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Da Redação (*) Brasília – A pesquisa “Índice ESG de Maturidade de Asseguração de 2025” realizada pela KPMG revelou um dado inédito: 76% das empresas ainda permanecem em estágios iniciais ou intermediários na implementação de práticas ESG (da sigla em inglês, meio ambiente, social e governança). O levantamento entrevistou 1.320 executivos e membros de conselhos […]
Fernanda Brandão (*) Nesta semana, a China anunciou que não buscará mais tratamento especial como país em desenvolvimento nos acordos comerciais multilaterais futuros que aderir. Essa escolha representa uma importante mudança na postura chinesa em negociações comerciais e atende a uma demanda antiga dos Estados Unidos e da União Europeia na Organização Mundial do Comércio […]
Brasília – O Brasil reúne hoje duas vantagens estratégicas que podem colocá-lo no centro da corrida global pela inteligência artificial (IA): a abundância de energia limpa e uma relação comercial crescente com a China, maior parceiro econômico do país desde 2009. Em um momento em que o avanço da IA promete redefinir cadeias produtivas e […]
A NordVPN tem uma oferta especial para assinar o serviço de VPN com mais de 70% de desconto no plano de dois anos. Ao adquirir a promoção, o plano Básico pode sair por R$ 8,90 ao mês no período (em pagamento único).
Todos os planos da NordVPN garantem proteção para até 10 dispositivos ao mesmo tempo, então é possível garantir privacidade e segurança na web para todos os celulares, tablets e computadores da família. Além disso, o serviço conta com uma série de proteções contra ameaças digitais.
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O que é uma VPN e por que ela é importante?
VPN é uma sigla em inglês para “Rede Privada Virtual” e funciona como uma tecnologia muito importante para aumentar a segurança digital. A rede opera com uma série de servidores espalhados no mundo todo que escondem as suas informações online, como endereço IP e localização.
Quando um dispositivo está conectado a uma VPN, o site tem acesso somente ao IP do servidor escolhido, e não aos dados do aparelho. A medida dificulta a ação de rastreadores e outros possíveis ataques pela web.
Além disso, uma VPN é alternativa para evitar restrições geográficas, como acessar a internet de um país para conferir catálogos de streamings e outros sites locais. A medida pode até garantir preços mais baixos na compra de passagens de avião e hospedagens em hotéis.
Por que escolher a NordVPN?
A NordVPN é uma das principais empresas do segmento e traz soluções amplas de proteção: são mais de 8 mil servidores espalhados entre 165 localizações diferentes e com largura de banda ilimitada, então você pode acessar servidores de diversas regiões do mundo sem comprometer a velocidade da conexão.
O serviço pode ser conectado a diferentes tipos de aparelhos, incluindo roteadores, TVs, consoles de videogame, celulares, PCs e tablets.
Veja os benefícios no plano de dois anos:
Básico (R$ 240,30, equivalente a R$ 8,90 por mês): VPN segura e rápida e proteção contra ameaças;
Plus (R$ 294,30, equivalente a R$ 10,90 por mês): VPN, proteção antimalware e de navegação, bloqueador de anúncios e gerenciador de senhas;
Completo (R$ 375,30, equivalente a R$ 13,90 por mês): VPN, proteção antimalware e de navegação, bloqueador de anúncios, gerenciador de senhas e 1 TB de armazenamento na nuvem.
Hollywood está em polvorosa com a chegada de Tilly Norwood, a primeira atriz totalmente criada por inteligência artificial. Desenvolvida pelo estúdio Xicoia, liderado por Eline Van der Velden, a personagem digital foi apresentada oficialmente no Festival de Cinema de Zurique. Tilly possui aparência, personalidade e presença digital pensadas para atuar em produções cinematográficas, gerando curiosidade entre agentes de talentos que demonstram interesse em representá-la.
Van der Velden afirmou que a ideia é que a atriz virtual atinja o mesmo status de grandes nomes da indústria, como Scarlett Johansson e Natalie Portman.
A iniciativa, no entanto, gerou forte reação negativa entre artistas e profissionais da indústria. Nomes como Melissa Barrera, Kiersey Clemons, Toni Collette e Lukas Gage criticaram publicamente a ideia de agentes de talentos considerarem Tilly como uma opção. Barrera chegou a sugerir que colegas abandonassem qualquer representante envolvido com a atriz digital.
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Mara Wilson também se posicionou, acusando os criadores de se apropriarem de características de centenas de jovens atrizes para desenvolver Tilly. Whoopi Goldberg chamou a novidade de “vantagem injusta”, apontando que a IA cria um produto derivado de múltiplos atores, algo impossível para um humano replicar.
Apesar das críticas, Van der Velden defende Tilly Norwood como uma obra de arte e não como substituta de atores reais. Segundo ela, a inteligência artificial deve ser vista como um recurso criativo, uma nova “linguagem artística” que amplia possibilidades no cinema. A ideia não é eliminar o trabalho humano, mas sim agregar uma ferramenta inovadora à produção audiovisual.
Enquanto Tilly Norwood permanece sem contrato com grandes agências, o debate sobre IA na atuação promete continuar. A discussão sobre atores virtuais deve ganhar força nas próximas negociações do sindicato SAG-AFTRA, especialmente com o vencimento do contrato atual em 30 de junho de 2026.
A geração de GPUs Radeon HD 7000 da AMD foi uma das que mais rivalizaram contra a NVIDIA, na época com as GTX 700. De lá para cá, muitas gerações de placas de vídeo surgiram, mas um desenvolvedor da Valve, parte do grupo de gráficos para Linux, não abandonou a arquitetura GCN 1.0, trabalhando em novos drivers para trazer melhorias para essas GPUs de 13 anos atrás.
O esforço é liderado por Timur Kristóf, um desenvolvedor contratado pela Valve que tem se dedicado a modernizar o suporte para essas placas de vídeo clássicas. O objetivo do seu trabalho é fazer com que as GPUs GCN 1.0 e 1.1, que por padrão utilizam um driver antigo e raramente atualizado, possam funcionar corretamente com o driver moderno “AMDGPU”.
Drivers visam correções de bugs para as Radeon HD 7000
Essa mudança é crucial, pois o driver AMDGPU é o que permite o uso de tecnologias mais novas, como a API Vulkan (essencial para games no Linux via Proton), além de otimizações de desempenho que o driver legado não possui.
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A Radeon HD 7770 foi uma GPU mainstream da série (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)
Os novos patches, que já estão sendo preparados para o futuro Kernel Linux 6.18, corrigem problemas específicos que aparecem ao usar essas GPUs antigas com hardware moderno. Um dos ajustes resolve uma pequena “piscada” na parte inferior da tela que ocorre ao conectar um monitor 4K 60Hz em placas com chips “Tahiti” ou “Pitcairn”.
Outra correção desativa uma função de gerenciamento de energia (ASPM) para evitar travamentos aleatórios que acontecem quando as GPUs rodam em plataformas mais novas, como as baseadas em processadores Zen 4 (Ryzen 7000 e Ryzen 8000).
Esse nível de dedicação a um hardware de 13 anos é extremamente raro, já que a própria AMD encerrou o suporte principal a essas placas há anos. O trabalho de Kristóf é visto como uma causa nobre e uma surpresa para a comunidade Linux e para os entusiastas que ainda mantêm essas GPUs funcionando.
Uma nova confusão envolvendo o Free Flow, sistema de pedágio sem cancela que foi instalado em algumas rodovias brasileiras, ganhou corpo nesta terça-feira (30). O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação solicitando a proibição da cobrança de multas aos usuários que não pagarem as tarifas referentes aos trechos pedagiados.
A justificativa do órgão, que inicialmente pediu a suspensão das tarifas na Via Dutra, parte da BR-116, nas áreas da capital e dos municípios de Guarulhos e Arujá, ambos na região metropolitana de São Paulo, foi baseada na lei — ou na falta de legislação sobre esse tipo de cobrança.
“O sistema de cobrança eletrônica não tem natureza jurídica de pedágio, uma vez que constitui um serviço alternativo oferecido aos motoristas para evitarem congestionamentos em vias laterais, sem o objetivo de angariar recursos para a manutenção da rodovia. É dessa classificação que deriva a ilegalidade da aplicação de multas para eventuais usuários inadimplentes”.
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De acordo com o MPF, o pedido de suspensão das cobranças será extensivo a outras praças que já contam com os pedágios sem cabine, mas o foco principal é a região já colocada na ação. “Lá, o sistema de cobrança eletrônica gerou mais de 1 milhão de multas em 15 meses, com impacto financeiro total de R$ 268 milhões para os motoristas”, justificou.
Sistema de pedágio sem cancela tem dado confusão (Imagem: Divulgação/CCR)
Concessionária e ANTT aguardam notificação
A Motiva, concessionária que opera o sistema de pedágio sem cancela na Via Dutra, e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), conversaram com a Agência Brasil a respeito da ação movida pelo Ministério Público Federal, e asseguraram que, assim que forem notificadas, tomarão as providências necessárias.
Pesquisadores da Universidade de Utah desenvolveram uma câmera hiperespectral compacta que captura 25 canais de cor em vídeo de alta definição. A tecnologia cabe em um smartphone e promete revolucionar a fotografia móvel.
Uma câmera tradicional divide a imagem em três canais: vermelho, verde e azul. A nova tecnologia vai além e registra 25 divisões diferentes do espectro de luz, criando uma “impressão digital espectral” para cada pixel.
O sistema utiliza um filtro difrativo com padrões em nanoescala colocado diretamente sobre o sensor. Esse filtro codifica os 25 canais de dados espectrais em uma imagem 2D comprimida chamada “difratograma”.
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Algoritmos de computador reconstroem essa imagem em um cubo de dados completo. O processo é instantâneo, diferente das câmeras hiperespectrais convencionais que capturam as informações de forma sequencial e lenta.
O que muda na prática?
A tecnologia permite avaliar o amadurecimento de frutas instantaneamente. Também pode detectar estresse ou doenças em plantas antes que os sintomas sejam visíveis a olho nu.
Nova tecnologia pode captar novos níveis de cores e mudar a câmera dos smartphones como conhecemos (Imagem: Reprodução/Universidade de Utah)
Na área médica, a câmera identifica diferentes condições de pele com precisão superior às câmeras convencionais. O sistema enxerga detalhes invisíveis para o olho humano e câmeras digitais tradicionais.
A tecnologia ainda melhora sistemas de reconhecimento facial ao capturar informações que vão além do espectro visível.
Vantagens sobre as câmeras atuais
As câmeras hiperespectrais tradicionais são volumosas, caras e limitadas a imagens estáticas ou vídeos com taxa de quadros muito baixa. O protótipo da Universidade de Utah resolve essas limitações.
A compressão de dados representa outro benefício importante. Os arquivos capturados são muito menores que os de câmeras hiperespectrais convencionais, facilitando o armazenamento e transmissão.
Satélites teriam dificuldade para transmitir cubos de imagem completos. Com a nova tecnologia, os arquivos originais são compactos e a extração dos dados acontece posteriormente.
Especificações do protótipo
O protótipo atual captura imagens com resolução de 1304 × 744 pixels (aproximadamente 1 megapixel). Esse sistema divide as imagens em 25 comprimentos de onda diferentes entre 440-800 nanômetros.
Segundo o estudo publicado pela Universidade, o campo de visão alcança cerca de 50 graus, similar ao de câmeras de smartphones atuais.
Os pesquisadores testaram a câmera em três aplicações reais: diferenciar tipos de tecido em cenas cirúrgicas, prever o envelhecimento de morangos ao longo do tempo e simular filtros espectrais usados em astronomia.
Próximos passos do “celular do futuro”
Por enquanto, a equipe trabalha em uma versão melhorada que registra imagens em resolução maior e com mais canais de comprimento de onda. O design do elemento difrativo nanoestruturado também será simplificado.
O custo de produção é várias vezes menor que o de câmeras hiperespectrais comerciais disponíveis. A tecnologia também se adapta facilmente a diferentes campos como agricultura, astronomia e bioimagem.
Além dos smartphones, o sistema pode ser implementado em câmeras de vigilância, plantas de processamento de alimentos e outras aplicações industriais.
Estreou nesta terça-feira (30) na HBO Max o primeiro episódio da série documental Pílula de Farinha: O Escândalo Que Gerou Vidas, produção sobre o caso farmacêutico que ficou conhecido como “pílula de farinha” e marcou o Brasil em 1998.
Dividido em três episódios, o projeto se debruça sobre o escândalo e a repercussão do caso, mostrando as teorias levantadas a respeito do papel do laboratório na situação e a misoginia que permeou as investigações.
Coproduzida pela Farra e pela Warner Bros. Discovery, a série traz relatos de cinco vítimas: Paloma, Silvana, Meire, Maria Lúcia e Inês, mulheres que foram surpreendidas pelas gestações imprevistas e tiveram suas vidas transformadas desde então.
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Um dos maiores escândalos farmacêuticos do país
Caso que ganhou repercussão nacional, o escândalo da pílula de farinha aconteceu em 1998, quando cerca de 600 mil comprimidos sem efeito do anticoncepcional Microvlar foram parar nas farmácias do país.
Feitas apenas para testes de embalagem do laboratório Schering, as pílulas de placebo chegaram até as consumidoras traçando um caminho que é até hoje alvo de discussões, já que a empresa nega que tenha distribuído as unidades, afirmando que o produto foi vendido de maneira irregular.
Como resultado, inúmeras gestações indesejadas foram registradas pelo país, afetando mulheres de diferentes idades e classes sociais e, em alguns casos, com questões de saúde que desaconselhavam uma gravidez.
Diante da situação, as vítimas precisaram se reestruturar financeiramente e socialmente, com muitas tendo que buscar a reparação do laboratório na Justiça, em um processo que perdurou por anos e deixou cicatrizes até hoje.
Série se divide em três “fases” do caso
A série da HBO Max revisita o caso quase três décadas depois, relembrando a apuração jornalística que revelou o episódio e dando voz às vítimas. Os episódios se dividem entre as diferentes “fases” do escândalo e são feitos a partir de imagens de arquivos e depoimentos de pessoas envolvidas.
Caso ganhou repercussão em todo o Brasil (Imagem: Divulgação/HBO)
Veja a sinopse de cada episódio:
Episódio 1 (30 de setembro) – Mulheres têm suas vidas reviradas ao descobrirem que estão grávidas, mesmo tomando o anticoncepcional mais popular do Brasil. Um grupo de jornalistas apura que lotes de placebo foram vendidos por todo o país ao invés do remédio verdadeiro.
Episódio 2 (7 de outubro) – Roubo? Chantagem? Conspiração? Investigações vão atrás de respostas sobre como as pílulas de placebo chegaram indevidamente ao mercado, enquanto as vítimas tentam reestruturar suas vidas e buscar a reparação do laboratório na Justiça.
Episódio 3 (14 de outubro) – Um novo escândalo envolvendo o anticoncepcional gera ainda mais revolta. As vítimas vivem a tensão do parto e da luta judicial contra o laboratório, que atinge seus níveis mais extremos, deixando cicatrizes que são sentidas até hoje.
Dirigida por Cassia Dian, a série documental Pílula de Farinha: O Escândalo Que Gerou Vidas pode ser assistida semanalmente na HBO e na HBO Max.