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A TouchWiz era a interface usada nos celulares da Samsung com tela sensível ao toque entre 2009 e 2016. A antecessora da One UI foi usada antes mesmo de a fabricante adotar o sistema Android e dividiu opiniões durante o tempo em que existiu.
O Canaltech relembra alguns pontos da história da interface:
Quando a TouchWiz surgiu?
Relação de amor e ódio
Fim da TouchWiz
Quando a TouchWiz surgiu?
A primeira aparição da interface foi com o modelo SGH-G480 Tocco, de 2008, mas a versão 1.0 da TouchWiz chegou ao mercado no ano de 2009. Na época, era usada nos celulares da Samsung com diferentes sistemas operacionais, incluindo modelos que ainda tinham teclado físico.
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A estreia no Android veio com o primeiro modelo da linha Galaxy S, de 2010, na versão 3.0 da interface.
Posteriormente, a marca sul-coreana adotou como padrão para todos os lançamentos no Sistema do Robozinho, o que marcou o visual popular dos aparelhos da Samsung no começo da década de 2010 em contraste com o “Android Puro”.
Diferentes versões da TouchWiz nos modelos Galaxy S6 e Galaxy S5 (Imagem: Maurizio Pesce/Wikimedia Commons)
Relação de amor e ódio
A TouchWiz durou muito tempo, mas isso não significa que era unanimidade. No contexto em que os aparelhos de entrada da marca ficaram com a fama de “celular que trava”, a interface não ajudava a melhorar a reputação: era pouco otimizada para o vasto catálogo de dispositivos e tinha problemas de desempenho.
Outra reclamação constante da TouchWiz era do bloatware excessivo. Os celulares da Samsung vinham com muitos apps instalados nas configurações de fábrica, nem sempre os softwares atendiam aos desejos dos consumidores e ainda não era possível desinstalá-los para deixar o sistema mais leve.
Por outro lado, a plataforma trouxe inovações importantes para a época, como uso de widgets mais fluidos na tela inicial, gestos de navegação e navegação em janelas. As funções foram incorporadas pelo Android posteriormente e podem ser encontradas em celulares anos depois.
Fim da TouchWiz
Ainda diante de muitas críticas da comunidade, a TouchWiz ganhou sua última versão em 2016, usada no Galaxy Note 7. No ano seguinte, a Samsung incorporou alguns elementos visuais para criar a interface Samsung Experience, que serviu como uma “ponte” entre o antecessor e a One UI, lançada em 2018.
Em 2012, um ano que hoje parece distante, a Samsung lançava o Galaxy Pocket. Embora tivesse configurações modestas, o aparelho se tornou uma porta de entrada para muitos brasileiros no universo dos smartphones, conquistando o país. Veja o quanto custaria um Galaxy Pocket corrigido pela inflação.
Olhar para a ficha técnica do Galaxy Pocket hoje chega a ser nostálgico e engraçado. A tela de 2,8 polegadas, o processador de 832 MHz e o Android 2.3 Gingerbread mostram como aparelhos eram bem mais simples.
Seus 3 GB de armazenamento, que mal armazenam material em alta definição gravado em um fim de semana atual, pareciam um espaço generoso.
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A câmera de 2 megapixels (sim, 2 MP), sem flash, parecia algo ok, embora hoje só nos faça rir em pensar como era comum usar esses aparelhos.
Naquela época, o Android se popularizava e as especificações que hoje parecem básicas eram o suficiente para nos conectar. O Galaxy Pocket, por exemplo, custava cerca de R$ 320,00 em seu lançamento.
Considerando que o salário mínimo era de R$ 622,00, o aparelho comprometia cerca de 51,4% da renda de um trabalhador. Um investimento considerável, mas talvez não se compare aos aparelhos de hoje.
O Galaxy Pocket custava mais da metade de um salário
Quanto custaria um Galaxy Pocket corrigido pela inflação
Agora vejamos, caso o Galaxy Pocket chegasse às prateleiras em 2025, seu preço corrigido pelo IPCA seria de aproximadamente R$ 684,72.
Curiosamente, isso representaria cerca de 54% do salário mínimo atual. Proporcionalmente, o custo para adquirir um celular de entrada não mudou tanto assim.
Hoje, a precificação de um smartphone envolve uma teia complexa de fatores: a evolução da tecnologia, o custo de componentes, taxas de importação, variação no preço do dólar, disputas comerciais com usos de tarifaços e por aí vai.
Quais aparelhos poderia comprar com valor corrigido do Galaxy Pocket?
Supondo que você agora está com o valor corrigido do Galaxy Pocket no bolso, a “fabulosa” quantia de 684,72. O desafio de encontrar um smartphone novo, vendido oficialmente no Brasil, é real.
Claro que é possível encontrar sem muitos problemas, telefones simples que fazem unicamente ligações e contam com recursos básicos.
Contudo, quando o foco muda para smartphones, o nível de desafio sobe com opções mais escassas que exigem garimpar boas promoções.
Em uma busca, foi possível encontrar modelos como o Motorola Moto G05 (128GB) por R$ 566,00 e um Galaxy A05 (128GB e 4GB RAM) em ofertas pontuais.
O Galaxy A05 é um aparelho que poderia ser comprado pelo valor do Galaxy Pocket corrigido
Apesar de se tratarem de aparelhos de entrada, é notável o salto de qualidade oferecido atualmente em comparação ao passado, ainda que as exigências e referências dos consumidores fossem em diferentes no passado em comparação aos dias atuais.
E aí, você teve Galaxy Pocket? Tem saudades daquele tempo?
A atmosfera e o terror psicológico são marcas registradas de Silent Hill, porém tem algo ainda mais aterrorizador e que tira o sono dos jogadores: os monstros.
Responsáveis por te caçar e seguir pelos cenários, alguns deles são tão perturbadores que se tornam memoráveis. E são justamente estes que nós do Canaltech te trazemos.
Relembre quais são os monstros que mais assustam e que nos tiram a paz em Silent Hill. Se o seu favorito (ou devia dizer pior pesadelo?) está por aqui ou não, vale conferir.
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10. Nurses
A enfermagem é uma bela profissão, cujo objetivo é cuidar das pessoas e mantê-las com boa saúde. Para a surpresa de muitos, desde o primeiro Silent Hill (1999), elas aparecem de forma monstruosa e com a missão de te levar diretamente para o inferno.
Entre todas, vale mencionar a presença das Nurses em Silent Hill 3, que surgem com um revólver nas mãos. Ou seja, não basta usar uniformes tão acolhedores para enganar os jogadores, como caçar e até usar armas para matar os personagens. Um absurdo.
As Nurses representam uma ameaça um tanto controversa em Silent Hill (Imagem: Reprodução/Konami)
9. Amnion
O vilão Amnion, de Silent Hill: Homecoming (2008), é a personificação de monstros perturbadores dentro da franquia. Ele se alimenta do trauma de Alex Shepherd para trazer os principais fatores atrelados ao seu irmão, Joshua: seja a paixão por insetos ou a sua morte por afogamento.
Suas longas pernas e o que se esconde na sua barriga é a causa de muitos sustos e traumas para os jogadores da franquia. E ver Alex confrontar seu maior temor e culpa se torna emblemático, para dizer o mínimo sobre o grand finale da experiência.
Amnion é a verdadeira definição de monstro perturbador (Imagem: Reprodução/Konami)
8. Closers
Apresentados em Silent Hill 3 (2003), os Closers são figuras humanoides grandiosas que entram no caminho de Heather. Seus braços extensos limitam a movimentação, o que pode provocar um certo temor de avançar ou até de confrontar diretamente os monstros.
O inimigo se destaca pela sua imponência física, capaz de fazer até mesmo o mais audacioso dos jogadores dar um passo para trás antes de encarar essa ameaça. Seu rosto ser formado de uma boca também assusta, já que o menor descuido significa uma mordida nada amigável.
Até em Silent Hill tem quem não pula o treino de braço (Imagem: Reprodução/Konami)
7. Scarlet
Quando se mistura elementos infantis com monstros colossais, qualquer coisa que resulte disso pode provocar temores. E é o caso de Scarlet, vista em Silent Hill: Homecoming (2008) como um chefão que é feito de uma boneca que carrega as memórias de uma criança.
O seu problema vai começar quando achar que venceu a ameaça, mas é aí que mora o grande perigo: ela é um daqueles inimigos que tem uma segunda fase, que mostra longas pernas como uma aranha e avançará contra você com todas as suas forças.
Chefões que lembram coisas infantis são assustadores (Imagem: Reprodução/Konami)
6. Ghost
Se até aqui vimos monstros que resultam de traumas e temores, a coisa fica pior quando mexe com o sobrenatural. Em Silent Hill 4: The Room (2004) os fantasmas são uma força a ser reconhecida. Eles são invencíveis e exigem o uso da Sword of Obedience para afastá-los.
Ou seja, sem isso, é bom você correr e muito. Só de estarem próximos a Henry causam dano contínuo, o que pode se transformar em um grande problema. Enquanto alguns deles representam vítimas de Walter Sullivan, outros são personagens que conhece durante a história e voltam para assombrar o protagonista.
Os Ghosts assumiam as formas de diversas pessoas, o que aterroriza mais (Imagem: Reprodução/Konami)
5. Abstract Daddy
Os Abstract Daddy são uma forma distorcida de como Angela enxerga James em Silent Hill 2 (2001), o que se mostra bem perturbador conforme avança dentro da história. Enquanto aparece como chefão em seu primeiro encontro, ele retorna de forma posterior na trama para se desenvolver ainda mais.
A criatura volta a aparecer dentro do Lakeview Hotel, onde pode surgir em vários cômodos e te assustar apenas com sua presença. Dentro do conceito original, esta foi uma das maiores representações do início da franquia de como traumas e temores podem criar formas terríveis e monstruosas.
Abstract Daddy é pertubador no sentido literal da palavra (Imagem: Reprodução/Konami)
4. Rompers
Enquanto avança com Harry em Silent Hill (1999), você pode encarar a presença dos impiedosos Rompers. A figura age como um “cão”, pronto para correr atrás de você e garantir uns pedaços seus por mordidas nada carinhosas. Eles se garantem não no susto, mas no próprio terror da perseguição.
Sua presença pode vir como uma manifestação do temor de Alessa sobre os adultos, o que traz uma sensação ainda pior de como a criança enxerga as pessoas mais velhas — por conta dos abusos sofridos. Seja pelo perigo ou por sua representação, ele é de fato um dos monstros mais perturbadores da franquia.
A presença dos Rompers é tensa e geralmente implica em grandes fugas (Imagem: Canaltech)
3. Twin Victims
Conforme lida com as vítimas de Walter Sullivan em Silent Hill 4: The Room (2004), uma figura se destaca entre as piores coisas que verá na sua vida. Os gêmeos Billy e Miriam Locane encarnam como um monstro siamês, como uma criatura com duas cabeças, braços enormes e comportamento infantil.
Localizado na Water Prison, muitos jogadores encaram sua presença apenas quando é tarde demais: já que ele fica esperando de olhos fechados e apontando para Henry em corredores. Se você estiver próximo demais, é bom se manter distante do alcance dos seus braços antes que seja seu fim.
Encontrar o Twin Victims é algo que você não quer em Silent Hill 4 (Imagem: Reprodução/Konami)
2. Pyramid Head
Um dos maiores mascotes da franquia, Pyramid Head surgiu em Silent Hill 2 (2001) na forma de um inimigo criado para perseguir e aniquilar James. Ele tem tudo o que um monstro perturbador precisa: presença imponente, uma arma ameaçadora e um design que marcou a história de todos.
O que mais assusta na figura não é ele parecer um monstro, é justamente o contrário: ele parece não ser. Exceto pelo seu icônico capacete, ele possui um formato humanóide e torna a perseguição em algo que gera ainda mais temor. Assim como Nemesis para Resident Evil, ele se tornou um ícone na própria história dos jogos e alimenta os temores de milhões mundo afora.
Pyramid Head virou o verdadeiro ícone da franquia (Imagem: Reprodução/Konami)
1. Lisa
Bastou uma demonstração para que Lisa se tornasse uma criatura globalmente temida em Silent Hills (conhecido também como P.T., disponibilizado em 2014). Ela é uma existência fantasmagórica, uma mulher que foi assassinada com o seu filho na barriga pelo próprio marido no passado.
Ela assusta o jogador conforme ele avança na resolução do mistério dentro da casa assombrada, assim como o seu bebê — que surge como um feto sombrio. Com a busca por vingança, cabe a você sobreviver às suas investidas e resolver a questão antes que ela encerre a sua vida.
Há monstros em Silent Hill cuja existência perturba mais do que o esperado (Imagem: Reprodução/Konami)
Os monstros de Silent Hill
Claro que existem outros monstros que marcaram os fãs em Silent Hill, como os Slurpers, Schisms e diversos outros que apareceram ao longo dos anos. Porém, com a chegada de Silent Hill f, é possível que este número cresça e traga ainda mais presenças aterrorizantes.
Porém, enquanto o jogo da Konami não lança, os monstros que mais perturbam nos títulos anteriores foram:
Comprar um carro usado pode ser uma forma de economizar, mas também pode se transformar em um problema financeiro se o modelo escolhido tiver manutenção complexa ou peças caras.
Muitos veículos que hoje estão com preços atrativos na Tabela FIPE escondem custos de reparo que chegam a ultrapassar o valor do próprio carro, além de exigirem mão de obra especializada e difícil de encontrar.
É o caso de alguns modelos que já foram sinônimo de status e tecnologia, mas que atualmente pedem cautela antes de fechar negócio. Conheça agora três carros usados com manutenção que pesa no bolso do consumidor.
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3. Chevrolet Captiva
Apesar da manutenção, o Captiva teve um bom desempenho no mercado brasileiro (Chevrolet/Divulgação)
O SUV médio da Chevrolet foi lançado no Brasil em 2008 e chamava atenção pelo design robusto e lista de equipamentos completa. Contava com opções de motorização que iam de um 2.4 16V até um potente V6 3.6 (ou 3.0), sempre aliado ao câmbio automático. No mercado de usados, a Captiva ainda atrai pelo espaço interno generoso e pelo preço relativamente baixo.
O problema está no pós-compra: peças de reposição são difíceis de encontrar e, quando disponíveis, têm valores elevados. É comum enfrentar falhas em suspensão, câmbio e sistema de combustível.
Somando reparos mecânicos, acabamento e documentação, o custo de manter um Captiva pode facilmente superar o valor de compra.
2. Ford Fusion
Troca de bateria do sistema híbrido pode custar mais de R$ 30 mil (Internet/Reprodução)
O sedan grande da Ford se consolidou no mercado brasileiro pela combinação de conforto, tecnologia e motores eficientes, incluindo versões 2.0 turbo e híbrida. O acabamento interno de qualidade e a boa dirigibilidade são pontos fortes, mas a manutenção pode pesar — especialmente no caso do híbrido, cuja bateria de alta tensão tem custo extremamente elevado.
Outro ponto sensível é a suspensão, que sofre bastante nas ruas brasileiras e exige reparos frequentes. Mesmo em versões a combustão, o preço de peças originais e o tempo de espera para importação podem prolongar a estadia do carro na oficina.
Assim, embora o Fusion seja atraente pelo design e equipamentos, manter um exemplar em bom estado pode comprometer o orçamento.
1. Land Rover Discovery 4
SUV chama atenção por sua luxuosidade e equipamentos de série (Internet/Reprodução)
O Discovery 4 é um SUV de luxo que entrega excelente desempenho, tecnologia e conforto, com opções de motores V6 e V8, além de versão a diesel. Seu porte imponente e versatilidade o tornaram um modelo cobiçado no mercado de zero-quilômetro e, ainda hoje, é possível encontrar unidades usadas por valores tentadores.
No entanto, a manutenção é um capítulo à parte: muitas intervenções exigem desmontagens complexas, elevando o custo de mão de obra a patamares muito altos, mesmo antes de somar o preço das peças.
Além disso, a rede de serviços especializada é restrita, o que obriga muitos proprietários a buscar oficinas de confiança fora das grandes cidades. O resultado é que qualquer reparo mais sério pode gerar uma conta muito maior do que o esperado.
Se você é criador de conteúdo ou simplesmente gosta de fazer vídeos de qualidade, escolher o celular certo pode fazer toda a diferença no resultado. Cada marca tem suas especialidades quando o assunto é gravação, e separamos os destaques de 2025 para você não errar na escolha.
Desde recursos profissionais como gravação em 8K até estabilização avançada, confira o que cada fabricante oferece de melhor para quem leva vídeo a sério.
Confira o melhor celular da Samsung para gravar vídeos em 2025, e uma opção com bom custo-benefício.
Galaxy S25 Ultra
Para gravação profissional, o Galaxy S25 Ultra não tem concorrência na linha Samsung. Grava em 8K a 30fps com qualidade cinematográfica, além de 4K em diversas taxas de quadros até 120fps.
Galaxy S25 Ultra tem um conjunto de câmeras excelente (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)
A estabilização óptica garante vídeos firmes mesmo em movimento, enquanto recursos como HDR10+ entregam qualidade excelente para criadores exigentes. O modo Super Steady na ultrawide é perfeito para vídeos de ação e esportes.
O Galaxy S24 FE não fica para trás em recursos de vídeo, e oferece gravação em 8K a 30fps e 4K até 120fps. É uma excelente opção para quem quer qualidade Samsung sem investir no modelo mais caro da linha.
A estabilização funciona bem para vídeos casuais e conteúdo para redes sociais, enquanto o HDR automático garante boa qualidade mesmo em condições de luz variável. O modo noturno para vídeos oferece resultados surpreendentes em baixa luz.
Galaxy S24 FE tem um bom custo-benefício (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 Pro
OiPhone 17 Pro define novos padrões para gravação móvel com suporte a ProRes RAW, Apple Log 2 e gravação espacial 3D. Grava em 4K até incríveis 120fps, perfeito para câmera lenta profissional.
O diferencial está nos recursos exclusivos como o modo cinema, que altera o foco automaticamente e faz gravações bem dinâmicas.
Novo iPhone 17 Pro é a melhor opção no catálogo da Apple (Imagem: Divulgação/Apple)
Por ser um modelo recém-lançado, seu preço ainda está bem alto, a partir de R$ 11.500. As vendas oficiais começam em 19 de setembro.
Mesmo sendo da geração anterior, o iPhone 15 mantém qualidade excepcional com gravação em 4K a 60fps. A estabilização da Apple continua uma referência no mercado para vídeos.
Mesmo de duas gerações atrás, iPhone 15 ainda é uma ótima opção para gravação de vídeo (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
O modo cinematográfico com mudança automática de foco também está presente neste modelo, e faz muita diferença.
Confira o melhor celular da Xiaomi para gravar vídeos em 2025, e uma opção com bom custo-benefício.
Xiaomi 14T
O Xiaomi 14T oferece gravação em 4K a 60fps com HDR10+ e estabilização eficiente. A parceria com a Leica garante cores mais naturais e processamento cinematográfico, ideal para conteúdo profissional sem gastar uma fortuna.
Xiaomi 14T tem ótimas câmeras (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Os perfis de cor Leica oferecem diferentes looks para vídeo, desde natural até mais cinematográfico, e permite mais criatividade sem necessidade de pós-produção complexa.
O Xiaomi 14T é vendido oficialmente no Brasil com preço de R$ 6.000.
O Redmi Note 14 Pro 5G grava em 4K a 30fps com estabilização eficiente. É uma boa porta de entrada para quem quer qualidade de vídeo sem investimento alto, perfeito para redes sociais e conteúdo casual.
Sua qualidade 4K garante definição adequada para plataformas modernas. O modo noturno para vídeo funciona razoavelmente bem em condições de baixa luz.
Redmi Note 14 Pro é um bom custo-benefício (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
O Redmi Note 14 Pro custa R$ 4.400 oficialmente no Brasil.
Confira o melhor celular da Realme para gravar vídeos em 2025, e uma opção com bom custo-benefício.
Realme 14 Pro Plus
O Realme 14 Pro Plus se destaca pela telefoto periscópica, que permite vídeos com zoom óptico de qualidade. Grava em 4K a 30fps com estabilização em todas as lentes, e oferece versatilidade raramente vista no segmento intermediário.
A capacidade de alternar entre diferentes focais durante a gravação sem perda de qualidade é diferencial interessante. A estabilização também faz um bom trabalho.
Realme 14 Pro Plus tem câmeras bem competentes (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O Realme 14 Pro Plus é vendido oficialmente no Brasil com preços a partir de R$ 2.400.
O modelo mais simples grava em 4K a 30fps. Para conteúdo básico e redes sociais, entrega qualidade satisfatória sem complicações desnecessárias.
Realme 14 é um celular com bom custo-benefício (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
A simplicidade pode ser vantagem para quem não quer se complicar com múltiplas lentes e configurações. A estabilização funciona bem para vídeos casuais e conteúdo para Instagram e TikTok.
O Realme 14 custa R4 1.900 nas lojas oficiais da marca no Brasil.
Confira o melhor celular da Motorola para gravar vídeos em 2025, e uma opção com bom custo-benefício.
Motorola Razr 60 Ultra
O Razr 60 Ultra impressiona com gravação em 8K a 30fps. O formato dobrável permite ângulos únicos de gravação, e abre possibilidades criativas não disponíveis em smartphones tradicionais.
Motorola Razr 60 Ultra é um dobrável com ótimas câmeras (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
A tela externa permite usar as câmeras principais para selfies em vídeo, uma vantagem única dos modelos dobráveis. A estabilização funciona bem mesmo com o formato diferenciado, com qualidade profissional.
O Motorola Razr 60 Ultra já é encontrado por preços a partir de R$ 7.200, em sua versão única de 1 TB.
O Edge 60 Fusion grava em 4K a 30fps com estabilização giroscópica. É uma boa opção para criadores que prezam fidelidade de cores sem gastar muito.
A certificação Pantone se traduz em vídeos com cores mais naturais, especialmente importante para conteúdo de moda, culinária ou produtos onde a cor é crucial.
Motorola Edge 60 Fusion é um intermediário de respeito (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Confira o melhor celular da Jovi para gravar vídeos em 2025, e uma opção com bom custo-benefício.
Jovi V50
O Jovi V50 oferece gravação em 4K a 30fps com ópticas Zeiss, que garantem qualidade premium especialmente em condições desafiadoras de luz. A frontal de 50 MP também grava em 4K, perfeita para vlogs e conteúdo frontal.
As lentes Zeiss oferecem melhor correção de distorções e maior nitidez, resultando em vídeos mais profissionais. O processamento beneficia especialmente conteúdo com pessoas, onde tons de pele ficam mais naturais.
Jovi V50 se destaca com câmeras Leica (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O modelo Lite mantém gravação básica adequada para uso casual e redes sociais. Sem os recursos premium do modelo completo, foca no essencial para criadores menos exigentes.
Jovi V50 Lite também tem uma câmera bem eficiente (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
A simplicidade pode ser vantagem para usuários que não precisam de recursos avançados. A qualidade básica atende necessidades de redes sociais e conteúdo casual sem grandes pretensões.
Confira o melhor celular da Oppo para gravar vídeos em 2025, e uma opção com bom custo-benefício.
OPPO Reno 13
O Reno 13 se destaca pela câmera frontal de 50 MP que grava em 4K, perfeita para vlogs e conteúdo onde você aparece. A principal também oferece 4K a 60fps com estabilização óptica.
OPPO Reno 13 tem ótimos recursos para vídeo (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)
A especialização em câmera frontal beneficia especialmente criadores de conteúdo pessoal e tutoriais. A alta resolução frontal garante nitidez excepcional mesmo com recortes e edições.
O Oppo Reno 13 custa a partir de R$ 3.900, com operação e garantia oficial no Brasil.
O modelo F mantém boa qualidade de vídeo com gravação em 4K a 30fps e estabilização eficiente. A frontal de 32 MP ainda oferece qualidade superior à maioria dos concorrentes.
Mesmo com frontal de menor resolução, mantém qualidade adequada para a maioria dos usos. A configuração traseira oferece consistência para vídeos gerais e conteúdo diversificado.
OPPO Reno 13F é uma boa opção no portfólio da chinesa (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)
O Oppo Reno 13 F é vendido por R$ 2.800 no Brasil, também com garantia local.
Já aconteceu de um motorista ter estacionado o carro bem em frente à sua garagem? Além do transtorno causado pelo bloqueio, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina que situações do tipo são infrações. Para evitar problemas, é importante agir corretamente.
O primeiro passo é manter a calma e acionar as autoridades competentes — por isso, vale o contato com a Guarda Municipal, a Polícia Militar ou até a central de trânsito da sua cidade, dependendo de onde ocorreu o incidente.
Depois, na hora da denúncia é essencial informar o endereço exato da ocorrência e fornecer os dados do veículo que causou o bloqueio, como placa, modelo e cor para facilitar a identificação.
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O que diz a lei
O artigo 181 do CTB diz que estacionar bloqueando a entrada ou saída de outro veículo é uma infração de gravidade média. A penalidade inclui multa de R$ 130,16, quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a remoção do automóvel estacionado incorretamente.
Carro estacionado na frente da garagem pode dar multa, mas só se os agentes de trânsito forem acionados (themotion/Pixabay)
Mas e se o carro bloqueando a saída for do morador? Nesse caso, o risco de multa também existe, já que não tem como as autoridades saberem quem é o dono do veículo. Por outro lado, o automóvel não está atrapalhando a saída de ninguém, e os agentes detrânsito não seriam chamados para verificar a ocorrência
Não é de hoje que o Apple TV+ vem conquistando o coração do público com séries de extrema qualidade, como Ted Lasso e The Morning Show. Apostando em histórias intrigantes com elencos recheados de estrelas hollywoodianas, os programas do streaming da Apple são boas pedidas para quem quer passar o fim de semana jogado no sofá com a companhia de uma boa série de TV.
Mas em meio aos sucessos de audiência do serviço, existem produções não tão conhecidas pelo grande público que, com certeza, mereciam mais reconhecimento. Pensando nisso, o Canaltech selecionou 6 séries do Apple TV+ que são grandes pérolas da plataforma e que deveriam estar na sua watchlist.
Séries do Apple TV+ que merecem mais reconhecimento
Confira mais detalhes sobre os títulos a seguir:
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Servant
Falando a Real
Amor Platônico
Black Bird
Uma Questão de Química
Ladrões de Drogas
Servant
Para quem gosta de terror e histórias enigmáticas, Servant é um prato cheio. Lançado em 2019, o programa chamou atenção na época por ter o cineasta M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido) como produtor executivo, além de contar com a assinatura do mestre das reviravoltas na direção de alguns episódios.
Na trama, acompanhamos a complicada jornada de um casal que está enfrentando o luto pela perda do filho recém-nascido. Até que uma jovem é contratada para ajudar nos afazeres da casa, transformando a vida do casal em um show de horrores.
Falando a Real
Caso você esteja em busca de uma série leve, divertida e com pitadas de questões existenciais, Falando a Real é a pedida certa. Com Jason Segel (How I Met Your Mother) e Harrison Ford (Indiana Jones) no elenco, a comédia tem duas temporadas até o momento e vem conquistando o público que não abre mão de uma história bem-humorada e que, ainda assim, encontra espaço para falar de pautas importantes.
Em Falando a Real, Jimmy (Jason Segel) é um terapeuta que está passando por um período de luto após a morte da esposa. Cansado da mesmice do trabalho, ele decide quebrar as regras éticas da profissão dizendo aos seus pacientes exatamente aquilo que pensa, o que acaba colocando Jimmy em diversas situações inusitadas.
Amor Platônico
Estrelada por Seth Rogen (O Estúdio) e Rose Byrne (Vizinhos), a série Amor Platônico é uma dramédia que pode conquistar os corações dos últimos românticos. Na trama, conhecemos Sylvia (Byrne) e Will (Rogen), amigos de longa data que se reencontram após anos distantes.
Com Wil recém-divorciado, os dois retomam a amizade em momentos diferentes da vida de cada um, o que acaba deixando a relação dos dois ainda mais complexa, inusitada e intensa do que quando estavam no início da juventude.
Black Bird
A minissérie Black Bird também é uma pérola do Apple TV+ que, embora tenha recebido atenção na época do lançamento, em 2022, acabou caindo no esquecimento no catálogo do streaming. Logo, vale a menção aqui para quem adora um bom thriller televisivo.
Protagonizada por Taron Egerton (Kingsman), Black Bird é inspirada na história real de Jimmy Keene (Egerton), um homem que começa a cumprir uma sentença de 10 anos na prisão e recebe uma proposta irrecusável: ganhar liberdade, caso ele consiga arrancar uma confissão do suspeito de um terrível crime.
Uma Questão de Química
Inspirado no livro homônimo de Bonnie Garmus, a série Uma Questão de Química conta com Brie Larson (Capitã Marvel) interpretando Elizabeth Zott, uma mulher que sonha em ser cientista na década de 1950.
Enfrentando uma sociedade que só enxerga a mulher cuidando da casa e da família, Elizabeth acaba aceitando um emprego para participar de um programa de culinária na televisão, aproveitando a oportunidade para colocar em prática seus conhecimentos.
Ladrões de Drogas
Estrelada por Wagner Moura (Narcos) e Brian Tyree Henry (Atlanta), a série Ladrões de Drogas chegou ao catálogo do Apple TV+ em março de 2025 sem muito alarde, mas vale a recomendação para quem quer ver o astro brasileiro em uma trama envolvente e intensa.
Baseada no livro de Dennis Tafoya, a série conta a história de Ray (Henry) e Manny (Moura), dois amigos que ganham dinheiro com um esquema de roubo de drogas. Até que eles decidem lucrar ainda mais com o negócio e acabam se tornando alvos de pessoas perigosas que transformam suas vidas em um verdadeiro inferno.
O Moto G86 é um celular intermediário da Motorola que promete um bom conjunto fotográfico para quem não quer gastar muito. Com uma configuração traseira dupla e uma frontal robusta, ele tenta se destacar em um segmento bem competitivo.
Honestamente, me surpreendi com a qualidade de imagem do Moto G86. Certamente é um dos melhores celulares intermediários neste quesito, com resultados que superam as expectativas para a faixa de preço.
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O aparelho conta com uma câmera traseira dupla, sendo um sensor principal de 50 MP auxiliado por uma ultrawide de 8 MP. Tanto a câmera principal quanto a ultrawide tiram ótimas fotos, com um HDR bem preciso que equilibra muito bem as áreas escuras e claras.
Na prática, isso significa que você consegue fotografias bem balanceadas, nas quais tanto os detalhes em sombras quanto as regiões mais iluminadas aparecem com boa qualidade. É um contraste positivo em relação a muitos intermediários que costumam pecar nesse aspecto.
Um exemplo dessa característica é que, em fotos da natureza, por exemplo, ele consegue mostrar com precisão os detalhes do céu, como azul bem preciso e cada nuvem, ao mesmo tempo em que reproduz com fidelidade a textura de plantas em áreas mais escuras.
Moto G86 tem um bom HDR e ótima definição entre interrmediários (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)
A ultrawide tem uma funcionalidade interessante, que permite o uso híbrido como macro, ideal para fotos bem aproximadas com mais detalhes. Isso é bem melhor que um sensor dedicado com baixa resolução, como vemos em muitos intermediários. Assim, dá para fotografar mais detalhes de flores, texturas ou objetos pequenos.
A câmera frontal merece destaque especial. Com resolução de 32 MP, ela tem um ótimo nível de definição e é uma das melhores da categoria. As selfies ficam bem nítidas e com bastante detalhe.
O modo retrato também é eficiente e tem um bom contorno para desfocar o cenário ao fundo. No entanto, ainda é possível notar algumas falhas em áreas mais complicadas, como ao redor do cabelo. Mas nada muito grave ou que fuja do esperado na categoria.
Veja alguns exemplos de fotos tiradas com o Moto G86:
Para gravação de vídeo, o Moto G86 está dentro do que é esperado para um intermediário. As câmeras traseiras filmam em 4K a 30 fps ou Full HD a 60 fps, e garante uma boa fluidez com definição aceitável.
A qualidade de imagem é boa, a estabilização também funciona bem para amenizar tremores, e o microfone é aceitável para o segmento. Não é perfeito, mas atende bem para gravações casuais.
Já a câmera frontal poderia ser melhor neste aspecto. Ela só filma a 30 fps, tanto em 4K quanto em Full HD. Seria interessante ter um modo de 60 fps com Full HD com os 30 fps para 4K.
Ainda assim, a frontal entrega boa qualidade de imagem e estabilização, adequada para quem grava conteúdo para redes sociais ou videochamadas.
No geral, o Moto G86 é uma grata surpresa no segmento intermediário, especialmente para quem prioriza qualidade fotográfica. Ele entrega um conjunto equilibrado que supera muitos concorrentes na mesma faixa de preço.
Veja um vídeo gravado com a câmera traseira do Moto G86:
Veja um vídeo gravado com a câmera frontal do Moto G86:
A lenda do Honda NSX, o supercarro que desafiou a hegemonia europeia nos anos 1990, está intrinsecamente ligada a outra lenda: Ayrton Senna. Embora a associação seja conhecida, a profundidade da sua contribuição técnica é frequentemente subestimada.
A participação de Ayrton Senna no desenvolvimento do superesportivo Honda NSX foi muito além de uma simples consultoria de marketing; foi uma intervenção de engenharia decisiva, que alterou fundamentalmente a dinâmica e o comportamento do carro.
Senna participou diretamente do desenvolvimento da primeira geração do modelo lançado pela montadora japonesa em 1990 e, por isso, recebeu uma unidade para curtir enquanto a McLaren usava os motores Honda nas pistas da Fórmula 1.
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Confira, com o CT Auto, quais foram exatamente os aspectos técnicos da colaboração, e como o feedback do tricampeão mundial de Fórmula 1 foi crucial para transformar o NSX em um ícone automotivo.
Senna participou ativamente do projeto de construção do icônico Honda NSX (Imagem: Reprodução/@sennaunofficial)
O Projeto NSX e a parceria com a McLaren-Honda
O projeto NSX (New Sportscar Experimental) nasceu com a ambição da Honda de criar um supercarro que combinasse o desempenho de uma Ferrari com a confiabilidade e a usabilidade de um carro de produção japonês. A base técnica já era avançada para a época, estabelecendo novos padrões na indústria.
Chassi: O NSX foi o primeiro carro de produção em massa a utilizar um chassi monocoque inteiramente de alumínio, uma tecnologia até então restrita a carros de corrida, visando baixo peso e alta resistência estrutural.
Motor: O coração do projeto era um motor V6 de 3.0 litros, posicionado em layout central-traseiro, equipado com o inovador sistema VTEC (Variable Valve Timing and Lift Electronic Control), que otimizava o desempenho tanto em baixas quanto em altas rotações. A potência chegava aos 247 cv.
Suspensão: O sistema de suspensão era do tipo double wishbone (braços duplos triangulares) nas quatro rodas, fabricada em alumínio forjado para reduzir a massa não suspensa e aprimorar o contato dos pneus com o solo.
A vitoriosa parceria da Honda como fornecedora de motores para a equipe McLaren na Fórmula 1 abriu a porta para que seu principal piloto, Ayrton Senna, fosse convidado para testar e validar os protótipos finais do NSX.
Intervenção de Senna no acerto dinâmico
O momento crucial da participação de Senna ocorreu durante testes no circuito de Suzuka, no Japão. Após algumas voltas com o protótipo, o piloto deu um feedback direto e inesperado aos engenheiros da Honda. Ele afirmou que, embora o carro fosse ágil e o motor excelente, o chassi não era rígido o suficiente. Em suas palavras, a estrutura parecia “frágil” e flexionava sob altas cargas laterais, comprometendo a previsibilidade e a precisão em curvas de alta velocidade.
Essa crítica vinda de um piloto com a sensibilidade de Senna foi levada com extrema seriedade. A equipe de engenharia da Honda retornou à fase de desenvolvimento e implementou mudanças significativas baseadas diretamente em sua análise:
Aumento da rigidez estrutural: Utilizando análises de computador e testes práticos, os engenheiros reforçaram pontos específicos do monocoque de alumínio. O resultado foi um aumento de aproximadamente 50% na rigidez torcional e de flexão do chassi, sem um ganho de peso proibitivo.
Recalibração da suspensão: Um chassi mais rígido exige um acerto de suspensão completamente diferente. Senna participou de novos testes, ajudando a refinar as taxas de compressão e retorno dos amortecedores, a dureza das molas e a geometria da suspensão. O objetivo era encontrar o equilíbrio perfeito entre o comportamento em pista e o conforto para uso em estradas.
Ajustes finos: O piloto também forneceu sugestões para o acerto do diferencial de deslizamento limitado e a resposta da direção, aprimorando a capacidade de tração na saída de curvas e a comunicação entre o volante e as rodas.
Legado da consultoria e impacto no mercado
A intervenção de Ayrton Senna elevou o Honda NSX de um ótimo carro esportivo para um supercarro de referência mundial. A versão de produção final era um veículo que não apenas rivalizava, mas em muitos aspectos superava seus concorrentes diretos, como a Ferrari 348, especialmente em termos de dirigibilidade e facilidade de uso em alta performance.
Pontos moldados pela influência de Senna
Precisão e resposta do chassi: O carro tornou-se famoso por sua direção telepática e pela forma como comunicava os limites de aderência ao motorista, um resultado direto do aumento da rigidez estrutural.
Previsibilidade no limite: A plataforma rígida e a suspensão bem calibrada tornaram o NSX um carro extremamente previsível e controlável, inspirando confiança no motorista para explorar todo o seu potencial.
Equilíbrio dinâmico: O acerto final, lapidado por Senna, entregava um equilíbrio exemplar entre agilidade, estabilidade e conforto, algo raro em supercarros daquela época.
Senna ficou de posse de um Honda NSX até a parceria da marca com a McLaren terminar (Imagem: Divulgação/Museu Ayrton Senna)
A participação de Ayrton Senna não foi, portanto, um mero endosso. Foi uma consultoria técnica de altíssimo nível que refinou o produto final, garantindo que a engenharia de ponta do NSX se traduzisse em uma experiência de condução superlativa.
O resultado foi um carro que redefiniu o segmento e solidificou seu lugar na história como uma obra-prima da engenharia automotiva, com o toque de um dos maiores pilotos de todos os tempos.
Senna, porém, não conseguiu usufruir do esportivo por muito tempo, pois a montadora pediu o carro de volta assim que a parceria com a McLaren terminou, em 1992.
As micro e pequenas empresas brasileiras vêm ganhando cada vez mais espaço no comércio eletrônico. Em 2024, o setor movimentou R$ 67 bilhões em vendas online, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), baseados na Receita Federal. O número representa um salto de mais de 1.200% em apenas cinco anos e consolida os marketplaces como vitrine para empreendedores que antes dependiam apenas do varejo físico.
Apesar desse avanço, especialistas alertam que muitos lojistas ainda cometem erros básicos ao migrar para o ambiente digital. Para Reginaldo Stocco, CEO da vhsys, empresa de tecnologia voltada à gestão empresarial, são justamente os detalhes que diferenciam quem consegue crescer de forma sustentável daqueles que ficam pelo caminho.
“É animador ver esse movimento, mas muitos pequenos ainda tropeçam em falhas clássicas que comprometem a rentabilidade e a reputação no marketplace”, explica Stocco.
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A seguir, os três principais erros que ainda seguram o potencial dos pequenos lojistas — e como evitá-los:
1. Preço sem estratégia clara
Muitos empreendedores definem valores olhando apenas para a concorrência, sem levar em conta taxas do marketplace, custo de frete ou margem de lucro. Essa prática pode gerar visibilidade momentânea, mas compromete a rentabilidade a médio e longo prazo.
Como resolver: calcule o preço final com base no custo total da operação e adotar ferramentas comparativas. O objetivo não é ser o mais barato, mas sim competitivo sem sacrificar margem.
2. Imagens e descrições pouco atrativas
Fotos de baixa qualidade e textos genéricos afastam clientes que ainda não conhecem a marca. Em marketplaces, onde milhares de ofertas competem lado a lado, a primeira impressão pode ser decisiva.
Como resolver: invista em fotos de alta qualidade, com ângulos variados, e descrições claras. Além disso, liste características, destaque benefícios diferenciais e use palavras-chave que aumentem a relevância nas buscas internas da plataforma.
3. Gestão manual de estoque e pedidos
Atualizar estoque e pedidos de forma manual abre espaço para erros: produtos esgotados continuam anunciados, entregas atrasam e a reputação da loja sofre — algo especialmente crítico em plataformas que exibem métricas de desempenho para os consumidores.
Como resolver: integre um sistema de gestão (ERP ou plataforma digital) ao marketplace, permitindo atualização automática de estoque e status de pedidos. Isso reduz falhas, melhora a experiência do cliente e aumenta as chances de conquistar avaliações positivas.
A importância da profissionalização digital
O salto das vendas online mostra que pequenos empreendedores já perceberam o potencial dos marketplaces. Mas, segundo Stocco, o desafio agora é profissionalizar a operação para competir em pé de igualdade com grandes marcas.
“Não basta estar presente no digital, é preciso cuidar de cada detalhe. Preço, imagem e gestão integrada são os pilares que definem quem vai se destacar nesse cenário altamente competitivo”, reforça o executivo.