Tulsa King: série com Sylvester Stallone terá 4ª temporada?

A terceira temporada de Tulsa King mal estreou no Paramount+, mas muita gente já está preocupada com o futuro da série.

Uma das atuais queridinhas do streaming, a série sobre o mafioso Dwight Manfredi – interpretado por ninguém menos do que Sylvester Stallone (Rocky, um Lutador) –, terá sua season finale em 16 de novembro, mas com o desenrolar da história e novas tramas surgindo na temporada, muitos vêm se perguntando se a série terá continuação.

Tulsa King terá 4ª temporada?

 

Os fãs de Tulsa King podem respirar aliviados pois a 4ª temporada da série já está garantida


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Na verdade,o Paramount+ deu luz verde para uma nova leva de episódios ainda em 21 de setembro de 2025, antes mesmo que o terceiro ano do show fosse ao ar.

Na data, foi anunciado que o atual showrunner da produção, Dave Erickson, não retornará para a série, com o cargo de chefia voltando para o roteirista original da 1ª temporada, Terence Winter.

Nome por trás de produções como Os Sopranos (1999) e Boardwalk Empire (2010), Winter saiu do cargo de showrunner antes da segunda temporada devido a conflitos com o criador e produtor de Tulsa King, Taylor Sheridan (Yellowstone). Na época, o profissional continuou no segundo ano do seriado apenas como roteirista e produtor executivo e, no terceiro, como consultor criativo, voltando agora ao cargo de comando na quarta season.

Tulsa King foi a série mais assistida em 2024 no Paramount+ (Imagem: Divulgação/Paramount+)

Dave Erickson, por sua vez, irá se afastar totalmente do show após 2025. O escritor, no entanto, tem um bom motivo para isso, já que irá assumir o comando da quinta e última temporada de Mayor of Kingstown, outra produção de Sheridan transmitida pelo Paramount+.

Novas tramas, participações e spin-offs

Atualmente em sua terceira temporada, Tulsa King tem mergulhado na expansão do império de Dwight; uma mudança que, inevitavelmente, também aumenta os inimigos e riscos impostos à sua equipe.

Dessa vez, seus principais antagonistas estão concentrados nos Dunmires, uma poderosa família rica que não segue as regras do velho mundo e força Dwight a lutar por aquilo que construiu e pela proteção de sua família.

Stallone e Samuel L. Jackson em cena da terceira temporada de Tulsa King (Imagem: Divulgação/Paramount+)

Além de Stallone e de atores como Martin Starr (Freaks and Geeks), Jay Will (Rob Peace), Annabella Sciorra (Amor Além da Vida), Neal McDonough (O Último Rodeio), Frank Grillo (Pacificador) e Vincent Piazza (Pânico Abaixo de Zero), que retornam ao show, a 3ª temporada conta com a participação especial de Samuel L. Jackson (Django Livre). O ator faz sua estreia no universo de Tulsa King antes de protagonizar seu próprio spin-off: o show Nola King, cujo lançamento está previsto para o início de 2026.

As duas primeiras temporadas de Tulsa King estão disponíveis no Paramount+. A terceira está atualmente em exibição com episódios novos chegando todos os domingos ao streaming.

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Dona de The Sims e Battlefield, EA é vendida por US$ 55 bi em negócio histórico

A Electronic Arts anunciou oficialmente nesta segunda-feira (29) que foi adquirida pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e outros investidores.

De acordo com a companhia, a transação foi de US$ 55 bilhões. Além disso, o atual presidente executivo, Andrew Wilson, continuará na liderança da produtora americana. 

A expectativa é de que a transação seja concluída no primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, período que corresponde aos meses de abril a junho de 2026. Até lá, a Electronic Arts continuará suas operações por conta própria.


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Além da Arábia Saudita, estão envolvidos na negociação as companhias Silver Lake e Affinity Partners, esta comandada pelo CEO Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Imagem de EA Sports FC 26
A franquia EA Sports FC terá um novo lar a partir de 2026 (Imagem: Divulgação/Electronic Arts)

Como ficam os jogos da EA a partir de agora?

Até a conclusão do acordo, a Electronic Arts continuará com suas operações e planos atuais: dar suporte a EA Sports FC 26, lançar Battlefield 6 e continuar o desenvolvimento de Mass Effect 4. 

O presidente executivo da produtora, Andrew Wilson, afirma que a compra é uma forma de valorizar o trabalho que realizaram ao longo das últimas décadas:

“Nossa equipe criativa apaixonada na EA entregou experiências extraordinárias para centenas de milhões de fãs, construiu algumas das IPs mais icônicas do planeta e criou um grande valor para nosso negócio. Este momento é um reconhecimento poderoso deste trabalho incrível”.

O executivo também aponta que esta parceria não vai alterar o modus operandi da Electronic Arts, mas sim reforçar os pontos positivos que a empresa já construiu desde a sua fundação.

“Olhando para o futuro, continuaremos a elevar os limites do entretenimento, esportes e tecnologia para desbloquear novas oportunidades. Junto a nossos parceiros nós vamos criar experiências transformadoras que vão inspirar as próximas gerações. Estou mais enérgico do que nunca sobre o futuro que vamos construir”, afirma Andrew Wilson.

Em publicação em seu site oficial, a EA reforça que todos os investidores estão focados em trazer avanços. A proposta é manter o que tem dado certo para trazer resultados mais positivos.

“Nossos novos parceiros têm uma profunda experiência em esportes, gaming e entretenimento. Eles estão comprometidos com as convicções da EA – eles acreditam em nossa equipe, nossa liderança e na nossa visão a longo-prazo do que estivemos construindo juntos”, diz o presidente da Electronic Arts.

Imagem de The Sims 4
The Sims está envolvido no grande acordo com a Arábia Saudita (Imagem: Divulgação/Electronic Arts)

“Juntos, vamos criar experiências que são ousadas, expressivas e profundamente conectadas para inspirar gerações de jogadores ao redor do mundo”, finaliza Wilson. 

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YouPix Summit 2025 debate expansão e futuro da Creator Economy em São Paulo

São Paulo recebe nesta segunda-feira (29) o YouPix Summit 2025, o maior evento de Creator Economy do país, que acontece no Transamérica Expo, zona sul da capital paulista. No painel de abertura, Rafaela Lotto, CEO da YouPix, empresa de consultoria e mentoria para criadores de conteúdo, fez um balanço sobre os desafios e as oportunidades da economia criativa no Brasil e agradeceu o apoio de patrocinadores como Magalu, Amazon, Samsung e Sebrae.

Com experiência de mais de 20 anos no mercado do marketing digital, a especialista frisou que o ramo de influenciadores digitais e criadores de conteúdo têm uma importância cada vez maior dentro da economia.

“A gente está falando de uma economia empreendedora bastante aquecida. Temos os mesmos problemas, os mesmos desafios, mesmas dores que qualquer outra empresa que precisa pagar imposto, que precisa de contador, entender o fluxo de caixa, e muitos creators fazem isso a duras penas”, afirmou durante o painel “What’s Next – A Creator Economy BR não será como antes.”


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As quatro eras da economia criativa

Ao longo da evolução das redes sociais, a criação passou por transformações e foi amadurecendo. Rafa Lotto apresentou quais são as quatro eras da Economia Criativa:

Imagem: Reprodução/Canaltech Elisa Fontes
  • 1ª Websfera (anos 90, início 2000): tempos de Orkut e os primórdios das redes sociais, nos quais todos éramos criadores de conteúdo. Segundo ela, foi nessa época que o mercado começou a abrir portas para remunerar os conteúdos;
  • 2ª Influencers (2014 a 2020): é o marco do nascimento do digital influencer. As pessoas começam a acumular audiência e fechar parcerias com marcas; 
  • 3ª Empreendedores (2021 a 2023): as demandas fazem do creator também uma pessoa empreendedora. Muitos precisaram expandir seu negócio para mais fontes de receita, sem dependência algorítmica, e contratar equipes. Nessa era, as marcas próprias dos influenciadores surgem com mais força;
  • 4ª Startups (2023 até o momento): a era atual conta com a expansão das empresas criadas por creators em ascensão e até mesmo outros ramos surgindo para dar apoio e consultoria a eles.

A CEO da YouPix também apresentou o mapa da Creator Economy, mostrando quais são os pilares desse mercado. Durante esse ano, alguns desafios despontaram como por exemplo a questão da regulação, da responsabilidade e da profissionalização dessas novas profissões. 

“Todas as narrativas coexistem”, disse em relação aos influencers que hoje fecham parcerias com bets e dualidade de ética, compromisso com lucratividade e oportunismo. “E, sim, o nosso mercado vai conviver com esse paradoxo”, destacou. 

Segundo ela, o mercado tem espaço para todas as vertentes, contudo a marca ainda olha para a reputação desses influenciadores e criadores de conteúdo. Empresas maduras estão construindo seu ecossistema de influência, enquanto as imaturas têm foco em soluções milagrosas, indica.

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Sem internet: 5 apps de produtividade que funcionam offline

Nem sempre é possível depender de uma conexão com a internet para trabalhar ou estudar. Por isso, alguns aplicativos de produtividade oferecem recursos offline, o que permite criar, editar e organizar documentos, notas e tarefas mesmo sem estar conectado.

5 aplicativos de produtividade que funcionam offline

A seguir, veja cinco opções de apps de produtividade para usar offline:

  1. Word, Excel e PowerPoint;
  2. Notion;
  3. Obsidian;
  4. Google Docs;
  5. Evernote.

1. Word, Excel e PowerPoint

O Word, Excel e PowePoint são os aplicativos de produtividade da Microsoft para documentos de texto, planilhas e apresentações.


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Esses aplicativos funcionam completamente offline, desde que estejam instalados no seu PC, celular ou tablet. Você pode criar, editar e salvar arquivos localmente sem necessidade de conexão com a internet.

2. Notion

O Notion é uma plataforma de produtividade que permite criar notas, gerenciar tarefas e organizar bases de dados em um único espaço de trabalho.

O app permite trabalhar sem acesso à internet, mas é necessário ativar manualmente o modo offline para cada página que deseja acessar sem conexão no plano gratuito. Isso pode ser feito clicando nos três pontos no canto superior direito da página e selecionando “Disponível offline”.

3. Obsidian

O Obsidian é um aplicativo de tomada de notas baseado em Markdown, focado em criar um “second brain” com links entre as notas. Ele armazena todos os dados localmente no dispositivo, o que permite acesso completo às notas sem necessidade de conexão com a internet.

A ferramenta de sincronização (Sync) é opcional e serve para manter as notas atualizadas entre diferentes dispositivos.

Apps de produtividade em um tablet
Alguns apps de produtividade funcionam sem acesso à internet, como Google Docs e Notion. (Imagem: Sanjeev Mohindra/Unsplash)

4. Google Docs

O Google Docs faz parte do Google Workspace e é uma ferramenta online para criação e edição de documentos de texto. É possível usar o Google Docs offline, mas é necessário configurar isso previamente no Chrome.

No Google Drive, vá em “Configurações” e marque a opção para criar, editar e abrir os arquivos offline. Além disso, é preciso selecionar manualmente os arquivos que deseja tornar disponíveis offline, clicando nos três pontos ao lado de cada documento e escolhendo “Tornar disponível offline”.

5. Evernote

O Evernote é um aplicativo de organização de notas para capturar ideias, listas e informações em diversos formatos.

Nele, também dá para acessar notas offline, mas é necessário estar logado no aplicativo antes de perder a conexão com a internet. As alterações feitas offline serão sincronizadas automaticamente quando a conexão for restabelecida.

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VÍDEO: Combo MK250 da Logitech: Produtividade com estilo e consciência!

 

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Por que Bully 2 nunca foi lançado?

O co-fundador da Rockstar, Dan Houser, decidiu falar sobre Bully 2 durante a LA Comic-Con neste último sábado (27) e explicou a razão pela qual o projeto nunca saiu do papel.

Muitos rumores sobre o jogo circulam as redes desde 2022, porém o estúdio segue focado em títulos como GTA 6 e em remasterizar Red Dead Redemption para os consoles da atual geração

Ao IGN, ele revelou o problema pelo qual não vimos Bully 2 ou qualquer outro título da Rockstar nestes últimos anos. E apesar do tamanho e peso que o estúdio tem, há problemas que impedem o seu prosseguimento.


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No primeiro game, vemos o jovem Jimmy Hopkins chegar à Bullworth Academy e explorar um ambiente extremamente tóxico e problemático. Seu futuro possui apenas 2 caminhos: dominar a escola ou ser dominado por ela.

Imagem de Bully
Em Bully, Jimmy precisa sobreviver ao ambiente escolar (Imagem: Divulgação/Rockstar)

De acordo com Dan Houser, o problema é que a Rockstar nem sempre pode realizar todos os desejos que possui em sua prancheta — o que inclui Bully 2:

“Eu acredito que isso seja problema do tamanho da equipe. Sabe, se você tem um pequeno time criativo e uma equipe de liderança sênior menor, você apenas não consegue produzir todos os projetos que quer”, revela o executivo.

Prioridades não envolvem Bully 2

Como todos sabem, a Rockstar sempre volta todos os seus esforços para projetos específicos. Em 2013 vimos ser lançado GTA 5, já em 2018 chegou ao público Red Dead Redemption 2. E, se não ocorrer novos adiamentos, GTA 6 chegará ao mercado em 2026.

A questão é que todo o time se volta a um projeto só, com pequenas partes deles que trabalham em outros aspectos — como é o caso de GTA Online e atualizações dos demais modos multiplayer de seus títulos disponíveis.

Dito isso e, segundo as palavras do próprio Dan Houser, não havia escopo para que Bully 2 tivesse um crescimento dentro da Rockstar. Ou seja, sua ausência não foi culpa das grandes polêmicas que envolveram o 1º jogo ou o fato de que hoje temos outra visão sobre a toxicidade do ambiente escolar. 

Os novos projetos de Dan Houser

Dan Houser deixou a Rockstar em 2020 e decidiu abrir seu próprio estúdio: a Absurd Ventures. Porém, eles não se limitam apenas a jogos eletrônicos e trabalham com projetos de outras mídias como HQs e audiobooks.

Imagem de A Better Universe
A Better Universe já tem histórias em áudio e receberá um jogo (Imagem: Divulgação/Absurd Ventures)

Pelo seu selo, foi criado o universo de ficção-científica “A Better Paradise” com uma série de áudio e um jogo baseado nesta trama (que segue em produção). Eles também produzem uma história em quadrinhos chamada American Caper, publicada pela Dark Horse Comics.

Ele afirma que é difícil prosseguir com múltiplos projetos, com o objetivo de cumprir apenas aquilo que já tem em suas mãos.

“Na forma como estamos estruturados na Absurd, trabalhamos em dois projetos com uma equipe muito pequena e é realmente difícil pensar nisso. Como podemos seguir e manter ambos em movimento?”, questiona Dan Houser.

Não há uma data prevista ou plataformas para o jogo de A Better Paradise. Ele terá o apoio da produtora sul-coreana Smilegate, responsável por Lost Ark e Crossfire.

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Qual marca de celular tem a melhor rede de assistência técnica?

É somente nos momentos de necessidade que passamos a dar o devido valor aos serviços de assistência técnica. No Brasil, as principais marcas de smartphones apresentam estratégias diferentes nesse quesito, então é importante levar isso em consideração ao escolher um novo celular para comprar.

A seguir, avaliamos qual marca oferece a melhor assistência técnica no Brasil, com base na opinião pública. Confira:

Apple e Samsung: lojas próprias e assistência autorizada

A Apple oferece atendimento em suas Apple Stores e também em lojas parceiras, como iPlace e Fast Shop. A marca é famosa por oferecer uma cobertura que vai além do básico, inclusive para serviços bem específicos, por exemplo: caso você perca um dos seus fones de ouvido, é possível solicitar uma reposição. 


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Por outro lado, há relatos de clientes que alegam que a assistência autorizada da marca pode demorar 10 dias ou até mais para realizar reparos simples, o que pode ser frustrante para o consumidor.

A Samsung também possui uma assistência técnica autorizada no país, mas as críticas dos consumidores vão além. Há relatos recorrentes de falhas como atrasos, falta de comunicação e orçamentos falsos. Usuários relatam experiências frustrantes seguidas de atendimento precário – em muitos casos, sem ter seu problema solucionado.

A Samsung e a Apple têm mais críticas, mas também têm a maior base instalada do país (Victor Lenze/Canaltech)

Vale ressaltar que a Samsung tem a maior base instalada de usuários do mercado brasileiro, então é comum que a quantidade de críticas também seja maior. Isso não significa necessariamente que seus serviços sejam de má qualidade.

Motorola: ampla rede autorizada e boa reputação

A Motorola opera por mais de 40 centros de assistência técnica autorizados, com processo administrativo simples e atendimento online ou presencial. Em casos de falta de unidade na cidade em questão, também é possível enviar o produto pelos Correios de forma descomplicada.

No Reclame Aqui, a Motorola ostenta um excelente desempenho com nota 9,2, selo RA1000, índice de solução de 96,7% e 75,8% de clientes que voltariam a fazer negócios. 

Apesar da reputação positiva, alguns consumidores alegam dificuldades, como a impossibilidade de conserto de produto com defeito de fábrica e respostas automatizadas sem solução efetiva.

Ainda assim, a Motorola tem o serviço de assistência técnica mais bem avaliado do Brasil entre as principais marcas, de acordo com a opinião popular conforme pudemos consultar em plataformas como o ReclameAqui.

Marcas chinesas: estrutura pouco mensurável no Brasil

A Xiaomi é a marca chinesa mais antiga do mercado brasileiro e tem aprimorado seus serviços de assistência técnica gradativamente. Hoje, ela conta com um serviço parecido com os da concorrência, oferecendo suporte em diversos pontos do país e em suas lojas especializadas, como a MIPlace Store.

As outras marcas chinesas que chegaram ao país recentemente têm apostado alto em garantia estendida e serviços premium para seus clientes. Contudo, sua participação no mercado ainda é muito pequena e recente para mensurarmos a qualidade da assistência prestada.

Pouco a pouco, as fabricantes chinesas têm expandido seus serviços de assistência no país (Danilo Berti/Canaltech)

Qual é a melhor?

Se a assistência técnica é um critério decisivo, atualmente a Motorola está à frente das concorrentes em confiabilidade, conforme pudemos avaliar.

A Apple e a Samsung também oferecem um serviço de alto nível, mas enfrentam um desafio maior para solucionar o caso de todos os seus clientes, trazendo um nível de insatisfação mais elevado no ReclameAqui.

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