O que são ambientes RL, aposta do Vale do Silício para treinar agentes de IA

Nos últimos anos, o Vale do Silício vem concentrando investimentos em um novo recurso para impulsionar o desenvolvimento de agentes de inteligência artificial (IA): os ambientes de aprendizado por reforço (Reinforcement Learning – RL). Essas plataformas simulam cenários digitais em que os agentes podem treinar para executar tarefas complexas, como navegar em aplicativos, usar navegadores ou até realizar compras online.

A promessa é que, assim como os conjuntos de dados rotulados foram cruciais para a evolução dos chatbots, os ambientes RL se tornem a base para a próxima geração de sistemas de IA mais autônomos.

O que são ambientes RL?

Um ambiente RL funciona como um campo de treinamento digital. Nele, um agente de IA é colocado em uma simulação que imita uma tarefa do mundo real. Por exemplo: abrir um navegador, procurar um produto em um e-commerce e finalizar a compra. A cada acerto, o sistema recebe um “sinal de recompensa”, reforçando o aprendizado.


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Essa abordagem difere do treinamento tradicional baseado apenas em texto. Enquanto um chatbot aprende a prever a próxima palavra em uma frase, o agente em um ambiente RL precisa interagir com softwares, ferramentas e interfaces, enfrentando imprevistos parecidos com os que um usuário humano encontraria.

Startups especializadas e grandes empresas de tecnologia estão disputando espaço nesse setor. O interesse é tão grande que há relatos de investimentos bilionários sendo discutidos por laboratórios de IA para acelerar a criação dessas plataformas. O objetivo é tornar os agentes mais robustos e capazes de lidar com tarefas de múltiplas etapas em softwares reais.

O que são ambientes RL, aposta do Vale do Silício para treinar agentes de IA (Imagem: Immo Wegmann/Unsplash)

Desafios técnicos e riscos

Apesar do entusiasmo, construir ambientes RL é um trabalho complexo. Eles precisam prever diversos caminhos que o agente pode seguir, inclusive erros inesperados, e ainda assim fornecer feedback útil. Além disso, há o risco de “reward hacking”, quando o agente encontra formas de “enganar” o sistema para receber recompensas sem realmente concluir a tarefa corretamente.

Outro ponto é o custo computacional. Treinar agentes em ambientes simulados exige muito mais recursos de hardware do que os métodos tradicionais, criando também oportunidades para provedores de GPUs e infraestrutura em nuvem.

O futuro dos ambientes RL

Especialistas acreditam que os ambientes RL podem ser decisivos para levar os agentes de IA a um novo patamar de autonomia e generalização. Em vez de apenas responder a perguntas, esses sistemas poderiam navegar em softwares corporativos, realizar tarefas administrativas ou até apoiar processos em áreas específicas como saúde, direito e programação.

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Anatel define formato único para anúncios de planos de celular e fibra

A Anatel aprovou o Manual de Identidade Visual da Etiqueta Padrão que deverá ser usado pelas operadoras de telecomunicações na divulgação de suas ofertas. A decisão estabelece modelo único de apresentação de informações sobre planos de celular, fibra e outros serviços.

A medida visa uniformizar como os consumidores recebem dados sobre planos e pacotes, e facilita a comparação entre diferentes ofertas. A agência poderá tornar o uso obrigatório em casos específicos.

A etiqueta padrão deve conter nome comercial da oferta, modalidade de contratação (pré, pós ou controle), prazo de comercialização e abrangência geográfica. Para serviços como telefonia celular e banda larga, devem aparecer detalhes sobre franquias, velocidades de internet, minutos de voz e canais de TV.


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As condições de uso também devem estar claras, incluindo impacto do esgotamento de franquia, roaming nacional e internacional, recomendações de dispositivos e perfil de utilização. Serviços adicionais como streaming, proteção digital ou e-books precisam ser informados separadamente.

Os preços individuais e totais devem aparecer junto aos critérios de reajuste, descontos temporários, multas por rescisão antecipada e eventuais taxas de instalação ou fornecimento de equipamentos. Condições de pagamento e fidelização também são obrigatórias quando houver.

Regras para divulgação de planos de Telecom
Regras para divulgação de planos de Telecom (Divulgação/Anatel)
Regras para divulgação de planos de Telecom
Regras para divulgação de planos de Telecom (Divulgação/Anatel)
Regras para divulgação de planos de Telecom
Regras para divulgação de planos de Telecom (Divulgação/Anatel)
Regras para divulgação de planos de Telecom
Regras para divulgação de planos de Telecom (Divulgação/Anatel)
Regras para divulgação de planos de Telecom
Regras para divulgação de planos de Telecom (Divulgação/Anatel)

A Anatel aprovou ainda o modelo de Resumo da Contratação, documento que deve ser fornecido após assinatura do contrato. Este resumo incluirá valor mensal, forma de pagamento, prazos de vigência e fidelização, além de canais de atendimento e ouvidoria.

O material contempla versão digital da etiqueta, adaptada para meios eletrônicos e com QR Code que direciona para página da Anatel. Nela, consumidores poderão comparar ofertas e acessar informações sobre direitos. A etiqueta deve evoluir ao longo do tempo conforme necessidades do mercado.

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O que é o “Scratchgate”? Novo problema do iPhone 17 Pro gera polêmica

Reclamações em fóruns e redes sociais apontaram que os novos iPhones 17 Pro e Pro Max apresentam um problema com riscos na região do módulo de câmeras. O fenômeno passou a ser chamado de “Scratchgate”, e tem sido um dos principais pontos de discussão desde o lançamento no início do mês. 

O termo “Scratchgate” pode ser traduzido para algo como “escândalo do arranhão”, que é causado por uma provável negligência da Apple na hora de desenvolver os celulares. 

Como já mostrado por youtubers e portais especializados, o problema está relacionado ao design do módulo de câmeras dos celulares, que tem bordas em ângulo reto. 


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Portanto, diferente de outros celulares que têm um “degrau” mais arredondado na ilha de câmeras. 

iPhone 17 Pro
Riscos são mais evidentes nas bordas do módulo de câmeras (Imagem: Reprodução/iFixit)

Com bordas “afiadas”, a camada anodizada de alumínio pintado não adere de forma uniforme. Portanto, o simples contato de chaves, moedas ou outros materiais no bolso pode soltar essa camada, e revelar o alumínio prateado natural.

O contraste é mais evidente em cores escuras, como o Azul Profundo, ou vibrantes, como o Laranja. No entanto, o problema acontece em todas as versões.

Unidades de demonstração nas Apple Stores já apresentavam os riscos, que foram confirmados por meio de testes em vídeo. 

Falha afeta iPhone 17 Pro e Pro Max

Já foi dito que a falha não está unicamente relacionada com a troca do titânio para o alumínio. No entanto, a junção entre a mudança do material e o módulo com bordas afiadas formou uma “tempestade perfeita” para o iPhone. 

O iPhone 16 Pro e Pro Max, por exemplo, tinham titânio mais resistente a riscos. É o mesmo caso do iPhone Air, enquanto o iPhone 17 manteve o módulo de câmeras com bordas mais suaves. 

A linha iPhone 17 já pode ser comprada no site oficial da Apple, com preços que chegam a R$ 18,5 mil no Brasil.  Os aparelhos ganharam melhorias na câmera zoom, além de um salto de performance em comparação com a geração anterior. 

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Microsoft aposta em agentes de IA no Edge e não quer criar outro navegador

Diante de um cenário em que os navegadores com assistente de IA integrado ganham popularidade no mercado, a Microsoft não considera criar um novo aplicativo, mas quer aumentar o papel dos agentes de inteligência artificial no Edge

Quem detalha os planos é o CEO da divisão de IA da empresa, Mustafa Suleyman, em entrevista ao site The Verge. Para Suleyman, o caminho ideal é evoluir o navegador e as ferramentas de IA já existentes para permitir que a inteligência artificial controle diretamente o app. 

O app ganhou o Modo Copilot em julho deste ano, uma integração com o assistente para navegar entre as abas abertas, resumir artigos e destacar pontos importantes nas páginas. Porém, a Gigante de Redmond ainda tem planos para levar mais recursos com a tecnologia.


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IA no Edge

Mustafa Suleyman explica que a MS quer colocar o Copilot no Edge como uma experiência só. “Acredito que o navegador vai evoluir para se tornar um browser agêntico”, explica. O executivo ainda destaca que a IA será capaz de realizar as mesmas tarefas que um usuário faz no Edge — abrir abas, ler textos e muito mais.

“É como ter um anjinho no seu ombro fazendo todo o trabalho duro e entediante de ler análises, comparar preços e resumir buscas, mas isso não sai de você, você pode ver esse trabalho acontecer em tempo real na sua frente”, comenta.

Edge pode usar o Copilot para analisar e resumir abas (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Suleyman ainda aborda uma discussão recente no segmento de IA sobre a queda do tráfego em sites de notícias. O executivo aponta que os agentes continuarão visitando as páginas da web, o que pode manter a audiência dos veículos. “Você pode não navegar tanto, mas sua IA vai fazer isso para você e levar tráfego a esses sites”, comenta.

Por fim, o CEO da Microsoft AI antecipa que a empresa deve trazer novos recursos para o Edge em breve.

Qual é o cenário dos navegadores de IA?

A grande tendência no mercado de navegadores em 2025 é a presença dos agentes de IA integrados. O assistente é capaz de analisar as páginas abertas, pesquisar e até fazer tarefas para você, como adicionar uma lista de compras ao carrinho.

A Perplexity já entrou no segmento com o Comet, enquanto a Opera faz testes para lançar o Opera Neon na categoria. Há também o navegador Dia, feito pela The Browser Company (recentemente adquirida pela empresa dona do Trello).

O que pode mudar o jogo é a chegada do assistente Gemini ao Chrome, anunciado pelo Google em setembro deste ano. A Gigante de Mountain View prevê mais recursos de IA em breve e deve levar o navegador mais usado no mundo para esta nova era.

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Levantamento revela qual é o maior “vilão” do trânsito brasileiro

O uso do celular ao volante foi apontado como a maior ameaça à segurança viária no Brasil. A conclusão vem de um novo levantamento da plataforma Sem Parar, que revelou que 76% dos entrevistados consideram o smartphone como o principal “vilão” das ruas e estradas, superando até mesmo o excesso de velocidade.

Embora o excesso de velocidade e criminalidade também sejam preocupações dos motoristas, estes fatores apareceram apenas em sétimo lugar no levantamento, e foram apontados por 44% dos entrevistados

A pesquisa também revelou que os problemas no trânsito vão além da distração ao volante. Veja só: dois a cada três motoristas (69%) afirmaram já ter se envolvido em acidentes, enquanto 25% relataram discussões ou brigas no trânsito. Finalmente, 22% dos participantes revelaram terem sido vítimas de algum tipo de violência ou crime durante a condução.


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Violência e insegurança no trânsito

Segundo os entrevistados, as ocorrências mais comuns ao volante são as agressões físicas ou verbais, seguidas do furto de equipamentos. A preocupação com a segurança se mostrou um fator tão comum que quase 80% dos respondentes revelaram que adotam medidas de autoproteção mesmo sem terem sido vítimas de incidentes do tipo.

O uso de celular ao volante é a principal preocupação dos motoristas entrevistados (Freepik/CC)

Quando o assunto é a segurança nos diferentes tipos de vias, 67% dos entrevistados declaram que dirigir em áreas urbanas é mais perigoso do que nas estradas. Enquanto isso, 66% dos participantes declararam usar seguros automotivos. 

“A pesquisa revela um alerta claro: o celular se consolidou como a principal preocupação da segurança viária, mas o problema vai além da distração ao volante, como acidentes, discussões e até episódios mais graves“, observou Jose Luiz Machado, Diretor de Seguros do Sem Parar.   

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Magalu e Google conectam o físico e o digital com o novo Teatro YouTube

Magazine Luiza e Google anunciam nesta quarta-feira (24) uma parceria que marca um novo capítulo para a cena cultural e comercial da Avenida Paulista, em São Paulo. O tradicional Teatro Eva Herz, instalado no Conjunto Nacional e considerado patrimônio da cidade, passa a se chamar Teatro YouTube – Sala Eva Herz.

Administrado pela Aventura Teatros, grupo de Luiz Calainho, o espaço será integrado à Galeria Magalu, megaloja conceito que ocupará o antigo imóvel da Livraria Cultura e reunirá todas as marcas de varejo da companhia — entre elas Netshoes, KaBuM!, Época Cosméticos e Estante Virtual.

De acordo com o Magalu, a proposta da Galeria é mostrar como funciona o ecossistema da empresa em um espaço físico que une comércio, cultura e tecnologia. A estratégia reforça a convicção de que o online e o offline não competem entre si, mas se complementam.


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Além das ativações de cada marca, o local terá experiências imersivas, como a Casa da Lu, ambientes temáticos, cozinha experimental e closet interativo de moda. Serviços como “retira na loja” também estarão disponíveis, integrando de vez os canais físico e digital.

Imagem: Divulgação/Magalu

Ainda sem data oficial de inauguração, a previsão é que a Galeria Magalu e o Teatro YouTube abram as portas até o fim de 2025. A iniciativa não apenas dá novo uso a um dos endereços mais icônicos da cidade, mas também sinaliza a aposta do varejo na cultura como diferencial competitivo e na criação de experiências híbridas para consumidores e criadores de conteúdo.

O papel do novo Teatro YouTube

O Teatro YouTube – Sala Eva Herz vai manter sua função como espaço cultural, e, agora ampliado, passa a receber não apenas peças teatrais, como também lives, podcasts, shows e produções de creators da plataforma. A proposta é transformar o teatro em ponto de encontro entre público, artistas e influenciadores.

Segundo os organizadores, o nome Eva Herz segue como homenagem à fundadora da Livraria Cultura, preservando a memória do local e reforçando a mistura entre tradição e futuro.

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Alien: Earth vai ganhar 2ª temporada?

A primeira temporada de Alien: Earth chegou ao fim na noite desta terça-feira (23) no Disney+, encerrando a fase inicial da produção no streaming. Trazendo respostas e deixando algumas pontas soltas para o futuro da franquia, a série também deixou no ar a possibilidade de uma renovação para seu segundo ano.

Criada por Noah Hawley (Fargo), Alien: Earth estreou no streaming no começo de agosto, apresentando personagens e conceitos inéditos à franquia Alien. Situado no ano de 2120, o programa é uma prequel de Alien, o 8.º Passageiro (1979), o primeiro filme da saga iniciada por Ridley Scott (Gladiador).

Na trama, acompanhamos a jornada de Wendy (Sydney Chandler), uma jovem que se torna a primeira híbrida (uma androide com consciência humana) de sua espécie.


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Depois que uma nave misteriosa cai na Terra, ela é enviada ao planeta, juntamente com um equipe de híbridos, para investigar o ocorrido. O que Wendy não imaginava é que o evento esconde segredos terríveis para o futuro da humanidade.

 

2ª temporada de Alien: Earth está confirmada?

A triste notícia para quem já está ansioso para continuar imerso no universo de Alien: Earth é que a FX, emissora por trás do desenvolvimento da série, ainda não renovou o programa para a segunda temporada.

Porém, nem tudo está perdido. Com o fim da primeira temporada, Noah Hawley concedeu algumas entrevistas para falar sobre o futuro da série, afirmando que existem conversas de bastidores sobre o assunto, embora nada muito concreto.

Segunda temporada de Alien: Earth ainda não foi confirmada (Imagem: Divulgação/FX).

Em entrevista ao ScreenRant, por exemplo, Hawley foi questionado sobre a possibilidade da renovação de Alien: Earth para o segundo ano, contando que tudo depende da decisão final do estúdio.

“Estamos conversando sobre o futuro da série, e a FX faz sua lição de casa. Eles realmente garantem que exista uma compreensão a respeito dos números de audiência […] Estou fazendo minha parte, criativamente falando, e realmente penso em como conduziria a série daqui para frente. Certamente, não quero que o programa fique fora do ar por mais tempo do que o necessário. Então, há uma urgência para nos levar até lá o mais rápido possível. Mas, no fim das contas, essa é uma decisão da Disney, então estou ansioso para ver o que eles vão fazer”, Noah Hawley explicou ao ScreenRant.

Já ao The Hollywood Reporter, Hawley manteve a possível renovação no ar, dizendo que espera que receba algum “sinal” do estúdio para dar o ponto de partida na segunda temporada.

“Não sei [se terá segunda temporada]. E, sabe, existem objetivos artísticos e comerciais. Acho que fizemos uma estreia incrivelmente boa. Certamente, estou esperançoso de que não demore muito para ouvir um ‘Podemos fazer isso de novo?’. Minha esperança é receber algum tipo de sinal deles nos próximos meses para saber se devo procurar outro emprego ou voltar ao trabalho”, Noah Hawley disse ao The Hollywood Reporter.

Onde assistir Alien: Earth?

Enquanto esperamos novidades em relação a uma possível renovação da série, vale lembrar que os oito episódios da primeira temporada de Alien: Earth estão disponíveis no Disney+.

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Como usar o tradutor de mensagens do WhatsApp

O tradutor nativo do WhatsApp está sendo liberado aos poucos para usuários de Android e iOS e permite traduzir mensagens diretamente no app, sem depender de serviços externos. Para usar, basta selecionar a mensagem desejada e tocar na opção “Traduzir” no menu da conversa.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • Como utilizar o tradutor de mensagens do WhatsApp?
  • Como funciona o tradutor do WhatsApp?
  • Quais são os idiomas do tradutor do WhatsApp?
  • O tradutor do mensageiro já está liberado para todos?

Como utilizar o tradutor de mensagens do WhatsApp?

Para traduzir mensagens no WhatsApp é simples:


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  1. Pressione a mensagem que deseja traduzir;
  2. Vá no ícone de três pontos e clique em “Traduzir”;
  3. Escolha o idioma;
  4. Confirme em “Traduzir” e aguarde.
    Passos para usar o tradutor do WhatsApp
    Agora, o WhatsApp tem um tradutor de mensagens nativo. (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)

Como funciona o tradutor do WhatsApp?

O tradutor nativo do WhatsApp permite que você traduza mensagens sem precisar sair do app ou depender de aplicativos externos. Ele funciona em chats individuais, grupos e até em atualizações de canais. 

No Android, há ainda uma funcionalidade de tradução automática para todas as mensagens de uma conversa.

Todas as traduções são processadas localmente no dispositivo, para proteger a privacidade das suas conversas. Dessa forma, nem o WhatsApp tem acesso ao conteúdo traduzido.

Quais são os idiomas do tradutor do WhatsApp?

No Android, o WhatsApp suporta, inicialmente: português, árabe, espanhol, hindi e russo. Já no iOS, a lista é mais extensa, incluindo:

  • Alemão;
  • Árabe;
  • Chinês (China e Taiwan);
  • Coreano;
  • Espanhol;
  • Francês;
  • Hindi;
  • Holandês;
  • Inglês (Estados Unidos e Reino Unidos);
  • Italiano;
  • Indonésio;
  • Japonês;
  • Português (Brasil);
  • Polonês;
  • Russo;
  • Tailandês;
  • Turco;
  • Ucraniano;
  • Vietnamita.

O tradutor do mensageiro já está liberado para todos?

O lançamento do tradutor nativo do WhatsApp está sendo feito de forma gradual, assim, nem todos os usuários vão receber o recurso ao mesmo tempo. Dessa forma, é possível que não esteja liberado para você ainda.

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Ataque hacker mira hotéis no Brasil para roubar dados de cartões de hóspedes

Um novo agente malicioso, conhecido como TA558, foi ligado a uma série de ataques de trojans de acesso remoto (RAT) em hotéis no Brasil e na América Latina, atuando no último trimestre numa campanha sob o título de RevengeHotels. As infecções foram estudadas e descritas pela Kaspersky.

Segundo os especialistas, são usados e-mails de phishing imitando recibos e outros documentos para levar vírus VenomRAT via JavaScript e PowerShell, com grande parte do código aparentando ter sido gerado por modelos de IA, como o ChatGPT.

VenomRAT nos hotéis brasileiros

Os pesquisadores da Kaspersky lembram que a RevengeHotels tem sido vista em atividade desde 2015, mirando principalmente agências de viagem, hotéis e demais serviços hospitaleiros na América Latina. No início, eram usados ataques por e-mails com arquivos Word, Excel e PDF que exploravam uma falha de execução de código remoto no Microsoft OfficeCVE-2017-0199 —, conseguindo levar os vírus Revenge RAT, NjRAT, NanoCoreRAT, 888 RAT e ProCC aos computadores.


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O trojan Venom RAT tem estado em campanha desde ao menos 2015, aprimorando suas táticas na invasão de hotéis brasileiros e em outros países latinoamericanos (Imagem: Divulgação/Kaspersky)
O trojan VenomRAT tem estado em campanha desde ao menos 2015, aprimorando suas táticas na invasão de hotéis brasileiros e em outros países latinoamericanos (Imagem: Divulgação/Kaspersky)

Em seguida, os ataques passaram a incorporar outros trojans de acesso remoto, nominalmente Agent Tesla, AsyncRAT, FormBook, GuLoader, Loda RAT, LokiBot, Remcos RAT, Snake Keylogger e Vjw0rm. O objetivo, desde o início, tem sido roubar dados de cartão de crédito de hóspedes guardados no sistema dos hotéis, bem como de agências de viagem virtuais como o Booking.com.

Nos mais recentes ataques, os e-mails de phishing já vinham escritos em português e espanhol, imitando reservas de hotéis e candidaturas de emprego para fazer funcionários clicarem nos links maliciosos. Isso leva ao download de payloads em WScript e JavaScript. Grandes trechos de código comentado e o seu formato indicam o uso de IA na criação dos scripts.

A principal função do código malicioso é carregar mais scripts que facilitam a infecção, incluindo um PowerShell que busca um baixador chamado cargajecerrr.txt de um servidor externo. Ele baixa mais dois payloads, responsáveis por lançar o VenomRAT. Esse malware é uma ferramenta comercial que vem sendo vendida em assinaturas mensais de US$ 350 (cerca de R$ 1.850) ou vitalícias de US$ 650 (R$ 3.440).

O vírus é equipado com ferramentas de roubos de dados e age como um proxy reverso, com vários mecanismos para impedir sua interrupção. Ele modifica a Lista de Acesso de Controle Discricionário (DACL) para remover qualquer permissão que possa interferir com seu funcionamento. Um loop ainda checa se o processo do malware está rodando a cada 50 milissegundos, deixando-o ativo novamente no caso de ter sido fechado.

O método de infecção dos trojans não mudou em todos esses anos: são usados e-mails de phishing com mensagens chamativas, mas cada vez mais elaboradas, usando até IA (Imagem: Divulgação/Resecurity)
O método de infecção dos trojans não mudou em todos esses anos: são usados e-mails de phishing com mensagens chamativas, mas cada vez mais elaboradas, usando até IA (Imagem: Divulgação/Resecurity)

O loop mira nos processos rodados por analistas de segurança e administradores do sistema para monitorar atividades suspeitas. A ferramenta ainda consegue colocar persistência no host usando o Registro do Windows, fazendo o malware rodar novamente cada vez que seu processo não é encontrado na lista de programas ativos.

Caso tenha conseguido privilégios elevados, ele usa o token SeDebugPrivilege e marca a si mesmo como processo crítico do sistema, resistindo a qualquer tentativa de encerramento. Ele também força o PC a continuar ligado e evita entrar no modo Suspensão.

Por fim, o VenomRAT ainda consegue se espalhar por USB e fechar o antivírus nativo Windows Defender, mexendo no agendador de tarefas e no registro do computador. Segundo a Kaspersky, isso mostra o avanço das habilidades da RevengeHotels e a ajuda de LLMs na modificação contínua das táticas de phishing.

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