Vale a pena investir em PPF automotivo para seu carro novo?

O PPF automotivo é um procedimento de proteção à pintura do carro que tem conquistado cada vez mais adeptos no Brasil. Como é algo bastante caro, porém, uma pergunta também vem ganhando corpo: vale a pena investir em PPF para carros novos?

Antes de responder a essa questão, alguns pontos precisam ser esclarecidos. O primeiro deles, claro, é o que significa PPF. A sigla é derivada do inglês Paint Protection Film e, em bom português, significa algo como Película de Proteção de Pintura.

O objetivo do procedimento estético é, como o próprio nome deixa bem claro, conservar a pintura do carro e a originalidade dos faróis e lanternas — acessórios que também podem receber a aplicação PPF.


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O PPF automotivo é uma espécie de barreira invisível contra resíduos de insetos, arranhões, pequenas pedras, chuva de granizo e até mesmo raios UV, dependendo da qualidade do material aplicado.

Aplicação do PPF protege de insetos e arranhões. Será que vale a pena em carros novos (Imagem: Freepik/CC)

Do que é feito o PPF automotivo?

O PPF automotivo é um filme transparente feito de poliuretano termoplástico, que utiliza nanotecnologia para se “auto-regenerar” (claro, conforme a profundidade do risco e da qualidade do material).

Desenvolvida inicialmente para aplicação em helicópteros e demais veículos de uso militar, o PPF chamou a atenção da indústria automotiva e rapidamente se tornou uma solução de proteção de pintura para carros de luxo ou alta performance.

PPF automotivo em carro novo: vale a pena?

Como toda moeda tem dois lados, o uso do PPF automotivo em carros novos também tem suas vantagens e desvantagens. Os especialistas que defendem a utilização mesmo em veículos 0km dizem que o procedimento vale a pena por uma série de razões:

  • Proteção contra altas temperaturas;
  • “Cura” instantânea de pequenos arranhões;
  • Resistência a produtos químicos e corrosões;
  • Garante a originalidade da pintura por mais tempo.

Há, porém, uma corrente que não vê tanta vantagem em dispor de altas quantias para proteger um carro novo com PPF, já que concessionárias vendem outros tipos de proteção para os veículos 0km, como vitrificação e cristalização.

PPF automotivo também garante proteção aos faróis e lanternas (Imagem: Deniz Demirci/Unsplash/CC)

Entre as desvantagens de utilizar PPF em carros novos destacadas por quem é contra o procedimento, as principais são:

  • Preço: a aplicação do PPF automotivo independe do modelo do carro, já que o custo é aferido por metro gasto. Uma bobina de 15 metros costuma ser suficiente até para veículos grandes, e o preço pode girar entre R$ 20 mil e R$ 30 mil, dependendo da qualidade do material;
  • Instalação: o processo de instalação do PPF é bastante complicado e, por conta disso, a escolha do profissional correto é crucial para quem deseja um serviço sem falhas. Mesmo assim, como se trata de algo quase artesanal, o menor erro pode acabar gerando gastos ainda maiores;
  • Manutenção: embora resistente, o material do PPF não é à prova de problemas. Por conta disso, o carro novo que estiver com a película protetora instalada deverá evitar o uso de determinados produtos de limpeza e, até mesmo, visitas aos lava-rápidos com escovas automáticas, pois elas podem causar descamação e arranhões.

E aí, amigo canaltecher: depois de ler atentamente as vantagens e as desvantagens a respeito do PPF, você acha que vale ou não a pena instalar a película de proteção automotiva em carros novos? Comente conosco em nossas redes sociais.

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Vídeo: Hidrogênio é o combustível do futuro? Entenda essa história

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Cientistas desenvolvem smart pijamas para monitorar distúrbios do sono

Cientistas da Universidade de Cambridge desenvolveram um smart pijama para detectar distúrbios do sono. A pesquisa detalhando a inovação foi publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Para coletar dados por meio do tecido, a equipe desenvolveu sensores impressos na roupa, que podem monitorar a respiração ao detectar pequenos movimentos na pele.

Os sensores foram treinados por meio de um algoritmo de Inteligência Artificial e tem uma precisão de 98,6%. Eles são capazes de identificar seis estados de sono diferentes, ignorando movimentos regulares do sono, como se virar.


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De acordo com o estudo, mais de 60% dos adultos têm um sono de pouca qualidade, o que leva à perda de 44 a 54 dias úteis anuais.

Dentre os principais problemas durante o descanso, estão a respiração pela boca, apneia do sono e ronco, que podem levar a condições crônicas como doenças cardiovasculares, diabetes e até depressão.

Para conseguir desenvolver o dispositivo em forma de roupa, os pesquisadores se basearam em um trabalho anterior que haviam feito: o de uma gargantilha inteligente para pessoas com deficiências de fala.

Eles, então, redesenharam os sensores para captarem a respiração durante o sono e fizeram melhorias de design para aumentar a sensibilidade.

“A sensibilidade melhorada também significa que a vestimenta inteligente não precisa ser usada apertada em volta do pescoço, o que muitas pessoas achariam desconfortável. Enquanto os sensores estiverem em contato com a pele, eles fornecem leituras altamente precisas”, afirmou em comunicado à imprensa o professor Luigi Occhipinti, líder da pesquisa.

A versão mais recente dos pijamas inteligentes transfere os dados como qualquer outro dispositivo smart, os enviando com segurança para um smartphone ou computador.

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VÍDEO: VALE a pena comprar TV USADA?

 

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Fantasia de carnaval: 5 apps para te ajudar a buscar inspirações

O Carnaval 2025 é comemorado oficialmente na primeira terça-feira de março, mas as celebrações da folia começam bem antes da data oficial. Foliões que ainda não sabem quais fantasias usar e querem dicas de looks para curtir os bloquinhos podem recorrer a apps para Android e iOS (iPhone) para buscar por inspirações

5 apps que para buscar inspirações para o Carnaval 

A seguir, o Canaltech reúne uma lista com cinco aplicativos para encontrar inspirações de looks carnavalescos. Abaixo, veja como os seguintes plataformas podem ajudar:

Pinterest

O Pinterest é um aplicativo de fotos bastante popular que pode ajudar fãs de Carnaval a encontrar a fantasia perfeita para curtir o bloquinho com os amigos. Pelo app, é possível pesquisar por inspirações e criar pastas temáticas para consultar mais tarde. Para pesquisar ideias na plataforma, basta digitar por palavras-chave como “Carnaval” e “Fantasia” e salvar os melhores resultados.


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Pinterest pode ajudar a oferecer inspirações para o Carnaval (Imagem: Souvik Banerjee/Unsplash)
Pinterest pode ajudar a oferecer inspirações para o Carnaval (Imagem: Souvik Banerjee/Unsplash)

Instagram

O Instagram também pode ser uma plataforma bastante útil para encontrar inspirações de looks para a folia. Por lá, é comum que criadores de conteúdo compartilhem vídeos com ideias no estilo faça você mesmo, ensinando a personalizar abadás ou criar um peça nova para curtir o Carnaval. Em alguns vídeos, é possível até encontrar dicas de lojas para comprar produtos com o menor preço. As inspirações podem ser encontradas na aba Reels ou através da busca.

Posts do Instagram pode ajudar a definir a fantasia do Carnaval (Imagem: Jordan/Unsplash)
Posts do Instagram pode ajudar a definir a fantasia do Carnaval (Imagem: Jordan/Unsplash)

TikTok

Assim como o Instagram, o TikTok também pode servir de inspiração para encontrar dicas de fantasias e looks para o Carnaval. Por lá, não é difícil achar vídeos curtos de criadores de conteúdo exibindo o figurino para celebrar a festa, dando dicas de como criar fantasias e personalizar roupas. Para fazer uma pesquisa direcionada no app, clique sobre a lupa no canto superior direito da tela e digite palavras como “Carnaval”, “Ideias de fantasia” ou “Como personalizar abadá”, por exemplo.

Vídeos do TikTok são outra alternativa para se inspirar no Carnaval (Imagem: Reprodução/Pexels)
Vídeos do TikTok são outra alternativa para se inspirar no Carnaval (Imagem: Reprodução/Pexels)

YouTube

O YouTube também pode ajudar a encontrar inspirações de figurinos para a festa. Por lá, é possível pesquisar por vídeos com tutoriais explicativos sobre como montar uma fantasia, por exemplo, além de ideias de looks que podem ser criados com materiais mais em conta para aproveitar a folia gastando pouco. As gravações podem ser encontradas com pesquisas rápidas, e palavras-chave como “Como fazer saia de lantejoulas” e “Como fazer ombreira de Carnaval”, por exemplo, geram resultados interessantes sobre itens fáceis de fazer para complementar o look de Carnaval. 

Além de inspirar, vídeos do YouTube podem te ajudar a montar a fantasia (Imagem: Souvik Banerjee/Unsplash)
Além de inspirar, vídeos do YouTube podem te ajudar a montar a fantasia (Imagem: Souvik Banerjee/Unsplash)

Behance

O Behance é um aplicativo de compartilhamento de imagens usado por muitos fotógrafos e designers para divulgação de portfólio. Mas, apesar da pegada mais profissional, o app também pode ajudar a encontrar inspirações – inclusive, para o Carnaval. Para achar fotos com o tema, digite “Fantasia de Carnaval” ou “Carnaval de rua” na busca. Assim, você pode conferir fotografias que foram tiradas durante os cortejos para se inspirar nos looks usados pelos foliões.

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Assista ao vídeo e saiba tudo sobre o novo “modo ladrão” do Android: 

 

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Elon Musk x Sam Altman: entenda os bastidores do atrito

Nas últimas semanas, um grupo de investidores liderado por Elon Musk fez uma proposta de quase US$ 100 bilhões pela compra pela OpenAI, dona do ChatGPT e que tem Sam Altman como CEO. A oferta foi negada e Altman ironizou a tentativa, com uma contraproposta de comprar o X, de Musk.

A troca de farpas e palavras não amistosas entre os empresários trouxe à tona a relação deles, que há alguns anos já foi de amizade. O Canaltech te explica como que estes donos de big techs chegaram a este conflito. Neste conteúdo você confere:

  • Como começou a relação de Musk e Altman
  • Quando passaram de amigos para inimigos?
  • Musk vai comprar a OpenAI?

Como começou a relação de Musk e Altman

Tanto Elon Musk quanto Sam Altman já eram pessoas influentes no Vale do Silício antes do boom da IA. Musk, como o empresário bem sucedido pela Tesla e Space X, e Altman, como um especialista em arrecadar investimentos, membro da Y Combinator, uma aceleradora de startups.


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Kaluan Bernardo, jornalista de tecnologia e doutorando pela ESPM, nos conta que Altman, 14 anos mais novo, via Musk como um ídolo, mesmo com personalidades muito diferentes.

“Elon Musk é um cara mais da engenharia, mais prático, e o Sam Altman gosta de filosofia, de pensar como vai mudar o mundo”.

A partir de 2015, começaram a se encontrar com mais frequência, e discutiam sobre quais seriam os perigos da inteligência artificial para o mundo. Segundo relatos, eles se preocupavam com um possível cenário de filme de ficção científica, onde a IA cairia em mãos erradas e haveriam “ditaduras tecnológicas”.

Essas conversas entre o bilionário e o futuro dono do ChatGPT culminaram na criação da OpenAI, que visava ser uma fundação sem fins lucrativos com objetivo de proteger o mundo dos possíveis danos causados por IA.

Mudança de ares

Após a criação da OpenAI, houve um momento em que os envolvidos perceberam que não seria possível continuar em um modelo sem fins lucrativos. Eram necessários investimentos, e na procura destes se iniciaram os conflitos.

Musk afirmava que só assumiria estes gastos se fosse dono e CEO da empresa. Porém, no final, devido aos conflitos internos, o executivo saiu da OpenAI e anos depois abriu a sua própria empresa de IA.

Em 2025, a relação voltou a esquentar e tomar novos rumos. Musk se tornou membro do oficial do governo dos EUA, comandando o Departamento de Eficiência Governamental. E Altman não ficou para trás. Ele também se aproximou de Donald Trump para que a OpenAI esteja envolvida num projeto de investimentos públicos em IA.

No mês de fevereiro, um grupo de investidores da xAI, liderado por Elon, fez uma oferta de US$ 97,4 bilhões (aproximadamente R$ 556 bilhões) para adquirir a OpenAI. A empresa recusou a possível compra, e Sam ironizou a tentativa no X, dizendo: “não, obrigado, mas se quiserem nós compramos o Twitter por US$ 9,74 bilhões”.

A mais recente movimentação foi na última terça-feira (18), quando a xAI, empresa de IA de Musk, anunciou o Grok 3. Esse novo modelo de inteligência artificial chegou para bater de frente com o ChatGPT de Sam Altman e botar mais lenha na fogueira nessa relação conturbada. 

Musk vai comprar a OpenAI?

Segundo Kaluan Bernardo, é bem improvável. Ao contrário da situação com o Twitter, que Elon comprou por US$ 44 bilhões em outubro de 2022, a OpenAI não parece querer ser comprada. 

“O Twitter quis ser vendido naquele momento, a OpenAI já deixou claro que não quer ser vendida. E não é só o Sam Altman que decide isso, é todo o conselho, que negou por unanimidade. Neste momento, eu diria que está muito distante uma venda da OpenAI para o Elon Musk”, disse Kaluan.

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VÍDEO: USBs coloridas: tem ALGUMA diferença?

 

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Terapia genética faz crianças cegas enxergarem pela primeira vez

Um avanço nas terapias genéticas foi feito por cientistas da University College London, que, em parceria com o Hospital do Olho de Moorsfields, conseguiu tratar cegueira congênita em bebês através da inserção de genes na retina. Quatro crianças nascidas com problemas de visão avançados participaram dos testes preliminares, com resultados muito positivos.

Os pacientes nasceram com uma desordem genética bastante rara que afeta o gene AIPL1, essencial para a saúde dos olhos. Na doença, um tipo de distrofia da retina, o paciente só consegue distinguir entre luz e escuridão. As células da retina param de funcionar e eventualmente morrem, levando à cegueira permanente de nascença. Agora, não mais.

Curando cegueira com terapia genética

A equipe científica, baseada no Reino Unido, buscou estender a vida das células da retina injetando cópias funcionais do gene AIPL1 através de laparoscopia nos olhos das crianças. Um vírus inofensivo carrega as células, entrando nas partes oculares necessárias. Crianças de outros países, como Estados Unidos, participaram do estudo, já que o tipo de cegueira é muito raro.


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A cirurgia que leva o gene à retina dos pacientes é uma laparoscopia, que usa um vírus inofensivo como mensageiro (Imagem: Grey Coast Media/Envato)
A cirurgia que leva o gene à retina dos pacientes é uma laparoscopia, que usa um vírus inofensivo como mensageiro (Imagem: Grey Coast Media/Envato)

Todos os quatro pacientes tiveram recuperação muito boa ao longo de quatro anos — elas receberam os genes apenas em um olho cada, como forma de evitar problemas potenciais. Com isso, os olhos que não receberam tratamento acabaram perdendo a visão. Os resultados foram descritos em um artigo publicado na revista científica The Lancet na última quinta-feira (20).

Outra terapia genética que trata cegueira congênita (deficiência do gene RPE65) já está disponível no Serviço Nacional de Saúde (National Health Service, no original em inglês) do Reino Unido desde 2020 — a expectativa é que, dentro de alguns anos, a nova terapia também chegue às crianças britânicas gratuitamente. Também estão sendo estudadas formas de tornar o tratamento mais acessível.

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