Este sedã elétrico chinês tem carregamento mais rápido que muitos celulares

O novo Changan Nevo A06 tem chamado a atenção na indústria automotiva. O motivo? O sedan elétrico oferece carregamento rápido o suficiente para garantir 1 km de autonomia por segundo. O segredo está no sistema 6C, que indica quantas vezes a bateria pode ser carregada completamente em uma hora.

Ainda sem preço definido, o modelo deve marcar presença também no mercado internacionalincluindo o Brasil, onde a fabricante deve fazer sua estreia em breve. Enquanto estes detalhes não são revelados, já se sabe que o Nevo A06 deve contar com opções de baterias de 42,12 kWh, 51,48 kWh e 63,18 kWh.

A autonomia das baterias deve variar de 420 km a 630 km no ciclo chinês CLTC, que é  considerado mais otimista que os padrões europeus e americanos. O mais interessante é que a bateria maior leva apenas 12 minutos para ir de 10% de carga a 80%, enquanto as menores completam a operação em até 8 minutos. 


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Carro elétrico Changan 

Construído sobre uma plataforma de 800 V, o Changan Nevo A06 tem 4,9 m de comprimento e entre-eixos de 2,9 m. O pacote tecnológico conta com lidar no teto, radares de ondas milimétricas, 12 sensores ultrassônicos e 11 câmeras. 

Novo Changan Nevo A06 surpreende com a recarga ultrarrápida (Car News Vehicle/Reprodução)

Dependendo da versão, a potência do sedan varia de 161 a 282 cv. Além das versões 100% elétricas, o modelo vai ser comercializado também na chamada configuração range extender (EREV), equipada com motor a combustão com potência de 97 cv que atua como gerador, oferecendo até 180 km de rodagem elétrica. 

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Vazamento massivo expõe dados de 252 milhões de pessoas em 7 países

Pesquisadores da Norton relataram um vazamento massivo de dados pessoais, afetando 252 milhões de pessoas em sete países. O erro aconteceu devido à má configuração de três grandes servidores, expondo dados completos dos usuários. Os locais afetados são América do Norte, África, Europa e Oriente Médio.

As informações vazadas incluem número de identificação (como o RG, no Brasil), data de nascimento, endereço e dados de contato, considerados críticos pelos especialistas. Com isso, cibercriminosos podem até roubar a identidade de uma pessoa e cometer fraudes em seu nome.

Riscos do vazamento

Segundo levantamento da Norton, as vítimas do vazamento em massa estão no Canadá, México, Egito, Turquia, Arábia Saudita, África do Sul e Emirados Árabes Unidos.


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O vazamento de dados ocorreu por conta de três servidores mal configurados, afetando usuários de três continentes (Imagem: Lars Kienle/Unsplash)
O vazamento de dados ocorreu por conta de três servidores mal configurados, afetando usuários de três continentes (Imagem: Lars Kienle/Unsplash)

Os dados expostos podem levar a fraudes financeiras, roubos de identidade e golpes personalizados — os hackers podem abrir contas falsas, gerar declarações fiscais ilegítimas ou lançar ataques de phishing direcionados, reproduzindo dados pessoais para aumentar a credibilidade dos e-mails.

Embora o Brasil não tenha sido apontado como um dos países afetado pelo incidente, fique atento a comunicações oficiais de sites, aplicativos e empresas onde você possui conta: caso emitam um aviso para mudar a senha, ativar verificação por duas etapas ou evitar links em e-mails, isso é um sinal de brecha de dados, e convém obedecer às recomendações de segurança.

Para escapar de golpes de phishing, siga as dicas de sempre: verifique o remetente, não abra anexos ou clique em links desconhecidos e sempre confira as informações diretamente no app ou site do serviço em questão.

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Pressão 12 por 8 não é mais normal — entenda a reclassificação feita por médicos

A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025 trouxe uma mudança importante na forma como a pressão arterial é interpretada nos consultórios médicos do país. A tradicional aferição de 12 por 8, antes vista como sinônimo de pressão “normal”, passa agora a ser classificada como pré-hipertensão.

O documento, elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, em conjunto com a Sociedade Brasileira de Nefrologia e a Sociedade Brasileira de Hipertensão, tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e estimular intervenções que possam evitar a progressão para quadros mais graves.

Segundo a nova diretriz, apenas valores inferiores a 12 por 8 serão considerados normais. Assim, um resultado de 12 por 8 já indica a necessidade de atenção médica, embora não configure doença. Os parâmetros para diagnóstico de hipertensão, no entanto, não foram alterados. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 continuam sendo enquadrados como hipertensão arterial, em diferentes estágios, de acordo com a aferição realizada em consultório por um profissional de saúde.


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Pressão 12 por 8 não é mais normal (Imagem: Julia Taubitz/Unsplash)

A mudança acompanha uma tendência internacional, considerando que diversos estudos têm demonstrado que pressões antes consideradas normais já podem estar associadas a maior risco cardiovascular, aumentando a chance de eventos como infarto e AVC ao longo do tempo. Com a nova classificação, os médicos terão respaldo para adotar uma postura mais proativa diante de resultados que antes poderiam ser negligenciados.

Na prática, o recado da nova diretriz é que mesmo quem tem pressão considerada “boa” no senso comum deve ficar atento. A aferição de 12 por 8 já não representa a zona de conforto. O ideal, de acordo com os especialistas, é manter a pressão abaixo desse patamar para garantir proteção cardiovascular a longo prazo.

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China pode superar EUA como principal nação no espaço entre próximos 5 a 10 anos

Na última terça-feira (16), um novo relatório da Commercial Space Federation alertou que a China pode ultrapassar os Estados Unidos e se tornar a principal potência espacial do mundo em apenas cinco a dez anos. O documento, intitulado Redshift, destaca que o crescimento acelerado do programa espacial chinês contrasta com os cortes históricos no orçamento da NASA, o que coloca os EUA em posição vulnerável na chamada “nova corrida espacial”.

De acordo com o relatório, a China vive um momento único em sua história espacial. O país está avançando em várias frentes ao mesmo tempo: construção da estação espacial Tiangong, desenvolvimento de megaconstelações de satélites, criação de foguetes de grande porte e exploração da Lua. Entre as metas mais ambiciosas está o envio de astronautas à superfície lunar até 2030, seguido pela construção de uma base equipada com reator nuclear até 2035.

O país já conta com seis centros de lançamento em operação, o que garante uma capacidade crescente de enviar missões ao espaço. Esse avanço é impulsionado por forte investimento governamental em empresas privadas, que receberam mais de US$ 2,8 bilhões em 2023, valor 17 vezes maior que em 2016.


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Estados Unidos enfrentam cortes e atrasos

(Imagem: Public Domain/Tammy Sue)

Enquanto a China avança, os EUA lidam com desafios significativos. O programa Artemis, que pretende levar astronautas à Lua até 2027, já sofreu atrasos devido a problemas com o foguete Starship da SpaceX. Paralelamente, cortes propostos ao orçamento da NASA comprometem missões de longo prazo e reduzem a capacidade de inovação da indústria espacial americana.

Outro ponto crítico é o futuro da Estação Espacial Internacional (ISS), que deve ser desativada até o fim da década. Sem planos diretos de substituição por parte da NASA, a Tiangong poderá se tornar a única estação estatal em órbita, ampliando ainda mais a influência da China.

O relatório conclui que a China não só está alcançando os EUA, mas ditando o ritmo da corrida espacial. Se nada mudar, Pequim poderá garantir vantagem estratégica na exploração lunar e até em futuras missões a Marte, além de consolidar parcerias globais que reduzem a influência americana no setor.

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iPhone Air x Galaxy S25 Edge: teste de bateria coloca ultrafinos frente a frente

Novos testes feitos pelo canal XEETECHCARE e pelo portal Tom’s Guide mostraram vantagem para o iPhone Air em duração de bateria contra o Galaxy S25 Edge. O resultado mostrou uma melhor otimização de energia do modelo da Apple, mesmo que tenha menor capacidade de carga. 

No teste de dreno total realizado pelo canal, o iPhone Air durou 8 horas e 57 minutos antes de precisar de uma recarga. O Galaxy S25 Edge teve uma duração ligeiramente menor, de 8h 45 min.

Para referência, a capacidade de bateria do iPhone Air é de 3.149 mAh, contra 3.900 mAh do Galaxy S25 Edge. 


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iPhone Air
iPhone Air pode ser usado com bateria magnética para aumentar duração de carga (Imagem: Divulgação/Apple)

Outros testes de duração de bateria mostraram os seguintes resultados:

  • Teste de navegação web: 12h 02 min para o iPhone Air, e 11h 48 min para o Galaxy S25 Edge
  • Após 5 horas de streaming de vídeo: iPhone Air manteve 81%, enquanto o Galaxy S25 Edge caiu para 67%.
  • Outros modelos também foram testados para comparação: o iPhone 17 Pro Max atingiu 11h 53 min de duração máxima, enquanto o Galaxy S25 Ultra ficou em 9h 18 min.

Samsung e Apple se preocupam com bateria de ultrafinos

Mesmo que a primeira geração de celulares finos das duas maiores marcas tenha sido lançada há pouco tempo, elas já demonstraram preocupação com a duração de bateria deles. 

A Apple, por exemplo, lançou também uma capinha magnética com power bank para o iPhone Air. O acessório leva o smartphone a 40 horas de reprodução de vídeos, segundo a marca. 

Por sua vez, a Samsung planeja o lançamento do Galaxy S26 Edge com uma bateria maior, de 4.400 mAh. No entanto, só será possível saber a real melhoria de autonomia após o lançamento do dispositivo, previsto para o primeiro trimestre do próximo ano. 

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Marque na agenda: Xiaomi 17 com “tela mágica” ganha data oficial de lançamento

A Xiaomi confirmou o lançamento da sua nova série de smartphones avançados para o dia 25 de setembro. O evento ocorrerá na China, enquanto o lançamento global pode ocorrer apenas em 2026.

A linha de celulares será composta por três modelos: Xiaomi 17, Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max. 

Os três serão os primeiros celulares do mundo a utilizarem o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, cujo lançamento está previsto para a próxima terça-feira (23).


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O anúncio da Qualcomm marcará um novo ciclo para celulares Android topos de linha, incluindo o Galaxy S26 Ultra. O modelo da Samsung está previsto para o primeiro trimestre de 2026. 

Xiaomi 17 — o que esperar

Como já divulgado pela Xiaomi, o maior diferencial dos novos dispositivos será a presença de uma tela secundária na parte traseira, ao lado das câmeras. O painel estará disponível no Xiaomi 17 Pro e Pro Max. 

Essa tela será usada para funções consideradas mais simples, como notificações, multitarefa, recursos de IA e tarefas associadas a dispositivos integrados ao ecossistema HyperOS. 

Xiaomi 17
Linha Xiaomi 17 ganhou data oficial de lançamento (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Outras características técnicas esperadas para os aparelhos incluem:

  • Tela OLED de 6,3 polegadas (Xiaomi 17 e 17 Pro) ou 6,8 polegadas (Xiaomi 17 Pro Max). Todos os modelos terão painéis com resolução 2K e bordas finas;
  • Baterias de 7.000 mAh (Xiaomi 17), 6.300 mAh (Xiaomi 17 Pro) ou 7.500 mAh (Xiaomi 17 Pro Max), todos com suporte para recargas sem fio;
  • Três câmeras traseiras de 50 MP para os modelos Pro e Pro Max, com lente ultrawide e telefoto periscópio com função macro;
  • Câmera frontal de 50 MP com foco automático nos três celulares;

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Comparativo | Moto G86 x Galaxy A56: qual intermediário você deve comprar?

O Moto G86 e o Galaxy A56 chegam com duas abordagens distintas no segmento intermediário. Enquanto a Motorola aposta em resistência superior e design diferenciado, a Samsung foca em performance e recursos de IA. 

Neste comparativo, analisamos os dois aparelhos para entender qual oferece melhor custo-benefício, e te ajudar a escolher seu próximo smartphone. 

Design, construção e tela

Cada fabricante seguiu sua identidade visual característica. O Moto G86 traz módulo de câmeras discreto e levemente saltado, com traseira em material sintético que simula couro, um acabamento mais elegante que se destaca no segmento.


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Moto G86 tem visual mais elegante e acabamento “diferente” (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O Galaxy A56 mantém o módulo em formato de pílula mais sobressalente, com três sensores alinhados verticalmente. A traseira de vidro Gorilla Glass é bem construída, mas segue o padrão já conhecido da marca e não se diferencia muito de outras fabricantes, que sempre apostam nesse visual mais sóbrio.

A construção da moldura favorece o Galaxy, com laterais de alumínio contra o plástico do Moto G. Em resistência, porém, o G86 leva vantagem com certificações IP68, IP69 e padrão militar MIL-STD-810H, enquanto o A56 oferece apenas IP67 contra poeira e água.

Para as telas, o A56 possui painel Super AMOLED de 6,7 polegadas com brilho máximo de 1.900 nits, taxa de 120 Hz, HDR10+ e proteção Gorilla Glass Victus+.

O Motorola conta com display de 6,67 polegadas OLED, impressionantes 4.500 nits de brilho, mesma taxa de 120 Hz, HDR10+ e proteção Gorilla Glass 7i.

Configurações e desempenho

O Motorola utiliza MediaTek Dimensity 7300 com 8 GB de RAM, enquanto o Samsung adota Exynos 1580 também com 8 GB. O desempenho cotidiano é equivalente, e ambos se saem bem em tarefas básicas, redes sociais e jogos.

O Moto G86 oferece mais armazenamento com versões de 256 GB e 512 GB, contra opções de 128 GB e 256 GB do Galaxy A56. Assim, o Motorola é mais indicado para quem quer salvar mais arquivos no celular. 

Em benchmark, porém, o modelo da Samsung mostra superioridade clara com 1.219.931 pontos no AnTuTu contra 660.500 do Motorola. Isso mostra que, apesar de terem uma performance parecida, o modelo da Samsung tem mais “poder de fogo”. 

Galaxy A56 oferece desempenho superior ao do Moto G86 (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Ao passo que você talvez não note isso nos primeiros meses de uso, é muito provável que o celular da Samsung dure mais na sua mão, e continue rápido por vários anos, mesmo após atualizações.

Usabilidade e sistema

Ambos oferecem interfaces de boa navegação com propostas diferentes. A Samsung aposta na One UI personalizada, que permite ampla customização para adaptar o sistema às preferências do usuário.

A Motorola escolheu visual mais limpo, próximo do Android puro, mas com modificações úteis como gestos para câmera, lanterna e Moto Ações.

O Galaxy A56 se destaca por trazer Galaxy AI para o segmento intermediário. Apesar de ser bem limitado em relação aos recursos vistos nos topos de linha, já é mais do que o Moto G86, que não conta com a suíte do moto AI presente na linha Motorola Edge

Bateria e autonomia

No papel, as capacidades de bateria do Galaxy A56 e Moto G86 são similares: 5.000 mAh e 5.200 mAh, respectivamente. A prática, porém, mostra diferença significativa.

Moto G86 tem mais autonomia de bateria (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

No teste padrão do Canaltech, o Moto G86 consumiu 15% da carga contra 22% do Galaxy A56. Isso resulta em estimativa de 20 horas para o Motorola e 13 horas para o Samsung.

Assim, o Moto G86 consegue passar mais tempo longe das tomadas e ultrapassa um dia tranquilamente, enquanto o A56 pode exigir carregamento extra em casos de uso mais intenso, com jogos, muita reprodução de vídeo, uso intenso da câmera e navegação por GPS.

Câmeras

O Galaxy A56 traz configuração tripla: principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP, além de frontal de 12 MP. O Moto G86 oferece duas traseiras, com principal de 50 MP e ultrawide de 8 MP, e frontal de 32 MP.

A vantagem do Motorola está no sensor ultrawide híbrido que funciona como macro, que permite registros aproximados melhores que um sensor macro dedicado de baixa resolução, como o do A56. Assim, dá para captar mais detalhes em plantas e flores, com textura mais realista.

Já as cores são mais naturais no G86, enquanto o A56 pode saturar demais em alguns cenários. A ultrawide do modelo sul-coreano apresenta tons artificiais, especialmente no azul do céu, que fica muito intenso.

Para vídeos, o Samsung leva vantagem. Ambos filmam 4K a 30 fps ou Full HD a 60 fps com a traseira, mas na frontal o A56 oferece 4K a 30 fps e Full HD a 60 fps, enquanto o G86 fica limitado a 30 fps em ambas resoluções.

Veja exemplos de fotos tiradas com o Moto G86:

Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide / modo macro
Moto G86 – Câmera ultrawide / modo macro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide / modo macro
Moto G86 – Câmera ultrawide / modo macro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide / modo macro
Moto G86 – Câmera ultrawide / modo macro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide / modo macro
Moto G86 – Câmera ultrawide / modo macro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide / modo macro
Moto G86 – Câmera ultrawide / modo macro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide / modo macro
Moto G86 – Câmera ultrawide / modo macro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera ultrawide
Moto G86 – Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera frontal
Moto G86 – Câmera frontal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera frontal / modo retrato
Moto G86 – Câmera frontal / modo retrato (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Moto G86 - Câmera principal
Moto G86 – Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Veja exemplos de fotos tiradas com o Galaxy A56:

Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Gabriel Furlan Batista/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Matheus Melo/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Matheus Melo/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Matheus Melo/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Matheus Melo/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Matheus Melo/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Matheus Melo/ Canaltech)
Galaxy A56
Galaxy A56 (Matheus Melo/ Canaltech)

Moto G86 ou Galaxy A56: qual vale a pena comprar?

O Moto G86 se destaca em autonomia, resistência superior, design diferenciado e cores mais naturais nas fotos. É ideal para quem prioriza durabilidade e não quer se preocupar com carregamento constante.

O Galaxy A56 oferece melhor performance em benchmarks, recursos de IA, gravação de vídeo superior na frontal e construção premium com alumínio. Funciona bem para quem valoriza performance e quer experimentar funcionalidades de inteligência artificial.

A escolha depende das preferências: se você busca um aparelho robusto com excelente bateria e câmeras melhores, o Motorola é superior. Se prioriza performance bruta e recursos mais avançados com interface mais amigável e vários anos de updates do Android, o Samsung atende melhor. 

Quanto ao preço, comparamos as versões de 256 GB de cada aparelho, para te mostrar a diferença entre cada um:

  • Moto G86: R$ 1.800
  • Galaxy A56 256 GB: R$ 2.000

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: Galaxy A56, perdido entre os A55 e A54 e perto demais dos Galaxy S anteriores da Samsung

 

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CNH Social: mitos e verdades sobre a habilitação gratuita

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é um documento essencial, mas os altos custos acabam se tornando impeditivo para uma enorme parcela da população brasileira. Por conta disso, alguns estados já implementaram programas para a obtenção da CNH Social, que permite obter o documento de graça

A iniciativa ganhou força com a sanção presidencial, que oficializou o uso de recursos provenientes de multas de trânsito para custear o benefício. Embora tenha entrado em vigor em agosto de 2025, porém, a nova legislação ainda gera dúvidas e está envolvida em certos mitos.  

Afinal, quem tem direito? O que está incluso? Não há mesmo custos envolvidos? Para ajudar a por um ponto final nessa e em outras dúvidas, o CT Auto reuniu em uma lista os principais mitos e verdades sobre a CNH Social.


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Confira abaixo e veja tudo sobre a CNH de graça.

Benefício da CNH Social já é válido, mas segue cercado de mitos (Imagem: Reprodução/Portal do Trânsito)

Quais as regras para a CNH Social?

O benefício da CNH gratuita não está disponível para qualquer um e muda de acordo com a região em que for solicitado. Cada estado tem suas próprias regras e requisitos que precisam ser cumpridos para que o cidadão se enquadre no perfil que dá direito à emissão da CNH Social.

As principais, porém, são adotadas em todas as praças e fundamentais para que o benefício de tirar a CNH de graça seja disponibilizado:

  • Renda familiar não pode ultrapassar 2 salários mínimos
  • Estar inscrito no Cadastro Único
  • Ter mais de 18 anos
  • Saber ler e escrever
  • Morar no mesmo estado em que está pleiteando o benefício
  • Em alguns estados ainda há outras exigências, como estar desempregado há mais de um ano, ser inscrito em algum programa social, como o Bolsa-Família, ser estudante da rede pública com bom histórico ou ser uma pessoa com necessidades especiais.

O que é fato e o que é boato sobre a CNH Social?

Agora que já revimos quais as regras e requisitos para obter a CNH Social, vamos elencar abaixo alguns mitos e verdades sobre a CNH gratuita. Fique ligado para não se enganar na hora de saber se tem ou não direito à Carteira Nacional de Habilitação sem custos, ok?

  • CNH Social é 100% gratuita: Verdade. O programa foi criado para não gerar custos em todas as etapas do processo, incluindo exames médicos, psicológicos, aulas teóricas, práticas, taxas de prova e emissão do documento.
  • Qualquer pessoa pode se inscrever: Mito. Apenas maiores de 18 anos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e que se enquadrem como baixa renda têm direito ao benefício.
  • Programa já é válido em vários estados: Verdade. Pelo menos 16 estados brasileiros já oferecem a CNH Social, cada um com regras próprias. Entre eles estão Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Sergipe.
  • A CNH Social abrange todas as categorias: Mito. De maneira geral, o benefício contempla apenas a primeira habilitação na categoria A (moto) ou B (carro), dependendo das regras de cada estado.
  • Recursos para custear vêm das multas de trânsito: Verdade. O dinheiro arrecadado com as infrações ajuda a bancar a CNH gratuíta e outros projetos, como sinalização, fiscalização e educação no trânsito.
CNH gratuita vai ajudar quem não consegue bancar altos custos na autoescola (Imagem: Reprodução/Agência Câmara)

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Vídeo: cuidado com o golpe da CNH falsa!!!

 

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