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A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nosso cotidiano, desde assistentes virtuais até sistemas de recomendação em redes sociais. Porém, para que esses modelos funcionem corretamente, eles precisam ser treinados com grandes volumes de informações. Quando uma empresa afirma que vai treinar uma IA com dados dos usuários, isso significa que as interações, conteúdos e comportamentos registrados nas plataformas podem ser utilizados para aprimorar os algoritmos.
Os dados coletados dos usuários podem assumir diferentes formas. Eles incluem o conteúdo que cada pessoa publica, como fotos, vídeos, comentários e posts; informações de perfil, como idade, localização e idioma; além de registros de comportamento, que englobam pesquisas, cliques, curtidas, histórico de compras e até conversas em aplicativos.
Também é comum que sejam utilizados dados de terceiros, ou seja, informações sobre você publicadas por outros usuários, mesmo que você não tenha uma conta na plataforma.
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Treinamento de IA
O processo de treinamento pode ocorrer de várias maneiras. No aprendizado supervisionado, a IA recebe dados já rotulados, como imagens de animais com identificação do que representam, aprendendo a reconhecer padrões específicos.
No aprendizado não supervisionado, os dados não possuem rótulos e o sistema precisa identificar sozinho as semelhanças e diferenças, organizando-os em grupos. Já no aprendizado por reforço, a IA toma decisões e recebe recompensas ou penalidades, ajustando gradualmente seu desempenho.
Por que as empresas usam dados de usuários?
A principal razão é aprimorar a qualidade dos serviços oferecidos. Quanto mais representativos forem os dados, mais personalizados e relevantes se tornam os resultados. Em um e-commerce, por exemplo, a IA pode recomendar produtos de acordo com compras anteriores. No setor logístico, consegue prever rotas mais rápidas para entregas. Em centrais de atendimento, chatbots treinados em registros de suporte passam a responder com mais precisão às dúvidas frequentes.
Apesar das vantagens, o uso de dados pessoais para treinar IA gera preocupações em relação à privacidade, transparência e segurança. Informações sensíveis podem ser expostas se não forem anonimizadas corretamente. Além disso, muitas plataformas ativam por padrão o uso de dados para IA em suas configurações, sem avisar de forma clara aos usuários.
O caso da Meta no uso de dados para treinar IA
Meta já enfrentou processos por conta de dados e privacidade dos usuários (Imagem: Freepik)
A Meta, empresa responsável pelo Facebook eInstagram, já enfrentou processos legais em diversos países, incluindo o Brasil, por utilizar dados de usuários sem a devida transparência para treinar seus modelos de IA. A prática envolvia coletar conteúdos, interações e informações de perfil para melhorar a capacidade dos algoritmos em personalizar serviços e recomendar conteúdos.
Problemas surgiram quando usuários não foram claramente informados ou não tiveram a opção de optar por não fornecer seus dados, gerando questionamentos sobre a conformidade com legislações de proteção de dados, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil.
Como os usuários podem se proteger?
Para reduzir riscos, é recomendável revisar regularmente as configurações de privacidade em cada plataforma, estar atento às atualizações nas políticas de uso de dados e evitar publicar informações muito sensíveis. Essas medidas ajudam a manter maior controle sobre o que é compartilhado e a proteger a privacidade no ambiente digital.
Treinar uma IA com dados dos usuários significa transformar interações digitais em aprendizado para algoritmos, permitindo melhorias em serviços e experiências personalizadas.
Em 2001, os rumos do mercado de jogos mudaram completamente. Uma empresa estadunidense voltaria aos holofotes da fabricação de hardware pela primeira vez desde a Atari: a Microsoft, corporação líder no segmento de tecnologia para computadores, apresentou o curioso Xbox, o mais novo competidor do Dreamcast, GameCube e PlayStation 2.
O começo do Xbox na indústria de videogames não poderia ser melhor: apesar de não apresentar tanto risco ao PlayStation 2 da Sony, o console da Microsoft conseguiu deixar para trás a poderosa Nintendo e se tornou a segunda plataforma mais vendida da sexta geração.
Claro que o estreante Xbox não poderia alcançar esse feito sem ter um lançamento de peso. Pensando nisso, o Canaltech reuniu nesta lista os 10 jogos que definiram o Xbox original e construíram um verdadeiro legado que reverbera até os dias de hoje.
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10. Conker: Live & Reloaded
Apesar de polêmico e de ter chegado tardiamente ao Xbox original, Conker: Live & Reloaded é um ponto de partida muito importante para o primeiro console da Microsoft. Isso porque o jogo surgiu após a compra da Rare pela Microsoft em 2002, um acontecimento gigantesco para a época, principalmente porque o estúdio britânico havia trabalhado em colaborações próximas com a Nintendo.
Conker: Live & Reloaded é um remake com recursos multiplayer (Divulgação/Microsoft)
Outro ponto importante é que Conker: Live & Reloaded é um remake de outro clássico, Conker’s Bad Fur Day, lançado originalmente em 2001 para o Nintendo 64. Além de gráficos melhorados, o jogo contava com o recurso multiplayer graças à Xbox Live, uma das maiores contribuições da marca para a indústria dos games. O serviço permitia jogar partidas online e acessar conteúdos digitais de forma bem mais simples que as tentativas anteriores de implementar internet nos consoles.
Conker: Live & Reloaded foi lançado em 2005, exclusivamente para o Xbox, e assim como no jogo original, teve um lançamento polêmico por suas piadas de humor ácido e temas adultos, que contrastavam com o fato de os personagens serem objetos e animais antropomórficos. A Xbox Live permitia jogar online com outros jogadores em modos como ‘capturar a bandeira’ e ‘deathmatch’.
9. Dead or Alive 3
A Team Ninja é uma parceira de longa data do Xbox e foi importante para o início da Microsoft nos consoles. Uma de suas contribuições foi com Dead or Alive 3, jogo de luta que estava na line-up de lançamento do Xbox em 2001, tanto na América do Norte como no Japão.
Dead or Alive 3 foi considerado um killer app no Xbox (Divulgação/Koei Tecmo)
Dead or Alive 3 foi um daqueles jogos que mostraram todo o potencial de um console, tanto graficamente quanto em performance. Por isso, o jogo rapidamente se tornou um sucesso comercial e ajudou a construir a marca Xbox, vendendo 1 milhão de unidades em seus primeiros cinco meses. Os jogadores podiam baixar diferentes versões do jogo através da Xbox Live, outro grande diferencial.
Toda essa popularidade fez com que Dead or Alive 3 se tornasse um ‘killer app’ — ou ‘system seller’ —, jargão para um lançamento que impulsiona a venda de consoles. No fim, o jogo acabou entrando para a lista dos 10 mais vendidos do Xbox clássico e marcou o início estrondoso da marca.
8. Project Gotham Racing
Antes de Forza, a principal franquia de corrida do Xbox era Project Gotham Racing, desenvolvida pela Bizarre Creations e publicada pela Microsoft Game Studios (atual Xbox Game Studios).
Project Gotham Racing foi a principal franquia de corrida da Microsoft antes de Forza (Divulgação/Microsoft)
O jogo de corrida se destacou por também fazer parte dos títulos de lançamento do Xbox, assim como Dead or Alive 3. Além disso, Project Gotham Racing se diferenciava de outros jogos de corrida por seu sistema de ‘Kudos Points’.
O objetivo não era apenas chegar em primeiro lugar: os jogadores precisavam realizar manobras como drifts em alta velocidade, fazer ultrapassagens e andar em duas rodas, entre outras. Project Gotham Racing recompensava os jogadores por correrem com estilo e emoção, já que esses pontos eram necessários para progredir no jogo.
7. Tom Clancy’s Rainbow Six 3
Rainbow Six 3 foi o primeiro jogo da franquia a chegar a um console da Microsoft. O shooter tático foi portado do PC para o Xbox clássico em 2003 e, apesar de algumas diferenças de recursos, fazia bom uso das funcionalidades do console, mais precisamente da Xbox Live. Os jogadores podiam aprofundar ainda mais a experiência com o modo multiplayer online e o chat em grupo, algo bastante inovador para a época.
Tom Clancy’s Rainbow Six 3 trouxe inovações no Xbox como chat de voz online (Divulgação/Ubisoft)
O shooter tático foi um dos jogos mais vendidos do Xbox, com 2,4 milhões de unidades comercializadas, além de ter sido aclamado pela crítica como um dos melhores da plataforma. Apesar de não ter sido considerado um “killer app” na época, Rainbow Six 3 mostrou todo o arsenal online da Xbox Live, que revolucionou a indústria dos games.
6. MechAssault
Ainda falando sobre os recursos online revolucionários da época, MechAssault foi um dos primeiros jogos a fazer uso da Xbox Live. Sabe aquele recurso de buscar partidas rápidas que vemos hoje em dia em jogos como Fortnite? Pois é, o jogo de mechas foi um dos responsáveis por popularizar essa opção.
MechAssault foi um dos primeiros jogos a fazer uso do Xbox Live (Divulgação/Microsoft)
MechAssault é um jogo de ação ambientado no universo de BattleTech, um jogo de tabuleiro. Na época, títulos com a temática de robôs gigantes eram bem mais populares — embora hoje tenhamos exemplos como Armored Core 6. MechAssault se destacou por sua jogabilidade e por seus cenários destrutíveis.
5. Forza Motorsport
É inegável que Forza é, atualmente, a franquia mais importante do Xbox. Além de fazer um baita sucesso nos consoles de última geração da Microsoft, um de seus jogos, Forza Horizon 5, figurou entre os mais vendidos no PlayStation 5 em 2025. Porém, essa história começou lá no Xbox clássico, com o primeiro Forza Motorsport.
Forza Motorsport foi a resposta da Microsoft para Gran Turismo da Sony (Divulgação/Microsoft)
Forza Motorsport foi a resposta da Microsoft ao Gran Turismo da Sony, oferecendo mais de 200 carros licenciados, pistas inspiradas em lugares reais e uma jogabilidade de simulação que levava o realismo das pistas para a sexta geração de consoles. Lançado em 2005, o jogo foi um dos mais aclamados pela crítica, apesar de não ter figurado na lista dos 10 mais vendidos do Xbox.
4. Ninja Gaiden
O ano de 2025 tem sido marcado por um verdadeiro retorno da série Ninja Gaiden, com a remasterização Ninja Gaiden 2 Black, Ninja Gaiden Ragebound e o vindouro Ninja Gaiden 4. Porém, a parceria entre a franquia e o Xbox remonta ao primeiro console da Microsoft.
Ninja Gaiden é uma importante parceria para a Microsoft (Divulgação/Koei Tecmo)
Ninja Gaiden foi desenvolvido pela Team Ninja e lançado em 2004 pela Tecmo como um reboot dos clássicos de Nintendinho. O jogo chegou exclusivamente para Xbox e foi uma verdadeira vitrine para o console, reforçando ainda mais a ideia de plataforma hardcore graças aos seus belos visuais e dificuldade altíssima.
Ninja Gaiden vendeu 1,5 milhão de unidades e entrou para o ranking dos mais vendidos do Xbox.
3. Fable
Outro jogo de 2004 que acabou definindo o Xbox foi Fable, um RPG que, na época, foi revolucionário e se firmou como uma das grandes franquias da plataforma por um longo tempo. O RPG ocidental prometia um mundo totalmente reativo às ações dos jogadores, permitindo seguir o caminho do bem ou do mal.
Fable foi desenvolvido inicialmente para o Dreamcast (Divulgação/Microsoft)
Fable foi projetado inicialmente para o Dreamcast, console da SEGA que teve um ciclo de vida curto, e migrou para o Xbox após o fim da plataforma japonesa. O jogo foi desenvolvido por cerca de 150 pessoas e se tornou um dos títulos mais vendidos do Xbox, com 3 milhões de unidades comercializadas.
2. The Elder Scrolls III: Morrowind
Eram poucos os RPGs ocidentais de mundo aberto que chegavam aos consoles no início dos anos 2000, e The Elder Scrolls III: Morrowind deu os primeiros passos para a popularização do gênero nessas plataformas, que até então era majoritariamente para PC.
The Elder Scrolls III: Morrowind popularizou RPGs de mundo aberto nos consoles (Divulgação/Microsoft)
O jogo chegou tanto ao PC quanto ao Xbox em 2002 e vendeu quase 3 milhões de cópias. The Elder Scrolls III: Morrowind foi um dos responsáveis por pavimentar o caminho para outros grandes RPGs nos consoles, como Fallout 3, Oblivion e Skyrim.
1. Halo 2
Se Halo: Combat Evolved foi um verdadeiro passo para o gênero FPS, Halo 2 foi uma revolução completa. O shooter da Bungie refinou tudo o que foi apresentado em Halo: CE e adicionou o elemento multiplayer, com matchmaking automático, chat de voz, lobbies, clãs e modos de jogo online.
Halo 2 foi o jogo mais vendido do Xbox clássico (Divulgação Microsoft)
Halo 2 foi o “killer app” definitivo do Xbox e seu jogo mais vendido, com 8 milhões de cópias comercializadas. O título é considerado até hoje o melhor shooter da franquia, apesar de a série principal já contar com outros seis jogos.
10 jogos marcantes no Xbox
O Xbox foi considerado um sucessor espiritual do Dreamcast e marcou um excelente começo para a Microsoft na indústria. O console estreante conseguiu superar a Nintendo, que vinha tropeçando nos consoles de mesa desde o Nintendo 64, e terminou a geração atrás apenas do PlayStation 2.
Xbox clássico foi a casa dos jogos hardcore e recursos online (Divulgação/Microsoft)
Jogos ‘hardcore’ e o multiplayer online fizeram parte do DNA do Xbox clássico, que trouxe contribuições para os consoles que reverberam até hoje. Foi nele também que nasceram as principais franquias da Microsoft nos games, como Forza, Fable e Halo.
Debates sobre tendênciastecnológicas que estão redefinindo os negócios e a sociedade serão o ponto central do EMTech Brasil, que acontece entre os dias 29 e 30 de setembro no Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel. O evento global da MIT Technology Review acontece pela primeira vez no país e terá o tema “Where Innovation Gets Real” (Onde a inovação se torna real).
Painéis com lideranças de diversas empresas que desenvolvem tecnologias emergentes devem atrair um público formado por executivos C-level (CEOs, CIOs, CTOs), especialistas em inteligência artificial (IA), big data, líderes em health techs e empresas voltadas à inovaçãosustentável.
“O EMTech Brasil 2025 é o ponto de encontro para quem está construindo o futuro. Nossa missão é trazer ao Brasil as discussões mais relevantes sobre tecnologia emergente, conectando líderes e empreendedores ao ecossistema global do MIT e impulsionando o progresso”, afirma AndréMiceli, CEO e editor-chefe da MIT Technology Review Brasil.
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Ainda de acordo com Miceli, o EmTech Brasil chega a São Paulo como parte de uma rede global de conferências do MIT, trazendo para o país a mesma curadoria de alto nível que o consagrou o evento em Boston, Londres, Roma e outras cidades.
“Esperamos reunir cerca de 600 executivos presenciais ao longo dos dois dias. O público é altamente qualificado, com média global de 53% formado por diretores, vice-presidentes e C-levels, além de gerentes seniores e heads de tecnologia, inovação, negócios, saúde, energia e finanças”, conta.
Principais temas em pauta nos painéis
O EMTech possui mais de 20 anos de trajetória mundial e, na edição brasileira, as discussões sobre transformações tecnológicas vão girar em torno de seis eixos temáticos principais:
Negócios & Clima: como a tecnologia redefine o futuro dos negócios e do planeta;
IA & Saúde: eficiência, personalização e inovação;
Business Rewired: IA, geopolítica e o reset da economia global;
Beyond the Hype: onde a inovação é construída;
Living Systems: biotecnologia, sociedade e a nova força de trabalho;
Innovative Workplaces: as empresas mais inovadoras do Brasil em 2025.
Os debates sobre esses temas vão abordar tópicos que vão desde a recalibração do valor dos negócios na era da IA até a corrida global pelo domínio dessa tecnologia.
Serão realizados 22 painéis de debates ao longo dos dois dias do evento, como:
Data centers, IA e fontes de energia para alimentar a economia digital, com Hudson Mendonça (Energy Summit) e Alessandro Lombardi (Elea Data Centers);
Além dos LLMs e IA confiável, com Roger Spitz (Disruptive Futures Institute) e Michael D. Siegel (MIT Sloan), debatendo governança e impacto da Inteligência Artificial;
Colaboração em Escala: Trabalho Híbrido e Agentes de IA, com Alexandre Messina (Lovable), Juliana de Luca (Itaú Unibanco), Tuta Neto (Jovem pan e Sampi), Carlos Aros (MIT Technology Review Brasil);
Impacto global da biotecnologia, com Roberta Arineli (MIT Technology Review Brasil) e Mat Honan (MIT Technology Review);
Medicina de precisão impulsionada por IA e biotecnologia, com Camila Pepe, AlexAndré Chiavegatto Filho (USP) e Manoela Albuquerque (MIT Technology Review Brasil);
Agrotech e varejo omnichannel, com Henrique Nomura (Solinftec), Gléverson Lemos (Embraer), Renata Marques (Natura) e Flavio Reis (Lojas Renner).
Paineis do EMTech Brasil vão debater diversas tendências tecnológicas (Reprodução/MIT Technology Review)
Posição do Brasil na era da IA
O Brasil também será tema central nos debates sobre os próximos passos da inteligência artificial. De acordo com Rafael Coimbra, editor executivo da MIT Technology Review Brasil, empresas brasileiras podem “surfar na onda” da IA generativa ao criar soluções a partir de modelos de linguagem de grande porte (LLMs) existentes.
Coimbra também destaca a importância do país na hospedagem de datacenters — instalações que armazenam e processam grandes volumes de dados utilizados por sistemas como os de IA.
“No quesito infraestrutura, o Brasil tem vantagem em hospedagem de data centers, pois a energia é farta e limpa. A IA consumirá muito podercomputacional — e energia — exigindo expansão desses centros”, ressalta o editor executivo da MIT Technology Review Brasil.
The Paper está oficialmente disponível no catálogo da HBO Max, quase um mês depois da estreia nos Estados Unidos. Acompanhando uma equipe de repórteres que tentam revitalizar um jornal em crise, a série conta com alguns easter eggs divertidos de The Office, sitcom que deu origem ao programa estrelado por Domhnall Gleeson (Questão de Tempo).
Para quem está maratonando a série derivada e deixou passar algumas referências divertidas feitas ao programa original, o Canaltech reuniu aqui alguns easter eggs de The Office que aparecem ao longo dos 10 episódios de The Paper. Confira!
O destino da Dunder Mifflin
O retorno do Vance Refrigeração
O rosto familiar de Oscar Martinez
Uma caixa perdida da Dunder Mifflin
Frase “inspiracional” de Michael Scott (que não era dele)
O destino da Dunder Mifflin
The Paper revela o que aconteceu com a Dunder Mifflin (Imagem: Divulgação/Peacock).
Logo nos primeiros instantes do piloto, The Paper já nos revela qual foi o destino da Dunder Mifflin após o fim de The Office. O episódio já começa com uma mensagem da equipe que gravou o documentário da empresa de papel, com a câmera mostrando uma placa do Scranton Business Park, o local que servia de casa para o escritório da Dunder Mifflin.
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A triste notícia é que a Dunder Mifflin deixou de existir depois da conclusão da série original. O destino da empresa é revelado ainda no piloto, que mostra que a Dunder Mifflin saiu do Scranton Business Park após ser comprada, em 2019, pela Enervate, a empresa que comanda o Toledo Truth Teller, o jornal que serve como pano de fundo para as histórias de The Paper.
O retorno de Bob Vance
Bob Vance, da Vance Refrigeração em The Office, faz cameo divertido em The Paper (Imagem: Divulgação/Peacock).
Ainda no primeiro episódio de The Paper há um cameo divertido de Bob Vance (Robert Ray Shafer), que em The Office é o CEO da Vance Refrigeração, além de ter se casado com Phyllis (Phyllis Smith), uma das funcionárias da Dunder Mifflin.
Na cena, que é justamente o momento que revela o triste fim da Dunder Mifflin, Bob conta para a equipe de documentário que segue casado com Phyllis e que ainda mantém contato com o famoso Stanley (Leslie David Baker), mais um nome conhecido pelos fãs de The Office.
O rosto familiar de Oscar Martinez
Oscar é o único personagem de The Office com participação recorrente em The Paper (Imagem: Divulgação/Peacock).
Único personagem de The Office com uma participação recorrente em The Paper, Oscar Martinez (Oscar Nunez) é o rosto familiar da série original que nos acompanha ao longo dos 10 episódios da primeira temporada do spin-off.
Na série derivada, Oscar trabalha no Todelo Truth Teller como chefe do departamento de contabilidade. Embora fique relutante em participar das filmagens do documentário no jornal, Oscar acaba entrando no jogo eventualmente para ajudar Ned Sampson (Domhnall Gleeson), o novo editor-chefe do veículo.
Uma caixa perdida da Dunder Mifflin
Caixa com logo da Dunder Mifflin aparece em The Paper (Imagem: Divulgação/Peacock).
Há um easter egg divertido de The Office que aparece logo no primeiro episódio de The Paper e que apenas os fãs mais atentos notaram.
Na cena em que Ned sobe na mesa para fazer um discurso caloroso de apresentação aos funcionários do Toledo Truth Teller, é possível ver uma caixa da Dunder Mifflin na frente da mesa de Oscar.
Frase “inspiracional” de Michael Scott (que não era dele)
The Paper menciona frase famosa dita por Michael Scott em The Office (Imagem: Divulgação/Peacock).
Outra referência que apenas os fãs assíduos de The Office vão pegar em The Paper está no último episódio da primeira temporada. A cena em questão envolve Oscar e Ned, quando este último está considerando se conta ou não para Mare (Chelsea Frei), uma das repórteres do jornal, que está apaixonado por ela.
Na sequência, Oscar usa a famosa frase “você perde 100% das vezes em que não se arrisca” (em tradução livre) para encorajar Ned a falar com Mare sobre seus sentimentos por ela, comentando que “um idiota que conhecia” costuma mencioná-la.
Em The Office, a frase é dita por Michael Scott, que aproveitou uma fala do jogador de hóquei Wayne Gretzky para motivar os funcionários da Dunder Mifflin.
Se você pensa em dar um upgrade naquela TV antiga para aproveitar o mundo dos streamings e das IP TVs, uma TV Box pode ser a sua solução. Contudo, existem tantas opções que pode ficar difícil escolher. Confira cinco modelos de TV Box para comprar sem medo.
Uma TV Box tem diversos usos, embora o mais popular deles seja transformar TVs sem acesso à internet em smart TVs, com acesso à internet e aos principais serviços de streaming. Além disso, os aparelhos permitem a instalação e uso de aplicativos, jogos e até espelhamento de tela de celulares, tablets e PCs, melhorando a visualização.
O Amazon Fire Stick TV 4K é um dos aparelhos mais populares em listas (Imagem: Reprodução / Amazon)
Preço: entre R$ 330 a R$ 370
O Fire TV Stick 4K aparece em quase toda lista de entre melhores TV box e não é à toa. Ele é o equilíbrio entre preço e qualidade. Roda vídeos em 4K sem dificuldades, tem suporte a Dolby Vision e Dolby Atmos para uma experiência de cinema em casa.
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O sistema Fire OS é rápido e fácil de usar. O controle remoto com a Alexa integrada facilita na hora de pesquisar filmes e séries só com a voz. Uma escolha indicada para quem busca um aparelho completo e confiável sem gastar muito.
Para os gamers, o aparelho também se conecta com o Game Pass da Microsoft, basta ter uma assinatura do Game Pass Ultimate e conectar um controle ao Fire TV Stick para jogar.
Xiaomi Mi Box S 4K é a opção da marca para o mercado de TV Box (Imagem: Reprodução / Xiaomi)
Preço: entre R$ 400 a R$ 440
A Xiaomi é conhecida por entregar produtos de qualidade, e com a Mi Box S 4K não é diferente.
O destaque é o sistema Android TV, que oferece uma interface limpa e acesso à infinidade de aplicativos da Google Play Store.
Ela também tem Chromecast integrado, o que facilita o espelhamento de conteúdo do seu celular para a TV. O desempenho é bom para streaming e até para alguns jogos mais leves. Uma opção versátil que pode agradar que prefere o ecossistema do Google.
A TV Box 4K é uma opção com suporte oficial no Brasil (Imagem: Reprodução / Mercado Livre)
Preço: entre R$ 320 a R$ 390
A TV Box 4K da ZTE é um dos aparelhos certificados mais baratos disponíveis no mercado. Outro ponto positivo é ser vendido oficialmente no Brasil, com garantia de um ano e suporte técnico.
O aparelho tem 2 GB de RAM e um processador que deixa o sistema bem fluído. Por ser 100% certificado, tem Chromecast integrado, comandos de voz com o Google Assistente e todos os apps de streaming oficiais rodam sem problemas em 4K e com HDR10.
A TV Box da ZTE pode ser uma escolha para quem quer um aparelho 4K atualizado com a segurança da compra e suporte no Brasil.
A Roku Express 4K é uma opção barata e simples de usar (Imagem: Divulgação/Roku)
Preço: entre R$ 250 a R$ 310
Se você procura uma TV Box que basta ligar e usar, a Roku Express 4K é a sua escolha. Seu sistema operacional está entre os mais intuitivos de todos e você não vai ficar perdido na hora de começar a usar.
Apesar da simplicidade, ela não decepciona no desempenho. Roda conteúdo em 4K com fluidez e é compatível com os principais aplicativos de streaming.
Seu controle remoto é básico, mas funcional. Uma boa opção para que está atrás de um aparelho com muito desempenho e fácil de usar.
Amazon Fire TV Stick HD é uma opção mais barata que a versão 4K (Imagem: Divulgação / Amazon)
Preço: entre R$ 290 a R$ 330
Se o seu objetivo é gastar menos, mas ainda procura por um aparelho da Amazon, o Fire TV Stick HD é a opção. Ele é a versão mais barata da linha de aparelhos da Amazon, mas ainda mantém uma ótima experiência.
A principal diferença é que ele roda vídeos em resolução Full HD (1080p). Para quem tem uma TV que não é 4K ou não faz questão da resolução máxima, ele se enquadra bem no quesito custo-benefício e usa o mesmo sistema do seu irmão mais caro.
Você não tem um console Nintendo ou bateu aquele desânimo com Mario Kart? Não tem problema, já que a franquia pode ser excelente, mas não é a única opção disponível para curtir uma corrida e se divertir com os amigos.
Diversos títulos conseguem replicar com perfeição as suas mecânicas, o que garante muitas horas nas pistas com personagens carismáticos. Pode não ser um Mario ou Yoshi, mas ainda dão para o gasto.
Pensando nisso, o Canaltech reuniu nessa lista os 5 jogos de kart melhores ou tão bons quanto Mario Kart. Será que você já jogou todos eles?
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5. Smurfs Kart
Os carismáticos Smurfs sempre foram subestimados no mundo dos videogames, mas Smurfs Kart garante ao menos um jogo de corrida divertido e que vai envolver toda a família em disputas marcantes.
O jogo tem tudo o que você espera de um “Mario Kart”: diversas pistas, personagens carismáticos e itens que podem te ajudar a vencer. Pode não ter o mesmo investimento da Nintendo, mas a sua alma está toda lá.
4. Cars 3: Driven to Win
O Relâmpago Marquinhos, cof, McQueen também é um forte competidor da franquia Mario Kart. Em Cars 3: Driven to Win, temos todo o elenco dos filmes da Pixar/Disney fazendo a festa da criançada.
Além de divertir, ele traz cenários icônicos dos 3 longas-metragens da franquia, assim como diversos personagens que marcaram a sua infância: inclusive o próprio Mater, que não pode deixar de correr ao lado dos demais.
3. LEGO 2K Drive
No geral não há muitos jogos da LEGO que não dá para classificar como “ruim”, mas LEGO 2K Drive surpreendeu por ser um projeto completamente diferente dos demais jogos de aventura e plataforma da linha.
Aqui ainda tem um diferencial de você poder montar seu veículo, pistas e até correr livremente. Sua missão é ganhar o Troféu Celeste, então terá de vencer rivais velozes e sem qualquer tipo de escrúpulo.
2. Crash Team Racing: Nitro-Fueled
A proposta do jogo Crash Team Racing: Nitro-Fueled é reviver um grande clássico do PS1, com os personagens mais carismáticos e divertidos da franquia da ActivisionBlizzard.
E mesmo com todos os elementos de Mario Kart, ele consegue se destacar com a presença de desafios e uma dificuldade maior para masterizar o seu gameplay.
1. Sonic Racing: CrossWorlds
O mais recente lançamento da SEGA, Sonic Racing: CrossWorlds é tudo o que você espera de um jogo de corrida e mais um pouco nessa geração. Da sensação de velocidade a personagens carismáticos, ele traz tudo e mais um pouco.
Ele também inaugura mecânicas que não são vistas sequer em outros jogos da linha Mario Kart, como a presença de rivais em corridas — que devem ser vencidas, independentemente se você chega ou não ao pódio — e até a mudança de pistas no meio da disputa.
Mario Kart é referência
Ainda que todos os jogos daqui sejam tão bons ou, em alguns casos até melhores, do que a franquia Mario Kart, é importante ressaltar que a série da Nintendo é a maior referência do gênero.
Mesmo com críticas a Mario Kart World e à remasterização Mario Kart 8 Deluxe, eles seguem como campeões de vendas e servem como modelo para o que virá no futuro. Entre os títulos que chegam perto de seu sucesso, temos:
Usar o celular enquanto ele está carregando na tomada é uma ação relativamente comum. No entanto, existem alguns contextos em que o hábito pode se tornar perigoso, e até mesmo levar à morte.
“Sim, é possível usar o celular ou o tablet enquanto ele está carregando. Não há perigo na ação. Quando você usa seu dispositivo enquanto está carregando, a bateria carrega mais lentamente para fornecer energia suficiente para o uso ativo. Isso é normal e seguro”, diz a empresa.
Riscos associados ao carregamento
Um artigo publicado no Journal of Physics, de 2021, reiterou quais tipos de fatores de risco podem ser identificados em acidentes de carregamento.
O uso do celular enquanto ele está carregando foi citado em 31% dos casos analisados. No entanto, Outros fatores também podem ser cruciais para causar acidentes:
30%: carregamento feito por tempo excessivo;
26%: uso misto de acessórios, ou seja, adaptadores que não sejam originais;
5%: uso em ambientes com temperaturas muito altas;
5%: uso em ambientes muito úmidos;
2%: perigos associados ao manuseio por parte de crianças;
1%: outros.
Em geral, os principais riscos apontados pela pesquisa são protegidos por mecanismos de segurança presentes nos carregadores originais.
Por outro lado, os paralelos podem apresentar falhas em materiais isolantes entre peças condutoras, além dos problemas associados ao uso de plug-ins abaixo do padrão, placas de circuito feitas com resíduos ou mesmo o envelhecimento da placa de circuito.
Como minimizar os riscos
Mesmo que os riscos sejam considerados baixos durante o carregamento com acessórios originais, existem algumas medidas adicionais que podem ser tomadas para evitar acidentes com a rede elétrica. Veja abaixo algumas dicas para manter a segurança:
Inspecione cabos e carregadores regularmente: até mesmo os acessórios originais estão sujeitos ao desgaste pela passagem do tempo. Por isso, é importante perceber se os equipamentos de carregamento estão íntegros, sem danos no fio ou na estrutura do adaptador, por exemplo;
Fique longe de água: líquidos e eletricidade não combinam, e até mesmo respingos d’água podem trazer problemas;
Não sobrecarregue as tomadas: é preciso evitar a conexão de muitos equipamentos por meio de réguas ligadas à mesma tomada. Se possível, ligue-os diretamente na parede, ou pelo menos use filtros de linha confiáveis;
Carregue longe de materiais inflamáveis: recarregar o celular com ele em cima da cama é perigoso, já que o menor sinal de fogo pode se transformar em um grande incêndio. Prefira superfícies lisas e rígidas, feitas de material não inflamável;
Cuidado com tempestades: em situações de tempestade ou outros contextos de instabilidade na rede elétrica, é recomendado esperar a normalização antes de começar o carregamento.
Abastecer o carro em postos irregulares pode sair mais caro do que parece: além de render menos, o combustível adulterado coloca em risco a vida útil do motor e de componentes essenciais do veículo. Mas, afinal, como saber se o carro foi abastecido com gasolina ou etanol adulterados?
Primeiro, vale entender brevemente o que é o combustível adulterado. De forma resumida, podemos dizer que a adulteração ocorre quando solventes, como água ou metanol, são misturados no etanol e na gasolina.
Segundo a resolução nº 9 da ANP, de 7 de março de 2007, todos os postos de gasolinadevem ter kits de testes para a identificação de combustível adulterado. Além disso, vale ter atenção ao desempenho do carro, que pode revelar pistas importantes sobre a qualidade do combustível abastecido.
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Como saber se a gasolina foi adulterada
As luzes do painel do carro são o primeiro sinal de alerta de que há algo de errado com o etanol ou gasolina usados — é que a composição adulterada satura a leitura dos sensores e aciona as luzes. Portanto, se a luz de advertência se acender logo após o abastecimento, é possível que o combustível adulterado esteja afetando a injeção eletrônica ou outro componente do motor.
(Reprodução/engin akyurt, Unsplash)
Vale ter atenção também ao desempenho do automóvel: se ficar mais difícil de acelerar o carro, ou se este tiver problemas de potência, é possível que o problema esteja no combustível. É importante verificar também se o carro está demorando mais que o normal para pegar, ou se o motor está emitindo sons estranhos.
Se o aumento de combustível aumentar sem que o motorista tenha mudado os hábitos ao volante ou o trajeto, vale ter atenção. Neste caso, o que acontece é que os produtos adicionados à gasolina ou etanol afetam a eficiência da queima de combustível, o que faz com que o motor precise consumir mais para gerar a mesma energia.
O que fazer?
Se todos os sinais parecem indicar que o carro foi abastecido com combustível adulterado, o primeiro passo é ir a um mecânico ou oficina de confiança e solicitar a drenagem do composto.
Como têm os equipamentos próprios para isso, os profissionais podem retirar o combustível adulterado em segurança. E não adianta tentar compensar o gasto usando o resto de combustível no tanque, porque isso só expõe o carro a mais danos.
Na sequência, vale também usar um aditivo de combustível para ajudar a limpar o sistema e, assim, recuperar a performance do carro. É recomendado abastecer o carro novamente somente em postos de confiança para garantir que o veículo vai funcionar corretamente, sem oxidantes prejudiciais ao funcionamento do motor.
Muitas vezes, comprar um celular usado é a solução para economizar na hora de trocar de aparelho. Contudo, é preciso tomar diversos cuidados, desde verificar as condições do smartphone até tomar cuidado para não pagar caro.
Confira abaixo as 8 dicas para verificar um celular usado:
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Verificar IMEI do aparelho;
Exigir nota fiscal original;
Avaliar estado físico da tela e corpo
Testar todos os botões e entradas;
Verificar saúde da bateria;
Testar câmeras e microfone;
Verificar acessórios originais;
Pesquisar preços no mercado.
1. Verificar o IMEI do aparelho
A primeira verificação é buscar pelo número de IMEI. Digite “*#06#” no discador do telefone para visualizar o código. Com esse número, acesse o site “Celular Legal” da Anatel.
No site, clique em “Verificar situação” e digite o IMEI. O sistema mostra se o celular está regular, foi roubado ou é falso. Se o vendedor se recusar a fornecer o número, desista da compra.
2. Exigir nota fiscal original
Peça sempre a nota fiscal do aparelho. O documento comprova que o smartphone foi adquirido legalmente. Também permite verificar se ainda está na garantia e conferir informações como IMEI e valor original.
Em smartphones importados, a nota fiscal ajuda a identificar se é versão global compatível com o Brasil.
3. Avaliar estado físico da tela e corpo
Inspecione o aparelho durante o dia, em local bem iluminado. Procure por arranhões ou manchas na tela e verifique também marcas de impacto no corpo do celular.
Confira se as lentes da câmera estão íntegras. Qualquer dano pode comprometer a qualidade das fotos. Riscos superficiais são aceitáveis, mas telas rachadas podem gerar problemas.
4. Testar todos os botões e entradas
Os botões de volume e liga/desliga são sensíveis ao uso inadequado. Teste todos com o aparelho ligado e confirme também a resposta da tela ao toque.
Celulares usados podem apresentar problemas nos botões laterais (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Teste as entradas do aparelho: porta de carregamento, chip e fone de ouvido. Leve carregador, chip e fones compatíveis para fazer os testes. Exposição à umidade pode oxidar essas conexões, então a depender do uso, elas podem estar danificadas.
5. Verificar saúde da bateria
A bateria é o componente que mais se deteriora com o tempo. Em iPhones, acesse Ajustes > Bateria > Saúde da Bateria. O sistema mostra uma porcentagem da qualidade da capacidade da bateria.
Em aparelhos Android, vá até Configurações > Assistência do aparelho e bateria > Bateria. O menu mostra quanto tempo dura uma carga completa. Para ver porcentagem da saúde, baixe apps como AccuBattery.
6. Testar câmeras e microfone
Teste a câmera traseira e frontal ao tirar algumas fotos e conferir se não saem com borrões ou manchas. Grave também um vídeo curto para testar o microfone.
Assista o vídeo para verificar se os alto-falantes funcionam corretamente. Se possível, teste também o Wi-Fi e faça uma ligação com seu chip.
As câmeras do smartphone podem sofrer danos com o tempo (Imagem: Brenno Barreira/ Canaltech)
7. Verificar acessórios originais
Pesquise quais itens acompanham o modelo novo. Prefira aparelhos que venham com carregador, cabo USB e fone originais. Evite carregadores de outras marcas ou sem certificação.
Vale mencionar que smartphones mais recentes como iPhones e Galaxy S não incluem fones ou carregadores na caixa, apenas o cabo USB correspondente.
8. Pesquisar preços no mercado
Os preços no mercado de usados variam muito. O estado geral, aparência e pressa do vendedor influenciam no valor. Faça buscas na internet para comparar preços em plataformas como a OLX.
Sites especializados recomendam não usar apenas o preço médio como referência, já que se trata de um aparelho usado que sofreu depreciação, isto é, perdeu seu valor com o tempo de uso.
Vale a pena comprar usado?
Comprar celular usado pode ser uma boa opção para quem busca modelos com especificações avançadas por um preço menor. É possível encontrar aparelhos que foram topo de linha por valores mais acessíveis que intermediários novos.
O importante é seguir todos os passos de verificação e não ter pressa na decisão. Um celular usado bem escolhido pode oferecer excelente custo-benefício por alguns anos.
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