Superman finalmente usa uma clara brecha em sua fraqueza contra a magia

Nem precisa conhecer o Superman tão de perto para saber que a Kryptonita não é a única de suas grandes fraquezas. Assim como os habitantes de seu planeta, Kal-El também tem vulnerabilidade às artes místicas, e, embora ele tenha avançado bastante contra isso ao longo dos anos, é uma questão ainda bastante problemática para o herói. Mas eis que, em uma nova HQ, ele finalmente uma brecha tão óbvia que não dá para entender por que não havia explorado antes.

Atenção para spoilers para Batman/Superman: World’s Finest #36!

Os kryptonianos são conhecidos por sempre estarem em desvantagem contra a magia, contudo, o que vemos ao longo dos últimos anos, é que essa fraqueza não é tão simples. Na verdade, a magia não afeita o Superman da mesma forma que a Kryptonita ou a luz solar vermelha, e sim como afeta um ser humano comum.


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O Homem de Aço é fraco à magia tanto quanto qualquer outra pessoa, o que significa que ela não é especificamente direcionada à sua fisiologia e, portanto, pode ser contornada em certas circunstâncias.

Por muito tempo, Superman tem sido cauteloso com a magia devido à incapacidade de seu corpo de protegê-lo de seus efeitos. Assim, sua fraqueza por ela foi enquadrada como muito mais terrível do que realmente pode ser.

Superman diz “eu amo magia” quando consegue compreender uma pequena parte sobre isso (Imagem: Reprodução/DC Comics)

Isso foi atualizado recentemente, em 2023, em Superman #18, quando Clark Kent foi destituído de seus poderes e forçado a andar pelas Estradas Sombrias com a conhecida bruxa Zatanna. Ali ficou claro que o Homem de Aço não odeia a feitiçaria por causa de uma fraqueza física, e sim por causa de quão inconsistentes são suas regras e sua incapacidade de compreendê-la completamente.

Em dado momento da trama, quando Zatanna o ajuda a encontrar o caminho nas chamadas Estradas Sombrias, Superman compreende as pequenas regras desse momento em especial e chega até a dizer “eu amo magia” ao encontrar Lois Lane. Isso deixou mais claro como as artes místicas afetam os kryptonianos — tem muito mais a ver com o fato de eles serem um povo cientificamente muito avançado e não conseguirem lidar com as regras voláteis da bruxaria.

Como Superman usa uma brecha óbvia contra a magia?

Em Batman/Superman: World’s Finest #36, lançado recentemente, o Superman se encontra preso debaixo d’água por restrições mágicas que o mantêm preso a pedras. Lori Lemaris, sua ex-namorada sereia, tenta ajudá-lo a se libertar, mas sem sucesso. Apesar dos esforços do Homem de Aço, ele não consegue sair dessa armadilha.

Em vez de mirar nas algemas mágicas, Superman destrói as rochas que sustentam as correntes místicas que o mantém preso (Imagem: Reprodução/DC Comics) 

Como dito, assim que ele fica preso ao feitiço, não consegue se desvencilhar porque não compreende como isso pode acontecer. Contudo, ele demonstra que há maneiras de navegar nessa vulnerabilidade ao usar seu rápido raciocínio e a força kryptoniana, mesmo deixando as algemas místicas intactas.

Como o Superman não consegue combater a magia em si, ele canaliza seu poder para destruir as rochas que estão ancorando as correntes místicas. Foram necessárias mudanças de pensamento e perspectiva para concluir o óbvio e explorar uma brecha muito clara nessa fraqueza — o que abre um precedente para que ela faça isso mais vezes no futuro próximo.

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Games além dos jogos: uma força cultural e econômica em ascensão

O mercado de games se expandiu de uma forma que, hoje, é impossível ignorar que já se tornou um pilar do entretenimento global. Com uma receita anual prevista que supera US$ 200 bilhões, os games ultrapassam os setores mais tradicionais como o audiovisual.

Porém, não se trata de uma competição, mas de sinergia entre indústrias. Isso fica evidente em obras como The Last of Us, da HBO, e Super Mario Bros: O Filme, que conquistaram audiências em múltiplas plataformas. Outro exemplo é Arcane, a série animada da Riot Games, que não apenas redefiniu padrões visuais, mas também se tornou a animação mais cara de todos os tempos, com um orçamento de US$ 250 milhões! Um investimento que só foi possível pois a Riot conhece o quão fiel é o público de League os Legends, além de ter confiança no potencial das histórias dos personagens (o que os gamers chamam de “lore”) para conquistar o público que nunca teve contato com o jogo.

A estimativa é que o mercado global de videogames alcance US$ 490,81 bilhões até 2033, enquanto o setor de eSports deve atingir US$ 5,27 bilhões em 2029, segundo a The Brainy Insights. Esses números são impulsionados por fontes como patrocínios, direitos de mídia, merchandising e publicidade, refletindo o papel central dos games como forma de entretenimento.


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Nos Estados Unidos, a indústria emprega mais de 1 milhão de pessoas e contribui com US$ 5 bilhões para a economia. Mas esse fenômeno econômico global também se reflete na cultura e comportamento social, e essa é a característica mais interessante dos games como potência transformadora.

O mercado gamer no Brasil

O Brasil é considerado um dos mercados mais promissores no universo gamer. O país é o quinto maior do mundo em número de jogadores e ocupa a décima posição em receitas, movimentando US$ 2,7 bilhões em 2022, com previsão de chegar a US$ 3,5 bilhões em 2025, conforme dados da consultoria Newzoo. Ainda assim, a maior parte das receitas é gerada por empresas estrangeiras.

A Pesquisa Game Brasil 2024 revelou que 73,9% dos brasileiros jogam jogos eletrônicos, um crescimento de 3,8 pontos percentuais em relação a 2023. Há também avanço significativo no desenvolvimento local: o Brasil possui 1.042 estúdios de games, que faturaram US$ 252,6 milhões em 2022, representando quase 10% do consumo total dos jogadores. O número de estúdios cresceu 177% nos últimos cinco anos, com 93% deles criando propriedades intelectuais próprias.

Segundo a Abragames, 45% desses estúdios têm entre 5 e 15 anos, indicando maior maturidade no setor. No entanto, 65% das empresas também possuem receitas provenientes do exterior, demonstrando uma integração com o mercado global e um grande potencial para crescimento interno.

Transmídia e o poder de conexão

O universo gamer ultrapassa as telas e se desdobra em uma rica experiência transmídia, onde jogos influenciam e são influenciados por outros meios, como cinema, música e séries. Mais do que um entretenimento, os games tornam-se um fenômeno cultural e social.

A geração Z e a Alpha, conhecidas como “geração Roblox” ou “geração Minecraft”, enxergam os jogos como espaços de conexão e expressão pessoal. Nos jogos online, já não é novidade ver eventos como shows e casamentos, reafirmando que os games servem como um verdadeiro tecido social.

A experiência de jogar está cada vez mais ligada à interação social. A economia de criadores possibilita que os gamers contribuam ativamente com conteúdo e opinião, e essa dinâmica reflete uma mudança geracional no comportamento social e no consumo. Os pais de hoje já não encaram os games com um olhar de desaprovação, mas como oportunidade de partilhar um tempo de qualidade com os filhos, trocando experiências e vivendo momentos nostálgicos com os games que marcaram suas infâncias, além de aprender sobre os títulos que ganham a geração Alpha.

Comportamento e consumo no universo gamer

Os jogos também influenciam os hábitos de consumo. Dados da Newzoo mostram que os gamers são mais receptivos a campanhas publicitárias, especialmente de setores como alimentos, bebidas energéticas, artigos esportivos e serviços de entrega. Isso explica o crescente interesse de marcas em anunciar nos jogos, seja por meio de campanhas in-game ou publicidade tradicional.

A interseção entre consumo de games e mídias relacionadas também é significativa. Enquanto 76% dos gamers jogam, 54% acompanham conteúdos de vídeos, incluindo transmissões ao vivo e vídeos sob demanda. Redes sociais como YouTube, WhatsApp, Instagram e TikTok são os principais canais de engajamento dessa audiência. Além disso, os jogos também inspiram interesse em temas diversos como tecnologia, cinema, autocuidado e viagens.

Com a maior integração de tecnologias imersivas, como realidade virtual, e avanços na economia de criadores, a tendência é que os games se tornem ainda mais centrais na experiência de entretenimento global. No Brasil, o potencial de crescimento é imenso, especialmente com o aumento do desenvolvimento local e o engajamento de jogadores de todas as idades.

Os games transcenderam a ideia de entretenimento e se estabeleceram como uma linguagem universal que conecta pessoas, inspira mudanças e reflete a pluralidade da sociedade contemporânea. Eles transformam o modo como consumimos, interagimos e até enxergamos o mundo. Do impacto econômico às narrativas que desafiam estereótipos, os games mostram que, mais do que produtos, são experiências que moldam identidades, impulsionam inovação e pavimentam o futuro do entretenimento. E à medida que essa indústria evolui, ela nos convida a explorar novos mundos, repensar nosso papel como protagonistas e imaginar as infinitas possibilidades que ainda estão por vir.

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Mouse sem fio de 4.000 DPI por apenas R$ 60; saiba como aproveitar a promoção

O mouse sem fio UGREEN é perfeito para quem quer usar o computador ou notebook com alta sensibilidade e versatilidade. O produto apareceu em nova oferta imperdível do AliExpress, pelo preço de apenas R$ 60. 

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Mouse sem fio UGREEN tem modo de até 4.000 DPI

O maior diferencial do mouse sem fio UGREEN MU006 é seu modo de utilização a 4.000 DPI, ou pontos por polegada. A medida mostra a alta sensibilidade do dispositivo. 


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Mouse UGREEN
Construção é ergonômica e confortável (Imagem: Divulgação/UGREEN)

Na prática, isso significa que ele pode operar muito bem em jogos ou outras tarefas que precisem de ajustes finos na hora de posicionar o ponteiro. 

Dessa forma, ele atende a pessoas que realizam trabalhos de design, engenharia, arquitetura, entre outras atividades produtivas. 

Também há como configurar o mouse UGREEN MU006 em modos de 800/1200/1600/2000 DPI, o que pode ser útil para aumentar a velocidade do ponteiro, especialmente em telas de alta resolução 4K/8K. 

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Botões extras aceleram sua produtividade

O mouse UGREEN tem alta ergonomia, que segue a curva natural das mãos e adota áreas de borracha macia na área da palma. Já nas laterais, o acabamento é feito em silicone, que aumenta o conforto e evita escorregões. 

O produto vai além dos botões tradicionais dos mouses, já que chega a seis comandos diferentes. Além do botão esquerdo e direito, ele tem a roda de rolagem central, dois botões na lateral direita, e um interruptor para mudar o DPI de forma instantânea. 

Mouse UGREEN
Mouse UGREEN tem seis botões em sua construção (Imagem: Divulgação/UGREEN)

Além da abundância de botões, os comandos ainda são muito silenciosos, com redução de 99% do som do clique. Portanto, ele pode ser usado mesmo em salas de aula ou perto de pessoas dormindo, entre outros ambientes que demandam total ausência de ruídos. 

Com seu design compacto e leve, ele é ideal para quem precisa transportá-lo com frequência. Seja para home office, viagens ou reuniões externas, ele se adapta facilmente a diferentes ambientes sem ocupar espaço na bolsa ou mochila.

Conexão dupla é perfeita para setups de diferentes tipos

Outra característica interessante do UGREEN é a sua capacidade de dupla conexão, por meio de Bluetooth 5.0 e USB 2,4 GHz. 

Portanto, o mesmo mouse pode ser usado no computador do trabalho e no PC pessoal, por exemplo. Não é preciso ficar trocando a porta USB de um para o outro, o que dá muito mais praticidade para alternar. 

Com o seu alcance máximo de 15 metros, é possível utilizar o periférico em praticamente qualquer lugar do ambiente, sem depender de fios que enroscam e causam outras complicações. 

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Mesmo que não tenha uma conexão por cabo, ele traz alta autonomia de energia, e pode ser usado por até 18 meses sem a necessidade de trocar a pilha. Isso ocorre graças ao modo de suspensão automática, que “desliga” o produto após dez minutos de inatividade. 

Além disso, o UGREEN pode ser usado em diferentes tipos de superfícies, incluindo resina, papel, tecido e superfícies de madeira. Isso é possível por conta de uma nova tecnologia Blu-ray, que garante o reconhecimento dos movimentos por parte dos sensores.

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App do Bradesco com problemas: usuários relatam instabilidade nesta quinta (20)

Clientes do Bradesco reportaram problemas para utilizar o aplicativo do banco para empresas nesta quinta-feira (20). Os relatos foram publicados em redes sociais, como X (ex-Twitter), e no Downdetector.

Os registro de falhas começaram a ser enviados ao Downdetector por volta de 8h e atingiu o pico às 9h, com um volume de aproximadamente 1.000 notificações enviadas à plataforma colaborativa.

Entre os problemas mais notificados, estão o Bradesco Net Empresas e Aplicativo Bradesco Net Empresa, plataforma usada para administrar as contas de pessoa jurídica do banco.


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Usuários relatam problemas no app do Bradesco em notificações enviadas ao Downdetector (Imagem: Reprodução/Downdetector)
Usuários relatam problemas no app do Bradesco em notificações enviadas ao Downdetector (Imagem: Reprodução/Downdetector)

Google Trends, que mostra tendências do buscador, também mostra que termos, como “bradesco com problemas hoje”, “site do bradesco está fora do ar” e “sistema bradesco fora do ar”, tiveram um aumento repentino de interesse na última hora. O serviço do Google foi acessado pela reportagem às 9h30.

Também há relatos publicados no X que apontam a instabilidade. Entre as publicações, há menções ao Net Empresa. Confira:

O que diz o Bradesco?

Procurado pelo Canaltech, o Bradesco informou que o app para pessoa jurídica “apresentou nesta manhã oscilações pontuais, que já foram regularizadas”.

Confira outras matérias do Canaltech:

VÍDEO: Pagar com PIX pelo NFC do Celular é Seguro? Como Funciona?

 

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Galaxy S25 Edge terá traseira em novo material para ficar mais leve, revela site

O Galaxy S25 Edge poderá ter a tampa traseira construída em cerâmica, segundo informações do portal SamMobile. O objetivo da Samsung seria fazer com que o dispositivo fique ainda mais leve, entre outras vantagens.  

Por enquanto, as informações publicadas são apenas rumores, sem confirmação oficial. A Samsung não se pronunciou sobre o tema. 

Embora seja um material menos utilizado em smartphones, a cerâmica já apareceu em modelos da Samsung. O Galaxy S10 Plus, celular avançado da empresa de 2019, foi anunciado com o composto nas cores branco e preto.


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Galaxy S25 Edge deve ficar mais leve com traseira renovada (Imagem: Reprodução/X/@chehonz201)

A solução deve ser diferente do Ceramic Shield, que a Apple usa em seus modelos mais recentes de iPhone. No caso da Maçã, são usados cristais de cerâmica incorporados a uma traseira de vidro. 

Com isso, o Galaxy S25 Edge teria uma tampa majoritariamente feita de cerâmica, em um composto que se diferencia daquele visto em vasos e outros tipos de artesanato, já que a versão para smartphones é mais leve. 

Ela ainda é considerada mais dura, o que aumenta a resistência contra riscos, mas reduz a durabilidade no caso de quedas ou choques mais fortes. 

Celular Galaxy S10 Plus
Galaxy S10 Plus ganhou versão com acabamento em cerâmica (Imagem: Mark Chan/Unsplash)

Nas laterais e em outras partes estruturais, o Galaxy S25 Edge deve trazer o mesmo alumínio já visto em outros dispositivos da empresa. 

Galaxy S25 Edge — o que esperar 

O Galaxy S25 Edge já foi mostrado pela Samsung no último evento Galaxy Unpacked. Ele será uma versão mais fina e leve na linha de celulares avançados da empresa. 

Contudo, ele manterá um conjunto de desempenho considerado poderoso, com o mesmo processador Snapdragon 8 Elite visto nos outros aparelhos da série. 

Outras características esperadas para o dispositivo incluem:

  • Tela de 6,7 polegadas, mesmo tamanho do Galaxy S25 Plus
  • Espessura de 5,84 mm, e peso de 160 gramas 
  • 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno
  • Câmera principal de 200 MP e ultrawide de 12 MP
  • Câmera frontal de 12 MP
  • Bateria de 3.900 mAh com suporte para recargas de 25 W
  • Sistema operacional Android 15, com interface OneUI 7

A Samsung ainda não confirmou a data de lançamento do Galaxy S25 Edge, mas é esperado que ele chegue por volta do mês de abril. O aparelho deve ser vendido em escala global, incluindo o mercado brasileiro. 

Leia mais no Canaltech:

Veja coisas que seu celular pode fazer e você não lembra:

 

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iPhone 16e x iPhone 16: veja 6 diferenças do novo celular “acessível” da Apple

A Apple atualizou sua linha de celulares com o iPhone 16e na última quarta-feira (19), e o aparelho chegou como uma opção mais acessível em relação ao iPhone 16. Por isso, a empresa decidiu mudar algumas características do smartphone, para torná-lo mais simples.

As seis principais mudanças do iPhone 16e em relação ao iPhone 16 incluem:

  1. Apenas uma câmera traseira;
  2. Ausência do botão de câmera;
  3. Não tem MagSafe;
  4. Chip de conectividade feito “em casa”;
  5. Tela com notch;
  6. Preço mais baixo.

1 – Apenas uma câmera traseira

O iPhone 16e tem apenas uma câmera de 48 MP na seção traseira. Embora seja o mesmo sensor visto no iPhone 16, o novo celular fica um pouco menos versátil nas fotos e vídeos, visto que não conta com uma lente ultrawide. 


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A Apple divulgou essa câmera como sendo uma “2 em 1”, já que consegue realizar a aproximação de 2x. Também é possível aplicar o zoom digital em até 10x, embora não seja atingida a nitidez máxima nesse caso. 

2 – Ausência do botão de câmera

O botão de câmera, que ficou entre as maiores novidades do iPhone 16, não está disponível no 16e. Com isso, é perdida a oportunidade de aplicar zoom ou ajustar o foco da imagem em um comando proprietário, que traz ergonomia mais próxima das câmeras profissionais. 

Celular iPhone 16e
iPhone 16e tem apenas uma câmera traseira, mas serve como duas (Imagem: Divulgação/Apple)

Mesmo assim, o celular mantém o mesmo Botão de Ação, já visto desde o iPhone 15. Com ele, há como ter acesso rápido a aplicativos pré-selecionados, ou ativar funcionalidades úteis do celular, como a lanterna ou o modo silencioso, por exemplo. 

3 – Não tem MagSafe

A parte de carregamento foi uma das áreas em que a Apple mais cortou custos. Afinal, o iPhone 16e não tem suporte para a tecnologia MagSafe, que usa componentes magnéticos para encaixar carregadores sem fio no posicionamento correto. 

Em vez disso, o novo celular é compatível com o padrão Qi, que ainda permite o carregamento sem fio, mas em velocidade mais baixa. Afinal, a potência de recarga é limitada a apenas 7,5 W, contra até 30 W do modelo mais caro. 

4 – Chip de conectividade feito “em casa”

Nem tudo é retrocesso quando se compara o iPhone 16e com o iPhone 16. Afinal, o novo smartphone é o primeiro da Apple a trazer o C1, um chip de conectividade desenvolvido pela própria empresa. 

Celular iPhone 16e
Celular tem notch, em vez da Ilha Dinâmica (Imagem: Divulgação/Apple)

Trata-se de uma movimentação da companhia em torno da independência de componentes em seus dispositivos, já que o iPhone 16 tem um chip Qualcomm Snapdragon X75. Entretanto, um fator negativo do iPhone 16e é a ausência do suporte para Wi-Fi 7, presente no modelo mais caro. 

5 – Tela com notch

Ainda que tenha ganhado um visual mais moderno em comparação com o antecessor iPhone SE, o 16e ainda não trouxe o mesmo formato de tela com Ilha Dinâmica do iPhone 16. Em vez disso, ele traz um notch com tamanho mais amplo, em visual inaugurado no iPhone X de 2017. 

Mesmo assim, o aparelho mantém o mesmo tamanho de tela de 6,1 polegadas, além de contar com tecnologia OLED Super Retina XDR. Seu brilho máximo é de 800 nits em modo típico e 1.200 nits com HDR, enquanto o iPhone 16 oferece 1.600 nits e 2.000 nits, respectivamente. 

6 – Preço mais baixo

O iPhone 16e foi lançado como o celular mais barato da Apple em 2025. Seus preços oficiais na loja da Apple começam em R$ 5.799, mas ele poderá ser encontrado mais barato quando chegar nas principais varejistas. 

Para efeito de comparação, o iPhone 16 tem preço inicial de R$ 7.799. O 16e é também é mais barato que o iPhone 15 de geração passada, ainda vendido oficialmente a partir de R$ 6.499. 

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Saiba se a câmera do iPhone 16 é melhor que a do Galaxy S25:

 

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Alinhamento planetário continua em fevereiro; saiba como ver evento astronômico

Os planetas do Sistema Solar seguem visíveis no céu no “alinhamento planetário”, como o evento ficou popularmente conhecido. Os entusiastas do céu noturno podem conferir o “desfile” dos nossos vizinhos planetários até o fim do mês — contanto que as condições de observação estejam adequadas, claro. 

Em 28 de fevereiro, Saturno, Mercúrio, Vênus, Urano, Júpiter e Marte vão parecer estar bem pertinho um do outro no céu. Tenha em mente que apenas Mercúrio, Vênus, Júpiter e Marte podem ser observados facilmente a olho nu. Para observar Urano e Saturno, o ideal é usar binóculos ou um pequeno telescópio.

Alinhamento dos planetas visto por um observador em SP (Captura de tela/Stellarium)

Saturno e Mercúrio estarão muito próximos [aparentemente] do Sol e praticamente invisíveis, pois se põem logo após o pôr do sol. Para vê-los, seria necessário estar em um local com horizonte oeste desimpedido e condições climáticas ideais”, explica a Dra. Josina Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.


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Para conferir o evento, a dica é procurar algum local distante de fontes de poluição luminosa, como as luzes artificiais dos grandes centros urbanos. 

O que o alinhamento planetário significa?

Primeiro, é importante destacar que “alinhamento planetário” não é um termo científico, mas sim uma expressão coloquial usada quando é possível ver vários planetas no céu ao mesmo tempo. 

Portanto, os alinhamentos planetários ocorrem quando os planetas parecem estar “alinhados” do mesmo lado do Sol, dispersos em um mesmo arco no céu. O arco em questão é chamado de eclíptica, que existe porque os planetas orbitam o Sol mais ou menos no mesmo plano. 

Todos os planetas do Sistema Solar estão em planos orbitais parecidos com o da Terra (Reprodução/Graphiqa/Envato)

A aparente proximidade entre os planetas do Sistema Solar no céu durante o alinhamento não é capaz de causar nenhum grande efeito na Terra. Por outro lado, os alinhamentos são bastante interessantes para o planejamento das missões espaciais. 

Ao considerar a posição dos planetas, os cientistas conseguem direcionar as missões aos seus destinos com mais eficiência. “As Voyagers 1 e 2 aproveitaram o alinhamento dos grandes planetas, e a Voyager 2 conseguiu ‘impulso’ com Júpiter, Saturno, Urano e Netuno”, recordou Gerard van Belle, diretor de ciência do Observatório Lowell, nos Estados Unidos.

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Vídeo: A Lua está enferrujando?

 

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Prêmio Canaltech realiza 8ª edição e reconhece destaques do mercado

A 8ª edição do Prêmio Canaltech acontece nesta quinta-feira (20) com uma cerimônia especial na Arena Magalu, em São Paulo (SP). O evento vai revelar as principais marcas, produtos e serviços do meio de tecnologia escolhidos por júri técnico de especialistas e voto popular.

Realizado pelo Canaltech desde 2017, este “Oscar da Tecnologia” se tornou o evento de maior prestígio para reconhecer o mercado tech no Brasil. A edição deste ano celebra os principais nomes em categorias como produtos, serviços, games e veículos — e você acompanha os resultados no CT.

“O Premio Canaltech existe para chancelar essas escolhas, trazendo agora a voz do público e também de um júri técnico composto de quase 100 profissionais especializados”, disse Felipe Szatowski, Fundador e Diretor-Executivo do Canaltech. “O grande objetivo é de reconhecer os melhores produtos, serviços e marcas, e guiar o consumidor brasileiro a realizar compras conscientes já que é um mercado diverso, com muitas opções de produto e com dinheiro contato no bolso de quem compra.”


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O que há de novo no Prêmio Canaltech?

O Prêmio Canaltech 8ª edição conta com 35 categorias totais — 18 delas são decididas pela votação online do público e as outras 17 são definidas por um júri técnico composto por jornalistas, influenciadores do segmento e especialistas.

Pela primeira vez na história, o evento vai premiar a categoria de veículos, com reconhecimentos para Carro tech do ano e Carro elétrico do ano. O CT Eletro também entra em cena na cerimônia e dá destaque aos eletrodomésticos, com categorias para escolher melhor Air Fryer, lavadora e refrigerador.

Além disso, outras categorias fazem sua estreia: Marca mais desejada de produtos gamer, Marca mais desejada de eletrodoméstico, Marca mais desejada de eletroportátil e Melhor serviço de inteligência artificial — uma forma de reconhecer o impacto e a evolução da IA no dia a dia.

Os outros segmentos já são conhecidos de quem acompanha o Prêmio Canaltech, incluindo as escolhas de melhor smartphone, melhor smart TV e as marcas mais desejadas em cada área.

Preferidos do júri e do público

A audiência do Canaltech é importante para definir os vencedores: mais de um milhão de votos foram computados nos últimos meses para eleger os campeões das categorias de voto popular. Além disso, todo mundo que deixou sua escolha concorre a um prêmio de R$ 5 mil depositados na carteira MagaluPay.

A outra parte das categorias é escolhida por um júri técnico selecionado, com mais de 90 especialistas nas áreas de tecnologia, gadgets, automóveis e games.

Não perca os resultados

Quer descobrir os campeões? Fique de olho no site e nas redes sociais do Canaltech a partir de hoje (20) para acompanhar toda a cobertura do evento.

VÍDEO: fique de olho no Prêmio Canaltech

 

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