Chrome vai ler sites como se fosse um podcast graças à IA

O Chrome faz testes para ler sites em voz alta com o recurso Resumo de Áudio, em que a IA cria um podcast fictício entre duas personagens que discutem o tema principal. A informação é do site Android Authority.

O recurso “Ouvir esta página” não funciona em todos os sites, mas permite usar tecnologia de texto para fala para criar um áudio com todo o conteúdo. A locução usa a conversão padrão para áudio, parecido com o que já existe no Tradutor e no Maps.

De acordo com a matéria original, é possível escolher uma opção para ativar os Audio Overviews (nome da ferramenta em inglês). A IA analisa a página e cria uma discussão entre dois locutores para tornar a leitura mais dinâmica.


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Em testes feitos pelo Canaltech, o recurso ainda não está disponível em português. É provável que mais pessoas recebam a opção no futuro. 

Chrome vai criar podcasts de IA para resumir páginas (Imagem: Reprodução/Android Authority)

Onde usar os Resumos de Áudio?

A ferramenta foi introduzida na plataforma NotebookLM, um assistente de IA que responde somente com base nas fontes que você envia para análise. Os resumos podem ser usados em qualquer projeto do app, inclusive com áudio em português.

Posteriormente, o NotebookLM ainda ganhou uma opção para criar recursos em vídeos pela plataforma.

Os “podcasts de IA” também estão disponíveis no Gemini. Você pode enviar documentos para o chatbot e depois pedir para resumir os pontos principais no formato de áudio. 

Chrome ganha mais recursos de IA

O Google recentemente anunciou uma série de novidades de IA para o Chrome, com destaque para a integração com a IA Gemini. Nos próximos meses, o navegador ainda vai receber suporte a agentes que navegam pela web no seu lugar e acesso ao Modo IA diretamente pela barra de pesquisa.

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Borderlands 4 é adiado indefinidamente no Switch 2 após críticas de desempenho

O lançamento de Borderlands 4 para o Nintendo Switch 2 foi adiado indefinidamente, cerca de uma semana antes do lançamento. O looter shooter da Gearbox Software estava programado para chegar ao console híbrido em 3 de outubro, enquanto as versões para PC, PlayStation 5 e Xbox Series já estão disponíveis desde 12 de setembro.

Em comunicado, a desenvolvedora informou que o jogo será adiado no Nintendo Switch 2 para entregar “a melhor experiência possível aos nossos fãs”, afirmando que “o jogo precisa de tempo adicional de desenvolvimento e polimento para isso”. A Gearbox não divulgou uma nova previsão, mas adiantou que o lançamento no console da Big N estará alinhado com a implementação do salvamento cruzado (cross-save).

“Nossa esperança é também alinhar melhor este lançamento com a adição de salvamentos entre plataformas (cross-saves), no qual estamos trabalhando e reconhecemos que é muito importante. Atualizaremos todos vocês sobre a nova data de lançamento assim que tivermos ajustado completamente nossos planos”, comunicou a desenvolvedora.


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Todas as pré-vendas digitais de Borderlands 4 serão automaticamente canceladas a partir de sexta-feira (26). Os usuários também podem adiantar o processo e solicitar o reembolso por conta própria na eShop. A Gearbox aconselha que os jogadores que fizeram a compra antecipada da mídia física do shooter entrem em contato com a varejista onde o jogo foi adquirido.

O adiamento de Borderlands 4 no Nintendo Switch 2 acontece semanas após os jogadores começarem a criticar o desempenho e a otimização do looter shooter, principalmente no PC. Em resposta ao comunicado da Gearbox, alguns fãs comentaram não estar surpresos com a decisão, vista a performance do jogo em outras plataformas.

Vários jogadores também pediram correções de bugs e patches para Borderlands 4 em outras plataformas. Alguns até comentaram sobre o terceiro jogo da franquia, que, aparentemente, não roda bem no console da Nintendo.

Executivo da Gearbox Software rebate críticas a Borderlands 4

O controverso CEO da Gearbox Software, Randy Pitchford, tem se envolvido em várias polêmicas em torno de Borderlands 4. O executivo teria comentado que “fãs de verdade” dariam um jeito de pagar se o jogo fosse lançado por US$ 80 — o que, no fim das contas, não aconteceu, já que o looter shooter chegou ao mercado por US$ 69,99. Pitchford também declarou em outro momento que Borderlands 4 poderia custar US$ 200, e que seu conteúdo seria compatível com essa precificação.

Borderlands 4 para o Switch 2 é adiado indefinidamente (Divulgação/Take-Two Interactive)

Ao responder a uma crítica de um usuário da Steam sobre o desempenho de Borderlands 4 no PC — que vem apresentando problemas mesmo em placas de vídeo mais recentes —, o CEO da Gearbox sugeriu ao jogador que programasse seu próprio motor gráfico e mostrasse como se faz.

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Vídeo: Nintendo Switch 2 chegou! Mas e o 1, ainda vale a pena?

 

 

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Veja quanto deve custar o próximo lançamento da Toyota no Brasil

Nesta semana, a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) sofreu danos estruturais após o forte temporal que atingiu a região, com raios e ventos de até 90 km/h. Parte do telhado da unidade foi arrancada, estruturas foram retorcidas e até um carro acabou virado de cabeça para baixo dentro do complexo.

O incidente acabou provocando o adiamento do lançamento do Yaris Cross, novo SUV da marca que estava previsto para outubro no Brasil.

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Quanto custa para assinar o Toyota Yaris Cross

Apesar do atraso, já é possível ter uma noção de quanto o Yaris Cross custará no país. A Toyota divulgou o valor do veículo dentro do programa de assinatura Kinto One Fleet, voltado para frotistas.

O novo SUV de entrada da marca estará disponível por R$ 2.999 mensais, em contrato de 36 meses e franquia de 1.000 km por mês.

Yaris Cross
SUV já é vendido em outros mercados internacionais (Toyota/Divulgação)

Preço estimado de venda

De acordo com a colunista Paula Gama, do UOL, o Toyota Yaris Cross deve estrear no Brasil com preços entre R$ 125 mil e R$ 130 mil.

A projeção leva em conta a proporção entre os valores de assinatura e o preço total dos carros já disponíveis no programa Kinto One Fleet, que variam de 2% a 2,7%.

Por enquanto, trata-se apenas de uma estimativa, que será confirmada nos próximos meses.

Yaris Cross
Modelo se destaca por visual e tamanho compacto (Toyota/Divulgação)

Quando estreia o Yaris Cross

O Yaris Cross promete chegar com preço competitivo para disputar espaço no segmento de SUVs compactos, onde já atuam modelos como Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera. Em breve, também ganhará a concorrência da versão utilitária do Chevrolet Onix.

Após o adiamento por causa dos estragos na fábrica de Porto Feliz, a Toyota ainda não divulgou uma nova data oficial para o lançamento. A expectativa, no entanto, é de que ele aconteça ainda em 2025.

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Ed Gein, A Mulher na Cabine 10 e The Witcher chegam em outubro à Netflix

Com o início de outubro, a Netflix se prepara para ter um dos meses mais agitados do ano, em que continuações bastante aguardadas e adaptações de livros best-seller chegam ao streaming.

Uma dessas produções é a aguardada terceira temporada de Monstros, série antológica co-criada por Ryan Murphy, que anteriormente se debruçou sobre as histórias de Jeffrey Dahmer e dos Irmãos Menendez. Dessa vez focada em Ed Gein, a produção é estrelada por Charlie Hunnam (Sons of Anarchy) que dá vida ao serial killer e ladrão de túmulos que inspirou diversos filmes em Hollywood.

Outro título que também chega em outubro na plataforma é A Mulher na Cabine 10, longa-metragem de suspense baseado no livro fenômeno de mesmo nome escrito por Ruth Ware. Protagonizado por Keira Knightley, o filme segue os passos de uma jornalista que presencia um corpo sendo jogado no mar durante uma viagem a trabalho, mas tem de lidar com o fato de que ninguém a bordo do navio parece acreditar na sua palavra.


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Para fechar o mês com chave de ouro, no final de outubro desembarca ainda no streaming a aguardada quarta temporada de The Witcher, adaptação da série literária escrita por Andrzej Sapkowski, que está desde 2019 em exibição. Estrelada por um novo Bruxeiro, já que Henry Cavill saiu da produção e agora quem assume o posto é Liam Hemsworth, a season é o “começo do fim”, já que a trama será encerrada na quinta temporada.

 

Todos os lançamentos de outubro na Netflix

Confira abaixo a data de estreia desses e de outros títulos que chegam em outubro ao serviço.

Vale lembrar que, neste mês, a Netflix também conta com o lançamento da 2ª temporada de Ninguém Quer e da 3ª de A Diplomata, além dos debuts de Caramelo, Casa de Dinamite e Balada de um Jogador.

01/10

  • Resident Evil 4 – Recomeço
  • Sete Anos no Tibet
  • ONE PIECE: Zou ①
  • ONE PIECE: Zou ②
  • Dias Perfeitos
  • Casamento ás Cegas EUA – Temporada 8
  • Zoey e a sua Fantásticas Playlist – Novas temporadas

02/10

  • A Crise dos Caras
  • O Jogo

03/10

  • Monstro: A História de Ed Gein
  • Gênio dos Desejos
  • Steve
  • Convenção das Bruxas
  • A Nova Força

04/10

  • Todo Mundo em Pânico 2
  • Todo Mundo em Pânico 3

07/10

  • O Máskara
  • Halloween

08/10

  • Caramelo
  • Isso é um Bolo? Edição Halloween

09/10

  • Victoria Beckham
  • Boots

10/10

  • A Mulher na Cabine 10
  • Pets – A Vida Secreta dos Bichos
  • Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2
  • Os Rejeitados

16/10

  • Românticos Anônimos
  • A Diplomata: Temporada 3
  • Um Tira da Pesada
  • Um Tira da Pesada 2

18/10

  • Os Bons Companheiros
  • Refém do Silêncio

22/10

  • O Monstro de Florença

23/10

  • Ninguém Quer: Temporada 2
  • O menino do pijama listrado

24/10

  • Casa de Dinamite

29/10

  • Os Donos do Jogo
  • Balada de Um Jogador

30/10

  • The Witcher: Temporada 4

31/10

  • Respira: Temporada 2

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Geraldo Alckmin avalia que “boa química” entre Lula e Trump vai ajudar a resolver problemas do tarifaço

Vice-presidente insiste no caminho da negociação com os EUA Da Redação (*) Brasília – O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quarta-feira (24) que a “boa química” entre os presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados Unidos, Donald Trump, vai ajudar a resolver o tarifaço norte-americano que impõe taxas de até 50% […]

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Logitech apresenta teclado que você nunca mais vai precisar recarregar

Confirmando um vazamento, a Logitech lançou nesta quarta-feira (24) seu mais novo teclado inovador: o Signature Slim Solar+ K980. Disponível em duas variantes, uma padrão e outra para o segmento business, ele tem como grande destaque a possibilidade de carregar a bateria através da luz, seja do sol ou artificial, e autonomia de até 10 anos.

A tecnologia por trás dessa autonomia é a “Logi LightCharge”, um sistema proprietário da Logitech que combina uma faixa de absorção de luz com uma bateria de longa duração e um design de baixo consumo. A empresa garante que, uma vez totalmente carregado, o teclado pode funcionar por até quatro meses em completa escuridão, eliminando a preocupação com cabos ou recargas manuais.

Especificações técnicas

Com um design fino e de perfil baixo, o K980 oferece uma experiência de digitação similar à de um notebook e um layout completo com teclado numérico. Através do software Logi Options+, é possível personalizar a experiência, automatizar tarefas com as “Smart Actions” e configurar uma tecla para IA para acessar instantaneamente ferramentas como Copilot, Gemini ou ChatGPT. O teclado também permite alternar facilmente entre três dispositivos diferentes com as teclas Easy-Switch.


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É provável que o teclado se desgaste antes que sua bateria se esgote (Imagem: Logitech/Divulgação)

A versão “for Business” é focada nas necessidades de TI, oferecendo conectividade segura através do receptor Logi Bolt USB-C e permitindo o monitoramento remoto de status e firmware via Logitech Sync.

O Signature Slim Solar+ K980 já está disponível globalmente com o preço de US$ 99,99 para a versão padrão e US$ 109,99 para a versão business.

  • Alimentação: tecnologia proprietária Logi LightCharge
  • Autonomia: funciona por até 4 meses em total escuridão com uma carga completa ; bateria projetada para durar até 10 anos
  • Layout: completo com teclado numérico
  • Digitação: estilo de notebook com teclas do tipo Scissor
  • Compatibilidade: layout impresso para Windows, macOS e ChromeOS
  • Conectividade: teclas Easy-Switch para conectar e digitar em até 3 dispositivos
  • Customização: tecla para IA e teclas F customizáveis
  • Software: Logi Options+ App no Windows e macOS

Veja mais do CTUP:

 

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JBL Tour One M3: o monstro da JBL que estragou outros fones para mim

O JBL Tour One M3 é a mais nova aposta da empresa para o segmento de fones de ouvido premium, e chegou ao mercado brasileiro com uma difícil tarefa: substituir o bem-sucedido Tour One M2.

Com design supra-auricular — ou seja, com conchas que cobrem toda a orelha —, ele tem uma estrutura bem confortável, ao passo que mantém a construção premium da linha. Eu testei esse fone de ouvido pelo último mês no trabalho, em casa e na rua, e agora conto porque ele foi o primeiro fone de ouvido que me fez pensar em trocar o meu intra-auricular. 

Preferência por fone intra-auricular 

Apesar de não ser audiófilo, eu sempre prezei por uma boa qualidade sonora ao escolher qual fone de ouvido usar. E, mesmo os modelos supra-auriculares marcando presença entre os melhores fones, eu sempre preferi o conforto e a praticidade de modelos intra-auriculares, ou seja, com ponteiras de silicone que entram completamente no canal auditivo. 


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JBL Tour One M3 tem design supra-auricular bem confortável (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

E olha que eu já usei muitos fones supra-auriculares, incluindo o incrível Sony WH-1000XM05 — que uso bastante na redação do Canaltech para me concentrar melhor nos textos. Mas sempre acabo voltando para os TWS “comuns”.

E o JBL Tour One M3 foi o primeiro que me fez pensar em mudar de formato: adotar o supra-auricular em minha rotina, seja no trabalho, em casa ou na rua. 

Entre os aspectos que mais me agradaram estão o conforto oferecido pelas espumas bem macias, o cancelamento de ruído bem eficiente — que usa 4 microfones em cada concha para isolar o barulho externo — e a construção premium do vestível, que passa uma boa sensação de resistência e longevidade. 

Áudio 

Não dá para recomendar um fone de ouvido apenas pelo conforto ou praticidade oferecido. Afinal, a qualidade de áudio ainda é o principal aspecto avaliado. E o JBL Tour One M3 me agradou em todos os aspectos. 

Ouvir Pink Floyd, por exemplo, com estes fones de ouvido se tornou uma experiência ainda mais curiosa. Como se a banda, por si só, já não oferecesse uma sensação psicodélica, o M3 elevou ainda mais essa percepção. 

Os clássicos do grupo, como “Hey You”, “Brain Damage”, “Wish You Were Here” e “Shine on You Crazy Diamond” me passaram uma sensação de relaxamento extasiante bem além do que eu esperava. 

Qualidade sonora do JBL Tour One M3 oferece uma ótima qualidade sonora  (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Mas, para quem espera uma análise além de “sentimento”, dá para cravar alguns aspectos práticos do fone de ouvido: seus graves são bem fortes, acentuados — característica já marcante não só na linha premium da JBL, como em outros fones de ouvido. 

Mas aqui, naturalmente, eles ficam mais evidentes, graças aos drivers de 40 mm e à equalização padrão da marca que reforça as frequências mais baixas. 

As demais frequências também são bem tratadas no acessório. Os agudos são bem cristalinos, e isso fica bem evidenciado nos sons do prato da bateria, que soam nítidos em qualquer música, especialmente metal, como “Painkiller”, do Judas Priest. 

É importante destacar que essas características são referentes à equalização padrão do fone, mas o aplicativo “JBL Headphones” ainda permite customizar as frequências para ter uma sonoridade mais personalizada com o seu gosto. 

Bateria de longa duração 

A bateria do JBL Tour One M3 é outro aspecto positivo do fone de ouvido. A marca promete até 70 horas de duração com o ANC desligado e 40 horas com a função ativada. Aqui, essa estimativa se provou bem certeira, ou até melhor. 

Quando fui testar a bateria do fone (para ter números mais precisos), eu usei o acessório por quase sete horas e não foi consumido nem 10% da carga com ANC desligado. Eu até liguei por alguns minutos, para forçar uma descarga mais rápida, mas ainda assim a bateria continuou em 100%.

Bateria do JBL Tour One M3 tem bateria que dura até 70 horas  (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Apenas no segundo teste, que coloquei o volume no máximo e ativei o ANC que tive um retorno, e o consumo foi de pouco mais de 10% após seis horas de uso. Assim, estima-se que a bateria dure aproximadamente 60 horas nesse cenário — acima da marca estimada pela JBL. 

Mas, um ponto que me incomodou um pouco: o alerta de consumo de bateria não é preciso, e só mostra quanto foi gasto de 10% em 10%. Isso dificulta na hora de saber a porcentagem exata, ao mesmo tempo em que atrapalha testes mais precisos como esse. 

Ainda assim, não dá para negar que, apesar disso, a bateria do fone é excelente. Sete horas de reprodução com volume médio não consumir nem 10% é uma marca excelente. 

JBL Smart Tx

O JBL Smart Tx é um acessório que me deixou divido durante os primeiros dias, mas que me conquistou quando eu descobri sua real utilidade. 

Trata-se de uma pequena telinha que permite controlar as funções do fone de ouvido sem precisar pegar o celular. Dá para trocar de música, controlar o volume, ativar ou desativar o ANC, ver o nível de bateria, etc. 

Nos primeiros usos, eu considerei apenas essa utilidade e, para mim, isso é apenas ok. É legal nos primeiros dias, mas depois acaba sendo mais prático andar só com o celular.

JBL Smart Tx é uma forma excelente de conectar o fone ao Windows ou em telas multimídia de aviões  (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Mas sua real utilidade é bem mais prática que isso: ele serve como um “dongle” para conectar o fone de ouvido à dispositivos sem fio e sem depender do Bluetooth. 

Assim, dá para conectar no computador, por exemplo, sem precisar ir às configurações do Windows ou Mac para parear: basta conectar o Smart Tx via USB-C e começar a reproduzir. 

O acessório torna-se ainda mais útil durante voos, já que permite a conexão com a tela multimídia dos aviões via plugue de fone de ouvidos para ouvir músicas ou assistir a filmes e séries com uma ótima qualidade sonora — algo que é impossível com os fones “descartáveis” oferecidos pelas companhias aéreas. 

A vantagem é ainda maior já que o Tx também permite controlar ANC, Som Ambiente e outras configurações. Certamente, é um ótimo companheiro de viagens — até mesmo as mais longas (afinal, estamos falando de uma bateria que dura muito). 

Quais são as alternativas para o JBL Tour One M3? 

O próprio Sony WH-1000XM5 que destaquei há pouco é uma das alternativas ao modelo da JBL. Mesmo sendo de uma geração mais antigo, ele ainda é um ótimo concorrente — assim como seu sucessor, o XM6, já no mercado. 

Eles são conhecidos por entregarem excelente qualidade sonora, mas vale o destaque para o XM5 e XM6, que entregam graves mais marcantes e um cancelamento de ruído excelente. 

Ainda assim, tiro o chapéu para o modelo da JBL e destaco a presença oficial no Brasil como outro ponto forte, já que os fones da Sony só chegam por aqui importados. O Smart Tx é outro forte e diferencial enorme contra os adversários. 

Quanto ao preço, o JBL Tour One M3 tem preço sugerido de R$ 2.200 no site oficial da marca para a versão sem o Smart Tx e R$ 2.600 para o modelo com a telinha. Já o XM5 é encontrado em lojas brasileiras por R$ 2.100, enquanto o XM6 chega a 2.600, mas não são comercializados oficialmente pela Sony.

JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
JBL Tour One M3
JBL Tour One M3 (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O veredito: vale a pena comprar o JBL Tour M3? 

Sim, vale a pena comprar o JBL Tour One M3. Apesar de a qualidade sonora da Sony ainda ser ligeiramente superior com o XM5 e XM6, o modelo da JBL oferece uma ótima experiência sonora e se destaca em vários aspectos. 

Os principais pontos positivos, além da sonoridade, é a bateria de longa duração e o Smart Tx, que acaba sendo bem mais útil do que uma simples tela para controlar o vestível. 

O preço ainda pode assustar um pouco por ser um modelo mais recente. Mas é possível esperar por algumas promoções ao longo dos próximos meses e se ele chegar a uma faixa de R$ 1.800 para a versão simples ou R$ 2.000 para o modelo com Smart Tx, ele começa a fazer ainda mais sentido. 

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: JBL Tour One M3 & SMART Tx: Conheça o Headphone Mais Avançado da JBL

 

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ONU vê os riscos da IA, mas reconhece ajuda no combate ao aquecimento global

A inteligência artificial pode se tornar uma aliada importante no combate ao aquecimento global, mas também apresenta riscos que precisam ser gerenciados. Essa é a avaliação de Simon Stiell, secretário executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), destacando a necessidade de regulamentação governamental para equilibrar benefícios e perigos da tecnologia.

De acordo com Stiell, a IA já está sendo utilizada para aumentar a eficiência dos sistemas de energia e desenvolver soluções que reduzem a emissão de carbono em processos industriais. A tecnologia também auxilia a ONU em esforços de diplomacia climática, como mapeamento de riscos e planejamento resiliente de cidades e regiões vulneráveis.

“Feita corretamente, a IA libera capacidade humana, não a substitui”, afirmou Stiell. Ele enfatizou que, ao operar grandes plataformas de IA com energia renovável e buscar inovações para melhorar a eficiência energética, é possível maximizar o impacto positivo da tecnologia.


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Crescimento das energias renováveis

Stiell avaliou de forma otimista o estado atual das ações globais de combate ao clima. Segundo ele, o investimento em energias renováveis aumentou dez vezes na última década, chegando a US$ 2 trilhões apenas no último ano. Países como China, União Europeia, Índia, nações africanas e a América Latina lideram a adoção de alternativas limpas, enquanto os Estados Unidos enfrentam obstáculos devido à política federal, mas governos estaduais e empresas continuam avançando.

Apesar do boom das energias limpas, o secretário da ONU alertou que apenas uma pequena fração dos projetos de baixo carbono recebe financiamento completo. Segundo a pesquisa do Industrial Transition Accelerator, apenas 15 de mais de 700 instalações planejadas recebem os recursos necessários anualmente, representando uma oportunidade de US$ 1,6 trilhão para investidores.

Simon Stiell, secretário executivo da ONU (Imagem: UNclimatechange/Flickr)

Stiell ressaltou que os impactos das mudanças climáticas estão se acelerando, tornando urgente acelerar as ações globais. A atualização dos planos nacionais de redução de gases de efeito estufa (NDCs) é fundamental, especialmente com a chegada da COP30 no Brasil, em novembro, onde serão discutidas estratégias para a próxima década.

Embora a IA não seja uma solução pronta, seu uso estratégico pode transformar a forma como enfrentamos a crise climática. Com regulamentação adequada e investimento em energia limpa, a tecnologia pode impulsionar resultados reais, apoiando governos e empresas a avançarem na transição para um futuro de baixo carbono.

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VÍDEO | A IA vai SUBSTITUIR os MÉDICOS?

 

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