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Se você está procurando um fone de ouvido wireless de qualidade sem gastar muito, chegou a hora de conhecer o Lenovo GM2 Pro. Com uma promoção especial para primeira compra no AliExpress, este modelo está saindo por apenas R$ 21,77 (sem impostos inclusos) — uma oportunidade única para quem busca qualidade sonora e tecnologia avançada sem gastar muita grana.
A Lenovo traz neste fone de ouvido recursos impressionantes como conectividade Bluetooth 5.3, cancelamento ativo de ruído e modo duplo para games e música. Com um design moderno e ergonômico, o GM2 Pro oferece bom conforto para uso prolongado, seja durante suas sessões de jogos ou ao curtir suas músicas favoritas — quer seja no conforto da sua casa, durante o trabalho ou prática de exercícios físicos.
A oferta de hoje é uma chance bacana de adquirir um fone de ouvido de qualidade por um preço extremamente acessível. Com características que o colocam no patamar de produtos premium, o Lenovo GM2 Pro surpreende não apenas pelo preço promocional, mas principalmente pela qualidade que oferece.
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O Lenovo GM2 Pro se destaca inicialmente pela tecnologia Bluetooth 5.3, que garante uma conexão mais estável e consumo reduzido de energia. Esta versão mais recente do Bluetooth também proporciona menor latência, aspecto crucial para gamers que precisam de sincronização perfeita entre áudio e imagem durante suas partidas.
O sistema de modo duplo é outro diferencial importante, oferecendo predefinições específicas para jogos e música. No modo gaming, o fone prioriza a precisão sonora e minimiza atrasos, permitindo que você identifique com clareza a direção dos sons em jogos competitivos. Já no modo música, o equalizador é ajustado para entregar graves mais profundos e agudos cristalinos, oferecendo uma experiência musical imersiva.
O cancelamento ativo de ruído (ANC) implementado no GM2 Pro utiliza microfones avançados para detectar e neutralizar ruídos externos, criando um ambiente sonoro isolado. Esta tecnologia é particularmente útil em ambientes barulhentos, permitindo que você se concentre totalmente em seus jogos ou músicas sem interferências externas.
O design in-ear foi cuidadosamente desenvolvido para garantir conforto durante longas sessões de uso. As pontas de silicone do GM2 Pro em diferentes tamanhos asseguram um encaixe personalizado, contribuindo tanto para o isolamento acústico quanto para a estabilidade durante o uso. A estrutura leve e ergonômica previne o desconforto mesmo após horas de utilização.
A qualidade sonora é garantida por drivers dinâmicos de 13mm, que entregam som balanceado com graves potentes e agudos precisos.
Analisando as especificações técnicas, o Lenovo GM2 Pro se posiciona de forma competitiva no mercado de fones TWS (True Wireless Stereo). A combinação de Bluetooth 5.3 com codecs AAC/SBC garante qualidade sonora superior e baixa latência, características normalmente encontradas em fones de marcas premium que são muito mais caros.
Comparado a outros modelos da mesma faixa de preço, o GM2 Pro se destaca pela presença do cancelamento ativo de ruído e modo gaming dedicado. A autonomia de até 30 horas com o case de carregamento também é um diferencial, superando diversos concorrentes que oferecem em média 20 horas de uso total.
O primeiro e mais óbvio motivo para comprar o Lenovo GM2 Pro é sua excepcional relação custo-benefício. Com o preço promocional de R$ 21,77 para primeira compra no AliExpress, você tem acesso a um fone com especificações técnicas encontradas em modelos muito mais caros.

O segundo motivo é sua versatilidade. Com modos específicos para games e música, o GM2 Pro atende perfeitamente tanto gamers quanto entusiastas de música. O cancelamento ativo de ruído e sua qualidade sonora garantem uma experiência imersiva em qualquer situação de uso, seja jogando, ouvindo músicas ou em chamadas.
Por fim, a tecnologia atualizada é um forte argumento para a compra. O Bluetooth 5.3 representa o que há de mais moderno em conectividade wireless, garantindo conexão estável e baixa latência. Junto com o design confortável e construção durável com certificação IPX5 de resistência a água, você tem um produto completo que certamente atenderá suas expectativas e durará por muito tempo.
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Quem vem assistindo à nova série animada Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha já deve ter notado a presença de uma figura de destaque entre os jovens mais inteligentes que fazem parte do programa de estágio da Oscorp, empresa de Norman Osborn. Trata-se de Amadeus Cho, um dos personagens mais queridos dos leitores, e que anda há tempos sem a devida atenção da Marvel. Agora, a Casa das Ideias pretende compensar isso com uma edição especial de 20 anos de criação do herói mirim.
Amadeus Cho é um dos indivíduos mais inteligentes do Universo Marvel e fez sua estreia em Amazing Fantasy Vol. 2 #15 há mais de duas décadas, em uma história do escritor Greg Pak e do artista Takeshi Miyazawa. Para comemorar, a Marvel está lançando o especial especial de 20º aniversário de Amadeus Cho.
A edição reunirá os criadores Pak e Miyazawa, que serão acompanhados pelos artistas Creees Lee e Jethro Morales para explorar momentos importantes da história do personagem. Em suas várias encarnações, Cho provou ser um favorito dos fãs ao longo dos anos, e os leitores de longa data poderão conferir na edição de aniversário uma retrospectiva de seu passado, bem como uma dica de seu futuro.
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De acordo com a Marvel, Amadeus Cho surgirá em uma nova forma nas páginas da história final e preparará o cenário para o próximo capítulo de Amadeus Cho. Vale destacar que o personagem já ensaiou sua estreia no Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) algumas vezes.

Em Vingadores: A Era de Ultron, de 2015, muita gente se animou ao ver uma personagem coreana que levava o nome Helen Cho, o nome da mãe do menino nas revistas. Lá atrás, em 2008, no primeiro filme da Marvel Studios, O Incrível Hulk, há também uma referência ao garoto, em uma conversa com um rapaz parecido com ele e o Bruce Banner de Edward Norton.
E, segundo rumores, o próprio garoto prodígio estaria nos planos para aparecer no recente Capitão América: Adorável Mundo Novo. Certo é que estamos todos com saudades do personagem.
Depois que surgiu em 2005, Cho começou a aparecer ao lado de seu cãozinho de estimação como um garoto muito inteligente e também bastante carente de atenção e de figuras paternas. Sempre isolado, encontrou no Hulk um aliado e um amigo. A partir daí, ele passou a usar seus rápidos cálculos matemáticos para ajudar Banner, por exemplo, a encontrar rapidamente o ponto fraco de um inimigo colossal.

Cho também teve uma fase memorável ao lado de Hércules, e a dupla chegou a protagonizar várias edições na revista The Incredible Hulk. Em 2015, Cho assumiu o manto do Hulk de Bruce Banner durante a iniciativa de publicação All-New, All-Different da Marvel, que visava a construção de um legado, a partir dos clássicos heróis da editora sendo mentores de uma nova geração.
Em contraste com o Gigante Esmeralda original, Cho manteve sua imensa inteligência quando se transformava em Hulk, e, diferente de Banner, ele gostava de ser também o Golias Esmeralda. Quando Banner recuperou seus poderes, Cho voltou a uma forma mais fraca, mas que ainda tinha um impacto forte, mantendo seu vasto intelecto.
Só que, depois dessa fase, Cho praticamente sumiu das revistas e somente agora, perto de seus 20 ano de criação, felizmente voltou a ser lembrado pela Marvel. Amadeus Cho 20th Anniversary Special #1 chega às bancas gringas no dia 7 de maio de 2025.
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A guerra comercial entre Estados Unidos e China começa a mostrar seus efeitos práticos para os consumidores. A Acer, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo, anunciou que irá aumentar em 10% os preços de todos os seus produtos “Made in China” vendidos nos Estados Unidos a partir de março.
O aumento é uma consequência direta das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump sobre produtos importados da China. Desde que assumiu a presidência, Trump tem adotado uma postura agressiva nas relações comerciais com o país asiático, impondo taxas de importação sobre diversos produtos chineses.
A decisão da Acer é um sinal de que outras empresas do setor de tecnologia devem seguir o mesmo caminho nos próximos meses. Com o aumento dos custos de importação, as fabricantes terão que repassar parte desse valor para o consumidor final para manter suas margens de lucro.
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O CEO e Presidente da Acer, Jason Chen, confirmou que o aumento de 10% nos preços será aplicado a partir do próximo mês para todos os produtos fabricados em território chinês. Segundo ele, a medida é uma consequência direta e inevitável das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos.

“Teremos que ajustar o preço final ao consumidor para refletir a tarifa. Achamos que 10% provavelmente será o aumento padrão por causa do imposto de importação. É muito simples”, afirmou Chen.
O executivo explicou que a decisão de aumentar os preços foi tomada na semana passada, mas como as tarifas não se aplicam a produtos que deixaram a China antes de fevereiro, o reajuste pode levar algumas semanas para ser totalmente implementado.
Apesar de a Acer ser a primeira grande fabricante a anunciar oficialmente um reajuste assim, é muito provável que outras empresas do setor sigam o mesmo caminho e subir o preço de seus produtos.
Um exemplo é o mercado de monitores, que pode enfrentar aumentos de pelo menos 5% nos preços em breve, segundo relatório do DigiTimes Asia. Fabricantes como Dell, HP e Samsung vinham aumentando seus estoques de painéis e sistemas desde dezembro como forma de tentar postergar o repasse dos custos aos consumidores, mas essa estratégia tem prazo limitado.
A Acer também está considerando outras medidas para contornar os efeitos das tarifas. Chen revelou que a empresa está analisando a possibilidade de mudar parte de sua produção para outros países, incluindo os próprios Estados Unidos. “Estamos olhando para diferentes cadeias de fornecimento além da China”, afirmou o executivo.

O reajuste anunciado pela Acer para março deve levar algum tempo até ser plenamente sentido pelos consumidores nas lojas. Isso porque existe um intervalo entre a saída dos produtos da fábrica, sua distribuição e chegada ao varejo.
Ainda assim, é fato que as consequências da taxação de 10% imposta por Trump à China, México e Canadá devem ser sentidas em todo o mundo. Mesmo países que não estão diretamente envolvidos na disputa comercial, como o Brasil, podem sentir os efeitos indiretos da medida.
Também existe a possibilidade de que os preços de eletroeletrônicos sofram aumentos no mercado brasileiro nos próximos meses. Isso porque as empresas podem adotar estratégias de precificação global para distribuir o impacto das tarifas por diferentes mercados.
O cenário ainda é incerto e depende de novos desdobramentos na política comercial dos Estados Unidos. Por enquanto, a recomendação é ficar atento às variações de preço e avaliar criteriosamente suas decisões de compra nos próximos meses.
Vídeo: quer saber como é feito um processador? A gente mostra para você no YouTube!
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Peixes selvagens, segundo pesquisa, conseguem diferenciar humanos contanto que estejam usando roupas diferentes, conhecimento que pode mudar nossa percepção e relação com as criaturas aquáticas. Duas espécies de brema do mar foram estudadas, em mar aberto, no Mar Mediterrâneo.
A pesquisa foi liderada por Maëlan Tomasek, do Instituto Max Planck de Comportamento Animal, na Alemanha. Segundo o cientista, os peixes usam mecanismos biológicos simples, presentes em seu dia a dia, e os adaptam para o reconhecimento de humanos. A diferenciação entre pessoas é uma capacidade melhor conhecida em animais domésticos, mas, nos selvagens, é majoritariamente desconhecida.
Em animais domésticos, ou que vivem próximos de humanos, cientistas acreditam que o comportamento de diferenciar humanos pode estar ligado à identificação de qual pessoa compartilha mais recursos ou oferece uma ameaça. Nos animais selvagens, o mecanismo é mais misterioso.
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A equipe alemã, então, passou 12 dias com as espécies de brema goraz-preto (Spondyliosoma cantharus) e dourada-selada (Oblada melanura) para fazer observações. Em mar aberto, no Mar Mediterrâneo, os cientistas ofereceram comida aos peixes e recompensaram os que os seguiram após se afastarem do cardume.
Primeiro, uma pesquisadora fez o experimento sozinha, e então outro cientista a acompanhou com roupas idênticas, e, em outras partes do experimento, com roupas ou equipamentos diferentes.
Em ambas as partes, os humanos nadaram para direções diferentes antes de voltar ao ponto inicial e repetir o processo. Os dois pesquisadores carregavam comida, mas os peixes só eram recompensados se seguissem a treinadora original.
Foram feitos 30 testes para cada roupa, com filmagens feitas para contar a quantidade de peixes que seguiam os nadadores. Quando roupas diferentes eram vestidas, os animais seguiam a treinadora mais vezes do que seguiam o outro nadador, com a preferência se acentuando à medida que a pesquisa continuava.

Alguns peixes individuais ficaram ainda melhores em identificar a treinadora, sugerindo que eles estavam aprendendo a quem seguir. Quando ambos os nadadores usaram a mesma roupa, esse aprendizado não foi visto nos gorazes-pretos, mas as douradas-seladas seguiram o treinador com mais frequência, apenas na parte do meio do treinamento, no entanto.
Em outras palavras, quando as mesmas roupas eram usadas, os peixes não mostraram habilidade de diferenciar os humanos. Como os animais não tiveram contato prévio com humanos, é provável que estivessem usando capacidades já existentes — baseadas em dicas visuais — para diferenciar os nadadores, mecanismos simples como reconhecimento de padrões ou de cores.
Tomasek acredita que o estudo pode ajudar os humanos a reconsiderar a maneira como tratam os peixes, incluindo nossa atitude de matá-los e comê-los. Segundo ele, é bastante humano não se importar com os animais, mas, sabendo que eles se importam conosco, talvez seja hora de passarmos a nos importar com eles também.
VÍDEO: Salmão geneticamente modificado
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Após ter gerado muita repercussão no mundo da tecnologia entre 2023 e 2024, o AI Pin não será mais fabricado. A decisão está associada à venda da Humane, empresa responsável pelo produto, para a HP.
Além de não fabricar novas unidades, a Humane também encerrará qualquer suporte para o AI Pin no dia 28 de fevereiro. Ou seja, funções como chamadas, mensagens, respostas de inteligência artificial (IA) e o acesso à nuvem deixarão de estar disponíveis.
Na prática, isso significa que quem comprou o acessório, pelo preço de US$ 700, ficará com um dispositivo inutilizável apenas um ano após seu lançamento, ocorrido em abril do ano passado.
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Em comunicado oficial, a Humane recomendou que seus clientes realizem a sincronização do AI Pin por Wi-Fi, para baixar imagens, vídeos e notas que estejam contidas no dispositivo.

Juntamente com o anúncio, a Humane apontou que o encerramento do AI Pin foi uma decisão tomada para “perseguir novos projetos”, mas não deu mais detalhes em relação ao que isso realmente significa.
A Humane não pretende dar reembolsos para quem comprou o AI Pin, mesmo que o dispositivo tenha funcionado por menos de um ano.
Contudo, quem dispõe da garantia de 90 dias ainda poderá receber o dinheiro de volta — isso contempla compras feitas de 15 de novembro em diante. Os pedidos de reembolso devem ser apresentados até 27 de fevereiro.
A companhia também recomendou que as unidades do AI Pin sejam descartadas de forma consciente, em programas de reciclagem de eletrônicos. Afinal, a partir do próximo mês, ele mostrará apenas informações disponíveis de forma offline, o que não vai além de exibir os níveis de bateria.
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O ChatGPT passa por instabilidades e está fora do ar para alguns usuários na tarde desta quarta-feira (19). A desenvolvedora OpenAI já relatou que há uma taxa de erros elevada na plataforma e investiga o ocorrido.
O site Downdetector, que registra problemas em serviços digitais, mostrou um pico de mais de 300 reclamações por volta das 15h (horário de Brasília). Já a plataforma Google Trends indicou um aumento no interesse das pesquisas pelo termo “ChatGPT fora do ar” no buscador. Além disso, usuários comentaram problemas no serviço na rede social X (antigo Twitter)
Criadora do chatbot, a OpenAI confirmou em sua página oficial de status (status.openai.com). que há uma degradação da performance do ChatGPT com erros elevados. O recado foi emitido às 14h59 no horário de Brasília e a desenvolvedora reforça que investiga a situação, sem trazer mais detalhes.
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Até o momento, o serviço informa que há um problema, mas ainda classifica o sistema da IA como “operacional”. Caso o erro continue por mais tempo, a empresa pode mudar o nível para informar uma interrupção parcial ou completa do serviço — vale a pena ficar de olho na página para acompanhar a situação.
A API e outros serviços da OpenAI, como o gerador de imagens DALL-E e o gerador de vídeos Sora, funcionam normalmente.
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VÍDEO: aprenda a conversar com o ChatGPT no WhatsApp
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Atualização do Google Lens permite que usuário circule um conteúdo para ser pesquisado diretamente a partir do Chrome ou do app de busca.
Ficou mais fácil usar o Google Lens no Chrome e app do Google para iPhone

Nas últimas semana, alguns estados brasileiros vêm enfrentando uma onda de calor intensa, com destaque para São Paulo e o Rio de Janeiro, dois dos maiores polos urbanos do país. Nessas circunstâncias, o ar-condicionado reina absoluto como a opção número 1 da população para combater altas temperaturas – mas e quanto a alternativas como o isolamento térmico?
O isolamento térmico ainda é algo pouco explorado no Brasil que pode deixar nossas casas mais frescas sem gastar energia com ar-condicionado. O Canaltech conversou com alguns especialistas no assunto para entender como funciona a alternativa e o porquê ela ainda não recebe tanta atenção dos brasileiros. Confira:
O isolamento térmico é uma técnica de edificações utilizada para conter as variações de temperatura em um determinado ambiente. A partir do uso de diversos materiais, é possível evitar a troca de calor entre o lado externo e o interno, garantindo um clima mais confortável sem precisar depender de um ventilador ou ar-condicionado.
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Rafael Baptista é engenheiro civil e Diretor Técnico na Skandi Engenharia, empresa especializada em projetos com foco em isolamento térmico. Ele contou ao Canaltech um pouco sobre os desafios e complexidades relacionados ao seu ofício, destacando que cada projeto é individualizado e precisa se basear nas características climáticas do local em questão.
“Se o projeto não for adaptado à região, ele pode gerar mais desconforto térmico do que conforto. Como exemplo, podemos citar uma casa com muitas janelas para o norte e para o oeste, o que permite uma insolação muito grande no interior da residência. Quando o isolamento térmico é forte, todo esse calor que entra pela janela será mantido lá dentro, transformando a casa em uma estufa”.

Contudo, a prática não se limita somente a estruturas construídas do zero. Baptista reforça que projetos que já visam tais necessidades tendem a gerar menos custos no fim da obra, mas reformas também são possíveis – apesar de serem mais caras.
Tanto residências quanto prédios podem ser adaptados para reter o clima ambiente, seja de forma parcial ou total.
Por isso, os custos do isolamento estão relacionados à área total que precisará ser isolada e dos materiais que serão utilizados. Apesar de ser possível aplicá-lo apenas em partes pela casa, Baptista aponta que os resultados mais satisfatórios dependem de uma instalação completa – o que contempla piso, alvenaria, janelas e telhado.
“O mais importante de tudo é o conjunto. Existem várias soluções específicas que são vendidas dessa forma, e o dono da edificação acaba gastando um bom dinheiro nelas, mas isso não resolve todo o resto. Assim, ele não tem o resultado esperado. No Brasil, o padrão é adotar fragmentos, o que acaba deixando muitas lacunas de conforto e gera um grande desperdício de dinheiro sem alcançar eficiência”.
Para Adriano Dorigo, Sócio-diretor da Logi Arquitetura e Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Positivo, existem diversos fatores que interferem na popularização do isolamento térmico no Brasil e nem sempre eles estão diretamente ligados aos custos do projeto.
Para começar, Dorigo aponta a falta de conhecimento da população em respeito aos benefícios da técnica.
“As pessoas não sabem o que significa, e a melhoria de bem-estar que terão com uma moradia que não sofra tantas variações térmicas internas. (…) Esse investimento é direcionado para uma vida mais confortável e saudável, então acaba sendo algo mais voltado para bem-estar do que para números”.
Já em relação aos custos, Dorigo comenta que os brasileiros ainda não conseguem enxergar o investimento a longo prazo.
“Há uma cultura de imediatismo. Muitas vezes, opta-se por gastar menos agora, sem se levar em conta os benefícios futuros. Como um bom isolamento térmico exige algum investimento, em várias situações acaba sendo deixado de lado”.
Por fim, Dorigo destaca a falta de incentivos governamentais em relação ao isolamento térmico, que também seria benéfico em termos sustentáveis.
“Uma edificação bem isolada termicamente consome menos energia, pois equipamentos de climatização como ar-condicionado serão menos utilizados”.
Tanto Baptista quanto Dorigo reforçam que o isolamento térmico não substitui por completo o uso de ar-condicionado, mas reduz consideravelmente sua necessidade. Como o clima da casa fica mais agradável, as pessoas acabam ligando menos o aparelho, deixando-o apenas para momentos específicos e casos isolados.

Em termos de economia, esse é um ponto crucial a ser considerado. O ar-condicionado eleva consideravelmente a conta de luz quando usado com frequência e esse é um gasto que não será reduzido com o passar do tempo.
O isolamento térmico gera custos elevados de início, mas acaba se pagando com o passar dos anos.
Até mesmo quem optar por usar ar-condicionado nessas circunstâncias poderá notar uma melhora significativa na conta de luz, podendo ser reduzida em até 30%, segundo Baptista. Em épocas de picos de temperaturas extremas, esses detalhes certamente fazem bastante diferença do ponto de vista financeiro e no que diz respeito à qualidade de vida.
VÍDEO: É o FIM do AR-CONDICIONADO?
Leia a matéria no Canaltech.