Como nasceu a rivalidade entre Ford Mustang e Chevrolet Camaro?

A rivalidade entre o Ford Mustang e o Chevrolet Camaro é uma das mais icônicas da indústria automotiva, uma batalha que transcende as fichas técnicas e se tornou um pilar da cultura para os amantes dos carros de performance.

Para entender a origem dessa disputa, é preciso voltar aos anos dourados, na década de 1960, época em que a Ford não apenas lançou um carro, mas criou um segmento de mercado inteiramente novo.

CT Auto vai detalhar, a partir de agora, o contexto e os fatores técnicos que deram início à guerra dos “pony cars”, uma competição que moldou o design, a engenharia e o marketing de dois dos muscle cars mais icônicos da história, em uma disputa que existe por mais de cinco décadas.


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O nascimento do pony car: o Ford Mustang de 1964

O cenário automotivo no início dos anos 1960 era dominado por grandes sedãs familiares. No entanto, uma nova geração de consumidores, os baby boomers, buscava veículos mais estilosos e com apelo esportivo. A Ford, sob a liderança de Lee Iacocca, identificou essa demanda e desenvolveu um carro que mudaria tudo: o Mustang. Lançado em abril de 1964, seu sucesso foi imediato e avassalador. A fórmula era simples e genial

  • Plataforma Acessível: O Mustang foi construído sobre a plataforma do Ford Falcon, um sedã compacto já existente. Isso reduziu drasticamente os custos de desenvolvimento e produção, permitindo um preço de venda competitivo.
  • Design Aspiracional: Com capô longo, traseira curta e linhas agressivas, o design evocava esportividade e liberdade, distanciando-se dos carros convencionais da época.
  • Ampla Customização: A Ford ofereceu uma vasta lista de opcionais. O cliente podia configurar seu Mustang desde um modelo básico com motor de seis cilindros em linha até um potente fastback com um motor V8 small-block de 289 polegadas cúbicas (4.7 litros). Essa estratégia de “carro para todos” foi fundamental para seu sucesso.

O Mustang inaugurou a categoria “pony car”, dando início à era dos carros esportivos de quatro lugares, com forte apelo visual. Em menos de dois anos, a Ford vendeu mais de um milhão de unidades, um feito que pegou toda a concorrência de surpresa, especialmente a General Motors.

A resposta da Chevrolet: o projeto “Panther” e o Camaro de 1967

A General Motors, e sua principal marca, a Chevrolet, foram pegas desprevenidas, já que o Corvair, com seu motor traseiro, não era um concorrente direto. A resposta precisava ser rápida e contundente. Internamente, o projeto para criar um rival à altura do Mustang foi batizado de “Panther“. Após um desenvolvimento acelerado, a Chevrolet estava pronta para o contra-ataque.

Mustang mudou o cenário automotio, e Camaro surgiu para rivalizar (Imagens: Divulgação/Ford, GM)

Em 1966, a Chevrolet realizou uma famosa conferência de imprensa para anunciar o nome oficial do seu novo carro. Quando perguntados sobre o que “Camaro” significava, os executivos da marca responderam de forma provocativa: “É um pequeno e vicioso animal que come mustangs“. A declaração de guerra estava feita. Lançado como modelo 1967, o Camaro foi projetado com um único objetivo: superar o Mustang em todos os aspectos.

Os principais destaques do novíssimo Camaro eram:

  • Plataforma Dedicada: Diferente do Mustang, o Camaro utilizava a nova plataforma “F-body” da GM, compartilhada apenas com o Pontiac Firebird. Isso lhe conferiu uma estrutura mais rígida e uma engenharia focada em performance desde o início.
  • Pacotes de Desempenho: A Chevrolet atacou diretamente o ponto forte do Mustang. O Camaro foi lançado com pacotes de performance lendários, como o SS (Super Sport), com opções de motores V8 big-block de 396 polegadas cúbicas (6.5 litros), e o Z/28, um modelo de homologação para corridas da categoria Trans-Am, equipado com um motor V8 small-block de 302 polegadas cúbicas (4.9 litros) de alto giro.

O confronto inicial: especificações e estratégias

A chegada do Camaro em 1967 deu início ao confronto direto. Ambos os carros ofereciam estilos de carroceria cupê e conversível, com uma gama de motores que ia do econômico ao extremamente potente.

A batalha era travada nas concessionárias e nas pistas de corrida, e os principais rounds eram:

  • Design e Dimensões: O Camaro era ligeiramente mais baixo e largo que o Mustang, com um visual considerado por muitos como mais musculoso e agressivo, enquanto o Mustang mantinha linhas um pouco mais clássicas.
  • Ford Mustang: Oferecia os motores V8 da família Windsor, com destaque para o 289 (4.7L) nas versões de 200, 225 e 271 hp (Hi-Po). O topo de linha era o 390 (6.4L) com 320 hp.
  • Chevrolet Camaro: Trazia os V8 small-block de 327 (5.4L) e 350 (5.7L), este último uma novidade que se tornaria lendária. Nos pacotes SS, oferecia os big-blocks 396 (6.5L) com até 375 hp.
  • Performance e Competição: A rivalidade foi intensificada pela participação na SCCA Trans-Am Series, uma categoria de corrida para carros de produção. O Camaro Z/28, com seu motor de alta rotação e freios e suspensão aprimorados, foi projetado especificamente para essa competição, enfrentando os Mustangs preparados pela Shelby.

Resumindo a história, podemos confirmar que a origem da rivalidade entre Mustang e Camaro não foi um mero acaso. A batalha começou por conta de uma resposta direta da GM ao fenômeno de mercado criado pela Ford. 

Mustang ou Camaro: qual seu favorito na batalha de muscle cars? (Imagem: Divulgação/Ford e Chevrolet)

O Mustang definiu o que era um pony car, focando em estilo e personalização, enquanto o Camaro nasceu como seu predador natural. Essa batalha inicial, travada com V8s potentes, design arrojado e estratégias de marketing agressivas, estabeleceu as bases para uma das competições mais duradouras e apaixonantes da história dos carros.

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6 personagens icônicos que quase foram interpretados por outros atores

Tanto o cinema quanto a televisão estão repletos de personagens icônicos, que provocaram diferentes tipos de emoções no público devido às suas jornadas e peculiaridades.

Embora muitas de suas características já estivessem nos roteiros, a personalidade e os trejeitos de cada um foram construídos pelo próprio ator, de tal maneira que fica difícil imaginá-los ganhando vida por meio de outro intérprete.

Atores que quase fizeram personagens icônicos

A verdade, porém, é que embora seja quase impossível pensar em um Neo que não seja o de Keanu Reeves ou em um Phil Dunphy diferente do criado por Ty Burrell, esses e outros personagens icônicos quase foram feitos por outros atores.


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Para brincar um pouco com esse multiverso da indústria e pensar nos “e se” que poderiam ter ocorrido, o Canaltech traz abaixo uma lista de grandes personagens que quase foram interpretados por outras pessoas.

Confira e divirta-se imaginando essas possibilidades!

1. Charlie Sheen como Daniel Larusso de Karatê Kid

Antes de Two and a Half Men, Charlie Sheen foi convidado para estrelar Karatê Kid (Imagem: Divulgação/Paramount Pictures e Columbia Pictures)

O documentário aka Charlie Sheen lançado pela Netflix em setembro trouxe muitas revelações pessoais sobre o astro de Two and a Half Men (2003 – 2015). Uma das mais curiosas, no entanto, está relacionada ao lado profissional de Sheen, já que o ator confessou ter recusado estrelar Karatê Kid, a maior franquia de artes marciais de todos os tempos, antes dela se tornar um fenômeno.

Interpretado por Ralph Macchio, o papel de Daniel Larusso quase foi para Sheen, que recebeu a oferta para ser o protagonista, mas foi convencido por seu pai, o veterano de Hollywood, Martin Sheen, de que deveria honrar seu acordo com outra empresa. Embora acreditasse que Karatê Kid: A Hora da Verdade (1984) pudesse mudar sua vida, Sheen já estava envolvido com a produção de Grizzly II: The Predator Concert (1983) e decidiu manter sua palavra, permanecendo no projeto.

2. John Krasinski como Capitão América da Marvel

John Krasinki chegou a fazer testes com o uniforme de Capitão América (Imagem: Divulgação/NBC e Marvel Studios)

Um grande fã da Marvel, John Krasinski já contou em algumas entrevistas que fez teste para o papel de Steve Rogers antes do filme Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) chegar aos cinemas. O eterno Jim de The Office (2005 – 2013) avançou tanto na disputa que chegou a fazer testes já com o traje do herói e contou ter ficado muito confiante enquanto se preparava para as cenas.

Ao encontrar, no entanto, Chris Hemsworth vestido como Thor durante a preparação para o teste, Krasinski contou aos risos ter instantaneamente percebido que aquilo não daria certo. O papel como todos sabem acabou ficando com Chris Evans, que esteve em nada menos do que oito filmes do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, na sigla em inglês), além de algumas aparições não creditadas.

3. Will Smith como Neo de Matrix

Will Smith desistiu de Matrix por não entender a proposta do roteiro (imagem: Divulgação/20th Century Fox e Warner Bros. Pictures)

Embora em 1999 já conhecêssemos o lado mais sério de Will Smith graças ao filme Independence Day (1996), é difícil imaginar como seria a sua versão de Neo de Matrix (1999) no lugar de Keanu Reeves. O papel, no entanto, pertenceu originalmente ao astro de Um Maluco no Pedaço (1990 – 1996), que acabou não se empolgando e recusando a proposta.

Segundo contou em seu canal de YouTube, Smith não entendeu o que as irmãs Wachowski queriam fazer no longa-metragem, achando bastante confusa a explicação que as cineastas deram para a tecnologia do bullet time pela qual o filme ficou tão famoso. Sem entender realmente como aquilo seria feito, Will dispensou o projeto e optou por estrelar a produção de faroeste As Loucas Aventuras de James West (1999).

4. Emma Watson como Mia de La La Land

Emma Watson recusou La La Land devido a problemas de agenda com A Bela e a Fera (Imagem: Divulgação/Disney e Paris Filmes)

Emma Stone ganhou o Oscar de Melhor Atriz por interpretar Mia Dolan em La La Land: Cantando Estações (2016), mas o icônico papel que protagonizou ao lado de Ryan Gosling quase não foi da atriz. A primeira opção para a personagem era na verdade Emma Watson, que acabou recusando a oportunidade devido a sua agenda.

Às vésperas de fazer A Bela e a Fera (2017), e tendo que participar de aulas de equitação, dança e canto ao longo de três meses para La La Land, Watson percebeu que não daria conta das duas produções. A atriz conhecida principalmente por dar vida a Hermione Granger na franquia Harry Potter entendeu que acabaria não realizando nenhuma das duas tarefas direito se tivesse que dividir seu tempo, o que a levou a abrir mão do papel de Mia.

5. Matthew McConaughey como Jack em Titanic

Matthew McConaughey se saiu muito bem nas audiçoes de Titanic (Imagem: Divulgação/Lionsgate e Paramount Pictures)

Embora Leonardo DiCaprio tenha interpretado o icônico papel de Jack em Titanic (1997), quem também fez audições para o personagem foi Matthew McConaughey, que contou ter se saído muito bem na avaliação. O astro de Interestelar (2014) revelou que mandou tão bem nas cenas que todos da equipe o parabenizaram, e que chegou a ligar para seu agente contando que tudo havia dado certo.

Segundo o ator, a repercussão do teste foi tão boa que todos na indústria começaram a falar que ele havia sido escolhido para o papel. Um burburinho no qual muitos acreditam até hoje, mas que nunca foi verdade, já que apesar da ótima audição, McConaughey nunca foi de fato a opção nº1 para interpretar Jack.

6. Matt LeBlanc como Phil de Modern Family

 Matt LeBlanc foi convidado a viver o Phil Dunphy de Modern Family (Imagem: Divulgação/NBC e ABC)

Além de ter dado vida ao icônico Joey Tribbiani de Friends (1994 – 2004), Matt LeBlanc também quase interpretou outro adorado personagem da televisão: Phil Dunphy de Modern Family (2009 – 2020). Segundo contou ao USA Today, o ator estava à procura de novos desafios depois do fracasso de Joey (2004 – 2006) quando o roteiro do piloto da série chegou até a sua mesa com uma oferta para o papel de Phil.

Ao ler o roteiro, LeBlanc percebeu que o texto era muito bom, mas não era o cara certo para o personagem, que parecia ter sido escrito para outra pessoa. Uma percepção que estava de fato correta, já que Ty Burrell já era a escolha nº1 dos produtores de Modern Family, mas havia sido inicialmente barrado pela diretoria da ABC. Com a recusa de LeBlanc para o papel, no entanto, o nome do ator voltou a ser cogitado e Burrell acabou fazendo história como um dos membros do sitcom.

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Minha conta da Amazon foi hackeada: veja o que fazer

Com a disseminação dos serviços da Amazon pelo mundo, inclusive no Brasil, é difícil encontrar alguém que não tenha uma conta na gigante de Jeff Bezos — seja por conta do Prime Video, Amazon Music, Kindle ou as entregas Amazon Prime. São tantos serviços que, quando algo dá errado na hora de acessar, o susto vem: mas não entre em pânico, pois neste guia vamos mostrar o passo-a-passo do que fazer caso sua conta Amazon seja hackeada.

Há, em suma, duas possibilidades quando uma invasão ocorre: a Amazon pode, automaticamente, bloquear sua conta para evitar que golpistas sigam usando seus serviços livremente, ou você pode notar atividades suspeitas e resolver agir para barrar o acesso de hackers.

Por fim, também vamos dar dicas do que fazer para se prevenir de ataques na sua conta da Amazon.


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A Amazon bloqueou meu acesso, e agora?

Nesse cenário, a companhia identificou uma compra que não está de acordo com seu comportamento normal de aquisições ou registrou várias tentativas frustradas de pagar por algo. A medida é uma prevenção contra mais atividades possivelmente ilícitas na sua conta. Para desbloqueá-la, faça o seguinte:

  • Verifique seu e-mail e SMS, já que a Amazon vai mandar uma mensagem com o assunto “Conta Bloqueada” com instruções para os próximos passos;
  • Acesse sua conta Amazon com os dados de sempre. Geralmente, o serviço ainda permite fazer o login com suas credenciais;
  • Após o acesso, você terá de preencher um formulário confirmando a identidade, usando dados como documentos pessoais ou bancários;
  • Na maioria dos casos, também chegarão e-mails ou mensagens sobre compras em aberto ou pendentes, com as medidas a serem tomadas para cancelar ou seguir com a entrega.

Vale lembrar que, enquanto a conta estiver suspensa sob suspeita de acesso indevido, você não conseguirá acessar os serviços da Amazon. Antes de clicar em qualquer link, atente-se ao endereço: ele deve terminar em @amazon.com.br, como no-reply@amazon.com.br ou account-update@amazon.com.br, por exemplo. Outros endereços provavelmente serão tentativas de phishing.

Os serviços da Amazon são usados pelo mundo todo — como proceder quando alguém acessa sua conta indevidamente no site? (imagem: Thibault Penin/Unsplash)
Os serviços da Amazon são usados pelo mundo todo — como proceder quando alguém acessa sua conta indevidamente no site? (imagem: Thibault Penin/Unsplash)

Atividade suspeita

Outra possibilidade é que você mesmo perceba atividades suspeitas antes da Amazon bloquear ou tomar medidas para limitar o acesso indevido. Nesse caso, acesse o serviço e, onde aparece seu nome, clique no botão “Início” em Sua Conta → Acesso e Segurança → Conta Comprometida?, onde os passos te guiarão para a proteção da conta, cessando o acesso de todos os dispositivos conectados, mudando a senha e criando um PIN de acesso, por exemplo.

Quando você suspeitar de atividades suspeitas na sua conta, acesse essa tela e clique no botão Início, como descrito logo acima (Imagem: Amazon)
Quando você suspeitar de atividades suspeitas na sua conta, acesse essa tela e clique no botão Início, como descrito logo acima (Imagem: Amazon)

Os sinais de uma conta hackeada incluem erro ao entrar com as credenciais de sempre, alegando senha errada (vale tentar algumas vezes antes da suspeita, no entanto), compras ou cancelamentos estranhos, novos endereços de entrega surgindo sem o seu conhecimento ou métodos de pagamento que você não cadastrou.

O sumiço de créditos Amazon ou Cartões-presente também pode ser um indicador importante: procure fazer o processo acima a partir de uma conta já logada, caso não consiga acessar em um novo dispositivo.

Precauções de segurança

Como prevenir é melhor que remediar, o melhor a se fazer, antes de tudo, é deixar sua conta Amazon à prova de invasões. Para começar, é importante ter uma senha bem forte, única para essa conta, longa e complexa. Varie entre letras maiúsculas e minúsculas e números e símbolos. Senhas repetidas ou de fácil adivinhação, como data de nascimento e nomes comuns, são presas fáceis a invasores.

Use uma senha forte, longa e com muita variação de letras, símbolos e números, não repetindo de outros sites e serviços (Imagem: Clark University)
Use uma senha forte, longa e com muita variação de letras, símbolos e números, não repetindo de outros sites e serviços (Imagem: Clark University)

Outra opção é o uso de uma passkey, que substitui a senha por uma chave criptográfica muito mais difícil de burlar. A opção está disponível na Amazon no mesmo menu de Acesso e Segurança, sob o nome Chave de Acesso. Também vale ativar a verificação por dois fatores, que pedirá um código enviado por SMS ou aplicativo de autenticação em toda tentativa de login. Assim, mesmo que saibam sua senha, os golpistas não conseguirão acessar a conta.

Por fim, siga tomando cuidado com links e anexos suspeitos recebidos por e-mail ou mensagens, garantindo que o remetente realmente é a Amazon. Não clique em nada antes de ir ao aplicativo do serviço primeiro, e evite fazer isso em redes Wi-Fi públicas. Em último caso, use uma VPN para a criptografar os dados, o que ajuda a escapar dos hackers.

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Quer comprar um tablet? Saiba como escolher o modelo perfeito sem erro

Comprar um tablet seja para maratonar séries, turbinar os estudos, trabalhar ou mesmo dar de presente para as crianças, não é uma missão simples. Afinal, existem opções com configurações e preços para todos os gostos e bolsos, o que pode dificultar uma decisão. Veja como escolher o melhor tablet para você.

Por que não seja algo tão simples e direto, estabelecer certos critérios, como o tamanho do seu orçamento ou o que procura podem ajudar bastante no processo de compra.

1. Defina o seu objetivo

Parece óbvio, mas nem tanto. Antes de se preocupar com recursos técnicos, pergunte-se: “Para que eu vou usar esse tablet?”. Definir o uso principal guiará todas as outras decisões do seu processo de compra.


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Se o objetivo é assistir a filmes e séries, uma tela grande com boa resolução é essencial. Agora, se o foco for um tablet para estudar, a compatibilidade com canetas e teclados pode ser um grande diferencial.

Para gamers, um processador mais robusto e uma boa quantidade de memória RAM são indispensáveis. Enquanto para tarefas básicas, como ler notícias e checar e-mails, um modelo de entrada dá conta do recado.

2. Estude o seu orçamento

Sim, outra questão básica, porém importante. Existem tablets baratos, na casa dos R$ 800 como o Positivo Vision TAB 10, e modelos como o iPad Pro com chip M4, que pode custar mais de R$ 11 mil.

Portanto, defina o quanto você pode investir para escolher entre um aparelho de entrada, intermediário ou topo de linha.

O Positivo Vision TAB 10 é um exemplo de tablet com preço baixo (imagem: Ivo Meneghel Jr / Canaltech)

3. Android ou iPadOS: escolha o sistema com maior afinidade

No mercado, você terá basicamente duas opções de sistema operacional: iPadOS (Apple) e Android (Google).

O iPadOS é conhecido pela fluidez, segurança e por seu ecossistema de apps otimizados. Já o Android oferece uma imensa variedade de modelos e preços, além de maior liberdade de personalização.

Não há um sistema melhor que o outro; a escolha está mais relacionada ao seu perfil e aos aparelhos que você já usa.

Se você tem um iPhone e um MacBook, um iPad terá uma integração mais simples e direta. Caso use um celular Android, um tablet com o mesmo sistema pode facilitar sua vida.

Galaxy Tab S10 Ultra é uma boa opção de compra no Android (Imagem: Thalles de Souza Ribeiro/Canaltech)

4. Atenção ao tamanho e tecnologia da tela

A tela é um dos aspectos mais importantes do tablet. Fique atento a três pontos: tamanho, resolução e tecnologia.

Telas maiores, acima de 10 polegadas, são ótimas para consumo de mídia e trabalho, mas tornam o aparelho menos portátil.

Modelos menores, entre 8 e 10 polegadas, são mais fáceis de carregar. Entenda o que funciona melhor para você.

Para uma boa experiência visual, busque telas com resolução Full HD (1920×1080 pixels) ou superior.

As telas com tecnologia AMOLED ou OLED, presentes em modelos mais caros, oferecem cores vibrantes e pretos profundos. Já as telas LCD/IPS são mais comuns, também apresentam boa qualidade, por um preço menor.

5. Processador e RAM para um bom desempenho

Para evitar travamentos, é crucial olhar o conjunto de processador e memória RAM.

Um bom processador  e uma memória RAM de, no mínimo, 4 GB são recomendados para um uso fluido.

Se o seu objetivo é usar apps pesados ou jogar games com gráficos avançados, considere modelos com 6 GB de RAM ou mais.

O iPad Pro com M4 é uma opção poderosa, porém cara (Imagem: Reprodução/Apple)

6. Fique atento ao armazenamento interno

Ninguém quer receber a notificação de “armazenamento cheio” e ter que apagar conteúdo o tempo todo.

Se você pretende baixar muitos filmes, jogos ou trabalhar com arquivos pesados, opte por aparelhos com 128 GB ou mais.

Verifique também se o tablet tem entrada para cartão microSD, o que permite expandir o armazenamento de forma mais barata.

7. Procure por uma bateria grande

A autonomia da bateria é muito importante, afinal, a vantagem do tablet é a portabilidade. Procure por modelos que ofereçam, no mínimo, de 8 a 10 horas de uso moderado.

A capacidade da bateria é medida em miliampere-hora (mAh). De forma geral, quanto maior, melhor.

8. Pense na conectividade e nos acessórios

Pense em como você vai se conectar e nos acessórios que podem potencializar o uso do seu tablet. Um modelo apenas com Wi-Fi costuma ser suficiente e mais em conta para quem usa o aparelho em casa ou no trabalho.

Agora, se você precisa de conexão em qualquer lugar, um modelo com suporte para chip 4G ou 5G seria a escolha mais certeira.

Acessórios como canetas e capas-teclado aumentam a produtividade, mas representam um custo extra. Se você pensa em desenhar ou digitar longos textos, verifique a compatibilidade desses itens.

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Top 5 geladeiras que gastam menos energia no Brasil; veja indicações por tamanho

Com a conta de luz pesando cada vez mais no bolso das famílias, a escolha de uma geladeira econômica pode fazer toda a diferença no orçamento doméstico. Entre os eletrodomésticos, a geladeira está sempre entre os que mais consomem energia ao longo do mês, já que funciona 24 horas por dia.

Pensando nisso, analisamos os modelos mais populares do varejo brasileiro e selecionamos as 5 geladeiras que gastam menos energia, destacando opções em diferentes faixas de preço para ajudar o consumidor a tomar a melhor decisão. Confira:

Mais compacto

Na categoria de modelos compactos, a Esmaltec ROC31 PRO apresenta um dos consumos mais baixos do mercado: de 19 a 20 kWh/mês, dependendo da voltagem. Com 245 litros de capacidade, é ideal para solteiros, casais ou como geladeira auxiliar.


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Além da economia, traz design simples e um preço acessível, tornando-se uma das melhores opções para quem busca baixo custo tanto na compra quanto na conta de energia. O modelo pode ser encontrado na faixa dos R$ 1.700.

Médio porte

Vamos considerar modelos perto de 400 L como “médio porte”. Veja duas recomendações que gastam pouca energia:

Electrolux IF43S

Nossa primeira indicação da Electrolux é a IF43S, que registra 39,7 kWh/mês de consumo. Com 390 litros de capacidade, o refrigerador combina bom espaço interno com design elegante em aço inox.

A tecnologia Frost Free elimina a necessidade de descongelar o freezer, enquanto o painel externo permite controle prático das funções.

Seu preço competitivo o torna atrativo para consumidores que querem eficiência energética sem pagar por recursos premium, também se encontrando por pouco mais de R$ 3.000.

O consumo da Electrolux IF43S é de apenas 39,7 kWh/mês (Divulgação/Canaltech)

Samsung Duplex RT42

Entre as opções mais econômicas da lista, a Samsung Duplex RT42 se destaca pelo consumo mensal de apenas 36 kWh, um dos menores entre refrigeradores de médio porte. Com capacidade de 411 litros, é indicada para famílias de até quatro pessoas que buscam eficiência sem abrir mão de espaço.

Além do baixo gasto de energia, o modelo traz recursos como o All Around Cooling, que distribui o ar de forma uniforme, além de ter um acabamento bem moderno. É uma escolha certeira para quem procura um produto na faixa dos R$ 3.000.

Maior capacidade

Temos duas indicações de modelos grandes para essa categoria:

Electrolux TF71

A Electrolux TF71 aparece como uma opção equilibrada entre espaço e consumo. O gasto mensal de 48,3 kWh é competitivo dentro da categoria de geladeiras com quase 500 litros.

O modelo conta com prateleiras ajustáveis, compartimento extra frio e acabamento em inox, entregando recursos premium a um consumo ainda moderado. Tudo isso sai por valores entre R$ 3.500 e R$ 3.700.

Brastemp Inverse BRE57

Fechando a lista e subindo na faixa de preço e capacidade, a Brastemp Inverse BRE57 é uma das mais econômicas entre os modelos grandes. Com 46,5 kWh/mês, ela entrega boa performance energética para um refrigerador de 447 litros, ideal para famílias maiores.

O modelo possui freezer na parte inferior, tecnologia Frost Free e design sofisticado, agradando a quem busca praticidade e estilo sem abrir mão da economia. O produto está saindo por a partir de R$ 4.000.

A Brastemp BRE57 gasta apenas 46,5 kWh/mês, marca impressionante para um modelo grande (Divulgação/Brastemp)

Qual escolher?

Na hora de escolher uma geladeira, o preço de compra não deve ser o único critério: o gasto mensal de energia impacta diretamente no orçamento familiar a longo prazo.

Modelos compactos como a Esmaltec ROC31 PRO atendem bem quem mora sozinho, enquanto opções maiores, como a Brastemp BRE57 e a Electrolux TF71, equilibram capacidade e eficiência.

Já a Samsung RT42 e a Electrolux IF43S surgem como alternativas versáteis para famílias médias. Dito isso, independentemente da faixa de preço, existem boas opções para quem quer unir economia com desempenho.

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Philips Boombeat x JBL Boombox 4: qual é a melhor caixa de som grandona?

A JBL lançou sua nova geração de caixa de som mais icônica: a poderosa JBL Boombox 4, que apesar de trazer uma evolução tímida em relação a sua antecessora, continua sendo referência em potência e portabilidade. Paralelamente, tivemos a Philips lançando sua Boombeat TAX400B para competir diretamente com a novidade.

O Canaltech testou ambas as caixas e, neste texto, responde qual delas venceu a disputa pelo pódio. Confira:

Especificações e construção

A Philips Boombeat oferece 200 W de potência RMS, certificado IP66 contra água e poeira, construção robusta com alça removível para transporte e autonomia de até 15 horas de uso contínuo


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O acabamento é voltado para uso externo, com proteção adequada para respingos fortes de água e poeira, embora não suporte imersão total.

A JBL Boombox 4 apresenta especificações levemente superiores em alguns aspectos. A potência nominal divulgada é de 210 W RMS quando ligada à tomada, distribuída entre dois woofers de 65 W cada e dois tweeters de 40 W cada.

A construção supera a Boombeat com certificação IP68, que garante resistência mesmo à imersão em água, além de poeira. 

A Boombox 4 também foi redesenhada para ter corpo mais leve que seus antecessores, embora ainda seja uma caixa de som grande e pesada em comparação a modelos mais portáteis. Contudo, é inegável que ela é mais leve que a concorrência, dentro da categoria.

Sem sacrificar o tamanho robusto, a Boombox 4 consegue ser mais leve que suas antecessoras (Gabriel Furlan/Canaltech)

Autonomia e bateria

Aqui temos um dos contrastes mais marcantes entre os dois modelos. A Philips Boombeat traz autonomia declarada de até 15 horas, dependendo de volume, uso de recursos de graves, etc.

Já a JBL Boombox 4 eleva bastante esse número: são até 34 horas no modo Playtime e algo próximo de 28 horas em uso padrão.

Essa diferença de autonomia pode pesar muito para quem vai usar o autofalante por longos períodos em locais onde não é possível deixá-la na tomada.

Qualidade de som

Em termos de potência sonora, ambas se posicionam em um patamar alto.

A Boombeat entrega graves fortes, bastante impacto, bons médios e agudos razoáveis para o segmento – embora em volumes extremos a definição dos médios e agudos sofram, principalmente com reforço de graves ativado.

Já a Boombox 4 traz melhorias notáveis nesse equilíbrio: a JBL incorpora recursos como AI Sound Boost e modos de graves diferenciados (Deep Bass e Punchy Bass) que reduzem distorções em volumes altos e mantêm a clareza sonora.

A resposta dos graves também é melhor na Boombox 4, especialmente em subgraves ou situações exigentes. A Boombeat entrega bastante, mas pode ficar atrás da JBL em termos de profundidade ou “clareza do som”, dependendo do estilo da música e do ambiente que estiver sendo utilizada.

Resistência, portabilidade e uso externo

Para uso externo, a JBL Boombox 4 sai na frente com IP68, o que permite imersão e oferece uma proteção extra contra água e poeira. Isso a torna mais segura para uso em praia, piscina e situações climáticas adversas.

A Boombeat, com IP66, consegue resistir bem a poeira e jatos fortes de água, mas não suporta imersão.

Em portabilidade, ambas são grandes, mas a Boombox 4 foi ganha por ser mais leve. A Boombeat é grande e tem alça removível, mas com seus 6,6 kg, pode ser um pouco mais cansativo carregá-la por longas distâncias.

A Philips Boombeat tem um tamanho semelhante, mas é mais pesada (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Preço e custo-benefício

O preço acaba sendo um divisor de águas. A JBL Boombox 4 chega ao mercado brasileiro com etiqueta premium, ou seja: seu valor é bem mais alto que o da Philips. Por se tratar de um lançamento, o modelo está saindo por volta de R$ 3.200.

A Philips Boombeat, por sua vez, já se encontra por R$ 1.500metade do valor por uma qualidade “à altura”. Ela entrega potência, graves, resistência decente e conectividade razoável por um preço bem mais acessível, reforçando sua relação custo-benefício.

Se sua prioridade é ter autonomia longa, máxima resistência, graves personalizados e recursos de áudio um pouco mais refinados com menor distorção em volumes altos, a JBL Boombox 4 é a escolha mais adequada.

Já quem busca um bom aparelho que entrega alta potência e impacto sonoro, mas com um orçamento mais moderado, pode preferir dar uma chance para a Philips Boombeat.

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5 dicas para programadores sobreviverem ao avanço da IA

Com o avanço da inteligência artificial (IA), muitas tarefas de programação são feitas pela tecnologia com uma velocidade muito maior do que a humana. Além disso, a codificação está cada vez mais automatizada, ameaçando empregos de níveis mais júnior.

O Canaltech separou algumas dicas de sobrevivência para que programadores se adaptem à conviver com a IA, e a tenham como aliada e não concorrente.

5 dicas para programadores lidarem com o avanço da IA

Para se manterem relevantes no mercado, programadores precisam focar principalmente em habilidades que complementam o trabalho da máquina, ao invés de competir com ela.


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Confira abaixo algumas dicas para lidar com o avanço da IA.

  1. Dominar a tomada de decisão técnica
  2. Criatividade e imaginação
  3. Arquitetura e visão macro
  4. Habilidades analíticas
  5. Investir em si

1 – Dominar a tomada de decisão técnica

Apesar de as IAs conseguirem escrever códigos com muita velocidade, o direcionamento humano ainda é fundamental e guiará as escolhas que a tecnologia vai tomar.

A decisão sobre qual linguagem de programação usar, sobre qual framework implementar ou qual arquitetura seguir, ainda está nas mãos dos desenvolvedores.

É essencial dominar a tomada de decisões técnicas e entender os prós e contras de diferentes tecnologias para fazer escolhas-chave para o sucesso do projeto.

2 – Criatividade e imaginação

A IA é ótima em replicar padrões, mas têm dificuldade de criar soluções completamente novas. A tecnologia consegue construir paradigmas e dados existentes, mas não inventa conceitos revolucionários.

A capacidade humana de criatividade e imaginação é transferível para inúmeras áreas do desenvolvimento. 

Ou seja, fortalecer sua capacidade criativa através de tarefas desde culinária até marcenaria ou poesia podem te ajudar a encontrar novas soluções para problemas na programação.

3 – Arquitetura e visão macro

Tarefas mais básicas de codificação, como correção de erros, que normalmente são destinadas à programadores iniciantes, serão, em breve, praticamente todas feitas por IA. 

IAs não recebem salário, não tiram férias e não precisam parar. É necessário mostrar seu valor frente ao avanço da tecnologia.

Por isso, vale a pena estudar e desenvolver a capacidade de visualizar sistemas inteiros, e entender como diferentes componentes interagem. Assim, você será capaz de criar soluções que atendam necessidades futuras, talvez ainda não imaginadas.

4 – Habilidades analíticas

O futuro será exigente quanto às capacidades dos desenvolvedores para criação de novos conhecimentos. Para estar preparado, é necessário trabalhar no fortalecimento de habilidades analíticas e na capacidade de sintetizar informações de diversas fontes em soluções inovadoras. 

Atualmente, competências avançadas de pensamento estão limitadas a uma pequena parcela da população. No entanto, a capacidade de pensar com criatividade excepcional, algo que a IA ainda não faz, será essencial. 

Seja mais observador, faça mais perguntas de “por que?” e “como?”. Avalie suas fontes para desenvolver o senso crítico, participe de debates e, claro, busque por capacitação e ensino de qualidade.

5 – Investir em si

Outras tarefas que a IA não conseguirá exercer são a liderança de equipes, negociação com stakeholders e tradução de necessidades de negócio em soluções tecnológicas. 

Essas tarefas que continuam predominantemente humanas ainda serão um diferencial no mercado. 

Desenvolva mais empatia, melhore sua comunicação e procure ser um melhor líder, te tornando um programador que vai além de um executor de códigos, e sim um elo essencial entre tecnologia e estratégia.

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8 recursos que fazem falta no PS5 e precisam estar no PlayStation 6

A Sony prometeu o ápice da experiência com consoles no PS5, mas ele ainda está distante de atender todas as expectativas do público. Cinco anos após seu lançamento, os fãs ainda sentem falta de certos recursos e funções que facilitem e melhorem o uso do videogame.

Pensando nisso, o Canaltech reuniu nesta lista 8 recursos que fazem falta nesta geração e precisam estar presentes no PlayStation 6 — principalmente agora que já circulam rumores de que a companhia está produzindo o seu próximo console de mesa.

O que você mais queria ver no PS5 e não pode faltar no seu sucessor? Confira o que os fãs realmente precisam ver no próximo videogame da Sony.


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8. Multiplayer online grátis

Desde o PlayStation 4 a Sony cobra de seus jogadores para ter acesso ao multiplayer online. Entenda: seu videogame se conecta à internet, via cabo ou Wi-Fi. Porém, você só pode jogar em rede se pagar uma assinatura extra — além de ter de comprar o videogame e o jogo. Faz algum sentido?

Alguns jogos-como-serviço até permitem que não dependa da PS Plus, como Fortnite e Rocket League, mas isso deveria ser regra. Você ter de pagar um valor anual que pode chegar a até R$ 700 para jogar com seus amigos não deveria ser normalizado e bem que podia ser liberado no PlayStation 6.

Imagem de Battlefield 6
Jogar multiplayer online sem pagamento extra deveria ser o básico (Imagem: Divulgação/Electronic Arts)

7. Tecnologia de upscaling

Se nos PCs e PS5 Pro temos tecnologias de upscaling, o PlayStation 6 deve seguir esta tendência e disponibilizar recursos como o PSSR ou o AMD FSR logo de cara. Se até o Nintendo Switch 2, como a “toda-poderosa” Sony deixa seu público sem em seu principal dispositivo? Pois é.

Isso permite uma qualidade de imagem e a presença de uma maior estabilidade na taxa de quadros, dois aspectos que são indispensáveis para todos os gamers que desejam aproveitar o máximo de seu hardware. Porém, seguem presos no 1440p em 30 FPS — o que não condiz com seu potencial.

Imagem do AMD FSR
A Sony precisa ampliar a parceria com a AMD para trazer o upscaling ao PlayStation 6 (Imagem: Divulgação/AMD)

6. Controle com Hall Effect

Essa bronca serve em conjunto para Sony, Microsoft e Nintendo: já passou da hora dos principais consoles de mesa disponíveis trazerem controles com a tecnologia Hall Effect — hoje vistas apenas em modelos third-party, como a GameSir, 8bitdo e outros.

O DualSense não ter este recurso é uma completa vergonha, principalmente pelos constantes problemas que os usuários têm com o drift desde o seu lançamento em 2020. A troca no PlayStation 6 é urgente e pode trazer mais conforto depois de tantas mancadas com os jogadores.

Imagem do DualSense
O DualSense não ter Hall Effect é uma vergonha (Imagem: Divulgação/Sony)

5. Plano “Família” na PS Plus

A cobrança da assinatura da PS Plus é muito alta e, muitas vezes, inacessível para parte dos jogadores. No PlayStation 6 poderia existir o que chamam de “Plano Família” — onde pode se reunir com alguns amigos para pagar um valor mais econômico e compartilhar suas facilidades.

Do mesmo modo que a Nintendo abriu este espaço através do Switch Online, a Sony poderia replicar para se conectar melhor ao seu público. Assim, todos ganham: eles recebem mais assinantes e as pessoas podem acessar seu catálogo e se divertir. 

PS Plus
Um “Plano Família” para a PS Plus não seria nada mal para a plataforma e os fãs (Imagem: Divulgação/Sony)

4. Retrocompatibilidade completa

A retrocompatibilidade no PS5 é um tanto confusa. Eles têm adicionado jogos de PS1 e PS2 à sua loja digital e biblioteca, o PlayStation 4 é naturalmente compatível, mas onde ficam os jogos de PS3 no meio desta bagunça? Pois é, não ficam.

Nem via mídia física ou digital, é impossível acessar jogos desta plataforma sem ter o videogame em casa. Isto trava diversas experiências ao passado, como os primeiros jogos da franquia inFAMOUS, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots e outros que não receberam novas versões no presente. 

Imagem de Metal Gear Solid 4
Jogos como Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots continuam presos ao PS3 (Imagem: Reprodução/Konami)

3. Presença ampla de acessórios

Com o passar dos anos, a Sony acabou ficando gananciosa e passou a impedir a presença de acessórios que acompanham seu principal console. No PlayStation 5 hoje não temos sequer a presença do suporte vertical e um fone básico — coisas que já foram disponibilizadas no passado.

Urge a necessidade do retorno do “básico” no PlayStation 6, que permite ao usuário ter a melhor experiência possível. Se a ideia é botar o console de pé, ele precisa ter um suporte vertical incluso. Todo controle possui entrada para fone, não vai deixá-los mais pobres colocar o fone mais simples que eles têm em seu estoque. Daqui a pouco vão querer nos cobrar o cabo USB e HDMI.

Imagem do cabo HDMI
Daqui a pouco a Sony vai cobrar pelos cabos e está tudo bem isso? (Imagem: Reprodução/Internet)

2. Localização de preços 

Outro problema grave na geração PS5 é ter uma loja digital com o preço baseado em dólar. Através disso, o valor dos seus jogos e serviços chegam a níveis estratosféricos — muito acima do que é visto nas demais plataformas, o que faz o dono do console ser cobrado de forma injusta.

A Sony precisa localizar sua precificação na moeda brasileira, deixando o valor de seus principais títulos similar ao visto no Xbox e Nintendo (no mínimo). Isso é necessário não apenas pela saúde do PlayStation 6, mas também como forma de demonstrar respeito pelo próprio público. 

Imagem de Hollow Knight: Silksong
Jogos como Hollow Knight: Silksong custam o dobro no PlayStation (Imagem: Divulgação/Team Cherry)

1. Presença de funções e apps essenciais

O sistema operacional do PS5 possui uma grande falha na forma como organiza seus aplicativos e funções, com menus longe de serem simples. Mesmo com a personalização em dia, são camadas demais e o processo poderia ser simplificado no PlayStation 6.

Além disso, faltam app essenciais no atual que não podem estar ausentes na próxima geração: onde já se viu um console de mesa sem navegador de internet? Da Nintendo até se entende, porque as expectativas são baixas, mas a Sony sempre trouxe este tipo de coisa no passado e deixou a desejar no videogame mais recente.

Imagem do PlayStation
Ainda faltam coisas básicas no PlayStation 5 e na família de dispositivos (Imagem: Divulgação/Sony)

Melhorias no PlayStation 6

E não é apenas isto que está errado no PS5 que pode melhorar no PlayStation 6. Se falamos aqui de recursos e questões da plataforma, também há diversas críticas em relação ao seu design e até mesmo no modelo de negócios da Sony para produzir jogos — que se tornaram problemas diferenciados dentro da geração.

Entre os 8 recursos que fazem falta no PS5 e precisam voltar na próxima geração, estão:

  1. Presença de funções e apps essenciais
  2. Localização de preços 
  3. Presença ampla de acessórios
  4. Retrocompatibilidade completa
  5. Plano “Família” na PS Plus
  6. Controle com Hall Effect
  7. Tecnologia de upscaling
  8. Multiplayer online grátis

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Como escolher um ar-condicionado na Black Friday?

Com a Black Friday se aproximando, muitos aproveitam para investir em eletrodomésticos mais caros – e o ar-condicionado está sempre entre os mais procurados. Diante da grande variedade de marcas, modelos e preços, escolher o equipamento certo pode ser um verdadeiro desafio. 

Mais do que aproveitar os descontos, é fundamental avaliar o custo-benefício a partir da oferta disponível, garantindo que o aparelho ofereça economia, durabilidade e desempenho de acordo com as necessidades do ambiente. Confira algumas dicas para acertar na escolha:

Capacidade

O primeiro ponto a considerar é a capacidade do ar-condicionado, medida em BTUs. Esse número indica a potência do equipamento e deve estar diretamente relacionado ao tamanho do cômodo


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Um aparelho com poucos BTUs em relação ao espaço pode não refrigerar de forma eficiente, enquanto um modelo superdimensionado gera gasto de energia desnecessário.

Para referência, um quarto de 12 m² geralmente precisa de um ar-condicionado entre 7.500 e 9.000 BTUs, enquanto salas maiores exigem equipamentos de 18.000 BTUs ou mais.

Escolher o tipo correto é um passo importante para garantir uma boa compra (Divulgação/Philco)

Tipo de ar-condicionado

Outro aspecto essencial é o tipo de ar-condicionado. Os modelos de janela costumam ser mais baratos, mas também menos eficientes e barulhentos.

Já os splits, mais comuns, combinam baixo nível de ruído, melhor desempenho e design discreto, sendo a escolha preferida da maioria dos consumidores. 

Há ainda os modelos portáteis, práticos para quem não pode realizar instalação fixa, mas que geralmente oferecem menor eficiência energética. Avalie de acordo com o cômodo em que será utilizado e as condições de instalação.

Tecnologia Inverter

A tecnologia Inverter é um fator decisivo em termos de custo-benefício. Embora esses aparelhos tenham preço inicial mais alto, eles compensam a longo prazo por consumirem até 60% menos energia em comparação aos modelos convencionais.

Isso se deve ao fato do compressor do Inverter manter a temperatura estável sem precisar desligar e ligar constantemente, reduzindo o desgaste do equipamento e aumentando sua vida útil.

Além disso, na hora da compra é indispensável verificar a classificação de eficiência energética no selo Procel. Equipamentos com selo A consomem menos eletricidade e ajudam a reduzir a conta de luz, algo que faz diferença em uso contínuo.

Pensar precocemente na manutenção também ajuda a garantir uma boa escolha (Reprodução/AdobeStock)

Avaliar também os recursos extras como filtros antibacterianos, conectividade Wi-Fi e funções de climatização pode agregar valor, mas deve ser ponderado em relação ao preço.

Cuidados adicionais

Durante a Black Friday, também é importante se atentar além do preço.

Pesquise o histórico de valores para confirmar se o desconto é realmente interessante, analise a reputação da loja e desconfie de ofertas muito abaixo do mercado.

Garantia e assistência técnica autorizada na sua região também devem entrar na conta, já que um preço baixo pode sair caro quando a manutenção é difícil ou cara.

Escolher um bom ar-condicionado na Black Friday exige equilibrar preço e qualidade. Seguindo essas dicas, você consegue aproveitar os descontos e garantir um equipamento econômico, eficiente e preparado para proporcionar conforto nos dias mais quentes.

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Como escolher um robô aspirador para comprar na Black Friday 2025?

Se você está de olho em robôs aspiradores para comprar Black Friday deste ano, é importante saber escolher um modelo que una tecnologia, automação e economia de tempo – além de um bom preço, é claro. 

Diante de tantas opções disponíveis, como escolher o modelo ideal e garantir que a compra realmente valha a pena? O Canaltech responde quais pontos devem ser levados em consideração:

1. Potência de sucção 

O primeiro ponto a observar é a potência de sucção. Esse detalhe é crucial para avaliar a eficiência do robô aspirador, principalmente em casas com animais de estimação ou com pisos que acumulam mais sujeira, como tapetes e carpetes. 


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Modelos mais potentes tendem a ter preços mais elevados, mas oferecem maior desempenho em diferentes superfícies, garantindo uma limpeza completa.

2. Autonomia de bateria

Outro aspecto decisivo está relacionado à autonomia da bateria. Em apartamentos pequenos, aparelhos com até 90 minutos de funcionamento podem ser suficientes, mas quem vive em casas maiores deve procurar robôs que ofereçam duas horas ou mais de uso contínuo

A função de retorno automático à base de recarga também é indispensável, já que evita que o equipamento fique parado no meio da faxina.

Muitos modelos retornam automaticamente para a base de carregamento (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

3. Mapeamento inteligente

A inteligência de navegação é um diferencial importante. Modelos mais simples funcionam com rotas aleatórias, cobrindo os cômodos de forma menos eficiente

Já os aparelhos equipados com sensores avançados e mapeamento a laser conseguem criar rotas otimizadas, evitar obstáculos e até lembrar a planta da casa, o que garante uma limpeza mais rápida e precisa.

4. Funções adicionais

Na Black Friday, outro detalhe que merece atenção é a variedade de funções. Muitos robôs já vêm com a opção 3 em 1, que além de aspirar também varrem e passam pano, oferecendo uma solução mais completa para o dia a dia. 

Esses modelos podem ser uma ótima escolha para quem deseja um eletrodoméstico multifuncional sem precisar investir em dois equipamentos diferentes.

5. Integração

A facilidade de integração também faz diferença. Robôs aspiradores que se conectam a aplicativos de celular permitem controlar a limpeza à distância, agendar horários e até personalizar áreas que devem ser evitadas

A compatibilidade com assistentes virtuais, como Alexa e Google Assistente, é outro atrativo para quem deseja automatizar a casa de forma inteligente.

Modelos compatíveis com assistentes virtuais garantem uma praticidade adicional (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

6. Manutenção

Na hora de decidir, não se deve esquecer da manutenção. Filtros laváveis, peças substituíveis e uma rede de assistência técnica confiável são fatores que prolongam a vida útil do aparelho

Comprar um modelo mais barato, mas com peças difíceis de encontrar, pode acabar se tornando um mau negócio no futuro.

7. Avalie os valores

Por fim, a dica essencial para a Black Friday é acompanhar os preços com antecedência. Monitorar os valores algumas semanas antes e usar comparadores de preço ajuda a confirmar se a promoção é realmente vantajosa.

Com atenção a esses pontos, o consumidor conseguirá aproveitar as ofertas da Black Friday para investir em um aparelho que realmente traga praticidade e eficiência ao seu dia a dia.

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