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O start-stop é uma tecnologia que começou a surgir na década de 1970, em experiências de marcas como Toyota e Volkswagen, e que hoje está presente em diversos modelos modernos. Sua função é simples: desligar o motor automaticamente em paradas rápidas — como em semáforos ou congestionamentos — e religá-lo assim que o motorista aciona novamente os pedais.
O objetivo é claro: economizar combustível, reduzir emissões e tornar a condução mais eficiente. Para isso, alguns componentes recebem adaptações, como motor de partida reforçado, bateria de maior capacidade e comandos eletrônicos específicos. Embora a maior demanda sobre esses itens possa gerar custos extras em eventuais manutenções, os benefícios se mostram cada vez mais relevantes no uso cotidiano.
A seguir, o CT Auto separou 5 motivos para considerar um carro com start-stop. Confira:
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5. Economia de combustível no dia a dia
Ao desligar o motor nas paradas, o sistema evita o gasto desnecessário de combustível em situações comuns no trânsito urbano. Em média, o recurso pode gerar uma economia de até 10% no consumo, tornando-se um aliado importante principalmente no uso em cidades.
Sistema melhora a eficiência do carro em trânsitos intensos (Internet/Reprodução)
4. Redução de emissões poluentes
Com o motor desligado em momentos de inatividade, a emissão de gases nocivos diminui de forma significativa. É um recurso que ajuda a reduzir a pegada de carbono e contribui para metas de sustentabilidade ambiental.
3. Mais silêncio e conforto durante as paradas
Quem já ficou preso em congestionamentos sabe como o barulho do motor pode ser incômodo. Com o start-stop, o carro permanece silencioso em paradas curtas, oferecendo mais conforto para motorista e passageiros.
Direção também fica mais silenciosa em carros com sistema Start & Stop (Internet/Reprodução)
2. Menor desgaste de alguns componentes
Ao reduzir o tempo em que o motor permanece em marcha lenta, certas peças podem ter sua durabilidade ampliada. Velas de ignição e até o sistema de escape se beneficiam desse uso mais racional.
1. Tecnologia que agrega valor
Carros equipados com start-stop transmitem modernidade, eficiência e inovação. Isso pode refletir positivamente não apenas na experiência de condução, mas também na valorização do veículo no mercado de usados.
Entre os jogos de corrida com mascotes, dois se destacaram em 2025: Mario Kart World e Sonic Racing: CrossWorlds. Estes lançamentos revivem a antiga rivalidade entre o bigodudo e o ouriço azul, que criou uma verdadeira guerra de consoles no passado.
Nintendo e SEGA investiram no mesmo gênero, em um período muito próximo e sabiam bem que disputariam espaço no coração dos fãs. Você pode jogar ambos e se divertir. Porém, se pudesse escolher um, qual deveria escolher?
Nós do Canaltech colocamos eles lado a lado para o confronto definitivo: afinal de contas, qual é o melhor? Mario Kart World ou Sonic Racing: CrossWorlds?
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Velocidade é natural para o Sonic
Quando se fala em jogo de corridas, mesmo no subgênero de karts, é natural que o público queira sentir toda a velocidade da disputa. Afinal de contas, sem isso não tem nem graça estar em 1º lugar ou disputando o pódio.
E por mais que Mario Kart tenha pavimentado esse caminho para os demais mascotes, nenhum é tão bem-versado no caminho da rapidez quanto Sonic the Hedgehog. O plot do ouriço azul é sair correndo, afinal de contas.
É muito claro a diferença que Sonic Racing: CrossWorlds apresenta, já que só faltará mesmo um ventilador para sentir o vento enquanto corre pelas suas pistas. Não há, em momento algum, a sensação de que a disputa está “calma demais” ou que não está correndo para, de fato, chegar em 1º.
Mesmo que Mario Kart World não fique muito para trás, o jogo da Nintendo perde nesta disputa. Quando debatemos as curvas acentuadas e mudanças de direção de Sonic, não dá para colocar as pistas retas e até a demora de chegar do ponto A ao B que a nova experiência de Mario traz.
Elenco de personagens
Para equilibrar esta disputa, temos de analisar bem os personagens que estão presentes em ambos os games. Claro que Sonic, Knuckles, Tails, Amy Rose, Shadow e Eggman importam, mas em Sonic Racing: CrossWorlds temos menos presenças icônicas que as vistas em Mario Kart World.
Isso não é culpa da SEGA, vale atentar. Não se dá para disputar popularidade com personagens que marcaram toda a infância de uma maioria esmagadora do público: Mario, Luigi, Yoshi, Peach, Bowser, Toad, Wario, Boo, Donkey Kong e Rosalina. Difícil superar esse elenco.
O elenco de Mario Kart World é imbatível (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Ainda que o Sonic tenha um peso muito próximo ao Mario, os demais corredores do jogo ficam muito abaixo na visão geral. Duvido que quem esteja fora da “fanbase” conheça Zavok e Zazz, por exemplo. Já Mario Kart World conseguiu chamar a atenção para uma simples vaca.
Porém, Sonic Racing: CrossWorlds não faz feio no quesito crossovers. Se no básico a Nintendo dispara na frente, quando se fala do recheio a SEGA fez muito bem seu dever de casa. Através do Season Pass, o jogo receberá Bob Esponja, Pac-Man, Minecraft, Mega Man e outros personagens famosos.
Isso sem mencionar a presença de Hatsune Miku, Joker (de Persona 5) e Ichiban Kasuga (de Yakuza: Like a Dragon), que serão disponibilizados de forma gratuita. Então, a longo prazo, pode-se estimar que Sonic Racing: CrossWorlds causará um impacto maior.
Sonic Racing: CrossWorlds pode se tornar um ícone maior com os DLCs (Imagem: Reprodução/SEGA)
Mecânicas da corrida
Mario Kart World inova ao apresentar 3 aspectos nunca antes vistos na franquia: um mundo aberto para explorar e brincar com os amigos, a presença de trechos entre as pistas (com a possibilidade de dirigir entre os “intervalos”) e a presença de um modo battle royale.
Sonic Racing: CrossWorlds te convencerá pelo simples. Você correrá em diversas pistas com o básico sistema de 3 voltas. Porém, dentro disso encontrará os diferenciais: os portais que te levam para outra dimensão, a presença de rivais nos circuitos e outros fatores que divertem muito.
A SEGA não buscou revitalizar algo que sempre foi um “tiro certo”, ela aprimorou e criou oportunidades onde a concorrência “inventou demais”. O resultado disso é um game mais divertido com o Sonic, que apela para aquilo que os fãs conhecem e amam ao invés de buscar soluções únicas.
Sonic Racing: CrossWorlds não tenta algo novo demais e joga no seguro (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Utilização de itens
Se tem algo que a Nintendo soube estabelecer muito bem ao longo dos anos em Mario Kart é o equilíbrio. Quando joga Mario Kart World, se fica muito para trás, há grandes chances de aparecer um item que vire o jogo ao seu favor. Se está na frente, no máximo receberá uma banana para se defender.
Em Mario Kart World, estar em 1º lugar corta grande parte da diversão do jogo (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Porém, todos que jogam chegam à mesma solução: quando se está na frente de todos, o jogo perde totalmente a graça. É até possível ter uma disputa, mas você não terá itens para te ajudar a manter sua posição ou enfrentar quem deseja roubá-la. Só moedas, bananas e uma pena.
Em contrapartida, o desequilíbrio de Sonic Racing: CrossWorlds é mais divertido nesse quesito. Todos têm a possibilidade de pegar todos os itens, o que cria um apelo maior para buscar caixas que estão espalhadas ao redor das pistas.
Se está em 1º, pode acabar com aquele item que vai preferir guardar para o momento em que tentarem lhe ultrapassar. Porém, quem está nas últimas posições e estiver em um dia azarado também pode acabar com itens ruins que não o ajudam a conquistar um lugar melhor — algo que pode gerar críticas também, vale observar.
No entanto, quem está adiante não é penalizado com menos diversão. Esta diferença, apesar de depender muito de cada pessoa, pende um pouco mais a favor de Sonic Racing: CrossWorlds do que com Mario Kart World. Afinal de contas, os itens são a “alma do negócio”.
Os melhores itens ficam para quem está nas últimas posições (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Como vai o desempenho?
Tanto Mario Kart World quanto Sonic Racing: CrossWorlds foram construídos com muito cuidado e carinho pelos desenvolvedores. É até injusto botar isto na balança, já que atualizações podem resolver questões que entram em debate. Porém, é importante que o público saiba como cada um se porta.
Mario Kart World é o jogo de entrada no Nintendo Switch 2, com o potencial de atingir resolução de 1440p e 60 FPS. O modo single player é muito estável, mas a experiência perde parte disso dentro do multiplayer local e online — onde existem vários elementos adicionais na sua tela.
Sonic Racing: CrossWorlds chegou em todas as plataformas sem grandes críticas ao seu desempenho. Os que mais sofreram estão nos PCs, que podem encontrar resultados insatisfatórios a depender de seus componentes — mesmo os presentes nos requisitos mínimos e recomendados.
Neste ponto, Mario Kart World acaba sendo uma opção mais viável. Ao lidar com apenas um console, há mais chances do público se divertir e não contar com problemas — inclusive, ajustes pontuais nunca foram problemas para a Big N. Já com Sonic Racing: CrossWorlds, pode demorar para a SEGA entender os problemas em cada versão e disparar correções.
O desempenho de Sonic Racing: CrossWorlds no PC virou alvo de críticas (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Quem vence: Sonic Racing CrossWorlds ou Mario Kart World?
É certo que Mario Kart World tem um nome a zelar e teve um grande cuidado em seu lançamento, por ser o “showcase” completo de toda uma plataforma. Ele é o modelo a ser seguido no Nintendo Switch 2, o que é algo grande e que exige um destaque em seu desempenho e no elenco estelar.
Porém, Sonic Racing: CrossWorlds consegue divertir enquanto joga no seguro. Ele não foi produzido para mudar os parâmetros e apresentar um videogame propriamente dito, porém a SEGA se assegurou que traria o seu máximo com a experiência: algo que fizeram, de fato, com maestria.
Sabendo o seu lugar ao usar bem aspectos como a velocidade dos jogos de corrida, a insanidade dos itens, inovações como mudanças súbitas de pistas e uso de rivais, assim como a presença de diversos personagens emblemáticos de crossover, Sonic Racing: CrossWorlds desponta como o melhor jogo de kart desta geração.
A Nintendo, além de cometer alguns deslizes com Mario Kart World, falhou em trazer a verdadeira diversão como foi visto em seu antecessor. Agora, o topo do pódio — que sempre foi seu — passou para o seu maior rival. Resta às próximas atualizações e novidades reduzir esta distância para tentar recuperar seu lugar de direito.
Desenvolvedores estão relatando nas redes sociais que a itch.io, loja digital com foco em títulos independentes, está atrasando o pagamento de jogos vendidos na plataforma. Alguns produtores afirmam estar há mais de 100 dias sem receber, um processo que normalmente levaria de 10 a 14 dias.
“Desde o início, escrevi para o suporte do itch.io várias vezes nos últimos meses — e não obtive resposta a nenhum dos tickets. Para cumprir seus rígidos requisitos fiscais, fui até a repartição de finanças do meu país e forneci documentos oficiais (o que nenhum outro processador de pagamento ou banco jamais exigiu de mim)”, afirmou o desenvolvedor independente seanutsfrox, que estaria esperando seu pagamento há mais de 100 dias, em uma longa publicação no reddit feita em 21 de setembro. “Após meses, a itch.io finalmente os analisou e marcou meu perfil fiscal como ‘Validado’. E, ainda assim, não recebi nenhum pagamento”.
O produtor independente contou que a itch.io está retendo US$ 6 mil das vendas de seus jogos há meses. Ele afirma que seu projeto está sendo gravemente prejudicado pelo atraso nos pagamentos e que sua equipe precisa de fundos para continuar o desenvolvimento. “Eu até tinha uma freelancer já trabalhando em um contrato conosco — como o itch.io afirma que os pagamentos ocorrem em 10 a 14 dias, pensei que poderíamos confiar neles”, contou seanutsfrox. No entanto o freelancer foi dispensado pela ausência do pagamento.
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Segundo ele, há mais de 200 devs que estão aguardando pagamentos e que relataram a mesma situação. “Curiosamente, todos eles estão fora dos EUA (principalmente da UE e do Reino Unido). Parece que a itch.io está se recusando especialmente a pagar desenvolvedores internacionais”, afirmou.
Desenvolvedores relatam que a Itch.io está atrasando pagamentos (Divulgação/Itch.io)
“Talvez os próprios funcionários do itch.io também estejam trabalhando de graça, e é por isso que a plataforma funciona do jeito que funciona. Se for o caso, talvez eles também gostariam de se juntar ao meu projeto e trabalhar por 4 meses sem receber?”
Entre as medidas tomadas por seanutsfrox estão o registro de uma queixa junto a uma autoridade da União Europeia por suspeita de fraude, além do contato com jornalistas e com os processadores de pagamento Stripe e PayPal.
Rumores indicam que próxima atualização da interface terá recursos para alternar automaticamente entre Wi-Fi e dados móveis. Vazamentos mostram possível versão de testes.
Um Batmóvelrodou pela Avenida Paulista, em São Paulo (SP), no sábado (20) e surpreendeu pedestres. A réplica do clássico do homem-morcego fazia parte de uma ação promocional de um shopping próximo, e claro que chamou a atenção de crianças e adultos que passeavam por lá.
O carro pertence ao Parque Temático Automotivo Dream Car, que fica em São Roque, no interior paulista, e impressionou pela semelhança com o Batmóvel do longa Batman: O Retorno (1992), estrelado por Michael Keaton. “Esse carro simplesmente parou o trânsito, encantando pessoas de todas as idades, desde crianças até adultos”, declarou Lucas Monteiro, motorista do supercarro.
A réplica levou dois anos para ser construída e inclusive passou por aprovação na sede da Warner Bros, nos Estados Unidos. Fabricado em fibra de vidro e montado sobre chassi feito sob medida, o carro possui tem bolha elétrica, luzes, hélice e arma cinematográfica, reproduzindo fielmente o modelo original. Sob o capô, o carro traz um V8 5.7 litros do Corvette 1970, atualizado com injeção eletrônica e câmbio automático de três velocidades.
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Confusão com Batmóvel de Neymar
A aparição do Batmóvel gerou curiosidade — houve quem pensou se tratar de mais um carro da coleção do jogador Neymar Jr., que recentemente recebeu uma réplica do Batmóvel avaliada em R$ 8,3 milhões. Construída pelo especialista Adhemar Cabal, a versão de Neymar levou três anos para ficar pronta, tem potência de cerca de 500 cv e mantém o estilo da trilogia de Christian Bale.
A má notícia? O jogador não pode rodar com seu Batmóvel por ruas públicas, porque o modelo não tem placa nem homologação. Portanto, o carro pode circular somente em propriedades privadas.
As informações vêm de uma fonte do portal CRN familiarizada com os planos da Intel. Além das GPUs Jaguar Shores, a empresa planeja lançar um “design de GPU com requisitos de baixa energia para data centers”. Essa nova série pode chegar em algum momento do próximo ano, mas nenhuma janela de lançamento específica foi especulada.
Nova GPU eficiente para IA pode usar arquitetura Battlemage
Essa nova abordagem sugere uma estratégia de duas frentes para o mercado de IA. Enquanto a linha Gaudi Jaguar Shores será a solução de alto desempenho, focada em tarefas pesadas de treinamento de IA vendida em soluções de larga escala, esta nova GPU de baixo consumo seria direcionada para cargas de trabalho de inferência.
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As GPUs Gaudi não têm chamado tanto a atenção do mercado de IA (Imagem: Intel/Divulgação)
Ainda não há detalhes oficiais sobre a nova GPU, mas acredita-se que ela possa ser baseada na arquitetura Battlemage (a mesma da atual geração de placas de vídeo Arc para games) e voltada para o mercado de Edge AI.
Essa é só mais uma frente em que a Intel está tendo que repensar as abordagens para ter mais força e buscar parcerias. Além do mercado de IA para data centers, a empresa ainda se esforça para encontrar seu lugar em placas de vídeo para games, e até em processadores x86, que sempre foi um mercado em que ela dominou desde o início e tem perdido espaço para a rival AMD nos últimos anos.
Se você já começou a ver panetone nos supermercados, uma coisa é certa: mais um ano está chegando ao fim. Sabemos que ainda temos alguns meses de 2025 pela frente, mas o cinema não para, então chegou o momento de dar uma olhadinha nos principais lançamentos de terror em 2026.
Com direito a sequências aguardadas, reboots, derivados e ideias originais, o gênero mais macabro da ficção promete entregar uma refeição completa aos entusiastas de horror no próximo ano.
Alguns dos principais destaques são os aguardados retornos das franquias Pânico e Extermínio, assim como novas adaptações de games, que incluem um novo filme de Resident Evil e o esperado (ou temido, dependendo da sua visão) Return to Silent Hill.
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Outros destaques são Werwulf, o próximo longa do conceituado cineasta Robert Eggers (Nosferatu), e SOULM8TE, produção derivada da franquia M3GAN.
Logo, com tantos projetos diferentes do gênero chegando às telonas no ano que vem, o Canaltech reuniu aqui os principais filmes de terror que estreiam em 2026 nos cinemas (lembrando que as datas de lançamento podem sofrer alterações até a chegada do novo ano).
Filmes de terror que estreiam nos cinemas em 2026
SOULM8TE
Extermínio: O Templo dos Ossos
Pânico 7
A Noiva!
Return to Silent Hill
Casamento Sangrento 2
Evil Dead Burn
Resident Evil
Werwulf
SOULM8TE
Quando estreia: 8 de janeiro de 2026.
Previsto para abrir os trabalhos do gênero logo no primeiro mês do próximo ano, SOULM8TE é o aguardado filme derivado da franquia M3GAN, longa que lançou a famosa androide assassina ao mundo.
Dirigido por Kate Dolan (You Are Not My Mother), SOULM8TE ainda não recebeu um trailer oficial, mas o longa conta a história de um homem que adquire uma androide com inteligência artificial para tentar superar o luto pela perda da esposa.
Porém, a tentativa em transformar a máquina em uma parceira senciente sai pela culatra quando a robô aparentemente inofensiva se transforma em uma arma mortal.
Derivado de M3GAN, SOULM8TE estreia no começo de 2026 nos cinemas (Imagem: Divulgação/Blumhouse Productions).
O elenco de SOULM8TE tem David Rysdahl (Alien: Earth), Claudia Doumit (The Boys) e Lily Sullivan (A Morte do Demônio: A Ascensão).
Extermínio: O Templo dos Ossos
Quando estreia: 15 de janeiro de 2026.
Após o sucesso de Extermínio: A Evolução (2025), que marcou o retorno de uma das franquias de terror mais influentes do gênero aos cinemas, Extermínio: O Templo dos Ossos estreia em 2026 para dar continuidade à história apresentada no filme anterior.
Nia DaCosta (As Marvels) é a diretora por trás do quarto filme da saga apocalíptica que lançou Cillian Murphy (Oppenheimer) ao mundo nos anos 2000. Já a trama vai acompanhar o Dr. Kelson (Ralph Fiennes) fazendo revelações bombásticas, enquanto o jovem Spike (Alfie Williams) tenta escapar de seu encontro com o sádico Jimmy Crystal (Jack O’Connell).
Pânico 7
Quando estreia: 26 de fevereiro de 2026.
Pânico 7 estreia em fevereiro de 2026 nos cinemas (Imagem: Divulgação/Paramount Pictures).
Marcando o retorno da franquia após um desenvolvimento conturbado, Pânico 7 chega aos cinemas em fevereiro de 2026 para a alegria dos fãs ansiosos que mal podem esperar para saber o que o Ghostface vai aprontar dessa vez.
Com direção de Kevin Williamson, criador da saga de terror juntamente com o icônico diretor Wes Craven, Pânico 7 ainda não teve sua sinopse revelada, mas o longa conta com retorno de Neve Campbell (Jovens Bruxas) como Sidney Prescott.
O elenco ainda tem Matthew Lillard (Scooby-Doo), Courteney Cox (Friends), David Arquette (Nunca Fui Beijada), Mckenna Grace (Ghostbusters: Apocalipse de Gelo) e Isabel May (1883).
A Noiva!
Quando estreia: 5 de março de 2026.
A Noiva! é o aguardado novo projeto de Maggie Gyllenhaal (A Filha Perdida) como diretora. Estrelado por Jessie Buckley (A Filha Perdida) e Christian Bale (Psicopata Americano), o longa é inspirado no clássico A Noiva de Frankenstein (1935), que por sua vez adapta Frankenstein, o influente romance da escritora Mary Shelley.
Situada na Chicago dos anos 1930, A Noiva! acompanha o solitário Frankenstein (Bale), que viaja ao local para fazer um pedido à cientista Dra. Euphronious (Annette Bening): criar uma parceira para ele. É assim que, juntos, eles ressuscitam uma jovem assassinada, mas as coisas acabam saindo do controle.
Return to Silent Hill
Quando estreia: 19 de março de 2026.
Embarcando na onda das adaptações de jogos, Return to Silent Hill vai marcar a volta de uma das franquias mais adoradas dos videogames aos cinemas. O filme é baseado em Silent Hill 2 e vai apostar na atmosfera horripilante dos games sob comando do diretor Christophe Gans, o mesmo cineasta por trás do longa Terror em Silent Hill (2006).
Na trama do filme, James (Jeremy Irvine) recebe uma carta misteriosa de Mary (Hannah Emily Anderson), um antigo amor, fazendo com que ele retorne para a sombria cidade de Silent Hill. Enquanto tenta encontrá-la, James se vê obrigado a enfrentar criaturas monstruosas e um segredo aterrorizante para, além de rever a amada, conseguir sobreviver.
Casamento Sangrento 2
Quando estreia: 9 de abril de 2026.
Após sucesso de Casamento Sangrento, sequência chega aos cinemas em abril de 2026 (Imagem: Divulgação/Searchlight Pictures).
Casamento Sangrento (2019) fez um baita sucesso na época de seu lançamento entre os entusiastas de terror, o que acabou garantindo o desenvolvimento de uma sequência, cujo lançamento está previsto para 2026.
Ainda sem muitos detalhes revelados, o longa deve continuar a jornada de Grace (Samara Weaving), uma mulher que, horas após o casamento dos sonhos, vê sua lua de mel se transformando em uma luta sangrenta por sobrevivência.
Para o segundo filme, Samara Weaving (A Babá) retorna como Grace, assim como a dupla de diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Pânico 5). O elenco ainda tem Sarah Michelle Gellar (Buffy, a Caça-Vampiros), Kathryn Newton (Lisa Frankenstein) e Elijah Wood (O Senhor dos Anéis).
Evil Dead Burn
Quando estreia: 24 de julho de 2026 (EUA).
Outra franquia que retorna em 2026 é Evil Dead, também conhecida como A Morte do Demônio ou Uma Noite Alucinante (pois é, muitas traduções). Intitulado Evil Dead Burn, o sexto filme da franquia iniciada por Sam Raimi (Homem-Aranha) nos anos 1980 tem direção do francês Sébastien Vaniček (Infestação) e ainda não teve sua trama revelada.
Evil Dead Burn marca retorno da franquia em 2026 (Imagem: Divulgação/Sony Pictures).
Já o elenco conta com Hunter Doohan (Wandinha), Luciane Buchanan (Chefe de Guerra) e Souheila Yacoub (The Balconettes).
Resident Evil
Quando estreia: 17 de setembro de 2026.
A franquia Resident Evil, mais uma saga famosa dos games, também está com data marcada para voltar às telonas em 2026. Prometendo contar uma história diferente, a nova adaptação será comandada pelo diretor Zach Cregger, que vem chamando a atenção no gênero com o sucesso dos filmes A Hora do Mal (2025) e Noites Brutais (2022), além de ser um fã declarado dos jogos.
Novo filme de Resident Evil chega aos cinemas em 2026 (Imagem: Divulgação/Capcom).
Por enquanto, nenhum detalhe a respeito da trama foi revelado, mas o elenco já confirmou os atores Paul Walter Hauser (Black Bird) e Austin Abrams (A Hora do Mal). O roteiro é uma parceria de Cregger com Shay Hatten (Bailarina).
Werwulf
Quando estreia: 25 de dezembro de 2026 (EUA).
Depois de Nosferatu, Aaron Taylor-Johnson é estrela de Werwulf, novo filme de Robert Eggers (Imagem: Divulgação/Focus Features)
Depois de encantar os fãs do gênero com o sombrio remake de Nosferatu, o diretor Robert Eggers retorna aos cinemas em 2026 com o aguardado filme Werwulf. A trama oficial do longa ainda não foi revelada, mas a história vai se passar durante o século XIII e, como o título já sugere, será sobre a famosa lenda do lobisomem.
Trazendo diálogos em inglês antigo, Werwulf é estrelado por Aaron Taylor-Johnson (Extermínio: A Evolução), Lily-Rose Depp (Nosferatu), Willem Dafoe (Nosferatu) e Ralph Ineson (Quarteto Fantástico: Primeiros Passos).
No dia a dia, muitas pessoas usam o Facebook para conversar, compartilhar fotos e acompanhar notícias, o que pode tornar a conta um alvo de tentativas de acesso indevido. A verificação em duas etapas ajuda a proteger sua conta e dificulta acessos não autorizados, pois solicita um código, além da senha, para logar.
Como logar no Facebook com verificação em duas etapas?
Como ativar a verificação em duas etapas no Facebook?
Quais são os tipos de autenticação de dois fatores no Facebook?
Por que ativar a autenticação em duas etapas?
Como logar no Facebook com verificação em duas etapas?
Para logar no Facebook com a autenticação em duas etapas, é necessário ativá-la nas configurações. Após isso, basta preencher suas credenciais normalmente quando for entrar na rede social e inserir o código enviado por SMS, chave de segurança ou gerenciador de senhas para acessar a conta.
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Como ativar a verificação em duas etapas no Facebook?
Veja como ativar a autenticação em dois fatores no Facebook:
No Facebook, abra o menu (ícone de três linhas);
Vá em “Configurações e privacidade” e clique em “ Configurações”;
Entre na “Central de contas”;
Selecione “Senha e segurança”;
Toque em “Autenticação de dois fatores”;
Configura a verificação em duas etapas. A autenticação de dois fatores protege a conta do Facebook contra acessos indevidos. (Imagem: Firmbee.com/Unsplash)
Quais são os tipos de autenticação de dois fatores no Facebook?
O Facebook tem vários métodos de autenticação de dois fatores para aumentar a segurança da conta:
Mensagem de texto (SMS), que envia um código para o número de telefone cadastrado;
Chave de segurança, que se conectam ao computador ou smartphone, como as chaves USB;
Códigos de recuperação gerados previamente que podem ser usados para acessar a conta caso os métodos principais não estejam disponíveis.
Por que ativar a autenticação em duas etapas?
A ativação da autenticação de dois fatores no Facebook ajuda a proteger sua conta contra acessos não autorizados. Mesmo que alguém descubra sua senha, será necessário um segundo código, enviado por SMS ou gerado por um aplicativo, para entrar.
Com a 2FA, você também recebe alertas de logins suspeitos e pode controlar melhor as sessões ativas.
O aplicativo do Gemini para Android tem uma extensão para controlar o WhatsApp a partir do assistente. É possível pedir para a IA escrever, enviar mensagens e fazer ligações para seus contatos a partir do mensageiro.
O Canaltech traz alguns exemplos de prompts que podem ser usados. Confira:
Como ativar o WhatsApp no Gemini
Prompts para usar o WhatsApp pelo Gemini
O que o Gemini não consegue fazer no app?
Como ativar o WhatsApp no Gemini
Primeiramente, é necessário ativar a extensão pelo app do Gemini:
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Abra o Gemini;
Toque na foto de perfil;
Selecione “Aplicativos”;
Ative a opção do WhatsApp. Ative a integração com o WhatsApp(Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)
Prompts para usar o WhatsApp pelo Gemini
Veja alguns exemplos de prompts
Criar mensagens
Você pode enviar recados rápidos pelo Gemini ou pedir para a IA criar algum texto específico. Depois, basta dar o comando para a ferramenta mandar uma mensagem a qualquer contato na agenda:
“Crie uma mensagem de feliz aniversário para [nome do contato]”. Depois: “envie a mensagem para [nome do contato] pelo WhatsApp;
“Pergunte para [nome do contato] se ele vai ao treino hoje pelo WhatsApp”.
Fazer ligações
O Gemini também pode iniciar chamadas para você
“@WhatsApp Ligue para [nome do contato]”.
O que o Gemini não consegue fazer no app?
O assistente do Google não consegue ler as conversas no mensageiro ou resumir mensagens para você. Para interagir com os chats, a recomendação é usar o Meta AI, serviço incorporado ao WhatsApp.
A cada lançamento de uma nova geração de hardware, os gamers aguardam ansiosamente pela placa de vídeo que definirá o novo “ponto ideal” de performance e custo-benefício. Em 2025, essa placa atende pelo nome de AMD Radeon RX 9060 XT. Construída sobre a revolucionária arquitetura RDNA 4, ela chega com a missão de tornar os jogos em Quad HD (1440p), com altas taxas de quadros e Ray Tracing, a nova experiência padrão para o jogador entusiasta.
Dentro deste lançamento, a ASRock, conhecida por seus projetos sólidos e confiáveis, apresenta seu modelo Challenger OC. Esta versão é a escolha perfeita para o jogador que busca performance pura e um sistema de refrigeração eficiente, sem os excessos de designs mais extravagantes. Com um generoso overclock de fábrica e 16GB de memória, a Challenger OC se posiciona como um “cavalo de batalha” da nova geração, pronta para entregar uma performance incrível em um formato compatível com a maioria dos gabinetes. Toda essa qualidade está saindo por R$ R$2.799,90 na Terabyte.
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Como é a placa de vídeo ASRock AMD Radeon RX 9060 XT Challenger OC?
A ASRock RX 9060 XT Challenger OC foi projetada com foco em durabilidade e eficiência térmica. Ela utiliza um sistema de refrigeração robusto com duas ventoinhas “Striped Axial Fan”, que otimizam o fluxo de ar através de um denso dissipador de calor de alumínio com heatpipes de cobre. Isso garante que a GPU RDNA 4, mesmo com o overclock de fábrica, opere em temperaturas baixas e de forma silenciosa. O design é sóbrio e funcional, com um backplate de metal que confere rigidez à placa e ajuda na dissipação de calor, em um formato dual-fan que maximiza a compatibilidade com gabinetes Mid-Tower e até alguns mais compactos.
O coração da placa é a arquitetura RDNA 4, que traz um salto de performance massivo, especialmente com a 2ª Geração de Ray Accelerators, tornando o Ray Tracing muito mais eficiente. O grande trunfo para a longevidade é a inclusão de 16GB de memória GDDR6, que oferece um espaço de sobra para as texturas de alta resolução dos jogos mais modernos e futuros, eliminando preocupações com gargalos de VRAM em 1440p. A performance é ainda mais potencializada pelo FSR 4, a nova versão da tecnologia de upscaling da AMD, que utiliza IA para entregar quadros com mais qualidade e fluidez.
A ASRock RX 9060 XT Challenger é uma placa rígida por conta de seu backplate (Imagem: ASRock/Divulgação)
Especificações Completas:
GPU: AMD Radeon RX 9060 XT
Arquitetura: RDNA 4
Memória: 16GB GDDR6
Interface da Memória: 192-bit
Clock de Boost (OC): 2780 MHz
Conectores de Alimentação: 2x 8-pinos
Saídas de Vídeo: 1x HDMI 2.1a, 3x DisplayPort 2.1
Tecnologias: 2ª Geração de Ray Accelerators, FSR 4, AMD HYPR-RX, DirectX 12 Ultimate
Refrigeração: ASRock Challenger (Dual-Fan)
Backplate: Sim, em metal
Vale a pena comprar a placa de vídeo ASRock AMD Radeon RX 9060 XT Challenger OC?
Avaliando as primeiras impressões dos jogadores que conseguiram adquirir a placa neste concorrido lançamento, a recepção é extremamente positiva. A RX 9060 XT está sendo universalmente aclamada como um “monstro para 1440p” e um “salto geracional de verdade”. O consenso é que a AMD entregou um produto que acerta em todos os pontos, especialmente ao incluir 16GB de VRAM, o que é visto como uma decisão que garante a “paz de espírito” dos jogadores para os próximos anos. O modelo Challenger da ASRock, em particular, é elogiado por seu excelente equilíbrio.
Os elogios mais detalhados se concentram na performance sólida e nas temperaturas. “Finalmente consigo jogar tudo em 1440p no Ultra, com Ray Tracing, e a placa nem transpira. Os 16GB de VRAM fazem toda a diferença”, relata um comprador satisfeito. A eficiência do cooler da ASRock também é um ponto de destaque: “Para uma placa de duas ventoinhas, ela é surpreendentemente fria e silenciosa. Coube perfeitamente no meu gabinete Micro-ATX, onde uma de três fans não caberia”. A performance com a nova tecnologia FSR 4 é descrita como “fantástica”, entregando uma imagem nítida e muito fluida.
Apesar da euforia, os primeiros compradores alertam para os pontos esperados de um lançamento de nova geração. O preço inicial é considerado alto, e a disponibilidade de estoque é muito baixa, exigindo paciência e sorte para conseguir uma unidade. Além disso, por ser um modelo com overclock de fábrica, o consumo de energia é elevado, e uma fonte de alimentação de boa qualidade (mínimo 750W) é recomendada.