9 melhores jogos de terror psicológico

Dizem que um susto é tão bom quanto um exercício cardiovascular. Não, isso não é verdade, se exercite! Mas não dá para negar que existem jogos de terror que deixam nossos corações como verdadeiros batuques do Olodum. Isso pode acontecer na forma de jump scares, sustos repentinos ou só com a atmosfera e aquele terror psicológico.

Com essas características em mente, vamos lembrar de alguns dos melhores jogos de terror psicológico já lançados. Existem muitos jogos indies bons nesse gênero, além das megaproduções; e alguns deles são tão bons nisso que até o fazem pensar duas vezes na hora de decidir se vale rejogá-los ou não.

1. Dead Space

Quando saiu originalmente em 2009, não existia nada como Dead Space. O terror espacial do game era muito opressor e muito bem feito. Depois de 14 anos, com o remake do jogo, esse fator ficou ainda mais acentuado graças aos avanços tecnológicos e à fidelidade ao jogo original também. Apesar de ser um jogo de monstros, algumas coisas perturbadoras acontecem na trama.


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2. Silent Hill 2

Lançado em 2001 para o PS2, Silent Hill 2 cativou os jogadores que não têm medo e aqueles que se borram nas calças também. A atmosfera opressora do jogo, com a neblina, criaturas horripilantes a espreita, tornam o game da Konami um dos jogos mais importantes do gênero. Com o remake lançado em 2024, tudo isso fico muito mais acentuado.

A atmosfera opressora de Silent Hill 2 não falha (Imagem: Konami/Divulgação

3. The Evil Within

Do criador de Resident Evil, Shinji Mikami, The Evil Within foi muito além dos zumbis e monstros grotescos. Esse é um jogo com uma atmosfera pesada, com coisas que não podem ser explicadas acontecendo a todo momento. Sim, tem alguns momentos de ação, mas seu foco é a atmosfera, o terror psicológico acima de tudo.

The Evil Within tem algumas bizarrices psicológicas acontecendo (Imagem: Bethesda/Divulgação)

4. Outlast

Quando um jogo de terror não dá as ferramentas necessárias para se defender, como armas, a situação é muito pior, é literalmente um jogo de gato e rato, mas com muita violência. Outlast é assim, você precisa saber onde pisa, já que ser visto não é uma opção nesse jogo. Toda a série é assim, mas nosso destaque fica para o primeiro título.

 

5. Alan Wake 2

Apesar de ter sido criado sobre o fundamento estabelecido pelo primeiro jogo, Alan Wake 2 vai muito além no terror psicológico. Esse é um jogo que, literalmente, tem a história baseada no psicológico instável de alguém, que é o protagonista e sua mente perturbada, criando um dos jogos de terror mais tensos da atualidade.

Alan Wake 2 tem momentos que dá vontade de voltar pra sala segura (Imagem: Remedy/Divulgação)

6. Observer

O Bloober Team tem se destacado nos jogos de terror. Silent Hill 2 já está nessa lista, posso ainda mencionar Cronos: The New Dawn também. De todos dessa lista, esse é o jogo que mais me deixou realmente desconfortável com sua história de investigação da mente de pessoas. A atmosfera e tensão são diferentes dos outros jogos da lista.

 

7. Spec Ops: The Line

Por essa, você não esperava. Sim, Spec Ops: The Line é um shooter em terceira pessoa na maior parte do tempo, mas ao se aprofundar na história, o terror psicológico é visto. Esse jogo é sobre os horrores da guerra, a culpa que fica, principalmente em meio aos erros. Quando o jogo deixa isso claro, é realmente perturbador.

O terror de Spec Ops: The Line é diferente (Imagem: 2K/Divulgação)

8. Alien Isolation

Esse não é exatamente um jogo de terror psicológico, mas o trauma que o Alien deixa depois da jogatina é real. Alien Isolation é um título que tem uma abordagem de esconde-esconde, mas com formas de se defender, embora esse não seja o foco. A interação com o principal inimigo, com sua inteligência, torna a experiência aterrorizante sem precisar de monstros grotescos.

O Alien é o próprio terror psicológico desse jogo (Imagem: Sega/Divulgação)

9. Hell Blade

Tanto o primeiro, como o segundo jogo têm a ver com questões psicológicas. Esses games foram feitos em parceria com neurocientistas e pessoas que vivenciam psicose. Ou seja, existe um realismo nesse tipo de característica como nenhum outro. Talvez você não se sinta intimidado como nos outros títulos listados aqui, mas o terror psicológico está presente.

 

Existem outros jogos que valem menção honrosa nessa lista, como Layers of Fear, a franquia Amnesia, Soma, Inside, entre outros. Alguns survival horror também poderiam entrar também, já que eles têm uma pitada do terror psicológico também. Porém esses são nossa escolha:

  1. Dead Space
  2. Silent Hill 2
  3. The Evil Within
  4. Outlast
  5. Alan Wake 2
  6. Observer
  7. Spec Ops: The Line
  8. Alien Isolation
  9. Hell Blade

Veja mais do CTUP:

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Coração de Lutador, Tron: Ares e Springsteen chegam aos cinemas em outubro

Com o fim de setembro à vista é hora de se preparar para as novidades que chegam em breve aos cinemas e que, em outubro, passam por títulos biográficos, filmes de terror e sequências de grandes franquias.

Uma dessas estreias que promete dar o que falar é Coração de Lutador, filme que estreia já no dia 2 retratando a história do pioneiro do MMA e ex-campeão de wrestling, Mark Kerr. Focado em um atleta que conquistou muitas vitórias nos ringues, mas viveu também muitos dilemas pessoais, o longa tem chamado atenção desde suas gravações, graças a transformação pela qual o ator Dwayne Johnson (The Rock) passou para dar vida ao protagonista.

Outro título bastante aguardado em outubro é Tron: Ares, terceira parcela da franquia homônima estrelada por Jared Leto (Morbius) e Greta Lee (Vidas Passadas). Produção da Disney de ficção científica, a obra continua a história de Tron (1982) e Tron: O Legado (2010), seguindo o sofisticado programa Ares quando ele é enviado do mundo digital para o real para uma perigosa missão.


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Já no final de outubro, quem também não deve passar despercebido nos cinemas é Springsteen: Salve-me do Desconhecido, cinebiografia do rockstar Bruce Springsteen. Estrelado por Jeremy Allen White (O Urso), o filme se debruça sobre a jornada do músico na criação do álbum Nebraska, um dos mais sombrios, pessoais e importantes de sua carreira, gravado pelo artista sozinho no quarto de sua casa.

 

Todos os lançamentos de outubro nos cinemas

Confira abaixo a data de estreia desses e de outros títulos que chegam às telonas brasileiras em outubro. Vale lembrar que o décimo mês do ano conta ainda com duas das sequências de terror mais aguardadas de 2025: O Telefone Preto 2 e Os Estranhos: Capítulo 2. Confira!

02/10

  • Avatar: O Caminho da Água (Relançamento IMAX/3D)
  • Coração de Lutador
  • Crônicas De Exorcismo: O Início
  • Dora e O Mundo Mágico das Sereias
  • Goat
  • Malês
  • Os Estranhos: Capítulo 2

09/10

  • A Casa Mágica da Gabby – O Filme
  • Cartório das Almas
  • Depois da Caçada
  • O Último Episódio
  • Perrengue Fashion
  • Retrato de Um Certo Oriente (Relançamento)
  • Ruídos
  • Tron: Ares

16/10

  • A Palavra (2025)
  • Cordélicos – A Origem do Cabra da Peste
  • Detetive Conan – O Pentagrama De Milhões De Dólares
  • Entre Penas e Bicadas
  • Eu e Meu Avô Nihonjin
  • O Bom Bandido
  • O Telefone Preto 2
  • O Último Rodeio

18/10

  • O Mágico de Oz (Relançamento)

22/10

  • Mitski: The Land

23/10

  • 3 Atos de Móises
  • A Meia-Irmã Feia
  • Chainsaw Man: O Filme:- Arco de Reze
  • Maurício de Sousa: O Filme
  • ParaNorman (Remasterizado)
  • Quando o Céu Se Enagana
  • Rob1n: Inteligência Assassina
  • Salve Rosa
  • Se Não Fosse Você

28/10

  • Depeche Moda: M

30/10

  • A Noiva Cadáver (Relançamento)
  • Amor Apocalipse
  • Bom Menino
  • Bugonia
  • Frankie e Os Monstros
  • Springsteen: Salve-me do Desconhecido
  • Terror em Shelby Oaks
  • Tubarão (Relançamento)

Leia também:

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Para a vida toda? 5 carros que os donos não vendem de jeito nenhum

Você provavelmente já ouviu alguém falar que “tal carro é para a vida toda”, não é mesmo?. Essa frase, na verdade, significa que o veículo em questão é tão bom que os donos não aceitam vender de jeito nenhum.

O mercado brasileiro, especialmente o segmento dos usados, conta com excelentes exemplos desses carros. Os motivos que levam os donos a não quererem vender variam de acordo com o modelo.

Alguns são preciosos por conta da mecânica “quase inquebrável”, outros pelo design. O que importa é que, quem tem, dificilmente vende. Confira 5 desses carros nessa listinha que o CT Auto preparou.


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5. Toyota Etios

O Toyota Etios não chama a atenção pelo design ou pelas especificações técnicas, mas tem na mecânica impecável o grande trunfo para abrir nossa lista com 5 carros que são para a vida toda, pois os donos não vendem de jeito nenhum.

Etios é um dos carros que os donos dificilmente vendem (Imagem: Divulgação/Toyota)

Projetado para o mercado indiano, mas trazido ao Brasil para colocar a marca na briga no segmento dos compactos, o Etios, especialmente na versão hatch, oferece um conjunto mecânico “quase inquebrável”, além de desempenho satisfatório e, claro, economia de combustível.

4. Nissan March

O Nissan March se encaixa no mesmo perfil do Etios e, por isso, quem é dono deste hatch subcompacto da montadora japonesa, não vende jamais. O “Micra”, nome original do March, foi vendido no Brasil em duas fases: importado do México (2012 a 2014) e com fabricação nacional (2014 a 2018).

March, ou Micra, também costuma ser um carro para a vida toda (Imagem: Divulgação/Nissan)

O modelo foi um dos responsáveis pelo crescimento da marca Nissan no Brasil enquanto esteve em linha e, por isso, também faz parte de uma outra seleta lista: a de carros esquecidos no mercado de usados que são ótimas opções.

3. Fiat Doblô

Nossa listinha com 5 carros que são para a vida toda conta também com um modelo que é o favorito de quem trabalha no ramo de entregas: o Fiat Doblô, misto de SUV e furgão, aposentado desde 2021.

Fiat Doblô saiu de linha em 2021, após décadas de reinado (Imagem: Divulgação/Stellantis)

O Doblô reinou sem concorrentes no Brasil durante praticamente duas décadas, sempre aumentando a clientela por conta da versatilidade. O monovolume era espaçoso, tinha portas traseiras deslizantes e, dependendo da configuração, podia levar até 7 ocupantes. Por isso, quem tem um, dificilmente vende.

2. Volkswagen Up!

O Volkswagen Up! não chegou a fazer tanto sucesso quanto o Gol e o Polo, mas é um daqueles carros que são para a vida toda e, quem tem, dificilmente vende. O motivo? Há alguns pontos que tornam o pequeno hatch atraente, tais como:

O Up!, especialmente na versão turbo, tem uma legião de fãs (Imagem: Divulgação/Volkswagen)
  • Desempenho do motor, especialmente o TSI (turbo)
  • Projeto bem construído, pois é compacto, mas espaçoso
  • Excelente consumo de combustível

1. Honda Civic

Chegamos ao fim de nossa lista com 5 carros que os donos dificilmente vendem com um que, atualmente, anda mal das pernas, mas já foi dominante na categoria dos sedans: o Honda Civic.

Civic disputou liderança com o Corolla enquanto foi produzido aqui, mas, hoje, vende pouco (Imagem: Divulgação/Honda)

Hoje vendido apenas em versão híbrida, o modelo japonês não faz nem sombra aos mais vendidos da categoria no Brasil, mas, entre 1998 e 2021, enquanto foi produzido no Brasil, disputou pau a pau com o Toyota Corolla a preferência do consumidor.

E aí: curtiram a lista dos 5 carros que são para a vida toda, né? Então vamos relembrar quais são eles.

  1. Honda Civic
  2. Volkswagen Up!
  3. Fiat Doblô
  4. Nissan March
  5. Toyota Etios

Leia também:

Vídeo: Testamos o Honda Civic híbrido! O melhor Civic de todos os tempos? 

 

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Quais são as histórias em quadrinhos mais longevas do Mundo?

Quando falamos da história das HQs, é fácil supor que os grandes nomes são os que mais duraram. A longevidade no mundo dos gibis, no entanto, é uma jornada fascinante, cheia de reviravoltas e curiosidades pouco conhecidas. Não é só uma questão de tempo, mas de resiliência e, em alguns casos, de pura teimosia criativa.

Embora tenha um design horrível e seja muito cafona, esta é revista mais longeva da história (Imagem: Reprodução/Edizioni San Paolo)

O título de quadrinho mais longevo do mundo pertence a uma revistinha italiana de entretenimento rápido e descartável pouco falada no Brasil: Il Giornalino. Lançada em 1924, essa revista de cunho educativo-religioso é um verdadeiro fóssil vivo da nona arte.

Mesmo sendo quase uma porcaria, atravessou fascismo, guerras mundiais e a revolução digital, permanecendo em circulação contínua por quase um século. É uma longevidade impressionante, que demonstra como os quadrinhos podem ser um pilar cultural, adaptando-se às mudanças de cada época.


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Titãs Americanos e a Surpresa Britânica

Nos Estados Unidos, os reis da longevidade são, sem surpresa, os gigantes da DC Comics. Detective Comics e Action Comics, lançados em 1937 e 1938, respectivamente, não só deram origem ao Batman e ao Superman, mas também moldaram a indústria de super-heróis. Eles são as espinhas dorsais de um universo que, por mais de 80 anos, continua a ditar as regras do jogo. A paixão dos fãs e o valor de seus personagens icônicos garantiram que esses títulos atravessassem gerações.

A longevidade não se mede apenas em anos. A quantidade de edições também conta, e é aí que entra um peso-pesado britânico: The Beano. Publicado semanalmente desde 1938, este quadrinho de humor é uma máquina de edições.

Com um número total que supera em muito o de seus concorrentes americanos, The Beano é a prova de que a consistência e a paixão por personagens carismáticos, como Dennis o Pimentinha, geram uma longevidade de dar inveja.

Legado de paixão e persistência

A discussão sobre qual é o “mais longevo” também nos leva a outros casos notáveis. O mangá japonês KochiKame, com mais de 2.000 capítulos, demonstrou a força do formato de publicação semanal.

Além de ser um dos títulos mais longevos da trajetória das HQs, Cerebus foi escrito, desenhado, arte-finalizado e distribuído por uma só pessoa: o xarope do Dave Sim (Imagem: Reprodução/Dave Sim)

Para um toque de autor, não podemos esquecer de Cerebus the Aardvark, de Dave Sim, uma saga de 300 edições criada e desenhada por uma única pessoa, um feito raro e quase inacreditável no mundo dos quadrinhos.

No fim, a longevidade de uma HQ é um reflexo de sua capacidade de se conectar com o público. Não importa se é um gibi educativo italiano, um épico de super-heróis americano ou uma tira de humor britânica, o que realmente importa é a paixão que a mantém viva, edição após edição.

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6 prompts para ‘turbinar’ os seus estudos com o Gemini

Estudar exige tempo e organização, e nem sempre é fácil reunir informações, revisar textos ou memorizar conteúdos. Com o Gemini você pode resumir textos, transcrever aulas e criar materiais de apoio, que vão facilitar seus estudos.

6 prompts para estudar com o Gemini

A seguir, confira seis prompts para aproveitar a ferramenta para melhorar seus estudos:

  1. Buscas na web de assuntos específicos;
  2. Revisão de textos;
  3. Transcrição de aulas;
  4. Resumo de textos e pesquisas;
  5. Explicações simplificadas;
  6. Criação de flashcards.

1. Buscas na web de assuntos específicos

Durante o estudo de um novo tema ou escrita de trabalhos acadêmicos, a busca por informações às vezes pode demorar e exigir muito esforço.


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Ao utilizar o Gemini, você reduz o tempo de busca e consegue ter acesso a mais artigos e pesquisas sobre o assunto, já que a IA consegue acessar várias páginas web ao mesmo tempo. Com o recurso Deep Research, também é possível explorar os assuntos de forma mais aprofundada.

  • Exemplo de prompt: “Encontre informações recentes sobre [assunto] e organize em tópicos com referências.”

2. Revisão de textos

Às vezes, o cansaço pode prejudicar a escrita dos textos, deixando-os poucos claros ou confusos. Você pode solicitar que o Gemini revise e corrija erros e a clareza do texto para torná-lo mais fácil de entender. 

  • Exemplo de prompt: “Revise este texto, corrija erros e sugira melhorias para deixá-lo mais claro, sem alterar as informações.”

3. Transcrição de aulas

Costuma gravar aulas ou palestras? Agora, o Gemini pode transcrevê-las para você. A IA consegue transformar áudios e vídeos em textos de forma rápida, além de destacar os pontos mais importantes para facilitar a revisão e estudo dos temas.

  • Exemplo de prompt: “Transcreva este áudio integralmente e depois destaque os principais assuntos abordados.”
Vários apps do Gemini na tela do celular
O Gemini pode ajudar nos estudos com resumos de conteúdo, transcrição de documentos e até criação de materiais de estudo. (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)

4. Resumo de textos e pesquisas

Ao lidar com artigos ou relatórios longos, identificar os pontos mais importantes nem sempre é fácil. Com o Gemini, você consegue transformar o material em resumos, organizados em tópicos ou listas que facilitam o estudo.

  • Exemplo de prompt: “Crie um resumo do artigo e destaque conceitos, exemplos e conclusões importantes.”

5. Explicações simplificadas

Quando um conceito parece complicado, o Gemini pode ajudar. Ele explica o assunto de maneira simples, usando exemplos ou analogias que tornam mais fácil compreender e memorizar o conteúdo. Veja como solicitar:

  • Exemplo de prompt: “Explique o conceito de [tema] de forma simples, como se eu estivesse começando a estudar o assunto.”

6. Criação de flashcards

Flashcards são ótimos para memorizar informações e você pode usar o Gemini para criá-los. Basta enviar os textos e solicitar que faça conteúdos visuais com perguntas e respostas. Depois, é só imprimir e estudar.

  • Exemplo de prompt: “Crie flashcards com perguntas e respostas a partir deste texto sobre [tema]. Texto: [inserir texto].”

Confira outros conteúdos do Canaltech:

VÍDEO: O Gemini é muito bom (e isso é um problema)

 

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IA sinaliza conteúdo prejudicial a crianças no TikTok, Insta e YouTube para pais

As redes sociais trouxeram novos desafios para pais que buscam proteger filhos de conteúdos inadequados para a idade ou prejudiciais à sua formação. Nesse contexto, surge o Sway.ly, um aplicativo que utiliza inteligência artificial para identificar material nocivo em plataformas como TikTok, Instagram e YouTube, mas sem bloquear o acesso.

O Sway.ly monitora feeds de redes sociais em tempo real, sinalizando conteúdos potencialmente prejudiciais.

Entre os tipos de material analisado estão:

  • Mensagens de ódio;
  • Misoginia;
  • Padrões corporais irreais;
  • Violência;
  • Desinformação.

O diferencial do sistema baseado em IA é que ele não impede o acesso às redes sociais, mas alerta pais e filhos sobre o risco, explica os motivos e oferece orientações sobre como lidar com essas situações. De acordo com informações da própria empresa, a IA é constantemente atualizada para acompanhar novas tendências e formas de conteúdo nocivo novos que aparecem todos os dias em novas “trends”.


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Alcance e dispositivos

Para funcionar, o aplicativo precisa ser instalado no dispositivo do responsável e no principal aparelho usado pela criança, como um tablet ou celular. A partir daí, o assistente de IA acompanha as contas de redes sociais diretamente, independentemente do aparelho ou local de acesso.

IA sinaliza conteúdo prejudicial a crianças no TikTok, Insta e YouTube para pais (Imagem: Khanh Tu Nguyen Huy/Unsplash)

O sistema também mantém a privacidade dos usuários, compartilhando informações apenas com membros da família vinculados à conta ou quando for exigido por lei.

Tipos de conteúdo analisados

O Sway.ly monitora 39 tipos de risco em 10 áreas, incluindo superexposição a conteúdos adultos, assédio, autoimagem, comportamentos de risco, notícias alarmantes e publicidade enganosa. A proposta é fornecer informações detalhadas para que pais e filhos entendam melhor os efeitos do conteúdo digital que a criança está consumindo, sem depender exclusivamente de filtros tradicionais de bloqueio completos.

Embora as restrições existentes em plataformas de redes sociais tentem limitar conteúdos prejudiciais, muitas crianças continuam expostas a narrativas tóxicas e mensagens que afetam sua percepção de si mesmas e do mundo. Ferramentas como a IA do Sway.ly podem auxiliar na identificação e compreensão desses conteúdos, promovendo decisões mais conscientes sobre o uso das redes sociais em família.

Você pode baixar e testar gratuitamente por sete dias o recurso em sway.ly.

Leia também:

VÍDEO | Dicas de uso de celular para crianças 

 

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Saiba como a lógica de programação se aplica a outras carreiras em tecnologia

A melhor forma de explicar como a lógica de programação beneficia profissionais de tecnologia que não são programadores é usando analogias simples e focando em como essa mentalidade otimiza processos e a resolução de problemas no dia a dia.

A lógica de programação é como um manual de instruções para pensar de forma organizada e eficiente.

Mesmo que você não escreva código, a mentalidade de um programador — de dividir um problema grande em partes menores, seguir um passo a passo claro e automatizar tarefas repetitivas — é extremamente útil.


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É como seguir uma receita de bolo:  (se o bolo estiver seco, adicione mais leite) e repetir uma ação (bater a massa por 5 minutos) são princípios que garantem o resultado.

Embora esse exemplo possa parecer muito simples de um glutão, a jornada do dos códigos ensimam até mesmo o moleque mais bagunceiro e nota baixa acelerar o raciocínio e expandir a quantidade de recursos mentais.

A Lógica na Prática 

Vamos usar os conceitos do texto para traduzir a lógica de programação para o seu dia a dia profissional. Grupo Heineken abre mais de 30 vagas em tecnologia com salário de até R$ 22 mil

Sequência:

Em vez de código, pense nos passos de um fluxo de trabalho. Para um gerente de projetos, isso significa definir a ordem das tarefas para uma equipe: “Primeiro o design, depois o desenvolvimento, e só então o teste”. A lógica aqui é garantir que cada etapa aconteça na ordem correta, evitando atrasos e retrabalho.

Seleção

No lugar de um comando if-else, imagine uma árvore de decisão. Um especialista em marketing digital pode pensar: “Se a taxa de cliques de um anúncio for baixa, então mudaremos a imagem. Senão, manteremos a campanha como está“. Essa mentalidade permite reagir de forma lógica a diferentes cenários e tomar decisões baseadas em dados.

Iteração

Pense em tarefas repetitivas que podem ser automatizadas. Um analista de dados que precisa gerar relatórios semanais pode usar a lógica de repetição para automatizar a coleta e o processamento dos dados em uma planilha, em vez de fazer isso manualmente. Essa mentalidade permite criar processos mais eficientes e economizar tempo.

Abstração

Isso se traduz em criar modelos ou “funções” para tarefas recorrentes. Um analista de suporte técnico, por exemplo, pode criar um guia passo a passo para resolver problemas comuns de rede. Esse guia é uma “função” que pode ser “chamada” por qualquer membro da equipe, promovendo a modularidade e a consistência no trabalho.

Resolução de Desafios Matemáticos e Otimização

A lógica de programação ajuda a resolver desafios matemáticos porque ensina a decompor problemas complexos. Por exemplo, para calcular a média de desempenho de vendas de 500 funcionários, um profissional com essa mentalidade não tentaria fazer o cálculo um por um. Em vez disso, ele criaria um processo lógico e automático para processar todos os dados de uma vez.

Imagem: Reprodução/Canaltech com IA geradora de imagens 

No mercado de trabalho, essa forma de pensar é fundamental para otimizar processos, tornando-os mais rápidos e com menos erros. É a diferença entre fazer uma tarefa manualmente de novo e de novo, ou estruturar um método que resolve o problema de forma definitiva. É a capacidade de ver um problema, não como uma barreira, mas como um processo que pode ser melhorado e automatizado.

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Você conhece o Porsche que “não deveria” existir, mas salvou a marca?

O nome “Porsche” é sinônimo de ícone para os amantes do segmento automotivo. O 911, então, é o maior símbolo da marca alemã, cobiçado por 10 entre 10 apaixonados pela sinfonia de um motor bem afinado.

No final dos anos 1990, porém, o “romantismo” que envolvia o Porsche 911 não estava sendo suficiente para pagar as altas contas da montadora europeia. A empresa estava perigosamente perto da falência, dependendo quase que exclusivamente de um único modelo e do recém-chegado Boxster.

A solução encontrada, para muitos, beirou a heresia: lançar no mercado um SUV. A ideia de um Porsche alto, pesado e familiar, com “nome de pimenta mexicana”, foi recebida com desprezo pelos fãs mais radicais.


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Mal sabiam eles, porém, que o lançamento do Cayenne não seria o fim da Porsche, mas sua salvação — e a de tantos outros fãs incondicionais do 911, do 718 e, agora, dos elétricos, Taycan e Macan.

Cayenne revolucionou a história e salvou as contas da marca alemã (Imagem: Divulgação/Porsche)

Porsche Cayenne: a heresia que virou salvação

No início dos anos 2000, a Porsche precisava de um sucesso de vendas, um carro com altas margens de lucro que pudesse financiar o futuro de seus esportivos. A aposta foi em um segmento que estava explodindo em popularidade: os SUVs de luxo.

A dúvida, então, era a seguinte: como fazer isso sem destruir a imagem da marca? A resposta veio por meio de uma jogada de mestre, que envolveu coragem e uma parceria estratégica.

  • Aposta arriscada: A diretoria decidiu que o novo veículo precisava ser, antes de tudo, um Porsche de verdade. Tinha que ter o melhor desempenho da categoria, tanto no asfalto quanto fora dele.
  • Parceria inteligente: Para viabilizar o projeto e reduzir os custos de desenvolvimento, a Porsche uniu forças com a Volkswagen. O Cayenne foi desenvolvido sobre a mesma plataforma do VW Touareg, mas com engenharia, motores, suspensão e design totalmente próprios da Porsche.
  • Choque e pavor: Quando as primeiras fotos surgiram, a reação foi de espanto. Para muitos, aquele “utilitário” era a antítese de tudo o que a Porsche representava.

O que fez o Cayenne ser um sucesso imediato?

A desconfiança dos puristas durou pouco. Assim que os primeiros testes e unidades chegaram às ruas, o Cayenne provou que era muito mais do que um Touareg com um emblema diferente.

O SUV da Porsche entregava uma combinação de atributos que nenhum outro veículo no mundo oferecia na época, conquistando um público totalmente novo para a marca.

  • Performance de esportivo: A versão Turbo, com seu motor V8, entregava uma aceleração brutal que deixava muitos carros esportivos para trás. Era um SUV que se comportava como um Porsche.
  • Capacidade off-road real: Equipado com suspensão a ar ajustável, tração integral e caixa de redução, o Cayenne era surpreendentemente competente em trilhas pesadas, provando sua versatilidade.
  • Luxo e praticidade: Pela primeira vez, era possível ter um Porsche para levar a família, as bagagens e ainda ter um interior espaçoso e luxuoso. Era o carro “tudo em um” que muitos sonhavam.

O legado que financiou o futuro

O sucesso do Cayenne foi estrondoso e imediato. O dinheiro começou a entrar em caixa em um volume que a Porsche nunca tinha visto, garantindo não apenas sua sobrevivência, mas uma era de prosperidade. Sem o Cayenne, a Porsche que conhecemos hoje simplesmente não existiria.

  • Salvou o 911: Os lucros do SUV financiaram o desenvolvimento das gerações seguintes do 911 (997, 991, 992), permitindo que ele se tornasse cada vez mais tecnológico e eficiente sem perder a alma.
  • Abriu caminho para mais sucessos: O Cayenne provou que a Porsche poderia ir além dos esportivos de duas portas. Isso abriu caminho para outros modelos de grande volume, como o Panamera e o Macan, que hoje é o carro mais vendido da marca.
  • Financiou a eletrificação: A estabilidade financeira proporcionada pelo Cayenne foi crucial para que a Porsche pudesse investir pesado em pesquisa e desenvolvimento para o futuro, resultando em projetos ambiciosos como o superesportivo híbrido 918 Spyder e, mais recentemente, o elétrico Taycan.
Porsche Cayenne S 2024 (Prévia)
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Porsche Cayenne S 2024 (Prévia)
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Da próxima vez que você vir um Porsche Cayenne na rua, lembre-se de que ele é muito mais do que um SUV de luxo. Ele é o herói improvável, o carro que enfrentou o preconceito dos próprios fãs para garantir que a lenda do 911 e o futuro da marca pudessem continuar acelerando forte rumo à eternidade.

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