O Comex Trend é um portal de conteúdo e conexões para todos os atores do comércio exterior. Uma curadoria completa e centro de soluções em finanças, logística, marketing internacional e sustentabilidade ESG.
Diferentes rumores cercam a Intel apontando para uma busca por parcerias com o objetivo de sair da atual crise. A mais recente informação não-oficial diz respeito a uma possível parceria com a TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo e sua concorrente direta, algo que a própria gigante de Taiwan fez questão de desmentir.
O Taipei Times diz que a TSMC “não entrou em discussões com nenhuma empresa sobre potencial investimento ou parceria”. O relato inicial veio do Wall Street Journal, dizendo que o Time Azul havia abordado a empresa taiwanesa para um possível investimento em suas capacidades de operações, ou mesmo uma parceria.
Intel tem atraído diferentes investidores
Mesmo vivendo seu pior momento, a Intel ainda é uma das gigantes da indústria de hardware. Desde o ano passado, diferentes rumores sobre potenciais compradores ou investidores surgiram, entre eles a TSMC. E não só ela, já que uma dessas informações não oficiais diziam que até mesmo a principal rival, AMD, deveria fazer algum tipo de investimento.
– Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. –
Mesmo em meio a crise, Intel segue expandindo suas capacidades de operação (Imagem: Intel/Divulgação)
De qualquer forma, o fato é que a Intel tem ganhado novos investidores. Um deles, e na verdade o principal, é o próprio governo dos EUA que comprou 10% das ações da companhia norte-americana. A intenção do país é acelerar a fabricação de semicondutores no país para depender cada vez menos de Taiwan, algo visto ainda com a administração de Joe Biden, ex-presidente dos EUA.
Pelo lado da Intel, CPUs x86 serão desenvolvidos para as plataformas de IA da NVIDIA. Essa parceria contempla ainda uma injeção de US$ 5 bilhões pela empresa liderada por Jensen Huang.
O iPhone 17e deve ficar ainda mais distante dos outros modelos da linha iPhone 17, de acordo com o analista Mark Gurman. Afinal, o modelo pode permanecer “parado no tempo” em suas características de tela.
Até mesmo o iPhone 17 base já tem a tecnologia ProMotion de 120 Hz, anunciada no modelo como uma das novidades para a nova geração. Os modelos Pro e Pro Max trazem a tela com frequência maior há alguns anos.
– Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. –
iPhone 17e pode manter especificações de tela (Imagem: Divulgação/Apple)
Na prática, ter uma tela com taxas de atualização mais altas significa que as animações de menu ficam mais fluidas, assim como jogos e outros conteúdos dinâmicos. Por outro lado, as frequências mais baixas ajudam na economia de energia.
Estratégia com o iPhone 17e é proposital
Especula-se que o objetivo da Apple é deixar o 17e propositalmente mais limitado, quando comparado diretamente com outros celulares das linhas atuais da empresa.
A estratégia seria reforçar a posição do celular como modelo econômico, tendo o baixo preço como principal atrativo. Desta forma, a Apple poderia conquistar uma nova parcela de consumidores.
Mesmo com a tela mais simples, o iPhone 17e pode trazer algumas características mais próximas do restante da linha. Um exemplo seria o uso do novo chip A19,já presente no iPhone 17 base.
O 17e ainda deve trocar o notch da tela por um recorte em formato de pílula. Além de ser igual ao dos outros iPhones atuais, o design permite a implementação da Ilha Dinâmica com alertas e notificações integradas por software.
Novo iPhone “barato” pode ganhar Ilha Dinâmica (Imagem: Divulgação/Apple)
Ainda não foi divulgada uma data específica para o lançamento do iPhone 17e, mas é esperado que a Apple mantenha o cronograma da geração anterior. Se isso se concretizar, o novo smartphone pode ser anunciado por volta do primeiro trimestre de 2026.
Um levantamento inédito realizado pelo National Bureau of Economic Research (NBER) em parceria com a OpenAI, Harvard e Duke revelou uma mudança importante no perfil do público que utiliza o ChatGPT. Pela primeira vez desde o lançamento da ferramenta em 2022, as mulheres estão usando mais o ChatGPT que os homens, chegando a 52% do total em julho de 2025.
É uma virada de jogo, já que nos primeiros meses do chatbot, cerca de 80% dos acessos vinham de homens. O crescimento no uso feminino mostra como a plataforma se consolidou não apenas como uma solução tecnológica de nicho, mas como um recurso cotidiano para milhões de pessoas.
Crescimento acelerado
Segundo o relatório, o ChatGPT conta hoje com 700 milhões de usuários semanais, o que corresponde a cerca de 10% da população adulta do planeta. A maior parte das interações é feita por jovens com menos de 26 anos, e os países de renda média e baixa lideram o crescimento.
– Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. –
Outro ponto que chama a atenção é a mudança no tipo de uso: mais de 70% das mensagens estão relacionadas à vida pessoal, e não ao trabalho. Isso inclui desde pedidos de conselhos práticos e ideias criativas até a busca de informações rápidas, substituindo mecanismos de pesquisa tradicionais.
O que as pessoas mais pedem ao ChatGPT
Mulheres estão usando mais o ChatGPT que os homens (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
A pesquisa também analisou mais de 1 milhão de conversas para mapear os temas mais frequentes. Quase 80% dos diálogos estão concentrados em três áreas:
Orientação prática (como dicas, explicações e apoio em projetos pessoais);
Busca de informação (função que se aproxima do uso de buscadores online);
Redação e edição de texto (principalmente para revisar e melhorar materiais já existentes).
Curiosamente, apenas um terço dos pedidos envolve a criação de conteúdo original. A maioria prefere usar a inteligência artificial para aprimorar textos próprios.
Mulheres liderando o futuro da IA
O fato de as mulheres agora representarem a maior parte dos usuários do ChatGPT mostra uma diversificação no público e ainda evidencia como a IA generativa está se tornando um recurso acessível e útil em diferentes contextos. Essa virada indica que o futuro da tecnologia não será moldado apenas por programadores ou profissionais de TI, mas também por pessoas que usam a ferramenta para aprender, criar e se conectar no dia a dia.
A NVIDIA domina o mercado de GPUs aceleradoras de IA e isso é inegável, mas a AMD tem se movimentado de forma que tem chamado a atenção da indústria. A próxima geração de chips para inteligência artificial de ambas as empresas está sofrendo alterações nas especificações de última hora, principalmente no consumo das GPUs que deve aumentar, refletindo no desempenho consequentemente.
Segundo o SemiAnalysis, a GPU Instinct MI450X da AMD chegaria com TGP (Total Graphics Power) em 2.300W, sendo supostamente elevado agora para 2.500W. Do lado da NVIDIA, com a GPU VR200 baseada em Vera Rubin, o consumo padrão seria 1.800 TGP, subindo recentemente para 2.300W.
AMD seria o motivo para a movimentação da NVIDIA
Segundo esse novo rumor, a mudança por parte do Time Verde é recente para fazer frente ao que a AMD ofertará na nova geração. Um aumento no consumo de energia não acontece simplesmente por acontecer, isso é a consequência de um aumento nas especificações em relação ao projeto inicial.
– Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. –
Mi450X used to be 2300W TGP, to make it more competitive, AMD bumped it up to 2500W TGP.
VR200 Rubin used to be 1800W TGP, and 2 months ago, it has been bumped up to 2300W TGP.
2 months ago, in order for Rubin to maintain a lead over AMD’s MI450X, VR200 Rubin memory… https://t.co/FOGiXfQF7o
Em relação a isso, de acordo com as informações do SemiAnalysis, a largura de banda de memória aumentou de 13 para 20 TB/s por GPU Vera Rubin. Essa arquitetura está prevista para chegar a partir de 2026 e também receberá uma variante Ultra posteriormente. Ambas serão equipadas com memória HBM4, que ainda está em desenvolvimento.
Para brigar contra a nova geração de GPUs para IA da NVIDIA, a AMD se prepara para lançar a série Instinct MI400 também no próximo ano, usando a mesma tecnologia de memória, entregando até 432 GB por GPU, muito mais que que menos de 290 GB da rival, segundo rumores. Já a largura de banda de ambos deve ser a mesma, beirando os 20 TB/s.
A AMD tem arrancado parte do mercado de processadores da Intel nos últimos anos. Além disso, diminuiu consideravelmente a diferença de performance em placas de vídeo para games com as Radeon RX 9000, e parece que agora vai em busca de um espaço no mercado de IA.
Agent Mode chega ao Excel e Word e usa IA da OpenAI e da Anthropic. Já o Office Agent cria documentos, apresentações e planilhas a partir do chat do Copilot.
O Neon Mobile é um aplicativo de premissa simples, mas que ganhou extrema popularidade e acabou entrando em controvérsias recentemente. Ele grava suas ligações telefônicas e paga pelos áudios gerados, vendendo esses dados para empresas de inteligência artificial, presumivelmente para uso em treinamento das IAs. Na última quarta-feira (24), o app alcançou o 2º lugar na App Store, loja da Apple, na seção de redes sociais.
Segundo seu site oficial, são pagos US$ 0,30 (cerca de R$ 1,60) por minuto caso o usuário ligue para outro cliente Neon, chegando a um máximo de US$ 30 por dia (cerca de R$ 160). Em seus termos de serviço, o app afirma gravar tudo das conversas telefônicas, mas só mantém o lado do usuário caso a outra pessoa não seja usuária Neon.
Apesar do princípio aparentemente positivo de que o próprio usuário é quem decide o que fazer com seus dados, o caso têm levantado discussões sobre ética e privacidade.
– Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. –
Seus dados, privacidade e ética
A política de privacidade da Neon, ao ser lida, já pode levantar algumas sobrancelhas no que diz respeito ao que pode ser feito com os dados dos usuários. Confira um trecho, em tradução livre:
“Ao submeter gravações ou outras informações ao serviço, você cede à Neon Mobile o direito e a licença (com o direito de sublicenciar sob múltiplas modalidades) mundial, exclusiva, irrevogável, transferível e livre de royalties de vender, usar, guardar, transferir, exibir publicamente, performar publicamente (incluindo por meios de transmissão digital de áudio), comunicar ao público, reproduzir, modificar com propósito de formatar para exibição, criar trabalhos derivados como autorizado nesses termos, e distribuir suas Gravações, completas ou em parte, em qualquer formato de mídia e em qualquer canal midiático, em cada instância conhecida agora ou desenvolvida no futuro”.
Já é possível notar o escopo do acesso aos seus dados, esticando o entendimento do que a Neon diz que faz com seus dados e o que pode fazer com eles. Nos Estados Unidos, a atividade é legal, já que o ato de não gravar o outro lado da conversa evita cair em leis contra escutas telefônicas. Em diversos estados e em outros países do mundo, é necessário o consentimento de ambas as partes para gravar uma conversa em sua totalidade.
A privacidade dos dados de usuário é um tema sensível — muitos se preocupam com o que compartilham nas redes, mas e quem vende seus próprios dados, sabe o que está compartilhando? (Imagem: Elements/stokkete)
A Neon afirma remover os nomes, e-mails e números de telefone dos usuários antes de vender seus dados, mas não deixa claro como os parceiros a quem vende irão usar esses dados. Treinamento de voz de IAs pode ser feito, com sua voz integrando inteligências artificiais ou sendo modificada e usada em golpes, por exemplo. Mesmo que a companhia não tenha intenções maliciosas, os parceiros que compram seus dados podem usá-los maliciosamente, ou mesmo acabar vazando essas informações através de hackers.
É evidente que muitos usuários estão dispostos a vender sua privacidade por ninharia, a despeito do custo que isso gera para si mesmos e para a sociedade. Há apenas alguns anos, em 2019, o Facebook se envolveu em um escândalo por conta do pagamento a adolescentes para baixarem um app que os espionava. Agências e prestadores de serviço já foram alvo de polêmicas por vender dados de usuários comercialmente, como o caso da Cambridge Analytica.
Com a popularidade alta de um aplicativo de venda dos próprios dados, pode-se argumentar que a escolha é do próprio usuário, mas é difícil saber se as pessoas realmente estão cientes do quanto estão compartilhando — e o quanto estão pondo sua privacidade e a de seus próximos em risco por conta disso. Pergunte-se o seguinte: você revelaria suas conversas privadas com amigos e parceiros românticos ao vivo, para todo o mundo ouvir? Mostraria isso para seus pais? Caso não, porque venderia esses dados por centavos?
15 anos depois que David Fincher (Clube da Luta) deu A Rede Social (2010) ao mundo, uma sequência para o elogiado filme que narra a história de ascensão do Facebook finalmente foi confirmada.
Intitulado The Social Reckoning (algo como “O Acerto de Contas da Rede Social”, em tradução literal), o filme vem sendo descrito como uma “peça complementar” ao longa estrelado por Jesse Eisenberg (Truque de Mestre) em 2010, apostando em um novo foco que não é necessariamente uma continuação da trama apresentada na produção de Fincher.
Agora sob comando de Aaron Sorkin, que venceu um Oscar de Melhor Roteiro por A Rede Social, The Social Reckoning conta com um time de estrelas renomadas de Hollywood para apresentar uma outra face de uma das redes sociais mais populares do mundo.
– Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. –
Assim, para te ajudar a não perder nenhuma novidade, o Canaltech preparou um guia completo com tudo que você precisa saber sobre A Rede Social 2, incluindo data de estreia, quem está no elenco, qual é a sinopse e muito mais.
Do que trata A Rede Social 2?
Como mencionado acima, The Social Reckoning vai acompanhar um momento diferente (e conturbado) da história do Facebook, não sendo exatamente uma continuação da trama do primeiro filme, que mostra como Mark Zuckerberg transformou uma ideia de faculdade em uma das redes sociais mais famosas e lucrativas da história, algo que resultou em alguns processos e problemas legais com a justiça no caminho.
A trama da sequência de A Rede Social, por sua vez, vai se passar quase duas décadas depois dos acontecimentos do primeiro filme, em um período da história em que o Facebook já tinha se consolidado como a maior rede social do mundo.
De acordo com informações da Variety, o novo filme é inspirado em uma série de reportagens do Wall Street Journal chamada The Facebook Files (Os Arquivos do Facebook, em tradução livre), que foram publicadas em 2021.
Jesse Eisenberg viveu Mark Zuckerberg em A Rede Social (Imagem: Divulgação/Columbia Pictures).
Conduzida pelo jornalista Jeff Horwitz, a série foi resultado de uma intensa investigação que mostrou os efeitos nocivos do Facebook em adolescentes, além de também ter apontado os impactos da desinformação disseminada pela rede, como a violência digital e sua influência na política.
No novo filme, vamos seguir os desdobramentos dessa investigação a partir da parceria entre Frances Haugen, que na época era uma engenheira de dados do Facebook, e Jeff Horwitz, o repórter do Wall Street Journal. Juntos, os dois trabalharam para revelar ao mundo documentos e segredos bastante controversos da empresa de Mark Zuckerberg.
Quem vai interpretar Mark Zuckerberg em A Rede Social 2?
Não espere ver Jesse Eisenberg reprisando seu papel como Mark Zuckerberg em A Rede Social 2. Para o segundo filme, quem vai interpretar o bilionário por trás do Facebook é Jeremy Strong, mais conhecido por seu premiado trabalho como Kendall Roy na série Succession.
Conhecido por seu trabalho em Succession, Jeremy Strong vai interpretar Mark Zuckerberg em sequência de A Rede Social (Imagem: Divulgação/HBO).
Indicado ao Oscar, Strong também é lembrado por sua performance nos filmes O Aprendiz (2024), Os 7 de Chicago (2020) e Magnatas do Crime (2019). Lembrando que neste ano o ator ainda vai estrelar Springsteen: Salve-me do Desconhecido, a cinebiografia do cantor Bruce Springsteen.
Elenco do novo filme de A Rede Social
Além de Jeremy Strong, o elenco de A Rede Social 2 já confirmou mais três nomes, entre eles Mikey Madison, a vencedora do Oscar de Melhor Atriz em 2025 por sua performance em Anora (2024). Ela também esteve em Pânico 5 (2022) e Era uma Vez em… Hollywood (2019), e vai interpretar a engenheira Frances Haugen em The Social Reckoning.
Mikey Madison, Jeremy Allen White e Bill Burr estão no elenco de A Rede Social 2 (Imagem: Divulgação/Neon/Hulu/Netflix).
Jeremy Allen White também está confirmado no elenco da sequência de A Rede Social como o jornalista Jeff Horwitz. O ator ganhou uma baita notoriedade nos últimos anos graças ao seu premiado trabalho na série O Urso. Outras produções de destaque de seu currículo são a série Shameless e o filme Garra de Ferro (2023), além do vindouro Springsteen: Salve-me do Desconhecido, em que ele interpreta Bruce Springsteen.
O terceiro nome anunciado no elenco de The Social Reckoning é o ator e comediante Bill Burr, cujo papel no longa ainda não foi revelado. Burr é lembrado por Tiozões (2023) e pela série animada F Is for Family.
Andrew Garfield não vai participar de A Rede Social 2
Com Eisenberg fora da jogada, outro nome do primeiro filme de A Rede Social que também não deve reprisar seu papel é Andrew Garfield (O Espetacular Homem-Aranha). No longa-metragem de David Fincher, Garfield interpreta o brasileiro Eduardo Saverin, um dos cofundadores do Facebook.
Questionado pelo IndieWire a respeito de uma possível participação especial no novo filme, Garfield negou qualquer tipo de envolvimento com a sequência, brincando ao dizer que “Eduardo [Saverin] está se divertindo na Singapura”.
O comentário de Garfield tem relação com o fato de que o Eduardo Saverin da vida real se mudou para Singapura pouco tempo depois de deixar o Facebook por causa de conflitos com Zuckerberg (uma relação que é bastante explorada pelo filme de Fincher). O executivo vive no país asiático desde 2009 e chegou a renunciar sua cidadania americana.
Andrew Garfield interpretou Eduardo Saverin em A Rede Social, mas não deve retornar ao novo filme (Imagem: Divulgação/Columbia Pictures).
Aaron Sorkin retorna ao universo do Facebook
Seguindo o trabalho deixado por Fincher, Aaron Sorkin assume a direção e o roteiro da sequência de A Rede Social. Além de ter sido premiado pelo filme de 2010 sobre a ascensão do Facebook, Sorkin é conhecido por seu trabalho na televisão como criador da aclamada série West Wing: Nos Bastidores do Poder, sucesso entre as décadas de 1990 e 2000.
Sorkin também é o nome por trás dos filmes Os 7 de Chicago (2020), A Grande Jogada (2017) e Questão de Honra (1992).
Quando A Rede Social 2 estreia nos cinemas?
Com o início das filmagens previsto para este ano, A Rede Social 2 tem data de estreia marcada para 9 de outubro de 2026 nos cinemas.
A MIT Technology Review Brasil, lançada em 2020, é a versão local da revista centenária vinculada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A publicação anunciou a realização do EmTech Brasil 2025, a principal conferência mundial sobre tecnologias emergentes. E, pela primeira vez, o evento ocorrerá em solo brasileiro. A MIT Technology Review Brasil, .
Nesta segunda (29) e terça-feira (30), o Tivoli Mofarrej Hotel, em São Paulo, recebe a conferência com o tema norteador “Where Innovation Gets Real” (Onde a inovação se torna real, em inglês). A conferência aborda também temas que vão de inteligência artificial (IA) até geopolítica, saúde e negócios, com grandes nomes do mercado internacional.
O EmTech possui mais de 20 anos de história com eventos ao redor do mundo, e é conhecido por identificar quem está criando tecnologias inovadoras para o futuro. Além disso, o evento também promove debates aprofundados sobre as transformações que impactam tanto negócios quanto a sociedade como um todo.
– Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. –
A conferência reúne líderes de inovação e empreendedores para discussão de tendências tecnológicas que estão desenhando o futuro do mercado mundial.
Programação com temas estratégicos
A primeira edição no Brasil está estruturada em seis eixos temáticos:
Imagem: Reprodução/MIT
Negócios & Clima: explora como a tecnologia redefine o futuro empresarial e ambiental;
IA & Saúde: foca na eficiência e personalização da medicina;
Business Rewired: aborda inteligência artificial (IA), geopolítica e também mudanças na economia global;
Beyond the Hype: foco em mostrar onde a inovação de fato acontece;
Living Systems: trata de biotecnologia e sociedade;
Innovative Workplaces: destaca as empresas mais inovadoras do Brasil.
Já entre os painéis confirmados, estão discussões sobre como recalibrar o valor dos negócios na era da IA, sistemas que criam códigos generativos, IA confiável e a disputa global pelo controle da tecnologia.
Haverá também debates sobre assuntos que tangenciam as discussões de tecnologia nos últimos anos: sustentabilidade, medicina de precisão com IA e o futuro dos data centers.
Quem estará no EmTech?
O EmTech 2025 terá a presença de grandes nomes, como Nicole Baer da Carta, Michael D. Siegel do MIT Sloan e executivos de empresas como Natura, Renner e Embraer.
São esperados diferentes C-level, como diretores executivos e de tecnologia e tecnologia da informação, além de especialistas em IA, em big data e em automação. “O EmTech Brasil 2025 é o ponto de encontro para quem está construindo o futuro”, afirma André Miceli, CEO da MIT Technology Review Brasil.
“Nossa missão é trazer ao Brasil as discussões mais relevantes sobre tecnologia emergente, conectando líderes locais ao ecossistema global do MIT”, completa.
Nas edições anteriores, realizadas em outros países, o evento recebeu nomes como Amy Webb, do Future Institute Today, e executivos do Google e Samsung.