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A Python Software Foundation emitiu um alerta aos programadores que usam a linguagem, avisando sobre uma nova onda de ataques de phishing usando um site falso do Python Package Index (PyPI). Em e-mails e mensagens, é pedido que as vítimas verifiquem sua conta sob risco de suspensão. Para quem inadvertidamente clicou no link, é recomendado que a senha seja trocada imediatamente.
O PyPI é bastante usado pela comunidade, sendo host de mais de 681.400 projetos e mais de 15 milhões de arquivos. Com isso, acabou se tornando o maior alvo para ataques da cadeia de abastecimento, crime virtual que também afetou o ecossistema npm duas vezes ainda neste mês de setembro.
Perigos do ataque ao Python
O desenvolver-chefe da fundação, Seth Larson, se pronunciou na última terça-feira (23) sobre o assunto, descrevendo o ataque. No e-mail de phishing, é pedido que usuários do PyPI façam verificação da conta através de um link providenciado pelos golpistas. Como é falso, ele direciona a vítima para o domínio pypi-mirror.org, que imita a página oficial e rouba as credenciais de acesso.
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O e-mail de phishing usa domínios falsos para fazer usuários acreditarem que estão revisando informações de segurança do pacote PyPI, do Python (Imagem: Ilya Pavlov/Unsplash)
Para os desenvolvedores, o risco é que os hackers acabem acessando sua conta PyPI e possam roubar projetos, mas os perigos não para por aí. Dessa forma, é possível injetar malwares em pacotes Python já existentes ou até mesmo publicar projetos maliciosos inteiros, podendo afetar as máquinas de usuários e roubar suas credenciais, dados confidenciais e carteiras de criptomoeda, por exemplo.
Além de mudar a senha, recomenda-se que os desenvolvedores revisem a conta em busca de atividade incomum no histórico de segurança da conta, reportando qualquer atividade suspeita — incluindo possíveis e-mails de phishing— ao endereço security@pypi.org.
A campanha hacker já havia começado em julho, quando usuários PyPI receberam comunicações do domínio falso pypj[.]org, um indicativo de que tentativas sucessivas continuarão sendo feitas. O método é parecido com os usados nos ataques ao pacote npm, que pediam a autorização para resetar autenticação por dois fatores. No ano passado, mais de 170.000 usuários foram afetados por invasões parecidas à cadeia de suprimentos no pacote PyPI.
Com diversas marcas chinesas operando oficialmente no Brasil, os consumidores agora têm acesso a smartphones com tecnologia avançada, preços competitivos e garantia nacional – sem precisar importar. Xiaomi, Realme, Honor, Oppo e outras empresas trouxeram inovações como baterias de silício carbono, câmeras com parcerias de marcas famosas e designs únicos.
O melhor celular topo de linha deve combinar chipset poderoso, câmeras versáteis, bateria de longa duração e recursos premium. A categoria exige o que há de mais avançado em vários aspectos.
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Realme GT7
O Realme GT7 é o celular mais avançado da chinesa para o mercado brasileiro e compete diretamente com os flagships das grandes fabricantes. Equipado com o Mediatek Dimensity 9400e de alto desempenho, oferece poder de processamento para qualquer tarefa, desde jogos pesados até edição de vídeos.
O aparelho está disponível em versões com 8 GB e 12 GB de RAM, e atende diferentes perfis de uso e orçamentos. A bateria de silício carbono de 7.000 mAh é um dos grandes destaques, e promete autonomia excepcional mesmo com uso intenso.
Realme GT 7 é um topo de linha poderoso no Brasil (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O conjunto fotográfico é completo e versátil, com câmera principal de 50 MP, telefoto de 50 MP para zoom com qualidade e ultrawide de 8 MP para fotos com ângulo ampliado.
Leia o review completo do Realme GT7 no Canaltech
O Realme GT7 custa R$ 5.300 no mercado brasileiro, com garantia oficial da marca e suporte no país.
A melhor experiência dobrável precisa equilibrar inovação tecnológica com praticidade. Deve oferecer transição suave entre smartphone e tablet, design refinado que não comprometa a portabilidade, e software otimizado para aproveitar a tela flexível.
Honor Magic V3
O Honor Magic V3 é a opção premium para quem quer experimentar a tecnologia dobrável sem abrir mão do desempenho. Equipado com Snapdragon 8 Gen 3, oferece desempenho de topo de linha em um formato inovador que combina smartphone e tablet.
O design ultrafino é um diferencial importante em relação aos concorrentes dobráveis, que costumam ser mais espessos quando fechados. Com 12 GB de RAM, o aparelho aguenta multitarefas pesadas e aproveita bem a tela maior quando aberto. A experiência de uso foi pensada para alternar entre os dois formatos de forma natural.
A bateria de silício carbono de 5.150 mAh impressiona, considerando o formato dobrável que tradicionalmente compromete a autonomia. O conjunto fotográfico é premium, com câmera principal de 50 MP, telefoto de 50 MP e ultrawide generosa de 40 MP.
A melhor câmera precisa incluir sensores de alta resolução, lentes versáteis, processamento avançado de imagem e recursos profissionais. A categoria atende entusiastas de fotografia que não abrem mão da melhor qualidade disponível.
Huawei Mate X6
O Huawei Mate X6 está entre os melhores celulares já testados pelo Canaltech neste quesito. O sistema de câmeras é excelente e entrega o ótimo desempenho pelo qual os celulares da gigante chinesa é reconhecida
O conjunto fotográfico conta com câmera principal de 50 MP, periscópio de 48 MP, ultrawide de 40 MP e frontal de 8 MP. Essa configuração permite desde fotos ultrawide até zoom de longa distância com qualidade profissional. Por ser dobrável, é possível usar o conjunto traseiro para selfies com mais qualidade.
Huawei Mate X6 é um celular dobrável que tira ótimas fotos (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Equipado com chip Huawei Kirin 9020 e 12 GB de RAM, oferece desempenho de topo de linha apesar das limitações nos serviços Google.
Leia a análise de câmeras do Huawei Mate X6 no Canaltech
O Huawei Mate X6 custa R$ 24.000, e já é vendido de forma oficial no Brasil.
Já se a procura é por um smartphone com boa câmera, mas não quer pagar tão caro, como no celular dobrável, há modelos intermediários premium que oferecem uma ótima qualidade de fotografia.
Jovi 50
O Jovi 50 se destaca por oferecer qualidade fotográfica excepcional em uma faixa de preço mais acessível. A assinatura Zeiss garante tratamento de imagem profissional e coloca o aparelho entre os melhores intermediários já testados pelo Canaltech no quesito fotografia.
O conjunto fotográfico impressiona com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 50 MP e frontal também de 50 MP. Essa configuração tripla de alta resolução é rara na categoria e permite fotos com qualidade superior tanto na traseira quanto na selfie.
Equipado com Snapdragon 7 Gen 3 e 12 GB de RAM, oferece bom desempenho para o dia a dia e para edição básica das fotos capturadas. A bateria de silício carbono de 6.000 mAh promete autonomia excelente mesmo com uso intenso da câmera.
Jovi V50 é um intermediário com ótimas câmeras (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Leia a análise de câmeras do Jovi V50 no Canaltech
O Jovi 50 custa R$ 5.000, e é mais uma opção chinesa com disponibilidade oficial no Brasil.
O melhor custo-benefício precisa equilibrar recursos avançados com preço competitivo. Deve oferecer desempenho aceitável, câmeras competentes, bateria duradoura e recursos premium por um valor justo.
Realme 14 Pro Plus
O Realme 14 Pro Plus equilibra recursos avançados com preço competitivo, oferece uma das melhores relações custo-benefício do mercado atual. Com Snapdragon 7s Gen 3, ele oferece um ótimo desempenho para a maioria das tarefas sem comprometer a eficiência energética.
Realme 14 Pro Plus tem um bom conjunto de especificações (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O aparelho está disponível em versões com 8 GB e 12 GB de RAM, e o destaque fica por conta da câmera telefoto periscópio de 50 MP, tecnologia normalmente reservada para aparelhos mais caros, que permite zoom com mais qualidade.
O conjunto fotográfico se completa com câmera principal de 50 MP e ultrawide de 8 MP, cobrindo desde fotos com ângulo amplo até zoom de longa distância. A bateria de silício carbono de 6.000 mAh garante autonomia para uso intenso durante todo o dia.
Leia o review completo do Realme 14 Pro Plus no Canaltech
O Realme 14 Pro Plus custa R$ 4.200 oficialmente no Brasil.
O melhor intermediário premium deve equilibrar desempenho, câmeras e preço no segmento mais disputado do mercado. Precisa oferecer recursos avançados sem o custo dos flagships.
Xiaomi 14T
O Xiaomi 14T ocupa o segmento intermediário premium com equilíbrio entre desempenho, câmeras e preço. O Dimensity 8300 Ultra oferece ótimo desempenho na categoria e compete bem com chips mais caros em tarefas do dia a dia.
Com 12 GB de RAM, o aparelho oferece multitarefas fluida e boa margem para aplicativos pesados. O conjunto fotográfico traz câmera principal de 50 MP, telefoto de 50 MP e ultrawide de 12 MP, configuração que atende bem desde fotos casuais até situações mais exigentes.
A bateria de 5.000 mAh é mais conservadora que outros modelos da lista, mas ainda oferece autonomia satisfatória para uso normal.
Xiaomi 14T é um ótimo intermediário premium (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Leia o review completo do Xiaomi 14T no Canaltech
O Xiaomi 14T custa R$ 6.000, e a loja oficial da Xiaomi no Brasil ainda inclui um relógio Redmi Watch 5 Active no kit.
O melhor “baratinho” precisa oferecer especificações decentes pelo menor preço possível. Deve equilibrar economia com funcionalidade, oferece desempenho adequado para tarefas básicas e câmeras satisfatórias.
Oppo Reno 13
O Oppo Reno 13 fecha a lista como a opção mais acessível, mas sem abrir mão de especificações interessantes. Com Dimensity 8350 e 12 GB de RAM, oferece desempenho aceitável na categoria de intermediários.
O conjunto fotográfico é mais simples, com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e uma monocromática de 2 MP para efeitos especiais. Mesmo com menos câmeras que os concorrentes, a qualidade é satisfatória para uso cotidiano e redes sociais.
OPPO Reno 13 é um dos celulares chineses mais baratos no Brasil (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)
Leia a análise do Oppo Reno 13 no Canaltech
O Oppo Reno 13 custa R$ 4.000, e é uma das opções mais acessíveis entre as marcas chinesas que atuam oficialmente no Brasil.
Com apenas quatro episódios, a minissérie animada aposta em um clima sombrio e macabro para explorar uma realidade alternativa onde super-heróis e personagens famosos da Marvel Comics se tornam zumbis.
O sinal verde para produção da série veio logo após o sucesso da primeira temporada de What If…?, que trouxe um episódio inspirado na famosa HQ que aborda a premissa apocalíptica dos super-heróis virando mortos-vivos.
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Contando com a presença de figuras famosas do estúdio, como a Feiticeira Escarlate e Shang Chi, Marvel Zombies anda movimentando as discussões do fandom nesta semana. Mas será que vale mesmo a pena assisti-la? Os críticos podem te ajudar a tomar essa decisão.
A série Marvel Zombies é boa?
Com uma média de aprovação da crítica em 68% no Rotten Tomatoes (até a conclusão desta matéria), Marvel Zombies anda dividindo a opinião dos profissionais especializados da indústria televisiva, que comentam pontos positivos e negativos em relação ao programa do Disney+.
O crítico Amon Warmann, por exemplo, está do time de quem gostou da animação, escrevendo para a revista Empire que a minissérie “frequentemente vai aumentando o nível ao mostrar sequências de lutas brutais e sem limites”. Warmann destaca que essa questão fica ainda mais evidente em personagens que possuem poderes grandiosos.
Rendy Jones, do RogerEbert.com, por outro lado, não gostou de Marvel Zombies. De acordo com o crítico, a série é “algo leve para assistir”, mas afirma que ela “não possui carne o suficiente em seus ossos cambaleantes”. Ele explica que há “uma falta de coragem para levar o MCU a novos patamares”, o que, na opinião dele, acaba desperdiçando o potencial do programa com uma “segurança disfarçada de frescor”.
Mesmo com ressalvas, maiora dos críticos vê pontos positivos em Marvel Zombies (Imagem: Divulgação/Marvel Studios).
Já Jesse Schedeen, do IGN, conta o que viu de positivo em Marvel Zombies. “A dinâmica divertida entre os personagens e o fato de que a série é muito melhor em construir laços entre as várias figuras das Fases 4 e 5 do que o tradicional MCU são suficientes para fazer com que valha a pena assisti-la”, Schedeen afirmou, dando um voto de confiança para o programa.
Lewis Glazebrook, do Screen Rant, disse em sua review que “se divertiu muito” assistindo à Marvel Zombies. O crítico explica que a série não é perfeita, mas “para aqueles que procuram uma aventura independente e sangrenta, [a série] deve satisfazer”.
Nate Richard, do Collider, aponta que Marvel Zombies leva um foco maior a personagens secundários do MCU, como Yelena Belova e Valquíria, mas ressalta que o programa não consegue atingir o potencial que poderia ter.
“Oferecer mais pano de fundo a personagens como Valquíria, Yelena e o Guardião Vermelho no meio do apocalipse zumbi poderia trazer mais resultados. Em vez disso, Marvel Zombies, embora divertido, nunca atinge todo o seu potencial”, Nate Richard diz em crítica no Collider.
Onde assistir Marvel Zombies?
Os quatro episódios de Marvel Zombies estão disponíveis no catálogo do Disney+.
Quando é a hora de deixar o volante? A questão é delicada e, para tentar respondê-la, a seguradora Mapfre fez um levantamento em parceria com o Hospital de la Santa Creu i Sant Pau, de Barcelona. Segundo os resultados, os motoristas abandonam a direção aos 75 anos, em média.
De forma geral, o estudo indica que não há uma regra para se determinar a idade de deixar o volante. Na verdade, os resultados apontaram a necessidade de equilíbrio para evitar restringir a mobilidade de idosos de forma injustificada, mas sem colocar em risco os motoristas e terceiros.
Os dados mostraram que 45% dos ex-motoristas idosos entrevistados deixou de dirigir não por vontade própria, mas por pressão ou recomendação de familiares e pessoas próximas. Entre os motivos descritos, estão questões de saúde (41%), problemas de memória (36%), dificuldades ao volante (32%) e, em menor proporção, o diagnóstico de demência (23%).
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Impacto emocional
Já sob a perspectiva dos familiares, 74% dos entrevistados afirmaram que o idoso deixou a direção contra sua vontade, enquanto 61% citaram limitações cognitivas. Finalmente, outros apontaram 35% dificuldades motoras ou deficiências na condução e 17% a confirmação de demência.
Segundo a pesquisa, os motoristas deixam o volante aos 75 anos, em média (Freepik/CC)
Para além dos números, a pesquisa destaca os efeitos emocionais dessa transição. Em entrevistas, os pesquisadores coletaram frases como “não sou mais o mesmo” e “minha família não confia em mim”. No total, 41% dos entrevistados relataram que o processo é uma experiência negativa e relacionada a sentimentos de perda e de frustração.
‘Sextou’ com mais um compilado do que viralizou na semana saindo! Dessa vez, as trends com de fotos feitas com ferramentas de Inteligência Artificial (IA),como ChatGPT e Gemini, tomaram conta da internet: teve foto abraçando famoso, versão criança e idosa, cliques com a profissão dos sonhos e mais!
Além disso, uma reviravolta no caso da “câmera do beijo” do show do Coldplay ganhou a web: aparentemente, o ex-marido da diretora que aparece na gravação também estava presente no local — e acompanhado! Para completar, um marco histórico do skate esquentou o coração dos porto-alegrenses e, nas redes, surge uma suposta teoria da conspiração envolvendo Anitta. Vem entender tudo com a gente!
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Se você ficou por fora das trends e ainda quer participar delas, pode ficar tranquilo: aqui no Canaltech, ensinamos quais prompts usar no Gemini e no ChatGPT para entrar na brincadeira.
Entrando nessa trend com essa IA nostálgica feita pela @conectadanaju ❤️
Quero ver o de vocês, quais são as pessoas que vocês queriam muito uma polaroid assim juntinho?! pic.twitter.com/gKaFrTJd80
Em julho, fãs da Anitta brincaram que a artista “debutou” um rosto novo depois de ficar afastada das redes sociais por um tempo. A poderosa confirmou os procedimentos estéticos, que foram elogiados por muitos de seus seguidores.
Assim que ela reapareceu nas redes, surgiram memes sobre a possível dificuldade que a cantora poderia ter ao acessar serviços de biometria como o Gov.br, dada a mudança no seu visual.
Mas, agora, a galera foi um pouco mais longe e, essa semana, começou a surgir um boato das redes de que, na verdade, Anitta teria partido dessa para melhor e sido substituída por outra pessoa — aquelas clássicas teorias da conspiração que já atingiram diversos artistas.
Na quinta-feira (25) um novo recorde no skate foi quebrado por Sandro Dias, o Mineirinho, em Porto Alegre. O tradicional prédio edifício do Centro Administrativo Fernando Ferrari, ponto de referência na cidade por sua aparência que se assemelha a uma megarrampa, virou a maior pista de skate do mundo após uma parceria entre o governo do Rio Grande do Sul e a RedBull.
Mineirinho fez o drop de 70 metros, quebrando o próprio recorde que já havia sido alcançado por ele mesmo, durante testes no local. O evento foi bastante comemorado nas redes sociais, e porto-alegrenses celebraram o fato de um sonho de criança ter se tornado real: segundo eles, todos que passam pela região já haviam imaginado o prédio se transformando em uma pista de skate.
Em julho, a famosa “câmera do beijo” em um show do Coldplay expôs o romance entre Andy Byron, CEO da Astronomer, e Kristin Cabot, diretora de RH da mesma empresa. A reação dos dois ao perceberem que estavam sendo filmados viralizou rapidamente nas redes e, na época, foi veiculado na imprensa que ambos eram casados. O caso ganhou tanta repercussão que os dois acabaram deixando a companhia. Falamos sobre isso anteriormente por aqui, lembra?
Pois bem… agora, a história ganha um novo capítulo: segundo o jornal The Times, o ex-marido de Kristin, Andrew Cabot, também estava no show — e pasmem! — acompanhado de outra mulher, que hoje é sua namorada. Segundo o jornal, Kristin e Andrew já estavam separados na época havia algumas semanas.
A polêmica do beijo em show do Coldplay tem atualuzações: o jornal The Times informa que o marido da mulher filmada na “kiss cam” também estava no evento com outra pessoa. Fontes dizem que o casal já estava separado antes do flagra.
O Volkswagen Taos passou por mudanças de logística nos últimos meses. O SUV deixou de ser produzido na Argentina em julho e agora sai da fábrica mexicana da marca, responsável pelo fornecimento ao mercado brasileiro.
A alteração no polo produtivo coincide com o facelift apresentado pela Volkswagen no fim do ano passado. As primeiras unidades renovadas já desembarcaram no Porto de Paranaguá (PR), segundo flagra da revista Autoesporte.
Flagra foi publicado pela revista Autoesporte (Autoesporte/Reprodução)
Visual atualizado
A atualização segue a nova identidade de design da marca, mas sem mudanças agressivas. O destaque está no conjunto óptico dianteiro, com faróis mais finos e interligados por uma barra luminosa. A grade e o para-choque também foram redesenhados, este último com tomada de ar maior.
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Na traseira, as lanternas agora são conectadas por uma barra de LED, solução já adotada no T-Cross e em outros modelos da marca.
Novo Taos 2026 traz dianteira renovada em linha com a identidade global da marca (Volkswagen/Divulgação)
Interior e equipamentos
Ainda não se sabe se a cabine trará novidades específicas para o Brasil. No México, o Taos é oferecido com central multimídia de 10”, ar-condicionado digital, seis airbags, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, frenagem autônoma de emergência e outros recursos de assistência.
Cabine mantém bom espaço interno e central multimídia de 10” entre os principais destaques (Volkswagen/Divulgação)
A motorização permanece inalterada em relação ao modelo anterior. Portanto, o motor 1.4 TSI de quatro cilindros que rende 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque seguirá equipando o VW Taos no Brasil.
Estreia no Brasil
A expectativa é que o novo Taos chegue ao mercado nacional ainda em 2025, mas a Volkswagen não confirmou a data oficial de lançamento.
Lanternas traseiras agora são interligadas por barra de LED, reforçando o visual moderno do SUV (Volkswagen/Divulgação)
Na última quarta-feira (24) chegaram ao catálogo da Netflix os últimos episódios da 5ª temporada de Casamento às Cegas Brasil, reality show da plataforma que nesta edição contou apenas com participantes acima dos 50 anos.
A saga dos casais movimentou as redes sociais, com o público comentando sobre seus encontros na cabine, viagem de lua de mel e convivência morando juntos, antes de finalmente conhecer o desfecho dos romances e descobrir quem disse sim e quem disse não no altar.
Mas afinal, vai ter reencontro?
Uma pergunta que vem surgindo entre a audiência, no entanto, é se a edição 50+ terá reencontro. Já tradicional no reality, o evento costuma acontecer alguns dias após o término do programa, mostrando como estão os participantes no presente e quais casais continuam juntos.
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Embora a Netflix não tenha confirmado nada oficialmente, parte do público levantou a possibilidade de não haver reencontro nesta edição devido ao episódio extra lançado pelo streaming também na última quarta-feira.
A mudança foi confirmada pela participante Eliane (chamada de Lica no programa) ao ser questionada por uma seguidora sobre o assunto no Instagram.
“Eu queria muito que tivesse, mas infelizmente não vai! Eles resolveram “inovar” e fizeram uma entrevista individual com os participantes”, esclareceu Lica nos comentários de uma publicação.
Participantes do Casamento às Cegas Brasil 50+ (Imagem: Divulgação/Julia Mataruna/Netflix)
A entrevista ao qual Lica se refere já está disponível na Netflix no React 03: O Amor é Cego?, capítulo que funciona como a última parte de três lançadas pela plataforma mostrando as reações de celebridades à temporada. Além dos próprios reacts, o episódio especial também traz depoimentos atuais dos participantes, contando como estão suas vidas agora e o que fizeram após o programa.
Esse tipo de entrevista atualizada nunca aconteceu antes em Casamento às Cegas Brasil, o que condiz com a resposta de Lica de que foi uma escolha da emissora adotar o formato ao invés do tradicional reencontro.
Atenção, o texto abaixo contém spoilers da quinta temporada de Casamento às Cegas Brasil
Depoimentos chocaram o público
Camila Queiroz e Klebber Toledo são os apresentadores do reality show (Imagem: Divulgação/Netflix)
O episódio extra lançado pela Netflix deu o que falar desde que chegou ao streaming, já que revela que Aidê e Edmilson não estão mais juntos – embora tenham sido o único casal a dizer sim no altar – e que Lucielma procurou Mario Roberto com insistência após ter decidido fugir da cerimônia.
O desfecho pegou muita gente de surpresa, especialmente devido às revelações feitas por Lucielma.
“Começou a saga da loucura de tentar falar com ele de tudo quanto fosse jeito”, relatou Lucielma após contar que havia sido bloqueada por Mario Roberto no celular. “Comecei a mandar mensagens de todos os telefones possíveis. Vizinhos, amigos, parentes, meu pai, todo mundo. E simplesmente ele me ignorava em todos, raramente falava ‘não quero falar com você’. Quanto mais ele falava não pra mim eu ia atrás dele”, confessou.
Lucielma contou ainda que se arrepende muito de tudo que fez. De todos os “devaneios e loucuras” que cometeu, como ela mesma diz.
“Eu vou me libertar dessa carência emocional fazendo terapia, muitas conversas, muitas reflexões. Fazendo retrospectiva de tudo o que não foi legal, de todas as loucuras, insanidades e devaneios que eu fiz. E eu tenho certeza que a partir de hoje, de agora, a minha vida vai mudar para muito melhor”, finalizou a técnica em logística.
Os dez episódios da 5ª temporada de Casamento às Cegas Brasil já estão disponíveis na Netflix. Além deles, os três episódios extras com reacts de celebridades e depoimentos atuais dos participantes também podem ser vistos no streaming.
O Windows 95 é um dos lançamentos mais marcantes da Microsoft nos 50 anos de empresa. O sistema operacional revolucionou a ideia de um computador pessoal e trouxe recursos que facilitam a experiência de uso e duram até hoje, como a Barra de Tarefas.
Além das mudanças implementadas pela Microsoft, o Windows também recebeu uma série de programas marcantes, incluindo as opções nativas e aquelas instaladas a partir de CD-ROMs ou dos saudosos disquetes.
A seguir, o Canaltech relembra alguns apps de sucesso:
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7 programas marcantes do Windows 95
Veja a lista:
Internet Explorer
Netscape Navigador
mIRC
Paint
Campo Minado (e outros)
Almanaque Abril
DOOM
Internet Explorer
O Windows 95 foi a porta de entrada de muitas pessoas para a internet e, na maioria dos casos, isso aconteceu a partir do Internet Explorer. O navegador da MS foi lançado como um componente adicional do sistema, mas depois se tornou padrão nas versões seguintes.
Internet Explorer foi lançado para o Windows 95 (Imagem: John Pasden/Flickr)
Netscape Navigator
O grande concorrente era o Netscape Navigator, que se diferenciava do Explorer por trazer diferentes recursos de linkagem. A presença do rival, inclusive, levou à guerra dos navegadores na década de 1990, em que a Microsoft priorizou o IE numa disputa que foi levada aos tribunais.
mIRC
O antecessor espiritual de WhatsApp, MSN e outros mensageiros é o mIRC. Enquanto o acesso aos sites ocorria pelos browsers, o aplicativo funcionava como um bate-papo em tempo real para conectar pessoas. Posteriormente, outras interfaces surgiram para melhorar a experiência de usuário.
Paint
É difícil não associar as versões antigas do Windows com o Paint. Com interface simples, o software de tela em branco servia para criar desenhos e era uma distração importante numa época de pouco acesso à internet.
Campo Minado (e outros)
Os jogos que vinham com o Windows 95, como Campo Minado e Paciência eram outra forma comum de entretenimento na época. Além disso, tinham uma função educativa: um engenheiro de software que trabalhou no sistema confirmou que ambos ajudavam a familiarizar com o botão direito e o comando de clicar e arrastar — duas novidades do novo sistema.
Jogo de Paciência é um clássico do Windows (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
Almanaque Abril
Antes da Wikipédia e das buscar na web, a solução para estudar e pesquisar informações era usar uma boa e velha enciclopédia. O Almanaque Abril disponibilizava os conteúdos a partir de um CD-ROM de instalação no Windows, com imagens, vídeos e páginas interativas.
Almanaque Abril trazia uma enciclopédia em CD-ROM(Imagem: Reprodução/Internet Archive)
DOOM
Antes de rodar em praticamente qualquer coisa, DOOM foi um sucesso dos games no Windows 95. O jogo de tiro em primeira pessoa revolucionou o gênero e também foi muito popular nos PCs.
Os programadores são, em 2025, uma das áreas que pagam os melhores salários no mercado. Para quem quer entrar nesse mundo, a escolha da primeira linguagem de programação que aprenderá pode definir o rumo da carreira.
O Canaltech conversou com alguns especialistas da área de TI para definir as melhores linguagens de programação para iniciantes em 2025.
5 melhores linguagens de programação para iniciantes
Confira abaixo as melhores linguagens de programação para iniciar na área.
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Python
JavaScript
Java
C#
Go (Golang)
1 – Python
Dos três especialistas com quem conversamos, todos recomendaram o Python e o citaram antes de todas as outras linguagens da lista.
A linguagem Python é uma das mais populares entre os desenvolvedores de software, área com alta demanda no mercado de trabalho. Também lidera os rankings TIOBE e StackOverflow, que são referência em popularidade de linguagens.
“É uma linguagem em que é fácil de começar, mas torna-se poderosa e expressiva à medida que se aprende”, explica o coordenador do curso de Ciência da Computação do Insper, Fabio Roberto de Miranda.
E a popularidade do Python não é coincidência. Evelyn Cid, coordenadora do curso de Análise e Desenvolvimento da FIAP complementa que “com poucas linhas de código, você já consegue ver resultados”.
Além disso, é amplamente utilizada para ciência de dados e para inteligência artificial (IA). Miranda explica que a própria OpenAI, criadora do ChatGPT, utiliza o Python como principal linguagemde programação para seu chatbot.
2 – JavaScript
O JavaScript ocupa uma posição estratégica como “a linguagem da web”, e permite a criação de páginas dinâmicas e experiências interativas. Assim como o Python, também foi citada por todos os especialistas consultados.
O coordenador do curso presencial de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da FIAP, Allen Oberleitner, destacou o JavaScript como “fundamental para o desenvolvimento web”, e citou também sua versatilidade, já que, além do front-end, com o Node.js, pode ser usado também no back-end.
Ainda no tema da versatilidade, com frameworks como React Native, a linguagem permite também o desenvolvimento de aplicações móveis.
Outro diferencial é a facilidade de acesso. “Para começar a programar em JavaScript, não é necessário instalar ferramentas complexas, basta um navegador e um editor de texto simples”, explica Cid.
3 – Java
Apesar do nome parecido com a linguagem anterior, o Java é bem diferente do JavaScript e não possui ligação técnica direta.
A linguagem é “um pouco mais complexa para iniciantes”, como admite Oberleitner, mas, em seguida, ele revela seu valor: “é amplamente usada em aplicações corporativas, sistemas Android e projetos de grande porte, o que mantém sua demanda alta”.
Ou seja, mesmo que um pouco mais difícil de aprender que o Python e JavaScript, o programador sairá com alto valor para o mercado caso aprenda Java.
Cid complementa destacando a versatilidade da linguagem: “conhecida como uma linguagem do tipo ‘escreva uma vez, rode em qualquer lugar’, os códigos Java podem rodar sem problemas em qualquer sistema operacional”.
A escolha da primeira linguagem pode definir os rumos da carreira, mas não é uma escolha definitiva, sempre é possível recalcular a rota (Imagem: Foto/Reprodução/Unsplash)
4 – C#
C# (que se fala “C sharp”), se destaca pela sintaxe organizada e aplicações diversificadas.
A sintaxe de uma linguagem de programação é o conjunto de regras que define como o código deve ser escrito para que o computador ou dispositivo móvel consiga entendê-lo e executá-lo.
“É muito usada em ambientes corporativos, além de ser a principal linguagem para criar jogos na Unity, um dos motores mais populares do mundo”, aponta Cid.
O fato de ser multiplataforma, para Windows, Mac e Linux, por exemplo, e de código aberto faz com que o acesso e a aprendizagem para novos programadores seja facilitado.
5 – Go (ou Golang)
Go, ou Golang, é uma adição recente no cenário. Foi criada pelo Googleespecificamente para o desenvolvimento back-end moderno.
“É performática, o que torna Go ideal para sistemas que exigem alta performance e eficiência, como microserviços e aplicações em nuvem”, explica Oberleitner.
A linguagem combina simplicidade com recursos avançados de concorrência, fundamentais para aplicações que precisam lidar com múltiplos usuários simultâneamente.
“O ecossistema de Go está em crescimento, com muitas bibliotecas e frameworks disponíveis, além de uma comunidade ativa que facilita o suporte para novos desenvolvedores”, completa Oberleitner.
A escolha depende do objetivo
Os especialistas que conversamos concordam que não existe “linguagem perfeita” para todos os casos.
“Se o foco é ciência de dados, Python se destaca; para web, JavaScript é essencial; para jogos, C# é muito usado”, resume Cid.
Miranda reforça que tanto Python quanto JavaScript “são ótimas opções em que dá para começar no browser, têm muita documentação, tutoriais e mercado de trabalho ativo”.
Mas, o importante é começar. “Ao aprender uma, você desenvolve raciocínio lógico e se torna capaz de migrar para outras linguagens com mais facilidade ao longo da carreira”, conclui Cid.
E fique tranquilo, a decisão inicial de qual linguagem de programação aprender não é definitiva, é apenas o primeiro passo de uma jornada de aprendizado contínuo.
Especialistas de segurança encontraram uma vulnerabilidade crítica no sistema de acesso Microsoft Entra ID, brecha que pode ter permitido o acesso de cibercriminosos a qualquer inquilino virtual. Com Acesso de Administrador Global, os atacantes podiam acessar contas sem serem detectados, não deixando rastro algum do acesso não-autorizado.
Segundo Dirk-Jan Mollema, que descobriu a falha, ela era composta por dois elementos: um serviço de legado conhecido como Tokens de Autor e um bug de Elevação de Privilégios investigado sob o título CVE-2025-55241.
Explicando a vulnerabilidade
Tokens de Autor são tokens de autenticação não documentados e não assinados usados por serviços da Microsoft para se passar por usuários entre os locatários do serviço. Eles são emitidos por um sistema de legado chamado Serviço de Controle de Acesso (ACS) e foram criados, originalmente, para autenticação de serviço-a-serviço (S2S).
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A vulnerabilidade está relacionada à API Azure AD Graph, considerada obsoleta e que está sendo descontinuada aos poucos pela Microsoft (Imagem: Microsoft/Divulgação)
Como esses tokens não são verificados por controles de segurança comuns, não precisam de login e são válidos por 24 horas, acesso não-autorizado podia ser obtido sem detecção. Mollema testou a vulnerabilidade ao gerar tokens usando IDs de inquilino e identificadores de usuário, informações publicamente disponibilizadas na internet. Com isso, ele conseguiu acessar dados sensíveis e modificar configurações em ambientes de outras organizações, como criar usuários, mudar senhas e mais, sem gerar qualquer log à vítima.
Isso, segundo o pesquisador, vem do uso da API Azure AD Graph, um sistema obsoleto que está sendo lentamente descontinuado pela Microsoft. Ele seguia aceitando tokens de inquilinos e os aplicando para outros, pulando verificações de segurança, políticas de acesso condicionais e checagens de autenticação. Embora não tenham sido registrados casos de invasão através da vulnerabilidade, Mollema provou que seria possível explorá-la para fins maliciosos.
O especialista reportou o problema à Microsoft, que admitiu a brecha em meados do último mês de julho e a corrigiu com patches duas semanas depois. A falha ficou conhecida como CVE-2025-55241 e foi classificada com severidade 10/10 (crítica), sendo completamente modificada no último dia 4 de setembro. Tanto a API Azure AD Graph quanto os tokens usados estão sendo descontinuados pela Microsoft.