EUA anunciam novas tarifas sobre móveis importados; medida inviabiliza exportações para o mercado americano

Da Redação (*) Brasília – Na quinta-feira passado, o presidente americano Donald Trump divulgou, em sua rede “Truth Social”, a aplicação de novas tarifas globais de 50% sobre armários de cozinha, móveis de banheiro e associados, além de 30% sobre móveis estofados, a partir de 1º de outubro de 2025. O comunicado vem no contexto do pacote […]

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Pode dirigir de chinelo? Veja qual calçado usar sem medo de multa

É comum que os motoristas troquem os tênis por calçados mais leves, como chinelos e sandálias, nos dias mais quentes. Embora pareça inofensiva, esta escolha pode render multa e pontos na carteira, conforme determinado pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

O que acontece é que o artigo 252 do CTB considera infração usar qualquer calçado que não tenha formato que envolva o calcanhar, como chinelos e sandálias sem alças traseiras. Portanto, dirigir calçando chinelo ou rasteirinha pode, sim, render multa.

O problema é que calçados do tipo não ficam firmes nos pés e podem afetar o uso dos pedais, aumentando os riscos de acidentes. Também não é permitido usar saltos altos, sapatos de bico fino e sapatos do tipo plataforma. 


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Dirigir de chinelo dá multa? 

Quem fiscaliza o uso dos calçados na condução são os órgãos e entidades de trânsito. No caso de flagra, a infração é média, rende 4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação e multa de R$ 130,16. 

Chinelos não são permitidos ao volate, porque podem se soltar e afetar o uso dos pedais (Pixabay/CC)

Para não correr riscos, o melhor é ter um calçado adequado no carro, como um bom e velho par de tênis. Vale também dirigir descalço — prática que, sim, é liberada sem risco de penalizações.

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Relógio do Juízo Final: conheça a “continuação” de Watchmen que salvou a DC

Quando a DC Comics anunciou Relógio do Juízo Final (Doomsday Clock) em 2017, a proposta parecia ousada: unir o mundo autoral e crítico de Watchmen ao cânone tradicional da editora. Mas para compreender o real impacto da minissérie, é preciso revisitar os anos que a antecederam — especialmente a fase editorial batizada de Os Novos 52, marcada por uma abordagem mais sombria e pelo apagamento de gerações inteiras de heróis. Relógio do Juízo Final não foi apenas um encontro entre universos; foi também um movimento para restaurar memórias e símbolos que haviam sido descartados.

Bem, antes de falarmos sobre a trama em si, é preciso contextualizar o que estafva acontecendo com a DC. A editora não vinha conseguindo atualizar com sucesso seus personagens e os eventos estavam cada vez mais repetitivos e caça-níqueis — no final das sagas tudo voltava à estaca zero, sem grandes consequência. A editora ainda vivia esse cenário tendo que assistir de camarote a Marvel Comics e reerguendo e se tornando uma máquina de fazer dinheiro com o Marvel Studios,  que ajudou a atualizar suas franquias.

A solução foi apostar também em um universo compartilhado com os cinemas e relançar a linha editorial. Assim, em 2011 nasciam os chamados Os Novos 52: 52 títulos reiniciados, novos uniformes, mudanças de origem e uma tentativa de atualizar personagens para uma nova geração. O resultado, porém, trouxe consequências negativas, que se agravaram com a caracterização baixo-astral e violenta do Universo DC nos filmes de Zack Snyder — veja bem, em Batman vs Superman: A Origem da Justiça o Homem-Morcego violou dezenas de vezes sua regra primordial de “não matar” e usar armas de fogo; e o Homem de Aço simplesmente quebrou o pescoço de um dos únicos sobreviventes de seu planeta natal, que, mesmo sendo vilão, jamais receberia esse tratamento nos quadrinhos.


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O tom sombrio tornou-se dominante também nas páginas d’Os Novos 52.  Casais clássicos — como Superman e Lois Lane — foram separados, equipes de legado desapareceram e grupos históricos como a Sociedade da Justiça da América e a Legião dos Super-Heróis foram simplesmente apagados da cronologia — ou seja, acabaram,com o amor, a família e o legado, que é principal característica do Universo DC desde a Era de Prata dos Quadrinhos, nos anos 1950.

Imagem: Reprodução/DC Comics

A estratégia pode ter atraído novos leitores no início, mas deixou órfãos os fãs mais antigos, que viam nessas heranças o coração do Universo DC. Décadas de histórias interligadas, relações familiares e sucessões de manto foram sacrificadas em nome de uma reformulação que acabou esvaziando a mitologia da editora.

A solução, então, foi buscar em uma das melhores histórias da DC Comics os motivos de tudo estar tão distorcido n’Os Novos 52. E, para isso, Geoff Johns convocou Gary Frank para reproduzir o mesmo estilo de narrativa original, como uma sequência espiritual de Watchmen que integra os personagens originais de Alan Moore e Dave Gibbons à continuidade do Multiverso DC — e isso já atiçou os fãs, com a famosa pergunta sendo respondida: “Quem vigia os vigilantes?”. “A Liga da Justiça”.

Relógio do Juízo Final trouxe de volta o coração e alma da DC

Foi nesse cenário que surgiu Relógio do Juízo Final, escrito por Geoff Johns e ilustrado por Gary Frank. Mais do que um crossover entre Watchmen e a Liga da Justiça, a minissérie de 12 edições foi pensada como o clímax da fase Renascimento (Rebirth), iniciada em 2016.

A trama apresenta Ozymandias em busca do Doutor Manhattan, cuja capacidade de manipular a realidade serve como metáfora para explicar os apagamentos da saga Ponto de Ignição (Flashpoint) e de Os Novos 52. Ao longo da história, descobre-se que foi a interferência de Manhattan que eliminou décadas da linha temporal — justificando a ausência da Sociedade da Justiça, da Legião e até mesmo dos Kents na vida do Superman.

No desfecho, Manhattan devolve essas memórias e reposiciona o Superman como o centro absoluto da continuidade. A manobra funcionou como um mecanismo narrativo para “reparar” as falhas do reboot e devolver ao Universo DC seu senso de legado.

Apesar da importância editorial, a minissérie não escapou de polêmicas. Watchmen sempre foi visto como uma obra fechada, e a decisão de utilizar seus personagens em um contexto mainstream dividiu opiniões. Houve quem elogiasse a ambição de Johns, que procurou dialogar com os temas da HQ de Alan Moore e Dave Gibbons em vez de simplesmente copiá-los.

Imagem: Reprodução/DC Comics

Por outro lado, críticos apontaram que a inserção de figuras como Rorschach e Doutor Manhattan no universo regular da DC representava uma apropriação indevida de um material concebido como autoral — Alan Moore, que já tinha ficado possesso com adaptações e outros derivados em quadrinhos, ficou ainda mais furioso e simplesmente nem quer mais estar associado à obra. Ainda assim, para a editora, o objetivo principal não era apenas revisitar Watchmen, mas usar seu peso simbólico para legitimar a reconstrução da cronologia.

Relógio do Juízo Final recuperou o legado 

Ao devolver a continuidade perdida, Relógio do Juízo Final abriu caminho para a volta da Sociedade da Justiça, da Legião dos Super-Heróis e do conceito de heróis que passam seus mantos para novas gerações. Esse resgate permitiu à DC reposicionar seu universo como um palco de memória, legado e herança — pilares que sempre diferenciaram a editora.

Na prática, a minissérie funcionou como um divisor de águas: reconheceu que Os Novos 52 havia fracassado em manter a essência da marca e entregou uma narrativa capaz de restaurar o equilíbrio entre modernidade e tradição.

Relógio do Juízo Final foi um projeto ambicioso, marcado por atrasos de publicação e críticas sobre ritmo e excesso de personagens. Mas, ao colocar o restabelecimento do legado como prioridade, tornou-se uma obra-chave para a fase mais recente da DC.

Se o Os Novos 52 buscaram romper com o passado, Relógio do Juízo Final provou que, para a DC Comics, a memória é parte fundamental da identidade de seus heróis. O relógio não tocou apenas para anunciar o apocalipse — ele soou para lembrar que tradição, história e herança são elementos inegociáveis no Universo DC.

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5 séries parecidas com Alice in Borderland para assistir no streaming

Alice in Borderland chegou ao catálogo da Netflix em 2020 para apresentar ao mundo uma adaptação homônima do mangá de Haro Aso. Com a terceira temporada disponível na gigante do streaming para encerrar o programa, pode ser que você já esteja em busca de novas produções para preencher esse vazio.

Séries parecidas com Alice in Borderland para assistir

Para quem já está com saudades de Alice in Borderland, o Canaltech selecionou 5 séries parecidas para maratonar no seu tempo livre. Confira mais detalhes sobre os títulos a seguir:

  • Round 6
  • A Noite Chegou
  • All of Us Are Dead
  • Sweet Home
  • O 19º Andar

Round 6

 

A não ser que você tenha passado os últimos anos escondido em uma caverna, é difícil nunca ter ouvido falar do fenômeno chamado Round 6. Com três temporadas, a série sul-coreana estreou em 2021, tornando-se um dos maiores sucessos da história da Netflix e, caso você ainda não tenha assistido, esse é o empurrãozinho que faltava.


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Seguindo a mesma vibe aterrorizante e mortal dos jogos de Alice in Borderland, Round 6 acompanha um grupo de pessoas que topam participar de uma competição misteriosa que oferece um prêmio bilionário. Mas, chegando lá, os participantes descobrem que caíram em um jogo fatal de sobrevivência em que só uma pessoa deve sair viva.

Round 6 está disponível na Netflix.

A Noite Chegou

Outra série parecida com Alice in Borderland que pode conquistar os fãs do programa japonês da Netflix é A Noite Chegou. Lançada em 2023, a produção sul-coreana também tem uma vibe intensa e eletrizante envolvendo jogos mortais.

Em A Noite Chegou, um grupo de amigos do ensino médio embarca em uma viagem que, de repente, se transforma em um grande pesadelo quando eles são forçados a jogar um jogo infantil que se torna mortal. Com mensagens que apontam para um assassino real entre eles, o grupo passa a lutar pela sobrevivência, fazendo o possível para desvendar a identidade do criminoso antes que seja tarde demais.

 

A Noite Chegou está disponível no Viki.

All of Us Are Dead

Partindo para um lado mais apocalíptico da coisa, uma série de terror que pode conquistar o coração dos fãs de Alice in Borderland é All of Us Are Dead.

 

Inspirada na webtoon sul-coreana de Joo Dong-geun, a produção se passa em um universo alternativo onde uma epidemia fatal começa a se espalhar em uma escola, transformando os estudantes em zumbis. Encurralados, os poucos alunos restantes fazem o possível para sobreviver ao vírus mortal.

All of Us Are Dead está disponível na Netflix.

Sweet Home

 

Seguindo a vibe de horror de Alice in Borderland, a série coreana Sweet Home conquistou o público da Netflix em 2020 com uma trama intensa envolvendo monstros e lutas por sobrevivência, este último sendo um elemento bastante presente na série japonesa dos jogos mortais.

Em Sweet Home, acompanhamos a jornada de um jovem atormentado por uma tragédia que, juntamente com seus vizinhos, faz o possível para sobreviver em um mundo onde os seres humanos estão se tornando monstros selvagens.

Sweet Home está disponível na Netflix.

O 19º Andar

 

O programa chinês O 19º Andar também é uma boa pedida para quem gosta de Alice in Borderland. Inspirada no romance escrito por Cai Jun, a série segue a história de uma universitária que, após sofrer um acidente de ônibus, acorda em um prédio assombrado com os colegas de classe.

Em meio à confusão, ela logo descobre que foi parar em um aterrorizante jogo de realidade virtual que a força a completar os níveis do game para salvar a vida dos estudantes na vida real.

O 19º Andar está disponível no Viki.

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Quantos anos os personagens principais de Resident Evil terão em Requiem?

A maior franquia de games de terror, Resident Evil, completa 30 anos em março de 2026. Quase um mês antes, a série ganhará um novo episódio principal, RE Requiem, trazendo uma nova protagonista e o retorno do favorito dos fãs: Leon S. Kennedy. A nova trama se passará em 2028, três décadas depois da tragédia em Raccoon City, onde tudo começou.

Até o momento, Chris Redfield é o único personagem principal que seguiu com sua história para além de 2015 e os acontecimentos do último longa, Death Island. Ele apareceu em Resident Evil 7 e Village, que se passam em 2017 e 2021, respectivamente. A partir do ano que vem, saberemos mais sobre Leon em Requiem.

Vamos dar uma olhada em quantos anos cada um dos personagens principais, entre outros menores que são jogáveis, terá em 2028, ano em que se passa o próximo game, que sai em 2026, ano em que a franquia completa 30 anos também. Boa jogada com os números, Capcom.


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Idades dos personagens de Resident Evil em 2028

Os personagens principais de Resident Evil nasceram na década de 1970, então quase todos eles já passaram dos 50. Outros menores são mais velhos e alguns mais novos. Com isso em mente, nos 30 anos da franquia, eles terão (por ordem de idade):

  • Barry Burton (1960) – 68 anos
  • Billy Coen (1972) – 56 anos
  • Chris Redfield (1973) – 55 anos
  • Jill Valentine (1974) – 54 anos
  • Ada Wong (1974) – 54 anos
  • Leon Kennedy (1977) – 51 anos
  • Carlos Oliveira (1977) – 51 anos
  • Claire Redfield (1979) – 49 anos
  • Rebecca Chambers (1980) – 48 anos
  • Ashley Graham (1984) – 44 anos
  • Sherry Berkin (1986) – 42 anos
  • Sheva Alomar (1986) – 42 anos
  • Helena Harper (1989) – 39 anos
  • Jake Muller (1992) – 36 anos
  • Moira Burton (1991) – 35 anos
Personagens de Resident Evil
Barry Burton em Resident Evil Revelations 2 (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Billy Coen em Resident Evil Zero (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Chris Redfield em Resident Evil Village (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Jill Valentine em Resident Evil Death Island (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Ada Wong em Resident Evil 6 (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Leon Kennedy em Resident Evil Death Island (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Carlos Oliveira em Resident Evil 3 Remake (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Claire Redfield em Resident Evil Death Island (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Rebecca Chambers em Resident Evil Death Island (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Ashley Graham em Resident Evil 4 Remake (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Sherry Birkin em Resident Evil 6 (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Sheva Alomar em Resident Evil 5 (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Helena Harper em Resident Evil 6 (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Jake Muller em Resident Evil 6 (Reprodução)
Personagens de Resident Evil
Moira Burton em Resident Evil Revelations 2 (Reprodução)

É muito improvável que personagens de menor participação, como Billy (RE Zero), Barry e sua filha Moira (RE Revelations 2), Carlos (RE3), Ashley (RE4), Sheva (RE5), Helena e Jake (RE6) reapareçam em Requiem ou mesmo nos próximos jogos.

Sobre os personagens principais, com exceção de Chris, suas últimas aparições conhecidas acontecem em São Francisco, California, e na ilha/prisão de Alcatraz em 2015 no filme Resident Evil: Death Island, que saiu em 2023. A maioria deles estava com idades próximas dos 40 anos, apesar de não parecerem. Redfield já está aparentemente mais velho em RE Village, então dá para esperar o mesmo do restante dos heróis, exceto por Jill, que envelhece lentamente por causa do T-Virus injetado nela por Wesker nos acontecimentos de RE5.

Veja mais do CTUP:

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O que é Aprendizado Guiado? Veja como ativar o tutor de estudos do Gemini

O aprendizado guiado do Gemini funciona como um tutor de inteligência artificial que te acompanha nos estudos de qualquer assunto. Ele dá informações, faz perguntas, propõe exercícios e oferece feedback imediato para ajudar você a entender o conteúdo.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é o Aprendizado Guiado no Google Gemini?
  • Como funciona o Aprendizado Guiado?
  • Como usar o recurso de Aprendizado Guiado do Gemini?
  • 6 dicas para aproveitar melhor o recurso

O que é o Aprendizado Guiado no Google Gemini?

O aprendizado guiado do Gemini é um recurso que ajuda você a desenvolver novas habilidades com suporte direto da IA.


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Ele funciona como um tutorial interativo, no qual o Gemini conduz cada etapa do processo, seja para aprender um idioma, melhorar a escrita ou explorar outros temas.

Como funciona o Aprendizado Guiado?

O aprendizado guiado funciona como um tutor de IA que conversa com você para garantir que entenda o conteúdo, em vez de apenas receber uma resposta pronta.

O Gemini divide assuntos complexos em partes menores e conduz cada etapa, faz perguntas e estimula o raciocínio. Dessa forma, você compreende a resposta e entende o “como” e o “porquê” de cada conceito.

Ele também se adapta ao seu ritmo e às suas necessidades. Para isso, analisa seu progresso e ajusta as explicações ao seu nível de conhecimento, evitando que o estudo fique cansativo ou difícil demais.

Como usar o recurso de Aprendizado Guiado do Gemini?

Para usar o modo de Aprendizado Guiado do Gemini é super fácil:

  1. Abra o Gemini (Web | Android | iOS);
  2. Nos modos, selecione “Aprendizado Guiado”;
  3. Faça perguntas sobre o tema que deseja estudar.
    Gemini no celular
    Com o Aprendizado Guiado do Gemini, dá para estudar com apoio de um tutor de IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

6 dicas para aproveitar melhor o recurso

Confira 6 dicas para aproveitar melhor o Aprendizado Guiado do Gemini nos seus estudos:

  1. Envie comandos claros e específicos;
  2. Interaja e faça perguntas;
  3. Use recursos externos;
  4. Responda com atenção;
  5. Peça explicações alternativas;
  6. Faça quizzes ou exercícios para testar seu progresso.

1. Envie comandos claros e específicos

Quanto mais detalhes você der no começo, melhor será a resposta do Gemini. Em vez de apenas dizer “Quero aprender sobre programação“, experimente algo mais específico, como:

  • “Quero um aprendizado guiado para iniciantes em Python. Me ajude a entender os conceitos de loops e condicionais.”
  • “Crie um plano de estudo guiado sobre a história do Egito Antigo, focando nas dinastias e na construção das pirâmides.”

2. Interaja e faça perguntas

Não espere o Gemini te guiar por conta própria. Participe ativamente do processo. Quando algo não estiver claro, pergunte. Essa interação constante ajuda o Gemini a ajustar o ritmo e o conteúdo para atender às suas necessidades.

3. Use recursos externos

O Gemini pode te ajudar a estudar materiais que você já tem. Se você tem um conjunto de anotações, um artigo ou um livro didático, você pode anexá-los.

4. Responda com atenção

O aprendizado guiado não é um jogo de adivinhação. O Gemini fornece informações e, em seguida, faz perguntas para testar sua compreensão.

Por isso, dedique tempo para pensar sobre cada pergunta antes de responder, pois suas respostas direcionam o fluxo da conversa.

5. Peça explicações alternativas

Se o Gemini explicar algo que você não entender totalmente, não continue. Peça uma nova explicação, pois isso vai te ajudar a entender melhor o assunto antes de seguir para o próximo tópico.

6. Faça quizzes ou exercícios para testar seu progresso

O Gemini pode criar exercícios e quizzes sobre o que você está estudando, o que contribui para fixar o conteúdo e mostrar o que você precisa revisar. Ele também dá feedback imediato e explica por que suas respostas estão certas ou erradas.

Confira outros conteúdos do Canaltech:

VÍDEO: O Gemini é muito bom (e isso é um problema)

 

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Quanto ganha um Uber alugando carro? Saiba se vale a pena

A procura por renda extra fez com que o número de pessoas cadastradas para trabalhar em aplicativos de transporte, como o Uber, “estourasse” no Brasil. As dúvidas sobre a jornada nas ruas, porém, são muitas e uma das principais diz respeito ao carro, principal ferramenta de trabalho nessa categoria.

Muita gente questiona se vale a pena colocar o veículo próprio na rua ou, então, trabalhar alugando um carro. Nesse segundo cenário, a pergunta que é mais comum é sobre quanto ganha um Uber alugando carro.

Se você também está de olho nessa carreira para alavancar a renda mensal e quer saber mais detalhes, fique tranquilo, pois o CT Auto vai elencar quanto custa, em média, alugar um carro para trabalhar como Uber.


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Abordaremos também pontos específicos sobre quem optar pelo aluguel, principalmente em relação à quilometragem. Será que há limite mensal para rodar e, se houver, compensa mais escolher um carro com quilometragem livre? Confira a seguir.

Quanto ganha um Uber alugando carro (Imagem: Isaac Mitchels/Pexels/CC)

Uber: quanto custa o aluguel mensal e o que está incluso?

De acordo com as pesquisas que fizemos, o custo médio para alugar um carro para Uber gira em torno de R$ 500 a R$ 700 por semana, mas isso depende da empresa que está locando e, claro, do modelo do carro escolhido.

O contrato de aluguel oferece ao motorista contratante seguro, manutenção e, às vezes, quilometragem livre, o que é um ponto bastante atrativo. Mesmo assim, começar o mês “devendo” entre R$ 2,5 mil e R$ 3,5 mil é uma pressão a mais para quem optou pelo Uber como renda extra.

O aluguel, portanto, parece mais vantajoso para quem tem o Uber como atividade principal, já que, se rodar o “dia todo”, é possível conseguir ganhar o suficiente para bancar os custos contratuais e ainda uma boa renda líquida.

Motorista tem que “ralar muito” pra tirar o dinheiro do aluguel no Uber (Dursun Yartasi/Pexels/CCC)

No caso de trabalhar somente meio período, o custo do aluguel pode não compensar, já que será preciso pegar muitas viagens em um tempo menor para fazer o trabalho valer a pena.

Quanto ganha um Uber alugando carro?

Diante dos números apresentados acima, dá para dizer que em algumas das principais metrópoles do país, como São Paulo, local em que a demanda pelos serviços de aplicativo de transportes é grande, um Uber pode, sim, tirar um salário interessante, mesmo alugando carro.

Se considerarmos que é possível faturar, bruto, até R$ 2,5 mil por semana, ao descontar os custos com combustível e taxas do aplicativo, já que os demais gastos estão previstos no contrato de aluguel, o motorista pode chegar a faturar até R$ 1,2 mil por semana, o que representa um salário líquido de R$ 4,8 mil por mês.

Vale ressaltar que esses números representam os possíveis ganhos de um motorista que rode pelo menos 80 horas por semana, ou seja, cerca de 12 horas por dia (com uma jornada menor no domingo).

Carro alugado em Uber tem limite de quilometragem?

Na verdade, ao alugar um carro para trabalhar como Uber o motorista pode optar por dois tipos de contrato: o que estipula um limite de quilometragem mensal e o chamado “quilometragem livre”, que costuma ser mais caro, mas menos “preocupante”.

No caso do aluguel com limite de quilometragem, as locadoras oferecem planos com franquias entre 1.000 km e 5.000 km, com custos adicionais quando eles são estourados. É de praxe também que os contratos englobem seguro, manutenção preventiva, IPVA, licenciamento e troca grátis, em caso de pane.

A opção por quilometragem livre, por sua vez, tem uma série de vantagens. Entre elas, podemos destacar:

  • Maior liberdade: o motorista não precisa se preocupar em pegar sempre a rota mais curta, pois não pagará excedente por ultrapassar a franquia;
  • Previsibilidade: esse tipo de contrato é melhor para quem não quer esquentar a cabeça sabendo quanto vai pagar no fim do mês, pois o valor é fixo.

Enfim, para saber se vale a pena trabalhar como Uber alugando carro e qual o tipo de contrato é mais vantajoso entre o que oferece quilometragem livre e o que estabelece um limite mensal, a melhor dica é: coloque na ponta do lápis a média semanal que você roda com o carro e, se ela ficar a maior parte do tempo acima da franquia contratual, opte pela quilometragem livre.

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Lançamentos de outubro no Apple TV+ passam por O Ônibus Perdido e Fortuna

Quem é assinante do Apple TV+ já pode começar a se planejar, pois em outubro chegam várias novidades à plataforma, como documentários biográficos e sobre o mundo da gastronomia, além de filmes e temporadas de séries bastante aguardadas.

Um desses títulos muito esperados é O Ônibus Perdido, filme de drama e sobrevivência com Matthew McConaughey (Interestelar) e America Ferrera (Barbie) que teve até mesmo um lançamento limitado nos cinemas americanos. Baseado em um livro de não ficção, o longa conta a história de um motorista de ônibus que precisa conduzir um grupo de crianças e sua professora em meio a um incêndio mortal.

Quem também promete dar o que falar esse mês no streaming é Fortuna, série de comédia protagonizada por Maya Rudolph (Missão Madrinha de Casamento) que chega agora à sua terceira temporada. Com dez novos episódios, a produção terá os dois primeiros lançados em 15 de outubro no serviço, enquanto os outros chegam um por semana, sempre às quartas-feiras.


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Tudo o que chega em outubro ao Apple TV+

Veja como fica o calendário com todas as estreias do período.

03/10

  • O Ônibus Perdido – Filme
  • As Irmãs Grimm – Série animada

10/10

  • A Última Fronteira – Série
  • Na Ponta da faca: Buscando Estrelas Michelin – Docusérie

15/10

  • Fortuna – Temporada 3

24/10

  • Stiller e Meara: Nada Está Perdido – Documentário biográfico

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Diella | Ministra gerada por IA vai supervisionar compras públicas na Albânia

A Albânia anunciou que uma ministra gerada por inteligência artificial (IA) será responsável pela supervisão das contas públicas do país. O nome dela é Diella, que significa “Sol” em albanês.

Com a incorporação de Diella ao cargo, a Albânia se torna o primeiro país do mundo a ter um “ministro criado por IA”.

O anúncio foi feito por Edi Rama, primeiro-ministro da Albânia, durante uma assembleia do Partido Socialista realizada em Tirana, capital do país, 11 em setembro de 2025. No evento, o premiê informou quais ministros seriam demitidos e quais permaneceriam em seu governo por mais um mandato — além de apresentar a única integrante não humana.


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“Diella é o primeiro membro que não está fisicamente presente, mas foi criado virtualmente por inteligência artificial”, declarou Rama aos membros do partido.

O primeiro-ministro afirmou que Diella será a “servidora das compras públicas” e destacou que as decisões relacionadas a licitações serão retiradas dos ministérios tradicionais e repassadas à IA, marcando um passo contra a “rigidez na administração”.

Segundo Rama, a transição será gradual, mas terá como objetivo tornar as licitações públicas do país “100% incorruptíveis”.

Primeiro discurso de Diella

O primeiro discurso de Diella diante dos parlamentares albaneses ocorreu em 18 de setembro. Nele, a IA afirmou que seu objetivo não é substituir os humanos, mas sim apoiá-los.

“Alguns me chamaram de inconstitucional porque não sou um ser humano. Deixe-me lembrar: o verdadeiro perigo para as Constituições nunca foram as máquinas, mas as decisões desumanas daqueles que estão no poder”, disse a ministra em sua fala inaugural.

Diella não foi recebida com entusiasmo por todos os políticos do país. Sali Berisha, membro do Partido Democrático da Albânia e ex-primeiro-ministro, afirmou que o único objetivo da adoção da IA em um cargo público é “chamar a atenção”.

Berisha acrescentou que a nomeação é inconstitucional e que pretende levar o caso ao Tribunal Constitucional do país.

Diella
Diella e Edi Rama participando online da conferência Future Investment Initiative (Reprodução/Instagram @ediramaal)

“Velha conhecida” dos albaneses

Apesar de soar como novidade no cenário internacional, o anúncio não surpreendeu totalmente os cidadãos da Albânia. Isso porque eles já tinham contato com a IA — apresentada em trajes tradicionais albaneses — desde janeiro de 2025.

Foi quando Diella passou a atuar como assistente virtual na plataforma governamental e-Albania. Desde então, a IA fornece respostas em texto e voz no site, ajudando cidadãos a executar cerca de 95% dos serviços burocráticos de forma digital.

Ela foi criada pela Agência Nacional para a Sociedade da Informação da Albânia (AKSHI), com base no serviço Azure OpenAI da Microsoft.

O lançamento foi anunciado por Rama em sua conta oficial no Facebook (facebook.com), acompanhado de um vídeo de apresentação da assistente virtual.

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VÍDEO | A IA VAI SUBSTITUIR OS MÉDICOS?

 

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A invenção da minivan: como a Chrysler Caravan mudou o transporte familiar

Antes de 1984, as famílias nos Estados Unidos que precisavam de carros com bastante espaço tinham opções limitadas: as grandes e pesadas station wagons ou as vans comerciais adaptadas, ambas com sérios problemas em dirigibilidade e praticidade.

Foi nesse cenário que a Chrysler Corporation, sob a liderança de Lee Iacocca e Hal Sperlich, introduziu uma solução revolucionária: o segmento de minivans, com a Dodge Caravan e sua irmã, a Plymouth Voyager.

Nesse conteúdo especial, o CT Auto vai esmiuçar a engenharia, o design e o impacto que mudaram para sempre o transporte familiar nos EUA e no mundo.


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O projeto, internamente chamado de T-115, não apenas salvou a empresa, mas redefiniu o que um veículo familiar poderia ser.

 

O projeto T-115: a ficha técnica de uma revolução

A genialidade da primeira minivan da Chrysler estava em sua concepção, que combinava os melhores atributos de um carro de passeio com a utilidade de uma van. A base para essa inovação foi a plataforma “K” da Chrysler, a mesma usada em modelos compactos como o Dodge Aries e o Plymouth Reliant. Essa escolha foi fundamental para o sucesso do veículo.

As especificações-chave que definiram a primeira geração da Dodge Caravan e Plymouth Voyager incluíam:

  • Plataforma Monobloco (Unibody): Diferente das vans tradicionais construídas sobre chassi de caminhonete (body-on-frame), a construção monobloco proporcionava um rodar mais suave, maior rigidez estrutural e menor peso.
  • Tração Dianteira (FWD): A ausência de um eixo cardã permitiu a criação de um piso totalmente plano e baixo, facilitando a entrada e saída de passageiros e o carregamento de objetos.
    Porta Lateral Deslizante: Uma inovação crucial para a praticidade. A porta deslizante oferecia um acesso amplo ao banco traseiro, mesmo em vagas de estacionamento apertadas, uma vantagem imensa sobre as portas convencionais das station wagons.
  • Altura “Garageable”: O veículo foi projetado para caber em uma garagem padrão, um ponto de venda essencial que as vans de grande porte não conseguiam cumprir.
  • Motorização Transversal: Inicialmente equipada com motores de quatro cilindros, como o Chrysler 2.2L, a minivan oferecia um consumo de combustível razoável e desempenho adequado para o uso familiar. Posteriormente, um V6 da Mitsubishi foi adicionado como opção.

Análise de design e funcionalidade: por que a minivan funcionou

O sucesso da Caravan não foi um acaso, mas o resultado de um design focado em resolver problemas reais das famílias. A combinação de suas características técnicas resultou em uma experiência de uso superior a qualquer outra opção no mercado.

  • Versatilidade do Interior: O interior era o grande destaque. Com bancos traseiros removíveis, a minivan podia ser rapidamente convertida de um veículo de sete passageiros para uma van de carga com um piso plano e vasto. Essa flexibilidade era inédita.
  • Dirigibilidade de Automóvel: Ao utilizar a plataforma K-car, a Chrysler garantiu que a Caravan se comportasse na estrada como um carro de passeio, não como um utilitário pesado. A direção era leve, a suspensão era confortável e a manobrabilidade em ambientes urbanos era excelente. Isso atraiu consumidores, especialmente mulheres, que se sentiam intimidadas pelas grandes vans e station wagons.
  • Acesso e Visibilidade: A posição de dirigir mais elevada oferecia uma visão de comando da via, aumentando a sensação de segurança. O piso baixo e a porta deslizante tornavam a tarefa de acomodar crianças em cadeirinhas muito mais simples e segura do que se inclinar para dentro de um sedã ou station wagon.

 

Impacto no mercado e o legado para o transporte familiar

O lançamento da Dodge Caravan em 1984 foi um sucesso imediato e avassalador. A Chrysler vendeu mais de 200.000 unidades no primeiro ano, criando instantaneamente um segmento de mercado que ela dominaria por mais de uma década.

Além de tudo isso, a chegada da minivan decretou uma outra série de acontecimentos de extrema relevância no cenário automotivo, e não apenas nos Estados Unidos, mas em diversos centros importantes.

Os principais efeitos foram os seguintes:

  1. O Fim da Station Wagon: A minivan foi diretamente responsável pelo declínio acentuado das vendas de station wagons nos EUA. As famílias migraram em massa para a solução mais prática, espaçosa e versátil oferecida pela Chrysler.
  2. A Reação da Concorrência: Concorrentes como a Ford (com a Aerostar) e a General Motors (com a Chevrolet Astro) tentaram responder, mas seus primeiros modelos eram baseados em plataformas de tração traseira, resultando em um piso mais alto e menos espaço interior. Demorou anos para que alcançassem o design FWD superior da Chrysler.
  3. Legado Duradouro: Embora as vendas de minivans tenham diminuído com a ascensão dos SUVs e crossovers, seu DNA é visível em muitos desses veículos. A ideia de um interior versátil, plataforma de carro e foco no conforto familiar, popularizada pela Caravan, tornou-se um pilar do design automotivo moderno.

Em resumo, a Chrysler Caravan não foi apenas um carro; foi um marco cultural e de engenharia. Ao combinar uma plataforma de carro com um design de cabine avançada e funcionalidades centradas no usuário, como a porta deslizante e o piso plano, a Chrysler não só inventou a minivan, mas também estabeleceu um novo padrão para o transporte familiar.

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