Mês: setembro 2025
27 anos do incidente em Raccoon City: como estão Leon, Claire e Jill atualmente?

O ano de 1998 foi marcado por duas coisas no mundo dos games: lançamentos memoráveis e o início do apocalipse zumbi mais famoso de todos os tempos. Há 27 anos, Raccoon City e seus arredores sofria com um experimento de laboratório, causando o pandemônio conhecido em vários Resident Evil, especialmente Resident Evil 2 e 3, protagonizados por Leon Kennedy, Claire Redfield e Jill Valentine.
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Eles eram bem jovens, estavam entre seus 19 e 24 anos. Todos se viram forçados a sobreviver em meio a uma cidade em ruínas, como cada vez mais pessoas se transformando em zumbis. Eles conseguiram superar o pesadelo, mas com o eles estão em 2025?
Leon Kennedy: um veterano acostumado com o terror
Resident Evil 2 tem duas histórias, uma delas é com Leon, que conhece Claire logo na cutscene inicial e são separados em seguida. Leon, ao chegar em Raccoon City para seu primeiro dia de trabalho, tinha 21 anos e se vê obrigado a sobreviver. O perigo não era a criminalidade da cidade, mas uma infestação de zumbis e monstros dignos do pior pesadelo.
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Ele supera toda essa situação, sobrevive a uma explosão atômica necessária para colocar um fim naquele pesadelo e ganha a confiança do presidente dos EUA, se tornando um agente especial do país. Depois de uma missão na América do Sul, ele então vai à Europa seis anos depois para resgatar a filha do presidente do país e, sim, estamos falando de Resident Evil 4.
Leon segue ganhando experiência depois dos acontecimentos nos longas Resident Evil Degeneration e Damnation, emendando com toda a situação de RE6, indo dos EUA à China. Sua linha do tempo termina no último filme, RE Death Island, onde todos os protagonistas da série se juntam em um evento que se passa em 2015. Como ele está 27 anos depois dos acontecimentos de Raccoon City?
Todas essas situações o tornaram extremamente acostumado com os horrores de sua juventude. Sabemos que ele está com 48 anos e, provavelmente, ainda é um agente do governo norte-americano. No fim de Resident Evil: Death Island, ele menciona que sairia de férias. Mas sendo quem é, dificilmente ele está em paz. Não existem relatos sobre seu paradeiro depois disso, e ele não é mencionado em RE7 e Village.
Claire Redfield: de jovem ingênua à soldado de elite sem querer
Chris Redfield e sua equipe são os primeiros a enfrentarem de frente os horrores liberados pela Umbrella Corporation pouco antes dos acontecimentos de RE2. Em seguida, ele parte rumo à Europa para seguir com sua investigação. Sem saber disso, sua irmã, Claire, chega em Raccoon City junto de Leon para achar seu irmão e acaba vivenciando o início do pesadelo.
Após fugir com seu novo parceiro e Sherry Birkin, a jovem de 19 anos decide ir para o velho continente sozinha atrás de seu irmão. Lá, ela conhece aquele que chamávamos de Leonardo Di Caprio quando Resident Evil Code Veronica saiu, Steve Burnside. Eles enfrentam a família Ashford e terminam a trama na Antártida.
Claire passa por outras situações importantes, com aquelas registradas nos filmes até chegar em Resident Evil Revelations 2, sua última aparição oficial na timeline dos games, já que ela retorna no remake de RE2. Após o game, ela passa por acontecimentos similares ao de Leon no último longa que se passa em 2015. Por isso, essa é a última vez que a vemos na linha do tempo oficial.

Ou seja, não temos novidades sobre a personagem já há um bom tempo e ela não participa de um jogo principal desde Code Veronica, que é menos spinoff do que Revelations 2. Ela permaneceu trabalhando na ONG Terra Save, que acolhe vítimas que sofreram com o terror causado pela Umbrella. A mais nova dos protagonistas de Resident Evil, Claire está com 46 anos.
Jill Valentine: superando adversidades como nenhum outro
Junto de seu parceiro Chris Redfield e sua equipe S.T.A.R.S., Jill Valentine enfrentou os horrores da Mansão Spencer nas montanhas ao redor de Raccoon City. Quando tudo isso foi superado, ela se depara com uma situação pior a nível de cidade. E como se isso não bastasse, ela é perseguida por uma das priores criaturas já criadas pela Umbrella: Nemesis.
Com 24 anos, Jill lutava por sua sobrevivência como caça, e com a ajuda de seu parceiro Carlos Oliveira, eles derrotam Nemesis e fogem de Raccoon City antes de ser pulverizada. Cerca de cinco anos depois, ela junta ao seu antigo parceiro novamente em um navio repleto ameaças de bioterrorismo.
Em 2006, os dois chegaram a se reunirem novamente na tentativa de encontrar o fundador da Umbrella, Oswell Spencer. A DLC de Resident Evil 5 coloca os dois contra Wesker, que os rende com facilidade. Jill, para defender Chris da morte inevitável, agarra o vilão e se joga da janela, caindo no precipício e dada como morta.

Poucos anos depois, Chris a reencontra na África, mas desta vez como inimiga, já que ela não morreu e estava sendo controlada por Wesker, que a essa altura, nem humano é mais. Redfield consegue trazê-la de volta. Sua recuperação dura anos, até que ela retorna em 2015 em Resident Evil: Death Island, onde todos os protagonistas estão presentes.
Jill segue combatendo o bioterrorismo com Chris como parte da BSAA. Mas o plot twitst no caso da destruidora do Nemesis, é que seu envelhecimento é mais lento, por conta do T-Virus injetado nela por Wesker quando ele a controlou. Ou seja, ela estaria com 51 anos hoje, mas com carinha de 30?
Outras participações importantes em Resident Evil 2 e 3
Leon, Claire e Jill não foram os únicos a participarem da história principal de Raccoon City. Entre os destaques estão Ada Wong, que teve participação até Resident Evil 6, e Sherry Birkin, que também retorna em RE6. Ambas são personagens jogáveis. Além delas, Carlos é o coprotagonista de RE3 com Jill, sua participação na franquia se resume somente ao terceiro jogo. Os dois games têm várias outras participações menores, mas todos acabam morrendo nos games.
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A Tokyo Game Show 2025, uma das maiores feiras de jogos do mundo, começa nesta quarta-feira (24). Além do seu evento presencial em Chiba, no Japão, a TGS 2025 contará com várias transmissões online, tanto em inglês quanto em japonês, das maiores marcas de games do mundo, como Capcom, Xbox e Sony.
Antes mesmo da abertura oficial da Tokyo Game Show 2025, a Capcom apresentará novas informações de alguns de seus títulos, como Pragmata, Onimusha: Way of the Sword e Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection. Resident Evil Requiem não marcará presença na apresentação online da produtora japonesa.
Outra marca que promete ser destaque nas transmissões da TGS 2025 é o Xbox. A empresa deve apresentar novidades para a região da Ásia, e há fortes indícios de que anunciará um novo Forza Horizon.
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A maioria dos eventos acontecerá no YouTube oficial da Tokyo Game Show 2025 ou nos perfis das próprias marcas, incluindo Xbox, Capcom, PlayStation, SEGA, Bandai Namco, Electronic Arts, entre outras.

Onde assistir às principais transmissões da Tokyo Game Show 2025
24 de setembro
- Capcom Online Special Program (YouTube) às 11h;
- Cerimônia de abertura da Tokyo Game Show 2025 (YouTube) às 21h30.
25 de setembro
- Annapurna Interactive New Title D-topia Stage (YouTube) às 2h30;
- Xbox Tokyo Game Show 2025 Broadcast (YouTube, Twitch) às 7h;
- Nioh 3 Official Program (YouTube) às 8h;
- LEVEL-5 Special Match: Exclusive Gameplay Reveal! (YouTube) às 9h.
26 de setembro
- Battlefield 6: Single-Player Live Showcase (YouTube) à 1h.
28 de setembro
- Borderlands 4 Tokyo Game Show 2025 Special Stage: Break Free! Quit Earth! (YouTube) às 23h30;
- Japan Game Awards 2025: Future Games Division (YouTube) à 1h;
- Encerramento da Tokyo Game Show 2025 (YouTube) às 3h15;
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Pode não parecer, mas as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não se limitam só aos motoristas de carros e motos — na verdade, as normas incluem também a conduta dos ciclistas. Mesmo assim, a aplicação das penalidades ainda gera dúvidas.
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Nem todos sabem, mas o CTB descreve situações específicas em que ciclistas podem ser autuados, como pedalar em locais proibidos — o artigo 255 do CTB, por exemplo, diz que conduzir bicicleta em passeios sem permissão ou de forma agressiva configura infração média, com multa de R$ 130,16 e possibilidade de remoção da bicicleta.
Já o artigo 244 amplia as situações de infração para “ciclos”, nome dado à categoria que inclui bicicletas. Entre os exemplos estão transportar crianças sem segurança adequada, circular em vias de trânsito rápido e carregar passageiros fora do assento correto. Em casos mais graves, como manobras arriscadas ou malabarismos, a penalidade prevista é multa de R$ 293,47.
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Multa para ciclista?
De fato, o CTB prevê punições para estas condutas, mas o mais curioso é que a aplicação dessas regras não está em vigor. Isso porque a Resolução 706/17, que estabelecia os procedimentos de autuação de ciclistas e pedestres, foi revogada pela norma 772/19.

Em outras palavras, estas infrações existem e, mesmo que um ciclista cometa alguma delas, não há hoje um mecanismo legal que permita a cobrança da multa.
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Review Dying Light: The Beast | O verdadeiro Dying Light 2 que os fãs queriam

E lá se foram 10 anos desde a chegada de Kyle Crane no mundo pós-apocalíptico de Dying Light. A Techland trabalhou no suporte ao jogo até recentemente, mesmo com a chegada do segundo game da franquia em 2022. Dying Light 2 Stay Human conta uma história diferente e não tem o protagonista do primeiro game, mas com Dying Light: The Beast, isso mudou.
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O novo game da série traz Kyle Crane de volta, dando continuidade à sua história. Apesar de os desenvolvedores afirmarem que se trata de um título menor e não é um dos numerados e principais (como Dying Light 3, por exemplo), ele é tão importante quanto e não dá para encará-lo como um spinoff. E digo mais, ele é o Dying Light 2 que os fãs merecem e o melhor da franquia.
Prós
- Gameplay mais refinado do que nunca
- Gráficos belíssimos
- Mundo (morto) vivo e denso
- Kyle Crane de volta
- Dublagem com lip-sync em PT-BR
- Exploração com parkou muito divertida
- Bem otimizado
Contras
- Bugs menores no lançamento
- Falta de ray tracing, algo prometido para o lançamento
O retorno de Crane, agora selvagem
Dying Light: The Beast acontece cerca de 21 anos após os acontecimentos de The Following, a expansão do primeiro game, e logo depois da história do segundo jogo, que por sua vez se passa 20 anos depois do início de tudo. Ou seja, enquanto a história original de DL acontecia, o protagonista do primeiro título estava por aí em uma aventura paralela.
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Fábio Azevedo volta como Kyle Crane em sua dublagem. Foi bastante nostálgico ouvi-lo no início do novo game e perceber que uma década se passou desde o lançamento do primeiro Dying Light. Eu cheguei a jogar o game de novo recentemente e o escutando agora em The Beast, dá para dizer que ele se tornou a fera em sua dublagem que, em geral, é boa. Tem até lip-sync com nosso português. Valeu muito, Techland!
Crane está mais bruto do que nunca. O homem é a pura falta de paciência e ignorância. Vale lembrar que ele sofreu nas mãos do Barão por 13 anos e isso por si só já define literalmente quem ele é agora e toda a trama: vingança. A fera quer fazer com que o vilão pague por todo seu sofrimento através de inúmeros experimentos que o tornaram o que ele é nesse jogo.
O justiceiro conhece novas pessoas, faz alianças frágeis, já que estamos falando de um mundo pós-apocalíptico em que cada um vive um dia por vez tentando sobreviver no fim do mundo. Não muito diferente dos outros games e de jogos nesse estilo. A história não é o ponto alto do game, mas seu progresso é interessante de se acompanhar.
Um novo mundo que merece ser apreciado
Dying Light: The Beast se passa em Castor Woods, que é inspirado nos Alpes Suíços. Os desenvolvedores da Techland, estúdio polonês, contam que eles se inspiraram em locais que conhecem da Europa e dá para ver. Existe uma dedicação explicita na construção do novo local, que é dividido em vários ambientes diferentes.
Esse novo mapa é menor (não se engane com seu tamanho), mas denso. Existe muita coisa acontecendo e muitos cantos para se explorar. Estou falando de cidade principal, campos, fazendas, indústria, vilas afastadas, montanhas, cavernas e mais. As casas e construções são quase todas exploráveis por dentro e algumas têm até camadas verticais. Ou seja, se você ver uma casa, pode ter certeza que, pelo menos, uma janela estará aberta e parte de seu interior terá loot (e perigos). Mas muitos desses lugares são bem amplos por dentro.
Visualmente, as paisagens estão deslumbrantes. É, de longe, o game mais bonito da franquia. A Techland melhorou vários aspectos do segundo jogo e adicionou novidades como clima dinâmico (embora desejasse que fosse mais dinâmico), com o tempo fechando e chuva forte caindo, ventania balançando as árvores, dando bastante realismo à cena.

Castor Woods tem muita floresta e essa é uma das maiores diferenças de Dying Light: The Beast em relação aos outros dois jogos. Explorar a natureza é sempre um perigo, já que você nunca sabe o que está a espreita, atrás de um arbusto ou árvore (se prepare para uns sustinhos). À noite, então, nem se fala.
Assim como a DLC do primero jogo, é possível pegar um veículo e dirigir livremente pelo mapa. Só existem caminhonetes, já que o terreno da região é bem irregular, mas ajuda muito na locomoção, principalmente à noite quando o desespero bate e você precisa de uma zona segura. A gasolina é limitada e você sempre precisa ter estocado em seu inventário para não ficar na mão.
A noite pior do que nunca
A franquia Dying Light já é conhecida por dois tipos de gameplay: ação de dia e terror de noite. Ao anoitecer, The Beast também tem criaturas mais violentas e a presença dos verdadeiros terrores, os infames Voláteis. Se você nunca jogou algum jogo da franquia, esses monstros sempre estão em seus trailers na parte da noite do jogo.
Esses trechos me faziam tremer na base no primeiro jogo, mas lembro de conseguir despistá-los sem muita dificuldade. Agora, eles são incansáveis e o alcançarão na corrida durante a fuga, por isso mencionei o carro anteriormente. Claro, nem sempre você terá um veículo à disposição nessas horas. Se um volátil o alcança, já era. Muito sem querer, acabei matando um, nem sei como, e ainda ganhei uma conquista.
Com a nova habilidade de Crane, que detalho mais adiante, é possível derrotar até vários deles, mas é preciso estar preparado para isso. Algo diferente em Dying Light: The Beast é o quão escura é a noite. Como o game se passa em uma região cercada por natureza, nada de cidade grande por perto, a noite é realmente escura, ao ponto de você não exergar nada sem a lanterna.
Isso, claro, deixa a experiência ainda mais aterrorizante. Escutar o som de alerta de um Volátil o encontrando é algo de dar frio na espinha. Essas caras o perseguem aonde quer que você vá, menos em lugares fechados que têm uma porta, os impedindo de entrar.

Um bug aconteceu uma vez em relação à noite. Saí de uma missão dentro de um lugar fechado e o dia estava lindo, ensolarado, bom para ficar sentado na grama apreciando o lago. Porém o relógio marcava 20h, ou seja, estava de noite. E para piorar, alguns Voláteis me viram e começaram a me perseguir. Foi uma sensação bem estranha, já que o dia costuma ser a segurança. A Techland já soltou um patch corrigindo esse problema.
As Quimeras e a brutalidade visceral da fera
Uma das novidades de Dying Light: The Beast são as Quimeras: criaturas especiais, que aparecem inicialmente como chefes, mas depois como inimigos do tipo elite em diferentes ocasiões. Elas são baseadas em outros monstros da franquia, com alguns mais únicos e todas são importantes na história.
Sem entrar na importância delas para a narrativa, esses monstros são responsáveis por aumentar as habilidades de fera de Kyle Crane. Os combates contra elas são diversificados, algo bem legal de ver em um jogo desse tipo, que costuma ser repetitivo. Ao derrotar um deles, você ganha pontos de fera para serem investidos na árvore de skills do lado monstruoso de Kyle.

E falando nisso, o protagonista está brutal! Em sua forma normal, ele consegue desmembrar os zumbizinhos normais, arrancar pedaços deles com as pancadas. E o novo game está mais visceral do que nunca, com bastante realismo onde Kyle acerca a pancada, deixando entranhas e ossos dos monstros expostos.
Ao se transformar na fera, algo que é possível ao encher uma barra específica mediante ataques e dano levado, Crane fica imparável por um breve momento. Nesse estado, a brutalidade é elevada de forma exponencial. Nem as criaturas mais fortes, como inimigos elite e Voláteis, o resistem. E as animações de finalizações estão brutais, uma mais violenta do que a outra.
Vale a pena jogar Dying Light: The Beast?
Se você é fã da franquia, sem dúvida! Se você nunca jogou um game da série, mas curte apocalipse zumbi com velocidade de gameplay, com muito parkour de qualidade e ação em primeira pessoa, sem dúvida também! Como disse antes, esse é o Dying Light 2 que os fãs do primeiro jogo queriam e nem sabiam.
É um jogo bem otimizado. Testei em uma máquina com Intel Core Ultra 9 285K, GeForce RTX 5070 e 32 GB, e é possível encarar 1440p no máximo acima de 60 FPS sem DLSS tranquilamente. Com a tecnologia da NVIDIA, dá até para encarar 4K, o que eu recomendo. Já em um PC com AMD Ryzen 5 5500, Radeon RX 6750 XT e 16 GB, consegui passar de 60 FPS em 1080p no alto também.
Eu me diverti muito (e ainda estou me divertindo) com Dying Light: The Beast. Nem problemas como colisão imprecisa em alguns trechos, IA dos inimigos humanos dando uma desligada de leve, o dia ser noite, avisos de conexão perdida constantes, tiraram meu desejo de continuar jogando. Ser a fera é muito divertido.
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