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A Apple começou a distribuir a primeira versão Beta do iOS 26.1 nesta segunda-feira (22). Neste momento, o pacote está disponível apenas no canal de distribuição para desenvolvedores.
Segundo o portal MacRumors, a Apple ainda não informou o que há de novo na atualização experimental. Contudo, espera-se que recursos prometidos durante a WWDC que ainda não foram distribuídos marquem presença na nova versão.
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Melhorias no sistema, para resolver bugs e falhas de segurança, também serão oferecidos no update.
Também não foi informado o prazo para distribuição da edição final a todos os usuários. A expectativa é que o pacote seja liberado nas próximas semanas.
Já o Beta público tende a chegar nos próximos dias.
macOS 26, iPadOS 26 e mais
Além do iOS 26, a Apple também iniciou a distribuição do macOS 26.1, iPadOS 26.1 e afins. Da mesma forma, a empresa não detalhou as novidades da atualização que, por enquanto, é voltada para desenvolvedores.
Assim como no iPhone, o pacote também vai levar ajustes para resolver falhas no sistema e de segurança.
A escassez de profissionais qualificados está se tornando um dos maiores obstáculos para empresas que buscam crescer na era digital. Segundo a pesquisa Global Skills Intelligence Survey, da Skillsoft, apenas 10% dos profissionais de RH e desenvolvimento organizacional acreditam que suas equipes tenham as competências necessárias para atingir os objetivos de negócios nos próximos dois anos.
O estudo, realizado com mais de 1 mil profissionais de todo o mundo, mostra que a falta de qualificação já impacta diretamente as operações: 28% dizem que as lacunas de habilidades limitam a expansão para novos mercados, enquanto 37% temem perder talentos para concorrentes que oferecem mais oportunidades de desenvolvimento.
“As competências que vamos precisar em 2030 estão apenas começando a surgir agora. Se o aprendizado contínuo não fizer parte da estratégia central do negócio, as empresas vão se tornar menos competitivas na retenção de talentos e na entrega de resultados”, afirma Orla Daly, CIO da Skillsoft.
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A executiva destaca que a Inteligência Artificial (IA) é peça-chave para acelerar o aprendizado e mensurar resultados — mas alerta que muitas organizações ainda não conseguem integrar a tecnologia de forma eficiente em seus fluxos de trabalho.
Quatro formas de enfrentar a crise de qualificação
Com base na pesquisa, a Skillsoft aponta quatro frentes prioritárias para que empresas possam preparar sua força de trabalho para os próximos anos:
1. Foque em habilidades, não em cargos
Títulos inflados mascaram lacunas reais. Quase 91% dos gestores de RH acreditam que funcionários superestimam suas competências, principalmente em liderança, IA e áreas técnicas. Mais de um quarto dos entrevistados cita a falta de expertise em IA como crítica.
Recomendação: medir habilidades reais com testes, benchmarks e aplicações práticas.
2. Meça o progresso de forma contínua
Avaliar habilidades apenas uma vez por ano não é suficiente. Apenas 18% dos líderes de RH fazem medições regulares ao longo do desenvolvimento dos colaboradores.
Daly sugere colocar o aprendizado como parte central da cultura da empresa e usar IA para acompanhar resultados reais, como pilotos de projetos e provas de conceito.
3. Use a IA como habilitadora, não muleta
Boa parte dos projetos de IA tem foco apenas em produtividade. Para Daly, o verdadeiro diferencial está em reimaginar modelos de negócio e criar novos fluxos de valor.
A recomendação é permitir que funcionários experimentem com IA ajuda a desenvolver competências que podem gerar vantagem competitiva de longo prazo.
4. Conecte aprendizado aos objetivos de negócio
Apenas 20% dos líderes de RH acreditam que seus programas de treinamento estão alinhados às metas da organização.
O segredo é ligar o aprendizado diretamente ao trabalho prático e aos problemas reais da empresa, usando IA para criar soluções aplicáveis no dia a dia.
O risco de não agir agora
Estudos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) citados pela pesquisa mostram que 95% das empresas que tentam adotar IA não conseguem mensurar resultados concretos. Para Daly, isso ocorre porque os investimentos em tecnologia superam os esforços em treinar pessoas para aproveitá-la.
“Temos todas as ferramentas, mas se quem usa a IA não sabe como tirar vantagem delas, o retorno nunca virá”, reforça a executiva.
Com o lançamento das Radeon RX 9000, a AMD também trouxe a nova versão de sua suite de recursos para jogos. O FSR 4 precisa de GPUs RDNA 4 para funcionar em todo seu potencial, mas já encontraram uma forma de fazer com que a tecnologia funcione em placas Radeon mais antigas. Um usuário do fórum chinês Chiphell afirma que conseguiu ativar o recurso em sua RX 6800 XT e até ganhou mais qualidade de imagem.
Estamos falando de uma GPU RDNA 2, de duas gerações atrás e que fisicamente não tem qualquer capacidade de lidar com o FSR 4. Mesmo assim, o dono da placa de vídeo conseguiu fazer isso em Stellar Blade, mas com um ponto negativo considerável.
GPUs RDNA 2 com FSR 4 têm grande perda de desempenho
Embora ele tenha conseguido qualidade visual melhor em relação ao FSR 3, houve uma queda de desempenho entre 10% e 20%. Como a RX 6800 XT ainda é uma GPU forte e consegue rodar o game acima de 100 FPS facilmente, essa queda fez com que a taxa de quadros por segundo ficasse entre 100 e 107 FPS, o que é aceitável, considerando a melhoria na qualidade de imagem.
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É preciso driver e DLLs específicos para rodar FSR 4 em GPUs AMD mais velhas (Imagem: Chiphell)
O FSR 4, desde que teve seu código fonte vazado sem querer, também já foi usado em GPUs RDNA 3, como a RX 7900 XTX. Nesse caso, existe também uma queda de desempenho, embora menor, menos de 10%. O prejuízo maior na GPU RDNA 2 acontece por conta da ausência de instruções WMMA (Wavefront Matrix Multiply Accumulation).
O FSR 4 entrega qualidade de imagem consideravelmente melhor que o FSR 3 e suas variantes nas GPUs RDNA 4 por conta do uso de IA. Porém até mesmo as Radeon RX 9000 registram quedas na performance, mas abaixo de 5%.
A implementação manual do FSR 4 em jogos, para que seja usado por GPUs AMD mais antigas, não é tão simples, já que precisa de DLLs e driver específicos.
A Região Metropolitana de São Paulo registrou uma pequena redução nos furtos e roubos de veículos no primeiro semestre de 2025. Foram 40.830 ocorrências, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública do Estado em parceria com a Ituran Brasil. No mesmo período de 2024, haviam sido contabilizados 43.830 casos.
A maior parte dessas ocorrências se concentrou na capital paulista, que segue no topo do ranking, com 15.902 registros. Na sequência aparecem Santo André (1.613) e Guarulhos (1.525).
O estudo também revelou quais são os modelos mais visados por criminosos. O CT Auto separou os cinco veículos com maior número de furtos e roubos no semestre. Confira:
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5. Chevrolet Corsa (1.047 casos)
Mesmo fora de linha, Corsa soma 1.047 furtos e roubos (Chevrolet/Divulgação)
Um dos modelos mais procurados entre os usados, o Chevrolet Corsa continua sendo alvo frequente de criminosos. No primeiro semestre de 2025, foram 1.047 registros de roubo ou furto envolvendo o hatch.
A popularidade entre motoristas de aplicativo e o baixo custo de manutenção ajudam a explicar por que o carro segue visado, mesmo anos após sair de linha.
4. Volkswagen Gol (1.081 casos)
Gol segue entre os mais visados, com 1.081 casos (Volkswagen/Divulgação)
Líder entre os carros usados mais vendidos no Brasil em 2024, o Volkswagen Gol também aparece entre os preferidos dos ladrões, com 1.081 ocorrências.
O hatch de entrada sempre foi um dos modelos mais visados desde que estava em produção — e isso não mudou com o passar dos anos.
3. Chevrolet Onix (1.172 casos)
Onix fecha o pódio: 1.172 registros em SP (Chevrolet/Divulgação)
Com 1.172 registros, o Chevrolet Onix abre o pódio dos veículos mais roubados da região. Presente há anos entre os mais vendidos do Brasil, o modelo atrai tanto motoristas particulares quanto frotistas, tornando-se um alvo de alto giro no mercado paralelo de peças.
2. Ford Ka (1.182 casos)
Ka aparece em 2º lugar, com 1.182 ocorrências (Ford/Divulgação)
Mesmo fora de produção desde 2021, o Ford Ka continua entre os favoritos — infelizmente também dos criminosos. Foram 1.182 ocorrências no semestre, reforçando como hatches compactos e de manutenção acessível permanecem os mais procurados.
1. Hyundai HB20 (1.295 casos)
HB20 lidera o ranking com 1.295 roubos e furtos no semestre (Hyundai/Divulgação)
Na liderança isolada aparece o Hyundai HB20, com 1.295 registros de roubo ou furto no primeiro semestre de 2025.
O hatch é um dos carros mais vendidos do país, e sua ampla presença nas ruas, somada à facilidade de revenda de peças, o torna o principal alvo dos ladrões.
A crescente interação de pessoas de diferentes idades com chatbots de inteligência artificial (IA) está relacionada a pelo menos três mortes ao redor do mundo. Em todos os casos, os usuários buscavam nas ferramentas apoio emocional em momentos de fragilidade.
Durante as conversas, as pessoas relataram às IAs que enfrentavam dificuldades e aparentavam desenvolver pensamentossuicidas, mas receberam respostas e até orientações que teriam contribuído para a estimulação desses comportamentos.
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A ação, movida por Matt e Maria Raine, pais do jovem, afirma que a ferramenta não apenas tinha conhecimento das tentativas de suicídio, como também teria auxiliado no planejamento.
O jornal The New York Times teve acesso à denúncia, que aponta que, inicialmente, o ChatGPT chegou a orientar Adam a conversar com pessoas próximas sobre seus sentimentos, além de sugerir a busca por ajuda profissional.
Contudo, após mais interações, o jovem teria conseguido contornar restrições relacionadas a perguntas sensíveis. Isso porque o chatbot passou a fornecer informações como a resistência de uma corda capaz de sustentar o peso de um ser humano e uma análise técnica dessa atividade.
“Terapeuta de IA” no ChatGPT
Laura Railey, mãe de SophieRailey, escreveu um artigo sensível no The New York Times sobre a morte de sua filha em fevereiro de 2025, após conversas com um “terapeuta de IA” chamado “Harry” no ChatGPT.
Ela afirma que Sophie era uma pessoa hilária e muito autêntica, e que seu suicídio foi uma surpresa para quem a conhecia.
“Para a maioria das pessoas que se importavam com Sophie, seu suicídio é um mistério, uma mudança impensável e incompreensível em relação a tudo o que acreditavam sobre ela”, escreveu Laura.
Nas interações com a IA, a jovem de 29 anos afirmou ter pensamentos suicidas e sentir-se presa em um “espiral de ansiedade”. Em algumas ocasiões, o chatbot pediu que ela compartilhasse mais sobre esses sentimentos; em outras, sugeriu a busca por ajuda profissional.
No artigo, Laura Railey ressalta que a IA deveria ter um plano de segurança mais concreto em casos como esses, como forçar o usuário a seguir um roteiro obrigatório para prosseguir com qualquer orientação ou, em situações graves, quebrar a confidencialidade.
“A maioria dos terapeutas humanos atua sob um código de ética rigoroso, que inclui regras de notificação obrigatória, bem como a ideia de que a confidencialidade tem limites. Esses códigos priorizam a prevenção de suicídio, homicídio e abuso; em alguns estados, psicólogos que não seguem essas normas podem enfrentar consequências disciplinares ou legais”, destacou.
A mãe também critica a tendência de muitos chatbots de “bajular” os usuários, oferecendo respostas que agradam e confirmam suas expectativas, mesmo em contextos delicados.
Mãe de Sophie defende criação de planos de segurança mais efetivos por parte das empresas de IA (Freepik/frimufilms)
Morte após interação com chatbot do Character AI
Juliana Peralta, de 13 anos, começou a conversar com Hero, chatbot do aplicativo Character AI, também em busca de apoio emocional devido a sentimentos de isolamento e pensamentos suicidas.
A jovem chegou a citar uma carta de suicídio durante as conversas. Embora o chatbot sugerisse que ela compartilhasse seus sentimentos com outras pessoas, em outros momentos afirmou que a situação deveria ser resolvida apenas entre ela e a IA.
Cynthia Montoya, mãe de Juliana, relatou ao The Washington Post que, apesar de ter reconhecido suas questões de saúde mental e marcado uma consulta com um terapeuta — recomendada também pelo Hero —, a jovem tirou a própria vida em novembro de 2023.
Juliana Peralta interagia com chatbot Hero, no aplicativo Character AI (João Melo/Canaltech)
Os pais moveram um processo no estado americano do Colorado contra a Character AI. De acordo com a denúncia, à qual o The Post teve acesso, o chatbot não interrompeu nem reportou os planos de suicídio de Juliana às autoridades.
Em vez disso, o Hero teria contribuído para enfraquecer os vínculos saudáveis que a jovem mantinha com a família e outras pessoas próximas. A ação pede que o tribunal indenize os pais e determine que a Character AI realize alterações no aplicativo voltadas à proteção de menores.
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