Como entrar no Facebook pelo Instagram

Depois de unificar suas contas pela Central de Contas, ferramenta da Meta que conecta Facebook, Instagram e Messenger, é possível acessar o Facebook pelo Instagram. Assim, se esquecer a senha do Facebook, ainda consegue entrar usando os dados do outro perfil, além de publicar nos Stories e no Feed das duas redes ao mesmo tempo.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • Como acessar o Facebook pelo Instagram?
  • Como ver a conta do Instagram no Facebook?
  • Como faço para entrar no Instagram usando o Facebook?

Como acessar o Facebook pelo Instagram?

A integração entre Instagram e Facebook, que pertencem ao mesmo grupo (Meta), permite usar a conta de uma rede social para acessar a outra. Veja como:


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  1. No Instagram, abra seu perfil e clique no ícone de três pontos:
  2. Abra as “Configurações” e entre na “Central de Contas”;
  3. Em “Experiências interligadas”, toque em “Fazer login com contas”;
  4. Ative “Permitir que todas as contas sejam usadas para login”;
  5. Para personalizar, escolha “Avançado” e selecione usar o perfil do Instagram para entrar no Facebook;
  6. Abra o Facebook e faça login com o usuário e senha do Instagram.
    Passos para vincular Instagram e Facebook na Central de Contas
    Para fazer login no Facebook pelo Instagram, é necessário conectar as duas redes sociais na Central de Contas. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Como ver a conta do Instagram no Facebook?

Para ver a conta do Instagram no Facebook, é necessário que os perfis estejam conectados na Central de Contas. Depois de vincular as contas:

  1. No seu perfil do Facebook, clique no ícone de três pontos;
  2. Clique em “Configurações e privacidade”;
  3. Toque em “Configurações”;
  4. Abra a “Central de Contas”
  5. Clique em “Perfis” para visualizar o perfil do Instagram.

Como faço para entrar no Instagram usando o Facebook?

Para entrar no Instagram usando o Facebook, é necessário que as contas estejam vinculadas na Central de Contas nas configurações das redes sociais.

Isso funciona porque as redes sociais pertencem ao mesmo grupo, o que permite o login cruzado e até realizar postagem no Facebook e no Instagram ao mesmo tempo.

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OD: Novo teaser do jogo de Hideo Kojima evoca terror de P.T.; assista

A Kojima Productions revelou um novo teaser de OD: KNOCK, jogo de horror que está sendo feito em parceria com o Xbox Game Studios, durante o evento em comemoração aos 10 anos do estúdio, o Beyond The Strand, que aconteceu em Tóquio na madrugada desta terça-feira (23).

Com pouco mais de 3 minutos, o novo trailer evoca uma atmosfera macabra que lembra bastante o infame Playable Teaser (P.T.), a demo do cancelado Silent Hills que seria produzido por Hideo Kojima antes de sua saída da Konami. O teaser de OD impressiona pelos gráficos realistas e pela captura de movimentos da atriz Sophia Lillis, uma das confirmadas no elenco.

OD: KNOCK está sendo desenvolvido na Unreal Engine 5 e utiliza o MetaHuman, ferramenta da Epic Games para a criação de humanos digitais realistas que tem sido um verdadeiro destaque nos dois trailers do jogo divulgados até o momento.


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O vídeo mostra a personagem de Sophia Lillis aparentemente envolvida em um ritual, enquanto algo não humano bate à porta de seu quarto. As cenas são intercaladas por frases soltas, e o trailer termina com uma figura monstruosa agarrando o rosto da atriz.

Infelizmente, nenhuma data de lançamento, plataforma ou outra informação relevante sobre o jogo foi anunciada.

O que é OD: KNOCK, próximo jogo de Hideo Kojima?

OD foi anunciado inicialmente em 2022, quando o infame produtor Hideo Kojima revelou que estava trabalhando com o Xbox Game Studios e a tecnologia de nuvem da Microsoft em um novo jogo de terror.

Um ano mais tarde, no The Game Awards de 2023, Kojima voltou a falar de OD, apresentando o elenco composto por Sophia Lillis, Hunter Schafer e Udo Kier. Durante o evento, o produtor também confirmou a participação do diretor de cinema Jordan Peele, conhecido por filmes como Corra!, Não! Não Olhe! e Nós. Kojima explicou durante o Beyond The Strand que o subtítulo ‘KNOCK’ é para diferenciar sua parte do jogo da parte de Jordan Peele.

OD promete ser um jogo, filme e um novo tipo de mídia (Divulgação/Kojima Productions, Microsoft)

Em 2024, o projeto teria sido paralisado por conta da greve da SAG-AFTRA, o sindicato de mídia e entretenimento dos Estados Unidos. O mesmo teria acontecido com Physint, novo jogo de ação e espionagem do estúdio, programado para chegar ao PlayStation 6.

Hideo Kojima descreve OD: KNOCK como um jogo de terror que promete ser, ao mesmo tempo, “um videogame, um filme e uma nova forma de mídia”. Em entrevista à revista Ssense, ele afirmou que o projeto “é algo totalmente diferente… as pessoas vão amar ou odiar”.

O produtor também contou que o projeto será algo nunca antes visto pela indústria e que “a verdadeira avaliação do jogo acontecerá em 10 ou 20 anos”.

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5 ferramentas que transcrevem áudios para acelerar os estudos

Com a expansão da inteligência artificial, uma nova aliada ganhou espaço no cotidiano dos estudantes: a transcrição automática de áudios em textos. Esse recurso vem transformando a forma como os alunos fazem anotações, permitindo registrar aulas, palestras e seminários com mais rapidez e precisão. 

O resultado é mais tempo para absorver os conteúdos e menos preocupação em acompanhar cada palavra dita em sala de aula.

A estudante de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, Larissa Costa, afirma que a tecnologia mudou sua rotina acadêmica: “antes eu gastava horas revisando gravações das aulas, mas agora consigo ter tudo transcrito em minutos. Isso me dá mais tempo para estudar e organizar meus resumos de forma eficiente”, conta.


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Como converter áudios em textos?

A forma mais prática de transformar áudios em textos é por meio de ferramentas especializadas. Elas utilizam IA ou outras tecnologias para reconhecer a fala e converter em registros escritos, seja a partir de arquivos gravados ou em tempo real. 

Por trás desse processo, estão tecnologias como o reconhecimento automático de voz (ASR) e o processamento de linguagem natural, capazes de identificar palavras, pontuação e até ajustar a entonação.

Esse movimento acompanha a tendência global de adoção da IA na educação. Segundo pesquisa realizada pela Microsoft com 509 instituições de ensino superior nos Estados Unidos, 99,4% delas reconhecem que a inteligência artificial será essencial para manter a competitividade nos próximos anos

Esse dado reforça o papel das soluções de transcrição como soluções estratégicas para apoiar o aprendizado e a produtividade acadêmica.

1. Transkriptor

Entre as principais opções disponíveis, o Transkriptor se destaca pela versatilidade. A ferramenta permite converter arquivos locais de vídeo ou áudio em texto, além de oferecer transcrição instantânea de entrevistas, reuniões, chamadas e palestras. Também é possível gravar diretamente na plataforma para que sejam automaticamente transformados em texto.

Disponível para PC (web), Android e iOS, o Transkriptor aceita formatos amplamente utilizados, como MP3, MP4 e WAV, entre outros. Essa compatibilidade garante que estudantes possam acessar o recurso em qualquer dispositivo, facilitando o uso no dia a dia. 

Com essa abrangência, a plataforma se tornou uma alternativa eficiente para quem busca praticidade e precisão na hora de transformar falas em registros escritos.

2. Otter.AI

O Otter.AI atua como um agente multifuncional, oferecendo suporte em áreas como vendas, recrutamento, educação e criação de conteúdo. Entre suas funções estão a transcrição de palestras, entrevistas e reuniões, além da organização de anotações, geração de resumos e apoio na produção de textos a partir de áudios. 

Essa versatilidade fez com que a plataforma fosse adotada tanto por estudantes quanto por profissionais que buscam otimizar o fluxo de informações.

Apesar do nome, que remete diretamente ao uso de IA, a empresa por trás do Otter.AI não confirmou publicamente se utiliza IA em suas transcrições ou demais recursos. Ainda assim, a plataforma se consolidou como uma das mais populares no mercado pela capacidade de integrar diferentes necessidades de comunicação e produtividade em um só ambiente.

3. Whisper

O Whisper é uma alternativa que vem ganhando espaço por ser um modelo de código aberto criado pela OpenAI, a mesma desenvolvedora do ChatGPT. Diferente de outras soluções, ele pode ser executado diretamente no computador, sem a necessidade de Internet, o que garante mais controle ao usuário sobre seus dados e uso.

Por ser um sistema técnico, a instalação e utilização exigem certo conhecimento de programação, mas em contrapartida, oferece alta precisão na transcrição e maior privacidade. Essas características tornam o Whisper uma solução interessante para quem busca autonomia e segurança na conversão de áudios em textos, especialmente em contextos acadêmicos ou profissionais que envolvem informações sensíveis.

4. Trint

O Trint é uma das ferramentas mais utilizadas por jornalistas e produtores de conteúdo, já que oferece a possibilidade de transformar áudios em textos editáveis com alto nível de precisão. Além da transcrição, a plataforma permite colaboração em tempo real, com marcação de falas e organização de trechos, o que facilita a edição e a revisão coletiva.

Outro diferencial é a capacidade de traduzir conteúdos e exportar em múltiplos formatos, tornando o processo de publicação mais ágil. Embora seja um serviço pago, o Trint disponibiliza período de teste gratuito, permitindo que novos usuários experimentem suas funcionalidades antes de investir na assinatura.

5. Fireflies.ai

Focado em otimizar reuniões online, o Fireflies.ai se consolidou como uma solução prática para diferentes setores. A plataforma grava conferências, realiza a transcrição automática e ainda gera resumos detalhados das conversas. Essa combinação facilita a organização do histórico de chamadas e garante que nenhum ponto importante seja perdido.

Compatível com o Zoom, Microsoft Teams e Google Meet, o Fireflies.ai também pode ser integrado a sistemas de CRM, criando um fluxo de trabalho mais eficiente para áreas como vendas, atendimento e gestão de projetos. Para empresas que buscam registrar informações estratégicas de forma estruturada, o app se torna um aliado indispensável.

Principais desafios no uso de transcrição de áudio para texto

Apesar dos avanços e da popularização das ferramentas de transcrição, ainda existem desafios importantes a serem superados. A precisão em contextos com sotaques variados, ruídos de fundo ou termos técnicos específicos continua sendo uma barreira para garantir a total confiabilidade dos textos gerados. 

Esse aspecto pode exigir revisões humanas em situações mais complexas, como em ambientes acadêmicos ou jurídicos.

Outro ponto crítico envolve a ética e a privacidade dos dados. Muitas vezes, as transcrições lidam com informações sensíveis, como reuniões estratégicas, depoimentos ou conteúdos pessoais de estudantes. 

Por isso, é essencial que as plataformas adotem protocolos de segurança claros, garantindo que os áudios não sejam compartilhados ou armazenados de forma inadequada.

A preocupação com o uso responsável da IA na educação também está em pauta. A UNESCO, por exemplo, lançou um guia específico para orientar instituições no emprego consciente dessas tecnologias, incentivando boas práticas que promovam inclusão e transparência. 

Ao considerar tais recomendações, escolas e universidades podem aproveitar o potencial da transcrição automática e de outras ferramentas que utilizam inteligência artificial, ao mesmo tempo em que asseguram proteção de dados e confiança no processo.

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Empresas lançam programa gratuito em Análise de Dados com foco no mercado

A Generation Brasil anunciou nesta segunda-feira (22) o lançamento de seu primeiro curso de qualificação em Análise de Dados no país. A iniciativa, realizada em parceria com o Instituto Cyrela e a CashMe, é gratuita, totalmente online e ao vivo, com duração de 12 semanas em período integral. O início da primeira turma está previsto para novembro de 2025.

Presente em mais de 17 países e atuando no Brasil desde 2019, a Generation é uma organização sem fins lucrativos que já formou milhares de jovens em áreas ligadas a tecnologia, saúde e serviços. Agora, estreia em uma das carreiras mais estratégicas do momento: a análise de dados, considerada fundamental para o futuro do trabalho.

Um dos destaques do programa é o módulo dedicado à Inteligência Artificial (IA). Segundo a Generation, a decisão de incluir IA no currículo é estratégica, já que o mercado está em busca de profissionais que dominem a tecnologia desde o início da carreira.


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Relatórios internacionais reforçam esse movimento: segundo a Burtch Works, salários de profissionais juniores com conhecimento em IA cresceram 12% entre 2024 e 2025, e esses talentos chegam mais cedo a posições de liderança.

No Brasil, pesquisa da PwC revelou que o número de vagas exigindo IA quadruplicou entre 2021 e 2024, com salários médios avançando o dobro do restante do mercado.

Programa e processo seletivo

O curso combina competências técnicas, socioemocionais e de empregabilidade, incluindo:

  • Excel avançado, SQL, Python, Power BI e estatística aplicada;
  • Visualização de dados e fundamentos de Inteligência Artificial;
  • Habilidades socioemocionais como comunicação, colaboração, resiliência e pensamento analítico;
  • Mentoria de carreira e conexão direta com empresas parceiras.

Cada turma terá entre 40 e 45 participantes e a meta é garantir que a maioria esteja empregada em até 180 dias após a formatura. Segundo a ONG, 80% dos ex-alunos de programas anteriores já conseguiram colocação nesse período.

As inscrições já estão abertas no site da instituição. O processo é totalmente online e envolve etapas de formulário, desafio motivacional, prova de lógica e interpretação, além de entrevistas individuais. O público-alvo são jovens a partir de 18 anos, com ensino médio completo, disponibilidade para estudar em período integral e forte interesse em tecnologia.

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Bluesky está levando mais a sério ideia de expulsar usuários e reforça moderação

O Bluesky divulgou, no dia 19 de setembro, uma atualização de suas diretrizes, reforçando a possibilidade de expulsar usuários que violarem as regras estabelecidas e intensificando os esforços de moderação de conteúdos.

Os novos parâmetros fazem parte de uma revisão mais ampla das regras da rede social, iniciada em janeiro de 2025. Após a divulgação inicial, a plataforma solicitou a opinião dos usuários sobre as novas Diretrizes da Comunidade.

Segundo a empresa, mais de 14 mil pessoas enviaram feedback com sugestões e exemplos de como as regras poderiam afetar os usuários, especialmente no que diz respeito à expressão criativa e a “vozes tradicionalmente marginalizadas”.


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“Após considerar esse feedback, e retornando às nossas raízes experimentais, vamos nos concentrar em incentivar o diálogo construtivo e aplicar nossas regras contra assédio e conteúdo tóxico. Para começar, vamos intensificar nossos esforços de fiscalização”, afirmou a companhia em comunicado.

Em contato com o TechCrunch, um porta-voz do Bluesky destacou que, a partir de agora, usuários que violarem as regras estabelecidas pela empresa receberão menos avisos antes que suas contas sejam desativadas.

Atualizações nas diretrizes do Bluesky

Entre as mudanças anunciadas está uma explicação mais detalhada sobre as permissões relacionadas a cada um dos quatro princípios da rede social: Segurança em Primeiro Lugar, Respeito aos Outros, Autenticidade e Cumprimento das Regras.

Também foram incluídas definições mais claras sobre o alcance de cada uma das políticas da empresa, reduzindo termos vagos ou confusos.

Outra atualização foi a criação de uma seção dedicada a conteúdos de jornalismo, educação, advocacia e saúde mental, com o intuito de reduzir incertezas sobre como as diretrizes se aplicam nessas áreas.

Bluesky
Bluesky adicionou explicações mais detalhadas em cada um dos seus quatro princípios (Douglas Ciriaco/Canaltech)

Desenvolvimento de novos recursos

A empresa informou ainda que está desenvolvendo mudanças para melhorar a qualidade do discurso na rede, oferecer mais espaços personalizados de interação e otimizar a experiência do usuário.

“Um dos recursos que estamos desenvolvendo é um ‘modo zen’, que define novos padrões para a experiência na rede e para a interação entre pessoas. Outro recurso é a inclusão de dicas sobre como se envolver em conversas mais construtivas. Vemos isso como parte do nosso objetivo de tornar as redes sociais mais autênticas, informativas e humanas novamente”, destacou a companhia.

Leia mais: 

VÍDEO | DIFERENCIAIS DO BLUESKY

 

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Raríssimo Apple-1 com case de madeira é vendido por quase meio milhão de dólares

Um raríssimo computador Apple-1, uma das pouquíssimas unidades que ainda sobrevivem em seu gabinete original de madeira, foi vendido em um leilão no último fim de semana por impressionantes US$ 475 mil (cerca de R$ 2,6 milhões). O valor superou em muito a estimativa inicial da casa de leilões RR Auctions, que era de US$ 300 mil.

O que torna esta peça tão especial é sua raridade e estado de conservação. Acredita-se que este seja um dos nove exemplares sobreviventes (de 50 produzidos) que vêm com o gabinete de madeira original da Byte Shop, a loja que vendeu as primeiras unidades do computador de Steve Wozniak e Steve Jobs.

Apple-1 leiloado tem histórico interessante

A máquina foi totalmente restaurada pelo especialista em Apple-1, Corey Cohen, que a avaliou com uma nota de 8/10 e a deixou em pleno estado de funcionamento. O lote completo incluía a placa original, a interface de cassete, um teclado Datanetics, uma fonte de alimentação Triad e um monitor Sanyo da época.


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Conhecido como o “Moore Apple-1”, o computador tem uma história interessante. Ele foi adquirido na venda de bens de June Blodgett Moore, a primeira mulher a se formar na faculdade de direito de Stanford. Isso, somado à raridade do hardware, ajudou a elevar o valor final do leilão.

Um vídeo divulgado pela RR Auctions mostrando o computador em funcionamento, rodando programas em Apple Basic e exibindo uma demo com os rostos de Jobs e Wozniak, também pode ter impulsionado o interesse dos colecionadores.

O leilão também provou que a demanda por artefatos da história da Apple continua em alta. Junto com o Apple-1, um cheque de apenas US$ 10 assinado por Steve Jobs em 1976 foi leiloado. A peça, que tinha uma estimativa de US$ 25.000, acabou sendo vendida por US$ 46.250.

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Nokia faz acordo e vai continuar vendendo celulares; entenda

A Nokia anunciou a extensão do acordo de licenciamento com a HMD Global para venda de aparelhos com a marca finlandesa. O novo contrato prolonga a parceria por mais três anos, além da data original de expiração em 2026, garantindo a continuidade dos famosos feature phones Nokia no mercado.

Vale lembrar que os feature phones são os smartphones básicos, mas com algumas funções extras. Na prática, um modelo do tipo é capaz de realizar ligações, enviar mensagens de texto, mas não fazem muito, além disso, pois tem a proposta de ser um aparelho simples e sem muitos recursos modernos.

Fontes próximas ao negócio confirmaram que ambas as empresas chegaram a um consenso sobre os termos do acordo. Embora a HMD Global tenha descontinuado os smartphones da Nokia no início deste ano, os aparelhos básicos continuarão sendo produzidos e comercializados.


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Índia lidera mercado global de feature phones da Nokia

O mercado indiano representa o maior volume de vendas para os aparelhos básicos Nokia. Dados da IDC mostram que a HMD Global domina 22,4% do segmento por volume e cerca de 30,7% por valor no país asiático.

Durante 2024, as vendas de feature phones na Índia alcançaram quase 54 milhões de unidades, demonstrando a força da demanda por esses dispositivos. Além de consumir a maior parte da produção, o país também funciona como hub de exportação para outros mercados.

A produção dos aparelhos Nokia acontece tanto na Índia quanto na China, com foco especial no atendimento às necessidades locais e regionais.

nokia feature phone
Feature phones ainda se mantém relevantes em diversos mercados (Imagem: Divulgação/HMD)

Acordo garante relevância da marca em segmento tradicional

Para a Nokia, manter o licenciamento significa preservar a relevância em um segmento que a empresa ajudou a definir mundialmente. O nome Nokia ainda ressoa fortemente entre consumidores rurais e urbanos, especialmente em mercados emergentes.

Do lado da HMD Global, ter acesso contínuo à marca Nokia fortalece sua posição competitiva. A empresa pode aproveitar o reconhecimento histórico da marca enquanto desenvolve sua própria estratégia de produtos.

Especialistas apontam que os feature phones permanecem populares em diversos mercados devido ao preço acessível e bateria de longa duração.

HMD planeja diversificar portfólio além da Nokia

Paralelamente ao acordo com a Nokia, a HMD Global trabalha na expansão de produtos com marca própria. Os planos incluem smartphones HMD, tablets e possíveis colaborações com outras empresas.

Até o momento, nenhuma das empresas fez comentários públicos oficiais sobre os detalhes específicos do novo acordo.

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Aumento de preços do Xbox não tem a ver com tarifas, afirma ex-Blizzard

Na última sexta-feira (19), a Microsoft anunciou discretamente que estava aumentando os preços do Xbox Series X|S nos Estados Unidos. Este foi o segundo aumento sofrido pelo hardware do Xbox em 2025, justificado devido a “mudanças no ambiente macroeconômico”. As tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, são comumente citadas como um dos principais motivos para o aumento de preços dos consoles, mas, desta vez, o motivo seria diferente, segundo um ex-executivo da Blizzard.

“Aumentos no preço dos consoles não são questões de tarifas, são questões de lucro. E a razão pela qual os lucros não estão onde deveriam estar é uma questão muito, muito mais profunda do que a desculpa das tarifas”, afirmou o ex-presidente da Blizzard, Mike Ybarra, em uma publicação no X (antigo Twitter).

Para Ybarra, as tarifas dos EUA estão sendo usadas como desculpa, visto que houve dois aumentos nos preços dos consoles Xbox no ano, enquanto as tarifas foram elevadas apenas uma vez. “[As tarifas são] Uma desculpa para continuar aumentando os preços, sem nenhum novo aumento nas tarifas, é simplesmente um problema diferente, e eles farão os consumidores continuarem a pagar por esses problemas”.


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O ex-presidente da Blizzard não explicou qual seria esse outro problema, mas é possível especular alguns cenários. O foco da Microsoft claramente mudou nos últimos tempos, saindo do modelo tradicional de fabricantes de consoles para apostar em serviços e em uma estratégia multiplataforma. A empresa, então, estaria repassando o prejuízo de hardware para os consumidores.

Embora seja possível especular mais a fundo sobre o aumento de preços do Xbox Series, o verdadeiro motivo provavelmente não será revelado oficialmente.

O jornalista do Washington Post, Gene Park, observou que outros dispositivos, como os novos iPhones da Apple, mantiveram o mesmo preço (com exceção das versões Pro), enquanto os consoles de videogame continuam ficando mais caros, mesmo com uma tecnologia consideravelmente mais antiga.

Para o diretor de pesquisa e insights da Niko Partners, Daniel Ahmad, isso acontece justamente porque “Trump isentou certas peças de smartphones e computadores de tarifas recíprocas”. O entrave é que o governo dos Estados Unidos não considera um console como computador e, por isso, o classifica como “uma categoria separada e sujeita a tarifas integrais”.

PlayStation, Xbox e Nintendo Switch estão virando luxo?

Uma pesquisa do site Ars Technica apontou que a geração do PlayStation 5, Xbox Series e Nintendo Switch é a primeira em que os preços não caíram. Mesmo considerando a inflação, os consoles de videogame estão ficando mais caros do que no lançamento, algo inédito para a indústria.

Preços de consoles da atual geração seguem subindo (Divulgação/Nintendo, Sony, Microsoft)

Segundo o portal, vários fatores contribuíram para o aumento dos preços, incluindo a alta da inflação norte-americana nos últimos anos, a escassez de semicondutores durante a pandemia e a política tarifária imposta pelos EUA.

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Tem como descobrir a senha do Facebook?

O Facebook não permite descobrir a senha completa por motivos de segurança. Mas se você salvou a credencial em navegadores, dispositivos ou gerenciadores de senhas, é possível acessá-la por esses meios.

É importante lembrar que você só vai conseguir recuperar a senha por esses caminhos se ela tiver sido salva previamente. Caso contrário, será necessário usar o processo de recuperação de senha do Facebook.

Como descobrir a senha do meu Facebook?

O Facebook não fornece a senha na íntegra por questões de segurança. No entanto, se você salvou a senha em um navegador, gerenciadores de senhas ou no dispositivo, é possível acessá-la por esses canais. Veja a seguir:


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No Android

Por padrão, o Android armazena informações de login de sites e apps na conta do Google.

  1. Entre no Gmail e clique na sua foto de perfil;
  2. Clique em “Gerenciar sua conta do Google”;
  3. Toque em “Gerenciador de senhas“;
  4. Pesquise por “Facebook”;
  5. Confirme a sua identidade com a biometria;
  6. Visualize a senha clicando no ícone de olho.

No iOS e macOS

Os passos são os mesmos no iOS e macOS para verificar as credenciais salvas no gerenciador de senhas nativo dos sistemas da Apple:

  1. Abra o app “Senhas”;
  2. Vá em “Buscar”;
  3. Procure por “Facebook”;
  4. Verifique a sua senha.

No Google Chrome

Se você utiliza o Facebook no Chrome, pode encontrar as senhas salvas no gerenciador de senhas do Google.

  1. Acesse o Gerenciador de senhas do Google (passwords.google.com);
  2. Pesquise pelo “Facebook”;
  3. Insira a senha da sua conta do Google;
  4. Clique no ícone de um olho para visualizar a senha.
    Logo do Facebook na tela de um celular
    O Facebook não disponibiliza a senha para os usuários por questões de segurança. (Imagem: dlxmedia.hu/Unsplash)

No Microsoft Egde

Se você usa o Facebook no Microsoft Edge, o navegador também conta com a funcionalidade de salvar senhas:

  1. Clique no ícone três linhas, no canto superior direito;
  2. Selecione “Configurações”;
  3. Clique em “Senhas”;
  4. Localize o “Facebook” na lista, clique no ícone com formato de um olho.

No Firefox

No Firefox, você também pode acessar a lista de senhas e logins de sites que navegou pelo software:

  1. Clique no ícone de três linhas, no canto superior direito;
  2. Vá em “Senhas”;
  3. Procure por “Facebook” no campo de busca;
  4. Confira a senha clicando no botão de olho.

No Windows

Embora raro, suas credenciais do Facebook podem estar salvas no Windows. Esse método funciona no Windows 10 e 11 e só pode ser feito em um perfil com privilégios de administrador. Veja como conferir:

  1. Acesse o “Painel de Controle” do Windows;
  2. Clique em “Contas de usuário”;
  3. Acesse a aba “Gerenciador de credenciais” no menu esquerdo;
  4. Em “Credenciais da web”, localize o Facebook.

Não encontrei a senha do Facebook, e agora?

Se você não conseguir encontrar a senha em nenhum dos métodos acima, será necessário recuperar a senha do Facebook. Veja como fazer:

  1. Na página de login do Facebook, clique em “Esqueceu a senha?”;
  2. Insira o seu e-mail ou número de telefone associado à conta;
  3. Digite o código enviado para você no telefone ou e-mail;
  4. Escolha uma nova senha para a conta no Facebook.

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Falhas no WiFi e no 5G irritam donos do iPhone Air e iPhone 17

Relatos nas redes sociais apontam que os novos modelos de iPhone 17, 17 Pro, 17 Pro Max e iPhone Air estariam com problemas de conectividade. Reclamações de compradores irritados surgiram em comentários do Reddit e no suporte oficial da Apple.

De acordo com as publicações, os aparelhos sofrem com desconexões intermitentes da rede Wi-Fi. Essas falhas ocorrem principalmente ao desbloquear o aparelho, e um possível fator associado é o uso simultâneo com um Apple Watch pareado. 

Os problemas também impactam o funcionamento de serviços como o CarPlay, que é dependente da rede.


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Também foram registrados problemas em conexões de redes móveis com as operadoras AT&T e Verizon, entre outras. 

iPHone 17 Pro
iPhone 17 estearia com problemas de conexão (Imagem: Divulgação/Apple)

Inicialmente vistos como isolados, os relatos de reclamações aumentaram rapidamente nos últimos dias. O alcance total do problema ainda é incerto, mas já estaria em andamento uma investigação sobre as causas.

A Apple já teria reconhecido a falha em pelo menos um caso, e oferecido uma devolução.

Novo Chip N1 pode ser o culpado

Os smartphones trazem a primeira geração do chip de conectividade proprietário da Apple, o N1. Ele substitui os componentes da Broadcom para oferecer suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.

A causa dos problemas atuais, porém, ainda não está totalmente associada a questões de hardware ou software. Há expectativa por uma correção via atualização de firmware, como o iOS 26.0.1. 

Outras novidades da linha iPhone 17 incluem a utilização de uma antena de rede maior ao redor do módulo de câmeras. 

iPhone Air
Celulares ganharam novo chip de conectividade (Imagem: Divulgação/Apple)

Mesmo assim, seu desempenho não superou o de gerações anteriores, que ainda apresentam sinal de conexão melhor em algumas áreas. 

A performance de rede também varia entre unidades dos novos modelos, já que algumas seriam melhores e outras piores que o iPhone 16.

Desde o início das entregas, a linha iPhone 17 tem múltiplos problemas relatados. Também foi percebida a facilidade de fazer arranhões nos modelos Pro e Air nas cores escuras, como Deep Blue e Space Black.

Espera-se que a próxima Apple TV também tenha o chip N1. No entanto, a empresa pode realizar melhorias no componente antes do lançamento. 

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