7 séries de suspense lançadas em 2025 pela Netflix

Repletas de reviravoltas, as séries de suspense costumam estar entre as produções mais aclamadas dos streamings, exatamente pela atmosfera de tensão e choque que causam no espectador. A Netflix, em especial, costuma lançar muitos títulos do gênero, tendo dado destaque para essas produções em 2025.

Desde janeiro, títulos como Indomável, Duas Covas e O Jardineiro, só para citar alguns, têm chegado à plataforma, trazendo boas histórias de suspense policial, psicológico e até político para o catálogo.

Novas séries de suspense da Netflix

A fim de ajudar quem está em busca de novas e boas produções para maratonar, o Canaltech preparou uma lista de sete séries de suspense lançadas neste ano pela Netflix.


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Com tramas ainda frescas e causando burburinho nas redes sociais, muitas dessas produções já ganharam sinal verde para uma nova temporada, o que significa que é uma boa hora para você começar a acompanhar suas histórias. Confira!

  1. Indomável
  2. Dept. Q
  3. Cassandra
  4. A Reserva
  5. Duas Covas
  6. Dia Zero
  7. O Jardineiro

1. Indomável

 

Sucesso inesperado da Netflix, que ganhou força no boca a boca e não tanto pela divulgação da plataforma, Indomável é uma série de suspense policial já renovada para a segunda temporada. Protagonizada por Eric Bana, a produção é ambientada no Parque Nacional de Yosemite e chegou ao streaming sendo apontada como um “encontro entre Yellowstonee e True Detective“.

Título que entrou para o top 10 global do serviço, Indomável conta a história de Kyle Turner, um agente que trabalha na área de serviços investigativos dos Parque Nacionais americanos. Encarregado de investigar um brutal assassinato ocorrido em Yosemite, Kyle conta com a ajuda de Naya Vazquez, uma guarda florestal ainda novata no cargo, para caçar um criminoso que parece conhecer os segredos daquelas florestas tão bem quanto ele.

2. Dept. Q

 

Baseada na série de livros do escritor dinamarquês Jussi Adler-Olsen, Dept. Q é uma série de suspense policial que chegou em maio à Netflix. Produção escocesa criada por Chandni Lakhani e Scott Frank – roteirista e diretor de O Gambito da Rainha –, o título estreou sendo aclamado em plataformas como Rotten Tomatoes e Metacritic, e ganhando muitas comparações com o sucesso do Apple TV+, Slow Horses.

Protagonizada por Matthew Goode (O Jogo da Imitação), Dept. Q segue os passos de Carl Morck, um detetive que sobrevive a uma tragédia que vitimou um jovem policial e deixou seu parceiro paraplégico. Quando volta a trabalhar na Polícia de Edimburgo, mesmo sendo mal visto pela corporação, Carl é colocado para “chefiar” uma unidade até então inexistente, que deve investigar casos já arquivados. Um departamento que com o tempo ganha mais adeptos colocados de escanteio pela polícia.

3. Cassandra

 

Navegando entre o suspense, o terror e a ficção científica, Cassandra é uma minissérie em seis partes lançada ainda em fevereiro pela Netflix. Produção alemã, a trama se passa em um ambiente retro futurista, e faz refletir sobre o futuro da humanidade e os extremos da tecnologia em um estilo parecido aos episódios de Black Mirror.

Protagonizada por Lavinia Wilson, Cassandra conta a história de Samira e David, um casal que se muda para uma casa inteligente que há 50 anos está desocupada. Além de muitas invenções, o local conta com Cassandra, uma assistente virtual doméstica criada nos anos 1970 que está inativa desde a morte dos antigos moradores. Presa à visão de mundo da época, Cassandra faz de tudo para manter a casa funcionando perfeitamente e para que seus novos moradores nunca mais a abandonem.

4. A Reserva

 

Produção dinamarquesa, A Reserva é uma série de suspense e drama da Netflix marcada por suas reviravoltas chocantes e por uma trama considerada por muitos espectadores bastante perturbadora. Dividida em seis episódios, a série se passa em Copenhagem e é estrelada pelas atrizes Marie Bach Hansen (Os Herdeiros), Danica Curcic (O Homem das Montanhas) e Sara Fanta Traore (História de Amor em Copenhague).

Lançada em maio, A Reserva gira em torno de Cecilie, uma mulher endinheirada que estranha quando a au pair filipina da casa de seus vizinhos some misteriosamente após frequentar sua casa para uma festa de jantar. Ciente de que a jovem precisava de ajuda, Cecilie decide relatar o caso às autoridades, mesmo contra a aparente vontade de abafar a história de todos ao seu redor, e chama a atenção de uma detetive novata que decide investigar o caso.

5. Duas Covas

 

Minissérie que entrou para o top 10 da Netflix em 80 países, Duas Covas é uma série espanhola de suspense criada por Agustín Martínez (Segunda Muerte). Dividida em três episódios lançados em agosto na plataforma, a produção é estrelada por uma veterana da televisão no país, Kiti Mánver (O Inconveniente), e já é considerada uma das obras locais de maior sucesso do streaming.

Com elementos de vingança muito fortes em sua narrativa, Duas Covas gira em torno de Isabel, uma senhora de 70 anos que, dois anos após o sumiço misterioso de sua neta e de uma amiga dela, decide se juntar ao pai da outra garota para descobrir o que realmente aconteceu. Uma investigação em que entra determinada a descobrir a verdade, custe o que custar.

6. Dia Zero

 

Estreia do veterano das telonas Robert De Niro em séries de televisão, Dia Zero é uma minissérie de suspense político lançada em fevereiro no streaming. Co-criada por Eric Newman, showrunner de Narcos, a produção trabalha em cima de temas como teorias da conspiração e crise global, em uma trama que conta ainda com Jesse Plemons (Tipos de Gentileza) e Angela Bassett (Pantera Negra) no elenco.

Com seis episódios, Dia Zero tem início quando um ataque ciberterrorista sem precedentes acontece nos Estados Unidos, resultando em milhares de mortes. Nesse cenário, George Mullen, ex-presidente muito popular do país, é nomeado líder de uma comissão especial criada para identificar os causadores por trás do ato conhecido como Dia Zero. Uma obrigação que aceita, embora venha tendo estranhos episódios de confusão mental.

7. O Jardineiro

 

Série espanhola perfeita para quem gosta de um bom suspense, O Jardineiro é uma produção lançada em abril na Netflix, que chegou com tudo no ranking brasileiro, tornando-se top 1 no país. Estrelada por Álvaro Rico (Elite), Catalina Sopelana (O Vizinho) e Cecilia Suárez (A Casa das Flores), a trama mistura romance, mistério e muitos assassinatos em sua narrativa.

Com boas discussões sobre moralidade, O Jardineiro gira em torno de Elmer, um rapaz que, devido a um acidente, tornou-se incapaz de sentir emoções – uma condição que passou a ser explorada por sua mãe, La China Jurado. Utilizando uma empresa de jardinagem como fachada e a frieza do garoto, La China comanda uma rede de assassinatos por encomenda. Um serviço ao qual ela dirige com testa de ferro até Elmer se apaixonar por um de seus alvos, colocando em risco os negócios da família.

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The Witcher volta aos quadrinhos em sintonia com nova temporada na Netflix

Entre livros, games consagrados e uma série de sucesso na Netflix, Geralt de Rívia já se consolidou como um ícone da fantasia moderna. Agora, o bruxo favorito dos fãs retorna ao universo dos quadrinhos em uma minissérie inédita da Dark Horse Comics. The Witcher: Blood Stone promete mergulhar o personagem em mais uma jornada brutal e sangrenta.

Composta por quatro edições, a HQ leva Geralt até antigas minas anãs, locais envoltos em lendas e perigos mortais. Segundo a sinopse oficial, caçadores de tesouro têm desaparecido misteriosamente, e rumores falam de uma criatura com chifres responsável pelas mortes. 

Sem evidências claras de ataque, Geralt parte para investigar — mas descobre que tanto as montanhas quanto os túneis subterrâneos guardam segredos que talvez fosse melhor deixar intocados.


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“Geralt e eu compartilhamos muitas das mesmas sensibilidades, o que é tanto aterrorizante quanto perfeito para essa história. Contar um conto banhado em sangue sobre o verdadeiro monstro que é o homem é uma oportunidade que eu sempre aprecio”, declarou o roteirista Daniel Freedman.

Imagem: Reprodução/Dark Horse Comics

Além de Freedman, conhecido por Birdking e Kali, a minissérie conta com arte de Pius Bak (Slightly Exaggerated, Godfather of Hell), cores de Roman Titov (Cyberpunk 2077: Big City Dreams) e letras de Hassan Otsmane-Elhaou, que já trabalhou em outra HQ de Geralt, The Witcher: The Bear and the Butterfly.

A edição #1 terá capa principal assinada por Bak e variantes especiais de artistas como Gigi Cavenago e Patrycja Podkościelny. Para a CD Projekt Red, que supervisiona a franquia, a escolha da equipe não poderia ser melhor.

“Daniel Freedman escreveu uma das melhores histórias de fantasia sombria em quadrinhos, Birdking. Convidá-lo a criar algo no universo de The Witcher foi uma combinação perfeita. Ele, Pius Bak e Roman Titov formam um time dos sonhos, que entregou uma trama maravilhosa sobre ganância e feridas que nunca cicatrizam”, disse Marcin Zwierzchowski, editor criativo da franquia.

The Witcher: Blood Stone #1 chega às comic shops e plataformas digitais no dia 28 de janeiro de 2026. Já a quarta temporada de The Witcher chega à Netflix no dia 30 de outubro de 2025, e o game The Witcher 4 não tem previsão de lançamento antes de 2027.

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Parece fumaça, mas é ciência: por que os aviões deixam rastros brancos no céu?

Você já reparou que, às vezes, os aviões deixam rastros brancos no céu? Trata-se das chamadas “trilhas de condensação”, que são formadas pelo mesmo processo que permite que você veja o ar exalado durante a respiração quando está frio.

Para entender melhor a origem destas rastros esbranquiçados, é importante compreender primeiro como são as condições atmosféricas que os aviões encontram durante o voo — quando estão a mais de 8 km de altitude, as aeronaves encaram -50 ºC

Ao mesmo tempo, o motor dos aviões libera uma verdadeira descarga de gás aquecido, tão quente que passa dos 300 ºC. É ali que está o segredo: o encontro dos gases com o ar frio faz com que o vapor d’água se resfrie e sofra condensação, formando pequenas gotas. Depois, o movimento da aeronave espalha as partículas e cria as faixas brancas no céu. 


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As “nuvens” dos aviões 

A duração do rastro depende das condições atmosféricas: em ambientes frios e úmidos, a trilha esbranquiçada tende a ser mais longa e persistente; já em regiões secas, desaparece rapidamente. Embora formados principalmente por gelo, estes rastros também podem ter compostos liberados pelas aeronaves, como fuligem e dióxido de enxofre.

Os rastros de condensação dos aviões são como nuvens artificiais (Unsplash/Rae Galatas)

Perceba que, no fim das contas, tais trilhas são como nuvens artificiais. Uma análise publicada em 2020 para a Comissão Europeia revelou que os rastros são algumas das emissões sem dióxido de carbono que mais contribuem para o aquecimento global, junto do CO2 liberado pelos aviões. 

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Vídeo: Aviões que são à prova de radar!

 

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Por que comprar um tablet faz mais sentido do que um celular dobrável

Os celulares dobráveis conquistaram espaço no mercado brasileiro, mas muitos consumidores ainda questionam se vale a pena investir nessa tecnologia ou optar pela tradicional combinação de um tablet e smartphone separados. 

Embora os dobráveis ofereçam praticidade em um único dispositivo, os tablets mantêm vantagens específicas que podem ser decisivas dependendo do perfil de uso. Neste texto, separamos oito motivos práticos que justificam a escolha por um tablet em vez de um smartphone dobrável. Confira:

  1. Tablet tem versões mais acessíveis;
  2. Tablet tem suporte para caneta e capa teclado em muitos modelos;
  3. Tablet oferece tela maior;
  4. Apps para tablets já são mais otimizados para telas grandes;
  5. Tablets têm opções de mais marcas;
  6. Bateria com mais duração;
  7. Tablets são melhores para jogar;
  8. Tablets têm alto-falantes melhores.

1 – Tablet tem versões mais acessíveis

Um dos principais atrativos dos tablets é a variedade de opções de preço disponíveis no mercado brasileiro.


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Enquanto os celulares dobráveis no formato livro custam a partir de R$ 14.000 (Galaxy Z Fold 7) e podem ultrapassar os R$ 20.000 (Huawei Mate X6), é possível encontrar tablets funcionais desde os R$ 1.500.

Tablets são encontrados em versões acessíveis ou modelos mais premium (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Modelos mais básicos, como alguns da linha Galaxy Tab A da Samsung ou tablets da Multilaser, oferecem uma experiência satisfatória para quem quer apenas assistir vídeos, navegar na internet ou usar aplicativos de leitura.

Já para quem precisa de mais desempenho, tablets intermediários ficam na faixa de R$ 3.000 a R$ 5.000.

Para uso profissional, tablets premium como o iPad Pro ou Galaxy Tab S10 Ultra custam entre R$ 8.000 e R$ 10.000, ainda assim mais baratos que a maioria dos dobráveis.

Essa variedade permite que cada usuário encontre um modelo adequado ao seu orçamento e necessidades específicas.

2 – Tablet tem suporte para caneta e capa teclado em muitos modelos

A produtividade em tablets recebeu um impulso significativo com o suporte nativo para canetas stylus e capas com teclado. Modelos como o iPad com Apple Pencil e os Galaxy Tab com S Pen oferecem precisão para desenho, anotações e edição de documentos.

As capas com teclado transformam o tablet em um “laptop compacto”, e permitem digitação confortável para trabalhos mais extensos. Essa combinação torna os tablets mais completos para tarefas profissionais e acadêmicas do que a maioria dos dobráveis. 

Alguns celulares até são compatíveis com caneta, mas não são todos que possuem esse suporte. Um exemplo considerável é o Galaxy Z Fold 7, novo dobrável da Samsung que foi lançado sem o recurso, apesar de seu antecessor contar com essa tecnologia. 

3 – Tablet oferece tela maior

Quando se trata de tamanho de tela, os tablets tradicionais levam clara vantagem sobre os celulares dobráveis. Enquanto a maioria dos smartphones com tela flexível oferece telas internas de até 8 polegadas quando abertas, tablets facilmente passam das 10 polegadas, com modelos que chegam a 12,9 polegadas no caso do iPad Pro.

Essa diferença de tamanho é especialmente importante para atividades como assistir a filmes, jogar ou trabalhar com planilhas e documentos. A área de visualização maior proporciona uma experiência mais imersiva e confortável.

Kit com caneta e capa teclado aumenta a usabilidade do tablet (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Para profissionais que trabalham com design gráfico, edição de vídeos ou arquitetura, o espaço extra na tela pode ser fundamental para visualizar detalhes e trabalhar com precisão.

4 – Apps para tablets já são mais otimizados para telas grandes

O mercado de tablets como conhecemos hoje existe há mais de uma década, tempo suficiente para que desenvolvedores otimizem seus aplicativos para telas grandes.

Isso significa interfaces mais organizadas, melhor aproveitamento do espaço disponível e funcionalidades específicas para o formato.

Os celulares dobráveis, por serem uma categoria mais recente, ainda enfrentam desafios de compatibilidade. Alguns aplicativos podem não se adaptar corretamente à mudança entre tela externa e interna, com problemas de interface ou funcionalidades limitadas.

5 – Tablets já têm opções de mais marcas

A diversidade de fabricantes no mercado de tablets oferece muito mais opções para o consumidor brasileiro. Enquanto apenas Samsung, Huawei e Honor lançam dobráveis no formato “livro” por aqui, tablets estão disponíveis de várias marcas diferentes.

Essa variedade inclui desde opções nacionais com melhor custo-benefício, como Multilaser e Positivo, até marcas premium como Apple e Samsung. Fabricantes chineses como Xiaomi e Realme também oferecem modelos com ótima relação preço-desempenho.

A concorrência mais acirrada resulta em preços mais competitivos e inovações constantes, que beneficiam diretamente o consumidor, que tem mais opções para escolher o modelo ideal para suas necessidades e orçamento.

6 – Bateria com mais duração

As baterias de tablets costumam oferecer autonomia significativamente superior aos celulares dobráveis, tanto pelo tamanho maior quanto pelo padrão de uso diferente.

Enquanto smartphones são constantemente utilizados para ligações, mensagens e redes sociais, tablets têm uso mais específico e controlado.

Um tablet típico pode facilmente durar um dia inteiro de trabalho ou várias horas de entretenimento ininterrupto.

Celulares dobráveis, por outro lado, sofrem com o consumo adicional de duas telas e processamento mais intenso necessário para gerenciar as diferentes interfaces.

Tablets mais completos oferecem uma usabilidade ótima (Imagem: Divulgação/Apple)

Para quem trabalha em movimento ou passa longos períodos sem acesso a tomadas, a autonomia superior do tablet pode ser um fator decisivo na escolha do dispositivo.

7 – Tablets são melhores para jogar

A experiência de jogos em tablets supera a dos dobráveis em vários aspectos importantes. A tela mais rígida oferece melhor resistência a toques intensos, comum em jogos de tiro em primeira pessoa ou títulos que exigem movimentos rápidos e precisos.

As telas internas dos celulares dobráveis são mais maleáveis e delicadas, e podem sofrer danos com o uso intenso característico dos games.

Além disso, o tamanho maior da tela do tablet proporciona uma experiência visual mais imersiva e facilita o controle em jogos que exigem precisão.

Muitos tablets — especialmente modelos gamer — também oferecem taxas de atualização mais altas e melhor desempenho térmico, fatores importantes para o uso prolongado com games sem comprometer a fluidez ou causar superaquecimento do dispositivo.

8 – Tablets têm alto-falantes melhores

O sistema sonoro é outro ponto onde os tablets tradicionais se destacam em relação aos dobráveis. O espaço interno maior permite a instalação de alto-falantes mais potentes e com melhor qualidade sonora.

Muitos tablets premium contam com sistemas de áudio assinados por marcas renomadas, como os alto-falantes Dolby Atmos em alguns modelos Samsung ou o sistema de quatro alto-falantes dos iPads Pro.

Essa qualidade sonora superior faz diferença tanto para assistir filmes quanto para ouvir música.

Os celulares dobráveis, limitados pelo espaço interno e necessidade de componentes duplicados, geralmente oferecem sistemas de áudio mais simples, que não conseguem competir com a experiência sonora proporcionada por um tablet dedicado.

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: Samsung Galaxy Z Fold 7: Dessa vez, a “finura” fez sentido [PRIMEIRAS IMPRESSÕES]

 

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3 piores jogos da franquia Silent Hill

Silent Hill é a verdadeira representação do survival horror na indústria gaming, com um grande renome e um catálogo que faz inveja a diversas outras franquias lançadas ao longo das últimas décadas.

Ainda assim, ela não é blindada de algumas experiências ruins e — mesmo ao conquistar alguns pontos altos — os baixos impactam e foram responsáveis por uma grande decepção dos fãs.

Dito isso, hoje o Canaltech honra até as galhofas e lista os 3 piores jogos da franquia Silent Hill. Nem sempre dá para acertar tudo, mas alguns erros são perdoáveis?


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3. Silent Hill 4: The Room

Ainda que muitos curtam Silent Hill 4: The Room (2004), ele está muito distante do que foi estabelecido pela Konami nos capítulos anteriores. Ela sequer se passa na cidade que dá nome à franquia.

Imagem de Silent Hill 4
Silent Hill 4 não é um jogo ruim, mas tá muito distante de suas origens (Imagem: Reprodução/Konami)

As mudanças feitas para o quarto game foram muito divisivas, já que seu foco não é relacionado aos quebra-cabeças e sim nos combates. 

Mesmo com muito do aspecto tenebroso da franquia Silent Hill, estes fatores ajudaram a tornar a experiência menos agradável para a base de fãs. 

Vale notar que SH4 passa um pouco distante de ser um jogo ruim, porém ele representa um timing errado para a mudança de ritmo e criou o sentimento de que a Konami deveria ter parado no 3º game.

Não à toa este foi o último projeto da Team Silent, assim como uma demora de 4 anos para vermos o seu retorno — que veio em uma forma que também não convenceu os fãs.

Imagem de Silent Hill 4
O projeto foi responsável pelo encerramento da Team Silent (Imagem: Reprodução/Konami)

2. Silent Hill: Homecoming

Após o chute que a Konami deu na Team Silent, o estúdio Double Helix assumiu a franquia para trazer Silent Hill: Homecoming (2008). 

Imagem de Silent Hill: Homecoming
Em Silent Hill: Homecoming, você controla alguém que sabe combater os monstros (Imagem: Reprodução/Konami)

Ainda que o projeto comprove que uma desenvolvedora ocidental conseguiria lidar com o terror, ele foi repleto de polêmicas que distanciaram o público — como o adiamento em alguns países por diversas cenas violentas.

O game repete o foco do anterior na ação; prova disso é o protagonista Alex: um ex-militar que remove grande parte das tensões por ser forte o bastante para encarar os monstros.

Ou seja, muita parte do aspecto survival horror se perdeu no caminho e afastou bastante do que foi estabelecido no passado. No fim, a trama e os monstros são de Silent Hill, mas a alma já não era mais a mesma. 

Apesar dos pesares, Silent Hill: Homecoming foi o primeiro título da franquia lançado no PS3 e Xbox 360, o que permitiu diversas inovações como o controle livre da câmera.

Imagem de Silent Hill: Homecoming
O projeto foi a primeira iniciativa da franquia no PS3 e Xbox 360 (Imagem: Reprodução/Konami)

1. Silent Hill: Book of Memories

Não se sabe que tipo de ideia tomou a mente dos executivos da Konami, mas quem pensou em Silent Hill: Book of Memories (2012) merecia um “prêmio”. Começa que o jogo é um RPG de ação e não um jogo de survival horror.

Imagem de Silent Hill: Book of Memories
Quem inventou de fazer o jogo portátil como RPG de ação? (Imagem: Reprodução/Konami)

O segundo ponto é que ele foi lançado no PS Vita, um console portátil que até mesmo a Sony deixou de lado. 

Se levar em consideração que jogos para portáteis são feitos com um escopo reduzido, isso foi um grande balde de água fria para os fãs. 

Silent Hill: Book of Memories não convence como um jogo da franquia principal, não convence como dungeon crawler e desaponta os fãs — mesmo que conte com alguns elementos narrativos que se conectam aos demais.

O que representou a última pá de terra na cova desta experiência da Konami é a sua duração extremamente longa. Com um gameplay cansativo, não demorou muito para ele cair em desgraça entre o público.

Imagem de Silent Hill: Book of Memories
O dungeon crawler não agradou o público (Imagem: Reprodução/Konami)

Os jogos de Silent Hill nem sempre agradam

Vale notar que estas não foram as únicas experiências que dividiram os fãs e geraram conflitos entre o público e a Konami. Silent Hill: Downpour, por exemplo, também não agradou uma parcela da comunidade.

Isso sem mencionar experiências como Silent Hill: Ascension, os jogos mobile Orphan e a coletânea SH HD Collection — que reúne o 2º e 3º jogo no PS3, Xbox 360 e PCs. Mesmo icônica, a franquia não agradou todos e entre os piores temos:

  1. Silent Hill: Book of Memories
  2. Silent Hill: Homecoming
  3. Silent Hill 4: The Room

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Você mesmo pode fazer manutenção preventiva no seu ar-condicionado; saiba como

O ar-condicionado é um dos aparelhos que mais consome energia na casa, mas a manutenção adequada pode reduzir esse gasto significativamente. Com alguns conhecimentos básicos, é possível realizar a limpeza preventiva sem chamar um técnico. 

A falta de manutenção pode causar problemas respiratórios e aumentar a conta de luz, já que o aparelho precisa trabalhar mais quando não está na sua melhor condição. Por isso, algumas tarefas simples podem ser feitas em casa para manter o aparelho em bom estado.

Estas são as 4 principais manutenções que você pode fazer sozinho no seu ar-condicionado:


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  1. Limpeza do filtro;
  2. Verificação da drenagem;
  3. Limpeza da parte externa;
  4. Observação de ruídos.

1. Limpeza do filtro

A primeira tarefa é a limpeza do filtro, que deve ser feita mensalmente. A sujeira acumulada reduz a eficiência do aparelho e pode causar doenças respiratórias.

Para limpar, remova o filtro do produto e lave com água fria. Não use detergente comum, apenas sabão neutro se necessário. Seque bem à sombra antes de recolocar no aparelho.

O filtro limpo melhora a qualidade do ar e reduz o consumo de energia. Além disso, evita o acúmulo de ácaros, fungos e bactérias que podem agravar problemas como asma e rinite.

Remova o filtro de ar e lava gentilmente. Espere secar e coloque novamente no aparelho (Imagem: Reprodução/Freepik)

2. Verificação da drenagem

Outra tarefa importante é verificar a mangueira de drenagem. Antes de iniciar, sempre desligue o disjuntor do aparelho para garantir a segurança.

A drenagem obstruída pode causar vazamentos dentro do ambiente. Inspecione a mangueira regularmente e, se necessário, desobstrua com um fio flexível ou água limpa.

manutenção de ar-condicionado
Além da manutenção preventiva, é necessário realizar uma limpeza profunda no ar-condicionado uma vez no ano com um técnico (Reprodução/Freepik)

O acúmulo de água pode danificar o aparelho e causar mau cheiro no ambiente. Assim, é fundamental manter a drenagem livre de sujeiras.

3. Limpeza da parte externa

A unidade externa também precisa de cuidados básicos. Mantenha as serpentinas sem excesso de poeira, que pode ser removida com aspirador de pó e pano úmido.

Essa sujeira nas serpentinas reduz a troca de calor e compromete o desempenho do ar-condicionado. A limpeza periódica otimiza o funcionamento e reduz o gasto de energia.

Certifique-se de que não há obstruções na circulação de ar ao redor da unidade externa. Folhas, galhos ou outros objetos podem prejudicar o desempenho.

4. Observação de ruídos

Por fim, observe se o aparelho apresenta ruídos estranhos durante o funcionamento. Barulhos incomuns podem indicar problemas no motor ou em outras peças internas.

ar-condicionado
A unidade externa também precisa de manutenção periódica (Imagem: Reprodução/Space Ar-Condicionado)

Neste caso, o mais seguro é chamar um técnico especializado para avaliar a situação. Tentar consertar sem conhecimento pode causar danos maiores ao equipamento.

Dicas extras para economia

Pequenas atitudes podem melhorar a eficiência do aparelho. Mantenha portas e janelas fechadas durante o uso e configure a temperatura entre 23°C e 25°C, são hábitos recomendados por especialistas durante o uso do ar-condicionado.

O modo econômico também ajuda a reduzir o consumo de energia. Use essa função sempre que possível para diminuir o impacto na conta de luz.

Vale lembrar que a manutenção profunda, como limpeza interna das unidades e verificação de vazamentos de gás, deve ser feita por um profissional qualificado pelo menos uma vez ao ano.

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VÍDEO: Testamos o “mini ar-condicionado” da Shopee: funciona mesmo ou é golpe?

 

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Do iOS 18 para o iOS 26: compare os sistemas do iPhone

O iOS 26 já está disponível e traz como principal destaque o novo visual Liquid Glass, com elementos inspirados no vidro. Vale destacar que essa não é a única vantagem com relação ao antecessor iOS 18 — os apps nativos do sistema receberam ajustes importantes e que tornam a atualização interessante.

A seguir, o Canaltech menciona algumas mudanças entre as gerações do sistema. O objetivo não é apenas trazer recursos que estreiam nos iPhones, mas também destacar melhorias pontuais em aplicativos e ferramentas já existentes.

6 mudanças de destaque no iOS 26:

Veja as opções:


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  1. Comandos mais simples nos apps
  2. Indicador do tempo para carregar o celular
  3. Web Apps pelo Safari
  4. Transformar qualquer foto em 3D
  5. Relógio adaptável
  6. DJ no Apple Music

Comandos mais simples nos apps

A mudança de interface não ficou limitada apenas a imitar vidro nos ícones e menus: o iOS 26 também fez vários ajustes nos apps nativos para deixar a experiência mais simples e direta durante a navegação.

O maior exemplo é o app de câmera, que escondeu todos os recursos dentro das opções de foto e vídeo. Além disso, o app Telefone conta com novo visual para destacar contatos e o Fotos foi modificado para trazer um caminho mais direto à galeria.

Câmera conta com novo visual para escolher modos (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Indicador do tempo para carregar o celular

Um recurso comum no Android chegou ao rival: o iOS 26 agora mostra o tempo estimado para terminar de carregar o celular na tela de bloqueio. Além disso, ao habilitar o Carregamento Otimizado de Bateria, a contagem pode mostrar o tempo necessário para atingir 80% da carga.

Web Apps pelo Safari

É possível transformar seus sites favoritos em web apps pelo Safari. A novidade cria um ícone na tela inicial e permite acessar a página da web sem a barra de navegação e outras distrações visuais do navegador.

Sites podem ser salvos como web apps (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Transformar qualquer foto em 3D

O aplicativo Fotos foi atualizado com um novo recurso para transformar qualquer foto da galeria em 3D com efeito espacial. O ajuste, inclusive, abre espaço para novas opções no papel de parede da tela de bloqueio.

Relógio adaptável

Ainda sobre a tela bloqueada, um dos destaques do novo iOS é a capacidade de mudar o tamanho do relógio. Caso o elemento principal do papel de parede (pessoa, animal ou paisagem) fique posicionado na parte inferior da tela, o widget pode ser “esticado” para ocupar uma área maior.

Relógio pode ocupar mais espaço (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

DJ no Apple Music

O streaming Apple Music agora conta com o recurso Automix, que faz transições automáticas entre faixas. Além disso, o app ganhou opções para mostrar a tradução e a forma de pronunciar a letra das músicas.

Os recursos são válidos apenas para assinantes do serviço.

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VÍDEO: Quem deveria comprar os novos iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 pro e iPhone 17 Pro Max?

 

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Faz mal carregar celular no carro? Entenda o que pode acontecer

Celulares estão presentes na maior parte do tempo do cotidiano das pessoas. Muitas vezes, na hora de carregar, a única tomada por perto é a do automóvel. Mas é aí que surge a dúvida: faz mal carregar o celular no carro? Pode estragar a bateria ou o aparelho?

Sim, carregar o celular no carro pode danificar o aparelho. Mas calma, toda interação entre eletrônicos, tem riscos. Porém, eles são menores do que se imagina e dependem de como o processo é feito.

Energia instável e carregadores de baixa qualidade

O problema costuma estar na energia fornecida pela porta USB original do carro. Normalmente, essa porta oferece uma corrente de baixa amperagem, por volta de 0,5 A.


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Esse valor é consideravelmente mais baixo que o de um carregador de parede comum, que varia de 1 A a 3 A. A finalidade principal dessa porta USB é conectar dispositivos à central multimídia para o Android Auto ou Apple CarPlay.

Devido a esse uso, seu nível de transferência de energia é baixo. Em geral, ela consegue manter a conexão, mas não é feita para carregar um celular em uso. Isso pode gerar problemas como: 

  • Carregamento lento e ineficiente: o celular leva muito tempo para carregar. Se você usar apps que gastam muita bateria, como o GPS, o consumo pode ser maior que a recarga. No fim, sua bateria pode terminar com menos carga do que quando você iniciou o carregamento, mesmo conectada.
  • Carga com oscilações de energia: o sistema elétrico de um carro não foi feito para ser uma estação de carga para eletrônicos sensíveis.

Ao dar a partida no motor, picos de tensão podem ocorrer. Carregadores de baixa qualidade e as portas USB nativas nem sempre têm circuitos para filtrar essas instabilidades.

A longo prazo, essas oscilações podem estressar os componentes internos da bateria e reduzir sua vida útil. 

Confira algumas dicas para carregar o celular em segurança:

1. Invista em um bom carregador veicular 

A forma mais segura de carregar o celular no carro é usando a tomada 12V (o antigo acendedor de cigarros). Invista em um carregador de marca reconhecida e de boa qualidade.

Procure modelos com selos de certificação como o da Anatel, proteção contra sobrecarga e ofereçam amperagem compatível com seu aparelho (2,1A ou mais).

Um bom carregador veicular pode proteger a bateria dos seus aparelhos (Imagem: Divulgação)

2. Use cabos originais ou certificados

Essa vale para qualquer equipamento caro. Não adianta gastar muito dinheiro em carros, smartphones, carregadores e ter cabos de procedência duvidosa.

Cabos de má qualidade limitam a velocidade de carregamento e podem superaquecer, representando um risco.

Lembre-se de usar um cabo de qualidade na hora de carregar o celular (Imagem: Lucian Alexe / Unsplash)

3. Evite carregar o celular nas portas USB nativas

Use a porta USB original do painel para dispositivos de dados ou para espelhar uma central multimídia.

Para recarregar a bateria, a tomada 12V com um bom adaptador é a melhor opção.

4. Conecte o celular após ligar o carro

Para evitar picos de tensão durante a ignição, crie o hábito de ligar o carro primeiro e só depois conectar o celular. É simples, mas protege seu aparelho.

5. Evite o sol e calor

O painel do carro sob o sol pode se tornar um forno, e o calor excessivo é um dos maiores inimigos das baterias, como foi mostrado em sobre o que realmente desgasta a bateria dos celulares

Evite deixar o aparelho carregando sob o sol. Use um suporte de ventilação para ajudar a mantê-lo resfriado, especialmente ao usar apps muito exigentes.

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Assista: (Quase) Tudo que você precisa saber sobre baterias e carregadores de celular

 

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Ainda no Windows 10? Veja 5 notebooks bons para mudar para o Windows 11

O Windows 10 foi lançado há uma década e coexiste com seu sucessor há cerca de quatro anos. A partir de 14 de outubro, o sistema operacional da Microsoft deixará de receber suporte, deixando seus usuários a mercê dos perigos de um SO desatualizado. Para não correr esse risco, o ideal é migrar para o Windows 11 logo, e se seu hardware não suporta a versão mais recente, te ajudamos com isso.

Voltado para o usuário que precisa de mobilidade, o Canaltech foi atrás de diferentes opções de notebooks, para usos distintos, escolhendo os modelos custo-benefício para você pagar pouco e ter um hardware mais moderno com Windows 11 já embarcado.

Melhor notebook barato com Windows 11

Sem se importar com o nível de hardware, é possível ter um notebook moderno preparado para Windows 11, e que já conta com essa versão do sistema operacional da Microsoft embarcada de fábrica.


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O ASUS Vivobook Go 15 consegue ser bem leve por conta de seu hardware mais simples (Imagem: ASUS/Divulgação)

O ASUS Vivobook GO 15 tem especificações simples, como uma CPU Intel Celeron N4500m, 4 GB de memória RAM e 128 GB de SSD. Com sua tela de 15 polegadas, painel LED e resolução 1366 x 768 pixels, é possível usá-lo também para navegar na internet e assistir a vídeos, tendo em mente que o gerenciamento de abas no navegador é importante por conta da baixa quantidade de memória.

Compre o seu ASUS Vivobook GO 15 por R$ 1.655,07

Melhor notebook para estudar com Windows 11

Notebooks são peças essenciais na vida de um estudante, seja na escola ou universidade. Olhando para os universitários, que geralmente precisam se virar em muitos e ainda arcar com suas contas, escolhemos a melhor opção para que você estude sem dores de cabeça e não gaste muito.

O ASUS VivoBook Go conta com CPU AMD Ryzen 5 7520U de 4 núcleos e 8 threads. Não é o mais moderno, mas é forte o suficiente para atender às demandas de um estudante. Com SSD de 256 GB, tudo abre muito mais rápido do que modelos com HDD, e caso precise de mais espaço, é possível fazer um upgrade. O mesmo vale para os 8 GB de RAM. Além disso, sua tela de 15 polegadas com resolução Full HD garante boa qualidade de imagem.

Apesar de ter o mesmo nome do modelo acima, esse é consideravelmente mais forte (Imagem: ASUS/Divulgação)

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Melhor notebook para trabalhar com Windows 11

Considerando que além de navegar na internet, você precisa usar diferentes aplicações para trabalhar, indo além do pacote Office, é necessário comprar um notebook que tenha 16 GB de memória RAM. Modelos com essa quantidade já vêm com CPUs mais potentes, algo também essencial para esse perfil.

Esse modelo da Dell é bastante veloz por conta de seu SSD NVMe (Imagem: Dell/Divulgação)

Para esse tipo de uso, indicamos o Dell Inspiron I15 equipado com Intel Core i5 de 12ª geração, oferecendo nada menos que 10 núcleos. Além dos 16 GB de RAM, ele tem 1 TB de SSD. Sua tela de 15 polegadas Full HD tem taxa de atualização de 120 Hz, deixando as imagens muito mais fluídas.

Compre o seu Dell Inspiron I15 por R$ 3.959,10

Melhor notebook gamer com Windows 11

Se você é gamer e quer portabilidade na hora da jogatina, temos uma indicação para você também. Considerando a exigência dos jogos atuais, escolhemos um modelo capaz de encarar qualquer jogo competitivo, e até alguns títulos um pouco mais pesados.

O Lenovo LOQ-e 15IAX9E conta com uma GeForce RTX 3050, GPU mínima aceitável hoje em dia. Ainda existem modelos equipados com a RTX 2050 no mercado, mas não indicamos por ser fraca para os padrões atuais.

Com um Intel Core i5-12450HX, 16 GB DDR5 e 512 GB de SSD, esse é um ótimo notebook gamer para começar. Sua tela Full HD de 144 Hz ajuda na fluidez da imagem na hora de jogar.

Além de ser gamer, esse modelo ainda garante meses de Game Pass (Imagem: Lenovo/Divulgação)

Compre o seu Lenovo LOQ-e por R$ 4.749,05

Melhor notebook para entusiasta com Windows 11

Agora, se você é daqueles que quer um hardware realmente potente para trabalhar e até jogar com muito mais qualidade, vai precisar de algo mais poderoso e caro. Como nosso foco é o custo-benefício, não vamos escolher o que existe de melhor, obviamente.

Por isso, o moderno ASUS ROG Strix G16 é uma das melhores opções de alto desempenho mobile. Ele oferece uma RTX 5060 com o poderoso Intel Core i9-14900HX. Embora tenha CPU e GPU mais potentes, ele conta com 16 GB e 512 GB de SSD, que podem ser melhorados mediante upgrades.

Seja para trabalhar com algo mais pesado ou jogar com mais liberdade, essa máquina não o deixará na mão.

Além de forte, tem construção de qualidade (Imagem: ASUS/Divulgação)

Compre o seu ASUS ROG Strix G16 por R$ 11.899,15

Todas esses notebooks são preparados para o Windows 11, pois atendem todas as especificações da Microsoft para o sistema operacional. Para ajudá-lo, escolhemos somente modelos que já contam com o SO instalado, algo que eleva o preço se comparado com a opção com Linux, por exemplo.

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6 razões para comprar ar-condicionado portátil em vez de um modelo split

Embora os modelos split sejam tradicionalmente considerados superiores em eficiência e desempenho, os aparelhos de ar-condicionados portáteis oferecem vantagens únicas que podem ser decisivas para muitos consumidores.

Seja pela mobilidade, facilidade de instalação ou situações específicas de uso, existem cenários onde o portátil se torna a melhor escolha. Conheça as principais razões para optar por um ar-condicionado portátil.

Estas são as 6 principais razões para escolher um ar-condicionado portátil:


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  1. Instalação sem necessidade de técnico especializado;
  2. Mobilidade total entre diferentes cômodos;
  3. Ideal para imóveis alugados;
  4. Manutenção simples pelo próprio usuário;
  5. Solução temporária para eventos e espaços provisórios;
  6. Economia no investimento inicial em múltiplos aparelhos.

1. Instalação sem necessidade de técnico especializado

O ar-condicionado portátil chega pronto para uso, necessitando apenas de uma tomada elétrica e acesso a uma janela para a saída do ar quente. Não há necessidade de furos na parede, passagem de tubulações ou modificações estruturais.

Ou seja, a instalação pode ser feita pelo próprio usuário em questão de minutos, eliminando custos adicionais com mão de obra especializada. O processo é tão simples quanto posicionar o aparelho, conectar o tubo de exaustão à janela e ligar na tomada.

Esta praticidade é especialmente vantajosa para quem busca uma solução imediata de climatização.

2. Mobilidade total entre diferentes cômodos

Outra grande vantagem do ar-condicionado portátil é sua capacidade de ser transportado facilmente entre ambientes. Com rodas giratórias e alças ergonômicas, o aparelho pode ser movido conforme a necessidade.

Durante o dia, você pode usar o equipamento na sala de estar e, à noite, levá-lo para o quarto. Esta flexibilidade permite climatizar diferentes espaços com um único aparelho, maximizando o investimento.

ar-condicionado portátil
Mobilidade e praticidade é uma das grandes vantagens do ar-condicionado portátil (Imagem: Divulgação/Consul)

A mobilidade é ideal para quem tem necessidades variáveis de climatização ao longo do dia.

3. Ideal para imóveis alugados

Em apartamentos ou casas alugadas, modificações estruturais frequentemente não são permitidas pelo proprietário. Nesse contexto, o ar-condicionado portátil resolve este problema sem violar contratos de locação.

Não há necessidade de autorização para instalação, pois o equipamento não causa alterações permanentes no imóvel. Além disso, ao se mudar, você pode levar o aparelho sem deixar marcas ou danos na propriedade.

Esta característica torna o portátil a única opção viável para muitos locatários.

4. Manutenção simples pelo próprio usuário

A manutenção do ar-condicionado portátil é descomplicada e pode ser realizada sem conhecimento técnico especializado. As principais tarefas incluem limpeza regular do filtro e drenagem da água acumulada.

O filtro é facilmente acessível e pode ser lavado com água, enquanto o reservatório de água possui indicadores visuais para drenagem. Essas operações garantem o funcionamento adequado sem custos adicionais com técnicos.

A simplicidade da manutenção reduz gastos contínuos e oferece maior independência ao usuário.

5. Solução temporária para eventos e espaços provisórios

Para eventos, escritórios temporários ou espaços que necessitam climatização por períodos específicos, o ar-condicionado portátil é a solução mais prática.

ar-condicionado portátil
O ar-condicionado portátil consegue resfriar bem o ambiente, apesar da construção diferente dos modelos split (Imagem: Divulgação/Philco)

A facilidade de montagem e desmontagem permite que o equipamento seja utilizado onde necessário e retirado quando não precisar mais. Esta flexibilidade é impossível com modelos split convencionais.

O uso temporário justifica plenamente o investimento em um modelo portátil.

6. Economia no investimento inicial em múltiplos aparelhos

Em vez de instalar vários aparelhos split em diferentes cômodos, um ar-condicionado portátil pode atender múltiplos ambientes. Esta estratégia reduz significativamente o investimento inicial e os custos de instalação.

Para famílias que não precisam climatizar todos os ambientes simultaneamente, a mobilidade do portátil oferece excelente custo-benefício, já que um único aparelho de ar-condicionado portátil pode resolver as necessidades de refrigeração da casa inteira.

A economia se torna ainda maior considerando que não há custos de instalação profissional para cada unidade.

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VÍDEO: Ar-condicionado PORTÁTIL é BOM?

 

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