Unitree G1 | Assista a este robô humanoide demonstrar o “modo antigravidade”

O robô humanoide Unitree G1 foi apresentado testando seu “modo antigravidade”. O recurso do dispositivo da Unitree tem como objetivo otimizar a estabilidade e a capacidade de resposta do robô após uma queda.

Em um vídeo publicado nas redes sociais da empresa, o humanoide aparece inicialmente dançando antes de ser sucessivamente golpeado por humanos com chutes. O robô cai diversas vezes, mas impressiona pela rapidez com que se levanta.

“O Unitree G1 aprendeu o modo ‘Antigravidade’: a estabilidade é muito melhorada em qualquer sequência de ações e, mesmo se cair, pode se levantar rapidamente”, escreveu a companhia em uma publicação no seu perfil oficial do X (antigo Twitter).


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Na segunda parte do vídeo, o Unitree G1 simula movimentos de artes marciais e realiza uma sequência de mortais para trás.

Humanoides da Unitree em luta de boxe

Essa não foi a primeira demonstração das capacidades do modelo G1 da Unitree. Em maio de 2025, foi realizado um torneio de boxe entre os humanoides da empresa chinesa, organizado pelo China Media Group — o maior conglomerado de mídia estatal do país — e transmitido pelo canal de notícias CCTV-10.

No campeonato, quatro equipes comandaram os robôs aplicando diferentes estratégias de luta, enquanto socos e chutes eram desferidos no ringue.

As lutas foram divididas em três rounds de dois minutos cada. Pontuava o robô que acertasse golpes no tronco ou na cabeça do oponente, utilizando mãos ou pés. Caso um humanoide demorasse mais de oito segundos para se levantar após uma queda, recebia uma penalização.

Características do Unitree G1

O Unitree G1 tem 1,30 metro de altura e pesa 35 kg. O robô consegue se movimentar com precisão em múltiplos eixos e pode executar socos e chutes ao balançar joelhos e quadris com naturalidade.

“Combinado com o controle híbrido de força e posição, ele é sensível e confiável, e pode simular mãos humanas para realizar operações precisas com objetos”, informa a companhia chinesa.

O humanoide é treinado com o auxílio de inteligência artificial, por meio de algoritmos que utilizam grandes volumes de dados. O G1 também conta com sensores de equilíbrio, que seguem sendo otimizados pela Unitree.

Unitree G1
Robô G1 tem 1,30 metro de altura e pesa 35 kg(Divulgação/Unitree)

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Quase 66% das empresas são impactadas por ataques de deepfake

Uma pesquisa do Gartner Security mostrou que até 62% das empresas já sofreu ataques com deepfake, onde a tecnologia foi usada junto a engenharia social e técnicas de phishing para roubar dados ou dinheiro. Técnicas incluem imitação de executivos por vídeo ou áudio e exploração de ferramentas de verificação automatizadas, como voz ou rosto. Com o avanço da tecnologia, os incidentes só devem aumentar.

Segundo Akif Khan, diretor sênior do Gartner, a engenharia social sempre será uma ferramenta confiável aos golpistas, sendo a parte mais complicada de lidar. Quando há uso de deepfakes, quem está na linha de frente são os funcionários comuns, que, no máximo, poderão tentar identificar algo incomum na interação. Não há como depender apenas de ferramentas automatizadas, como informou o executivo à Infosecurity.

Como lidar com deepfakes?

De acordo com Khan, é necessário que as organizações comecem a pensar em soluções técnicas inovadoras, como a inclusão de ferramentas de detecção de deepfakes em aplicativos como Microsoft Teams ou Zoom. Algumas empresas já começaram treinamentos de conscientização de funcionários, os treinando com deepfakes de executivos em simulações, por exemplo.


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Segundo os dados da Gartner Security, deepfakes com voz, vídeo ou uso de prompts foram usados em ataques a empresas, afetando 62% de todos os seus clientes (Imagem: Gartner Security)
Segundo os dados da Gartner Security, deepfakes com voz, vídeo ou uso de prompts foram usados em ataques a empresas, afetando 62% de todos os seus clientes (Imagem: Gartner Security)

Outra arma importante pode ser a revisão de processos de negócio, como a aprovação de pagamentos. Autorização de transações a nível de aplicativo podem ajudar: no caso de um CFO ligar para um funcionário pedindo que faça uma transferência de dinheiro, uma boa medida seria obrigar o executivo a fazer login no aplicativo financeiro para autorizar a transação. O uso de uma autenticação multi-fator (MFA) resistente a phishing já resolveria muitos problemas, segundo Khan.

Os dados da pesquisa foram publicados em um relatório durante o evento Gartner Security & Risk Management Summit 2025, revelando, por exemplo, que 32% das organizações passaram por ataques envolvendo IA nos últimos 12 meses. Os incidentes incluem técnicas como injeção de prompt, onde golpistas usam LLMs para gerar resultados enviesados ou maliciosos.

Khan lembra que ⅔ dos clientes da Gartner disseram não ter experimentado nenhum ataque, mostrando que a ameaça não é a maior que as firmas enfrentam, mas ainda precisa ser levada a sério. Aproximadamente 5% das empresas relataram ter passado por incidentes sérios envolvendo deepfakes. Foram entrevistados 302 líderes de cibersegurança na América do Norte, Europa, Oriente Médio, África, Ásia e Pacífico.

O executivo recomendou a líderes de segurança que foquem em diversas áreas para proteger aplicativos que trabalham com IA, incluindo shadow IA — quando funcionários usam ferramentas sem a aprovação da empresa — e como o acesso é permitido a ferramentas aprovadas ou desenvolvidas pela própria companhia.

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VÍDEO | Você sabe IDENTIFICAR um DEEPFAKE?

 

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Novo Poco Pad: tablet barato da Xiaomi vaza na Play Store

A Poco está quase pronta para lançar seu novo tablet, que será chamado de Pad M1. O produto apareceu entre dispositivos suportados do Google Play Console, além de ter sido registrado no órgão regulador estadunidense FCC.

O tablet apareceu com o número de modelo 2509ARPBDG, em que a última letra sugere o lançamento em escala global. 

O teclado do aparelho também foi identificado em bancos de dados de certificações diversas, como o SIRIM, IMDA, SDPPI e a própria FCC.


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Poco Pad M1 deve ser Redmi Pad 2 Pro renomeado

Especula-se que o Poco Pad pode ser uma versão renomeada do Redmi Pad 2 Pro, que foi lançado globalmente nesta semana. 

O prefixo “2509” da certificação do Poco aponta que a marca teria intenção de lançar o produto em setembro (25/09, ou setembro/25). Ou seja, reforça a possibilidade de ser o mesmo Redmi já apresentado neste mês. 

O código interno do dispositivo (“flute”) mostra que ele deve ter apenas conexão Wi-Fi, e por isso seria um “gêmeo” do Pad 2 Pro com conectividade correspondente. 

Redmi Pad 2 Pro
Poco Pad M1 deve ser tablet Redmi com novo nome (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O tablet da Redmi foi lançado como uma opção intermediária, competente para tarefas simples de produtividade e eventualmente até algum aplicativo mais pesado. Para isso, conta com o seguinte conjunto de especificações:

Embora já tenha aparecido em certificações, não foi divulgada uma data específica para o lançamento do Poco Pad M1. Também não está definida a chegada oficial do produto ao mercado brasileiro.

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Conheça o Samsung Galaxy Tab S10 Lite:

 

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IA Nano Banana pode desembarcar no Google Fotos em breve, revela portal

Responsável pela trend da foto de Polaroid abraçando alguém, o gerador de imagens Nano Banana pode ser integrado ao Google Fotos para criações rápidas com o acervo da galeria. A informação é do site Android Authority.

De acordo com a matéria original, uma versão mais recente do Fotos ganhou um recurso chamado “Create” (“Criar”, em tradução livre) dentro de uma aba com o mesmo nome. 

Ainda não é possível acessá-la, mas a demonstração indica que o recurso seria capaz de gerar novas imagens com as pessoas salvas na biblioteca. Uma animação coloca o mesmo rosto de uma pessoa no lugar de memes famosos — algo que o Nano Banana conseguiria fazer pelo Gemini.


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Confira o exemplo da janela “Create” no vídeo:

 

O recurso ainda não foi confirmado pelo Google. Vale destacar que a aba “Create” está disponível apenas nos Estados Unidos e conta com recursos de IA para criar colagens e mudar o estilo de imagens da galeria. 

Nano Banana chegou ao Photoshop

Quem integrou o modelo de IA do Google foi a Adobe: o Photoshop ganhou suporte ao Gemini 2.5 Flash Image, também conhecido como Nano Banana. A tecnologia do Google pode ser usada com a ferramenta de preenchimento generativo, na qual é possível “ampliar” a área de uma imagem e preencher o contorno ao redor. 

Sucesso do gerador de imagens do Google

O Nano Banana foi lançado no final de agosto deste ano e se tornou um sucesso rapidamente. A ferramenta chama a atenção pela capacidade de editar fotos com precisão e sem perder a identidade das pessoas ou animais presentes nela. 

Similar ao que aconteceu com a criação de imagens no ChatGPT, a popularidade do Gemini foi impulsionada a partir de trends que usam conteúdos feitos por IA nas redes sociais. Vale destacar a foto com Polaroid, a imagem segurando uma versão mais nova da própria pessoa e até uma brincadeira que cria figuras de ação com base em fotos reais.

De acordo com o vice-presidente do Google Labs e do Gemini, Josh Woodward, a IA do Google atingiu a marca de 5 bilhões de imagens geradas no intervalo de um mês

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VÍDEO: A melhor IA para criação e edição de imagens? Conheça o Google Nano Banana

 

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Novo top da Xiaomi tira fotos impressionantes em contraluz; veja imagens

Lei Jun, fundador e CEO da Xiaomi, compartilhou fotos capturadas no próximo Xiaomi 17 Pro que revelam a excelente capacidade do celular para capturar imagens em condições de contraluz. O executivo apelidou o novo flagship de “Rei do Contraluz”, destacando sua proposta de superar um dos maiores desafios da fotografia móvel.

Através do sistema de imagem “Leica Light and Shadow Master” e do sensor Light Hunter 950L, a série 17 Pro promete redefinir os padrões de fotografia em smartphones. Um dos diferenciais está na tecnologia LOFIC de alta dinâmica, que permite alcançar 16,5EV de alcance dinâmico, preservando detalhes tanto nas áreas claras quanto escuras da mesma foto.

Tecnologia LOFIC supera limitações tradicionais

A série Xiaomi 17 Pro será a primeira linha de smartphones a superar efetivamente o desafio da fotografia em contraluz. Isso acontece através da integração da tecnologia LOFIC de terceira geração, que permite HDR de alta dinâmica em um único quadro.


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Esta solução representa o maior alcance dinâmico de sensor já alcançado pela Xiaomi. Fotos, vídeos e até mesmo pré-visualizações mantêm clareza e detalhes, tornando cenas com contraluz e objetos em movimento mais nítidos.

Além dos sensores avançados, o dispositivo conta com revestimento óptico melhorado para reduzir problemas como fantasmas, embaçamento e reflexos de lente.

Confira as imagens capturadas pelo Xiaomi 17 Pro:

Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max
Fotos tiradas no Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max (Divulgação/Xiaomi)

Três modelos atendem diferentes necessidades

Com lançamento marcado para hoje (25), na China, a linha Xiaomi 17 chegará em três versões distintas:

  • Xiaomi 17: Posicionado como o flagship padrão mais potente da marca, oferecendo experiência completa em todos os aspectos.
  • Xiaomi 17 Pro: Foca em ser o flagship compacto mais sofisticado para fotografia da Xiaomi.
  • Xiaomi 17 Pro Max: Representa o flagship definitivo da empresa, expandindo os limites da tecnologia de imagem.

No entanto, apenas o modelo padrão Xiaomi 17 receberá lançamento global, enquanto a série Pro permanecerá exclusiva do mercado chinês.

Snapdragon 8 Elite Gen 5 completa o conjunto

Toda a linha Xiaomi 17 chegará com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, sendo os primeiros smartphones do mundo a utilizar este chip. O sistema operacional será o HyperOS 3 da Xiaomi direto de fábrica.

Leia mais

VÍDEO: Análise/Review (atrasada) do Poco X7 Pro: ele é tudo isso mesmo

 

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Canadá acusa TikTok de não proteger dados de menores de 13 anos

O TikTok foi acusado por uma investigação canadense de não proteger corretamente os dados de crianças que utilizam o aplicativo. O caso foi investigado pelo comissário de privacidade do Canadá, Philippe Dufresne, e por outros oficiais de proteção de privacidade do país. 

De acordo com as descobertas de Dufresne e sua equipe, centenas de milhares de crianças usam o TikTok no país norte-americano, mesmo com a empresa afirmando que pessoas com menos de 13 anos não deveriam utilizar seu aplicativo.

Mas, a principal descoberta da investigação é o fato de que o TikTok coletou os dados pessoais de o que classificaram como “um grande número” de crianças canadenses. Estes dados são utilizados para direcionar conteúdos e também anúncios na internet. 


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À BBC, um porta-voz do TikTok afirmou que “apesar de não concordarmos com algumas das descobertas, nós nos mantemos dispostos à manter forte nossa transparência e práticas de privacidade”. O porta-voz não especificou quais são os pontos em que discordam. 

A empresa chinesa afirmou também que vai implementar diversas medidas para fortalecer a plataforma no Canadá.

O Canaltech entrou em contato com a assessoria do TikTok do Brasil e aguarda posicionamento para atualização do texto.

Relações conturbadas na América do Norte

A relação conturbada do TikTok com o Canadá não é a primeira, e nem a mais complexa, na América do Norte.

Desde 2024 a empresa chinesa enfrenta críticas e acusações de espionar cidadãos dos Estados Unidos a partir de seus dados

Ainda no governo do ex-presidente dos EUA Joe Biden, o país aprovou uma lei que obrigava o TikTok a vender sua operação local para que continuasse a operar por lá. 

A situação caiu no colo de Donald Trump, que assumiu a presidência em 2024, e desde então o republicano tem adiado a data limite para venda do TikTok para algum comprador dos EUA.

Recentemente, o governo estadunidense anunciou que o app deve ser vendido em breve, e que a Oracle será responsável por operar o algoritmo de recomendação do TikTok no país. 

Desde o início das negociações, a ByteDance, empresa dona do TikTok, afirmou que não compartilharia o algoritmo, que é o grande diferencial do app, com os futuros vendedores. 

Já a Oracle, que administra uma parte do setor de TI do TikTok, é uma das potenciais compradoras. Larry Ellison, CEO da empresa e uma das pessoas mais ricas do mundo, recebeu a benção de Trump para uma possível compra. 

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VÍDEO: Por que seu CELULAR fica LENTO e “MORRE” tão rápido?

 

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Produção de carros da Toyota no Brasil pode voltar só em 2026 após tempestade

A Toyota deve retomar a produção de veículos no Brasil só no próximo ano. É o que declarou Leandro Soares, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba, após uma reunião com representantes da montadora. A fala dele vem após a fábrica da marca ter sido duramente afetada pela tempestade ocorrida na segunda (22), com ventos de até 90 km/h. 

Segundo ele, ao comparar a situação da fábrica com um carro, é possível dizer que houve perda total no local. “É bem provável que a Toyota não volte a produzir (no Brasil) este ano devido à falta de motores em Porto Feliz. Provavelmente as atividades em Sorocaba e Indaiatuba devem ficar prejudicadas este ano devido ao tamanho do prejuízo”, finalizou. 

Considerada uma das mais modernas unidades do grupo, a fábrica foi inaugurada em 2014, mas seu telhado foi arrancado pela força do vento; ainda, um carro tombou no pátio da fábrica. Por ora, a montadora está avaliando os danos causados pelo fenômeno. 


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Fábrica da Toyota 

Questionada sobre os prazos de retorno, a montadora disse não ter informações no momento. Por outro lado, já está claro que o ocorrido afetou o cronograma de lançamento do Yaris Cross, que faria sua estreia em outubro; com a destruição da fábrica, o evento foi adiado e ainda não tem uma nova data para acontecer. 

A marca trabalha com o sistema “just in time”, ou seja, a montagem dos carros acompanha a produção dos componentes. Entretanto, as operações das fábricas de Sorocaba e Porto Feliz seguem suspensas desde terça (23), ainda sem previsão de retomada. 

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Vídeo: O que falta para termos carros voadores?

 

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Trend de foto studio: veja o prompt para usar no Gemini e ChatGPT

Fotos de studio feitas com IA, através do Gemini e ChatGPT, se tornaram tendência nos últimos dias. A edição é realizada ao enviar um registro seu aos chatbots junto a um comando que faz a “transformação” da imagem.

Como criar fotos de studio com IA

Veja o passo a passo para fazer a edição com IA


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Envie uma foto sua

Para fazer a edição com IA, primeiro, anexe uma foto sua na plataforma. Veja como:

  • ChatGPT: acesse o ChatGPT, toque no ícone de “+”, vá em “Adicionar fotos e arquivos” e escolha a imagem desejada.
  • Gemini: entre no Gemini, ative a opção “🍌 Imagem” e aperte no botão de “+”. Depois, pressione a opção “Enviar arquivos” e escolha uma foto sua.

    Veja como enviar fotos para o ChatGPT (cima) e Gemini (baixo) (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)
    Veja como enviar fotos para o ChatGPT (cima) e Gemini (baixo) (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)

Importante optar por uma foto que mostre bem o seu rosto e cabelo, sem sombras ou outros elementos que possam interferir a visualização. Assim, você garante resultados mais realistas.

Insira o prompt

Agora você só precisa enviar um prompt para fazer a edição com IA. Confira um comando pronto para o Gemini e ChatGPT:

Faça um retrato pessoal realista da pessoa que aparece na imagem anexada. Preserve detalhes da pessoa, incluindo o tom de pele, fisionomia, expressões, idade, gênero e detalhes dos olhos, boca, expressão e afins. Opte por um fundo branco, com sombras realistas. A imagem precisa ficar similar a uma fotografia feita em estúdio, com alta definição e boa iluminação.

Você também pode alterar o prompt para personalizar a sua foto. Caso queira uma roupa mais formal, por exemplo, adicione a seguinte frase no comando: “altere a roupa e coloque um terno azul marinho com gravata bordô e blusa branca”.

Você ainda pode fazer ajustes no fundo, ao optar por um segundo plano totalmente branco ou preto, e até mesmo com cores distintas. Outra alternativa é incluir luzes vindo de outras direções, a fim de garantir efeitos diferentes.

Com os ajustes usados como exemplo, o prompt fica desse jeito:

Faça um retrato pessoal realista da pessoa que aparece na imagem anexada. Preserve detalhes da pessoa, incluindo o tom de pele, fisionomia, expressões, idade, gênero e detalhes dos olhos, boca, expressão e afins. Para deixar mais formal, altere a roupa e coloque um terno azul marinho com blusa branca e gravata bordô. Opte por um fundo preto, com uma leve luz direcional amarelada para fazer um pequeno cotorno sobre a cabeça e os ombros, além de sombras realistas. A imagem precisa ficar similar a uma fotografia feita em estúdio, com alta definição e boa iluminação.

Como postar nas redes sociais

Após a edição, basta salvar os retratos gerados no Gemini ou ChatGPT. Para fazer o download nos chatbots, faça o seguinte:

  • Pelo celular: toque na imagem gerada pela IA e aperte o botão de download, representado por uma seta apontada para baixo;
  • Pelo PC: passe o mouse por cima da imagem gerada pela IA e clique no botão de download, representado por uma seta apontada para baixo.

Agora é só compartilhar as imagens no Instagram, TikTok, WhatsApp e demais redes sociais.

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