Próximo top da Samsung terá “película de privacidade” embutida na tela, diz site

Códigos encontrados em versões vazadas da interface One UI 8.5 indicam que a Samsung está preparando um recurso de privacidade inédito para os seus celulares. Trata-se de uma espécie de “película de privacidade” integrada ao dispositivo.

A provável estreia será com o Galaxy S26 Ultra, aparelho que deve contar com a tecnologia Flex Magic Pixel.

Chamado oficialmente de “Private Display”, o recurso seria capaz de limitar a visibilidade da tela para quem a observa de ângulos laterais. Portanto, pode ser útil para locais como ônibus e outros ambientes abertos, em que o celular está mais vulnerável à visualização por parte de curiosos. 


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Tela “anti-curiosos” deve ter ativação automática

A funcionalidade deve operar de forma inteligente, com ativação automática em aplicativos sensíveis, como serviços de bancos ou mensagens. Também poderá ser iniciada instantaneamente em centros urbanos ou outros locais com maior concentração de pessoas. 

Também estão previstos diferentes níveis de privacidade, com o modo “Máximo” para escurecer a tela além do normal. Já o “Manual” deve permitir ajustes específicos realizados pelo próprio usuário.

Foi dito que será possível definir horários programados para a ativação do recurso, entre outras opções de personalização. 

Linha Galaxy S26
Recurso de privacidade poderá ser ativado na linha Galaxy S26 (Imagem: Reprodução/SmartPrix)

Por enquanto, a Samsung ainda não anunciou o “Private Display” oficialmente. Por isso, é possível que ele seja aperfeiçoado, ou mesmo cancelado, caso a empresa não atinja o patamar de avanço desejado. 

Além disso, a implementação vai depender de componentes específicos de tela, que estariam presentes de forma exclusiva em aparelhos novos. Será o caso da linha Galaxy S26, cujo lançamento está previsto para o início de 2026. 

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Qual foi o primeiro anti-herói da Marvel?

O conceito de anti-herói não tem exatamente uma data de origem certa, pois evoluiu ao longo de milhares de anos em diversas culturas, mitologias, narrativas e diferentes mídias. Quando a humanidade passou a compartilhar personagens e história de maneira ampla, alguns arquétipos se destacaram como uma referência na cultura pop mundial. Uma das figuras mais conhecidas é o Justiceiro, que usa seu talento para ser açogueiro humano em prol dos “mocinhos” — embora isso seja questionável na maioria das vezes. Contudo, Frank Castle não foi exatamente o primeiro a ser reconhecido como um herói com ímpeto vilanesco.

A Marvel já havia estabelecido esse tipo de personagem décadas antes, com o chiliquento Namor, o Príncipe Submarino — as primeiras aparições do atlante mostram que a Casa das Ideias estava à frente de seu tempo. Ele é um dos mais antigos da editora, e engana-se quem acredita que ele tenha estreado dessa forma em Motion Picture Funnies Weekly, de abril de 1939.

Embora fosse diferente do heroísmo tradicional, seu papel com antagonista e anti-herói começou mesmo em 1965, na edição Daredevil #7. A edição, escrita por Stan Lee com arte de Wally Wood, traz Matt Murdock, um herói ainda em construção, frente a frente com Namor, um dos personagens mais poderosos da Marvel naquela época. 


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Anos depois, o próprio Stan Lee comentou em entrevista que esse foi um momento-chave: embora o Homem Sem Medo tenha perdido o confronto, isso acontece de forma heroica, com o Príncipe Submarino elogia a coragem e o valor do defensor da Cozinha do Inferno, de modo que ambos saem, de certa forma, vitoriosos.

Imagem: Reprodução/Marvel Comics

Essa ambiguidade moral, esse limiar entre herói e antagonista, aponta para algo que viria a ser uma marca registrada do anti-herói moderno. Desde seu início, Namor não se encaixava no molde simples de “bem vs. mal”. Ele era herói, dependendo do ponto de vista; vilão, em outros momentos; e isso já trazia uma complexidade que só viria a se tornar comum muito depois nos quadrinhos.

Justiceiro e Namor: diferentes conceitos de anti-heroísmo

Quando o Justiceiro aparece em Amazing Spider-Man #129 (1974), um dos momentos em que o anti-herói moderno realmente cristaliza-se. Mas ainda assim, sua popularidade só veio depois, à medida que seus criadores exploraram seu potencial heróico mesmo dentro de seus métodos extremos.

Imagem: Reprodução/Marvel Comics

A diferença fundamental é que o Justiceiro foi concebido num contexto já aberto para esse tipo de personagem. Namor nasceu já com essa ambiguidade, não foi reformulado ou adaptado para e encaixar-se; esse conflito era parte de sua essência.

Se por um lado o Justiceiro trouxe visibilidade, ícone visual (como o símbolo de caveira), e ajudou a popularizar a figura do anti-herói entre o grande público, por outro Namor foi pioneiro em incorporar essa tensão moral, esse contraste entre culturas (atlantes vs. humanos, mar vs. superfície).

Histórias como Daredevil #7 e as primeiras edições de Marvel Comics #1 mostram que é possível, mesmo em narrativas mais antigas, trabalhar ação de super-herói com dilemas morais profundos, sem abrir mão da aventura. Namor, portanto, merece lugar de destaque como o primeiro anti-herói da Marvel — aquele que “nasceu” assim, e sim evoluiu para tal.

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Hollow Knight: Silksong é muito difícil? Team Cherry responde às críticas

A dificuldade em Hollow Knight: Silksong tem gerado discussões entre os jogadores. Alguns têm baixado mods para facilitar o metroidvania no PC, enquanto outros estão apenas abandonando o reino de Fiarlongo ou até mesmo finalizando o jogo com o final ruim.

De fato, Hollow Knight: Silksong tem momentos de dificuldade que beiram o absurdo, seja nos chefes que invocam múltiplos inimigos para atrapalhar Hornet, seja nas seções de plataforma que exigem extrema precisão dos jogadores.

A Team Cherry se pronunciou sobre a alta dificuldade do metroidvania, que está fazendo um enorme sucesso. O pequeno estúdio australiano esteve presente no ACMI Game Worlds, evento que aconteceu na Austrália e conta com a participação de Hollow Knight: Silksong. A co-curadora da Game Worlds, Jini Maxwell, conversou com Ari Gibson e William Pellen, dois dos três principais desenvolvedores da Team Cherry, que abordaram sobre a dificuldade do jogo.


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A ideia dos produtores é que os jogadores explorem o alto grau de liberdade de Hollow Knight: Silksong, permitindo que Hornet tenha alternativas em vez de ficar ‘dando murro em ponta de faca’ ao tentar vencer um chefe incansavelmente.

“Silksong tem alguns momentos de dificuldade acentuada, mas parte de permitir um nível mais alto de liberdade dentro do mundo significa que você tem escolhas o tempo todo sobre para onde está indo e o que está fazendo”, contaram os desenvolvedores.

Hollow Knight: Silksong tem uma dificuldade maior que o primeiro jogo (Divulgação/Team Cherry)

Gibson relembra que os jogadores “têm maneiras de mitigar a dificuldade através da exploração, do aprendizado ou até mesmo de contornar o desafio completamente, em vez de ficar empacados”.

A alta dificuldade em comparação com o jogo anterior também se deve ao fato de que Hornet, a protagonista de Hollow Knight: Silksong, tem muito mais opções de combate e movimentação, com esquivas, piruetas e ferramentas que podem ser evoluídas ao longo da jornada.

Para equilibrar as coisas, a Team Cherry também aprimorou os inimigos básicos, que têm mais movimentos e são mais letais. “Hornet é inerentemente mais rápida e mais habilidosa que o Cavaleiro, então até mesmo o inimigo de nível básico teve que ser mais complicado, mais inteligente”, contou Gibson. Então, é preciso ter cuidado redobrado se for jogar SIlksong antes do primeiro.

Quem jogou o suficiente certamente encontrou as temidas formigas. William Pellen revelou que “o guerreiro formiga básico é construído a partir do mesmo conjunto de movimentos do chefe Hornet original”. Ou seja, a lendária batalha que travamos com Hornet nos Caminhos Verdes, em Hallownest, também está aqui, demonstrando a complexidade dos novos inimigos.

Dificuldade de Hollow Knight: Silksong é justificável?

Para entender de fato por que Hollow Knight: Silksong é difícil, precisamos compreender alguns pontos importantes de como a dificuldade serve à jornada em Pharloom, o reino onde o metroidvania se passa. Mark Brown, designer, jornalista e criador do canal Game Maker’s Toolkit, explicou um pouco sobre como a dificuldade funciona no novo título da Team Cherry.

O primeiro ponto levantado pelo designer é que a dificuldade precisa de um propósito para ser divertida, e aqui temos vários: a satisfação de vencer um chefe que ficamos horas tentando derrotar (às vezes, dias); a coerência narrativa com o reino de Pharloom, uma terra inóspita onde peregrinos sofrem para alcançar a Cidadela — o que se reflete na economia, já que os jogadores conseguem menos rosários (o dinheiro do jogo) nas áreas onde estão os peregrinos pobres e sofridos, enquanto na Cidadela há uma certa abundância de recursos; outro ponto importante é que, quanto mais difícil o jogo, mais os jogadores precisam pensar, traçar estratégias e explorar todas as mecânicas ao seu alcance para a vitória.

 

Corroborando os comentários dos desenvolvedores, Brown destaca que a principal mensagem de design de Silksong é a de explorar outros meios. Raramente um chefe será seu único caminho; sempre há outro lugar a explorar, formas de ficar mais forte ou de encontrar itens e ferramentas. Essa filosofia de Hollow Knight vem desde o primeiro jogo: nunca falta o que fazer, tamanha a liberdade que os desenvolvedores concedem aos jogadores.

Outros pontos de dificuldade destacados pelo jornalista são a perda de rosários, que pode ser contornada ao guardá-los sem penalidades. Hollow Knight: Silksong constantemente força o jogador a quebrar o ciclo de chegar ao chefe, perder e retornar. Se isso está acontecendo com você, tente dar meia-volta para explorar outras opções e ficar ainda mais forte.

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Além de editar fotos: 7 coisas que você pode fazer no Gemini

O Gemini não se limita a editar fotos. A IA do Google traz recursos que vão desde a criação de vídeos curtos até o aprendizado guiado, passando por revisão de textos, transcrição de áudios e geração de códigos.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • 10 prompts para editar fotos no Gemini que você precisa conhecer
  • Como fazer a foto de Polaroid abraçando com IA pelo Gemini 

7 coisas que você pode fazer no Gemini

Veja 7 recursos do Gemini para além da geração e edição de imagens:


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  1. Gerar vídeos
  2. Revisar textos
  3. Fazer buscas na web
  4. Transcrever áudios
  5. Gerar códigos
  6. Conversar por voz
  7. Estudar com Aprendizado Guiado

1. Gerar vídeos

Com o modelo Veo 3, o Gemini permite criar vídeos de oito segundos com áudio nativo usando descrições de texto. Também existe a opção “photo-to-video” (transformar uma foto em vídeo) para animar imagens com som ambiente ou efeitos.

2. Revisar textos

O Gemini consegue melhorar a escrita, revisar ortografia e gramática, além de sugerir ajustes de clareza e coesão. Ele também adapta o tom de acordo com a necessidade, seja em um e-mail profissional, seja em uma mensagem mais descontraída.

Nos aplicativos do Google Workspace, como Gmail e Documentos, essa capacidade já está integrada, o que permite melhorar o texto em tempo real sem depender de ferramentas externas.

3. Fazer buscas na web

O Deep Research no Gemini permite que o Gemini navegue por centenas de sites, filtre‐informações, reúna dados atualizados e apresente relatórios, inclusive com planos interativos e uploads de arquivos para guiar a pesquisa.

4. Transcrever áudios

O Gemini agora permite transcrever áudios, o que facilita registrar reuniões, aulas e outras gravações. A função está disponível na web e nos apps para Android e iOS.

No plano gratuito, é possível enviar arquivos de até 10 minutos e 100 MB, enquanto os planos pagos liberam áudios de até três horas. Também há suporte para vídeos, limitados a cinco minutos no plano grátis e até uma hora no pago.

Gemini no celular
O Gemini tem várias funcionalidades além da edição de imagens, como Aprendizado Guiado e geração de códigos. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

5. Gerar códigos

O Gemini ajuda você a escrever, entender e corrigir códigos. Ele gera trechos a partir de descrições em linguagem natural, explica como um bloco funciona e sugere melhorias.

Também é possível enviar arquivos ou repositórios inteiros para que o modelo identifique erros e proponha soluções.

6. Conversar por voz

Com o Gemini Live, você consegue conversar “ao vivo” com o Gemini por voz, com opção de usar câmera ou tela, e as respostas são faladas.

Recentemente, o Google implementou melhorias na função para tornar a fala do Gemini mais natural, com ritmo, entonação e integração com apps do Google.

7. Estudar com Aprendizado Guiado

No Aprendizado Guiado, o Gemini se torna tutor que ajuda a aprofundar seu conhecimento sobre um tema.

Em vez de entregar respostas prontas, ele faz perguntas e oferece direcionamentos para que você descubra a solução sozinho. É bem semelhante ao modo socrático do ChatGPT.

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VÍDEO: O Gemini é muito bom (e isso é um problema)

 

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“Kindle de luxo” da Montblanc vem com caneta e visual sofisticado; veja o preço

A Montblanc lançou o Digital Paper, um tablet para escrita digital que compete diretamente com o Amazon Kindle Scribe e Remarkable Paper Pro. O dispositivo combina tela e-ink em preto e branco com caneta stylus de alta precisão, e traz a experiência da marca francesa em instrumentos de escrita para o mercado de tecnologia.

O tablet tem uma tela e-ink para reduzir o cansaço visual durante longas sessões de leitura e escrita. A Montblanc não revelou o tamanho exato da tela, mas confirmou que o dispositivo conta com 64 GB de armazenamento interno e bateria de 3.740 mAh recarregada via USB-C.

O caneta stylus oferece 4.000 níveis de sensibilidade à pressão, permite variação na espessura dos traços e sombreamento similar ao desenho tradicional. A ferramenta se conecta magneticamente a lateral do tablet, para carregamento sem fio. A Montblanc não informou a autonomia da caneta digital.


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O dispositivo pode ser sincronizado com aplicativos para Android e iOS, que facilita a transferência de arquivos entre o Digital Paper e o smartphone. 

Montblanc Digital Paper é um “Kindle luxuoso” com caneta digital (Imagem: Divulgação/Montblanc)

Esta é a segunda tentativa da Montblanc no mercado digital. Em 2016, a marca lançou o Augmented Paper. O novo produto é uma abordagem mais ambiciosa, que compete em segmento já ocupado por dispositivos consolidados.

Preço e disponibilidade

O Digital Paper custa US$ 905 (R$ 4.834 em conversão direta) na versão completa, que inclui tablet, stylus e duas ponteiras adicionais. Ele chega nas cores Cool Grey, Elixir Gold e Mystery Black. A marca oferece capas tipo folio como acessório opcional, além de stylus e ponteiras de reposição.

O produto pode ser encomendado no site da Montblanc, mas a empresa não confirmou data exata de lançamento. Até o momento, não há informações mais detalhadas sobre a disponibilidade, e até chegada em outros países, como o Brasil.

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One UI 8.5 terá opção para enviar arquivos ao encostar celulares, revela portal

Os primeiros rumores sobre uma eventual atualização da One UI 8.5 já começaram a surgir. Uma das possíveis novidades seria uma forma de compartilhar arquivos pelo Quick Share ao encostar um celular no outro.

De acordo com o site Android Authority, uma menção ao recurso foi encontrada no código da build da nova versão da One UI. Foi possível encontrar a mensagem “esse recurso experimental permite que você compartilhe arquivos diretamente com dispositivos próximos usando o Quick Share com NFC”.

Portanto, a novidade seria uma nova forma de usar o recurso Quick Share — por padrão, ele já localiza aparelhos próximos, mas o processo de transferência dispensa qualquer aproximação entre dois celulares. 


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O código da interface ainda traz linhas sobre uma possível animação para as transferências via NFC, algo que poderia ser similar ao NameDrop, do iOS. Vale reforçar que se tratam de rumores e a Samsung não confirmou nenhuma informação (sequer anunciou uma One UI 8.5 até o momento).

O Android já teve um recurso parecido com o nome de Android Beam, que permaneceu no sistema entre 2011 e 2019. No caso, a ferramenta usava NFC e transferia arquivos via Bluetooth (caso a Samsung adote a função, é provável que use o Wi-Fi Direct por ser um método mais veloz).

One UI 8.5 pode ter visual inspirado no iOS

Um dos primeiros vazamentos da futura One UI, publicado pelo site SammyGuru, mostra um novo visual na tela de configurações do aparelho. As abas ficaram mais finas e sem os subtítulos convencionais — um visual bem mais parecido com o do rival iOS.

Outras possíveis novidades incluem um assistente nativo para chamadas e um ajuste para diminuir o brilho da tela ao mostrar luzes piscantes, com o objetivo de reduzir o risco de ataques epiléticos.

A expectativa é de que a One UI 8.5 chegue em janeiro deste ano com a nova linha Galaxy S. A atualização ainda vai rodar com o Android 16, mas deve trazer novidades consideráveis com relação à One UI 8, lançada em julho. 

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4 emojis que não existem — como o cavalo marinho — e são fruto do Efeito Mandela

Os emojis presentes nos teclados digitais fazem parte da nossa rotina de conversas e interações nas redes sociais. Mas há alguns símbolos que, por serem comuns em outras áreas da internet e até fora das telas, podem nos dar a ilusão de que também estão disponíveis entre os emojis — mesmo quando não estão.

Essa situação viralizou recentemente nas redes sociais, quando surgiu entre diversos usuários a dúvida se existia um emoji de cavalo marinho. Esse símbolo nunca foi lançado, e a ideia de sua presença foi associada a um fenômeno de memória coletiva falsa.

Efeito Mandela

As dúvidas relacionadas ao emoji do cavalo marinho podem ser associadas ao que é conhecido como Efeito Mandela. Esse fenômeno ocorre quando diversas pessoas se convencem coletivamente de que algo é real quando, na verdade, nunca aconteceu.


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O termo foi criado pela pesquisadora de temas sobrenaturais Fiona Broome, a partir da crença de que o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, teria morrido na prisão na década de 1980 — quando, na verdade, ele faleceu em 2013.

Broome relatou ter conversado com diversas pessoas que também afirmavam se lembrar de terem lido em jornais sobre a suposta morte de Mandela na prisão. Essa falsa lembrança coletiva deu origem ao nome do fenômeno.

Assim como no caso do cavalo marinho, outros emojis já foram alvo desse efeito. Mesmo sem nunca terem existido, muitas pessoas afirmam se lembrar de tê-los visto em teclados digitais.

Confira, a seguir, uma lista de alguns emojis que são fruto do efeito mandela.

Emojis efeito mandela
Ilusão sobre presença de alguns emojis nos reclados são associadas ao Efeito Mandela (Reprodução/Imagem gerada pelo ChatGPT)

1. Cavalo-marinho

A suposta presença do emoji de cavalo marinho nos teclados digitais confundiu diversos usuários, mesmo que ele nunca tenha existido. O Consórcio Unicode — responsável por aprovar e divulgar a lista oficial de emojis — jamais incluiu a figura desse animal.

Diante das dúvidas, alguns usuários chegaram a consultar ferramentas de inteligência artificial (IA), que “alucinaram” ao dar respostas sobre o símbolo. Vale destacar que já houve uma proposta de inclusão do emoji de cavalo marinho, mas ela foi recusada em 2018.

Cavalo marinho no ChatGPT
ChatGPT e outras IAs alucinaram ao serem perguntadas sobre a axistência do emoji de cavalo marinho (Reprodução/ChatGPT)

2. Peixe-espada

Polvo, baleia e tubarão são alguns dos animais marinhos que estão disponíveis entre os emojis, mas o peixe-espada não está. Até hoje, o Consórcio Unicode nunca recebeu sequer uma proposta de inclusão da figura desse animal.

3. Ladrão

A imagem de um ladrão com roupa listrada em preto e branco é comum em desenhos animados e filmes, mas esse emoji também nunca fez parte de nenhuma atualização oficial da Unicode.

Até houve uma proposta para sua inclusão, mas ela foi recusada em 2021.

4. Caminhante (trilheiro)

Outro exemplo associado ao efeito Mandela é o de um caminhante. É comum ver representações de pessoas equipadas para trilhas, com mochila grande e roupas adequadas, mas esse símbolo nunca foi aprovado pelo Unicode.

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VÍDEO | EMOJI NA SENHA: GÊNIO DA SEGURANÇA OU PESADELO NA HORA DE LOGAR?

 

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Slow Horses: onde assistir e quando estreiam os episódios da 5ª temporada?

Para quem adora uma boa e velha história de espionagem, Slow Horses é uma refeição completa. Estrelada por Gary Oldman (O Destino de Uma Nação), o programa britânico retorna esta semana com sua quinta temporada, prometendo novas reviravoltas e missões quase impossíveis.

Lançada em 2022, Slow Horses chegou de mansinho ao conhecimento do público acompanhando uma equipe disfuncional de agentes da MI5 que é comandada por um chefe arrogante e nada agradável.

Em meio a problemas pessoais, cada um dos agentes faz o que pode para proteger a Inglaterra diante de ameaças, mas a ilusão do mundo da espionagem nem sempre se sustenta, resultando em várias situações inesperadas.


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Vencedora da categoria de Melhor Direção em Série de Drama no Emmy 2025, Slow Horses vem chamando bastante atenção do público nos últimos anos, então chegou o momento de se preparar para o que a quinta temporada da série tem para oferecer anotando na sua agenda o calendário de lançamento dos novos episódios.

 

Quantos episódios a 5ª temporada de Slow Horses tem?

Mantendo o padrão da série desde a estreia, a quinta temporada de Slow Horses tem o total de seis episódios. Cada capítulo tem uma duração que varia entre 45 a 60 minutos.

Quando estreia a 5ª temporada de Slow Horses?

A quinta temporada de Slow Horses tem data marcada para estrear no streaming nesta quarta-feira, dia 24 de setembro. Os dois primeiros episódios da série serão liberados simultaneamente na quarta-feira, com o restante chegando ao streaming semanalmente.

Quinta temporada de Slow Horses estreia dia 24 de setembro (Imagem: Divulgação/Apple TV+).

Calendário de lançamento dos episódios da 5ª temporada de Slow Horses

Agora que você já sabe quando acontece a estreia da quinta temporada de Slow Horses, chegou o momento de abrir um espacinho na agenda ao longo das próximas semanas para acompanhar o lançamento semanal dos episódios.

Confira a seguir o calendário de lançamento dos capítulos da nova temporada:

  • 24 de setembro: episódios 1 e 2;
  • 1 de outubro: episódio 3;
  • 8 de outubro: episódio 4;
  • 15 de outubro: episódio 5;
  • 22 de outubro: episódio 6 (season finale).

Onde assistir Slow Horses?

As quatro primeiras temporadas de Slow Horses estão disponíveis no catálogo da Apple TV+. A quinta temporada também será lançada no serviço de streaming da empresa da maçã.

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Investimentos bilionários chineses expõem desafios trabalhistas e regulatórios no Brasil

Apesar do crescimento, multinacionais enfrentam barreiras da CLT, exigências de ESG e normas de segurança Da Redação (*) Brasília – O avanço das empresas chinesas no Brasil, com investimentos bilionários em infraestrutura, energia e agronegócio, tem movimentado a economia e gerado empregos, mas também exposto fragilidades nos campos jurídico e regulatório. A especialista em Direito […]

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Como aproveitar o trabalho remoto para explorar São Paulo em horários menos movimentados

Da Redação Brasília – A maneira como vivemos e gerenciamos nosso tempo foi alterada pelo trabalho remoto. Anteriormente, a rotina era determinada pelo relógio do escritório, com deslocamentos diários longos e frequentemente cansativos. Atualmente, com a possibilidade de trabalhar de casa ou de qualquer outro lugar, surge a chance de equilibrar responsabilidades profissionais com vivências […]

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