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Os avanços em inteligência artificial tornaram cada vez mais difícil distinguir o que é real do que é falso na internet. Vídeos hiper-realistas, criados com ferramentas como DALL·E e Veo 3, podem simular notícias, acidentes ou entrevistas de forma tão convincente que confundem até os olhares mais atentos. Para não ser enganado, é fundamental aprender a reconhecer os sinais que denunciam esse tipo de conteúdo.
Mesmo os vídeos de IA mais sofisticados apresentam falhas sutis. Preste atenção a sombras estranhas, iluminação inconsistente, objetos distorcidos, mãos ou dedos malformados e movimentos oculares artificiais. Elementos do cenário que parecem borrados, repetitivos ou “derretidos” também podem indicar manipulação.
Ferramentas como o Veo 3 conseguem gerar animações cinematográficas muito realistas, mas ainda deixam escapar detalhes. Movimentos corporais excessivamente robóticos, transições suaves demais entre cenas ou personagens que não piscam ou não demonstram emoções naturais são sinais de alerta. Além disso, situações que desafiam a lógica ou o comportamento humano esperado (como alguém não reagir a um acidente próximo) são fortes indícios de geração artificial.
3. Desconfie de cenários perfeitos demais
Vídeos de IA costumam criar ambientes impecáveis, com céus sem nuvens, águas lisas como espelhos e personagens sem imperfeições. Essas representações “perfeitas” podem soar convincentes à primeira vista, mas na vida real o mundo é cheio de irregularidades e detalhes imperfeitos que muitas vezes faltam em produções sintéticas.
4. Verifique o contexto e a origem
Se um vídeo mostra um suposto grande acontecimento, mas nenhum veículo de imprensa confiável está noticiando o fato, desconfie. O contexto é tão importante quanto a imagem em si. Também vale lembrar que ferramentas como o Veo 3 são pagas, o que pode ser um sinal de alerta quando há uma enxurrada de vídeos curtos e de alta qualidade sobre um evento em tempo real.
Existem recursos online que ajudam a detectar se um vídeo foi gerado por Inteligência Artificial. O InVID permite analisar metadados e examinar vídeos quadro a quadro. O Deepware Scanner identifica alterações faciais em deepfakes, enquanto o Hive Moderation e o AI or Not verificam se uma imagem ou vídeo foi criado artificialmente. Além disso, algumas plataformas inserem marcas d’água visíveis ou invisíveis (como o SynthID, da Google), que podem confirmar a origem de um conteúdo.
Sequência de Tron: Uma Odisseia Eletrônica (1982) e Tron – O Legado (2010), o filme dirigido por Joachim Rønning segue os passos de Ares, um programa altamente sofisticado que habita um mundo digital de visual neon conhecido como A Grade.
Guerreiro em seu universo, Tron é enviado do ciberespaço para cumprir uma perigosa missão no mundo real, em uma jornada que o faz questionar sua própria programação e marca o primeiro encontro da humanidade com seres de Inteligência Artificial.
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Quem é quem em Tron: Ares
Parte de uma das franquias responsáveis por revolucionar o uso da computação gráfica, Tron: Ares conta com um elenco de peso nesta nova aventura no mundo virtual, além de rostos já conhecidos do público que também estiveram nos títulos anteriores.
Conheça abaixo o elenco do filme e detalhes sobre cada um dos personagens.
Jared Leto como Ares
Jared Leto como o programa de computador protagonista da trama, Ares (Imagem: Divulgação/Disney)
Programa superinteligente criado por Julian Dillinge, Ares será vivido por Jared Leto, conhecido no mundo da música por sua banda Thirty Seconds to Mars e no cinema por longa-metragens como Réquiem para um Sonho (2000) e Clube de Compras Dallas (2013) – este último responsável por lhe render um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Evan Peters como Julian Dillinger
Evan Peters caracterizado como o programador Julian Dillinger (Imagem: Divulgação/Disney)
Já Dillinge, que será vivido por Evan Peters, ator conhecido pela série antológica American Horror Story (2011 – atual) e, mais recentemente, por Monstros: Dahmer: Um Canibal Americano (2022), é um programador que faz parte do clã Dillinger, uma família maligna da franquia, dona da Dillinger Systems.
Jeff Bridges como Kevin Flynn
Jeff Bridges, que esteve nos dois primeiros filmes da franquia, retorna em Tron: Ares (Imagem: Divulgação/Disney)
Um dos rostos mais amados pelos fãs da saga, Jeff Bridges está de volta ao papel de Kevin Flynn. Famoso pelos filmes O Grande Lebowski (1998) e Coração Louco (2009) – pelo qual ganhou o Oscar de Melhor Ator –, o veterano de Hollywood esteve nos dois títulos anteriores da franquia, interpretando tanto Kevin Flynn, o humano que protagoniza o primeiro filme, quanto Clu, o programa de computador criado por ele.
Gillian Anderson como Elisabeth Dillinger
Gillian Anderson fará parte do clã Dillinger na produção (Imagem: Divulgação/Disney)
De volta ao clã Dillinger, é Gillian Anderson quem dá vida a Elisabeth Dillinger, outra poderosa integrante da família, mãe de Julian e filha de Edward Dillinger. A popular atriz americana-britânica ficou eternizada na televisão como a Dana Scully de Arquivo X (1983 – 2018), além de recentemente ter sido muito elogiada por seu trabalho em The Crown (2016 – 2023)
Greta Lee como Eve Kim
Rosto em ascensão em Hollywood, Greta Lee é uma das estrelas de Tron: Ares (Imagem: Divulgação/Disney)
Um dos novos e mais importantes rostos de Tron: Ares é o de Greta Lee, atriz que é uma das novas queridinhas de Hollywood, conhecida por produções como The Morning Show (2019 – atual) e Vidas Passadas (2023). Na pele de Eve Kim, a atriz dá vida a uma programadora que atua como diretora executiva da ENCOM, empresa de games presente nos longas anteriores e que está em busca do Código de Permanência de Flynn.
Jodie Turner-Smith como Athena
Assim como Ares, Athena também é um programa de computador (Imagem: Divulgação/Disney)
Repetindo a tradição de trazer programas de computadores como personagens, o novo filme da franquia conta ainda com Jodie Turner-Smith como Athena, uma guerreira virtual que é a segunda no comando de Ares, ficando atrás apenas do próprio protagonista. Artista britânica, Jodie Turner-Smith é conhecida por títulos como Queen & Slim: Os Perseguidos (2019), além da série de Star Wars, The Acolyte (2024).
Com roteiro de Jesse Wigutow e trilha sonora original assinada por Nine Inch Nails, Tron: Ares chega em 9 de outubro aos cinemas brasileiros.
Para quem diz que um raio não cai 2 vezes no mesmo lugar, ver Hades 2 brilhar pode até confundir as ideias. Após o estrondoso sucesso do primeiro roguelite, a Supergiant Games acertou de novo com a sua nova experiência.
Na sequência, você controla Melinoe — irmã de Zagreus. Seu objetivo é um só: resgatar o irmão das garras de Cronos, o deus do tempo. Para isso, ela contará com sua própria habilidade e o apoio dos seus parentes olimpianos.
Tudo o que fez sucesso no primeiro retorna em Hades 2, mas não só isso: a aventura expande para melhor todos os elementos do seu antecessor e se estabelece como a jornada definitiva pela mitologia grega dentro do gênero.
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Prós
Ação desenfreada continua em alta
Personagens extremamente carismáticos
Boa escalada de dificuldade e da história
Contras
Pode soar uma “repetição” do anterior
Hades 2 brilha mais
Hades 2 traz tudo que tornou seu antecessor aclamado. A exploração de forma isométrica, a dinâmica dos combates, os cenários criados de forma procedural e o enxame de inimigos que aparece para te atormentar são fatores que foram replicados e mantém sua estrutura emblemática.
Hades 2 repete o que deu certo e acrescenta em pontos estratégicos (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
A construção é similar, mas tudo parece maior. Melhor. Não digo apenas em questões gráficas, mas também no universo que existe ao seu redor. Os diálogos são riquíssimos, o carisma dos personagens (aliados ou oponentes) é grande e facilmente vai te encantar.
Ou seja, se você achava o primeiro “perfeito”, sinto lhe informar que a sequência é o que estabelece o ápice destes padrões criados em 2020. A base está toda ali, agora aperfeiçoada e com diversas nuances para expandir sua percepção sobre suas mecânicas e a própria mitologia grega.
Ação é o ponto principal
Assim como o anterior, Hades 2 já começa te jogando no meio da ação. Não demora nada para ter uma completa ideia de como funcionam os ataques, equipar as habilidades e até as formas como pode interagir com os seres do submundo.
E, caros leitores, não tem nada mais delicioso do que usar as armas de Melinoe para abrir caminho. A cada horda de oponentes que aparecia diante de mim, me lembrava de como era ótimo dilacerá-los em 2020 e como continua incrível em pleno 2025.
A ação não para e não desaponta (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Um aspecto importante é que, por ser treinada por Hécate, seus poderes mágicos são mais acentuados do que os do herói anterior. Isso torna a protagonista mais suscetível a usar outras armas, o que traz novas opções dentro do arsenal que se abre conforme avança.
Hades 2 até me surpreendeu, por reverter minhas preferências. Com Zagreus eu adorava usar armas corpo-a-corpo (punhal e espada eram minhas principais escolhas). Com Melinoe, as Chamas Umbrais — varinhas que disparam fogo mágico — descobri uma nova paixão dentro do roguelite.
Cuidado na dificuldade de Hades 2
Toda a construção dos mapas de Hades 2 segue com uma curva de dificuldade afiadíssima. Cenário após cenário, desafios um atrás do outro, tudo cria uma atmosfera que mostra à Melinoe que sua jornada não é apenas contra Cronos, mas também contra ela própria e sua capacidade.
Nenhuma partida que joguei foi um “passeio no parque”, mesmo as que eu avancei com mais facilidade. Chefões são duros na queda, a disposição do mapa pode te atrapalhar e até mesmo a presença de mais objetos interativos que causam dano tornam cada piscar de olhos arriscado.
“Em determinados momentos, você ou o inimigo podem atingir objetos interativos e estourar uma armadilha que muda o rumo da batalha em definitivo” – Diego Corumba
Outro ponto que me encantou em Hades 2 é que o “grande vilão” da experiência não fica parado. Ao contrário do deus dos mortos, ele se cansa de esperar pela ascensão da heroína e se intromete de tempos em tempos — o que pode mudar as coisas subitamente.
Cronos traz grandes questões ao universo de Hades (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Repetição de padrões?
Um aspecto que muitos podem ver de forma mista é que em determinados aspectos ele soa como uma experiência completamente inédita. Trama, presença de personagens carismáticos, mapas, inimigos, chefões, armas, dádivas e outros aspectos trazem todo um frescor que é muito bem-vindo.
Porém, em outros você sente que está vendo mais do mesmo em Hades 2. Em time que está ganhando não se mexe, mas a sequência podia ter se arriscado um pouco mais com inovações. Mesmo empolgado enquanto avançava, muitas coisas me pareciam “familiares demais”.
Ouso dizer que isso funciona bem para quem, assim como eu, jogou em 2020 e queria revisitar este universo 5 anos depois. Porém, se você fez isso de forma mais recente, voltar “tão cedo” assim pode não ser a melhor ideia do mundo.
É importante mencionar que há mudanças, porém elas são bem sutis e integram o pacote que foi herdado do original. Melinoe, por exemplo, possui uma habilidade a mais que Zagreus: ela cria um círculo mágico que acaba desacelerando (ou até paralisando) inimigos.
“Hades 2 é um trabalho de aperfeiçoamento, mas não se distancia muito do que o original estabeleceu” – Diego Corumba
Além disso, temos atividades a mais em Hades 2 conforme avança, assim como mais personagens para interagir e criar fortes conexões no jogo — algo que muitos podem não ter a paciência para “esperar e ver”.
Frinos é um grande aliado, dê valor a ele (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Hades 2 faz lar no Nintendo Switch 2
O desempenho de Hades 2 no Nintendo Switch 2 não foi nada menos do que espetacular. Em grandes resoluções não vi falhas ou problemas durante a execução do jogo, assim como me surpreendeu o alto desempenho enquanto me divertia no modo portátil.
Nem mesmo com o excesso de inimigos em tela, algo que não é tão incomum de acontecer em Hades 2, foram registrados travamentos ou lentidão. Pelo contrário, a dinâmica só me deixava mais empolgado para abrir caminho e chegar aos próximos cenários.
Não é de se estranhar que a Supergiant Games tenha selecionado a plataforma da Nintendo para atendê-la neste primeiro momento entre os consoles de mesa, ao lado dos computadores. Ali é o lar da série e a aventura de Melinoe se encaixa muito bem ao seu formato.
O desempenho de Hades 2 é impressionante no Switch 2 (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Se você possui um PlayStation ou Xbox em casa, ainda que não existam anúncios, Hades 2 pode eventualmente chegar até eles — assim como o primeiro, que foi disponibilizado após um tempo de sua chegada no Switch e PCs.
Hades 2 vale a pena?
Assim como Hollow Knight há alguns anos, o primeiro Hades criou uma grande comunidade de fãs e se tornou uma das maiores referências dentro do seu próprio gênero. Subir o mundo dos mortos ao lado de Zagreus se tornou emblemático e muitas expectativas giravam em torno do novo jogo.
Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de Hades 2 (Captura de Tela/Diego Corumba)
Dito isso, Hades 2 honra tudo o que foi deixado no passado e eleva o patamar. Isso é tão difícil de conquistar que muitos estúdios e grandes franquias tentam fazer isso e falham —- algo que a indústria gaming está até “acostumada”.
Como sucessor, ele dá um baile e cria a experiência definitiva da Supergiant Games. Porém, é importante ressaltar que não há grandes inovações ou diferenças que vão impactar quem veio do original. Aqui a metodologia é aprimorar, não revolucionar tudo o que tornou o 1º bem-sucedido.
Ou seja, pule em Hades 2 com as expectativas no lugar. Ele é um roguelite excelente e reforça que tudo faz parte de um grande universo que o estúdio independente vem preparando ao longo dos últimos anos. Se você amou o 1º ou busca um novo vício no PC ou Nintendo Switch/Switch 2, é indispensável.
O custo de assinar todas as principais plataformas de inteligência artificial no Brasil varia conforme o plano e os recursos oferecidos. Os preços podem ir de valores acessíveis para planos básicos até investimentos mais altos para versões avançadas, podendo chegar até a R$ 1.062 por mês em uma única assinatura.
As assinaturas de inteligência artificial no Brasil variam de acordo com a plataforma e o plano escolhido. A seguir, mostramos os valores atualizados de cada serviço, desde opções gratuitas até planos avançados!
ChatGPT
O ChatGPT tem uma versão gratuita, mas o plano Plus traz mais recursos. Ele garante respostas mais rápidas e uso ilimitado do modelo avançado GPT-5, que permite criar imagens, falar por voz e analisar arquivos. O preço é US$ 20 por mês, o que dá cerca de R$ 106 no câmbio de 24 de setembro de 2025.
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Há também o plano Pro, que oferece limites bem maiores de mensagens, acesso estável aos modelos mais avançados e prioridade máxima nos recursos multimodais, como voz, imagens e análise de arquivos grandes. O valor é de US$ 200 por mês, cerca de R$ 1.062.
Gemini
O Google AI Pro oferece acesso ao Gemini 2.5 Pro, com buscas mais avançadas, geração limitada de vídeos, ferramentas de programação, como Gemini Code Assist, e integração com Gmail, Docs e Drive. Inclui 2 TB de armazenamento e 1.000 créditos de IA para usar em vídeos e outras funções. O preço é R$ 96,99 por mês.
Já o Google AI Ultra é o plano mais completo, com tudo que o Pro oferece e mais recursos. Ele dá acesso ao Gemini 2.5 Deep Think, geração de vídeos sem grandes limites, 25.000 créditos de IA e 30 TB de armazenamento.
Também garante prioridade em novos recursos e funcionalidades de IA. No entanto, seu valor é alto: R$ 1.209,90 mensais.
Perplexity
O Perplexity funciona como um buscador inteligente com IA, e o plano Pro dá acesso a recursos avançados de pesquisa e tem o custo de US$ 20 por mês, ou seja, cerca de R$ 106.
Ele inclui um número maior de buscas com modelos premium, respostas mais completas com referências, além da possibilidade de usar “Reasoning Search”, que organiza etapas de raciocínio para perguntas mais complexas. Também permite upload de arquivos, como PDFs, e análise de dados.
O Perplexity Max inclui tudo do Pro, mais acesso ilimitado aos modelos de IA avançados, criação ilimitada de dashboards, planilhas e apresentações, acesso antecipado a novidades e suporte prioritário. A assinatura custa US$ 200/mês (aproximadamente R$ 1.062).
Claude
O Claude é uma inteligência artificial para criação de textos, análise, pesquisa e tarefas complexas. No plano Pro, ele oferece mais uso diário, acesso ao Claude Code para programação, projetos ilimitados, pesquisa avançada e capacidade de lidar com tarefas complexas com “extended thinking”. O valor é US$ 17 por mês (cerca de R$ 90).
No plano Max, caso você precise de ainda mais recursos, há limites de uso mais altos e acesso antecipado aos recursos avançados do Claude. Esse plano custa a partir de US$ 100 por mês (cerca de R$ 531).
Os valores das IAs variam de acordo com a plataforma e o plano escolhido. (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
Microsoft Copilot
A assinatura do Copilot Pro custa R$ 110 por mês. Ela dá acesso preferencial aos modelos de IA generativa e maior capacidade de uso nos aplicativos do Microsoft 365, como Word, Excel, PowerPoint e Outlook.
Com o Copilot Pro, você pode criar rascunhos, resumir e-mails longos e gerar apresentações, além de dar prioridade de acesso em horário de pico.
GitHub Copilot
O GitHub Copilot Pro traz completions ilimitadas, acesso ao Copilot Chat com modelos premium, ao agente de codificação e até 300 solicitações premium por mês. O preço da assinatura é US$ 10 por mês (R$ 53).
A assinatura Copilot Pro+ inclui todos os recursos do Pro, com até 1.500 solicitações premium mensais e acesso total a todos os modelos disponíveis no Copilot Chat. O valor é US$ 39 por mês (R$ 207).
Manus AI
O Manus AI é uma plataforma de inteligência artificial que ajuda a automatizar tarefas complexas, como desenvolvimento de sites, análise de dados e planejamento de projetos.
A IA funciona com créditos que medem o uso da IA, renovados todo mês, e ainda permite bônus ou créditos gratuitos. Ele tem três assinaturas:
Basic: por US$ 19 por mês (cerca de R$ 101), o usuário recebe 1.900 créditos mensais, pode executar até duas tarefas simultâneas e conta com maior estabilidade e prioridade durante horários de pico.
Plus: custa US$ 39 por mês (R$ 207) e oferece 3.900 créditos mensais, mantendo as vantagens do Basic, mas com capacidade maior para realizar tarefas mais frequentes.
Pro: inclui 19.900 créditos mensais, execução de até cinco tarefas simultâneas, acesso a modos de alta complexidade e recursos beta, além de prioridade total nos horários de pico. O valor é US$ 199 por mês (R$ 1.056).
Quanto custa assinar todos os planos das IAs no Brasil?
Se você quer ter acesso completo às principais IAs disponíveis no Brasil, é importante entender quanto custa cada plano. A seguir, apresentamos os valores para assinar tanto os planos básicos quanto os mais avançados de cada plataforma e como fica o valor total por mês somando elas!
Para assinar todos os planos básicos
Para assinar todos os planos básicos, o custo mensal seria:
ChatGPT: R$ 106;
Gemini: R$ 96,99;
Perplexity: R$ 106;
Claude: R$ 90;
Microsoft Copilot: R$ 110;
GitHub Copilot: R$ 53;
Manus AI: R$ 207.
Total: R$ 769 por mês.
Para assinar todos os melhores planos
Já para assinar todos os melhores planos, que incluem versões Pro, Max ou avançadas de cada plataforma, os valores seriam:
ChatGPT: R$ 1.062;
Gemini: R$ 1.209,90;
Perplexity: R$ 1.062;
Claude: R$ 531;
Microsoft Copilot: R$ 110 (permanece o mesmo, pois só existe um plano);
O X (antigo Twitter), empresa de ElonMusk, pediu o adiamento da proibição de usuários com menos de 16 anos na Austrália. A lei que restringe o acesso de crianças às redessociais no país foi aprovada em setembro de 2024 e deve entrar em vigor em 10 de dezembro de 2025.
O eSafety, Comissariado de Segurança Online da Austrália, realizou uma consulta com redes sociais para saber se elas acreditavam que deveriam ser obrigadas a banir crianças de suas plataformas a partir de dezembro.
Em um documento oficial enviado nesta quarta-feira (24) a um inquérito liderado pelo partido TheGreens sobre verificação de idade nas plataformas digitais, o X destacou que as obrigações deveriam começar a valer cerca de seis meses após a divulgação das diretrizes regulatórias, emitidas em setembro.
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A comissária do eSafety, Julie Inman Grant, afirmou que, apesar da lei entrar em vigor em 10 de dezembro, multas e outras medidas coercitivas não serão aplicadas imediatamente. No entanto, falhas sistêmicas no cumprimento da regulamentação já começarão a ser investigadas a partir dessa data.
X defende que proibição deveria valer efetivamente a partir de março de 2026 (Pexels/Kaboompics)
X expressa preocupações com a liberdade de expressão
De acordo com a empresa de Musk, menos de 1% dos australianos que usam a plataforma têm menos de 16 anos. A companhia destacou ainda preocupações relacionadas à liberdade de expressão e ao acesso à informação por parte dos jovens, que poderiam ser afetados pela lei.
“Temos sérias preocupações quanto à legalidade da Idade Mínima para Mídias Sociais, incluindo sua compatibilidade com outras regulamentações e leis, como tratados internacionais de direitos humanos dos quais a Austrália é signatária”, ressaltou a rede social no documento.
O X também alertou que a proibição de jovens acessarem serviços de mídia social regulamentados pode resultar na migração para plataformas sem moderação, expondo-os a maiores riscos de violações de privacidade e conteúdos impróprios.
Além disso, a rede social argumenta que os jovens poderiam burlar o bloqueio usando redes privadas virtuais (VPNs), tornando a prevenção eficaz muito difícil. Uma alternativa proposta pela empresa foi realizar o controle de idade no nível dos smartphones, medida que também foi defendida pela Meta.
A Samsung anunciou progressos em suas pesquisas voltadas para detecção de sinais iniciais de Alzheimer. Os estudos pretendem entender como seria possível utilizar celulares e relógios inteligentes para esse monitoramento.
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Já a análise de voz é capaz de avaliar aspectos como a memória de curto prazo, a fluência e a precisão da fala — todos associados a regiões cerebrais ligadas à linguagem.
Relógios podem detectar padrões de caminhada (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Outros dados de saúde e bem-estar, como a análise da qualidade do sono, visto que a má qualidade do descanso pode causar danos neurológicos.
Segundo a Samsung, os resultados dos estudos mostraram desempenho comparável a testes hospitalares de triagem para demência.
Alzheimer pode ser identificado previamente
Como destacado pela Samsung, o Alzheimer representa 60–70% dos casos de demência no mundo. Além disso, as ocorrências crescem rapidamente com o envelhecimento populacional.
Mesmo o MCI, ou Comprometimento Cognitivo Leve, afeta 12–18% das pessoas com 60 anos ou mais. Cerca de 10–15% dos casos progridem para demência a cada ano.
No entanto, alterações cerebrais podem começar 10 a 20 anos antes dos sintomas.
Alzheimer pode ter diagnóstico precoce (Imagem: Divulgação/Samsung)
A importância do diagnóstico precoce reside no fato de que, embora não haja cura, ele permite mudanças de estilo de vida.
Comprar fones sem fio da Samsung ficou mais acessível com a chegada do Galaxy Buds Core, lançado ontem (24) e que já aparece em promoção. A nova opção da linha aposta no essencial para quem busca praticidade, preço competitivo e suporte oficial no Brasil.
Logo no lançamento, o modelo já pode ser encontrado com desconto exclusivo:
🚨 Atenção: se você está vendo esta matéria depois da data de lançamento, os preços já podem ter mudado.
Design do Buds Core é feito para ficar bem fixado na orelha (Imagem: divulgação/Samsung)
Por que essa oferta chama atenção?
É raro ver um fone de ouvido recém-apresentado cair de preço tão rápido. O Buds Core chega com a proposta de ser a opção mais básica da Samsung em 2025, mantendo compatibilidade com os celulares da marca, controles por toque e estojo compacto.
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Enquanto a linha Galaxy Buds tem versões mais avançadas com recursos premium, o Buds Core se posiciona como alternativa direta a quem não quer gastar muito, mas também não abre mão da confiabilidade de um acessório oficial.
Comparativo com outros modelos da Samsung
O Buds FE foi lançado em 2023 e é considerado o intermediário da linha. Ele entrega cancelamento ativo de ruído (ANC) mais avançado e uma qualidade sonora mais robusta.
Já o Buds 3 Pro representa o topo da categoria, com áudio de alta definição, suporte avançado a Galaxy AI e um design premium — mas também cobra bem mais por isso.
No meio desse cenário, o Buds Core assume o papel de porta de entrada. Mesmo sendo o modelo básico, ele mantém recursos importantes como ANC, conectividade estável e sistema avançado de microfones para chamadas claras.
Para entender melhor onde o Buds Core se encaixa, vale olhar o preço das demais opções disponíveis:
🚨 Atenção: se você está vendo esta matéria depois da data de lançamento, os preços já podem ter mudado.
Veja tudo o que o Galaxy Buds Core oferece
Estojo compacto com carregamento rápido via USB-C;
Sistema com 3 microfones para reduzir ruídos externos em chamadas;
Cancelamento ativo de ruído (ANC) incluso;
Controles por toque básicos (play/pause, pular faixas, atender ligações);
Integração direta com celulares Samsung via Galaxy Wearable;
Até 35 horas de autonomia total com o estojo.
Alerta de preço
Vale lembrar: como é um produto recém-lançado, não há garantia de que o valor de R$ 269,10 dure muito tempo. A tendência natural é que o preço suba nas próximas semanas, até que novas promoções surjam em datas como Black Friday ou eventos da própria Samsung.
O WhatsApp experimenta um novo visual para a aba de ligações no app para Android: a versão Beta ganhou um novo menu superior com atalhos para iniciar uma chamada, agendar ou acessar o discador rapidamente.
De acordo com o site WABetaInfo, a novidade começou a aparecer na versão 2.25.27.4 do Beta do mensageiro na Play Store. O Canaltech baixou a atualização, mas não teve acesso à interface diferente.
As imagens revelam quatro ícones principais: fazer ligação, agendar chamada, abrir o discador e salvar contatos favoritos. Ao escolher um contato específico, o WhatsApp já cria um botão para começar uma chamada ou enviar uma mensagem rapidamente.
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Os novos comandos podem agilizar a experiência com esse recurso no WhatsApp. As pessoas podem preferir fazer ligações a partir do mensageiro do que pelo app de telefone, então incluir novos atalhos ajuda a tornar o processo mais fluido em casos de emergência, por exemplo.
WhatsApp Beta testa novo menu na tela de ligações (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)
Quando chega?
Por enquanto, não há previsão de chegada do recurso na versão estável do aplicativo. É provável que o recurso seja liberado para mais pessoas no Beta e depois seja lançado oficialmente no WhatsApp.
No Android, o app permite traduzir para cinco idiomas diferentes, incluindo o português. A versão para iOS conta com ajuda do app Tradutor e tem suporte para mais de 15 opções.
Se você ainda sente saudades de Peaky Blinders, então não pode perder de vista a série House of Guinness, novo projeto de Steven Knight (Locke), o criador do programa que narra as aventuras de Thomas Shelby (Cillian Murphy), que acaba de fazer sua estreia na Netflix.
Inspirada na história do império por trás da famosa cervejaria Guinness, a nova série do criador de Peaky Blinders conta com vários nomes conhecidos da indústria britânica, como Anthony Boyle (Mestres do Ar), Louis Partridge (Enola Holmes), James Norton (Adoráveis Mulheres) e até mesmo Jack Gleeson, o eterno Joffrey Baratheon de Game of Thrones.
Situada no século XIX, House of Guinness acompanha um momento delicado da família por trás da icônica cervejaria depois que o patriarca Benjamin Guinness falece, deixando seus quatro filhos à própria sorte para lidar com o destino da empresa.
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Mas será que realmente vale a pena assistir ao novo projeto de Steven Knight? O Canaltech reuniu aqui os principais comentários da crítica sobre House of Guinness.
Vale a pena assistir House of Guinness? Críticos respondem
Atualmente com uma média de 80% de aprovação da crítica especializada, House of Guinness conta com avaliações favoráveis dos profissionais da área, o que pode animar quem está interessado em começar o programa da Netflix.
Jack Seale, do The Guardian, por exemplo, adorou House of Guinness. De acordo com o crítico, o programa é o “ápice da carreira de Steven Knight”, sendo uma “aventura irresistível”.
“Com inteligência, coração e sex appeal, este excelente drama do criador de Peaky Blinders é uma aventura irresistível – como Succession, só que sobre um império de bebidas. Knight nunca fez uma série melhor do que esta”, Jack Seale escreveu.
James Hibbs, do Radio Times, também gostou de House of Guinness, afirmando que é o melhor trabalho de Knight desde o sucesso de Peaky Blinders. “Com personagens complexos e muito estilo, isto é Knight operando em seu auge”, ressaltou.
Emily Baker, do iNews UK, comparou House of Guinness à Succession, drama renomado da HBO que acompanha a história de uma família de ricaços que comanda um famoso conglomerado de mídia, ressaltando também que o programa da Netflix tem méritos próprios para além das comparações com Peaky Blinders. “Comparações com Peaky Blinders são inevitáveis, mas House of Guinness é um drama autossuficiente e cativante por si só”, comentou.
Aramide Tinubu, da Variety, gostou de House of Guinness, embora tenha algumas ressalvas. Segundo a jornalista, a série é envolvente e conta com boas atuações, mas faltou um algo a mais.
“Embora bem atuada e envolvente, a série não consegue ter o mesmo apelo explosivo de Peaky Blinders ou A Thousand Blows [série criada por Steven Knight], que estreou no começo deste ano. Ainda assim, é uma jornada cativante o bastante para destacar a tradição e os mitos de uma das dinastias mais famosas da Ilha Esmeralda”, Aramide Tinubu escreveu para a Variety.
House of Guinness vem ganhando críticas positivas (Imagem: Divulgação/Netflix).
Anita Singh, do The Telegraph, encontrou alguns pontos negativos em House of Guinness, comentando em sua crítica que o programa até “começa com estilo e imponência”, mas acaba “relaxando em um típico drama de época”. Singh ainda frisou que caso você vá assistir à série “esperando algo insano, ficará desapontado”, embora a produção ainda consiga manter o público entretido.
Onde assistir House of Guinness?
Todos os episódios da primeira temporada de House of Guinness estão disponíveis para streaming na Netflix.