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Em audiência pública no Senado Federal, secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, enfatizou a importância de solução negociada com EUA Da Redação (*) Brasília – A secretária de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, participou nesta quarta-feira (24 de) Audiência Pública da Secretaria de Comissões […]
A Supergiant Games anunciou que Hades 2 deixará o Acesso Antecipado nesta quinta-feira (25), uma semana após o quinto aniversário do primeiro jogo. O estúdio indie trará a versão 1.0 do game para PC, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2.
Hades 2 é um dos jogos independentes mais aguardados dos últimos tempos. A série roguelite ganhou os holofotes com o lançamento do primeiro Hades, que conseguiu reinventar o gênero ao trazer uma progressão e um combate que agradam até os céticos do estilo, além de sua narrativa poderosa baseada na mitologia grega, com personagens cativantes e um estilo de arte primoroso.
Hades 2 chega ao PC, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 nesta quinta-feira, dia 25 de setembro, a partir das 13h (horário de Brasília).
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It will be available worldwide at 9am PDT on Thursday, September 25, or your local time, on Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, Steam, and the Epic Games Store. pic.twitter.com/9NMtVhks8v
Assim como a maioria dos jogos independentes e apesar de sua popularidade, Hades 2 chega por R$ 88,99 no PC (via Steam e Epic Games Store), valor bem abaixo da conversão dos US$ 29,99.
Tanto no Nintendo Switch 2 como no Switch original, Hades 2 v1.0 chega por R$ 109,90. O upgrade para a Hades 2 – Nintendo Switch 2 Edition é gratuito e o roguelite já está disponível para pré-venda na eShop brasileira. A edição física de Hades 2 será comercializada por US$ 49,99 — cerca de R$ 265,23 em conversão direta —, mas, por enquanto, estará disponível apenas na América do Norte.
Hades 2 v1.0 chega no dia 25 de setembro a partir das 13h no horário de Brasília (Divulgação/Supergiant Games)
Apesar de se parecer com o primeiro jogo, Hades 2 exige um pouco mais de hardware no PC. Ainda assim, mesmo computadores mais fracos devem conseguir rodar o título sem grandes problemas, seguindo as recomendações mínimas.
Requisitos mínimos para jogar Hades 2 no PC
Processador
Dual Core 2.4 GHz
Placa de vídeo
GeForce GTX 950, Radeon R7 360 ou Intel HD Graphics 630
Memória
8 GB de RAM
Sistema operacional
Windows 10 64-bit
Armazenamento
10 GB de espaço disponível
Requisitos recomendados para jogar Hades 2 no PC
Quem optar pelas configurações recomendadas precisará de um hardware um pouco mais potente, mas nada muito pesado: uma RTX 2060 e um processador Quad Core de 2.4 GHz devem ser suficientes.
A Supergiant Games promete Hades 2 no Nintendo Switch 2 rodando a 120 FPS em 1080p no modo TV, e a 60 FPS em 1080p no modo portátil. Já no Switch original, o roguelite rodará a 60 FPS em 720p em ambos os modos.
Hades 2 rodará a 120 fps em 1080p no modo TV do Nintendo Switch 2 (Divulgação/Supergiant Games)
A versão 1.0 de Hades 2 também contará com cross-save entre o Nintendo Switch e o PC, permitindo que os jogadores transfiram seu progresso do Acesso Antecipado da Steam ou da Epic Games Store a partir de uma opção simples no menu.
A Samsung anunciou que o primeiro monitor com painel OLED e taxa de atualização de 500Hz do mundo está chegando ao Brasil. O Samsung Odyssey OLED G6 500Hz conta com tela de 27 polegadas, tecnologia QD-OLED e capacidade de resposta de 0,03ms GtG (Grey-to-Grey), prometendo atender aos jogadores mais exigentes.
O monitor chega ao Brasil por R$ 7.799 e se destaca por funcionalidades como o Samsung OLED Safeguard+, um sistema de resfriamento que usa líquido capaz de difundir o calor da tela cinco vezes mais rápido que a folha de grafite, segundo a empresa.
O Samsung OLED Safeguard+ também permite que o Odyssey OLED G6 500Hz estime a temperatura da tela por meio de algoritmos, controlando automaticamente o brilho para reduzir o calor gerado pelo painel.
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Outro destaque é a tecnologia Glare Free, que, de acordo com a Samsung, reduz os reflexos da tela em 54% em comparação com o filme antirreflexo convencional. Aliado ao Glare Free, o Samsung Odyssey OLED G6 500Hz conta com certificação VESA DisplayHDR True Black 400, que permite ao monitor exibir pretos ultraprofundos e pico de brilho de 1.000 nits.
Tecnologia Glare Free eduz os reflexos da tela em 54% ante filme antirreflexo convencional (Divulgação/Samsung)
“A linha Odyssey ganha um reforço de peso com este lançamento, que oferece um novo nível de detalhes de imagem, promovendo uma evolução para os gamers, pois permite não perder nenhum movimento do adversário. Além do alto desempenho, a novidade proporciona fluidez e resposta rápida, mesmo em ações mais intensas. É um passo significativo em direção a um futuro ainda mais tecnológico e realista para os games”, ressaltou a gerente de monitores da Samsung Brasil, Marina Correia, .
Especificações do Samsung Odyssey OLED G6 500Hz
O Samsung Odyssey OLED G6 500Hz promete entregar imagens QHD, ou seja 2560 x 1440, em sua tela OLED plana de 27 polegadas. A cor principal do produto é prata e conta com suporte ergonômico, permitindo inclinação e ajuste do monitor. O novo monitor da Samsung pode pesar até 9,5 kg.
Tamanho da Tela: 27 polegadas;
Tecnologia do Painel: OLED;
Resolução: 2560 x 1440;
Proporção da Tela: 16:9;
Taxa de Atualização: até 500Hz;
Tempo de Resposta: 0.03 ms (GtG – Gray to Gray);
Contraste: 1,000,000:1 (estático);
Cores: 16,7 milhões de cores;
Gama de Cores: DCI 99% (CIE1976);
HDR: Compatível com HDR (VESA DisplayHDR True Black 400) e HDR10+ Gaming;
Ângulos de Visão: 178° (horizontal e vertical);
Sincronização Adaptativa: Nvidia G-SYNC e AMD FreeSync Premium Pro;
Conectividade: HDMI (Versão 2.1), DisplayPort (Versão 1.4), USB Type-A, saída para fone de ouvido;
Áudio: Sem alto-falantes;
Peso: Com suporte: 6,9 kg; sem suporte: 3,8 kg; peso bruto: 9,5 kg;
A Intel tem focado seus esforços na atual arquitetura gráfica Arc, presente não só nas placas de vídeo Arc, mas também nos gráficos integrados da série de CPUs Core Ultra mobile e desktop. Agora, o Time Azul anunciou que está mudando os drivers de vídeo para a 11ª até a 14ª geração para o status de legado. Isso significa que processadores dessas gerações não receberão mais atualizações frequentes.
Na prática, essa mudança para um “modelo de suporte legado” significa três coisas importantes. Primeiro, os gráficos integrados desses processadores não terão mais o suporte “Day 0”, ou seja, não receberão drivers otimizados para o lançamento de novos jogos. Segundo, as atualizações de drivers passarão de um ritmo mensal para trimestral. Por fim, os updates trimestrais incluirão apenas correções críticas e de segurança, sem adicionar novas funcionalidades.
Nem os Raptor Lake Refresh se safaram
A lista de produtos afetados é extensa e inclui processadores relativamente novos, como o Core i7-14700K e o mais poderoso da Intel atualmente: o Core i9-14900K. Além deles, estão incluídas as famílias de processadores Intel Core da 11ª (Tiger Lake, Rocket Lake), 12ª (Alder Lake), 13ª (Raptor Lake) e até a 14ª geração (Raptor Lake Refresh), que teve modelos lançados em 2024. Além dos processadores, a primeira placa de vídeo dedicada da empresa, a Iris Xe DG1, também foi movida para o suporte legado.
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Mesmo com o Core Ultra 9 285K no mercado, o Core i9-14900K ainda é a melhor CPU da Intel (Image: Sergio Oliveira/Canaltech)
A Intel justifica a mudança como uma forma de focar seus recursos e equipes de engenharia na otimização da nova arquitetura gráfica Arc, presente nos chips Core Ultra e nas placas de vídeo dedicadas. Para os usuários, o PC continuará funcionando e recebendo atualizações de segurança. No entanto, quem joga usando apenas os gráficos integrados desses processadores pode enfrentar problemas em lançamentos futuros ou ter que esperar meses por uma correção.
Embora a maioria dos jogadores de títulos AAA precisem de uma GPU dedicada, a decisão de rebaixar o suporte para chips tão recentes pode deixar um gosto amargo em muitos consumidores. A Intel já não é muito bem vista por conta do suporte limitado aos seus sockets, e essa nova movimentação pode piorar ainda mais sua imagem entre os usuários.
O LinkedIn reforçou o seu recurso de verificação de perfis para combater a presença de fakes e tentativas de fraudes. A atualização foi anunciada em nota enviada ao Canaltech nesta quarta-feira (24).
A abordagem mira em uma nova fase do programa para analisar quem está por trás dos perfis. Agora, ao selecionar cargos executivos ou de recrutador, será preciso comprovar o vínculo com a empresa, após a plataforma identificar um aumento nas tentativas de falsificação de identidade.
Esta exigência será aplicada a posições como Recrutador(a), Especialista em Aquisição de Talentos, Diretor(a), Vice-Presidente e Gerente Geral e afins.
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“Desde abril, quando a verificação obrigatória foi implementada para cargos C-level, mais de 42 mil tentativas de fraude foram bloqueadas, com apenas dois casos legítimos reportados com dificuldade na autenticação, ambos relacionados a inconsistências no domínio da empresa”, diz a empresa.
Selo para páginas de empresas
O selo para páginas de empresas, conhecidas oficialmente como Company Pages, também recebeu uma atualização. Agora, as companhias com Página Premium ou que utilizam vagas patrocinadas, anúncios e demais soluções comerciais da rede social passam a ser elegíveis ao selo de verificação.
Antes, o indicador era restrito a “organizações limitadas”.
“Estamos dando mais um passo importante para tornar o LinkedIn um ambiente ainda mais confiável e transparente. Ao ampliar o acesso às verificações e exigir confirmação para cargos estratégicos, queremos fortalecer a credibilidade dos perfis e das páginas empresariais”, pontuou o diretor geral do LinkedIn para América Latina e África, Milton Beck. “Isso não apenas protege os profissionais e as empresas contra fraudes, mas também valoriza conexões autênticas e oportunidades reais.”
De acordo com o LinkedIn, as novas opções de verificação estão disponíveis para perfis configurados em inglês.
A Sony anunciou um novo State of Play na última terça-feira (23). O evento terá 35 minutos de duração e contará com a participação de estúdios terceiros, jogos indie e títulos first-party da PlayStation Studios, incluindo novos detalhes de Saros, jogo desenvolvido pela Housemarque (estúdio por trás de Returnal), que chega em 2026.
O State of Play acontece no dia 24 de setembro, ou seja, hoje, a partir das 18h (horário de Brasília). A apresentação será transmitida nos canais oficiais da PlayStation na Twitch e no YouTube.
Rumores já apontavam que a Sony iria realizar um evento em setembro, mas ainda não se sabia ao certo se se tratava de um State of Play ou um PlayStation Showcase, evento mais robusto e com mais anúncios first-party.
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Um novo State of Play vai ao ar em 24 de setembro.
Intergalactic: The Heretic Prophet é o novo jogo de ficção científica da Naughty Dog (Divulgação/Sony)
Outro cotado entre os mais aguardados pelos fãs é Intergalactic: The Heretic Prophet, novo jogo de ficção científica da Naughty Dog do qual ainda não temos muitos detalhes. God of War também desperta muito interesse de vários jogadores, principalmente após rumores sobre um possível metroidvania 2.5D baseado na franquia. Vale lembrar que God of War completou 20 anos em março deste ano.
Muitos também têm apostado em um novo trailer de Resident Evil Requiem após a revelação de que o survival horror da Capcom chegaria ao Nintendo Switch 2. Alguns jogadores esperam ver o retorno de Leon S. Kennedy em um jogo da linha principal desde Resident Evil 6.
Vale ressaltar que a maioria dessas expectativas são especulações e não foram reveladas oficialmente, por isso devem ser levadas com cautela.
Em 2011, numa época em que o Instagram ainda era novidade e o WhatsApp começava a se popularizar, a Samsung lançou no Brasil o Galaxy Y. O aparelho compacto e acessível acabou se tornando muito popular entre as pessoas. Mas e se o smartphone fosse lançado hoje? Veja o quanto custaria com o valor corrigido e relembre deste clássico.
O Galaxy Y era um smartphone de entrada. Tinha o design arredondado que cabia na mão e marcou presença em várias linhas de smartphones da Samsung nos anos pós-2010, inclusive o Galaxy Pocket que também já foi comentado aqui no Canaltech.
O sistema operacional trazia o (atualmente jurássico), Android 2.3 Gingerbread, uma versão básica que cumpria a missão de ser um celular “inteligente” sem pesar no bolso.
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A tela de 3 polegadas com resolução de 240×320 pixels, na época parecia suficiente, mas hoje parece inimaginável utilizar uma tela tão pequena, principalmente devida à importância da interatividade e os conteúdos em vídeo.
Os tempos mudaram e a necessidade dos usuários também. Para fins de comparação, um Galaxy S23 modelo base, tem tela de 6,1 polegadas.
Por dentro, ele era movido por um processador de 832 MHz e 290 MB de RAM, pois é. Só isso mesmo. Enquanto o armazenamento tinha 180 MB internos, algo que não comportaria a instalação de qualquer app um pouquinho mais exigente atualmente.
O aparelho não tinha câmera frontal, afinal ainda não se vivia a “era dos selfies”, enquanto a câmera traseira era de incríveis 2 megapixels e sem flash, mas não deixava de ser útil para registrar os momentos.
Um smartphone que cabia no bolso (e no salário?)
O Galaxy Y foi muito popular por caber no orçamento (Imagem: Divulgação)
Em seu lançamento, em outubro de 2011, o Galaxy Y podia ser encontrado por valores que variavam entre R$ 359,00 e R$ 429,00. Naquele ano, o salário mínimo no Brasil era de R$ 545,00.
Fazendo as contas, o smartphone representava um investimento em cerca de 65% a 78% da renda de um trabalhador. Era preciso economizar para ter um aparelho, mas ainda assim era menos que um salário.
Galaxy Y e seu preço corrigido para 2025
Considerando que os valores de lançamento do Galaxy Y eram entre R$ 359,00 e R$ 429,00, após aplicar o cálculo com a correção da inflação até 2025, os valores atingem R$ 783,73 e R$ 936,54, respectivamente.
Proporcionalmente, o peso no orçamento não mudou tanto se observar o salário mínimo atual, esses valores representariam uma parcela semelhante. Ter acesso à tecnologia e aos smartphones continua sendo um desafio para o brasileiro, mesmo após mais de uma década.
Vale lembrar que essa comparação é feita apenas para fins de curiosidade. Atualmente, o preço de um celular é influenciado por uma combinação fatores, que vão desde o custo de componentes modernos, a cotação do dólar, impostos e até mesmo disputas tarifárias entre países.
Qual celular comprar com o valor corrigido em 2025?
Comprar um smartphone com valor corrigido de um Galaxy Y pode ser desafiador, mas não é impossível. O Canaltech já fez uma lista com 5 telefones bons e baratos para comprar, porém, o mundo não é um morango e com menos de R$ 1.000 é necessário pesquisar um pouco mais ou aproveitar promoções.
Em uma busca foi possível encontrar nas maiores lojas, opções como o Moto G15 ou o Galaxy M15, que em seus lançamentos eram vistos em valores acima de R$ 1.200, mas podem ser encontrados por preços abaixo de R$ 1.000.
Os aparelhos oferecem recursos satisfatórios de câmera e desempenho para essa faixa de preço. Algo muito superior ao que um Galaxy Y poderia oferecer na época. O que mostra como a tecnologia evoluiu e se tornou mais acessível.
Imagina ser o único jogador do Steam, entre os muitos milhões, a ter uma insígnia bem rara. Sonix, um PC gamer da China, é a única pessoa com o selo 40K da plataforma, indicando que ele tem nada menos do que 40 mil jogos em sua biblioteca. Essa, inclusive, é a maior insígnia e ela foi conquistada após 15 anos desde que o usuário abriu sua conta no serviço da Valve. Essa montanha absurda de títulos é avaliada em US$ 644.904, cerca de R$ 3,4 milhões.
Sonix tem exatamente 40.029 jogos em sua conta no momento. O segundo colocado, Ian Brandon Anderson, não está muito longe com seus 39.502 games e o selo 39K, segundo os dados do SteamDB. Ao todo, o gamer chinês tem 108 insígnias e a 40K é a mais rara. Ele gosta tanto delas que, em seu perfil, existem dois destaques mostrando as 36 melhores de sua coleção.
Não parece que Sonix joga muito
Apesar de números impressionantes, o nível de Sonix não é tão alto: apenas 303 no momento. Em sua própria lista de amigos no Steam, existem jogadores com níveis altíssimos, como um tal de stasik e nível 6.020.
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Destaques do perfil de Sonix no Steam (Imagem: Steam)
Sonix têm 34 jogos perfeitos, ou seja, aqueles em que ele conseguiu 100% das conquistas. Entre eles está Alien Swarm, que é seu jogo favorito, totalizando 551 horas de gameplay no momento. Você pode não conhecer o game multiplayer, mas ele foi lançado em 2010 gratuitamente e é da Valve.
O usuário com mais jogos no Steam avaliou somente 20 jogos, entre eles Black Myth: Wukong e de forma positiva, apesar de ter jogado por somente 2,3 horas. Death Stranding é outro game que recebeu avaliação positiva do usuário, mesmo com menos de 1h de gameplay, algo equivalente à cutscene inicial do game.
Com a primeira temporada movimentando o catálogo da Netflix, a série Black Rabbit chegou recentemente ao streaming para narrar uma história de suspense que anda agradando os entusiastas do gênero. Mas será que existe a possibilidade da segunda temporada estar a caminho?
Estrelada por Jude Law (A Ordem) e Jason Bateman (Ozark), Black Rabbit segue Jake Friedkin (Law), o dono de um restaurante em Nova York que anda chamando a atenção na região. Mas o momento de ascensão na carreira logo se transforma em um pesadelo quando seu irmão problemático, Vince (Bateman), retorna à cidade pedindo ajuda para fugir de agiotas perigosos.
Juntos, os dois irmãos se unem para enfrentar o problema, o que acaba colocando suas vidas e o empreendimento que construíram em risco.
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Black Rabbit vai ter 2ª temporada?
Se você terminou de assistir à primeira temporada de Black Rabbit já pensando em quando o novo capítulo vai desembarcar no streaming, a triste notícia é que a possibilidade da Netflix não renovar o programa é alta.
Black Rabbit não deve gangar segunda temporada, mas Netflix pode mudar de ideia (Imagem: Divulgação/Netflix).
Isso porque Black Rabbit foi estruturada por Zach Baylin e Kate Susman (A Ordem), os criadores da produção, como uma minissérie de oito episódios.
Por outro lado, Susman explicou em entrevista ao The Wrap que, embora a ideia inicial para Black Rabbit “sempre tenha sido a de ser uma minissérie”, a equipe não descartou totalmente a possibilidade de voltar para esse universo.
“Assim que entramos no set e percebemos a relação que tínhamos com a equipe e o que havíamos construído com o elenco e os produtores, todo mundo pensou: ‘Por que estamos encerrando isso? Temos algo bom aqui’. Há tantas histórias que ainda quero acompanhar”, Kate Susman disse ao The Wrap.
Vale lembrar também que algumas produções televisivas que vieram ao mundo como “minissérie” acabaram sendo renovadas para novos capítulos depois que conquistaram sucesso na indústria. Exemplos famosos são as séries The White Lotus e Big Little Lies, o que abre espaço para os mais esperançosos acreditarem em uma luz do fim do túnel para Black Rabbit.
A confirmação do segundo ano de Black Rabbit, porém, depende do desejo da Netflix, então teremos que esperar para ver.
Onde assistir Black Rabbit?
Todos os episódios da primeira temporada de Black Rabbit estão disponíveis na Netflix.