Desenvolvedor mantém GPU de 13 anos viva no Linux
Timur Kristóf, terceirizado da Valve, lança patches para dar sobrevida a GPUs antigas. Atualizações corrigem falhas e ampliam compatibilidade com hardware moderno.
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A Toyota confirmou que vai deixar de produzir cerca de 25 mil carros no Brasil neste ano devido aos danos na fábrica de motores em Porto Feliz (SP). A produção na unidade segue suspensa após a forte tempestade ocorrida na tarde de segunda (22), que trouxe ventos de até 90 km/h.
Aquela unidade é a que produz os motores 1.5 e 2.0 usados nas demais plantas. Para completar, a interrupção afeta diretamente os modelos fabricados em Sorocaba e Indaiatuba, incluindo o Corolla Cross, Yaris e o Yaris Cross — este, aliás, seria lançado em outubro. Por ora, não há uma nova data para a estreia do modelo, mas sua pré-venda continua normalmente nas lojas de São Paulo.
Sem previsão imediata de retomada, a montadora estuda alternativas como a importação de outras unidades no exterior. A previsão é de que a normalização da produção ocorra apenas em 2026, o que coloca a Toyota em posição delicada frente à concorrência.
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A destruição da fábrica de Porto Feliz somada à interrupção das operações das fábricas de Sorocaba e Indaiatuba deixam a montadora em uma posição delicada, afinal, a oferta desses veículos no mercado nacional vai ser drasticamente reduzida.
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Por isso, é esperado que a Toyota perca espaço nas vendas — hoje, a marca fica na quarta posição, atrás somente de nomes como Chevrolet e Hyundai. Além disso, a Toyota segue a filosofia lean manufacturing, ou seja, produz com foco na redução de desperdícios e busca por ganhos na qualidade.
Assim, a empresa tem estoque pequeno, suficiente apenas para dar conta das flexibilidades necessárias para a produção. Segundo informações do Uol, o estoque remanescente das concessionárias só deve durar até 10 de outubro. Enquanto a marca busca saídas para importar os motores que seriam produzidos em Porto Feliz, a Toyota deve sustentar suas vendas com a picape Hilux e o SUV SW4.
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Nesta segunda-feira (29), os três palcos da YouPix Summit 2025 receberam especialistas de diversas áreas e origens para destacar o que é tendência no mundo dos Creators. O evento que acontece no Transamérica Expo 2025, em São Paulo, trouxe as influências de países emergentes como a China, falou sobre os cuidados que todo empreendedor deve ter em relação aos direitos autorais na criação de conteúdo e destacou plataformas como o Youtube e o LinkedIn, que oferecem oportunidades de negócios.
A feira anual é uma oportunidade do mercado Creator se encontrar com grandes marcas, iniciantes da carreira e startups para debater o futuro do setor. Além dos palcos com convidados, a YPX Summit contou com uma feira de negócios e estandes com ativações de marcas. Entre as patrocinadoras do evento estão Magalu, Amazon, Samsung e Sebrae.
Os painéis de destaque trouxeram dicas relevantes para criadores de conteúdo e mencionaram a responsabilização sobre o conteúdo e os direitos autorais sobre a criação. No painel “Quem assina quando dá o BO? Propriedade intelectual na Creator Economy”, os convidados Aline Izo, gerente sênior de Marketing, Branding e Comunicação do Magazine Luiza, Bruna Rego Lins, advogada especializada em Propriedade Intelectual e Proteção de Dados, e Rao, influenciador digital exaltaram a importância de se prevenir e buscar entender os contratos e os direitos que envolvem a criação e divulgação de conteúdo.
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Em relação aos direitos que protegem a criatividade, Bruna afirmou que a lei brasileira tem algumas aplicações possíveis, como, por exemplo, à marca, mas em todas elas exige que as ideias sejam expostas de alguma maneira.“É importante deixar claro que a ideia em si não é protegida. Ela precisa ser exteriorizada e transformada em alguma coisa, não necessariamente palpável”, explicou.
Apesar de o direito autoral não exigir um registro, a advogada recomendou que toda criação passe por uma formalização, considerando que a lei leva em conta a anterioridade. Quando a criação envolve inteligência artificial, ela citou que o registro do software também pode ser considerado nesse caso.

No caso da Lu, a influenciadora digital do Magalu, Bruna citou que conta não só o software que ela foi gerada, como também o seu direito de personalidade, já que é uma criação que tem voz, imagem e gestos conhecidos. Aline Izo contou que a influenciadora conta com uma equipe de advogados preparada para garantir a segurança jurídica da marca e uma governança de coerência sobre sua visibilidade.
Quanto às colaborações do Magalu com criadores, a executiva da varejista trouxe como exemplo a parceria com o influenciador Rao, que viralizou na criação da Marisa Maiô. A apresentadora, gerada por IA, fez uma campanha para a companhia em junho deste ano. Para o criador, o conteúdo como referência se torna inevitável. “É uma área muito cinzenta [o referencial], mas eu acho que é sempre identificável pelas pessoas que consomem arte”, disse Rao.
Em outro painel, o público pôde acompanhar como o mercado Creator da China tem influenciado e sido inspiração para o Brasil. O destaque está nas micronovelas ou microdramas, que se juntam à onda dos doramas norte-coreanos. A diretora de Marketing e Branding do Kwai Brasil, Claudine Bayma, afirmou que o país asiático produz hoje mais de 6.000 títulos dentro da plataforma.
“Foram mais ou menos 40 bilhões de visualizações entre 2022 e 2023. No ano seguinte, entre 2023 e 2024, foram 60 bilhões”, destacou. Essa é a parcela de conteúdo que mais recebe investimentos do Kwai no Brasil, de acordo com a executiva. “É um formato que você pode compartilhar e participar da narrativa, que fala desde de temas mais mainstream a temas nichados”, explicou.
A tendência pelo conteúdo vertical, segundo ela, está ligado à cumplicidade do conteúdo com o usuário, no qual se vê mais dentro dessa narrativa. “Por que não, no futuro no Brasil, já que na China é algo que já acontece, você vender a propriedade intelectual?”, questionou ao sugerir que as mídias pudessem sair do digital e chegar à mídia mainstream.

Na mesma linha, Lucas Peng, sócio e COO do IEST Group, disse que o criador brasileiro precisa se ver como empreendedor e como “comércio de conversão”, assim como criadores chineses já são vistos. “Existe na China também [o movimento] de começar a virtualizar [influenciadores], mas não é para substituir, e sim dar a essência do criador”, contou. Nesse cenário, o social commerce deve movimentar cerca de 2 trilhões de dólares na China.
No contexto brasileiro, Claudine disse que a oportunidade também está com quem capta os diferentes perfis de creators. Lucas complementou dizendo que é importante que as marcas flexibilizem suas estratégias, respeitando também as condições do criador e os novos formatos de conteúdo, fazendo com que ambos os lados se comprometam com os resultados.
As ferramentas para o trabalho dos criadores também foram temas centrais de diversos painéis, mas dois deles despontaram como oportunidades que ainda podem ser mais exploradas no Brasil e por conta de novos recursos voltados a esse universo.
No debate sobre LinkedIn TopVoice, Ana Minuto, fundadora e CEO da Minuto Consultoria e ‘top voice’ em carreira na plataforma, falou sobre a importância da constância nas redes sociais e da criação de conexões genuínas que vão além do digital. “Duas vezes por semana, eu faço um café com uma pessoa diferente do LinkedIn e a gente precisa começar a fazer mais trocas”, indicou.
A empresária também pontuou a forte presença corporativa no LinkedIn, que conta com mais de 63 milhões de empresas, segundo ela. Com isso, a rede social se torna uma oportunidade para criadores de negócios e esse é um passo fundamental para ser reconhecido na plataforma, afirmou Erih Carneiro, fundador da Gombo e mestre e doutor em Administração.
A dica dada pelo gerente de comunidades do LinkedIn, Luiz Gustavo Ribeiro, foi a de investir em temas nos quais você é especialista. “A gente tem investido cada vez mais no processo de educação para que as pessoas realmente se sintam confortáveis e educadas para falarem sobre temas que não necessariamente são sobre o escopo de trabalho todos os dias”, destacou.

Já em relação ao conteúdo audiovisual, o painel “Made on YouTube: os lançamentos e novidades para os criadores” trouxe o papel de recursos da plataforma de vídeo em relação à audiência, à monetização e ao conteúdo. A edição e criação de vídeos com IA, o uso do Youtube Studios para análise de dados e insights, a chegada do Youtube Shopping no Brasil e a opção de lives na vertical foram os mais comentados pelos criadores Bruno Correa e Giuliana Mafra no palco.
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Nesta segunda-feira (30), a Electronic Arts foi adquirida pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e pelas companhias Silver Lake e Affinity Partners.
A transação de US$ 55 bilhões foi a segunda maior da indústria de games, atrás apenas da compra da Activision Blizzard pela Microsoft, finalizada em 2023 por cerca de US$ 70 bilhões. Agora, parece que os primeiros passos da nova era da EA foram revelados: o foco será em IA generativa.
Os novos proprietários da produtora pretendem usar inteligência artificial para impulsionar os lucros da EA nos próximos anos, segundo uma reportagem do jornal Financial Times. A estratégia permitirá que os proprietários “administrem uma grande dívida em uma empresa que historicamente possuía um endividamento líquido limitado”.
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Como resultado da transação, a Electronic Arts irá passar de uma empresa de capital aberto para capital fechado. O então CEO da EA, Andrew Wilson, continuará no comando da companhia. É esperado que a transação seja concluída no primeiro trimestre do ano fiscal de 2027.
Apesar de revelar um pouco dos planos para a Electronic Arts, as empresas envolvidas na aquisição não se pronunciaram sobre como irão usar IA para aumentar os lucros da produtora americana.

Inteligência artificial nos videogames é um tema extremamente delicado na indústria, um setor ligado à economia criativa, e sofre resistência tanto de desenvolvedores quanto de jogadores.
A última grande empreitada envolvendo IA e o mercado de games foi quando a Microsoft anunciou a demissão de mais de 9 mil colaboradores em julho deste ano, afetando a divisão de games Xbox de forma severa. Alguns rumores e reportagens apontaram que os cortes foram relacionados ao investimento em infraestrutura de IA.
A King, subsidiária da Microsoft, foi uma das mais afetadas pelas demissões. Foi relatado que ex-funcionários do estúdio treinaram IAs para serem substituídos posteriormente pelas ferramentas. A desenvolvedora estaria sendo obrigada a usar IA, segundo relatos.
Voltando à Electronic Arts, ainda não se sabe qual o verdadeiro impacto da aquisição, transação que normalmente antecede cortes para todos os lados, incluindo demissões em massa e até fechamento de subsidiárias.
Até o fechamento da compra, a EA seguirá operando normalmente e continuará trabalhando em seus projetos, como o Battlefield 6, que parece ter agradado a muitos jogadores, e o recém-lançado EA Sports FC 26.
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Criadora do ChatGPT, a OpenAI prepara uma rede social de vídeos curtos para mostrar apenas conteúdos feitos por IA. A plataforma seria acessada a partir de um aplicativo próprio e usaria o próximo modelo de geração de vídeos da empresa, de acordo com a revista Wired.
A reportagem original aponta que a empresa começou a testar o app internamente e teve feedback positivo entre os funcionários. A tecnologia usada seria o Sora 2 (provável sucessor do gerador de vídeos realistas Sora).
O app contaria com um feed vertical similar ao de TikTok, Instagram Reels e YouTube Shorts. Os clipes teriam duração máxima de 10 segundos, sem a possibilidade de enviar qualquer coisa que não tenha sido gerada pela inteligência artificial.
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A expectativa é de que o app tenha um recurso de verificação para que os usuários consigam confirmar a própria identidade e usar os rostos nos vídeos. Dessa forma, a comunidade poderia marcar outras pessoas em publicações conjuntas.
Por enquanto, a OpenAI não confirma o desenvolvimento e não há previsão de lançamento.
Mesmo com a popularidade de Instagram e Facebook, a Meta seguiu um caminho parecido e também anunciou um feed somente para vídeos feitos por IA. O recurso recebe o nome de Vibes e fica disponível dentro do aplicativo do assistente Meta AI.
Do ponto de vista das empresas, os feed trazem muitas vantagens: é possível mostrar os novos modelos geradores de vídeos, atrair mais pessoas ao app e justificar os altos investimentos em infraestrutura de IA.
Por outro lado, é difícil encontrar fatores positivos para os potenciais usuários, visto que outras redes sociais já mostram clipes feitos por inteligência artificial e podem combinar histórias mais longas com influenciadores já conhecidos.
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Na era digital, circulam muitas “verdades” sobre tecnologia que, na prática, são completamente equivocadas. Alguns conceitos populares são repetidos como se fossem fatos, mas não resistem a uma análise mais atenta. Reunimos sete mitos tecnológicos que não passam de pura ilusão e explicamos a razão por trás de cada um.

Apesar de contarem com recursos de segurança avançados, os MacBooks não estão livres de ameaças digitais. A ideia de que os computadores da Apple não pegam vírus surgiu porque a maioria dos malwares é criada para Windows, mas isso não significa que os Macs sejam invulneráveis.
Como a popularidade do macOS cresce, os cibercriminosos também passam a mirar nesses dispositivos. A Avast alerta que, embora o sistema tenha proteção integrada, ataques e vulnerabilidades podem ocorrer, reforçando a necessidade de manter antivírus e atualizações em dia.
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A crença de que uma câmera de celular é melhor apenas por ter mais megapixels é enganosa. Os megapixels determinam a resolução da imagem, mas a qualidade final depende de fatores como tamanho do sensor, abertura da lente e processamento da imagem.
Um sensor maior capta mais luz e detalhes, mesmo em fotos com menos megapixels, e a abertura da lente influencia diretamente na nitidez e na performance em ambientes escuros. Por isso, um celular com 12 a 20 MP pode produzir fotos tão boas quanto outro com 50 MP, dependendo do conjunto de hardware e software.
O mito de que carregar o celular rapidamente prejudica a bateria não é verdadeiro. Os carregadores rápidos modernos e os próprios smartphones possuem sistemas de gerenciamento de energia que ajustam a corrente elétrica de acordo com a capacidade da bateria, evitando danos. A carga é mais intensa no início e desacelera à medida que a bateria se aproxima de 100%, garantindo rapidez sem comprometer a durabilidade do dispositivo.
Muitos acreditam que abrir portas melhora o sinal, mas a realidade é que paredes finas, portas de madeira ou vidro não interferem significativamente na conexão. O que realmente pode atrapalhar são outros aparelhos eletrônicos que usam frequências semelhantes, como micro-ondas, telefones sem fio e babás eletrônicas. Portanto, a interferência vem de fatores externos e da distância entre o roteador e os dispositivos.
Apesar de boatos nas redes sociais e respostas confusas de ferramentas de IA, não existe emoji de cavalo-marinho. O Consórcio Unicode, responsável pelos emojis, nunca incluiu essa figura nas listas oficiais desde 2010. O fenômeno é explicado pelo chamado “efeito Mandela”: muitas pessoas se lembram coletivamente de algo que nunca existiu. No caso do cavalo-marinho, imagens de referência em outros contextos podem ter criado a ilusão de que ele faria parte dos emojis.
A ideia de que deixar o celular carregando durante a noite “vicia” a bateria é ultrapassada. Baterias de íon de lítio, usadas em smartphones modernos, não sofrem efeito memória. Recursos de carregamento inteligente interrompem a carga quando a bateria atinge 100% e fazem pequenas recargas apenas para mantê-la completa.
Ainda assim, especialistas recomendam não manter o dispositivo constantemente em 100% de carga. Iniciar a recarga quando a bateria estiver em torno de 30% ajuda a prolongar a vida útil do componente.

O ícone de Wi-Fi com várias barras indica força do sinal, não a velocidade real da internet. Segundo a TP-Link, a taxa de sinal mostra apenas a qualidade da comunicação entre o dispositivo e o roteador, enquanto a velocidade depende do plano contratado e de fatores como congestionamento da rede, interferências e número de aparelhos conectados. Uma conexão com poucas barras pode ser instável, mas isso não significa necessariamente que o serviço esteja lento, e vice-versa.
Muitos mitos sobre tecnologia surgem de interpretações erradas ou de informações simplificadas demais. Conhecer os fatos ajuda a usar os dispositivos com mais eficiência.
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A Sony divulgou nesta segunda-feira (29) o livro PlayStation: The First 30 Years, repleto de fotografias e curiosidades sobre a trajetória do PlayStation. Uma delas é o design descartado do 1º controle DualShock, que era completamente diferente do que foi lançado pela companhia.
A divulgação oficial detalha que a publicação contará com imagens nunca antes vistas de protótipos, rascunhos conceituais e outros projetos que a Sony Interactive Entertainment trabalhou desde o lançamento do seu primeiro console em 1994.
“O PlayStation: The First 30 Years é a crônica visual definitiva do videogame da Sony que mudou o mundo, celebrando o 30º aniversário com um acesso sem precedentes aos arquivos da companhia de protótipos de P&D, rascunhos conceituais e modelos de desenvolvimento”, declara a companhia.
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A promessa é de que o público verá muitos materiais inéditos, tanto do passado quanto das gerações mais recentes do videogame.
“Por 400 páginas em formato grande, o livro revela consoles, controles e estudos de design nunca antes vistos — de modelos experimentais prévios que nunca saíram do estúdio até as formas refinadas do console PlayStation até o PS5”, revela a Sony.







Apesar do aniversário de 30 anos do PlayStation ter sido em 2024, a companhia também decidiu celebrar a marca de seu lançamento nos mercados norte-americano e europeu. O livro chegará às lojas no 2º trimestre de 2026 e as pré-vendas já foram abertas nos Estados Unidos.
Para celebrar os 30 anos de PlayStation, a Sony também revelou uma nova colaboração com a Reebok. A parceria será responsável por lançar 3 tênis que homenageiam o primeiro console de mesa da companhia, cada um produzido para um mercado distinto.

O InstaPump Fury 94 é feito para celebrar o lançamento do videogame no Japão, o Pump Omni Zone II é feito para o mercado norte-americano e o Workout Plus será vendido apenas para o público do Reino Unido.
De acordo com a Reebok e a Sony, o lançamento dos três modelos de tênis ocorrerá em outubro de 2025. Todos eles contarão com o logo colorido original do videogame, além de detalhes que apelam para a nostalgia de quem acompanha sua história desde o início.
Apesar do anúncio, as marcas não divulgaram qual será o preço dos modelos e se eles serão vendidos em outras regiões — como a América Latina e Brasil — em algum momento posterior.
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No Gemini, você pode criar um ensaio fotográfico completo só com comandos de texto e imagens de referência. Dá para explorar várias poses, cenários e estilos, desde closes e retratos em preto e branco até fotos ao ar livre ou com elementos criativos — tudo isso com visual realista.
Descubra 8 prompts para criar um ensaio fotográfico completo no Gemini:
Antes da trend da foto espelhada com IA, as fotos ou vídeos com reflexos já eram muito usados para criar uma estética “dupla” ou “flip” nas redes sociais.
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A tendência explora simetria, e muitos criadores posicionam o espelho estrategicamente para que o reflexo apareça como “outra versão” da pessoa, mas no Gemini não é necessário um espelho de verdade.
Essa trend aposta na mistura de água com elementos visuais, por exemplo, metade do rosto ou do corpo aparece acima da água e a outra metade dentro. No TikTok, esse tipo de imagem aparece em edições “soft dreamy” ou com filtros leves.

Nos vídeos e ensaios do TikTok, as pessoas usam o Gemini para criar fotos sentadas nos degraus de escadas em posições naturais, como cruzar as pernas ou olhar para o lado, aproveitando a luz que incide entre as estruturas da escada para criar sombras interessantes ou pontos de luz no rosto.
O close médio é próximo o suficiente para capturar expressão e textura da pele, cabelo e maquiagem. No Gemini, a foto fica com aspecto de ensaio fotográfico profissional.
Cenários naturais aparecem com frequência nas trends “soft aesthetic” e “cottagecore” nas redes sociais. No TikTok, vemos vídeos/timelapses de pessoas caminhando por campos floridos, girando entre flores, colhendo algumas ou posando olhando para a câmera. Só que agora dá para fazer isso com a IA.
O preto e branco é um clássico que volta sempre nas tendências visuais por transmitir elegância e atemporalidade. É comum ver ensaios inteiros feitos nesse estilo.

A trend de usar espelhos aparece muito no TikTok, seja segurando ou posicionando o espelho para criar reflexos criativos. Os “mirror photoshoots” mostram pessoas mirando no espelho ou deixando o celular aparecer no reflexo para criar camadas visuais na foto.
No TikTok, é tendência criar fotos ou vídeos com a pessoa segurando um buquê de flores. O foco é a composição natural: a mão segurando as flores próximas ao corpo ou ao rosto, com leves movimentos e poses.
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O CEO do Spotify, Daniel Ek, anunciou que deixará o comando da empresa para assumir a presidência executiva. A partir de 1º de janeiro de 2026, Alex Norström e Gustav Söderström se tornarão co-CEOs.
Após 20 anos no cargo, Ek comunicou a decisão nesta terça-feira (30) aos investidores. O movimento, segundo ele, tem como objetivo dedicar mais tempo a outros interesses comerciais.
“Na minha função como presidente executivo, vou me concentrar no longo prazo da empresa e manter o Conselho e nossos co-CEOs profundamente conectados por meio do meu engajamento”, afirmou Ek em comunicado.
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Ele destacou ainda que a decisão formaliza uma prática que já vinha ocorrendo, já que Norström e Söderström dividiam responsabilidades de liderança nos últimos anos. “A gestão dupla da empresa simplesmente alinha os cargos à forma como já operamos”, completou.
Em nota paralela, Ek comentou que frequentemente é questionado sobre como criar mais Spotifys fora da Europa. Segundo ele, sua nova função permitirá contribuir para a formação de “superempresas”, companhias capazes de desenvolver novas tecnologias em escala global.
“Compartilharei mais sobre como colocarei parte da minha energia de construção nisso”, concluiu.
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Renderizações em alta resolução do Galaxy S26 Ultra foram publicadas pelo site Android Headlines, e revelam prováveis mudanças tímidas para a nova geração. As alterações devem ser focadas na região ao redor das lentes traseiras.
Afinal, a nova geração deve ter um módulo de câmeras em formato de pílula, em vez de trazer lentes “soltas” no painel traseiro.
Esse módulo envolve as três maiores lentes, que permanecem alinhadas na vertical mais à esquerda. Portanto, o novo design faz o aparelho se assemelhar aos celulares dobráveis da linha Galaxy Z Fold.
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Foi dito que a ilha de câmeras se projeta 4,5 mm para além da tampa traseira. A quarta câmera, o flash e outros sensores estão fora do módulo principal, em um arranjo próximo do que é visto no Galaxy S25 Ultra.

O design ainda apresenta moldura e traseira planas, além de cantos levemente arredondados. Os botões físicos ficam no lado direito do dispositivo, enquanto a bandeja para SIM, o alto-falante, a porta USB-C e a abertura para S Pen estão localizados na parte inferior.
A mesma fonte também reforçou quais devem ser as principais especificações do Galaxy S26 Ultra. Uma das novidades deve ser a chegada do processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, provavelmente em uma versão “for Galaxy” ligeiramente mais rápida.
No entanto, a Samsung também deve adotar seu próprio processador Exynos 2600 em seus smartphones, dependendo do mercado em que forem vendidos.
Outros detalhes técnicos do celular devem incluir:
Por enquanto, a Samsung ainda não confirmou a data de lançamento de seus novos celulares avançados. Contudo, caso mantenha o cronograma das gerações anteriores, os modelos podem chegar por volta do mês de janeiro de 2026.
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