Review Notebook MSI Prestige 16 AI+ Evo | Elegância, conforto e muita potência

Notebooks Copilot+ PC, geralmente, são máquinas com bom desempenho, mesmo os mais simples. Existem modelos topo de linha que oferecem o que há de melhor, como MSI Prestige 16 AI+ Evo equipado com um Core Ultra 9 285H, CPU Arrow Lake mobile de altíssimo desempenho, que recebemos da Intel para ver do que essa linha é capaz de fazer.

Apesar de o notebook aqui ser um aparelho de bastante qualidade, ele não é o nosso foco, já que não existe disponibilidade no varejo brasileiro até o momento desta publicação. Mesmo assim, vamos dar uma pincelada no que ele oferece, mas enfatizar o que a CPU da Intel consegue fazer, principalmente sem a tecnologia Hyper-threading, maior mudança da história dos processadores do Time Azul.

Prós

  • Ótima construção
  • CPU Core Ultra 9 285H muito potente
  • Leve e fino, mesmo com tela de 16
  • Teclado e touchpad confortáveis

Contras

  • Indisponibilidade no Brasil

Construção e design

O MSI Prestige 16 AI+ Evo é voltado para o meio corporativo, então ele tem um design bastante sóbrio e elegante, com carcaça feita com liga de alumínio, entregando um corpo bastante robusto, de qualidade e que não deixa manchas de dedos, o que é excelente para manter o bom visual do notebook.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Mesmo com uma tela grande de 16 polegadas, esse modelo é leve, pesando somente 1,5 kg e com apenas 18,95 mm de espessura, o que o torna fino também, embora não seja um ultrafino. As teclas e o touchpad têm ótima construção, além da tela de excelente qualidade, que juntas fazem de todo o conjunto algo bastante atraente.

O MSI Prestige 16 AI+ Evo é um modelo bem elegante (Foto: Raphael Giannotti/Canaltech)

Teclado e touchpad

Não recebemos especificações detalhadas da construção do teclado e touchpad desse notebook da MSI, e nem o site oficial entra em detalhes, mas posso afirmar que esses elementos são de qualidade e proporcionam conforto no uso.  

As teclas, com retroiluminação na cor branca, são espaçadas e existe até mesmo um teclado numérico, algo muito bem-vindo e que tem se tornado cada vez mais ausente em modelos que focam em tamanhos menores. O touchpad é bem grande e o dedo desliza muito bem. Eu sou usuário hardcore de PC de mesa, então mouse pra mim é essencial, mas consegui usar o pad do MSI Prestige 16 AI+ Evo com tranquilidade.

“Com um Intel Core Ultra 9 285H, você consegue desempenhar bem qualquer tarefa.”

— Raphael Giannotti

Portas e conectividade

Como a maioria dos Copilot+ PCs, esse modelo da MSI também oferece poucas portas USB. As duas portas USB-C Thunderbolt 4 (com suporte a DisplayPort e carregamento), USB 3.2 Gen 2 e HDMI 2.1 ficam na parte de trás do notebook. Em um dos lados, temos um leitor de cartão, RJ 45 e conector de áudio. A escolha pelas principais conexões na parte de trás é algo positivo, já que não fica nada à mostra nas laterais. Mesmo assim, são poucas portas.

Em termos de conectividade, ele conta com o que existe de mais rápido. Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4 garantem o máximo de transferência de dados pela internet e entre dispositivos sem fio.

Há quem não goste de portas de conexão na parte traseira (Foto: Raphael Giannotti/Canaltech)

Tela e som

Esta linha de notebooks conta com um modelo com tela OLED, mas o que recebemos é equipado com painel IPS. Porém é uma tela de alta qualidade com resolução QHD+ (2560×1600). As cores são muito vivas e eu até achei que era OLED a princípio, tamanha a qualidade da imagem. Não existem informações se a MSI fez ajustes próprios nesse painel.

Por outro lado, ele é limitado a 60 Hz. Os Copilot+ PC que tive a oportunidade de testar, todos têm essa taxa de atualização de imagem. Mas algo negativo nesse caso é que o tempo de resposta não é bom, existe um certo atraso, e você percebe isso principalmente quando está usando uma tela bem superior, como um modelo da Alienware com painel QD-OLED e 240 Hz e 1 ms de tempo de resposta que tenho usado ultimamente aqui.

Em relação ao som, o MSI Prestige 16 AI+ Evo tem dois alto falantes de 2w, suficientes para entregar uma qualidade de som ok e com bom volume, principalmente em cima de uma mesa por conta da propagação do som. O som é limpo e não existem distorções.

Especificações

É aqui que esse notebook da MSI brilha. O Intel Core Ultra 9 285H faz toda a diferença. É um processador de 16 núcleos sem hyper-threading, divididos em 6 de performance, 8 eficientes e 2 de baixo consumo. Seu clock máximo é de 5,4 GHz e ele conta com 24 MB de cache. Ele opera com TDP base de 45w, mas chega a 115W quando exigido. 

Essa CPU é equipada também com gráficos integrados, Arc 140T baseada em Xe², com 8 núcleos Xe e suporte a ray tracing, além da NPU para IA, tecnologia que faz toda a diferença em um Copilot+ PC. O resto da configuração do modelo que recebemos conta ainda com 32 GB de memória LPDDR5X-8533 de altíssima velocidade, mas ela é soldada dentro do processador. Ou seja, nada de upgrade nesse aspecto aqui.

Especificações completas do MSI Prestige 16 AI Plus Evo

  • CPU: Intel Core Ultra 9 285H (16 núcleos)
  • GPU: Arc 140T (8 núcleos Xe² a 2.35 GHz)
  • RAM: 32 GB LPDDR5X-8533 (soldado)
  • Armazenamento: 1 TB SSD NVMe PCIe Gen 4 (mais um slot para expansão)
  • Tela: 16 polegadas IPS, QHD+ (2560×1600), 60 Hz
  • Webcam: 5 MP (30fps@1944p), com redução de ruído 3D
  • Conectividade: 802.11 be Wi-Fi 7 e Bluetooth v5.4
  • Conexões: leitor de cartão SD, HDMI 2.1, RJ45, USB-A 3.2 Gen 2, 2x USB-C Thunderbolt (DisplayPort e energia)
  • Bateria: 99,9 Whr (4 células)
  • Carregador: (100W)
  • Dimensões: 358,4 x 254,4 x 16,85-18,95 mm
  • Peso: 1,5 kg

Recursos extras

O MSI Prestige 16 AI+ Plus Evo conta com sensores de proximidade, então a tela reage conforme a presença do usuário, desligando a tela com a ausência da pessoa. E falando nisso, a câmera consegue focar no seu rosto durante as videochamadas; com ajustes via IA, é possível ter uma imagem mais limpa com redução de ruídos.

Com o Windows Hello, é possível desbloqueá-lo com o rosto, ou também com a digital, o que é sempre bem-vindo. Caso queira usar o PIN tradicional também, a opção está lá. Com o MSI AI Engine, um software que já vem no notebook, é possível fazer ajustes interessantes em diferentes aspectos, como na bateria, por exemplo, fazendo com que o uso da máquina gaste menos energia.

Diferença de um MSI Prestige 16 AI+ Evo para um Dell XPS 2025 (Foto: Raphael Giannotti/Canaltech)

“Infelizmente, toda essa potência e elegância ainda não tem prazo para chegar ao Brasil”

— Raphael Giannotti

Bateria e temperatura

Aqui temos um resultado interessante, e ele está atrelado mais à eficiência do Core Ultra 9 285H do que à capacidade em si potência da bateria. Como a maioria dos Copilot+ PCs, o MSI Prestige AI+ Evo também faz bonito na autonomia de bateria. No uso normal do dia a dia, considerando 8 horas diariamente, você normalmente precisará carregá-lo somente no terceiro dia de uso.

Em nosso teste feito no Procyon, em que é simulado o uso do notebook com tarefas diferentes até exaurir a bateria, foi possível atingir quase 17 horas, que é equivalente a dois dias de trabalho normais. O teste é mais intenso, drena mais a bateria, mas em minha experiência foi possível chegar a cerca de 20 horas de autonomia, mesmo com videochamadas breves de vez em quando.

A MSI promete 25 horas de bateria ao reproduzir vídeos em 1080p, mas isso no modelo equipado com um Core Ultra 7 256V, 512 GB de armazenamento e 16 GB de RAM. Não foi divulgado qual a duração da bateria desse modelo que recebemos em testes internos da empresa.

Esse notebook da MSI conta com um sistema de refrigeração de uma fan somente. Geralmente, esse é o padrão em modelos que só contam com um chip, que é o caso aqui, já que não existe uma GPU dedicada. A temperatura máxima registrada foi de 84 graus ao rodar o teste Time Spy Extreme, que é uma situação extrema, longe dos 110 graus de limite térmico.

Apesar de ser uma temperatura bem abaixo do limite térmico, ela poderia ser melhor com um sistema de refrigeração com uma fan adicional, pelo menos. Isso nos leva a crer que em regiões mais quentes do Brasil, esse número pode subir facilmente. E aqui vale uma observação: essa temperatura foi alcançada em um dia com um friozinho de Curitiba.

Desempenho

Na linha HS, o Core Ultra 9 285HS é o modelo topo de linha. Um processador de 16 núcleos com a arquitetura mais recente da Intel, Arrow Lake, que oferece alto desempenho tanto em single-thread, em aplicações que fazem uso de um núcleo, mas principalmente em multi-thread.

Produtividade

Nessa bateria de testes, rodamos diversas aplicações que fazem uso intenso do processador simulando trabalhos como edição de foto e vídeo, além de testes de estresse com um núcleo e todos. O Intel Core Ultra 9 285H se saiu muito bem, superando todos os outros modelos de notebooks com mais foco em IA que já testamos aqui.

Inteligência Artificial

A bateria de testes com IA trouxe resultados curiosos. O Core Ultra 9 285H não consegue superar um Core Ultra 7 155H, CPU mais fraco e de geração passada. Não foi possível identificar algum tipo de anomalia acontecendo nesses testes, então fica difícil de entender o que aconteceu aqui.

Games

Rodamos o teste Night Raid do 3DMark, voltado para processadores com gráficos integrados mobile, para saber o potencial dessa CPU em jogos, embora esse não seja o foco desse tipo de notebook. Mesmo assim, o Intel Core Ultra 9 285H se mostrou muito promissor com o sua iGPU Arc 140T, assumindo a liderança em nossos testes.

Eu cheguei a brincar em alguns jogos mais pesados, como Marvel‘s Spider-Man, e foi possível chegar próximo de 60 FPS com o jogo rodando em 1600p, preset alto, mas com o uso do upscaling Intel XeSS. A experiência foi bem fluída e poderia ser melhor se a tela tivesse mais Hz e tempo de resposta menor.

Em jogos pesados, mas de anos atrás, essa CPU dá conta brincando. Jogo competitivos também não são um problema para esse modelo, embora esse tipo de jogo em 60 FPS não é o mais ideal. Ou seja, ainda dá para brincar nele depois de um dia de trabalho.

Armazenamento

Com suporte a PCIe 5.0, o SSD de 1 TB padrão do MSI Prestige AI Plus Evo entregou altas velocidade de escrita e leitura. No uso do dia a dia, isso se reflete em mais produtividade, porque o notebook realmente inicia o sistema e abre tudo muito rápido.

Concorrentes

Como este modelo de notebook da MSI não está disponível no Brasil, fica difícil indicar concorrentes. Outro agravante é a baixíssima oferta de notebooks com um Intel Core Ultra 9 285H, mas temos dois modelos interessantes, bem potentes, mas com preços acima de R$ 10.000 para indicar.

O primeiro deles é o ASUS Zenbook 14, notebook pequeno, com tela OLED de 14 polegadas e equipado com um Core Ultra 9 285H. Ele conta ainda com 32 GB de memória LPDDR5X de alta velocidade, e 1 TB de SSD PCIe 4.0. A Samsung promete até 18h com sua bateria de 65 Wh. Esse modelo está saindo por R$ 15.900 e não tem boa disponibilidade.

Compre o ASUS Zenbook 14 OLED

A segunda opção é o Samsung Galaxy Book4 Ultra, um notebook premium equipado com um Core Ultra 9 185H, antecessor da CPU do notebook do MSI, mas oferece ainda uma RTX 4070, excelente para jogos. Ele também conta com 32 GB de memória LPDDR5X e 1 TB de SSD PCIe 4.0. Esse modelo conta ainda com uma tela AMOLED, resolução 2880×1800 sensível ao toque e está saindo por cerca de R$ 12.500 à vista.

Compre o Samsung Galaxy Book4 Ultra

Vale a pena comprar o MSI Prestige 16 AI+ Evo?

Essa é uma pergunta difícil de responder por conta da indisponibilidade desse modelo no Brasil. O mesmo notebook, mas com um Core Ultra 9 185H, pode ser encontrado por mais de R$ 20.000 no varejo nacional. Com isso em mente, é possível que o novo modelo chegue por aqui custando até mais, algo totalmente fora da realidade.

Nos EUA, esse modelo tem saído por cerca de US$ 1.500. Caso tenha a oportunidade de comprá-lo lá fora, até indico, já que estamos falando de um notebook realmente potente, muito bem construído, confortável e elegante. Com um Core Ultra 9 285H, não tem o que você não consiga fazer em termos de processamento. E aliado à alta duração de bateria, algo proporcionado também pela CPU e otimizações da MSI, ele se torna ainda mais atraente.

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

6 recursos que existem no Google Pixel mas não estão em outros celulares Android

Os celulares da linha Google Pixel trazem uma interface padrão para o Android, o que em muitas vezes leva a chamá-los de “Android puro”. Por conta disso, alguns recursos são exclusivos dos modelos e não aparecem em outros aparelhos com o sistema do Google.

A linha Pixel não é vendida no Brasil, mas o Canaltech traz algumas ferramentas que só podem ser acessadas por lá. Confira:

5 recursos exclusivos dos celulares Google Pixel

A lista inclui:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

  1. IA para tirar dúvidas na Play Store
  2. Modos diferentes na câmera
  3. Mais opções de papel de parede 
  4. Pixel Screenshots (do 9 em diante)
  5. Recursos de IA
  6. Material 3 Expressive por toda parte

IA para tirar dúvidas na Play Store

Ao acessar a Play Store em um celular Pixel em inglês, é possível tirar dúvidas sobre apps com a IA do Google. A página de cada software mostra uma série de perguntas relacionadas para tomar a melhor decisão antes de baixar ou atualizar.

Play Store conta com assistente que tira dúvidas de apps(Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Modos diferentes na câmera

A Pixel Camera é conhecida como um dos principais aplicativos de câmera do Android pela quantidade de funções disponíveis. Um destaque é o modo de astrofotografia, no qual é possível tirar fotos de alta qualidade do céu e das estrelas com timelapse.

A câmera ainda conta com um recurso de longa exposição e permite salvar sequências de imagens, como acontece nas Live Photos do iPhone.

Câmera do Pixel tem modo para fotografar o céu (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Mais opções de papel de parede

O Android na linha Pixel traz opções diferentes para personalizar o papel de parede, incluindo um modo para criar imagens de fundo com IA. Além disso, é possível criar telas de bloqueio dinâmicas com fotos da galeria e até montar uma imagem estampada com seus emojis favoritos.

Versatilidade para escolher papel de parede é destaque (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Pixel Screenshots

Alguns celulares mais novos contam com o app Pixel Screenshots, uma plataforma para concentrar e facilitar o acesso aos prints de tela. A ferramenta permite criar coleções e organizar as capturas em diferentes categorias, separando o trabalho da galeria do Fotos. 

Recursos de IA

Os celulares ainda possuem com ferramentas próprias de IA generativa que seguem um caminho parecido com o Galaxy AI, da Samsung. É possível editar fotos rapidamente para remover objetos, traduzir em tempo real e até transcrever áudios gravados.

Transcrição de áudios faz parte do conjunto de ferramentas de IA (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Material 3 Expressive por toda parte

O visual Material 3 Expressive é um dos grandes destaques do Android 16 e já aparece em alguns aplicativos do Google. No entanto, como o Pixel não tem nenhuma interface adicional, toda a experiência no celular já possui o novo design.

Além de conferir todas as novas formas em ação, o Android deixa personalizar o sistema com diferentes paletas de cores.

A experiência completa do Material 3 Expressive pode ser acessada no Google Pixel (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Leia também:

VÍDEO: Google Pixel 9 Pro XL: Será que vale a pena importar?

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

As linguagens de programação mais usadas nas principais profissões de tecnologia

Entrar no mercado de tecnologia pode ser um desafio para quem está começando. Além de escolher a carreira, surge a dúvida: qual linguagem de programação estudar primeiro? Afinal, cada área tem suas ferramentas favoritas — e dominar a certa pode ser um diferencial.

Para ajudar, o Canaltech reuniu um guia com as profissões mais conhecidas do setor e as linguagens de programação mais utilizadas em cada uma delas.

Desenvolvedor Web

No coração da internet, os desenvolvedores web se dividem entre frontend (o que o usuário vê) e backend (o que roda nos servidores).


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Frontend: JavaScript é rei, com frameworks como React, Angular e Vue.

Backend: Python, PHP, Ruby, Java e o próprio Node.js (JavaScript no servidor) são os mais populares.

Essas linguagens são a base da web moderna, sustentando desde pequenos sites até grandes plataformas como redes sociais.

Cientista de Dados e Engenheiro de IA

Com a explosão da inteligência artificial, o cientista de dados se tornou uma das profissões mais cobiçadas.

Principais linguagens: Python, R e SQL.

Python é o queridinho graças a bibliotecas como Pandas, TensorFlow e Scikit-learn, que facilitam análise e machine learning. R ainda é muito usado para estatística aplicada.

Engenheiro de Software

Aqui entram os profissionais que criam sistemas robustos para bancos, indústrias e até games de alto desempenho.

Linguagens mais usadas: Java, C#, C++, Go e Rust.

Essas opções garantem performance, segurança e escalabilidade.

DevOps e Cloud

Quem trabalha com infraestrutura precisa de linguagens que automatizem tarefas e orquestrem ambientes em nuvem.

Mais usadas: Python, Go, Bash e até YAML (em scripts de infraestrutura).

Bom para a automação de servidores, pipelines e containers.

Desenvolvimento Mobile

Nos celulares, a escolha depende da plataforma:

  • Android: Kotlin e Java.
  • iOS: Swift.
  • Multiplataforma: Dart, com o framework Flutter.

Essas linguagens oferecem suporte nativo ou multiplataforma para aplicativos móveis.

Segurança da Informação

Na cibersegurança, entender o funcionamento interno dos sistemas é essencial.

Mais usadas: Python, C, C++, Assembly e JavaScript.

Boas para utomação de testes, análise qde exploits e engenharia reversa.

Desenvolvimento de Jogos

Aqui, performance é prioridade.

Linguagens favoritas: C++ (Unreal Engine), C# (Unity), Lua e Python.

Boas para suporte a engines gráficas e capacidade de rodar jogos complexos.

Engenharia de Dados (Big Data)

Na área de dados em larga escala, as ferramentas precisam lidar com bilhões de registros.

Mais usadas: SQL, Python, Scala e Java.

Boas para integração com plataformas como Spark e Hadoop.

Na dúvida, vai de Python 

Cada profissão na tecnologia tem um conjunto de linguagens que se destaca pela eficiência, suporte da comunidade e ferramentas disponíveis. A escolha certa depende do tipo de carreira que você quer seguir.

Se a dúvida persistir, uma boa dica é começar por Python — linguagem versátil, fácil de aprender e presente em várias áreas, da web à inteligência artificial.

Leia mais:

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

The Voice Brasil 2025: veja como será o +Voice, experiência estendida no Disney+

Estreia no dia 6 de outubro, a edição 2025 do The Voice Brasil, reality show musical agora transmitido pelo SBT, na TV aberta, e pelo Disney+, no streaming.

Com palco repaginado e uma mistura de novos e veteranos rostos compondo sua equipe de produção, o programa estreia no formato que já conhecemos, mas com uma novidade chamada +Voice, exclusiva para os assinantes do Disney+.

O que é o +Voice?

 

Embora todos os episódios do reality show sejam exibidos ao vivo e em simultâneo no Disney+ e no SBT, só no Disney+ o assinante terá o +Voice, uma experiência única complementar ao episódio.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Continuação direta das apresentações, esse conteúdo será exibido na plataforma logo após a transmissão ao vivo regular, e colocará técnicos, participantes e convidados especiais no palco do programa, revisitando os melhores momentos da noite.

Dessa maneira, os concorrentes poderão ver, em primeira mão, como se saíram em suas performances e receber críticas e comentários dos técnicos, além de intervenções do próprio Boninho, sobre o que já dominaram e o que podem melhorar.

Ainda no +Voice, os técnicos terão a difícil tarefa de eleger a “Voz da Noite”, título concedido ao participante que mais se destacou durante aquele episódio. Como prêmio, o escolhido terá sua música tocada na Rádio Disney, além de um reconhecimento que, por si só, já funciona como um grande incentivo na competição.

O +Voice conta ainda com apresentação exclusiva do artista convidado da semana, um representante do meio musical que vai contribuir com suas experiências na avaliação e trará ainda mais música e diversão ao reality. Na primeira fase do programa, estarão presentes como artistas convidados os músicos Gustavo Mioto, Rod Melim, Lauana Prado e MC Daniel.

Veja apresentador e técnicos da edição

Um dos reality shows mais populares do país, o The Voice Brasil 2025 contará com o retorno de Tiago Leifert no comando da atração. O apresentador, famoso por sua carreira no jornalismo esportivo e à frente do Big Brother Brasil, apresentou as nove primeiras temporadas do programa musical e retorna agora ao posto cinco anos depois.

Como já mencionado, Boninho atua como showrunner e co-produtor do reality, em seu primeiro trabalho desde que saiu da TV Globo – onde trabalhava há 40 anos – e chegou ao SBT.

O time do The Voice conta ainda com uma nova equipe de técnicos, formada por Mumuzinho, Matheus & Kauan, Duda Beat e Péricles, além da cobertura de bastidores feita por Gaby Cabrini.

O The Voice Brasil estreia em 06 de outubro no Disney+ e no SBT, com exibição sempre às segundas-feiras, 22h30. Para quem perder a transmissão, os episódios ficarão disponíveis também no catálogo do Disney+.

Leia também:

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Quais foram os acidentes aéreos mais fatais dos últimos anos? Veja lista

Os aviões são tão seguros que acidentes aéreos são extremamente raros. Entretanto, quanto estes eventos acontecem, resultam em grandes tragédias e deixam dezenas de vítimas. 

Acidentes aéreos rendem desfechos tão devastadores que há quem se pergunte se tais eventos vêm correndo com mais frequência — e, se este for seu caso, saiba que a resposta é um sonoro “não”. 

Segundo uma análise da BBC de voos nos Estados Unidos e no restante do mundo, a quantidade de acidentes aéreos nas últimas décadas vem diminuindo. Mesmo assim, vale recordar alguns dos acidentes mais fatais registrados nos últimos anos:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

1. Colisão aérea nos EUA 

Logo no início de 2025, um jato da American Airlines colidiu com um helicóptero Black Hawk, do exército norte-americano

 

As aeronaves caíram no rio Potomac, perto do aeroporto Ronald Reagan Washington. O acidente deixou 60 mortos.  

2. Acidente aéreo na Coreia do Sul

Em 2024, o voo 7C2216 partiu do aeroporto de Suvarnabhumi, perto de Bangkok, rumo ao Aeroporto Internacional Muan, na Coreia do Sul. Todos os passageiros e tripulantes morreram, marcando este como o acidente mais fatal da aeronáutica sul-coreana

 

As investigações do acidente mostraram que uma ave atingiu um dos motores do avião quando a aeronave se aproximava da pista.  

3. Acidente com aeronave Embraer

Também em 2024, um avião da Azerbaijan Airlines caiu perto da cidade de Aktau, no Cazaquistão, e deixou 38 mortos.

 

Segundo Ilham Aliyev, presidente do Azerbaijão, o acidente foi resultado de disparos acidentais da Rússia, que não confirmou a autoria de tais ataques. 

Leia também:

Vídeo: Aviões que são à prova de radar!

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Desmistificando o Doxxing: o que é, como funciona e como se proteger

Imagine que você engajou numa discussão online: alguém estava falando mal do seu time de futebol favorito ou da série que você gosta, e o papo acabou ficando acalorado. Saindo do campo das ofensas, no entanto, a outra pessoa vem e divulga seu endereço na internet, te dando um susto e qualificando uma ameaça. Isso, se você não sabia, tem nome: Doxxing.

A prática é criminosa e, resumidamente, significa a exposição pública de informações privadas de alguém na internet, sem consentimento. Há muitos aspectos envolvidos nesse crime, mas muitas vezes não é necessário ser um hacker para acessar tais dados e nem ter sido vítima de um vazamento.

Neste artigo, vamos explorar os detalhes do doxxing, como ele é feito e como se proteger quando se passa por isso.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Afinal, o que é Doxxing?

O termo, que vem do inglês, é uma redução da expressão “dropping dox”, que, por sua vez, já resume a frase “dropping documents”, ou, em tradução livre, “jogada de documentos”, como se alguém estivesse literalmente jogando suas informações ao público.

O doxxing é a publicização de dados privados sem consentimento, mas muitas vezes eles nem foram vazados por hackers, mas sim disponibilizados por você inadvertidamente, bastando buscas simples para achá-los (Imagem: Agence Olloweb/ Unsplash)
O doxxing é a publicização de dados privados sem consentimento, mas muitas vezes eles nem foram vazados por hackers, mas sim disponibilizados por você inadvertidamente, bastando buscas simples para achá-los (Imagem: Agence Olloweb/ Unsplash)

Ele nasceu no ambiente da internet, quando figuras públicas, como streamers e produtores de conteúdo, tiveram dados pessoais vazados e usados para atividades criminosas, como denúncias de crimes que não cometeram ou avisos falsos de incêndio em suas casas, por exemplo.

Por isso, quase sempre o doxxing possui objetivos maliciosos, como intimidação, assédio, humilhação ou silenciamento de indivíduos, uma forma de vingança pessoal ou cyberbullying. Geralmente, os dados vazados são:

  • Nome completo;
  • Endereço residencial;
  • Número de telefone;
  • Local de trabalho ou estudo;
  • Informações de familiares e amigos;
  • Fotos pessoais e privadas;
  • Endereços de e-mail e perfis privados em redes sociais.

Como os criminosos coletam as informações?

Embora o susto de ter dados vazados possa levar a vítima a crer que foi alvo de hackers poderosos, geralmente isso não é o caso. Os doxxers na maioria das vezes apenas sabem onde e como procurar informações que nós mesmos deixamos disponíveis na internet.

Os criminosos virtuais sabem onde procurar seus dados, podendo usar ferramentas governamentais, registros de imóveis e processos judiciais para encontrar detalhes da sua vida (Imagem: Divulgação/ Canva)
Os criminosos virtuais sabem onde procurar seus dados, podendo usar ferramentas governamentais, registros de imóveis e processos judiciais para encontrar detalhes da sua vida (Imagem: Divulgação/ Canva)

Para começar, já é possível saber muito só de olhar para perfis abertos em redes sociais, analisando suas fotos, marcações, lista de amigos e informações biográficas, por exemplo.

Registros públicos, como os guardados por sites governamentais, registros de imóveis e processos judiciais também podem incluir dados que achamos não estarem assim tão públicos. Com engenharia social, doxxers também conseguem enganar a vítima ou seus conhecidos para que compartilhem informações pessoais importantes, usadas para esse tipo de ameaça.

Por fim, técnicas mais complexas podem incluir rastreamento do endereço de IP, que pode ter sido divulgado em fóruns, jogos online ou sites não seguros, revelando sua localização geral.

Vazamentos de dados também podem acabar expondo e-mails e senhas que você usou para acessar alguns serviços. Algumas empresas vendem legalmente informações de usuários para fins de marketing, mas estes podem acabar interceptados, caindo na mão dos criminosos.

Como se proteger de doxxing

Para evitar que seus dados acabem na mão de doxxers, você pode tomar algumas precauções, buscando ativamente e restringindo o acesso às suas informações.

Revise suas redes sociais, só deixando seus dados disponíveis para amigos próximos e familiares — também evite postar fotos com detalhes da sua localização e família (Imagem: Kon Karampelas/Unsplash)
Revise suas redes sociais, só deixando seus dados disponíveis para amigos próximos e familiares — também evite postar fotos com detalhes da sua localização e família (Imagem: Kon Karampelas/Unsplash)

Para começar, calha “auditar” suas redes sociais, revisando as configurações de privacidade: convém só deixar visíveis dados como nome completo, endereço e e-mail para familiares e amigos próximos, além de restringir fotos que mostrem local de trabalho, família ou sua localização em tempo real. Sempre poste depois que você já saiu do local.

Outra prática interessante é o “egosearch”, quando você procura seu próprio nome na internet: ao invés de fazer isso pela vaidade, no entanto, busque ver periodicamente quais informações sobre você estão públicas, podendo ter sido divulgadas por aplicativos, sites e contas que você nem lembrava que tinha.

Ao achar coisas pessoais, vale ir até o site do serviço e restringir a disponibilidade das informações ao público. Também convém separar a vida pessoal da social, usando e-mails diferentes: um para redes sociais, outro para compras online, mais outro para atividades profissionais. Nessas e em outras contas, também use sempre senhas fortes e únicas, autenticação de dois fatores e PINs.

Vale ainda cuidar para não cair em golpes de phishing, desconfiando de e-mails suspeitos e anexos estranhos que levam ao compartilhamento de dados pessoais. Caso você ainda esteja preocupado com o vazamento do seu IP, use uma VPN, já que o serviço mascara seu endereço e dificulta saber sua localização.

Fui vítima de doxxing: o que fazer?

O pior aconteceu e você foi vítima de doxxing. A primeira coisa a se fazer, no entanto, é não entrar em pânico: depois disso, aja rápido, mas com calma, garantindo que você vai tomar as decisões corretas para resolver o problema. Documente todo o incidente com prints das publicações, comentários e mensagens com os dados vazados e as ameaças, salvando também os links. Tudo vai servir como prova.

A maioria das redes sociais possui ferramentas de denúncia contra assédio e exposição de dados: informe as redes sobre o caso (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)
A maioria das redes sociais possui ferramentas de denúncia contra assédio e exposição de dados: informe as redes sobre o caso (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Em seguida, denuncie — as redes sociais onde os dados e ameaças foram publicados, como Facebook, Instagram ou X possuem ferramentas para reportar doxxing e a maioria inclui políticas contra assédio e exposição de dados, mesmo que não usem o termo. Também tranque suas contas, deixando tudo privado, e altere imediatamente as senhas, fortalecendo a privacidade dos perfis online.

Também avise sua rede de contatos, como amigos, familiares e seu empregador, já que eles também podem acabar sendo contatados ou se tornarem alvos da atividade, bem como serem visados como vítimas de golpe usando seus dados para ganhar credibilidade.

Por fim, abra um boletim de ocorrência, levando todas as provas coletadas para uma delegacia — preferencialmente uma especializada em crimes cibernéticos —, dado que doxxing é crime.

O doxxing é uma ameaça real, assim como outros perigos mais conhecidos da internet, como o phishing e os inúmeros tipos de hacking por aí, mas, como sempre, a prevenção é a melhor defesa.

Fazer uma “higiene digital” de forma consciente não é paranoia, mas sim uma proteção tomada contra os perigos do mundo virtual moderno. Tome controle dos seus dados: isso vai proteger você, seus familiares e amigos e dar mais segurança na sua vida digital.

Confira também:

VÍDEO | Fique atento! Correios emitem alerta sobre possível exposição de dados. Saiba como se proteger.

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Empresa chinesa cria humanoides muito realistas — vídeos parecem feitos por IA

Uma startup chinesa chamada AheadForm atraiu olhares por desenvolver rostos robóticos que parecem saídos de filmes de ficção científica. Vídeos mostrando seus modelos viralizaram nas redes sociais, confundindo muita gente que acreditou se tratar de criações geradas por inteligência artificial. O destaque é o módulo conhecido como “Only Head”, uma cabeça equipada com 25 micromotores responsáveis por simular expressões humanas de forma extremamente realista.

O sistema possibilita sorrisos, piscadas e até olhares curiosos, reproduzindo emoções de maneira quase natural. O robô também conta com câmeras integradas nas pupilas para percepção visual e microfones que permitem interação em tempo real. Segundo a fabricante, a tecnologia pode ser usada em pesquisas de interação humano-robô, estudos de IA emocional e até em exposições ou entretenimento.

 

Linha de humanoides “Elf” e “Xuan”

A AheadForm também apresentou uma série de robôs chamada Elf, caracterizada pelo uso de pele biônica, expressões faciais detalhadas e movimentos oculares sincronizados com a fala. Outro modelo divulgado foi o Xuan, um humanoide de corpo inteiro com aparência inspirada em elfos, capaz de perceber o ambiente, aprender com interações e se comunicar de forma fluida.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Esses resultados são possíveis graças a motores de alta precisão e operação silenciosa, que oferecem respostas rápidas e baixo consumo de energia, elementos fundamentais para tornar os robôs mais autônomos e eficientes.

 

O futuro dos humanoides

De acordo com o fundador da startup, Hu Yuhang, dentro de dez anos será possível interagir com robôs quase tão naturalmente quanto com humanos. Já em 20 anos, eles poderão andar e executar tarefas de forma semelhante às pessoas.

Embora o mercado atual ainda esteja mais voltado para robôs voltados à produtividade, como os modelos da Tesla, a criação de humanoides com expressões realistas pode revolucionar áreas que vão além do entretenimento como saúde, educação, cuidados a idosos e até terapias.

Leia também:

VÍDEO | ROBÔ CABELEIREIRO

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

5 filmes brasileiros de terror para assistir no streaming

Não é de hoje que o terror vem aparecendo com uma maior frequência em produções nacionais. Embora ainda seja um tanto quanto tímido por aqui, o formato reforça um lado mais sombrio e macabro da nossa ficção, cujo grande destaque sempre esteve nas mãos de José Mojica Marins (À Meia-Noite Levarei Sua Alma), o nosso inesquecível Zé do Caixão.

Mas o gênero não fica restrito às obras do eterno Mojica. Afinal, o gênero tem ganhado uma força maior ao longo dos últimos anos, trazendo narrativas igualmente interessantes e assombrosas com um diferencial importante: elas são nossas.

Filmes brasileiros de terror para assistir

Provando que o cinema brasileiro tem de tudo um pouco, o Canaltech selecionou 5 filmes nacionais de terror que estão disponíveis no streaming. Se você curte o gênero, então não pode perder de vista as seguintes produções:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

  • O Animal Cordial (2017)
  • As Boas Maneiras (2017)
  • À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964)
  • A Sombra do Pai (2018)
  • Abraço de Mãe (2024)

O Animal Cordial

Um dos filmes nacionais de terror mais comentados dos últimos anos, O Animal Cordial é um ótimo expoente do gênero por aqui. Dirigido por Gabriela Amaral Almeida (A Sombra do Pai), o longa tem grandes nomes da indústria brasileira no elenco, como Murilo Benício (Avenida Brasil), Camila Morgado (Bom Dia, Verônica) e Humberto Carrão (Vale Tudo).

Na trama, conhecemos Inácio (Murilo Benício), um homem que comanda um restaurante de jeito controlador, algo que acaba gerando atritos com os funcionários. Quando o estabelecimento é assaltado no meio da noite, Inácio faz o que pode para sair com vida da situação, juntamente com os colegas de trabalho e os clientes que ainda estão no local, mas as coisas logo tomam proporções desesperadoras.

 

O Animal Cordial está disponível para streaming no Globoplay e no Telecine.

As Boas Maneiras

Com Marjorie Estiano (Sob Pressão) no elenco, o filme As Boas Maneiras também é mais uma ótima pedida para quem quer desbravar o terror nacional. A produção tem comando dos diretores Juliana Rojas (Cidade; Campo) e Marco Dutra (Enterre Seus Mortos), além de também contar com a atriz Isabél Zuaa (Joaquim) no time.

 

No filme, acompanhamos a jornada de Clara (Zuaa), uma enfermeira solitária que é contratada para cuidar do filho que ainda não nasceu de Ana (Marjorie Estiano), uma mulher rica e bastante misteriosa. As duas acabam formando um laço forte de amizade, mas Clara logo descobre que existe um segredo terrível por trás do nascimento da criança.

As Boas Maneiras está disponível para streaming no Reserva Imovision.

À Meia-Noite Levarei Sua Alma

 

Clássico do cinema brasileiro, À Meia-Noite Levarei Sua Alma foi um marco da indústria nacional que segue, até os dias de hoje, como um dos filmes mais influentes e importantes do nosso cinema. Além de ajudar a imortalizar o nome de José Mojica Marins, o longa também foi o responsável por fazer muita gente dormir de luzes acesas na década de 1960.

A trama do filme conta a história de Zé do Caixão (José Mojica Marins), um coveiro sádico e cruel que está em busca da mulher perfeita para lhe dar um herdeiro, já que sua esposa não consegue engravidar. Disposto a tudo, ele logo descobre que o mundo dos mortos também faz o necessário para cobrar o seu preço.

À Meia-Noite Levarei Sua Alma está disponível para streaming no Globoplay e no Telecine.

A Sombra do Pai

 

Mais um filme nacional que aproveita as possibilidades do gênero para entregar uma história macabra é A Sombra do Pai. Sob comando da diretora Gabriela Amaral Almeida, um nome forte do formato no Brasil, o longa tem Luciana Paes (O Animal Cordial) e Dinho Lima Flor (Carvão) no elenco.

Já o enredo segue a trajetória de uma garota que se vê obrigada a tomar conta da própria casa quando o pai adoece misteriosamente. Com a mãe morta, ela faz o que pode para sobreviver, mas acontecimentos inexplicáveis no lar acabam alterando a ordem das coisas de maneira macabra.

A Sombra do Pai está disponível para streaming no Looke.

Abraço de Mãe

Outro filme de terror para quem gosta do gênero e do trabalho da atriz Marjorie Estiano é Abraço de Mãe. Lançado em 2024, o longa tem direção de Cristian Ponce (História do Oculto) e ainda conta com Chandelly Braz (Raul Seixas: Eu Sou) no elenco.

Situado na década de 1990, no Rio de Janeiro, Abraço de Mãe acompanha uma equipe de bombeiros que é enviada a um asilo que corre o risco de desabar em meio a uma das maiores tempestades tropicais da cidade. Chegando lá, eles descobrem que os misteriosos habitantes do local tem outros planos em mente, o que leva o grupo a passar pela noite mais sombria de suas vidas.

 

Abraço de Mãe está disponível para streaming na Netflix.

Leia também:

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

O que é um jogo survival horror?

Imagina você entrando em uma mansão estranha, no meio do nada. Durante a exploração do local, você entra em uma sala com uma pessoa agachada lanchando um corpo estirado no chão. A criatura se vira, olha para você e começa a persegui-lo. Essa, talvez, é a cena mais icônica da história do gênero survivor horror que acontece no primeiro Resident Evil, game lançado há quase 30 anos.

Survival horror é como se fosse um gênero mestre, macro, com diferentes variações dentro dele. Mas, em geral, não se trata somente de jogos que querem assustá-lo, mas fazê-lo sobreviver com escassez de recursos, principalmente no que diz respeito a formas de se defender como armas e curas, e no controle de um personagem frágil.

Neste artigo, vamos explicar como surgiu o gênero amado por muitos, o primeiro jogo que abriu o caminho, sua evolução e recomendações de títulos icônicos que precisam ser jogados.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Como surgiram os jogos survival horror?

O primeiro a trazer uma nova ideia, às vezes, não é reconhecido por isso, e o reconhecimento fica para quem a implementou da melhor forma depois. Esse é o caso de Sweet Home, considerado o primeiro jogo survival horror, desenvolvido pela Capcom e lançado para o NES (Nintendinho) em 1989.

 

Ele trazia esse conceito de mansão mal-assombrada, com inimigos assustadores, coleta de recursos e gerenciamento deles no inventário. Esse não era um jogo de ação, já que os combates aconteciam da mesma forma que RPGs de turno, parecido com os primeiros Dragon Quest.

A ideia evoluiu e ganhou o início do corpo que temos hoje com Alone in the Dark, lançado três anos depois de Sweet Home para MS-DOS, com vários ports nos anos seguintes. Esse é considerado o pai do gênero survival horror por trazer uma implementação bastante complexa para a época, por conta do poder dos PCs, que eram consideravelmente mais rápidos que os consoles dos anos 1990. Assim, foi possível criar um game em 3D, com atmosfera de terror, uma história mais elaborada que também se passa em uma mansão. 

Porém foi somente a partir de 1996, no primeiro PlayStation, que o mundo viu o estabelecimento do gênero com Resident Evil. Com a tecnologia mais avançada, foi possível criar uma experiência mais assustadora e realista, com um toque cinematográfico de primeira para época. A Capcom estabeleceu de uma vez por todas o gênero survival horror com o primeiro game da franquia, que já vai completar 30 anos em 2026, com nove títulos principais e vários spinoff.

Evolução do gênero: reinventando o pesadelo

De lá para cá, houve uma grande evolução nesse tipo de jogo. Uma das variações acontece com o primeiro Silent Hill em 1999 com o terror psicológico. Diferente de Resident Evil, esse era um jogo que causava medo pelo desconhecido e as coisas perturbadoras que aconteciam, e não dependia somente de monstros que precisavam levar vários tiros para serem abatidos.

A atmosfera de terror do primeiro Silent Hill era sem igual para a época (Imagem: Survival Horror Network)

Poucos anos depois, o gênero survival horror ganhava um novo toque, agora voltado para ação com Resident Evil 4. O game se distanciou do quesito terror e focou mais na porradaria, com muito tiroteio contra monstros que também atiravam de volta. Isso desagradou os fãs puritanos e levou o gênero por esse caminho mais por alguns anos.

Até os estúdios independentes chegarem trazendo sua releitura da essência dos estilo survival horror. Poderíamos citar diversos jogos, mas Amnesia: The Dark Descent e Outlast, ambos primeiros jogos de suas franquias, são ótimos exemplos. Eles trouxeram de volta a fragilidade da exposição ao terror, com a necessidade de sobrevivência sem combate bastante enfatizada.

Como identificar um jogo survival horror?

Como todo gênero de games, esse também tem algumas características que o definem.

Gerenciamento de recursos escassos

Um survival horror não é um survival horror sem o gerenciamento de itens escassos coletados pelo cenário. Você não pode gastar toda a munição que tem, porque ela é pouca. E caso consiga juntar muita, entre outros recursos, seu inventário pode lotar e você precisará se desfazer de alguns deles.

Protagonista vulnerável

Geralmente, o personagem principal não é uma pessoa especialista em combater os terrores desses universos (com exceção dos veteranos de Resident Evil hoje em dia). Eles são pessoas sem treinamento em combate, muitas vezes não sabem nem usar armas, muito menos sair na mão com um monstrengo.

 

Atmosfera e design de som

Esses são elementos essenciais. Uma boa atmosfera, como no remake do primeiro Resident Evil ou Silent Hill 2, aliado a efeitos sonoros com grunhidos de monstros e sons de coisas se batendo, por exemplo, sozinhos são capazes de fazer o jogador tremer na base.

Exploração e quebra-cabeças

Um survival horror que preze, faz com que o jogador precise explorar o cenário, procurar por maneiras de como abrir um porta trancada, ou solucionar aquele puzzle para destravar um lugar secreto ou garantir um item necessário para o progresso.

Combate como último recurso

Diferente dos Resident Evil focados em ação (do RE4 ao RE6 e um pouco do Village, basicamente), o protagonista precisa fugir e garantir sua escapatória. Mas, às vezes, será necessário bater de frente com o perigo.

 

Jogos survival horror icônicos que você precisa jogar

Já mencionamos aqui alguns dos jogos mais importantes para o estabelecimento do gênero survival horror, mas existem ainda vários outros imperdíveis e que se destacam nesse gênero:

  • Resident Evil (1996 e remake): o jogo que batizou e popularizou o gênero.
  • Silent Hill 2 (2001 e remake): a obra-prima do terror psicológico e narrativo.
  • Fatal Frame II: Crimson Butterfly (2003): o medo elevado à arte, onde sua única arma é uma câmera fotográfica.
  • Dead Space (2008 e remake): a fusão perfeita entre ficção científica e horror corporal, com foco no desmembramento estratégico.
  • Amnesia: The Dark Descent (2010): o marco da revolução indie que provou que a impotência é o maior dos medos.
  • Alien: Isolation (2014): a aula de como criar um inimigo implacável e imprevisível com uma IA brilhante.
  • The Evil Within (2014): com uma abordagem mais psicológica, The Evil Within causa desconforto com sua atmosfera assustadora.
  • Dying Light (2015): o terror de sobrevivência levado ao mundo aberto como nunca antes.
  • Resident Evil 7: Biohazard (2017): o retorno triunfal da série às suas raízes de horror claustrofóbico, agora em primeira pessoa.
  • Alan Wake 2 (2023): um exemplo moderno de como o gênero continua a inovar, misturando survival horror com uma narrativa metalinguística complexa.
  • Cronos: The New Dawn (2025): o mais novo dessa lista mistura elementos consagrados de outros jogos e conta com uma atmosfera verdadeiramente opressora.
Alien Isolation é um dos survivor horror mais aterrorizantes (Imagem: Reprodução)

Conclusão

Existe uma adrenalina sem igual ao jogar games de survival horror — sejam aqueles com abordagem mais psicológica, ou mesmo aqueles em que é preciso combater os inimigos descarregando um pente. Apesar dos jump scares não definirem o gênero, se eles estiverem presente, dá um tempero a mais, mas quando aplicado na quantidade correta.

Vimos o gênero surgindo com grande foco no terror, algo que mudou para a ação com algumas poucas partes que assustam, e retornando ao terror com força em seguida. Já se passaram cerca de 15 anos desse vai e vem, e agora o survival horror está mais forte do que nunca com jogos aterrorizantes.

Veja mais do CTUP:

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Cansou do Google Docs? 5 alternativas que você precisa conhecer

Apesar da popularidade do Google Docs, ele nem sempre é a melhor escolha para todas as tarefas. Felizmente, há outras ferramentas com funcionalidades diferentes, mais flexibilidade e até melhor desempenho offline, que ajudam você a trabalhar melhor.

5 alternativas ao Google Docs

Você pode usar outras ferramentas junto com o Google Docs para tarefas específicas, sem precisar abrir mão dele. Assim, você escolhe o que funciona melhor para cada tipo de trabalho.

A seguir, confira as ferramentas:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

  1. Microsoft 365;
  2. LibreOffice;
  3. Canva;
  4. Notion;
  5. Obsidian.

1. Microsoft 365

O Microsoft 365 permite usar Word, Excel, PowerPoint e OneNote direto no navegador, sem instalar nada. Os arquivos ficam no OneDrive, que oferece 5 GB grátis, e dá para compartilhar e colaborar em tempo real.

Porém, os recursos são mais básicos que nas versões pagas: funções avançadas, macros e uso offline completo não estão incluídos. Ainda assim, é uma boa opção para criar e editar documentos, planilhas e apresentações do dia a dia.

2. LibreOffice

O LibreOffice é uma opção gratuita e de código aberto que você pode instalar no computador. Ele traz programas para escrever textos, criar planilhas, montar apresentações, fazer desenhos, bancos de dados e fórmulas. Funciona tanto com formatos do Microsoft Office quanto com seu próprio formato aberto.

A principal vantagem é não ter custo e poder ser usado mesmo sem internet, com os arquivos sempre no seu dispositivo. A limitação é não permitir edição colaborativa em tempo real e, às vezes, mostrar pequenas diferenças em documentos criados em outros programas.

3. Canva

O Canva é uma ferramenta gratuita para criar apresentações e materiais visuais. Ele oferece muitos modelos prontos, que podem ser editados para adicionar fotos, ícones e gráficos.

Os trabalhos podem ser exportados em PDF ou PNG e compartilhados por link para compartilhamento com equipes. Com 5 GB de armazenamento, a versão gratuita já atende bem se você deseja montar slides e artes simples.

Google Docs
As alternativas ao Google Docs podem tanto substituí-lo quanto serem usadas de forma complementar. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

4. Notion

O Notion permite criar páginas para escrever textos, organizar notas e montar tabelas. No plano gratuito, você pode criar páginas ilimitadas, usar bases de dados simples e compartilhar com convidados para colaboração básica.

Cada arquivo enviado tem limite de 5 MB e o histórico de versões cobre apenas os últimos sete dias. Recursos avançados, como arquivos maiores e colaboração em equipes grandes, estão nos planos pagos.

O Notion é ótimo para organizar informações e planejar projetos, mas não substitui totalmente editores de texto ou planilhas tradicionais.

5. Obsidian

O Obsidian é uma ferramenta gratuita para criar e organizar notas em Markdown, com foco em ligar ideias e estruturar informações. Todos os arquivos ficam no seu computador, garantindo controle total sobre os dados – assim, você pode criar quantas notas quiser, usar links entre elas e instalar plugins. 

A ferramenta não permite edição colaborativa em tempo real e não é indicado para criar documentos com formatação avançada, mas funciona muito bem para escrever, fazer anotações e organizar ideias. Além disso, para sincronizar com outros dispositivos, é preciso assinar o Obsidian Sync ou salvar o cofre no Google Drive, OneDrive, iCloud e demais plataformas de armazenamento na nuvem.

Confira outros conteúdos do Canaltech:

VÍDEO: Google Find Hub: A revolução dos rastreadores Android! 🤯 Descubra agora!

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...