15 atitudes anticonsumidor nos games em 2025

O mercado de games traz muita diversão, mas as companhias não apoiam os próprios consumidores e trazem diversas atitudes que seguem o caminho contrário de seus interesses. Não é fácil comprar joguinhos em 2025.

Com várias ações ao longo destes últimos meses, hoje o Canaltech reúne 15 atitudes anticonsumidor que te prejudicam de algum modo — seja diretamente ou de forma indireta.

Ainda que tenha games excelentes, 2025 tem sido um ano ingrato e vem criando um distanciamento ainda maior de uma parcela de fãs. Confira tudo que foi feito contra você, apaixonado por jogos eletrônicos, neste ano.


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15. Fim dos Pontos de Ouro e Descontos no Switch

Com o anúncio do Nintendo Switch 2, a Big N decidiu tirar alguns fatores que tornavam seus gastos menores na eShop: a presença de cashback, através dos Pontos de Ouro, e os vouchers de desconto.

Desta forma, a companhia induz o público a pagar o preço cheio em seus games lançados na nova plataforma no ano de 2025 — algo que deixou parte do público revoltado. Não tem como defender. 

Imagem do voucher Nintendo
O fim dos preços baixos no Switch e Switch 2 incomodou muita gente (Imagem: Reprodução/Nintendo)

14. PS5 com 825 GB pelo mesmo valor que modelo de 1 TB

A Sony, para reduzir custos, resolveu lançar uma versão de seu PlayStation 5 com 825 GB. Porém, ela tentou ser esperta e cobrou o mesmo valor pelo qual a versão com 1 TB é vendida. Baita bola fora, não?

É até compreensível a companhia não desejar ter tantos gastos para produzir o videogame, mas cobrar um valor similar ao que tinha o armazenamento maior é um grande golpe. E o pior é que tem quem vá comprar. 

Imagem do PlayStation 5
Pague mais e leve menos com o PlayStation 5 (Imagem: Divulgação/Sony)

13. Steam e cartões de crédito vs. jogos adultos

A presença de jogos adultos não é uma novidade para ninguém, eles sempre existiram e, você querendo ou não, sempre vão existir. Porém, um grupo de conservadores decidiu provocar um grande boicote a eles nas plataformas digitais.

A movimentação foi tão grande que operadoras de cartão de crédito como Visa e Mastercard tiraram seu suporte a lojas como o Steam, assim como o PayPal. Para manter elas, estas companhias estão limitando o acesso aos games, algo que pode soar como uma verdadeira censura em pleno ano de 2025. 

Imagem do Mastercard
Há uma grande iniciativa das operadoras de cartão e pagamentos contra jogos adultos (Imagem: Divulgação/Mastercard)

12. Jogos por R$ 500 / US$ 80

Já vivemos uma época em que os jogos chegavam ao Brasil por R$ 180 / R$ 200 (US$ 40 nos Estados Unidos). O que aconteceu em 2025 para vermos um acréscimo tão expressivo no valor cobrado por eles?

Mario Kart World, principal lançamento do Nintendo Switch 2, chegou ao Brasil por R$ 500 (US$ 80 nos EUA). Enquanto outras companhias mantém a cobrança de R$ 350, a indústria já se movimenta para afirmar que este preço é “baixo” e que poderiam cobrar mais. E sua carteira que lute. 

Imagem de Mario Kart World
Mario Kart World é divertido, mas vale os R$ 500? (Imagem: Divulgação/Nintendo)

11. Mega Evoluções presas à monetização em Pokémon Legends Z-A

Quem achou que Pokémon Legends Z-A seria uma experiência completa e fechada como Legends Arceus, cometeu um grande engano. Algumas Mega Evoluções (grande atrativo do jogo) estarão presas ao modo competitivo — que exige o pagamento da assinatura do Nintendo Switch Online.

Se isso já não bastasse, a Game Freak e a Nintendo anunciaram uma expansão paga para o jogo. No teaser, são apresentadas duas variações do Mega Raichu. Naturalmente, elas serão exclusivas para quem pagar. Isso significa um valor superior ao de R$ 700 para ter tudo que a experiência tem a oferecer. Vê se pode isso. 

Imagem de Pokémon Legends Z-A
Pra pegar todos, terá de pagar mais (Imagem: Reprodução/Nintendo)

10. Demo paga de Tony Hawk’s Pro Skater 3+4

Houve um tempo em que vários jogos disponibilizavam versões demo, feitas para o público testar as experiências antes de comprar. O que aconteceu com Tony Hawk’s Pro Skater 3+4, que só permitia acesso à demonstração após comprovar a pré-venda (paga), ninguém sabe.

A Activision perdeu “um pouco” a mão e trouxe essa situação um tanto inusitada para os consumidores. Afinal de contas, você só podia testar se pagasse. Sendo que era justamente o que muitos queriam fazer para se certificar se deviam ou não comprar o jogo. Uma total inversão de valores.

Imagem de Tony Hawk's Pro Skater 3+4
Até para testar o público tem de pagar, um completo absurdo (Imagem: Divulgação/Activision)

9. Tudo que cerca o lançamento de Borderlands 4

A Gearbox lançou Borderlands 4 em setembro e, desde então, tem causado grandes polêmicas dentro da indústria gaming. E não é por causa do desempenho abaixo do esperado e dos bugs encontrados pela experiência, mas sim pelo CEO do estúdio.

Randy Pitchford não tem aceitado bem as críticas relacionadas ao seu lançamento e já desferiu várias respostas ácidas ao público — de mandar os fãs produzirem um motor gráfico decente a até pedir reembolso se não estiverem gostando do jogo

Imagem de Borderlands 4
A Gearbox está se esforçando para os fãs se afastarem de Borderlands 4 (Imagem: Divulgação/Gearbox)

8. Aumento desproporcional da PS Plus

A PS Plus começou como uma opção para ter disponível acesso ao multiplayer online e ganhar alguns jogos mensalmente. Em algum momento, isso se transformou em um colosso que cobra quase R$ 700 por ano — um valor alto demais e, diga-se de passagem, bem desproporcional.

Claro que existe um catálogo disponível de jogos, testes exclusivos, experiências retrô e outras facilidades. No entanto, o salto nos preços chamou muito a atenção e gerou diversas dúvidas em relação ao serviço e a este modelo de negócios.

Imagem da PS Plus
A PS Plus teve um salto exorbitante de valor (Imagem: Divulgação/Sony)

7. Game key cards do Nintendo Switch 2

Se você é um adepto do colecionismo e ama mídias físicas, a Nintendo acabou com a sua festa com o Switch 2. Com os game key cards, você tem a opção apenas de baixar os jogos — com acesso digital às suas principais experiências.

Isso se deve aos cartuchos serem produzidos com até 64 GB, o que limita alguns títulos como Star Wars Outlaws e Final Fantasy VII Remake. A longo prazo, com um futuro encerramento de lojas digitais como a eShop (assim como ocorreu com o Wii U e 3DS), eles se tornarão inacessíveis. E como você fica nisso? Com uma casca vazia de um produto que deveria ser seu. 

Imagem do cartucho do Nintendo Switch 2
Os colecionadores de cartucho que lutem com o Nintendo Switch 2 (Imagem: Divulgação/Nintendo)

6. Confusão da PlayStation com valor de jogos

Não é de hoje que a Sony tenta passar a perna no público, mas 2025 foi um ano em que ela passou um pouco dos limites com seus games. Primeiro, ela anunciou um aumento de preço nos seus jogos — com o salto de lançamentos que eram vendidos a R$ 350 para R$ 400.

Até aí “tudo bem”. Eles afirmaram que isso ocorreria apenas depois do lançamento de Ghost of Yotei, mas meses antes de sua chegada o preço já era praticado. Os fãs reclamaram, eles voltaram atrás, mas ficou muito evidente que eles atropelaram os limites e queriam faturar a qualquer custo. 

Imagem de Ghost of Yotei
O aumento valeria apenas a partir de Ghost of Yotei, mas a Sony se apressou (Imagem: Divulgação/Sony)

5. Pré-venda de jogos bloqueada em marketplaces no Brasil

De forma mais localizada no Brasil, lojas foram proibidas de fazer a pré-venda de jogos em plataformas como Shopee e Mercado Livre. A justificativa da distribuidora Solutions 2 Go foi de que elas oferecem cupons de desconto demais, o que teria tornado a disputa desleal com os demais marketplaces.

Ou seja, caros consumidores, em 2025 se tornou ainda mais difícil obter games de forma antecipada com preços mais acessíveis. Uma tremenda bola fora com quem dependia disso para jogar os últimos lançamentos sem os gastos excessivos, mas preferem não vender do que facilitar a vida dos jogadores. Vai entender?

Imagem da Shopee
Agora a pré-venda foi banida em plataformas como Shopee e Mercado Livre (Imagem: Divulgação/Shopee)

4. Preços do Zeenix

Quando a TecToy anunciou o Zeenix, muitos viram a oportunidade ideal de voltar a jogar sem os altos custos dos produtos importados — que chegam com o preço baseado em dólar. Se botarmos em conta que dispositivos como o ASUS ROG Ally e Lenovo Legion GO chegam por R$ 7.000 ou mais, eles tinham uma grande oportunidade nas mãos de fazer algo diferente.

E o que acontece? Além de demorar uma eternidade para anunciar o seu lançamento e preços, revelam valores bem acima do que era esperado. A versão Zeenix Pro, por exemplo, é mais cara que um PlayStation 5 e Nintendo Switch 2. Para rodar os mesmos jogos. Foi um tiro no pé, mas uma decepção ainda maior para os jogadores.

Imagem do Zeenix
Quem achou que o Zeenix chegaria como uma opção viável, se desapontou muito (Imagem: Divulgação/TecToy)

3. Sumiço do Xbox Series X

Para cortar os custos de produção, a Microsoft decidiu subitamente e silenciosamente parar de produzir e distribuir o Xbox Series X em diversos paísesinclusive no Brasil. Ou seja, se você tem um Xbox One e quer aproveitar suas mídias físicas, não consegue encontrar a venda oficial deste console mais.

Seria bom se apenas a companhia que perdesse com essa atitude. Porém, não é. Isto alimenta o mercado paralelo, que traz o videogame importado com um preço muito acima do que está acostumado a pagar. Você não encontra a versão por menos de R$ 6.000, o mesmo valor que é encontrado um PS5 Pro em promoção. 

Imagem do Xbox Series X
O Xbox Series X não é mais vendido oficialmente no Brasil (Imagem: Divulgação/Microsoft)

2. Preços localizados do PlayStation

Ainda que a Sony sempre tenha praticado preços baseados no dólar na PlayStation Store, isso foi ressaltado com o lançamento de Hollow Knight Silksong. Vendido a R$ 60 no Steam e Nintendo eShop, aproximadamente R$ 75 na Microsoft, ele é vendido para PS4 e PS5 por R$ 115 — quase o dobro do valor.

A cobrança ressaltou a diferença abismal que existe nos jogos PlayStation em comparação às demais plataformas. Mesmo com diversas críticas, reclamações e pedidos, você acha que a Sony se pronunciou ou prometeu revisar seu modelo? Nada disso, ficou em silêncio e continua praticando preços exorbitantes.

Imagem de Hollow Knight: Silksong
Hollow Knight: Silksong evidenciou a diferença de preços da PS Store com as demais (Imagem: Reprodução/Team Cherry)

1. O fim da geração PS4 e Xbox One

A geração PS4 e Xbox One iam acabar eventualmente, já era de conhecimento geral. Porém, acontecer em pleno ano de 2025 é um grande golpe anticonsumidor dentro do universo dos games — principalmente por tantas experiências ainda serem lançadas nestas plataformas.

Títulos free-to-play, como Genshin Impact e PUBG Battlegrounds já anunciaram a sua migração para funcionar apenas nos consoles de nova geração. Muito se fala sobre a partida dos demais, como Fortnite, APEX Legends e outros. Logo, vai existir um vazio e você terá de comprar um novo console para aproveitar até o que tem gratuito. 

Imagem dos jogos de PS4
O futuro do PS4 e Xbox será sombrio e está próximo do fim (Imagem: Canaltech)

2025: ano caótico nos games

Se levar em consideração que o ano de 2025 mal acabou, se prepare para mais ações anticonsumidor dentro do mercado de games. Ao priorizar os lucros das próprias companhias, quem perde é o público dentro deste cenário.

Entre as maiores “rasteiras” que os jogadores sentiram apenas nestes últimos meses, temos:

  1. O fim da geração PS4 e Xbox One
  2. Preços localizados do PlayStation
  3. Sumiço do Xbox Series X
  4. Preços do Zeenix
  5. Pré-venda de jogos bloqueada em marketplaces no Brasil
  6. Confusão da PlayStation com valor de jogos
  7. Game key cards do Nintendo Switch 2
  8. Aumento desproporcional da PS Plus
  9. Tudo que cerca o lançamento de Borderlands 4
  10. Demo paga de Tony Hawk’s Pro Skater 3+4
  11. Mega Evoluções presas a monetização em Pokémon Legends Z-A
  12. Jogos por R$ 500 / US$ 80
  13. Steam e cartões de crédito vs. jogos adultos
  14. PS5 com 825 GB pelo mesmo valor que modelo de 1 TB
  15. Fim dos Pontos de Ouro e Descontos no Switch

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Por que a IA usa tanta energia? Há duas partes focais: treinamento e inferência

Por trás da praticidade de ferramentas como os chatbots, existe um custo energético enorme. Centros de dados que sustentam a inteligência artificial já representam mais de 1,5% do consumo global de energia, e especialistas projetam que esse número pode dobrar até 2030. Mas afinal, por que a IA consome tanta eletricidade? A resposta se resume a dois processos principais: treinamento e inferência.

Treinar um modelo de inteligência artificial é como ensinar um cérebro artificial a reconhecer padrões e prever respostas. Para isso, são utilizados conjuntos massivos de dados que precisam ser processados repetidamente até que o sistema consiga aprender.

Treinamento: o que antecede o lançamento da IA

Esse processo não é nada leve. Os modelos atuais são tão grandes que não cabem em apenas uma GPU ou em um único servidor. Por isso, é necessário utilizar vários servidores equipados com múltiplas placas gráficas, que funcionam em paralelo durante semanas ou até meses.


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Um exemplo ajuda a dimensionar: treinar o GPT-4 consumiu cerca de 50 gigawatt-horas de energia, o equivalente a abastecer uma cidade como São Francisco por três dias inteiros. Isso acontece porque cada servidor pode demandar até 6,5 quilowatts de potência contínua, e centenas deles são utilizados ao mesmo tempo. Quanto maior o modelo, maior a conta de energia.

O treinamento é a fase em que mais se consome eletricidade, principalmente porque existe uma crença de que “quanto maior o modelo, melhor o resultado”. Esse paradigma ainda guia a indústria, elevando a cada ano a escala dos modelos e, consequentemente, do consumo energético.

Inferência: a energia gasta em cada interação

Por que a IA usa tanta energia? Há duas partes focais: treinamento e inferência (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)

Se o treinamento é a fase de preparação, a inferência é o momento da prática, quando a IA gera respostas para perguntas dos usuários. Embora a inferência demande menos poder de processamento do que o treinamento, o grande volume de interações faz dela outro ponto crítico de consumo.

Para ter uma ideia, apenas o ChatGPT processa hoje mais de 2,5 bilhões de prompts por dia. Cada solicitação, aparentemente simples, exige que o modelo percorra redes complexas de cálculos antes de entregar uma resposta instantânea. Isso significa que milhares de servidores precisam estar sempre ativos, em funcionamento contínuo, para atender à enorme demanda global.

E não é apenas a OpenAI que consome essa energia: outras empresas, como Google, Microsoft e Meta, também operam modelos semelhantes em grande escala. O problema é que esses gigantes do setor não divulgam números detalhados, dificultando a real compreensão do impacto ambiental da IA.

Responsabilidade no uso da IA

Um dos maiores desafios atuais é a falta de transparência sobre o consumo energético das grandes plataformas. Sem informações claras, fica difícil para os usuários e para os formuladores de políticas públicas entenderem o real impacto ambiental da inteligência artificial. A responsabilidade não é só das empresas de tecnologia, e envolve também os usuários e dos governos. 

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VÍDEO | Por que tudo agora tem Inteligência Artificial gratuita? É de graça mesmo? E a paga?

 

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Quais são os recursos de IA do iOS 26? Veja o que mudou

O iOS 26, liberado recentemente para iPhone 11 e modelos mais recentes, conta com uma série de recursos de IA. Com eles, é possível criar conteúdos visuais, automatizar tarefas, traduzir conversas em tempo real e identificar informações importantes em e-mails, fotos ou textos.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • Quais são os novos recursos de IA do iOS 26?
  • Quando foi o lançamento do iOS 26?
  • Quais são as demais novidades do iOS 26?

Quais são os novos recursos de IA do iOS 26?

Veja quais são os novos recursos de IA do iOS 26:


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  1. Live Translation
  2. Visual Intelligence
  3. Genmoji e Image Playground com melhorias
  4. Ações inteligentes em Atalhos (Shortcuts)
  5. Detecção automática de ações no conteúdo existente
  6. Privacidade reforçada

1. Live Translation

O Live Translation permite traduzir conversas em tempo real em mensagens, chamadas telefônicas, FaceTime ou pessoalmente com AirPods. Você pode digitar em um idioma e o outro interlocutor recebe a tradução, ou falar ao telefone e ter sua voz traduzida automaticamente.

Nos AirPods (Pro ou compatíveis), é possível ativar a tradução com gestos, comandos de voz ou pelo botão de Ação. Em chamadas, também dá para ver a tradução em forma de texto quando estiver no alto-falante.

O recurso mantém a privacidade, pois o iPhone faz a tradução no próprio aparelho, sem enviar dados para a nuvem. Ele já está disponível em inglês, francês, alemão, italiano, português (Brasil), espanhol, chinês, japonês e coreano.

2. Visual Intelligence

O Visual Intelligence do iOS 26 faz o iPhone “entender” o que está na tela ou ao redor. Você pode selecionar textos ou objetos na tela para pesquisar, encontrar itens parecidos em apps (como eBay ou Etsy) ou até perguntar ao ChatGPT sobre eles.

Com a câmera, ele identifica plantas, animais, negócios, serviços, placas ou menus, e permite traduzir, resumir, ler em voz alta ou extrair informações. Por exemplo, um flyer ou convite pode gerar uma sugestão de evento no Calendário com data e local detectados automaticamente.

O recurso pode ser ativado de várias formas: pelo botão de ação, Control Center ou com o gesto de screenshot (botão lateral + volume para cima).

Atualização iOS 26
Atualização do iOS 26 começou a ser liberada em 15 de setembro de 2025. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)

3. Ações inteligentes em Atalhos (Shortcuts)

Com o iOS 26, os Shortcuts (Atalhos) ficaram mais inteligentes, com modelos de IA da Apple. Você pode automatizar tarefas, como resumir textos, gerar imagens no Image Playground ou comparar áudio transcrito com suas notas.

4. Genmoji e Image Playground com melhorias

O Genmoji permite criar emojis personalizados a partir de múltiplos emojis e descrições, que podem ajustar expressões, cabelos, cores e outros detalhes para representar melhor o que você quer transmitir.

Já o Image Playground gera imagens a partir de descrições ou fotos existentes e permite alterar estilo, cores e atributos visuais.

Ambos os recursos oferecem mais opções de personalização e criatividade no iOS 26 e podem processar conteúdo no dispositivo ou, quando necessário, em nuvem privada da Apple para tarefas mais complexas.

5. Detecção automática de ações

O iOS 26 identifica ações relevantes dentro de apps e conteúdos que você já possui. Ele reconhece pedidos de compra em e-mails, rastreamento de entregas no Wallet e sugere lembretes ou polls no Mensagens conforme o contexto.

Isso permite que você realize tarefas rapidamente sem precisar copiar ou procurar informações manualmente.

6. Privacidade reforçada

A Apple reforçou a privacidade dos recursos de IA e passou a processar a maior parte das tarefas no próprio dispositivo sempre que possível.

Para solicitações mais complexas que exigem servidores, o Private Cloud Compute realiza o processamento de forma segura, usando os dados apenas temporariamente e sem armazená-los ou compartilhá-los com a Apple.

iPhone com iOS 26
iOS 26 tem visual translúcido e melhora em recursos de IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

Quando foi o lançamento do iOS 26?

O iOS 26 foi lançado oficialmente em 15 de setembro de 2025, após ter sido anunciado na WWDC 2025, em junho.

Quais são as demais novidades do iOS 26?

O iOS 26 trouxe algumas novidades, como o design Liquid Glass, tradução em tempo real, IA offline, Apple Games e padronização do nome dos sistemas da marca.

Confira outros conteúdos do Canaltech:

VÍDEO: A Apple Finalmente acertou? Novo iPhone 17 Air e mais sobre os Lançamentos da Apple.

 

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Criptografia para iniciantes: o que é e por que é importante?

Criptografia: essa palavra, não tão comum, pode definir conceitos muito complicados, mas saiba que não é o caso. Caso esteja lendo este texto em um navegador, olhe para a esquerda da barra de endereço: vê o ícone de cadeado? Isso significa que sua conexão com o Canaltech é criptografada, ou seja, só você e o site sabem o que você visitou.

Neste artigo, vamos explorar o funcionamento dessa tecnologia e porque ela é essencial para o seu dia-a-dia.

Afinal, o que é criptografia?

Em termos simples, a criptografia é a ciência de codificar e decodificar informações, garantindo que só pessoas autorizadas as acessem. É como quando, na escola, você criava um alfabeto próprio que só você e seu melhor amigo conheciam, para que ninguém mais soubesse as fofocas escritas no papel.


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É um código secreto composto de três componentes básicos:

  • Texto simples (plaintext): a mensagem original;
  • Texto cifrado (ciphertext): a mensagem codificada, ilegível;
  • Chave (key): informação secreta usada para codificar, ou cifrar, o texto original, bem como para decifrá-lo.
Disco de Cifra de César usado para embaralhar mensagens na Guerra Civil Americana (Imagem: RadioFan/CC-BY-S.A-3.0)
Disco de Cifra de César usado para embaralhar mensagens na Guerra Civil Americana (Imagem: RadioFan/CC-BY-S.A-3.0)

Origens da criptografia

Embora a palavra “criptografia” só tenha surgido no século XIX, ela é usada há milhares de anos, desde métodos simples, como embaralhar as letras de uma palavra, aos mais complexos, como a clássica Cifra de César. Nela, substitui-se cada letra por outra um número fixo de vezes à frente: numa troca de três posições, por exemplo, A vira D e B vira E. Seu nome vem do fato de que o romano Júlio César usava a técnica para se comunicar com seus generais.

Outro exemplo importante da criptografia é a máquina Enigma, usada pelo exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945). Ela usava uma combinação de sistemas elétricos e mecânicos para embaralhar palavras escritas em uma máquina de escrever de maneira aleatória, mudando a cada letra pressionada — com isso, as combinações dificilmente se repetiam e o texto só poderia ser decifrado com posse da chave de criptografia.

Com muito esforço, no entanto, os exércitos Aliados usaram teorias matemáticas e chaves capturadas para descriptografar as mensagens alemãs, trabalho que rendeu fama ao cientista da computação Alan Turing. Segundo alguns historiadores, a quebra do Enigma pode ter acelerado o fim da guerra em até dois anos, mostrando a importância da criptografia.

A máquina Enigma, usada na Segunda Guerra Mundial — note as conexões para substituição das letras, chave esta que ainda era embaralhada pelo rotor à frente do teclado a cada toque (Imagem: Alessandro Nassiri/CC-BY-S.A-4.0)
A máquina Enigma, usada na Segunda Guerra Mundial — note as conexões para substituição das letras, chave esta que ainda era embaralhada pelo rotor à frente do teclado a cada toque (Imagem: Alessandro Nassiri/CC-BY-S.A-4.0)

Pilares da criptografia: tipos e princípios

Entrando numa seara mais técnica, vamos falar sobre o funcionamento da criptografia nos dias atuais: muitos teóricos e especialistas aplicam teorias e conceitos para o bom funcionamento da encriptação. Vamos explicar termos como Criptografia Simétrica, Criptografia assimétrica e Funções de Hash.

Para começar, na Criptografia Simétrica, a mesma chave é usada para criptografar e descriptografar o texto. É como a chave da sua casa: ela tranca e destranca a mesma porta, sendo uma técnica rápida e ideal para encriptar grandes volumes de dados. Um exemplo é o algoritmo AES.

Já na Criptografia Assimétrica, é usado um par de chaves: uma pública e uma privada. Pense na caixa de correio — todos podem enviar mensagens para o endereço, depositando cartas, como a chave pública da criptografia. Só você, no entanto, o dono da casa, possui acesso à chave privada para abrir a caixa e ler o conteúdo. Essa é a base do famoso HTTPS, o cadeado da barra de endereços, e das assinaturas digitais. Um bom exemplo é o algoritmo RSA.

Atualmente, a criptografia é usada internamente por empresas para garantir a segurança de suas mensagens e dados — tecnologia impulsionada por algoritmos programados de forma cada vez mais segura (Imagem: Reprodução/lmonk72/Pixabay)
Atualmente, a criptografia é usada internamente por empresas para garantir a segurança de suas mensagens e dados — tecnologia impulsionada por algoritmos programados de forma cada vez mais segura (Imagem: Reprodução/lmonk72/Pixabay)

Já as Funções de Hash são processos de mão única que criam uma espécie de impressão digital para cada dado. É como um liquidificador: é possível colocar os ingredientes e batê-los, mas não há como pegar o resultado e separar os ingredientes novamente, estando todos embaralhados. É o método usado para verificar a integridade de arquivos e armazenar senhas de forma segura, como as tecnologias SHA-256 e MD5.

Por que a criptografia é essencial hoje

A criptografia, como já deve estar ficando claro, é importantíssima no mundo de hoje, ajudando você, usuário, a ter um dia-a-dia mais seguro nas comunicações e atividades online quanto empresas, indo das conversas internas à segurança de dados confidenciais.

Aos internautas comuns, um aspecto garantido pela criptografia é a privacidade: suas conversas não podem ser acessadas e lidas por qualquer um graças a ela. Sua segurança na hora de fazer compras online e transações bancárias, como o PIX, também passa pela criptografia dos dados.

Quando você perde ou tem um aparelho roubado, também é ela que mantém seus arquivos seguros, neste caso, com a criptografia de disco. A navegação segura na internet, por fim, também passa por esse aspecto, já que o HTTPS garante que sua atividade nos sites não seja interceptada: pode parecer bobo, mas no mundo atual, informação é tudo.

Para as empresas, a criptografia está presente na proteção de dados dos clientes: leis como a LGPD exigem que informações pessoais e privadas sejam mantidas seguras, e evita-se o vazamento de tais dados com a tecnologia criptográfica. Só você e a companhia que presta serviço podem acessar isso. E-mails corporativos e comunicações internas também passam por encriptação, já que trata-se de informações sensíveis.

No mundo atual, mensagens de aplicativos como o WhatsApp são criptografadas, então só quem enviou e quem recebeu a mensagem sabem seu conteúdo (Imagem: Captura de tela/Felipe Demartini/Canaltech)
No mundo atual, mensagens de aplicativos como o WhatsApp são criptografadas, então só quem enviou e quem recebeu a mensagem sabem seu conteúdo (Imagem: Captura de tela/Felipe Demartini/Canaltech)

Outra vantagem da técnica é que ela dificulta a alteração dos seus dados uma vez que são armazenados nos servidores, ajudando as empresas a construírem uma relação de confiança com os clientes. Companhias que usam técnicas avançadas de criptografia podem até mesmo demonstrar sua segurança como um diferencial no mercado.

Glossário rápido da criptografia

Para que alguns termos criptográficos que você com certeza já viu e vai continuar vendo por aí façam mais sentido, separamos uma lista rápida para te deixar ciente da área:

  • SSL/TLS: sigla do protocolo que usa a criptografia para “criar o cadeado” do navegador, garantindo sua navegação segura;
  • Criptografia de Ponta a Ponta (E2EE): tipo de encriptação onde só o remetente e o destinatário podem ler a mensagem — no WhatsApp, por exemplo, nem mesmo funcionários da empresa sabem o que você escreve;
  • VPN (Rede Privada Virtual): a já conhecida tecnologia para navegação segura e anônima usa, é claro, criptografia para que você navega com segurança adicional;
  • Certificado Digital: é como o “RG” de um site, comprovando sua autenticidade e permitindo a comunicação segura através de, você adivinhou, criptografia.

Depois dessas explicações, ficou claro que a criptografia não é um bicho de sete cabeças, não é? Essa tecnologia, apesar de usar métodos complexos e difíceis de decifrar, parte de conceitos simples para melhorar a privacidade e a segurança de todos os usuários da internet.

Quando você notar que algum serviço usado no mundo virtual usa criptografia, vai lembrar dos conceitos aprendidos aqui — e valorizar quem se preocupa com a proteção dos seus dados.

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VÍDEO | Saiba como PROTEGER as suas informações no seu CELULAR!

 

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Uma Batalha Após a Outra: sobre o que é o novo filme com Leonardo DiCaprio

Chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (25) o filme Uma Batalha Após a Outra, longa-metragem de ação e dramédia estrelado por Leonardo DiCaprio.

Um dos títulos mais aguardados do segundo semestre do ano, o filme chega com grandes expectativas, não apenas pelo seu elenco de peso, mas também pela recepção da crítica, que desde sua estreia mundial em Los Angeles o avaliou com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 97 no Metacritic.

Tudo sobre Uma Batalha Após a Outra

Para saber o que esperar do longa-metragem, o Canaltech montou um guia com todas as informações já reveladas sobre o título. Abaixo, você confere detalhes sobre o roteiro, história eelenco de Uma Batalha Após a Outra, e já entra no aquecimento de sua estreia. Confira!


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Uma Batalha Após a Outra é baseado em um livro?

Embora não seja totalmente baseado em um livro, o filme teve como principal inspiração o romance Vineland, uma ficção pós-moderna escrita pelo autor Thomas Pynchon, que se passa na Califórnia, Estados Unidos.

Ambientada em 1984, ano da reeleição de Ronald Reagan, o livro é contado essencialmente em flashbacks, em que os personagem que viveram sua juventude durante os anos 1960 contam suas experiências sobre o espírito de rebelião da época.

Paul Thomas Anderson, que além de escrever também produziu e dirigiu o longa, colocou a essência da história como pano de fundo de Uma Batalha Após a Outra, criando uma trama independente, mas que conta com elementos do romance – especialmente a relação pai-filha.

Qual é a história do filme?

Uma Batalha Após a Outra conta a história de Bob Ferguson, um homem que durante sua juventude foi um feroz integrante de um grupo revolucionário. Embora viva agora uma vida apática, na qual se sente cada vez mais afundado em frustrações e tristezas, sua âncora ao mundo real é Willa, sua filha de 16 anos, fruto de um relacionamento que teve com outra jovem revolucionária.

Quando Bob acha que sua vida não pode ficar mais difícil, o pior inimigo de sua época de guerrilha, Coronel Steven J. Lockjaw, retorna 16 anos depois e sequestra Willa, deixando o personagem completamente sem rumo.

Decidido a resgatar a jovem custe o que custar, o protagonista se reúne então com seu antigos colegas de equipe em uma missão bastante implacável, em que precisará correr contra o tempo para salvar a pessoa que mais ama no mundo.

Leonardo DiCaprio vive ex-guerrilheiro que tenta resgatar a filha (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures)

Quem faz parte do elenco de Uma Batalha Após a Outra?

Além de Leonardo DiCaprio (O Regresso) no papel do ex-guerrilheiro, Uma Batalha Após a Outra conta com Sean Penn (Sobre Meninos e Lobos) como o arqui-inimigo do protagonista; Benício Del Toro (Os Suspeitos) como Sergio St. Carlos, cúmplice de Bob na missão de resgate; Teyana Taylor (Até a Última Gota) como Perfidia Beverly Hills, mãe de Willa; e Chase Infiniti, em sua estreia no cinema, como a jovem sequestrada.

Fazem ainda parte do elenco do longa-metragem os atores Regina Hall, Alana Haim, Wood Harris e Tony Goldwyn.

Quando o longa-metragem estreia nos cinemas?

Uma Batalha Após a Outra estreia em 25 de setembro de 2025 nos cinemas brasileiros.

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3 plataformas para encontrar trabalho remoto que paga em dólar

Mesmo com a volta de muitas empresas ao modelo híbrido, o trabalho remoto continua sendo atrativo para milhares de profissionais. Uma pesquisa da Sala Digital aponta que, em apenas um ano, as buscas pelo termo “home office” cresceram 12%. Para quem não abre mão dessa modalidade, uma alternativa interessante é buscar vagas no exterior que permitem receber em dólar sem sair de casa.

Segundo Samyra Ramos, country manager da Higlobe — fintech que facilita o recebimento de salários em moedas estrangeiras —, o segredo é se preparar antes de aplicar. “É importante pesquisar sobre a empresa, entender o processo seletivo, ter um currículo bem elaborado para a posição desejada e manter o LinkedIn atualizado em outro idioma”, explica.

Pensando nisso, a executiva indica três plataformas confiáveis que conectam profissionais a empresas internacionais. Lembrando sempre que, ao usar essas plataformas, vale investir em um perfil profissional completo, manter portfólio atualizado e adaptar a comunicação para o público internacional


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Confira:

Upwork

Voltada para freelancers, a Upwork conecta profissionais e empresas de todo o mundo. É possível montar um perfil com portfólio, experiências e habilidades, além de definir a taxa desejada para cada trabalho. A interface simples ajuda na busca por vagas filtradas de acordo com o nível de experiência e área de atuação.

Fiverr

O Fiverr funciona como um marketplace de serviços digitais, ideal para quem está começando a carreira internacional. Entre os trabalhos mais procurados estão desenvolvimento de sites, edição de vídeo, SEO, design e programação. A plataforma tem boa reputação no mercado e garante pagamentos de forma prática e segura.

Flexjobs

A Flexjobs oferece vagas remotas verificadas, tanto em regime de tempo integral quanto em formato freelance. É indicada para quem busca mais estabilidade e segurança, com oportunidades em áreas como contabilidade, atendimento ao cliente, marketing, design, finanças e recursos humanos.

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Como economizar energia com ar-condicionado no inverno em 6 dicas

O ar-condicionado no modo aquecimento pode ser uma solução eficiente para os dias frios, mas o aparelho consome energia considerável quando mal configurado. Por isso, diversas práticas ajudam a reduzir o gasto na conta de luz sem perder o conforto térmico durante o inverno.

A ideia é ajustar temperatura, modos de operação e cuidados com o ambiente. Desde a configuração correta até a manutenção regular, conheça as estratégias que tornam o uso do ar-condicionado mais econômico no frio.

Estas são as 6 principais dicas para economizar energia com ar-condicionado no inverno:


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  1. Configure a temperatura ideal;
  2. Use o modo econômico;
  3. Mantenha portas e janelas fechadas;
  4. Invista em vedação térmica;
  5. Realize manutenção preventiva;
  6. Escolha horários estratégicos.

1. Configure a temperatura ideal

A primeira dica para economizar energia é ajustar a temperatura entre 22°C e 23°C. Segundo o Inmetro, essa faixa equilibra conforto térmico e eficiência energética.

Temperaturas acima de 25°C ressecam o ar e podem causar desconforto respiratório. Já configurações muito baixas fazem o aparelho trabalhar desnecessariamente.

Para residências, 22°C são suficientes para um ambiente confortável. Enqunato em escritórios, 23°C atende às normas da Anvisa para conforto coletivo.

CaptionControle a temperatura do seu AC para evitar disperdício de energia (Imagem: Freepik)

Vale mencionar que cada grau a menos no termostato do aparelho aumenta o consumo de energia em 3,5%, de acordo com a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado e Ventilação (Abrava).

Vale lembrar que cada grau a mais pode aumentar o consumo em até 7%, conforme especialistas do setor.

2. Use o modo econômico 

O modo econômico presente em muitos aparelhos estabiliza a temperatura de forma automática. Na prática, essa função evita oscilações térmicas que aumentam o gasto energético.

Outra função interessante é o modo sleep também reduz a temperatura de forma gradual durante a noite. Assim, o aparelho consome menos energia enquanto mantém o conforto. ideal para dormir

3. Mantenha portas e janelas fechadas

Ambientes com portas e janelas abertas perdem calor constantemente, o que força o ar-condicionado a trabalhar mais. Por isso, é essencial manter o espaço bem vedado durante o uso.

ar-condicionado
Manter o ar-condicionado em um ambiente com portas e janelas fechadas otimiza o aquecimento (Imagem: Divulgação/LG)

Por outro lado, correntes de ar frio vindas do exterior também aumentam a carga de trabalho do aparelho, o que eleva significativamente o consumo de energia.

A prática simples de fechar acessos externos pode gerar economia considerável na conta de luz mensal.

4. Invista em vedação térmica

Cortinas térmicas bloqueiam a entrada de ar frio e potencializam a eficiência do aquecimento. Veda-portas e veda-janelas também contribuem para manter a temperatura interna estável.

Isolamento adequado evita perdas de calor pelo ambiente. Assim, investir em vedação térmica resulta em economia a longo prazo.

5. Realize manutenção preventiva

Filtros limpos garantem circulação adequada do ar e reduzem o consumo energético. As fabricantes recomendam a limpeza a cada 30 dias durante o uso intenso.

AR-CONDICIONADO manutenção
Limpar o filtro do ar-condicionado é fundamental para garantir a máxima eficiência e evitar doenças (Imagem: Reprodução/Freepik)

Filtros sujos acumulam poeira e alérgenos, o que compromete a eficiência do aparelho, pois o sistema precisa trabalhar mais para atingir a temperatura desejada.

Ou seja, a manutenção antes do inverno evita falhas no aquecimento e garante menor gasto com o ar-condicionado.

6. Escolha horários estratégicos

Evite ligar o aparelho em horários de pico tarifário, quando a energia custa mais caro. Nesse sentido, programe o período de uso e usar o timer para desligar automaticamente são soluções inteligentes para lidar com tarifas e uso excessivo.

Planejamento nos horários de uso pode resultar em redução significativa da conta mensal.

Leia mais

VÍDEO: Ar-condicionado gasta muita energia?

 

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Vale a pena comprar um Xbox Series em 2025 ou é cilada?

Lançados em 2020, o Xbox Series S e X representam a solução da Microsoft para uma nova geração de tecnologias e jogos. Poder e desempenho nunca foram um desafio para o Xbox, mas eles continuavam a perder em vendas para o PlayStation e esta seria a sua “cartada mestra” para vencer a corrida.

Seu anúncio com Halo Infinite, Senua’s Saga: Hellblade II e vários outros títulos fizeram quem era fã (e também quem não era) vibrar. Somado ao Xbox Game Pass, que ganhava uma força descomunal, e ao projeto xCloud, o futuro dos videogames tinha um “X” marcado nele.

No entanto, se passaram 5 anos e há uma grande questão no mercado: vale a pena comprar um Xbox Series em 2025? Ou isso é uma grande cilada para o seu bolso? Para responder essa questão, o Canaltech preparou um verdadeiro dossiê para te ajudar a tomar a melhor decisão.


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Faça o X, imediatamente

Para começo de conversa, temos de alinhar nossas expectativas em relação ao Xbox Series. Existem dois modelos no mercado, sendo eles o Series S (voltado ao custo-benefício, sem leitor de disco e especificações mais simples) e o Series X (com componentes mais robustos, mais desempenho e leitor de disco). 

Imagem do Xbox Series S
O Xbox Series S e o Series X têm propostas diferentes (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Em questão de poder o Xbox Series X perde apenas para o PS5 Pro. Seu hardware é a definição de alta performance entre os consoles de mesa, o que o posiciona muito bem na frente da concorrência. E o leitor de discos, somado à retrocompatibilidade, o torna muito atrativo para todos. 

o Xbox Series S é a opção custo-benefício. Mesmo com especificações que não atingem o potencial do Series X e do PS5, ele roda os mesmos games e também funciona muito bem para quem deseja apenas jogar os títulos disponíveis no catálogo do Xbox Game Pass.

São dois produtos distintos para diferentes perfis de jogadores, o que auxiliou bastante na compreensão de sua proposta no mercado. Ou seja, se você tinha pouco dinheiro, podia comprar o modelo mais econômico. Com um investimento maior, poderia focar em desempenho com o outro. 

Ter o Xbox Series em 2025 traz uma série de vantagens para os jogadores, que podem contar com diversos benefícios oferecidos pela Microsoft — seja através de suas tecnologias ou de todo um sistema que existe ao seu redor.

Conheça as principais facilidades do console de mesa abaixo:

Biblioteca de jogos épica

O Xbox Series é lar de grandes franquias e elevou bastante os padrões em comparação ao seu antecessor. Em 5 anos vimos Halo Infinite, Forza Motorsport, Senua’s Saga: Hellblade II, Hi-Fi Rush e Starfield são apenas alguns nomes que continuam divertindo o público até os dias atuais.

Imagem de Halo Infinite
Quem adquire o console possui uma biblioteca riquíssima de títulos (Imagem: Divulgação/343 Industries)

O mesmo vale para experiências que não são exclusivas para a plataforma, como é o caso de Diablo IV, DOOM: The Dark Ages e Call of Duty: Black Ops 7 (todos, curiosamente, pertencem à Microsoft) e de Street Fighter 6, Elden Ring, Cyberpunk 2077, Alan Wake 2 e vários outros dos estúdios third-party.

Ecossistema do Xbox

Quem escolhe o “lado verde”, possui acesso direto a um verdadeiro ecossistema de serviços e facilidades. Com um Xbox Series, o público pode desfrutar do Xbox Game Pass, Xbox Cloud Gaming, um sistema muito amplo de retrocompatibilidade e outros que facilitam demais a vida dos jogadores.

Imagem do Xbox Game Pass
Diversos serviços da Microsoft aprimoram a experiência no Xbox (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Você pode comprar um jogo no seu console e jogá-lo via nuvem, pelo smartphone, PC ou até Smart TVs. Ou, se achar mais adequado, assinar alguma categoria do Game Pass e ter uma biblioteca com centenas de experiências divertidas e que cobrem todos os gostos. 

Isso sem contar ferramentas como o Play Anywhere — que permite comprar um jogo e rodá-lo tanto no Xbox Series quanto no PC. Isso significa que além de poder jogar como quiser, a limitação de plataforma também passa a ser reduzida com esta facilidade.

E ainda vem mais por aí. Com a chegada do ROG Xbox Ally, console portátil da ASUS em parceria com a Microsoft, esta linha entre o videogame e os computadores ficará ainda menor: afinal de contas, a interface do app Xbox permitirá acessar seus jogos do Steam, Epic Games e de outras lojas.

Poder de fogo do Xbox

Em questão de performance, o Xbox Series X é o melhor videogame “não-Pro” disponível no mercado. Em questão de TFLOPs e largura de banda, ele apresenta resultados melhores do que a concorrência.

O Series S mal consegue acompanhar seu irmão mais poderoso, mas isso não é um impedimento. Ele tem o suficiente para rodar os mesmos jogos, com qualidade superior à vista no PS4, Xbox One e Nintendo Switch

Imagem do Xbox Series X
Gostando ou não, o Xbox Series X tem o melhor desempenho de um console “não-Pro” (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Dito isso, eles são superiores aos consoles da Sony? Entram várias outras questões, como o poder do software, as otimizações disponibilizadas pelos desenvolvedores e outras melhorias que podem intervir nesta resposta.

Apesar de ter um desempenho considerado maior, é possível estabelecer que o Xbox Series X é equivalente ao PS5 em todos os sentidos. Ou seja, no “poder de fogo”, você não perderá com um console da Microsoft ao seu lado.

Dificuldades com o Xbox Series

Apesar de trazer diversos benefícios, nem tudo são flores para o videogame verde. Há problemas que merecem ser mencionados e que podem se tornar decisivos dentro do debate. Confira eles a seguir:

Preço salgado

Um fato é que a Microsoft foi removendo, aos poucos, o Xbox Series das prateleiras no mundo todo. Ou seja, com menos unidades circulando, a demanda tornou-se maior do que a disponibilidade e seus preços dispararam.

O Series S, que já foi encontrado entre os preços de R$ 1.700 e R$ 2.000 há algum tempo, hoje é vendido por R$ 2.800 e R$ 3.000. O Xbox Series X é ainda mais caro, sendo comercializado entre R$ 5.500 e R$ 6.000.

Para ter uma ideia comparativa, o Xbox Series S está na mesma faixa de preço do PS5 (que tem um desempenho superior, mesmo no formato digital sem leitor de disco). Já pelo valor do Series X é possível comprar um PS5 Pro em promoções.

Imagem do PS5 Pro
Com o preço do Xbox Series X, é possível comprar um PS5 Pro (Imagem: Divulgação/Sony)

Neste aspecto, é muito difícil recomendar a compra destes consoles pelo preço que ele é oferecido no Brasil. O valor pago é equivalente a versões de maior desempenho, o que distancia o público da plataforma.

Ausência de exclusividade

Com (quase) todos os jogos da Microsoft migrando para a PlayStation e Nintendo, não há qualquer franquia que justifique a aquisição de um Xbox Series. Você pode jogar Gears of War, Forza Horizon e diversos sucessos em outros consoles ou até mesmo nos PCs.

Ainda existem poucas experiências disponíveis exclusivamente na plataforma, como é o caso de Starfield, Forza Motorsport e Halo Infinite. Porém, é uma questão de tempo até elas abrirem suas asas e seguirem para os demais: visto que já temos elementos de Halo em Helldivers 2, por exemplo

A queda dos muros da exclusividade é uma grande novidade e é vista com bons olhos, mas sua motivação para buscar um Xbox Series tem de ser muito maior do que apenas pelos títulos da Microsoft. Pouco ali não está disponível em outras plataformas e justifica um investimento em um dos modelos do console.

Fim completo das mídias físicas

Se já é difícil achar versões físicas para seus jogos favoritos, o Xbox Series vai te aborrecer ainda mais. Por diversas razões, as fabricantes interromperam por completo a produção de mídias no Brasil para a plataforma.

Imagem de Starfield
Jogos em mídia física? Boa sorte para encontrar em um preço aceitável (Imagem: Divulgação/Bethesda)

Ou seja, o que você encontrar (se encontrar) um jogo, será importado e terá um preço muito mais elevado do que o visto nos demais consoles. Este é um problema que impacta diretamente no Xbox Series X, que possui um leitor de disco. 

Vale a pena comprar um Xbox Series em 2025?

Ainda que a decisão seja muito pessoal, o preço do Xbox Series S e do Xbox Series X é muito elevado para o que eles oferecem. Com o valor do videogame de menor desempenho, você compra um PS5 (que tem uma performance melhor). Com o de maior, é possível adquirir um PS5 Pro.

Podemos argumentar que o PS5 não possui o Xbox Game Pass e suas facilidades, o que é uma verdade. Porém, se você fizer a assinatura pelo seu PC ou dispositivos móveis, pode jogar todos os títulos disponíveis no seu catálogo na nuvem em diversos eletrônicosinclusive Smart TVs.

A política de que “tudo é um Xbox” é muito boa no papel, mas compromete uma grande parcela das vendas por diversas razões. A partir do momento que você pode jogar em qualquer aparelho, sem a necessidade do console, quais são as razões que te convenceriam a pagar o valor de um Xbox Series?

Mesmo que o videogame apresente um hardware aprimorado em relação à concorrência, como é no caso do modelo Series X, a comparação cai por terra pelo alto valor cobrado. Ele é superior e mais caro, porém é vendido com um preço equivalente ao PS5 Pro, que é muito mais poderoso. A conta não fecha.

Imagem de Xbox Series
Comprar um Xbox Series em 2025 pode ser uma cilada (Imagem: Rafael Damini/Canaltech)

Até mesmo se você já possui uma biblioteca, seja ela oriunda do Xbox 360 ou Xbox One, a própria Microsoft permite que você tenha acesso a alguns games adquiridos através da nuvem. Esta lista ainda é pequena, mas aumenta a cada atualização e pode ajudar as pessoas a se divertirem sem ter de gastar uma tonelada de dinheiro.

Pode-se debater muito sobre os prós e contras do Xbox Series, porém com o valor que estão cobrando hoje não é possível recomendar a aquisição do console. E a Microsoft parece seguir uma tendência, já que a previsão é que seu sucessor seja vendido pelo dobro de preço do PlayStation 6. Ou seja, haja parcelas no cartão para isso. 

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Comparativo | Edge 60, 60 Pro e 60 Fusion: qual é melhor para comprar em 2025?

A Motorola lançou três modelos da linha Edge 60 com propostas diferenciadas: o Fusion como opção mais acessível, o modelo base equilibrado e o Pro focado em performance máxima. 

Todos compartilham design e qualidade de construção, mas diferem em chipset, câmeras e preço. Neste comparativo, analisamos os três aparelhos para te ajudar a entender qual faz mais sentido para você.

Design, construção e tela

Os três modelos seguem a mesma identidade visual da Motorola, com módulo de câmeras levemente saltado que abriga os sensores. Estão disponíveis em várias opções de cores com assinatura Pantone, que mantém o padrão estético da marca.


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Linha Motorola Edge 60 compartilha a mesma identidade visual entre os três aparelhos (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A construção é idêntica nos três aparelhos: laterais de plástico e traseira com material sintético que simula couro. Todos contam com a mesma resistência robusta, com certificações IP68, IP69 e padrão militar MIL-STD-810H. A proteção é Gorilla Glass 7i em todos os casos.

As telas também são praticamente iguais. Os três utilizam um painel P-OLED com 4.500 nits de brilho, suporte HDR10+, resolução de 1220 x 2712 pixels e taxa de 120 Hz. 

A única diferença está no tamanho: o Edge 60 e o Edge 60 Fusion têm 6,67 polegadas, enquanto o Pro oferece 6,7 polegadas – diferença imperceptível no uso diário.

Configurações e desempenho

Aqui começam as diferenças mais significativas entre os três modelos. O Edge 60 e o Edge 60 Fusion contam com o MediaTek Dimensity 7300, chipset intermediário que oferece bom desempenho para tarefas cotidianas.

O Pro se destaca com MediaTek Dimensity 8350 Extreme, processador mais potente que coloca o aparelho em território de topo de linha.

As configurações de memória também variam conforme o modelo:

Na prática, essas diferenças se traduzem em experiências distintas. O Pro consegue rodar jogos pesados como Genshin Impact ou Call of Duty Mobile nas configurações mais altas sem comprometer a fluidez.

Também se sai melhor em multitarefas intensas, e pode manter vários aplicativos abertos sem recarregar.

Os modelos base e Fusion são mais que suficientes para jogos casuais, navegação em redes sociais, streaming de vídeos e aplicativos de produtividade sem apresentar lentidões. A diferença fica mais evidente apenas em cenários de uso mais exigente.

Usabilidade e sistema

Os três contam com a interface limpa da Motorola, próxima do Android puro. Chegam com Android 15 de fábrica e promessa de três atualizações do sistema operacional.

Interface da Motorola é limpa e bem parecida com o Android “puro” (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Todos incluem a suíte Moto AI, que oferece recursos de inteligência artificial para tarefas de produtividade e entretenimento. Nós já analisamos o pacote de IA da Motorola e te contamos neste texto como ela funciona. 

Bateria e autonomia

O Edge 60 Pro se sobressai com bateria generosa de 6.000 mAh, enquanto Edge 60 e Fusion oferecem 5.200 mAh.

Na prática, os três conseguem aguentar tranquilamente um dia completo de uso moderado, incluindo redes sociais, WhatsApp, algumas fotos e streaming de vídeos. Mas quando o uso se torna mais intenso, as diferenças aparecem.

O Pro consegue passar facilmente de um dia para outro mesmo com uso pesado, com jogos, GPS ligado por horas, chamadas de vídeo e multitarefas constantes. É o modelo ideal para quem passa o dia inteiro fora de casa e não quer se preocupar com carregamento.

Edge 60 e Fusion também entregam boa autonomia, mas podem exigir uma recarga no meio do dia se o uso for muito intenso. Para a maioria dos usuários, que fazem uso moderado, a capacidade de 5.200 mAh é mais que suficiente para chegar ao fim do dia sem problemas.

Câmeras

O sistema fotográfico é onde as diferenças se tornam mais evidentes entre os modelos. O Fusion adota configuração mais enxuta com dupla traseira: sensor principal de 50 MP e ultrawide de 13 MP, além de câmera frontal de 32 MP.

Para gravação de vídeos, ele consegue filmar em 4K a 30 fps ou Full HD a 60 fps com as câmeras traseiras, mas fica limitado a 30 fps na frontal tanto em 4K quanto Full HD.

Edge 60 e Edge 60 Pro compartilham sistema mais completo e versátil com trio traseiro: sensor principal de 50 MP, ultrawide também de 50 MP e telefoto de 10 MP. 

Sistema de câmeras é mais completo no Motorola Edge 60 e 60 Pro (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Essa configuração permite maior flexibilidade fotográfica, especialmente o sensor ultrawide de alta resolução que captura mais detalhes em fotos de paisagens ou grupos.

A câmera telefoto, ausente no Fusion, permite zoom óptico sem perda de qualidade e melhores fotos em modo retrato com desfoque mais natural.

As especificações de vídeo são similares ao Fusion, com 4K a 30 fps ou Full HD a 60 fps na traseira e 30 fps na frontal, seja 4K ou Full HD.

Edge 60, 60 Pro ou 60 Fusion: qual vale a pena comprar?

O Edge 60 Pro é ideal para quem busca performance máxima, com chipset poderoso que aguenta tarefas pesadas como jogos exigentes e multitarefas intensas. A bateria maior é um bônus para uso prolongado.

O Edge 60 oferece equilíbrio interessante com chipset intermediário competente, câmeras e recursos avançados similares ao Pro, mas por preço mais acessível. É a escolha para quem quer boa experiência sem pagar o premium.

O Edge 60 Fusion atende quem precisa de bom desempenho para redes sociais e câmeras que dão conta do recado, mas prefere gastar menos. É a porta de entrada da linha com qualidade de construção premium. 

Confira o preço de cada modelo:

  • Motorola Edge 60 Fusion: aproximadamente R$ 1.900;
  • Motorola Edge 60: aproximadamente R$ 2.700;
  • Motorola Edge 60 Pro: de R$ 3.000 a R$ 3.300.

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A Empregada: tudo sobre o suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried

Quem gosta de um suspense repleto de intrigas e reviravoltas não pode perder de vista o filme A Empregada. Adaptação do best-seller da escritora Freida McFadden, o longa-metragem promete deixar todo mundo com os nervos à flor da pele.

Sob comando do diretor Paul Feig (Outro Pequeno Favor), A Empregada reúne as atrizes Sydney Sweeney (Euphoria) e Amanda Seyfried (Mamma Mia!) em uma das adaptações mais aguardadas deste ano.

Assim, para você não perder nenhum detalhe da produção, o Canaltech te conta aqui tudo que você precisa saber sobre o filme de A Empregada.


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Trailer de A Empregada

Para começar, nada melhor do que dar uma espiadinha no trailer oficial de A Empregada para já entrar no clima do suspense. A prévia apresenta os principais personagens da trama, além de prometer revelações chocantes. Confira a seguir:

 

Filme é inspirado em livro best-seller de suspense

Entrando na onda das adaptações literárias, A Empregada é baseado no livro A Empregada: Bem-vinda à Família, um best-seller da escritora Freida McFadden.

Com o sucesso do primeiro livro, a autora acabou publicando também outras obras que dão continuidade à saga, que incluem os livros O Segredo da Empregada e A Empregada Está de Olho, e o conto O Casamento da Empregada.

Qual é a história de A Empregada?

Seguindo a história da obra na qual se inspira, o filme de A Empregada vai nos apresentar à Millie (Sweeney), uma jovem que está passando por um período difícil na vida e que aceita um emprego como empregada de um casal de ricaços, Nina (Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar).

Em meio às tarefas domésticas, Millie logo descobre que há algo muito errado acontecendo na casa envolvendo o comportamento do casal e que os dois estão mantendo segredos perigosos debaixo dos panos.

Sydney Sweeney protagoniza suspense A Empregada (Imagem: Divulgação/Lionsgate).

Quem está no elenco de A Empregada?

A Empregada tem um elenco comandado por Sydney Sweeney, conhecida pela série Euphoria e pela comédia romântica Todos Menos Você (2023), e pela atriz Amanda Seyfried, lembrada por seus icônicos papéis em Mamma Mia! (2008) e Meninas Malvadas (2004). No filme, elas interpretam Millie e Nina, respectivamente.

A adaptação também conta com Brandon Sklenar, de É Assim que Acaba (2024) e Drop: Ameaça Anônima (2025), como Andrew, o marido de Nina.

Outros nomes do elenco incluem Michele Morrone (365 Dias), Elizabeth Perkins (Quero Ser Grande), Megan Ferguson (Gossip Girl) e Ellen Tamaki (Manifesto).

Equipe por trás do filme

Desenvolvido pela Lionsgate, A Empregada tem direção de Paul Feig, cineasta por trás de Um Pequeno Favor (2018), Missão Madrinha de Casamento (2011) e Caça-Fantasmas (2016).

Já o roteiro é assinado por Rebecca Sonnenshine, roteirista que já passou pelas séries The Boys e The Vampire Diaries. A escritora Freida McFadden está envolvida com o projeto como produtora executiva.

Inspirado em livro, A Empregada é um suspense cheio de reviravoltas (Imagem: Divulgação/Lionsgate).

Quando A Empregada estreia nos cinemas?

A Empregada tem data de estreia marcada para chegar aos cinemas americanos no dia 19 de dezembro deste ano. Já a data do lançamento do longa nos cinemas brasileiros, que será distribuído pela Paris Filmes, ainda não foi confirmada.

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