Clientes da Claro agora terão Disney+ grátis; veja como conseguir

A Claro começou a liberar acesso gratuito ao Disney+ para seus assinantes do Claro TV+, válido até o final do ano. Relatos de consumidores na internet confirmam que a empresa liberou a novidade nos últimos dias. 

Segundo informações disponíveis pela marca, o benefício está sendo liberado gradualmente via uma integração entre os sistemas da Disney e da operadora.

O plano do Disney+ disponibilizado é o Padrão com Anúncios, que custa cerca de R$ 27,90/mês.


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Como ativar o Disney+ pela Claro?

  • Passo 1: Acesse o aplicativo Minha Claro no seu smartphone;
  • Passo 2: Selecione a opção “Minhas Assinaturas” no menu principal;
  • Passo 3: Procure pelo Disney+ na lista de serviços disponíveis;
  • Passo 4: Toque em “Ativar” ao lado do Disney+;
  • Passo 5: Confirme seus dados cadastrais quando solicitado;
  • Passo 6: Acesse diretamente o aplicativo Disney+ e comece a assistir.

Clientes móveis recebem SMS com instruções para ativação, enquanto assinantes residenciais recebem orientações por SMS ou e-mail para iniciar o processo pelo App Minha Claro Residencial.

Também é possível pelo canal 250 da TV.

Estratégia segue modelo do ChatGPT Plus

Assim como o Disney+ agora, recentemente a Claro também passou a disponibilizar o ChatGPT Plus, versão paga da IA da Open AI, de forma gratuita para assinantes dos planos da operadora.

Contudo, o plano da inteligência artificial oferecido também é por tempo limitado, dessa vez por 4 meses.

Economia significativa para os usuários

A assinatura ofertada do Disney+ tem preço de R$ 27,90 por mês, oferecendo acesso em dois dispositivos, conteúdos em resolução Full HD e exibição de anúncios.

disney+
Disney+ conta com catálogo de filmes e séries premiadas, além de esportes (Imagem: Divulgação/Disney+)

Com o benefício gratuito da Claro, os clientes economizam R$ 111 até o final do ano, ao fim da promoção. O streaming inclui conteúdo Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, ESPN e Star.

Além dos filmes e séries tradicionais, a plataforma oferece 7 perfis personalizáveis, downloads de conteúdo e compatibilidade com até 10 dispositivos diferentes.

A iniciativa da Claro reforça a tendência das operadoras de telefonia em agregar valor aos seus planos através de parcerias com serviços de streaming populares.

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Delivery via Windows 95? CD-ROM para comprar no Pão de Açúcar viraliza

Como era a vida para fazer compras de casa antes dos aplicativos de delivery? Um vídeo viral no TikTok trouxe uma resposta curiosa: um CD-ROM da rede Pão de Açúcar com um aplicativo para pedir produtos de mercado pelo Windows 95.

A publicação da usuária @jaquewil já acumula mais de 800 mil visualizações e 120 mil curtidas na rede social. Todo o processo de uso está registrado, desde a instalação até preencher um formulário com todos os dados para a entrega.

Como era costume na época, o software do Pão de Açúcar conta com muitas animações pouco interativas, efeitos sonoros e elementos coloridos. Um dos vídeos introdutórios conta com a frase “você vai utilizar um dos métodos mais modernos de compras existentes” — o que, para a década de 1990, não deixa de ser verdade.


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Confira:

@jaquewil não encontrei nada sobre esse cd, achei incrível #delivery #anos90 #windowsxp #meme #raridade ♬ Elevator Music – Bohoman

Como era o delivery do Pão de Açúcar pelo Windows?

Não é possível acessar nenhum servidor vinculado ao app, mas o encarte do CD e os arquivos mostram que a plataforma funcionava a partir de prateleiras digitais que simulavam os mercados: o usuário clicava no produto e adicionava ao carrinho.

O serviço era limitado somente à cidade de São Paulo e ao bairro de Alphaville, na região metropolitana.

Procurado pelo Canaltech, o Grupo Pão de Açúcar afirma que começou a operação digital de e-commerce na década de 1990  com pedidos via telefone ou fax, e posteriormente liberou um CD-ROm para clientes com toda a lista de produtos. 

“Inicialmente, o delivery estava restrito a São Paulo, operando a partir de quatro lojas do Pão de Açúcar”, revela o Diretor de E-commerce do GPA, Victor Maglio. O executivo ainda destaca que a rede tinha uma média de 200 pedidos por dia na região, resultando em cerca de 6 mil compras por mês.

Uma matéria do jornal Folha de S. Paulo de outubro de 1995 detalhou a operação: a rede de supermercados operava com entregas em até 24 horas e tinha mais de 2 mil itens à venda

De acordo com o veículo, não havia pedido mínimo, mas a taxa de entrega era de R$ 9,30 — um valor relativamente alto, considerando que o salário mínimo na época era de R$ 100. Corrigindo de acordo com a inflação, a taxa seria de cerca de R$ 90 nos dias atuais.

Ainda que o experimento de delivery tenha sido limitado, o vídeo permite notar algumas práticas que se tornaram padrão no mercado 30 anos depois, como a separação por prateleiras. Não existe a representação visual de uma prateleira física, mas a organização é usada nos principais apps do segmento.

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Resident Evil Requiem terá momentos de ação com Leon coroa

Resident Evil Requiem já é um dos jogos mais aguardados atualmente. Não é a toa a quantidade de rumores que tem surgido nos últimos dias sobre o game. Novidades devem vir nessa semana através da Tokyo Game Show e já estão antecipando algumas delas, como a abertura da pré-venda do game com um novo trailer, que mostrará Leon Kenndy de cabelos grisalhos, barba e jaqueta preta.

Tudo isso, como tem acontecido, vem do insider Dusk Golem (informações compiladas pelo canal Residence of Evil abaixo), que tem bom histórico de acertos sobre a franquia. Ele não tem detalhes sobre os planos de marketing específicos da Capcom para a TGS 2025 que começa nesta quinta-feira (25), mas afirma que o estúdio mostrará as novidades abaixo.

Resident Evil Requiem terá Leon em diferentes timelines

O responsável pelos rumores afirma que o jogo não será de mundo aberto, como já foi especulado no passado, mas quando o jogador tiver controle de Leon, precisará passar por cenários maiores, até mesmo usando veículos em, pelo menos, um desses ambientes, algo inédito na franquia.


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Ainda sobre o gameplay com o icônico personagem de Resident Evil, podemos esperar algo mais voltado para ação. Isso não chega a ser surpresa, já que Leon protagoniza as maiores cenas de ação da franquia há, pelo menos, duas décadas. E falando em tempo, a presença do personagem será no passado em relação à história que se passa com Grace Ashcroft, a nova protagonista, intercalando com o presente.

Porém, em algum momento da trama de Resident Evil Requiem, as histórias de Leon e Grace se conectarão. Dusk Golem afirma que serão duas timelines no jogo: uma em 2020, em que os jogadores terão controle de Leon, e outra em 2028, 30 anos depois dos acontecimentos de RE2 e momento em que Grace será a personagem principal. No tempo presente do game, Leon terá quase 50 anos.

Resident Evil Requiem será um jogo de terror, mas quando se trata das partes envolvendo Leon, teremos momentos de ação. Ou seja, Grace ficará com os momentos que mexerão com as emoções dos jogadores. E isso casa com o que os desenvolvedores já disseram sobre o ex-policial novato de Raccoon City.

Ao que parece, a Capcom quer mesclar os novatos com os veteranos, algo que vem acontecendo desde Resident Evil 5 e se estendeu até agora com Village.

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8 lendas urbanas que viraram jogos de verdade

Histórias de superação sempre são bem-vistas, independentemente se falamos de jogos ou de outras mídias culturais. Nem sempre os projetos já nasceram para brilhar, na verdade sendo concebidos como “lendas urbanas”.

Às vezes a ideia era fazer apenas uma brincadeira de 1º de abril. Ou era algo pequeno, como um DLC que cresceu mais do que o imaginado e se tornou um título com sua própria autonomia. Porém, todos brilharam a seu próprio modo.

E nós do Canaltech aclamamos estas lendas urbanas que viraram jogos de verdade, com 8 games que superaram as expectativas e se tornaram um projeto totalmente original. Você vai se surpreender com a lista a seguir.


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8. Far Cry 3: Blood Dragon

Imaginado inicialmente como um DLC, Far Cry 3: Blood Dragon (2013) surgiu da mente de Dean Evans na Ubisoft Montreal. O diretor e roteirista apresentou o projeto como uma paródia da franquia, com um ritmo de filmes de ação classe B dos anos 1980. Afinal de contas, o que dinossauros e ciborgues tinham a ver com a série de sobrevivência? 

Como tudo da Ubisoft, seu desenvolvimento vazou e todos o trataram como uma pegadinha e uma piada — o que ajudou o estúdio a preparar o marketing ao redor disso, o que expandiu a lenda urbana para um lançamento completo com muito humor e irreverência.

Imagem de Far Cry 3: Blood Dragon
Far Cry 3: Blood Dragon se aproveitou da lenda urbana para se promover como jogo (Imagem: Divulgação/Ubisoft)

7. The Murder of Sonic the Hedgehog

Não é todo dia que a SEGA conseguiu matar o Sonic, mas o jogo The Murder of Sonic the Hedgehog (2023) foi um grande marco. Ele surgiu como um projeto de 1º de abril, mas cresceu o suficiente para se transformar em um jogo completo e completamente distinto dos demais vistos na franquia.

Produzido pela equipe de mídias sociais da companhia nos EUA, ele foi lançado de surpresa (nem mesmo a equipe do Sonic Team sabia) e de forma gratuita, o que causou grande alvoroço na época. Outro aspecto legal é seu tom diferente, já que se espera velocidade e plataformas na franquia e o título era focado em investigações e diálogos.

Imagem de The Murder of Sonic the Hedgehog
Descubra quem matou Sonic nesta intensa investigação (Imagem: Reprodução/SEGA_

6. Totally Accurate Battlegrounds (TABG)

A lenda urbana de Totally Accurate Battlegrounds (2018) começou com a Landfall Games, que divulgou o trailer de um jogo que parodiava experiências Battle Royale (como PUBG e Fortnite). O vídeo feito como piada tinha físicas exageradas e personagens moles, o que divertiu muitos fãs que assistiram ao conteúdo.

Mas o público não estava satisfeito apenas em rir. Queriam jogar aquilo de verdade. Então, no dia 1º de abril eles disponibilizaram o título de forma gratuita por um período de 100 horas. O sucesso foi tão grande e a comunidade abraçou tanto a ideia que eles mantiveram o título aberto para todos aproveitarem até os dias atuais. 

Imagem de Totally Accurate Battlegrounds
Um battle royale diferenciado e divertido é tudo o que o público buscava (Imagem: Divulgação/Landfall)

5. Nightmare Kart

Movido pela incapacidade da Sony de retomar Bloodborne, o estúdio LWMedia quis se inspirar no sucesso da FromSoftware para produzir a sua própria experiência de corrida — nos moldes de Mario Kart e Sonic Racing. Era um projeto de fã para fã, sem fins lucrativos e que ganhou uma força muito grande com o avanço de seu desenvolvimento.

A lenda urbana chamou tanto a atenção que a equipe de produção recebeu até uma visita dos advogados da Sony. Por causa disso, para lançar a experiência, eles tiveram de alterar o nome do projeto para Nightmare Kart (2024). Apesar das alterações, ele se manteve fiel à proposta original e segue disponível de forma gratuita até os dias atuais.

Imagem de Nightmare Kart
Nightmare Kart leva as corridas muito a sério (Imagem: Divulgação/LWMedia)

4. Uncharted: The Lost Legacy

A Naughty Dog dificilmente trabalha em expansões (basta ver que apenas o primeiro The Last of Us tem uma), mas eles pretendiam trazer um conteúdo adicional para Uncharted 4, chamado de The Lost Legacy (2019). Porém, as suas ambições se tornaram ainda maiores e ele virou um jogo próprio.

O que seria apenas um DLC se transformou na primeira aventura principal da franquia sem Nathan Drake como protagonista, algo marcante para os fãs. Na aventura o público conferia uma jornada inédita de Chloe Frazer e Nadine Ross, o que expandiu ainda mais o universo da própria franquia. 

Imagem de Uncharted: The Lost Legacy
Em Uncharted: The Lost Legacy vimos a primeira experiência sem Nathan Drake (Imagem: Divulgação/Sony)

3. Hollow Knight: Silksong

Falando de expansões que ganharam força sozinhas, temos o caso de um dos jogos mais esperados por toda uma legião de fãs: Hollow Knight Silksong (2025). A lenda urbana é que o DLC traria um mapa maior, mais ação com Hornet e uma aventura tão ampla quanto o seu jogo base.

Para atender aos clamores do público, a Team Cherry decidiu arregaçar as mangas e transformou o conteúdo adicional exatamente naquilo que o público queria: um jogo completo da personagem. Pode ter demorado anos para ele chegar? Sim, mas pela resposta do público, toda essa espera valeu a pena.

Imagem de Hollow Knight Silksong
Quem diria que uma lenda urbana ia virar um dos jogos mais esperados de todos? (Imagem: Reprodução/Team Cherry)

2. Goat Simulator

Goat Simulator (2014) foi desenvolvido pela Coffee Stain durante um game jam, apenas como uma brincadeira. Era um protótipo, com físicas quebradas e uma cabra para gerar risos e virar uma piada — porém, quando o vídeo de seu gameplay foi divulgado no YouTube, as coisas tomaram outra escala.

O trailer se transformou em um viral e o público estava ansioso: afinal de contas, como e quando poderiam jogar aquilo em seus PCs e consoles? Com o retorno positivo dos fãs, a desenvolvedora decidiu polir o protótipo para comercializá-lo devidamente e ele se tornou um grande sucesso comercial.

Imagem de Goat Simulator
O conceito era apenas uma cabra andando livremente, o resto é história (Imagem: Divulgação/Coffee Stain)

1. Pokémon GO

Quem diria que Pokémon GO (2016), um dos jogos que basicamente ressuscitou o amor do público pela franquia, nasceu de uma mera lenda urbana? Pois é, ele surgiu de uma parceria entre o Google e a The Pokémon Company para o 1º de abril e que virou uma enxurrada de pedidos para que fosse transformado em realidade.

A brincadeira envolvia usar o Google Maps para caminhar e capturar os monstros de bolso. Porém, a companhia não tinha tecnologia para isso — algo que o estúdio Niantic possuía, através da plataforma Ingress. Logo, eles se reuniram para juntar forças e produzir um dos jogos mobile que mais bombaram na última década.

Imagem de Pokémon GO
Em Pokémon GO, vimos um dos maiores sucessos entre os jogos mobile dos anos 2010 (Imagem: Divulgação/Niantic)

Lendas urbanas renderam jogos divertidos

E não é por estas lendas urbanas terem acertado no alvo e se tornado jogos que elas pararam. Muito pelo contrário, a Coffee Stain, por exemplo, lançou Goat Simulator 3 (sem a existência sequer do 2º) para manter a piada. Pelo estrondoso sucesso e expectativas por Hollow Knight: Silksong, dificilmente o título deve ser o “fim” da saga dos insetos da Team Cherry.

Porém, entre os principais games que nasceram de formas incomuns, estão:

  1. Pokémon GO
  2. Goat Simulator
  3. Hollow Knight: Silksong
  4. Uncharted: The Lost Legacy
  5. Nightmare Kart
  6. Totally Accurate Battlegrounds (TABG)
  7. The Murder of Sonic the Hedgehog
  8. Far Cry 3: Blood Dragon

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Mercado Livre lança unidade B2B para empresas com descontos de até 50%

O Mercado Livre anunciou nesta segunda-feira (22) o lançamento oficial do Mercado Livre Negócios, unidade voltada para o segmento B2B, que é o negócio entre empresas. A iniciativa tem como objetivo a facilitação de transações comerciais corporativas, incluindo compras por atacado.

A nova plataforma atende desde os pequenos empreendedores até grandes empresas e até órgãos governamentais, com condições exclusivas para compras com CNPJ. Clientes corporativos podem ter até 50% em descontos e preços de atacado mesmo em pequenas compras. 

Para ativar o perfil corporativo, a empresa precisa cadastrar um CNPJ válido no site (mercadolivre.com.br) ou migrar a conta pessoal para corporativa. 


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Além dos preços especiais, a plataforma oferece benefícios como custos de envio diferenciados, precificação inteligente com cálculo automático de impostos, gestão simplificada de compras com delegação de permissões para colaboradores e emissão garantida de notas fiscais.

O Mercado Livre Negócios oferece também acesso a vendedores qualificados com logística ágil, dos quais 74% dos pedidos são entregues em até 48 horas, e um acesso a financiamento para os negócios via Mercado Pago.

A vice-presidente de marketplace do Mercado Livre, Roberta Donato, afirma que a empresa está “ocupando um espaço estratégico com uma oferta que traz mais conveniência para empresas que compram no atacado, aproveitando toda a força do nosso ecossistema”.

A unidade estava em fase testes desde outubro de 2024 e conta com mais de 4 milhões de usuários habilitados na América Latina. O Mercado Livre Negócios está disponível no Brasil, Argentina, México e Chile.

Impacto no mercado

O lançamento da plataforma mostra uma aposta estratégica da empresa no B2B. De acordo com a Statista, o segmento de vendas entre empresas movimenta um volume quatro vezes maior que o e-commerce B2C, voltado ao consumidor final. As projeções indicam ainda que para 2026 a tendência é que a diferença chegue a cinco vezes.

Para o Mercado Livre, o movimento diversifica a receita da empresa através de um público caracterizado por ticket médio mais alto, compras recorrentes, pedidos maiores e menores índices de devolução. 

A empresa, com isso, pode reduzir sua dependência do mercado consumidor tradicional ao mesmo tempo que pode fortalecer seu ecossistema de serviços.

Para o mercado brasileiro, a iniciativa pode acelerar a digitalização de processos de compra corporativa, que hoje ou ocorrem em sua maioria de forma presencial ou por canais menos eficientes. O movimento também pressiona concorrentes para que desenvolvam soluções parecidas.

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VÍDEO: Quem deveria comprar os novos iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 pro e iPhone 17 Pro Max?

 

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Por que a indústria não está “botando fé” na parceria entre Intel e NVIDIA?

A NVIDIA e Intel anunciaram uma parceria inédita na indústria recentemente. Ambas as gigantes estão trabalhando para benefício mútuo. De um lado, o Time Azul faz CPUs x86 para a NVIDIA, já o Time Verde entra com suas GPUs RTX nos processadores Intel Core. Apesar de a novidade ser empolgante, ela deve demorar pelo menos dois anos para acontecer, segundo fontes do PCWorld.

A visão por trás da colaboração é ambiciosa. Segundo o CEO da NVIDIA, Jensen Huang, o objetivo é criar um “SOC virtual gigante” que funde uma CPU Intel com uma GPU NVIDIA RTX. A conexão entre os dois chips seria feita através da interface de alta velocidade NVLink, criando uma “nova classe de notebooks com gráficos integrados que o mundo nunca viu antes”.

A Intel, por sua vez, afirmou que o acordo não altera seu roadmap de produtos, mas adicionará “opções premium” ao seu portfólio.


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Indústria não acredita muito no fruto da parceria

Apesar do otimismo, fontes de empresas concorrentes expressaram ceticismo, apontando para o histórico de “tropeços de engenharia” da Intel, como o desempenho inicial dos Arrow Lake para desktops e os problemas com suas CPUs Raptor Lake. Há também uma desconfiança sobre a real motivação da NVIDIA em criar um chip integrado tão poderoso, quando sua linha de GPUs dedicadas já é uma alternativa de sucesso.

Parceria entre Intel e NVIDIA tem potencial para revolucionar o mercado (Imagem: Reprodução)

O analista Dean McCarron, da Mercury Research, relembra a parceria anterior da Intel com a AMD no projeto “Kaby Lake G” em 2017, que resultou em um produto com pouca adoção e que foi descontinuado rapidamente.

Com base nessas complexidades, o analista estima que um produto fruto da parceria, se utilizasse uma interface padrão como o PCI Express, poderia chegar por volta da primavera de 2027.

A expectativa é que esses novos chips sejam posicionados como uma solução premium, integrados a futuros processadores topo de linha para notebooks, como os Core Ultra 7 e Core Ultra 9, utilizando como base arquiteturas como Panther Lake ou Nova Lake.

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‘Modo DJ’: como usar a mixagem de músicas do Spotify

O Spotify conta com um modo para mixar playlists e criar transições entre músicas como um DJ. A ferramenta conta com efeitos automáticos e um espaço para equalizar e ajustar manualmente a reprodução — ideal para quem já tem mais experiência com o tema.

O Canaltech tira as principais dúvidas sobre o modo e ensina a usá-lo no streaming:

  • Como usar o modo de DJ no Spotify
  • O que significam os ícones e ferramentas?
  • Quem pode usar o modo?
  • Quais playlists são compatíveis?

Como usar o modo de DJ no Spotify

Veja o passo a passo:


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  1. Abra o app do Spotify para celulares;
  2. Selecione uma playlist criada por você;
  3. Toque em “Mixar”;
  4. Escolha os formatos de transição ou mantenha em “Automático”;
  5. Toque sobre “Automático” para abrir o equalizador;
  6. Escolha entre as formas de transição ou deixe o Spotify fazer isso por você;
  7. Toque em “Editar” para mudar a ordem e deixar de acordo com os tons ou batidas por minuto;
  8. Pressione o ícone de reprodução para ouvir.
    Ative o recurso para atuar como DJ em suas playlists (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

O que significam os ícones e ferramentas?

Ao abrir o modo de mixagem, o Spotify traz algumas informações que podem ser confusas para quem não tem experiência. Veja o significado:

  • BPM: batidas por minuto. Músicas com maior BPM são mais aceleradas, enquanto as de número menor são mais lentas — procure sempre elencar faixas com números próximos;
  • 1A (e outros): tom da música com base na roda de Camelot. Representa a entonação e pode ser usada para encontrar faixas em tons similares: uma música em 1A pode ter uma transição mais harmônica para outras em 2A e 3A, por exemplo;
  • Compassos: duração da transição;
  • EQ: equalizador para modificar as frequências, como graves e agudos;
  • Efeito: diferentes efeitos de transição entre as músicas, como diminuir a saída da música anterior ou aumentar a entrada da posterior.

Quem pode usar o modo?

O recurso está disponível apenas para assinantes do Spotify Premium.

Quais playlists são compatíveis?

Cada pessoa pode usar as mixagens apenas nas playlists que ela mesma criou, colaborativas ou não. Não é possível usar a ferramenta em playlists de terceiros, mixes ou retrospectivas do Spotify.

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VÍDEO: O que levar em consideração antes de comprar uma caixa de som portátil?

 

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Pneus importados podem ficar mais caros no Brasil; entenda o porquê

A chamada “invasão chinesa” no mercado brasileiro vai muito além do setor automotivo. Indústrias da China vêm crescendo globalmente e ampliaram suas exportações para diversos países, inclusive o Brasil.

No segmento de pneus, o movimento se intensificou nos últimos anos com a baixa alíquota de importação, que facilitou a entrada de diversas marcas chinesas — muitas ainda desconhecidas do público — a preços abaixo da média.

Esse cenário prejudicou fabricantes que produzem nacionalmente, que agora pressionam o governo por impostos mais altos sobre importados. A decisão pode ser anunciada nesta terça-feira (23/9), em reunião do Comitê-Executivo de Gestão da Camex (Gecex).


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O que pode mudar?

Hoje, o imposto de importação para pneus de carros de passeio está fixado em 25%, após o reajuste feito em outubro de 2024 — antes, a alíquota era de 16%.

(Freepik/Divulgação)

Agora, a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) pede a elevação para 35%, o teto permitido pela Organização Mundial do Comércio (OMC). O objetivo, segundo a entidade, é combater a concorrência desleal dos produtos chineses e de outros países asiáticos, como Vietnã, Índia e Malásia.

A posição dos importadores

Por outro lado, a Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Pneus (ABIDIP) classifica o pedido como “protecionismo injustificável e perigoso”.

Segundo a entidade, tarifas mais altas terão impacto direto no consumidor, que pode pagar mais caro pelos pneus. Além disso, alerta que a medida pode incentivar a compra ilegal de pneus usados ou modificados, comprometendo a segurança viária.

Até o momento, não houve definição oficial sobre a nova tarifa. O tema deve voltar à pauta nos próximos dias.

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Aplicativo espião ilegal já foi usado em 100 mil celulares, mas segue disponível

Uma equipe de hackers conseguiu invadir o sistema de um aplicativo espião ilegal, chamado Celular 007, e revelou milhares de conversas captadas sem autorização. O conteúdo chegou às mãos da DDoSecrets, organização que publica, analisa e arquiva dados vazados, e compilou tudo com auxílio da InterSecLab, laboratório que trabalha com segurança digital e perícia forense digital. 

Vendido livremente na internet, o app é descrito como uma ferramenta para que pais e responsáveis possam supervisionar as atividades dos filhos no celular, mas, segundo levantamento da revista piauí, que teve acesso às mensagens interceptadas, na prática o aplicativo espião é usado para investigações policiais clandestinas, perseguição e espionagem no geral, como stalking.

Quem usa aplicativos espiões e para quê?

Os dados compilados pelos hackers compreendem o período entre janeiro de 2015 e maio de 2024, quando pelo menos 116.079 celulares foram espionados por 105.897 usuários por todo o Brasil. Os clientes vão de cidadãos comuns e funcionários públicos a policiais civis e militares, bem como servidores do judiciário brasileiro. As pessoas espionadas incluem investigados, outros servidores públicos e, em alguns casos, cônjuges e civis comuns, por motivos desconhecidos.


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Apesar do uso legal de aplicativos de monitoramento só ser permitido para pais de menores, apps propagandeiam espionagem de parceiros e empregados (Imagem: Kaspersky)
Apesar do uso legal de aplicativos de monitoramento só ser permitido para pais de menores, apps propagandeiam espionagem de parceiros e empregados (Imagem: Kaspersky)

Pela lei, só é permitido usar aplicativos do tipo em casos onde um pai ou responsável realmente esteja monitorando o filho para garantir sua segurança, ainda devendo respeitar o direito à privacidade mantido pelo menor de idade.

Mesmo assim, a publicidade do Celular 007, em seu site oficial, não disfarça sua ilegalidade: ela afirma que o app é o “melhor para rastreamento no Brasil, com mais de 1 milhão de downloads”, e que pode ser usado sem ser notado para monitorar empregados, cônjuges e investigados. O aplicativo só está disponível para celulares Android, assim como outros do tipo.

Para a instalação do aplicativo, é necessário ter em mãos o celular de quem será espionado, modificando algumas configurações para permitir o acompanhamento das atividades através de uma página HTML. Microfone, câmera e localização passam, também, a ser rastreados.

No Brasil, todo uso de apps assim, fora o caso de pais acompanhando filhos, é ilegal, só sendo permitido pela polícia com mandado e através de sistemas de oficiais de inteligência, como o Guardião, que é auditável, seguro e não permite invadir aplicativos criptografados, como o WhatsApp.

No Brasil, foram identificados usos de apps espiões por polícias, servidores públicos e até agências de inteligência — seria esse o motivo da permissividade a aplicativos do tipo? (Imagem: Msporch/Pixabay)
No Brasil, foram identificados usos de apps espiões por polícias, servidores públicos e até agências de inteligência — seria esse o motivo da permissividade a aplicativos do tipo? (Imagem: Msporch/Pixabay)

O Celular 007 é pago, custando R$ 209 no pacote mais barato, que dura 15 dias. Ele não é o único app do tipo, chamado stalkerware, dividindo espaço com pelo menos 12 outros, como Meu Spy, Rastreador de Namorado, WebDetetive e Bruno Espião.

Além da ilegalidade, os aplicativos não têm uma engenharia robusta, ficando facilmente vulneráveis a ataques: em 2023, o WebDetetive teve seu banco de dados invadido e exposto na internet, revelando seu uso por 76 mil celulares.

Como mostra a reportagem da piauí, que traz relatos de pessoas invadidas e casos de uso ilegal por autoridades brasileiras, a existência de aplicativos ilegais como esses é disseminada e não está sofrendo ações de mitigação por parte das polícias e Ministério Público, que deveriam investigar casos do tipo.

Marla Rivera, diretora do InterSecLab, recomendou aos brasileiros que tenham cuidado ao compartilhar a senha do celular com quaisquer outras pessoas: à revista, ela afirmou que a segurança da informação é um tema pouco trabalhado no Brasil.

Veja também:

VÍDEO | COMO FUNCIONA A PELÍCULA DE PRIVACIDADE DO CELULAR? #Shorts

 

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HJ Conference promove inovação e negócios em sua 10ª edição em Concórdia (SC)

A pequena Concórdia, no interior de Santa Catarina, será palco para empreendedores, marcas, instituições financeiras e empresas de tecnologia. A cidade recebe nos dias 25, 26 e 27 de setembro a 10ª edição do HJ Conference, um dos maiores eventos de empreendedorismo do Brasil que promove networking e conteúdo.

Organizado pela A9 Educação, o encontro acontece no Parque de Exposições de Concórdia, onde haverá uma grande feira de negócios, mentorias técnicas e arenas de conteúdo. A programação é dividida em trilhas temáticas como Vendas, Marketing e Growth, Gestão e Estratégia, Inovação e Tecnologia, Liderança e RH, ESG e Cases de Sucesso.

O HJ Conference vai receber mais de 200 palestrantes, de empresários, artistas, palestrantes a representantes de empresas nacionais e internacionais. Entre os convidados confirmados estão o ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, o escritor e psiquiatra Augusto Cury, os filósofos Lúcia Helena Galvão e Luiz Felipe Pondé, e executivos da Microsoft, IBM, Embraer, QuintoAndar e Rocketseat.


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São esperados de 6 a 8 mil visitantes de todo o Brasil, incluindo empresários de grandes empresas a lideranças de startups. A movimentação na cidade catarinense deve gerar um impacto superior a R$ 20 milhões na economia local.

Para o cofundador do evento, Alexandre Weimer, o HJ Conference vai além de ser uma oportunidade de negócio para o empreendedor. “O HJ Conference é mais do que um evento, é um ponto de encontro de ideias, pessoas e negócios que ajudam a transformar realidades. Nesta edição, queremos mostrar o potencial do empreendedor brasileiro e como a inovação pode nascer em qualquer lugar”, afirma. 

Ingressos ainda disponíveis 

O evento oferece ingressos do tipo diário e passaporte e diferentes acessos às mentorias com especialistas. Todas as modalidades seguem disponíveis para compra no site do evento (https://hjconference.com.br/). A programação também está sendo liberada aos poucos. 

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