. E essa nova família de placas de vídeo da geração Blackwell vêm com algumas mudanças importantes a nível de hardware e software. Vamos dar uma olhada nas 5 principais delas.

Quando olhamos para uma nova geração, temos a tendência de focarmos mais nos números: quantidade de núcleos e FPS em jogos, por exemplo. Mas uma nova geração também costuma trazer avanços que vão além dos números.

1. Novas gerações de núcleos RT e Tensor

Esses núcleos são o maior foco da NVIDIA desde a primeira geração dessa série com as GeForce RTX 20 (Turing). Os núcleos RT são focados em processamento de ray tracing e os núcleos Tensor são voltados para workload com IA. Essas tecnologias funcionam também em aplicações profissionais como renderização de vídeo, por exemplo, e vão além dos jogos.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Com a 5ª geração de núcleos Tensor e suporte aos formatos FP4 e FP6, as novas GPU GeForce RTX 50 entregam ainda mais capacidade no processamento de IA em geral e, principalmente, com o DLSS 4 e suas funções exclusivas. Segundo a NVIDIA, a nova geração entrega até 2,5x mais performance em IA em relação a anterior.

placa de vídeo nvidia geforce rtx 5090
Por ser a topo de linha, a GeForce RTX 5090 conta com a maior quantidade desses núcleos (Imagem: NVIDIA/Divulgação)

A NVIDIA vem evoluindo os núcleos RT para entregar cada vez mais desempenho em jogos com ray tracing, tecnologia que exige bastante das placas de vídeo. Com a 4ª geração dessa tecnologia, as GPUs Blackwell seguem essa tendência, que também contam com auxílio de IA com o Ray Reconstruction.

2. NVIDIA DLSS 4 e suas vantagens

Assim como o DLSS 3 chegou com tecnologias exclusivas para as RTX 40, o DLSS 4 também conta com recursos que só funcionam nas RTX 50. A principal delas é o gerador de múltiplos quadros através de IA. A cada um quadro renderizado pela GPU, até três (isso é algo configurável no jogo) são feitos com Inteligência Artificial.

 

Por conta de particularidades da nova arquitetura de GPUs da NVIDIA, a novidade é algo exclusivo das GPUs Blackwell. O gerador de múltiplos frames precisa do Reflex para diminuir a latência causada pelo aumento de quadros. Em sua segunda versão, a tecnologia, por enquanto, é exclusiva das RTX 50.

Mas donos de GPUs RTX de outras gerações também se beneficiarão com os avanços do DLSS 4, já que tecnologias como o Ray Reconstruction, DLAA, Super Resolution e até o Frame Generation (das RTX 40) tiveram melhorias por conta de um novo modelo de IA “treinado pelos supercomputadores” da empresa. Por isso, é possível ter melhor resultado gráfico exigindo menos das placas de vídeo com a rede neural avançada. Donos de RTX 50, por sua vez, terão aumento de desempenho em até 8x em jogos em relação à renderização nativa.

3. GDDR 7 e sua grande velocidade

As placas de vídeo GeForce RTX 50 marcam a estreia da nova geração de memórias de vídeo. Por conta das velocidades maiores, a GeForce RTX 5090 entrega largura de banda máxima quase 2x maior comparado com a RTX 4090, já que estamos falando de incríveis 1,79 TB/s.

A novidade traz benefícios em aplicações que dependem de velocidade e quantidade de memória, como edição de vídeo, renderização em 3D e aplicações com IA. A GPU Blackwell topo de linha atenderá bem a esses públicos por contar com 32 GB e alta velocidade.

Por ser uma tecnologia nova e que está estreando no mercado, as memórias GDDR7 podem ser a grande contribuidora pelos altos preços das novas GPUs da NVIDIA, especialmente com a RTX 5090 que chegou custando US$ 400 a mais que sua antecessora.

memória gddr7 samsung
A Samsung é uma das maiores fabricantes de memórias GDDR7 (Imagem: Samsung/Divulgação)

4. GPUs RTX 50 suportam PCIe 5.0

As GeForce RTX 50 também estreiam a conexão PCIe 5.0. Essa é uma das vantagens em relação a rival AMD, que pode não dar suporte a essa tecnologia com suas GPUs RDNA 4, segundo rumores. A conexão oferece taxa de transferência de dados de 32 GT/s (gigatransfers por segundo), o dobro do PCIe 4.0.

Apesar de parecer promissor, na prática, não muda muito. Diferentes testes pela internet já mostram que uma RTX 5090, por exemplo, oferece uma diferença de desempenho em relação ao PCIe 4.0 dentro da margem de erro de 3%. Ou seja, usar uma placa-mãe que ofereça ou não suporte a PCIe 5.0 não deve mudar muito a experiência em relação à versão anterior da tecnologia para as novas GPUs da NVIDIA.

5. Design Founders Edition refeito

A GeForce RTX 5090 chamou a atenção por conta de seu design referência mais fino com somente 2 slots de largura. Comparado a RTX 4090 e seus quase 4 slots, é uma diminuição considerável. Isso foi possível graças a um novo design de PCB que a NVIDIA fez questão de detalhar em um vídeo.

 

Com o PCB menor, foi possível criar um sistema de refrigeração que faz com que o ar passe através das aletas do dissipador e dos tubos de cobre pelos dois lados – já que a placa referência conta com duas fans – e saindo pela parte traseira da placa que não é fechada por um backplate, resultando em dissipação de calor mais eficiente.

Isso, no entanto, não se aplica tanto aos modelos customizados de fabricantes parceiras da NVIDIA. A maior parte delas já conta com modelos de RTX 5090 de até 4 slots por conta do sistema de refrigeração mais agressivo.

Veja mais do CTUP:

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...