Não perca tempo: Switch 2 + Pokémon Legends: Z-A já disponível em pré-venda

A espera acabou. O lançamento do Nintendo Switch 2 já movimentou o mercado de games em 2025, mas o verdadeiro início de uma nova era para muitos jogadores acontece agora, com a chegada do seu primeiro “killer app”: Pokémon Legends: Z-A. Para celebrar este momento histórico, a Nintendo apresenta o bundle mais cobiçado do ano, unindo o poder do novo console com o jogo que promete revolucionar a amada franquia de monstros de bolso.

Este pacote não é apenas um console com um jogo; é a experiência definitiva e completa para qualquer fã de Pokémon e a porta de entrada perfeita para a nova geração da Nintendo. Com um console de edição limitada e o título que finalmente tem o hardware necessário para realizar a visão de um mundo Pokémon verdadeiramente imersivo e tecnicamente impressionante, esta oferta se posiciona como um item obrigatório e o presente de fim de ano que todos irão desejar. Esse bundle está saindo por R$ 4.463,90 na pré-venda da Amazon.

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Como é o Bundle Nintendo Switch 2 + Pokemon Legends: Z-A?

O coração deste pacote é o Nintendo Switch 2 – Edição Limitada Pokémon Legends: Z-A. O console em si mantém sua natureza híbrida, agora com uma tela OLED maior, de 8 polegadas e resolução 1080p, que oferece cores muito mais vibrantes para a jogatina portátil.

O grande astro é o jogo Pokémon Legends: Z-A, o primeiro da série construído do zero para o Switch 2. É esperado que o jogo rode a 60 FPS, seja no modo portátil ou na TV, onde a imagem atinge uma resolução 4K nítida graças à tecnologia DLSS de upscaling por IA. Isso permite que a futurista cidade de Lumiose seja explorada como uma área de mundo aberto, sem telas de carregamento e com um nível de detalhes, distância de visão e quantidade de Pokémon na tela que eram impossíveis na geração anterior.

 

Especificações Completas:

  • Console: Nintendo Switch 2 – Edição Limitada Pokémon Legends: Z-A
  • Tela: 8 polegadas OLED, 1920×1080 (1080p)
  • Saída de Vídeo (Dock): Até 4K com tecnologia de upscaling DLSS
  • Armazenamento Interno: 128GB
  • Controles: Joy-Cons temáticos (Verde/Preto) com analógicos “Hall Effect”
  • Dock: Dock customizada com arte do jogo
  • Jogo Incluso: Pokémon Legends: Z-A (código para download)
  • Retrocompatibilidade: Sim, com jogos de cartucho e digitais do Nintendo Switch original

Vale a pena comprar o Bundle Nintendo Switch 2 + Pokemon Legends: Z-A?

Avaliando a recepção do hardware do Switch 2, que já foi aclamado por sua tela espetacular e pela “mágica” do 4K na TV, a expectativa por este bundle é grande. Os jogadores veem em Pokémon Legends: Z-A a promessa que finalmente será cumprida: um jogo Pokémon de mundo aberto, tecnicamente impressionante e livre dos problemas de performance que marcaram a geração anterior. Elogios já consolidados ao Switch 2, como os novos Joy-Cons sem drift e o carregamento rápido, unem-se à certeza de que este será o jogo que finalmente mostrará o verdadeiro poder do console, tornando a compra do bundle a “decisão óbvia” para os fãs da Nintendo.

Contudo, a principal discussão entre os jogadores é se a Game Freak, desenvolvedora do jogo, conseguirá entregar a revolução prometida. A expectativa é que o poder extra do Switch 2 elimine as quedas de frame rate e permita um mundo muito mais denso e vivo, corrigindo as principais críticas feitas aos jogos anteriores.

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Nano Banana do Gemini chega ao Photoshop para editar fotos com IA

O Gemini 2.5 Flash Image, mais conhecido como “Nano Banana”, agora está disponível no Photoshop Beta. A estreia do modelo para gerar imagens realistas com IA foi anunciado pela Adobe nesta quinta-feira (25).

A integração expande os recursos de inteligência artificial do editor de imagens. Em nota ao Canaltech, a companhia destaca que a novidade oferece “workflows flexíveis que combinam os modelos parceiros com as ferramentas do Photoshop para controle criativo completo”.

Por enquanto, a atualização é restrita à versão Beta do Photoshop. Ainda não há data de lançamento da novidade na edição estável do app.


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O que é Nano Banana?

Nano Banana é o nome popular do Gemini 2.5 Flash Image. A tecnologia foi revelada no fim de agosto e chamou a atenção por criar imagens realistas. Não à toa, uma das apostas do Google foi a opção para alterar roupa ao enviar retratos até juntá-las pessoas de fotos diferentes em uma imagem só pelo Gemini.

Nos últimos dias, o modelo vem chamando a atenção por meio de tendências em redes sociais para criar fotos de Polaroid, de studio e afins.

Vazamentos recentes também indicam que a atualização pode chegar ao Google Fotos em breve.

Firefly Home

A empresa também apresentou o Firefly Home nesta semana. A novidade centraliza os recursos de IA generativa da empresa e integra as versões mobile apps do Photoshop, Adobe Express e Premiere.

A ideia do recurso é simplificar a edição de imagens, vídeos e design. De acordo com a empresa, o novo hub incorpora modelos de IA como o Luma, Topaz, Valley, Pika, Flux, Runway, Imagen, Veo, Ideogram e GPT.

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Brasileiros estão mais atentos à calibragem dos pneus, diz pesquisa

A relação dos motoristas brasileiros com os cuidados do carro mostra um ponto positivo: a preocupação com a calibragem dos pneus. De acordo com uma pesquisa realizada pela Continental, a maioria dos condutores adota práticas de manutenção que ajudam a preservar o desempenho do veículo e a segurança nas ruas e estradas.

Segundo o levantamento, 9 em cada 10 motoristas lembram a última vez que calibraram os pneus de seus carros. Esse número já indica que os brasileiros estão atentos à manutenção de seus veículos. A frequência também apresenta resultados positivos: 70% dos entrevistados calibram os pneus semanalmente ou a cada duas semanas, intervalo considerado ideal por especialistas para aumentar a vida útil do produto. Os outros 30% calibram uma vez por mês ou apenas quando percebem o pneu murcho.

Outro dado relevante é que 84% dos motoristas seguem as recomendações indicadas pelo manual do veículo na hora de calibrar, reforçando a preocupação em manter a pressão correta e garantir maior segurança.


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Pneu sendo calibrado
É importante seguir as indicações da fabricante na hora de calibrar (Freepik/Divulgação)

Estepe segue sendo esquecido

Apesar do bom cuidado com os pneus em uso, o estepe ainda recebe menos atenção. Cerca de 67% dos entrevistados afirmaram verificar a pressão do pneu reserva apenas “às vezes” ou nunca. O dado acende um alerta, já que a calibração do estepe é fundamental: em caso de furo ou imprevisto, ele precisa estar pronto para rodar.

Estepe
Estepe também deve ser sempre calibrado (Freepik/Divulgação)

Como cuidar melhor dos pneus

Para aumentar a vida útil dos pneus e rodar com mais segurança, especialistas recomendam:

  • Calibrar os pneus a cada 15 dias, preferencialmente quando frios (logo ao sair de casa, por exemplo)
  • Utilizar sempre a pressão indicada no manual do veículo ou na etiqueta localizada na porta
  • Não esquecer de verificar também o estepe
  • Realizar rodízio, alinhamento e balanceamento regularmente

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Microsoft inclui IA da Anthropic no Copilot mesmo em parceria com a OpenAI

A Microsoft anunciou a chegada dos modelos de IA da Anthropic ao assistente Microsoft 365 Copilot a partir desta quarta-feira (24). A novidade leva os LLMs Claude Sonnet 4 e Claude Opus 4.1 (os mais atuais e potentes da empresa) para o chatbot, dividindo espaço com tecnologias da OpenAI.

O Claude pode ser usado para interações básicas, como resumir arquivos ou responder a perguntas sobre uma fonte específica, e também conta com funções de agente. É possível usar o Opus 4.1 no Researcher Agent para fazer tarefas mais complexas e que exigem dividir a resposta em várias etapas, enquanto o Sonnet 4 é mais indicado para ações criativas.

A IA da Anthropic tem grande destaque no meio corporativo pelos filtros de conteúdo e capacidade analítica, então pode ser uma opção interessante aos assinantes do Microsoft 365.


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Para alternar entre os modelos, basta abrir o Researcher ou o Copilot Studio e escolher a opção preferida.

E a OpenAI?

A novidade chama a atenção porque a Microsoft tem um acordo com a OpenAI para usar os modelos da criadora do ChatGPT como padrão no Copilot. Desde 2019, a Gigante de Redmond investe na empresa de IA e consegue ter acesso aos LLMs em troca de suporte na infraestrutura.

Ainda que a Microsoft mostre certa flexibilização para incorporar modelos de outras empresas, a aproximação com a OpenAI segue firme: neste mês, ambas as empresas anunciaram um acordo para uma “nova fase estratégica” da parceria, de olho numa eventual inteligência artificial geral (AGI).

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Humanos trapaceiam mais facilmente quando delegam tarefas a uma IA como ChatGPT

Um estudo publicado na revista Nature no último dia 17 mostrou que as pessoas tendem a trapacear mais quando contam com a ajuda de uma inteligência artificial como o ChatGPT. O motivo principal é a chamada distância moral: ao delegar uma ação para a máquina, o usuário sente menos responsabilidade sobre o resultado. Isso cria uma espécie de “colchão psicológico” que torna a decisão antiética mais aceitável.

Quando a tarefa é feita sem intermediários, a honestidade é maior. No entanto, ao dar instruções para uma IA, sobretudo quando essas instruções são vagas ou abertas, como “maximizar ganhos”, as chances de comportamento desonesto aumentam consideravelmente.

Nos testes realizados pelos pesquisadores, os participantes precisavam lançar um dado virtual e relatar o resultado. Quando não havia mediação tecnológica, cerca de 95% se mantinham honestos. Já quando o processo envolvia a IA, a taxa de trapaça cresceu de forma alarmante.


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O ponto crítico surgiu quando a interface permitia instruções baseadas em objetivos amplos. Nesses casos, mais de 80% das pessoas manipularam os resultados em benefício próprio, reduzindo drasticamente a honestidade. Ou seja, quanto maior a margem de interpretação dada ao sistema, mais fácil era para os usuários justificar o engano.

A interface da IA influencia o comportamento

Humanos trapaceiam mais facilmente quando delegam tarefas a uma IA como ChatGPT (Imagem: DC Studio/Freepik)

Os especialistas destacam que o design das interfaces de IA tem um peso ético enorme. Instruções claras e específicas reduzem a tentação de trapacear, enquanto comandos abertos ou ambíguos ampliam o espaço para a desonestidade. Essa responsabilidade recai diretamente sobre as empresas que desenvolvem esses sistemas.

Embora já existam barreiras para evitar pedidos prejudiciais, como instruções para fabricar armas, os casos mais sutis, como mentir em uma simulação ou manipular informações, ainda escapam ao controle. Para os autores do estudo, é essencial repensar como esses agentes artificiais são projetados, especialmente agora que caminham para maior autonomia.

Ou seja: delegar tarefas a uma IA pode parecer inofensivo, mas aumenta a probabilidade de comportamentos antiéticos. A chave está em compreender como a tecnologia influencia nossas escolhas e em criar mecanismos que reduzam essa distância moral.

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Gerenciadores de senhas falsos instalam vírus no Mac que rouba suas credenciais

O LastPass, serviço de gerenciamento de senhas, emitiu avisos sobre uma campanha hacker mirando em usuários do macOS: golpistas estão usando o nome da marca para instalar malwares nos computadores da maçã. Uma vez instalado, o app falso entrega um vírus que rouba credenciais através de ataques ClickFix.

As versões fakes do LastPass são entregues através de buscas em serviços como Google ou Bing, e atualizações recentes do vírus chegam a incluir capacidades de backdoor, que permitem acesso oculto e persistente aos computadores das vítimas.

Segundo a empresa, outros serviços também têm sido imitados na campanha, que abarca mais de 100 aplicativos. Eles incluem 1Password, Audacity, Adobe After Effects, Confluence, Dropbox, Fidelity, Gemini, Notion, Robinhood, SentinelOne e Thunderbird.


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ClickFix e uso do GitHub

Levantamentos da LastPass indicam que os golpistas usam repositórios do GitHub para alocar a versão falsa do software, que é entregue via ClickFix, método que faz o usuário copiar e colar códigos que não entende no prompt de comando ou terminal do PC. O botão de download do malware leva o usuário a outro site, que pede à vítima que copie e cole um texto no terminal do Mac.

Ao clicar na suposta versão de macOS do LastPass, o usuário é levado a uma página externa para copiar e colar código malicioso no terminal do computador (Imagem: LastPass/Divulgação)
Ao clicar na suposta versão de macOS do LastPass, o usuário é levado a uma página externa para copiar e colar código malicioso no terminal do computador (Imagem: LastPass/Divulgação)

O comando faz um pedido curl a uma URL de base64 e baixa os arquivos do AMOS ao diretório /tmp. O aplicativo é um malware-as-a-service que cobra US$ 1.000 (cerca de R$ 5.340) por mês aos golpistas e rouba os dados das máquinas infectadas. A LastPass monitora e reporta páginas falsas do aplicativo no GitHub, que deleta os repositórios, mas eles são facilmente criados novamente de forma automática, dificultando a deleção completa do vírus da internet.

No macOS, ataques ClickFix não são incomuns, e só neste ano já foi possível ver a tática sendo usada na imitação de serviços como Booking.com e solução de problemas do sistema operacional da Apple. Quando for procurar por aplicativos desktop na internet, só confie no site oficial do fornecedor: caso não exista uma versão para macOS, é muito provável que variantes de terceiros sejam malwares. Só confie em versões alternativas se vierem de fontes confiáveis, garantidas por inúmeros outros usuários.

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Apple pressiona UE a rever regras após atrasos e falhas em recursos do iPhone

A Apple voltou a elevar o tom contra a União Europeia. A companhia pediu nesta quarta-feira (25) a revogação do Digital Markets Act (DMA) — legislação criada para limitar o poder das big techs no bloco — alegando que a norma tem atrasado o lançamento de recursos e exposto usuários a mais riscos de privacidade e segurança.

A cobrança da empresa ocorre no momento em que a Comissão Europeia conduz a primeira avaliação do impacto do DMA, convidando empresas e especialistas a enviarem contribuições até o dia 24 de setembro.

Segundo a Apple, recursos como o espelhamento do iPhone para o Mac e a tradução ao vivo com os AirPods precisaram ser adiados na União Europeia, assim como funções de localização do Mapas, já que a lei exige que essas ferramentas funcionem também com dispositivos de terceiros. A fabricante afirma que ainda não encontrou uma forma de cumprir todas as exigências sem comprometer dados dos usuários — e que propostas de salvaguarda apresentadas à Comissão foram rejeitadas.


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“Ficou claro que não podemos resolver todos os problemas que o DMA cria. Com o tempo, percebemos que a lei não está ajudando os mercados, mas tornando mais difícil fazer negócios na Europa”, declarou a Apple em comunicado.

Pressão aumenta dos dois lados

Do lado europeu, a resposta foi direta: porta-vozes da Comissão afirmaram que “gatekeepers, como a Apple, devem permitir a interoperabilidade de dispositivos e serviços de terceiros”, reforçando que o cumprimento da lei é uma obrigação, não uma escolha.

O DMA entrou em vigor em 2024 e determina que gigantes de tecnologia abram suas plataformas a concorrentes, alterando práticas consideradas anticompetitivas. Como parte da adaptação, em junho, a Apple já havia mudado regras e taxas da App Store no continente.

Ainda assim, a empresa afirma que o resultado para consumidores da União Europeia tem sido um ecossistema mais fragmentado e arriscado, com sideloading e marketplaces alternativos trazendo maior chance de golpes, malware e até aplicativos de pornografia — antes banidos em sua loja oficial.

O embate não se limita ao continente europeu. O governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, tem criticado duramente o DMA, chamando-o de barreira ao desenvolvimento das empresas americanas, enquanto a Comissão Europeia defende a lei como essencial para equilibrar o mercado digital.

Enquanto isso, investidores e analistas seguem de olho. O impacto do embate regulatório se refletiu no mercado: após o anúncio das pressões da Apple, as ações da Intel, outra gigante afetada pelo ambiente regulatório, encerraram o pregão em alta de mais de 6%.

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Xiaomi 17 Pro Max é oficial: conheça o novo top com “tela mágica”

A Xiaomi apresentou oficialmente o Xiaomi 17 Pro Max, celular top de linha da nova série 17, composta pelos modelos 17, 17 Pro e 17 Pro Max. Ele se destaca por trazer uma tela secundária traseira apelidada de Magic Back Screen, que envolve o módulo de câmeras e promete funções além da estética.

O novo aparelho é equipado com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 de 3 nm e roda o sistema HyperOS 3, baseado no Android 16. O modelo oferece até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento. A tela principal é do tipo LTPO OLED com taxa de atualização adaptativa entre 1 e 120 Hz, com cerca de 6,9 polegadas.

Dentre os destaques, a Xiaomi aposta forte em autonomia: o 17 Pro Max traz uma bateria de 7.500 mAh, com suporte a carregamento com fio de 100W e sem fio de 50W.


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A “Magic Back Screen” surpreende por oferecer funcionalidades como widgets (relógio, controle de música, notificações etc.), visor para selfies e um painel para fixar informações úteis. Há demonstrações oficiais mostrando o recurso em ação para chamadas, controle musical e acesso rápido a dados.

No setor fotográfico, o 17 Pro Max conta com um conjunto triplo de câmeras calibrado pela Leica: sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (Hyper OIS), lente ultra-grande angular de 50 MP e telefoto periscópico de 5×, com abertura f/2,6 e suporte a telemacro de até 30 cm. A câmera frontal é de 50 MP, com gravação em 4K a 60 fps.

Xiaomi 17 Pro Max
Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Xiaomi 17 Pro Max
Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Xiaomi 17 Pro Max
Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Xiaomi 17 Pro Max
Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Xiaomi 17 Pro Max
Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)

Preço e disponibilidade

Na China, o modelo foi lançado por ¥ 5.999 (aproximadamente R$ 4.500), enquanto o 17 base fica por ¥ 4,499 (R$ 3.375) e o Pro por ¥4,999 (R$ 3.750).

As cores disponíveis incluem preto, verde “floresta”, roxo “cold smoke” e branco. Até o momento, a Xiaomi não confirmou datas ou preços para o mercado internacional, mas os rumores apontam para um lançamento global no primeiro trimestre de 2026.

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Justiceiro volta com tudo ao Universo Marvel e prepara fãs para série do Disney+

Esqueça Papai Noel descendo pela chaminé: neste fim de ano, quem vai bater à porta dos leitores da Marvel Comics é Frank Castle, o anti-herói mais letal da Casa das Ideias. Dezembro será um mês dominado pelo personagem, com nada menos que quatro títulos inéditos chegando às prateleiras, prometendo uma nova era para os fãs do vigilante — e seu retorno à continuidade tem tudo a ver com a vindoura estreia em série solo do Disney+.

O hype em torno do personagem cresceu desde o retorno de Jon Bernthal ao papel no Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) em Demolidor: Renascido. O ator voltará a viver o vigilante em um especial do Justiceiro no Disney+ em 2026, e, até lá, o público não vai ficar órfão de histórias do anti-herói.

A maratona começa no dia 3 de dezembro, com Marvel: Black, White & Blood and Guts #3, história com clima sombrio conduzida por Phillip Kennedy Johnson e Christian Rosado. Na sequência, em 10 de dezembro, é a vez de Marvel Knights: Punisher #3, de Jimmy Palmiotti e Dan Panosian


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Já no dia 17 de dezembro, chega Daredevil/Punisher: The Devil’s Trigger #2, assinado por Palmiotti, Tommaso Bianchi e José Luis Soares. O mês fecha em alto estilo em 31 de dezembro, com Punisher: Red Band #4, de Benjamin Percy e Julius Ohta — uma edição que promete ser tão brutal quanto o próprio Frank Castle.

Imagem: Reprodução/Marvel Comics

Com quatro títulos simultâneos, cada linha narrativa explora uma faceta diferente de Frank Castle. Black, White & Blood and Guts mergulha em contos sombrios, recheados de horror e violência psicológica. Já Daredevil/Punisher: The Devil’s Trigger traz o equilíbrio clássico do universo de super-heróis, com confrontos e alianças tensas entre Castle e Matt Murdock.

Para os leitores que gostam do Justiceiro sem filtros, Red Band entrega a versão mais sangrenta e madura do personagem, indo além do padrão tradicional da Marvel. E, para fechar, Marvel Knights: Punisher promete uma abordagem crua e urbana, explorando tráfico de drogas, vingança e a violência das ruas — tudo isso em uma minissérie de quatro edições que já se consolidou como a queridinha dos fãs.

Justiceiro no limite

Segundo Jimmy Palmiotti, Marvel Knights: Punisher vai mostrar Frank Castle “cru, sem filtros, levado ao extremo de formas que vão deixar os leitores pedindo mais”. A proposta é mergulhar fundo na mente perturbada do personagem, reforçando sua essência como o anti-herói definitivo da Marvel.

Imagem: Reprodução/Marvel Comics

Com tantos lançamentos programados para dezembro, os fãs terão material de sobra para atravessar 2025 e se preparar para a aguardada estreia do especial no Disney+.

Datas de lançamento nos Estados Unidos:

  • Marvel: Black, White & Blood and Guts #3 — 3 de dezembro de 2025
  • Marvel Knights: Punisher #3 — 10 de dezembro de 2025
  • Daredevil/Punisher: The Devil’s Trigger #2 — 17 de dezembro de 2025
  • Punisher: Red Band #4 — 31 de dezembro de 2025

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