Quando A Hora do Mal chega ao streaming?

A Hora do Mal chegou às telonas em agosto para se tornar um dos filmes de terror mais comentados e elogiados do ano. Com um elenco recheado de estrelas, o filme do diretor Zach Cregger (Noites Brutais) chamou a atenção do público com uma premissa bastante intrigante e, em breve, estará disponível nas plataformas digitais para quem quer assistir ao filme no sofá de casa.

No longa, um grupo de crianças de uma mesma sala de aula, exceto uma, desaparece misteriosamente na mesma madrugada, exatamente no mesmo horário, deixando os moradores da cidade em pânico. Com os pais desesperados para encontrar os filhos, acontecimentos estranhos começam a perturbar os habitantes, que logo descobrem um terrível segredo envolvendo o sumiço das crianças.

Elogiado pela crítica, A Hora do Mal segue movimentando o mundinho de terror com suas performances aclamadas e um mistério surpreendente. Mas quando o filme chegará, enfim, às plataformas digitais?


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Quando A Hora do Mal estreia nas plataformas digitais?

Boa notícia para quem está esperando pacientemente para assistir pela primeira vez (ou reassistir para relembrar os melhores momentos) A Hora do Mal sem sair de casa: pouco mais de uma semana depois do longa chegar às plataformas digitais nos Estados Unidos, a produção ficará disponível no Brasil a partir do dia 21 de setembro.

A Hora do Mal chega às plataformas digitais no dia 21 de setembro (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures).

Por enquanto, A Hora do Mal só estará disponível para compra ou aluguel nas plataformas Amazon Prime Video, YouTube, Claro TV+, Apple TV e Vivo Play. Não é necessário ter uma assinatura ativa nesses serviços para adquirir ou alugar o longa-metragem.

Quando A Hora do Mal chega ao streaming?

Por enquanto, A Hora do Mal ainda não tem data de lançamento confirmada para chegar ao streaming por aqui.

A Hora do Mal deve chegar ao catálogo da HBO Max, mas data não foi revelada (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures).

Contudo, vale lembrar que, como o filme é uma produção da Warner Bros., o longa deve entrar no catálogo da HBO Max em algum momento deste ano. A data não foi oficializada pelo estúdio, no entanto.

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Last.fm da Gen Z? App mostra o que seus amigos estão ouvindo na home do celular

O aplicativo Airbuds permite acompanhar o que você e seus amigos estão ouvindo: a plataforma se conecta aos streamings musicais para importar o histórico e mostra um feed na tela inicial do celular com a atividade de quem você segue.

Além de mostrar as músicas mais ouvidas, recurso comum de Spotify e outras ferramentas, o app relembra alguns softwares antigos, como o Last.fm, que permitia ver a atividade musical e interagir com outras pessoas.

Saber qual canção alguém está ouvindo ainda lembra o saudoso MSN Messenger, já que as pessoas podiam sincronizar os reprodutores de mídia com as contas do mensageiro.


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Com o Airbuds funciona

O app tem uma interface própria, mas a proposta é de acompanhar a atividade dos amigos a partir de um widget na tela inicial. Além de ver a música e o artista, o Airbuds permite enviar reações para os amigos e até conferir uma prévia da faixa em plataformas de streaming.

Além disso, a plataforma serve para monitorar o próprio histórico: ao adicionar amigos, é possível receber resumos semanais com as músicas e artistas que você mais ouviu.

O Airbuds pode ser vinculado com os seguintes streamings para importar dados:

Como usar o Airbuds

O processo para criar conta e usar é simples:

  1. Baixe o Airbuds (Android | iOS);
  2. Escolha um serviço de streaming;
  3. Autorize o acesso;
  4. Digite o número de celular;
  5. Valide com código;
  6. Adicione o widget na tela inicial.
    Vincule um streaming e se conecte com amigos no app (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Após o cadastro, você já pode compartilhar um link de convite para outras pessoas e adicionar amigos na plataforma.

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Equinócio de Primavera | Chegada da estação terá mudança de clima em todo Brasil

A primavera de 2025 começa oficialmente na próxima segunda-feira (22), às 15h19 (horário de Brasília), marcada pelo equinócio, quando o dia e a noite têm praticamente a mesma duração.

A nova estação chega com instabilidades no tempo, variação de temperaturas e expectativa de chuvas em diferentes intensidades nas cinco regiões do país. Além disso, o fenômeno La Niña, previsto para se consolidar até meados de outubro, deve influenciar diretamente o regime de chuvas e temperaturas durante toda a estação.

Logo nos primeiros dias da primavera, uma frente fria intensa avança sobre o Centro-Sul, provocando temporais, queda de temperatura e até risco de geada em áreas mais elevadas da Região Sul. Ao mesmo tempo, o retorno gradual das chuvas marca a estação em várias partes do país, com destaque para o Centro-Oeste e o Sudeste, onde os temporais de fim de tarde tendem a se tornar mais frequentes.


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Com o La Niña em atuação, espera-se chuva acima da média na Amazônia e na costa norte do Nordeste, enquanto o Sul pode enfrentar períodos de seca. Já o calor tende a se intensificar em áreas do interior nordestino, no Tocantins e no Maranhão, com temperaturas que podem superar os 40 °C.

Região Sul

Na Região Sul, a primavera começa com instabilidade e temporais entre os dias 20 e 22 de setembro, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com risco de granizo, ventos fortes e acumulados de chuva elevados. Após a frente fria, a massa de ar seco deve derrubar as temperaturas, aumentando a chance de geadas tardias nas áreas serranas. Apesar da previsão de calor em alguns períodos, a estação também pode registrar episódios de frio intenso.

Região Sudeste

No Sudeste, a primavera marca o retorno gradual das chuvas, mais regulares a partir da segunda quinzena de outubro. O interior da região deve enfrentar ondas de calor intenso, mas frentes frias ainda podem provocar quedas bruscas de temperatura em outubro e novembro. Próximo ao litoral, a influência das frentes frias será maior, trazendo instabilidade e risco de temporais localizados.

Primavera chega com instabilidades no tempo, variação de temperaturas e expectativa de chuvas (Imagem: Jody/Unsplash)

Região Centro-Oeste

O Centro-Oeste terá uma primavera de contrastes. Até meados de outubro, o clima seco e o calor extremo podem favorecer a formação de redemoinhos de poeira e cortinas de areia. A partir da segunda metade do mês, a chuva ganha força e regularidade, ajudando a aliviar as altas temperaturas e marcando o início efetivo do período úmido.

Região Nordeste

O interior nordestino segue sob forte calor e baixa umidade, especialmente em estados como Piauí, Maranhão e Bahia, que entram no período do chamado b-r-ó bró, com máximas acima dos 40 °C. Na faixa leste da região, a primavera traz sol predominante, mas ainda há possibilidade de frentes frias atingirem a costa da Bahia, provocando chuvas rápidas e passageiras.

Região Norte

No Norte, a primavera de 2025 será marcada por chuvas acima da média, intensificando o processo de cheia dos rios. Há preocupação com a possibilidade de cheias severas em 2026, especialmente nos rios Negro e Solimões. No entanto, o avanço de massas de ar frio também poderá provocar episódios de friagem, com quedas acentuadas de temperatura em áreas do Acre e Rondônia.

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O Sobrevivente: tudo sobre filme de ação com Glen Powell

O Sobrevivente, nova empreitada de Glen Powell nas telonas, chega em novembro aos cinemas brasileiros.

Filme de ação e suspense distópico, o título é a segunda adaptação para as telonas do romance The Running Man e chegou a receber o nome de O Concorrente quando foi anunciado no Brasil. A pedido dos fãs, no entanto, a Paramount Pictures mudou sua nomenclatura para a mesma usada no filme de 1987, que tinha Arnold Schwarzenegger no papel principal e transformou-se em um clássico cult com o passar dos anos.

Todo esse background – além do jogo de videogame baseado em sua história lançado em 1989 –, já gera por si só muitas expectativas à obra, que conta ainda com um elenco repleto de nomes conhecidos.


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Tudo sobre O Sobrevivente

 

Pensando nessa espera e no público ansioso pela estreia do longa-metragem, o Canaltech montou um guia com todas as informações que já sabemos sobre o projeto. Abaixo você confere detalhes da história, material de origem, elenco da produção e muito mais sobre O Sobrevivente.

Quem escreveu o livro que deu origem ao filme?

Lançado em 1982, The Running Man é um romance policial distópico escrito por ninguém menos do que o mestre do terror Stephen King.

Publicado sob o pseudônimo de Richard Bachman – nome que King usou para poder aumentar seu número de livros publicados, já que na época muitas editoras acreditavam que, para ter sucesso, um autor precisava se limitar a um livro por ano – o título se passa no ano de 2025. O que explica a ideia atual de fazer uma nova adaptação cinematográfica do material.

Uma das obras escritas com mais ferocidade por Stephen King, que levou apenas uma semana para produzir seu manuscrito, o romance sofreu algumas modificações em sua primeira versão nos cinemas, com o próprio King chegando a comentar que o personagem de Schwarzenegger era bastante diferente daquele que criou no livro.

Qual é a história de O Sobrevivente?

Em O Sobrevivente, Ben Richards precisa de dinheiro para cuidar da saúde da filha (Imagem: Divulgação/Paramount Pictures)

Anunciado como uma adaptação muito mais fiel ao material original, O Sobrevivente se passa em uma versão sombria de 2025, em que a economia dos Estados Unidos colapsou e a violência se espalhou como fogo pelo país.

Nesse cenário, acompanhamos os passos de Ben Richards, um homem casado de 35 anos, que precisa desesperadamente de dinheiro para cuidar da saúde da filha pequena.

Sem crédito para conseguir ajuda, ele topa então participar de um game show com um prêmio no valor de US$ 1 bilhão, mas que conta com um desafio à altura: escapar de uma equipe de caçadores assassinos cuja missão é localizá-lo e matá-lo, ao longo de 30 dias.

Para isso, Ben vai precisar correr, se disfarçar, esconder, lutar, matar e fazer o que for preciso para não ser pego. Tudo isso em um mundo brutal em que imperam o controle estatal e a manipulação da mídia.

Quem faz parte do elenco do longa-metragem?

Josh Brolin em cena do filme O Sobrevivente (Imagem: Divulgação/Paramount Pictures)

Além de Glen Powell (astro de Twisters e Todos Menos Você) no papel do protagonista, O Sobrevivente conta com o ator Josh Brolin (A Hora do Mal) como Dan Killian, o produtor do show do qual Ben participa; Colman Domingo (Sing Sing) como Bobby Thompson, o apresentador do game show; e Lee Pace (Fundação) como Evan McCone, um dos caçadores mais difíceis que Ben precisa enfrentar.

Fazem ainda parte do elenco do filme Jayme Lawson (Pecadores) como Sheila Richards, esposa de Ben; Michael Cera (Superbad) como um rebelde que acaba sendo de grande ajuda para o protagonista; Emilia Jones (CODA) como Amelia Williams, uma civil cujo caminho se cruza ao de Richards; e William H. Macy (Fargo – Uma Comédia de Erros) como um homem que também se torna de grande valia para Ben.

Nomes como o de David Zayas (Dexter), Katy O’Brian (Missão Impossível 8), Daniel Ezra (A Descoberta das Bruxas) e Karl Glusman (Motorista de Fuga) também já foram confirmados no elenco.

Quando é o lançamento de O Sobrevivente?

Dirigido por Edgar Wright (Em Ritmo de Fuga), que também é roteirista do projeto ao lado de Michael Bacall, O Sobrevivente chega em 13 de novembro aos cinemas brasileiros.

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Em que Lua estamos hoje? Fase nova do satélite terá eclipse neste domingo (21)

Neste domingo (21), às 16h54 (horário de Brasília), a Lua entra em sua fase nova, marcando o reinício de mais um ciclo lunar. A etapa sucede a Lua minguante, iniciada no dia 14, e será seguida pela fase crescente em 29 de setembro, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

A Lua nova é a primeira fase do ciclo lunar, que dura cerca de 29,5 dias. Nesse estágio, o satélite natural se posiciona aproximadamente entre a Terra e o Sol. Isso faz com que a face iluminada pela luz solar fique voltada para o lado oposto ao nosso, tornando o satélite invisível a olho nu.

É um ponto de renovação do ciclo: a partir desse momento, a parte iluminada da Lua começará gradualmente a aparecer, até alcançar a fase cheia.


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Por que não dá para ver a Lua?

Na Lua nova, o alinhamento entre Sol, Terra e Lua faz com que a luz do Sol incida no lado do satélite que não é visível daqui. Além disso, a Lua nasce e se põe praticamente junto com o Sol, permanecendo escondida no brilho intenso do dia.

Por essa razão, diferentemente de outras fases, não é possível observar a Lua nova diretamente do céu.

O satélite só volta a ser visto a partir do início da fase crescente, quando aparece como um fino arco iluminado pouco após o pôr do Sol.

(Imagem: NASA)

A Lua nova influencia a Terra?

Assim como ocorre na Lua cheia, a Lua nova é marcada pelas chamadas marés de sizígia. Nesses períodos, a gravidade da Lua e do Sol atuam na mesma direção, provocando marés mais intensas, com maiores diferenças entre as marés altas e baixas.

Eclipse solar parcial

Além da Lua nova, no dia 21, também haverá um eclipse solar parcial, também chamado de “eclipse do equinócio”. Poderá ser acompanhado na Nova Zelândia, Antártida e Austrália. Infelizmente, o eclipse não será visível do Brasil nem de outras regiões das Américas.

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Como avanço da IA nos games está aumentando demanda por SSDs

Quando pensamos em inteligência artificial e hardware, a associação imediata é quase sempre com as GPUs e seus núcleos aceleradores e, mais recentemente, com as NPUs integradas aos processadores. No entanto, um componente muitas vezes subestimado desempenha um papel fundamental nessa equação: drive o armazenamento.

Em uma conversa exclusiva com o Canaltech, João van Dinteren, engenheiro da SanDisk, explicou como o avanço da IA, especialmente nos games, está transformando os SSDs NVMe em peças cada vez mais cruciais para a experiência do usuário a cada nova geração.

IA também é dependente de drive de armazenamento

A inteligência artificial precisa de dados para funcionar, e em grande quantidade. Antes de chegar à GPU ou NPU para ser processado, todo esse volume de informação precisa ser acessado de forma rápida e com baixa latência, e é aí que o armazenamento de alta velocidade entra em cena.


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O papel do SSD é “garantir que você tenha a informação que você possa, no tempo que a GPU ou NPU precisa para processar os dados, ela receber essa informação”, explica João.

 

Ele descreve a IA como um “monstrinho comedor de informações” que precisa ser constantemente alimentado, e os SSDs modernos são os responsáveis por essa tarefa. Essa necessidade de velocidade e baixa latência impulsionou a evolução dos SSDs, que estão evoluindo muito suas capacidades em pouco tempo. Um drive PCIe 3.0, por exemplo, já não consegue suprir a demanda da IA em jogos modernos.

“Se eu tivesse 4 drives em paralelo de Gen 3, com quatro linhas em cada um em RAID 0, eu teria um equivalente ao Gen 5 em taxa de transferência”, compara o engenheiro da Sandisk. Com a chegada dos SSDs PCIe Gen 5, como o WD BLACK SN8100, entre vários outros, os jogadores passaram a ter em uma única unidade a velocidade necessária para tarefas que antes causavam travamentos, como atualizações em segundo plano enquanto se joga.

Complexidade da IA nos games afeta SSDs

Nos games, a IA não é uma entidade única, mas um conjunto de “pequenas inteligências artificiais direcionadas” que rodam em paralelo para melhorar texturas, interpretar comandos de voz ou criar NPCs mais inteligentes e reativos. Para lidar com essas múltiplas pequenas tarefas simultâneas, os SSDs de ponta contam com um IOPS (operações de entrada e saída por segundo) muito alto e são essenciais nessa tarefa.

“Você tem quatro linhas de tráfego de dados que podem enviar informações de forma paralela e totalmente independentes. Então, você consegue, durante um jogo, fazer várias funções sem que a performance do jogo seja impactada”, detalha João.

É essa capacidade que permite, por exemplo, que a IA generativa aprenda o estilo de um jogador e adapte o comportamento dos NPCs em tempo real, uma tarefa que exige uma troca de informações constante com o SSD.

CPU tem papel fundamental no controle do SSD

Tudo isso é comandado pela CPU, no caso de um SSD NVMe, já que “ele está dentro do barramento que ele fala direto com o processador”.  João segue explicando que “placas de vídeo de hoje já têm uma parte de inteligência artificial embarcada nelas, então ele tira um pouco de carga do processador”.

O SSDs velozes esquentam mais e precisam de seu próprio sistema de refrigeração (Imagem: Team-Force/Divulgação)

Existe uma outra situação que coloca a importância de um SSD NVMe lá em cima:

“Por exemplo, eu tenho pouca memória RAM, então vou precisar lançar informação de IA no meu NVMe. Então, é aí que entra o NVMe de alta capacidade e alta velocidade. Você vai fazer como se fosse um disco virtual fazendo essa troca de informação.

Essa alta carga de trabalho, claro, gera desafios. O principal deles é o calor. Segundo João, “hoje é mandatório para altas cargas de trabalho você usar nos NVMe Gen 5 dissipador”. Ele conta que a SanDisk já conseguiu uma “redução de 50% na potência dissipada” na geração atual de seus SSDs em comparação com a anterior, e que o firmware dos drives é inteligente o suficiente para reduzir o desempenho e evitar danos por superaquecimento, o famoso Thermal Throttling.

Games são objeto de testes nesse campo

Além do hardware, APIs como o DirectStorage também são importantes, pois permitem que os jogos acessem os dados do SSD de forma mais direta, com menos intermediários e, consequentemente, menor latência.

Mas por que os games se tornaram o principal campo de testes para essa tecnologia, e não outras áreas que também usam IA? Para o engenheiro da SanDisk, a resposta está na escala e no custo. Enquanto a IA em datacenters exige investimentos gigantescos, o universo dos games oferece um campo de testes massivo e distribuído.

Até os consoles fazem uso de SSDs de alta velocidade para atender a essa demanda (Imagem: Lexar/Divulgação)

“Essa carga de trabalho individual acaba gerando um resultado que não necessita de um investimento gigante para você ter esse tipo de retorno”, explica. As desenvolvedoras de jogos perceberam que uma experiência fluida, sem travamentos, mantém os jogadores engajados, e um SSD rápido é essencial para isso. Essa demanda do consumidor final acaba por impulsionar a evolução de toda a indústria de armazenamento.

Por enquanto, a acessibilidade aos SSDs NVMe de 5ª geração (PCIe 5.0) ainda é baixa, já que eles são caros e exige hardware de ponta para fazer uso de todo o seu potencial. Mas PCIe 6.0 está vindo aí, e a partir de sua chegada, os velozes drives de armazenamento de atual geração começarão a chegar nos PCs do público em geral.

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GM empresta carro elétrico de R$ 500 mil para o Governo Federal

Depois da BYD, a Chevrolet também cedeu algumas unidades de carros elétricos ao Governo Federal para compor o comboio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A entrega ocorreu nesta semana, em Brasília (DF). Os escolhidos pela General Motors foram quatro unidades do Chevrolet Blazer EV RS, o modelo elétrico mais caro da marca no Brasil.

O SUV é equipado com um motor elétrico de 347 cv de potência e bateria de 102 kWh, capaz de rodar até 481 km com apenas uma carga.


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GM Blazer Governo Federal
Modelos foram entregues pessoalmente ao presidente Lula (Chevrolet/Divulgação)

Parceria sem custos até 2026

Em suas redes sociais, o vice-presidente da GM para a América do Sul, Fábio Rua, divulgou imagens da entrega ao lado do presidente Lula.

O empréstimo dos veículos foi formalizado por meio de um contrato de comodato, válido até 2026, sem custos para o governo e com possibilidade de renovação.

Na legenda do post, o executivo destacou que a ação representa “um marco inédito, que reflete de forma clara o compromisso do Brasil e da GM com a descarbonização e a sustentabilidade”.

Infraestrutura de recarga reforçada

Além dos quatro Blazer EV, a WEG instalou dois carregadores no Palácio do Planalto: um de corrente alternada (AC) e outro de corrente contínua (DC), fortalecendo a infraestrutura de carregamento do local.

Blazer EV
Blazer é o carro elétrico mais caro à venda pela marca no Brasil (Chevrolet/Divulgação)

Primeiro comboio presidencial totalmente elétrico

Com a chegada dos modelos da GM, o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a contar com um comboio presidencial composto apenas por veículos elétricos.

Os quatro Blazer EV juntam-se a outros dois modelos já emprestados pela BYD — o hatch Dolphin Plus e o SUV Tan —, também cedidos em regime de comodato.

BYD Tan
BYD é outro SUV elétrico emprestado para o Governo Federal (BYD/Divulgação)

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Por que a Geração Z prefere “bicos” do que subir na carreira corporativa?

A definição de sucesso profissional é um pouco diferente para a Geração Z do que para outros grupos. Uma pesquisa da Glassdoor com Harris Poll mostra que mais da metade dos jovens dessa geração mantém trabalhos paralelos, os “bicos”, para complementar renda, enquanto apenas 14% ocupam cargos de gestão aos 27 anos. 

De acordo com os dados da pesquisa, a questão não está na falta de ambição, mas sim em como a Geração Z vê a escalada corporativa. 68% dos profissionais dessa faixa etária afirmam que recusariam promoções para cargos de liderança caso não viessem acompanhadas de aumentos significativos de salário ou status. 

Muitos destes jovens viram seus pais e avós se manterem no mesmo emprego por décadas, buscando subir na escala corporativa e, por vezes, aceitando algumas condições de trabalho que não consideram ideais.


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Agora, vemos o fenômeno, chamado de “minimalismo de carreira”, que mostra que a geração prioriza a flexibilidade e múltiplas fontes de renda ao invés de buscar subir na hierarquia tradicional do mercado de trabalho.

A relação da Geração Z com a carreira

A cultura do “bico”, ou trabalho paralelo, nunca foi tão forte entre os profissionais jovens. 

Os dados da pesquisa do Glassdoor-Harris Poll mostram uma disparidade entre gerações: enquanto 57% da Geração Z e 48% dos Millennials possuem fontes alternativas de renda, apenas 31% da Geração X e 21% dos Baby Boomers adotam a prática. 

O cenário reflete a nova filosofia profissional. Para as gerações anteriores, o sucesso estava em subir degraus na hierarquia corporativa até alcançar um cargo na sala da diretoria. Já para Geração Z, a autonomia e segurança através da diversificação de atividades é prioridade, no que especialistas chamam de “carreiras-portfólio”, onde o profissional pode exercer funções das quais as tarefas lhe agradam mais.

O contexto econômico também ajuda a explicar a transformação. 73% dos profissionais de tecnologia, por exemplo, dizem se sentir “presos” em seus empregos, ou seja, não conseguem encontrar novas e boas vagas e nem crescer em seus cargos.

Enquanto isso, a taxa de pedidos de demissão, em 1,9%, está em seu menor nível desde 2015 nos Estados Unidos. Assim, os jovens perceberam que a lealdade corporativa não garante, necessariamente, estabilidade, porque o crescimento está limitado e as demissões continuam acontecendo. 

A alternativa se torna, então, os trabalhos paralelos. E os números de empreendedorismo nos EUA confirmam essa tendência. As aplicações para novos negócios saltaram de 293 mil por mês em 2019 para 431 mil em 2024.

A Geração Z não está abandonando o trabalho, mas sim reinventando a forma de trabalhar

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Por que um equinócio não é exatamente quando dia e noite duram as mesmas horas?

Nos meses de março e setembro temos o início do outono e da primavera, respectivamente, no Hemisfério Sul — e da primavera e do outono, respectivamente, no Hemisfério Norte — em um fenômeno conhecido astronomicamente como equinócio. Provavelmente você já ouviu falar que, nesse evento, dia e noite têm a mesma duração, mas isso não ocorre exatamente assim.

A palavra equinócio vem do latim aequus (igual) e nox/noctis (noite), e a interpretação dessa etimologia é um dos fatores que pode gerar a ideia de dias e noites com a mesma duração.

Na realidade, a chegada da primavera ou do outono está diretamente relacionada à posição do Sol em relação ao equador terrestre. Já a ocorrência de dias e noites com a mesma duração tem outra denominação dentro da astronomia: equilux.


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Equinócios e a posição do Sol em relação à Terra

Os equinócios acontecem quando o Sol incide diretamente sobre o equador terrestre. Eles ocorrem duas vezes por ano: quando a estrela passa do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul e quando passa do Sul para o Norte.

De acordo com Roberto Costa, professor do Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, a combinação de dois efeitos impede que os equinócios representem dia e noite com as mesmas horas de duração.

“Um deles é a refração atmosférica. Quando o Sol está próximo do horizonte, a atmosfera atua como uma lente e, na prática, veremos o Sol nascer alguns minutos antes de ele estar realmente acima do horizonte por causa dessa distorção. O mesmo ocorre no oeste, quando o Sol desaparece alguns minutos mais tarde do que deveria pelo mesmo efeito”, explica o docente.

O professor acrescenta que o segundo efeito está na maneira como observamos o nascer e o pôr do Sol. Isso porque, enquanto o equinócio é definido em relação ao centro da estrela, nossa observação considera suas bordas.

Ou seja, quando o Sol nasce a leste, a claridade surge alguns minutos antes de o centro aparecer no horizonte, e o mesmo acontece a oeste, quando a estrela ainda é visível mesmo após o centro já ter se posto.

Equinócio
Equinócios acontecem duas vezes ao ano, em março e setembro (NASA/GSFC/Genna Duberstein)

Equilux e mesma duração de dia e noite

O fato de dia e noite não terem a mesma duração exatamente no equinócio não significa que não haja um momento em que as áreas escura e iluminada do globo sejam iguais — mas esse fenômeno é conhecido como equilux.

“Devido à combinação desses efeitos relacionados ao equinócio, o equilux ocorrerá sempre alguns dias depois do equinócio do outono e alguns dias antes do equinócio da primavera”, explica o professor da USP.

Logo, enquanto o equinócio se refere à posição do Sol em relação ao equador da Terra, o equilux é o fenômeno que efetivamente marca a igualdade entre as horas de duração do dia e da noite.

Como a latitude influencia nossa percepção

Outro fator que interfere na percepção dos equinócios e na variação da duração do dia e da noite ao longo do ano é a latitude. Roberto Costa ressalta que, quanto mais distante do equador estiver o observador, maior será essa diferença.

“Um observador próximo ao equador, como no norte da Amazônia ou no Nordeste, verá uma variação muito pequena no período iluminado do dia ao longo do ano. Já quem está no Sudeste ou no Sul perceberá diferenças bem mais marcantes, com dias claros mais curtos e noites longas no inverno, e o contrário no verão”, conclui o docente.

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5 melhores séries de terror para assistir na HBO Max

Para quem gosta de terror, o universo das séries está recheado de produções que exploram enredos sombrios, assustadores e bizarros envolvendo assombrações, monstros, seres de outro mundo e presenças diabólicas. A HBO Max, por exemplo, é um bom streaming para encontrar séries clássicas e novidades do gênero que acabam passando despercebidas em meio a tantos lançamentos que chegam constantemente às plataformas digitais.

Séries de terror para maratonar na HBO Max

Se você faz parte do clubinho de entusiastas de terror e está em busca de alguma produção para maratonar no sofá de casa, o Canaltech selecionou as 5 melhores séries de terror para assistir na HBO Max. Confira mais detalhes sobre os títulos a seguir:

  • The Outsider
  • 30 Monedas
  • Lovecraft Country
  • O Bebê
  • Supernatural

The Outsider

 

Inspirada no livro homônimo de Stephen King, The Outsider é uma minissérie de 2020 estrelada por Jason Bateman (Ozark) e Cynthia Erivo (Wicked). Desenvolvida pela HBO, a produção chamou atenção do público na época de seu lançamento por adaptar a história de King com uma energia sombria e macabra.


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Em The Outsider, acompanhamos as investigações do cruel assassinato de um menino de onze anos. Na trama, Terry Maitland (Jason Bateman), o treinador da liga infantil de beisebol e pai de duas filhas, vê sua vida virar de ponta-cabeça quando se torna suspeito do crime. Até que o surgimento de uma entidade sobrenatural faz todos questionarem suas verdadeiras crenças.

30 Monedas

 

Com duas temporadas no total, 30 Monedas é uma série de terror espanhola que pode conquistar a atenção de quem está querendo espairecer em relação às produções americanas.

Na trama, o padre Manuel Vergara (Eduard Fernández) é um exorcista e ex-detento que vive exilado em uma remota cidade da Espanha. Lutando contra os demônios de seu passado, Vergara logo se vê diante de um mistério paranormal que começa a atormentar o local. Até que ele encontra um artefato que parece ser uma das 30 moedas que Judas recebeu por ter traído Jesus Cristo, embarcando em uma investigação repleta de revelações.

Lovecraft Country

 

Para quem está em busca de uma série curtinha, Lovecraft Country é uma ótima pedida. Precocemente cancelada pela HBO, a produção conquistou os entusiastas de terror em 2020 trazendo elementos da obra do escritor H. P. Lovecraft, além de uma ótima ambientação da década de 1950 nos Estados Unidos.

Lovecraft Country acompanha a jornada de Atticus Freeman (Jonathan Majors), um rapaz que se junta à amiga Letitia (Jurnee Smollett) e ao tio George (Courtney B. Vance) em uma viagem de carro pelo sul do país com o objetivo de encontrar o pai desaparecido. Em meio a forte segregação racial que consome o território, Atticus enfrenta diversos perigos, como uma antiga sociedade secreta de magia que pretende usá-lo em um ritual.

O Bebê

 

Outra série de terror que pode ter fugido do seu radar e que está disponível na HBO Max é O Bebê. Lançada em 2022, a produção britânica foi estruturada no formato de uma minissérie e é uma boa pedida para quem gosta da mistura entre horror e comédia.

Na trama de O Bebê, a vida de Natasha (Michelle de Swarte) se transforma em um caos quando, de repente, ela se torna responsável por um bebê misterioso. Em meio a tentativas para se livrar da criança, ela logo descobre que há algo perturbador no bebê, entrando em um verdadeiro show de horrores.

Supernatural

 

Às vezes é bom voltar no tempo para maratonar uma boa e velha série de terror tradicional. Sim, estamos falando de Supernatural, um dos programas mais longevos da TV americana que marcou as carreiras de Jensen Ackles (The Boys) e Jared Padalecki (Walker).

Com 15 temporadas no total (intimidante, sabemos disso), Supernatural começou a ser exibida em 2005, chegando ao fim em 2020 com uma legião de fãs da história dos irmãos Winchester na bagagem.

Entre anjos, demônios, vampiros e outras criaturas sobrenaturais, a trama fez um baita sucesso acompanhando a jornada de dois irmãos que assumem os “negócios da família”, combatendo todo tipo de monstro que ameaça a paz mundial.

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