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A Apple mudou a forma de nomear o sistema operacional do iPhone, que “pulou” do iOS 18 para o iOS 26. Essa mudança vai valer para todos as plataformas da companhia, incluindo o macOS, iPadOS e o watchOS, e visa padronizar a nomenclatura para facilitar o reconhecimento pelos usuários e desenvolvedores.
O iOS 26 recebeu esse nome porque a Apple mudou a forma de nomear seus sistemas operacionais e passou a adotar o número do ano em que o sistema será usado. Por isso, em vez de seguir a antiga numeração cronológica, o número indica que o software será a edição principal para 2026.
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Essa mudança aconteceu para padronizar a nomenclatura entre todos os seus sistemas (iPadOS, macOS, watchOS etc.) e facilitar a identificação para usuários e desenvolvedores, além de reforçar a integração entre as plataformas.
Dessa forma, o iOS 26 substitui o que seria o iOS 19, assim como o macOS 15 será macOS 26, e assim por diante.
Apple padronizou o nome de todos os seus sistemas operacionais, que devem finalizar com o ano seguinte ao lançamento. (Imagem: Divulgação/Apple)
Qual será o nome da próxima versão?
A Apple ainda não revelou o nome da próxima versão do iOS, mas seguindo a nova lógica da nomenclatura, o próximo sistema do iPhone será o iOS 27.
Isso se aplica ao Mac, iPad e demais aparelhos?
Sim, com o objetivo de unificar a nomenclatura, essa mudança no nome vale para todos os sistemas operacionais da Apple, não só para o iOS. O iPadOS, macOS, watchOS, tvOS e visionOS também usam o número do anoseguinte ao lançamento para nomear suas versões.
A placa-mãe é a espinha dorsal de qualquer computador, conectando todos os componentes para que trabalhem em harmonia. Enquanto modelos de entrada são acessíveis, placas com chipsets mais avançados podem ter um custo bem elevado por terem mais portas de conexão e VRMs robustos para overclocking. É nesse cenário que o mercado de usados se torna uma opção atraente.
É bom começar ressaltando que comprar uma placa-mãe usada exige um nível extra de atenção. Um pino torto no socket, uma BIOS desatualizada ou um conector defeituoso podem transformar a economia em uma enorme dor de cabeça. Para garantir que você faça um bom negócio, hoje o Canaltech lista 5 cuidados essenciais para ter antes de comprar uma placa-mãe usada.
1. Compatibilidade é a base de tudo
Este é, sem exceção, o passo mais crítico. Uma placa-mãe tem múltiplas camadas de compatibilidade que precisam ser verificadas antes mesmo de olhar o preço. O primeiro ponto é o socket, o encaixe físico da CPU, que precisa ser exatamente o mesmo do seu processador (ex: AM4 para AMD; LGA-1700 para Intel), sem margem para erro.
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Em seguida, verifique o chipset e a lista de CPUs suportadas no site da fabricante, pois um chipset de entrada limitará o desempenho de um processador topo de linha, por exemplo.
Se o socket não for compatível, o processador simplesmente não encaixa (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)
Um ponto que pega muitos de surpresa é a versão da BIOS, já que uma placa pode precisar de atualização para reconhecer uma CPU mais recente. Por isso, dê preferência a modelos com “BIOS Flashback”, que permitem a atualização sem processador instalado, principalmente se você não souber como fazer. Por fim, confirme o padrão de memória RAM suportado (DDR4 ou DDR5) e a velocidade máxima que ela pode atingir.
Considerando as placas-mãe de últimas gerações, existe ainda o padrão PCIe para SSDs M.2. Caso você tenha um drive PCIe 4.0, mas compre uma placa AMD B450, por exemplo, não usará todo o potencial de velocidade desse SSD.
2. Inspeção física: socket é o ponto crítico
O ponto mais frágil de uma placa-mãe, seja da AMD (com as mais modernas) ou Intel, é sempre o socket, mas pode ir além. A inspeção visual é inegociável, por isso se atente ao seguinte:
Pinos do socket: peça ao vendedor fotos de qualidade do socket sem o processador. Procure por qualquer pino que esteja torto, amassado ou quebrado. Um único pino danificado pode inutilizar a placa inteira. Se essa primeira inspeção for negativa, as demais nem serão necessárias. Mas caso o produto passe nesse teste, verifique o restante.
Capacitores, dissipador do VRM e PCB: inspecione toda a placa em busca de capacitores estufados, vazando ou faltando. No PCB, procure por arranhões profundos que possam ter rompido um circuito ou qualquer sinal de rachadura. Verifique também sem o dissipador de calor dos VRMs está bem encaixado, já que a falta de contato pode gerar mais aquecimento.
Conectores e portas: verifique visualmente as portas USB, SATA, slots de RAM e PCIe. Procure por sinais de ferrugem, plástico quebrado ou pinos tortos dentro dos conectores.
Acessórios: confirme se a placa vem com o espelho do painel traseiro. Encontrar essa peça para comprar separadamente pode ser muito difícil. Alguns modelos mais modernos vêm com o espelho acoplado à placa.
3. Preço vs. recursos e geração
Como já abordamos em outros artigos sobre o mesmo tema com outros componentes, não existe preço certo no mercado de usados. Uma placa-mãe topo de linha de cinco anos atrás pode custar o mesmo que uma intermediária nova, mas oferecer menos recursos.
Não adianta ter o melhor SSD, se a placa-mãe for antiga (Imagem: Sergio Oliveira/Canaltech)
Compare as tecnologias: a placa usada oferece PCIe 4.0 ou 5.0?Quantos slots M.2 NVMe ela possui e qual é a velocidade deles? As portas USB são 3.2 ou padrões mais antigos? Uma placa mais nova, mesmo que mais simples, pode oferecer tecnologias mais rápidas e maior longevidade para futuros upgrades.
Como não é possível medir performance de placa-mãe, como nos outros componentes, verifique as especificações atentamente, compare com modelos mais novos e relacione os preços também para ajudá-lo em seu julgamento.
4. Segurança na compra é inegociável
A regra de ouro, válida para todos os componentes, é comprar em plataformas que protejam o comprador. Dê preferência àquelas que garantem a devolução do produto em até 7 dias, como Mercado Livre e OLX. Esse prazo é seu maior aliado para realizar todos os testes necessários. Evite negociações diretas por redes sociais, pois não há garantia caso algo dê errado.
O mercado de placa-mãe usadas é o mais diversificado entre os componentes de PC (Imagem: OLX)
Verifique sempre a reputação do vendedor, observe as avaliações de outras negociações feitas antes da sua, e mesmo assim desconfie. Todo cuidado é pouco quando falamos da compra de usados.
5. Teste completo e obrigatório de todas as portas
Assim que receber a placa, a fase de testes começa. E ela precisa ser minuciosa:
Instale os componentes básicos (CPU, um pente de RAM, GPU) e verifique se o computador liga e dá acesso à BIOS.
Na BIOS, veja se o processador, a memória e os drives de armazenamento foram reconhecidos corretamente.
Após instalar o sistema operacional, comece os testes que demandam uma certa paciência: conecte um dispositivo em cada uma das portas USB. Teste todas as saídas e entradas de áudio. Conecte um HD ou SSD em cada uma das portas SATA. Teste a porta de rede. Se a placa tiver mais de um slot M.2, teste ambos. Teste também todos os slots de memória RAM, um de cada vez, para garantir que nenhum esteja com defeito.
Qualquer falha em uma dessas portas é motivo para acionar a garantia e devolver o produto.
Testar todos os slots e portas pode dar um trabalho, mas é essencial (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)
Conclusão
Comprar uma placa-mãe usada é uma excelente maneira de ter acesso a recursos premium, como mais conectividade e melhor qualidade de construção, pagando menos. No entanto, os riscos de defeitos ocultos, principalmente no socket do processador e em portas específicas, são altos. A placa-mãe é um produto mais resistente (com exceção do socket) e se foi usada com cuidado, tem potencial de durar muitos anos.
Seguindo os cuidados de compatibilidade, inspeção visual rigorosa e, acima de tudo, realizando um teste completo de cada conector dentro do prazo de devolução, você minimiza drasticamente as chances de problemas e garante a base sólida que seu PC merece.
A Samsung e a Apple lançaram recentemente suas últimas atualizações para celulares e tablets: a One UI 8, baseada no Android 16, e o iOS 26, sistema próprio da Apple. Cada um traz novidades em design, recursos, inteligência artificial e versão do sistema.
4 diferenças e semelhanças entre a One UI 8 e iOS 26
Conheça as diferenças e semelhanças entre os sistemas operacionais da Samsung (One UI 8) e Apple (iOS 26):
Design;
Recursos;
IA;
Versão do sistema.
1. Design
A One UI 8 da Samsung tem um visual que se adapta à tela e permite personalizar cores, temas e a posição dos itens, com objetivo de funcionar bem em todos os dispositivos Galaxy, como celulares e tablets.
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A versão 8 também trouxe melhorias no Now Bar e no Now Brief. O Now Bar agora mostra informações ao vivo de apps, chamadas e modo Não Perturbe, e pode ser usado na tela externa de dispositivos dobráveis. Já o Now Brief exibe informações dinâmicas na tela de bloqueio, como clima e compromissos, processadas pelo Galaxy AI.
Já o iOS 26 da Apple trouxe o design “Liquid Glass”, com menus translúcidos e ícones transparentes. Apesar de permitir algumas personalizações, como widgets e fundos animados, diferente do One UI 8, ele mantém a mesma aparência em todos os dispositivos Apple para garantir uma experiência padronizada.
A tela de bloqueio também ganhou widgets mais interativos e animações que reagem ao movimento, permitindo acessar informações rapidamente sem desbloquear o aparelho.
2. Recursos
Em relação aos recursos, a One UI 8 da Samsung trouxe novidades como o Gemini Live, que permite usar IA por voz ou compartilhar a tela durante a interação, melhorias na segurança com criptografia avançada e no multitarefas, o que facilita o uso de várias janelas.
Já de novidades no iOS 26, a Apple adicionou tradução em tempo real em chamadas, FaceTime e mensagens, modo de energia adaptável que economiza bateria, filtros para bloquear chamadas e mensagens indesejadas, melhorias no CarPlay, e a criação do app Jogos, que unifica o Apple Arcade e o Game Center.
A principal mudança do iOS 26 foi o design Liquid Glass. (Imagem: Divulgação/Apple)
3. IA
A One UI 8 da Samsung trouxe mais recursos novos de IA do que o iOS 26 da Apple. Entre as novidades estão o Galaxy AI, que entende o contexto do usuário por texto, voz e imagens para oferecer sugestões personalizadas, e o Gemini Live, que facilita tarefas sem precisar alternar entre aplicativos.
Já o iOS 26 da Apple trouxe tradução em tempo real em chamadas, FaceTime e mensagens, além de inteligência visual, que ajuda a pesquisar e interagir com textos e imagens na tela.
O Apple Watch é um dos melhores smartwatches disponíveis no mercado, mas muitos usuários não sabem que o dispositivo pode funcionar de forma independente do iPhone em várias situações.
Estas são as 7 principais funcionalidades do Apple Watch sem iPhone:
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Fazer e receber ligações telefônicas;
Enviar e receber mensagens de texto;
Ouvir música e podcasts offline;
Monitorar exercícios e saúde;
Usar Siri para tarefas locais;
Acessar apps de streaming e notícias;
Visualizar fotos e usar calendário.
1. Fazer e receber ligações telefônicas
Uma das funcionalidades mais úteis do Apple Watch independente é a capacidade de fazer e receber ligações. Com conexão Wi-Fi ou dados celulares (no caso dos modelos compatíveis), você pode atender chamadas diretamente no pulso.
Para ativar o recurso, é preciso fazer a seguinte configuração:
Ajustes >
Celular >
Chamadas Wi-Fi no iPhone >
Ative a opção “Adicionar Chamadas Wi-Fi para Outros Dispositivos”
Certifique-se de que o Apple Watch esteja na lista de dispositivos.
O recurso funciona mesmo quando o iPhone não está em casa, desde que ambos estejam conectados à internet.
2. Enviar e receber mensagens de texto
O Apple Watch permite enviar e receber mensagens SMS e iMessage sem depender do iPhone próximo. Você pode responder mensagens usando ditado por voz, respostas rápidas ou até mesmo desenhar letras na tela.
É possível enviar mensagens no WhatsApp pelo Apple Watch longe do iPhone (Imagem: Lucas Wetten/Canaltech)
Para mensagens SMS tradicionais, o iPhone precisa estar ligado e conectado à rede, mas não necessariamente por perto. Já as mensagens iMessage funcionam completamente independente com conexão à internet.
A funcionalidade é ideal para situações onde você esqueceu o telefone em casa, mas precisa manter contato.
3. Ouvir música e podcasts offline
Se você baixou músicas, podcasts ou audiolivros diretamente no Apple Watch, pode reproduzi-los sem nenhuma conexão externa. O Apple Music, Spotify e outros apps permitem downloads locais no relógio.
O Apple Watch Series 10 conta com alto-falante capaz de reproduzir música, mas também é possível pode conectar fones de ouvido Bluetooth diretamente ao relógio.
4. Monitorar exercícios e saúde
Todas as funcionalidades de monitoramento de saúde e exercícios do Apple Watch funcionam offline. Assim, pode rastrear corridas, caminhadas, natação e outros treinos sem precisar do iPhone.
O Apple Watch conta com diversos medidores de saúde, como frequência cardíaca (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
O dispositivo monitora frequência cardíaca, sono, níveis de oxigênio no sangue e até mesmo pode fazer eletrocardiograma.
Quando desconectado do iPhone, os dados ficam armazenados localmente e sincronizam quando o celular da maçã estiver disponível.
A independência torna o Apple Watch ideal como companheiro de exercícios, mesmo em locais remotos.
5. Usar Siri para tarefas locais
A Siri no Apple Watch pode executar diversas tarefas sem conexão com o iPhone. Você pode perguntar sobre o clima, solicitar direções, definir alarmes e lembretes, além de controlar funcionalidades do próprio relógio.
Com conexão à internet, a Siri ganha ainda mais capacidades, incluindo pesquisas na web e controle de dispositivos domésticos inteligentes. O processamento local garante respostas rápidas para comandos básicos.
O recurso funciona perfeitamente para consultas rápidas durante atividades físicas.
6. Acessar apps de notícias e e-mail
Com conexão Wi-Fi ou dados celulares, o Apple Watch pode acessar apps como Apple News para ler notícias, verificar e-mails no Mail.
Você também pode usar o app Buscar para localizar outros dispositivos Apple, mesmo quando o iPhone não está por perto. O recurso é útil para encontrar AirPods perdidos ou outros dispositivos.
A funcionalidade transforma o Apple Watch em um dispositivo verdadeiramente independente para consumo de conteúdo.
Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)Apple Watch Series 10 (Talles de Souza Ribeiro/ Canaltech)
7. Visualizar fotos e usar calendário
O Apple Watch sincroniza automaticamente fotos selecionadas e eventos do calendário, permitindo acesso offline. Você pode visualizar suas imagens favoritas diretamente no pulso e consultar compromissos agendados.
Outra função disponível longe do iPhone é o app Gravador de Voz, que também funciona offline, e permite salvar ideias e lembretes importantes.
Em suma, o Apple Watch não depende totalmente do iPhone e oferece informações importantes mesmo distante do smartphone.
Depois da bela surra que a Nintendo levou na quinta geração de consoles contra o PlayStation da Sony, era hora de a Big N dar uma resposta à altura. Essa resposta veio em 2001 com o lançamento do GameCube, com seu peculiar formato de cubo e uma alça que permitia transportá-lo facilmente como uma maleta.
Embora tenha cometido alguns tropeços com o Nintendo 64, a empresa japonesa seguiu com um formato alternativo de mídia física, substituindo os cartuchos pelo miniDVD. E para quem pensa que a preocupação com pirataria e proteção de propriedades intelectuais é recente, saiba que a mídia do GameCube era proprietária e foi desenvolvida justamente para impedir sua reprodução.
Pensando nos jogos que fizeram história e definiram o console, o Canaltech listou os 10 títulos mais importantes do Nintendo GameCube.
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10. Luigi’s Mansion
Nos anos 2000, acontecia a Nintendo Space World, um evento da Nintendo para anúncios que foi encerrado em 2001. Foi lá que a Big N apresentou o Game Boy Advance, o Nintendo GameCube e muitos títulos, incluindo os lendários trailers de Super Mario 128 e The Legend of Zelda 128. Outro destaque foi a apresentação de Luigi’s Mansion, o terceiro jogo até então protagonizado pelo irmão de Mario.
Luigi’s Mansion foi um dos jogos mais vendidos do Nintendo GameCube, apesar de ser um spin-off (Divulgação/Nintendo)
O título gira em torno de Luigi, que ganha uma mansão assombrada e deve explorar o local usando sua lanterna, um aspirador de pó e o Game Boy Horror. Embora seja um spin-off da franquia Mario, Luigi’s Mansion foi um grande sucesso de vendas em seu lançamento, vendendo mais em seu primeiro fim de semana do que o aclamado Super Mario 64. O título se destacou por seu uso de luz e sombra e por se afastar de estéticas mais fofas, dando lugar a uma atmosfera mais sombria.
9. F-Zero GX
Uma das franquias mais esquecidas pela Nintendo, F-Zero foi amplamente beneficiada pelo poderoso hardware do Nintendo GameCube. O console de sexta geração da Big N foi responsável por elevar as experiências da franquia no Nintendo 64 e Super Nintendo, trazendo gráficos de alta qualidade e muita velocidade com F-Zero GX em 2003.
Naquela altura do campeonato, a SEGA já havia deixado o mercado de hardware e se tornado uma parceira importante da Nintendo. F-Zero GX foi um dos primeiros frutos dessa parceria, desenvolvido pela Amusement Vision — hoje conhecida como Ryu Ga Gotoku Studio (sim, o mundo dá voltas) — em uma engine aprimorada de Super Monkey Ball.
F-Zero GX foi desenvolvido pelo Ryu Ga Gotoku Studio, na época conhecido como Amusement Vision (Divulgação/Nintendo)
O game foi considerado um dos melhores jogos de corrida de 2003, mesmo ano em que outros grandes títulos do gênero foram lançados, como Project Gotham Racing 2, Burnout 2: Point of Impact, Midnight Club II e Mario Kart Double Dash!!. Apesar da aclamação da crítica por seus gráficos e visuais, o jogo vendeu apenas 1,5 milhão de cópias.
8. Super Mario Sunshine
Apesar de não ser o Mario 3D mais popular entre os fãs do bigodudo, Super Mario Sunshine não poderia ficar de fora. O jogo foi o primeiro título da franquia Mario dirigido por Yoshiaki Koizumi, lendário desenvolvedor da Big N que codirigiu The Legend of Zelda: Ocarina of Time e dirigiu Super Mario Galaxy posteriormente.
Super Mario Sunshine é o primeiro jogo 3D em que o bigodudo pode montar no Yoshi (Divulgação/Nintendo)
Super Mario Sunshine se destacava pelo F.L.U.D.D., uma mochila com mecânicas de água, e por ser o primeiro jogo 3D em que o encanador podia montar no Yoshi até então. O título foi aclamado pela crítica e figurou em terceiro lugar na lista de jogos mais vendidos do GameCube.
7. The Legend of Zelda: The Wind Waker
The Legend of Zelda: The Wind Waker tem uma história curiosa. O jogo foi apresentado pela primeira vez na Nintendo Space World 2000 e ficou conhecido como The Legend of Zelda 128. Durante o evento de anúncio do GameCube, a Nintendo apresentou um pequeno teaser onde Link e Ganondorf travavam uma luta em um cenário mais escuro, gráficos mais realistas para a época e o herói parecia um pouco mais velho.
O estilo foi aclamado pelos jogadores e críticos, que esperavam um jogo parecido com Ocarina of Time e Majora’s Mask. Contudo, uma pessoa muito importante odiou o que foi mostrado: Eiji Aonuma, diretor da franquia The Legend of Zelda. Para ele, o teaser não tinha nada a ver com Zelda e não queria viver na sombra de seus antecessores; simplesmente não era o jogo que Aonuma queria fazer.
O cenário mudou completamente na Space World de 2001, onde o jogo foi oficialmente anunciado. Agora chamado de The Legend of Zelda: The Wind Waker, o título era muito diferente do que havia sido mostrado antes, apresentando um Link cartunesco e um estilo gráfico em cel shading. A mudança acabou dividindo opiniões entre jogadores, apesar de o jogo final ter sido aclamado pela crítica.
The Legend of Zelda: The Wind Waker vendeu 4,6 milhões de unidades, menos do que os 7,6 milhões unidades de Ocarina of Time, performando abaixo das expectativas no mercado norte-americano. Apesar do desempenho comercial abaixo do esperado, os gráficos em cel shading de The Wind Waker permitiram que o jogo envelhecesse muito bem, conquistando o público com o passar dos anos e garantindo o status de clássico cult entre os fãs da série.
The Legend of Zelda: The Wind Waker é totalmente diferente do que foi apresentado inicialmente pela Big N (Divulgação/Nintendo)
6. Pikmin
O GameCube foi a casa de muitas franquias, incluindo grandes sucessos da atualidade como Animal Crossing, que iremos falar mais sobre a seguir, e Pikmin, que fez certo barulho no Nintendo Switch. Mas para falar do jogo de Shigeru Miyamoto, precisamos voltar no tempo e trazer de volta o Super Mario 128. Apresentada na Space World 2000, o projeto se tratava de uma tech demo que tinha como objetivo mostrar toda a capacidade do GameCube ao introduzir 128 encanadores na tela com diversos movimentos e interações diferentes em tempo real.
O conceito dessa tech demo foi aproveitado posteriormente pela Nintendo, levando à criação de Pikmin. O jogo mistura estratégia em tempo real (RTS), no qual exploramos um planeta parecido com a Terra e precisamos da ajuda de pequenas criaturas chamadas Pikmin para conseguir escapar. Existem vários tipos de Pikmin, cada um com sua função, exigindo que os jogadores administrem bem sua legião de seres para superar os desafios.
Pikmin usou o conceito da tech-demo Super MArio 128 (Divulgação/Nintendo)
Pikmin foi marcante no GameCube justamente por apresentar múltiplos personagens na tela e pelos seus visuais excelentes para a época. Seu sucesso acabou rendendo algumas sequências, incluindo Pikmin 2, que também saiu para o GameCube e expandiu as mecânicas do primeiro jogo.
5. Star Wars: Rogue Squadron II — Rogue Leader
Outro jogo que acabou elevando ainda mais a potência do GameCube foi Star Wars: Rogue Squadron II — Rogue Leader. O título trazia gráficos de outro mundo para a época, incluindo modelos 3D detalhados, renderização e a presença vários inimigos na tela. Se levarmos em conta que o jogo foi lançado em 2001, é bem fácil entender o motivo pelo qual Star Wars: Rogue Squadron II — Rogue Leader foi considerado um grande avanço gráfico e de processamento.
Star Wars: Rogue Squadron II — Rogue Leader foi um dos jogos de terceiros mais vendidos do GameCube (Divulgação/Lucasfilm Games)
O título apresentava batalhas icônicas da trilogia Star Wars dos cinemas, ao mesmo tempo que introduzia conteúdos inéditos para os fãs. Além de ser amplamente aclamado pela crítica, Star Wars: Rogue Squadron II — Rogue Leader se destacou pelo seu sucesso comercial, sendo um dos jogos third-party mais vendidos do GameCube.
4. Resident Evil 4
Falando em third-party, a série Resident Evil ganhou excelentes títulos no GameCube na mesma época de um capítulo curioso entre a Capcom e a Nintendo. O ano era 2002, e o GameCube estava falhando na disputa pelo mercado de jogos, sendo ameaçado inclusive pelo Xbox original, que no fim ultrapassou o console cúbico da Big N.
Uma das promessas que poderiam salvar o GameCube da má fase era o “Capcom Five”, uma parceria entre a Nintendo e a Capcom que traria cinco jogos exclusivos para a plataforma, incluindo o revolucionário Resident Evil 4.
Resident Evil 4 para o GameCube era superior ao port do survival horror no PlayStation 2 (Divulgação/Capcom)
De todos os jogos anunciados pela empresa japonesa, apenas o shooter em terceira pessoa P.N.03 se tornou, de fato, um exclusivo permanente do GameCube. Viewtiful Joe, Killer7 e Resident Evil 4 foram posteriormente portados para o PlayStation 2, após a Capcom observar que a plataforma não estava dando o retorno financeiro esperado. O útlimo título, o shoot ‘em up Dead Phoenix foi cancelado durante a produção.
Apesar do grande tropeço do “Capcom Five”, a versão de Resident Evil 4 para o GameCube se destacou por ter gráficos superiores aos do PS2. Outro destaque foi o remake do Resident Evil original, que envelheceu bem e segue bem-quisto até os dias atuais.
3. Animal Crossing
Outra cria do GameCube foi Animal Crossing, que apesar de não ser sua plataforma original, brilhou no cubo roxo da Nintendo entre 2001 e 2002. O jogo se destacou principalmente pelo seu sistema de relógio e calendário em tempo real, que passava mesmo enquanto os jogadores não estavam jogando.
Animal Crossing se destacou pelo sistema de horas e calendário em tempo real (Divulgação/Nintendo)
Animal Crossing foi muito bem recebido pela crítica, sendo o sétimo jogo mais vendido do GameCube e se tornando uma franquia de sucesso. Seu ápice foi no Nintendo Switch, quase 20 anos após sua estreia no GameCube.
2. Metroid Prime
Um dos jogos de maior sucesso e mais aclamados de todos os tempos, Metroid Prime tirou Samus Aran de seu conhecido estilo metroidvania e colocou a caçadora de recompensas em um shooter em primeira pessoa (FPS).
O que muitos não sabem é que a Retro Studios, desenvolvedora do jogo, tinha um prazo apertadíssimo para entregar o projeto à Nintendo. A equipe chegou a trabalhar de 80 a 100 horas por semana em Metroid Prime, cancelando outros quatro jogos para focar exclusivamente no título.
Metroid Prime é o primeiro jogo em primeira pessoa da franquia (Divulgação/Nintendo)
Apesar da mudança radical de estilo, o jogo manteve boa parte das mecânicas de metroidvania. Metroid Prime foi um verdadeiro sucesso em vendas e pela mídia especializada, sendo até hoje um dos jogos mais bem avaliados do Metacritic da história, com uma média de 97. O jogo vendeu 2,84 milhões de cópias pelo mundo todo e figurou em sexto lugar entre os jogos mais vendidos do GameCube.
1. Super Smash Bros. Melee
Um dos primeiros jogos de GameCube, Super Smash Bros. Melee deu muita dor de cabeça ao lendário desenvolvedor Masahiro Sakurai. Isso porque, diferente do primeiro Super Smash Bros., que foi um título experimental e sem grandes expectativas de sucesso, Melee tinha a missão de superar seu antecessor.
O estúdio HAL Laboratory levou cerca de 13 meses para desenvolver o jogo, que trazia mais personagens e um salto gráfico considerável em comparação com o original. Segundo Sakurai, Smash Bros. Melee lhe impôs um estilo de vida destrutivo, com muitas horas de trabalho e fins de semana curtíssimos.
Super Smash Bros. Melee deu muita dor de cabeça ao desenvolvedor lendário MAsahiro Sakurai (Divulgação/Nintendo)
No fim das contas, todo o esforço do desenvolvedor e sua equipe foi um sucesso. Super Smash Bros. Melee vendeu 7,41 milhões de unidades, o que significa que, a cada três consoles vendidos, um acompanhava o jogo de luta — o mais vendido da plataforma. Outras contribuições incluem melhorias que ajudaram a consolidar o subgênero platform fighter e a popularizar franquias como Fire Emblem para o público geral.
Nintendo GameCube fracassou, mas deixou legado gigantesco
A Nintendo entrou na sexta geração com o objetivo de atrair mais desenvolvedores third-party e se distanciar da fama de que só criava jogos para crianças. Outro destaque era seu hardware, consideravelmente superior ao do PlayStation 2, o que ficava evidente em jogos como Resident Evil, por exemplo.
Apesar de seu ciclo de vida complicado, o GameCube trouxe ao mundo jogos excelentes (Divulgação/Nintendo)
Apesar dos esforços, o GameCube não atingiu o sucesso esperado e vendeu cerca de 21,74 milhões de unidades, ficando atrás do estreante Xbox e do PlayStation 2, que até hoje ocupa o posto de console mais vendido de todos os tempos.
Embora tenha tido um fim um pouco amargo em termos comerciais, o Nintendo GameCube foi o lar de vários clássicos cultuados até hoje. O console voltou a ser assunto agora que uma seleção de seus títulos está disponível no serviço Nintendo Switch Online.
Abaixo, relembre os 10 jogos que definiram o Nintendo GameCube:
Escolher um smartphone hoje não é tão simples. Com tantas opções no mercado, o consumidor precisa equilibrar especificações técnicas, qualidade de construção e, principalmente, preço justo.
Neste texto, separamos os modelos que oferecem o melhor custo-benefício de cada marca no mercado nacional. É importante destacar que alguns modelos podem não ser os mais recentes da linha, mas ainda oferecem especificações que atendem perfeitamente no dia-a-dia.
O Galaxy S24 FE é o modelo mais acessível da linha premium da Samsung e entrega uma experiência próxima aos modelos topo de linha por um preço mais razoável. Com o processador Exynos 2400e e 8 GB de RAM, o aparelho oferece um bom desempenho para as tarefas do dia a dia.
Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Galaxy S24 FE (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
O conjunto de câmeras é um dos pontos fortes, com sensor principal de 50 MP acompanhado de telefoto de 8 MP e ultrawide de 12 MP. A combinação garante versatilidade fotográfica e uma boa qualidade de imagem.
Já a bateria de 4.700 mAh oferece autonomia para um dia de uso. O Galaxy S24 FE já pode ser encontrado em uma média de R$ 2.400 para sua versão de 128 GB.
Embora seja um modelo do ano passado, o Edge 50 Pro ainda oferece excelente custo-benefício para quem busca um Motorola com especificações robustas. O Snapdragon 7 Gen 3 combinado aos 12 GB de RAM garante fluidez em aplicativos pesados e multitarefas.
O sistema de câmeras triplas com principal de 50 MP, telefoto de 10 MP e ultrawide de 13 MP oferece bastante recursos para fotografias em vários cenários. A qualidade das imagens se destaca especialmente em cenários com boa iluminação.
Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Motorola Edge 50 pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
A bateria de 4.500 mAh oferece boa duração, e ele pode chegar a um dia de uso com uma carga. O Motorola Edge 50 Pro já é encontrado por R$ 2.700.
O POCO X6 mantém a tradição da linha de entregar especificações generosas por preços competitivos. O Snapdragon 7s Gen 2 com 8 GB de RAM oferece bom desempenho no dia a dia, especialmente considerando o posicionamento do aparelho.
O conjunto de câmeras traseiras inclui sensor principal de 64 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP. Embora não seja o mais versátil da lista, entrega qualidade satisfatória para a maioria dos usuários.
O grande destaque é a bateria de 5.100 mAh, que oferece ótima autonomia e pode facilmente passar de um dia de uso. Por R$ 2.700 com garantia oficial da Xiaomi no Brasil, é uma opção interessante para quem prioriza duração de bateria.
O iPhone 15 representa um dos melhores custo-benefício da Apple no mercado brasileiro. Com o chip A16 Bionic e 6 GB de RAM, oferece desempenho excelente que se mantém fluido por anos, característica tradicional dos iPhones.
O sistema de câmeras duplas de 48MP com ultrawide de 12 MP, ele entrega uma qualidade de imagem e processamento excelentes.
Por R$ 4.000, o iPhone 15 é um dos modelos mais acessíveis no portfólio da Apple.
A Realme aposta no Realme 14 como sua opção de entrada no mercado brasileiro com garantia oficial. O Snapdragon 6 Gen 4 com 8 GB de RAM oferece desempenho adequado para tarefas básicas e intermediárias.
A câmera de 50 MP oferece boa definição para a faixa de preço, e atende usuários que não exigem versatilidade fotográfica extrema. A qualidade é satisfatória para redes sociais e registros do dia a dia.
O grande diferencial é a bateria de 6.000 mAh, que oferece autonomia de longa duração e pode facilmente durar mais de um dia.
O Reno 13 F representa a aposta da OPPO para conquistar o consumidor brasileiro com foco em fotografia. O Snapdragon 6 Gen 1 com 8 GB de RAM oferece desempenho adequado para a proposta do aparelho.
O sistema de câmeras triplas com principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP, ele oferece modos interessantes de fotografia. O destaque fica por conta da gravação em 4K, recurso nem sempre presente em aparelhos dessa faixa de preço.
O Jovi V50 Lite é a aposta da chinesa Jovi (Vivo, no mercado global) para o segmento de entrada com especificações equilibradas. O processador Mediatek Dimensity 6300 com 8 GB de RAM oferece desempenho suficiente para tarefas básicas e aplicativos do dia a dia.
O sistema de câmeras duplas oferece uma principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP, e atende bem usuários menos exigentes, mas querem qualidade satisfatória para registros casuais.
Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)Jovi V50 Lite (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O grande destaque é a bateria de 6.500 mAh de silício carbono, que pode durar mais de um dia mesmo com uso intenso. O Jovi V50 Lite custa R$ 2.400 no mercado brasileiro, com garantia oficial da marca.
Quem é motorista de Uber, ou pensa em buscar na plataforma de aplicativo de transportes uma renda extra, vive fazendo uma série de perguntas. Entre elas, uma bastante comum é sobre o que compensa mais: uma corrida longa ou várias mais curtas.
Se você já trabalha como motorista de aplicativo e também tem essa dúvida, chegou a hora de esclarecer, ou pelo menos deixar mais simples de entender, como funciona essa conta, e o que, enfim, é mais vantajoso.
O CT Auto pesquisou a fundo e, de posse de informações compiladas junto a motoristas cadastrados na plataforma e em outros sites, vai tentar elucidar pra você, que é cadastrado na plataforma ou mira trabalhar como Uber, qual tipo de corrida vale mais a pena.
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Levamos em conta alguns fatores que tornam a conta variável, tais como tempo das corridas, localização, custos operacionais e até o perfil do passageiro. Confira.
Motorista de Uber tem que fazer contas para saber qual corrida vale mais a pena (Imagem: Mitrofan Pictures/Pexels/CC)
Calculadora é “melhor amiga” do Uber
Definir se uma corrida longa vale mais a pena do que várias pequenas é algo que só pode ser determinado se o Uber estiver de posse de sua “melhor amiga” que, no caso, é a calculadora.
É apenas fazendo as contas que o motorista saberá, de fato, se o ganho por quilômetro rodado, que pode ser menor em trajetos muito longos, com mais consumo de combustível, compensará.
À primeira vista, as corridas longas parecem mais atrativas, já que o valor bruto oferecido é maior e, às vezes, elas aparecem em horários de pico ou em regiões nas quais a tarifa dinâmica está vigente. É importante lembrar, porém, que o consumo de combustível tende a ser maior, assim como o desgaste do veículo.
Cenário muda de acordo com horário, cidade e até perfil do motorista do Uber (Imagem: Freepik/CC)
No caso das corridas curtas, o lado positivo está no fato de elas serem realizadas em bairros residenciais e, por serem mais rápidas, oferecerem maior rotatividade. Isso pode gerar bônus por número de viagens completadas ou metas atingidas, conforme determinação do aplicativo.
Longas ou curtas: quais corridas o Uber deve escolher?
Depois de explanar os pontos positivos de ambos os tipos de corridas, chegou a hora de desvendar, enfim, o que compensa mais para o Uber: uma corrida longa ou várias curtas.
Corrida longa ou várias curtas? Veja o que mais vale a pena no Uber (Imagem: Erik Mclean/Unsplash)
Em síntese, o cálculo do que compensa mais deve levar em conta o tempo total de trabalho. Motoristas que atuam em tempo integral tendem a equilibrar os dois tipos de corrida, aproveitando os momentos de maior demanda para realizar viagens curtas e priorizando as longas em horários de menor movimento. Já quem trabalha em meio período pode preferir corridas longas para maximizar o ganho por hora.
A estratégia também deve levar em conta a localização geográfica. Se o motorista trabalhar em grandes centros urbanos, como São Paulo, ou Rio de Janeiro, locais com trânsito mais intenso, corridas curtas podem ser menos vantajosas devido ao tempo perdido em congestionamentos. Já em municípios menores, com menor tráfego, essas viagens podem ser mais rápidas e lucrativas.
Então, em resumo, o que dá para tirar de lição é que não há uma fórmula mágica. O ideal é que o motorista que trabalha no Uber conheça bem a região, monitore os custos e fique sempre ligado nas possíveis promoções e incentivos do aplicativo. A combinação de planejamento, flexibilidade e análise é o que vai determinar o que vale mais a pena para cada situação.
Escolher o melhor celular para fotografia pode ser uma tarefa difícil, especialmente quando cada marca oferece diferentes opções dentro do seu portfólio. Se você quer saber qual modelo oferece as melhores câmeras dentro de cada fabricante disponível no Brasil, preparamos uma seleção com as melhores opções para comprar em 2025.
Organizamos por marca para facilitar sua escolha, seja você fã de uma fabricante específica ou queira comparar o que cada uma tem de melhor para oferecer no departamento fotográfico.
Confira o melhor celular da Samsung para tirar fotos em 2025 e uma boa opção em custo-benefício.
Galaxy S25 Ultra
OGalaxy S25 Ultra é disparado a melhor opção da Samsung para quem prioriza fotografia. Seu sensor principal de 200 MP com abertura f/1.7 e estabilização óptica captura uma quantidade impressionante de detalhes, enquanto o conjunto completo inclui uma telefoto periscópica de 50 MP, uma telefoto comum de 10 MP e uma ultrawide de 50 MP.
Galaxy S25 Ultra oferece múltiplas câmeras com alta qualidade (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)
A versatilidade é o grande destaque: desde fotos macro até zoom de longa distância, o aparelho entrega qualidade profissional em qualquer situação.
O sensor periscópio permite zoom óptico de 5x sem perda de qualidade, enquanto a ultrawide de 50 MP garante paisagens com definição excepcional.
O Galaxy S25 Ultra custa a partir de R$ 6.300, e tem versões que partem de 256 GB até 1 TB.
Para quem quer a experiência Samsung sem pagar o preço premium, o Galaxy S24 FE oferece um conjunto sólido com sensor principal de 50 MP, telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x e ultrawide de 12 MP. É uma escolha inteligente para quem busca qualidade Samsung com melhor custo-benefício.
O processamento de imagem mantém os padrões Samsung, com cores vibrantes e detalhamento preciso em diversas condições de luz.
A estabilização óptica na lente principal garante fotos nítidas mesmo com movimento, enquanto o modo retrato se beneficia da telefoto dedicada para melhor separação de planos.
Galaxy S24 FE tem ótimas câmeras (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
O Galaxy S24 FE é vendido por a partir de R$ 2.500, com versões desde 128 GB.
Confira o melhor celular da Apple para tirar fotos em 2025 e uma boa opção em custo-benefício.
iPhone 17 Pro
O iPhone 17 Pro representa o que há de mais avançado na linha Apple, com configuração tripla de 48 MP em todas as lentes traseiras.
O sensor principal tem abertura f/1.6 para excelente performance em baixa luz, enquanto a telefoto periscópica oferece zoom óptico de 4x com qualidade excepcional.
O grande diferencial é o sensor LiDAR para mapeamento 3D e foco mais preciso, especialmente em condições desafiadoras.
A frontal de 18 MP com estabilização óptica garante selfies de qualidade profissional, enquanto recursos como gravação espacial 3D abrem novas possibilidades criativas.
iPhone 17 Pro é o melhor da Apple em 2025 (Imagem: Divulgação/Apple)
O iPhone 17 Pro foi lançado recentemente, com vendas a partir de 19 de setembro e preços que partem de R$ 11.500
Confira o melhor celular da Xiaomi para tirar fotos em 2025 e uma boa opção em custo-benefício.
Xiaomi 14T
OXiaomi 14T se destaca pela parceria com a Leica, que garante processamento de cores mais refinado e natural. Com sensor principal de 50 MP, telefoto de 50 MP com zoom óptico de 2x e ultrawide de 12 MP, oferece versatilidade sólida para diferentes situações fotográficas.
Xiaomi 14T tem assinatura da Leica para fotos intensas (Imagem: Thalles Ribeiro de Souza/Canaltech)
A assinatura Leica não é apenas marketing: o processamento realmente entrega fotos com estética diferenciada, especialmente em retratos onde a renderização de tons de pele é mais natural.
O modo Pro oferece controles manuais completos para quem quer extrair o máximo do hardware.
O Xiaomi 14T é encontrado por preços a partir de R$ 6.000, vendido oficialmente pela Xiaomi com garantia e suporte no Brasil.
Para quem tem orçamento limitado mas quer qualidade Xiaomi, o Redmi Note 14 Pro traz sensor principal de 200 MP com estabilização óptica, ultrawide de 8 MP e macro de 8 MP. É uma configuração competente para o segmento intermediário.
Ele é um modelo mais acessível, mas que ainda oferece um bom funcionamento no dia-a-dia, com câmeras competente no segmento intermediário.
Redmi Note 14 Pro é um intermediário com boas câmeras (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
Oficialmente no Brasil, o Redmi Note 15 Pro 5G é encontrado com preços a partir de R$ 4.400.
Confira o melhor celular da Realme para tirar fotos em 2025 e uma boa opção em custo-benefício.
Realme 14 Pro Plus
O Realme 14 Pro Plus impressiona ao trazer câmera periscópica em um celular intermediário.
Com sensor principal de 50 MP, periscópio telefoto de 50 MP com zoom óptico de 3x e ultrawide de 8 MP, compete diretamente com modelos mais caros das concorrentes.
O diferencial está na qualidade do zoom, raramente encontrada em um intermediário.
A telefoto periscópica permite não apenas zoom de qualidade, mas também modo retrato com melhor separação de planos e bokeh mais natural. O sensor de espectro de cores auxilia no balanço de branco mais preciso.
Realme 14 Pro Plus tem câmera periscópio de qualidade (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O Realme 14 Pro Plus é vendido oficialmente no Brasil com preços a partir de R$ 2.400.
O Realme 14 5G oferece sensor principal de 50 MP com estabilização óptica e foco no essencial. É uma opção básica para quem não precisa de múltiplas lentes, mas quer qualidade decente na câmera principal.
Realme 14 5G é uma boa opção em custo-benefício (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
A presença de estabilização óptica mesmo no modelo mais básico é destaque positivo, garantindo fotos mais nítidas e vídeos mais estáveis. O processamento Realme mantém cores naturais e boa reprodução de detalhes em condições normais de luz.
O Realme 14 5G é encontrado por a partir de R$ 1.900, com operação oficial no Brasil.
Confira o melhor celular da Motorola para tirar fotos em 2025 e uma boa opção em custo-benefício.
Motorola Edge 50 Ultra
O Edge 50 Ultra traz uma das configurações mais impressionantes do mercado: sensor principal de 50 MP com abertura f/1.6, telefoto periscópica de 64 MP com zoom óptico de 3x e ultrawide de 50 MP. A frontal de 50 MP é uma das melhores para selfies.
Motorola Edge 50 Ultra tem um conjunto completo de câmeras (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
O processamento com certificação Pantone garante cores fiéis à realidade, um diferencial importante para profissionais que precisam de reprodução precisa.
A abertura f/1.6 na lente principal permite excelente performance em baixa luz, competindo com flagships premium.
O Motorola Edge 50 Ultra é vendido com preços a partir de R$ 3.700.
Confira o melhor celular da Jovi para tirar fotos em 2025 e uma boa opção em custo-benefício.
Jovi V50
O V50 se destaca pela parceria com a Zeiss, que desenvolve as lentes e o processamento de imagem.
Com sensor principal de 50 MP e ultrawide de 50 MP, ambos com óptica Zeiss, oferece qualidade premium especialmente em retratos e condições de baixa luz.
Jovi V50 tem assinatura da Zeiss para as câmeras (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
A assinatura Zeiss não é apenas cosmética: as lentes realmente oferecem melhor correção de distorção e aberrações cromáticas, que resulta em imagens mais nítidas e naturais. O processamento beneficia especialmente tons de pele e texturas.
O V50 Lite mantém o sensor principal de 50 MP, mas perde a parceria Zeiss e fica apenas com ultrawide de 8 MP. É uma opção mais básica para quem gosta da interface Jovi mas tem orçamento limitado.
Jovi V50 Lite tem boas câmeras (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Mesmo sem a assinatura Zeiss, o processamento Jovi mantém qualidade satisfatória para uso cotidiano. O sensor principal de boa resolução garante detalhamento adequado em condições normais de luz.
Confira o melhor celular da OPPO para tirar fotos em 2025 e uma boa opção em custo-benefício.
OPPO Reno 13
O Reno 13 traz sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 8 MP e sensor de profundidade de 2 MP. O grande destaque é a câmera frontal de 50 MP com foco automático, uma das melhores para selfies do mercado.
Oppo Reno 13 5G tem boas câmeras (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)
A especialização em selfies é clara: a frontal não apenas tem alta resolução, mas também foco automático para maior nitidez e recursos avançados de embelezamento natural. É ideal para influencers e criadores que focam em conteúdo frontal.
O Oppo Reno 13 custa a partir de R$ 3.900, com operação e garantia oficial no Brasil.
O Reno 13 F mantém configuração similar ao Reno 13 comum, mas com frontal de 32 MP.
Ainda assim, oferece qualidade sólida tanto para fotos principais quanto selfies, sendo uma boa opção no segmento intermediário. Além disso, inclui um sensor macro de 2 MP no lugar do sensor de profundidade.
A redução na resolução da câmera frontal não compromete significativamente a qualidade para uso casual. O sensor principal mantém os 50 MP com estabilização óptica, que garante consistência na qualidade das fotos principais.
Oppo Reno 13 F 5G tem boas câmeras (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)
O Oppo Reno 13 F é vendido por R$ 2.800 no Brasil, também com garantia local.
A Boeing é uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mas o que nem todos sabem é que a empresa também é responsável peloX-37B, o misterioso avião espacial do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O veículo lembra os antigos ônibus espaciais da NASA e já passou centenas de dias na órbita da Terra — sempre em sigilo, claro.
Os aviões da série X-37B são assinados pela divisão Phantom Works da Boeing e são usados para experimentos e testes de tecnologias. Assim como acontecia com os ônibus espaciais, os X-37B são lançados com foguetes e pousam em pistas convencionais após o retorno.
Preparados para operar a mais de 800 km de altitude, esses veículos medem 8,8 m de comprimento, têm 2,9 m de altura e 4,6 m de envergadura. A estrutura conta também com baía de cargas úteis, que tem espaço comparável àquele da caçamba de uma caminhonete. O que vai ali? Ninguém sabe ao certo.
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Da NASA a programa militar confidencial
Foi em 1999 que a NASA deu o primeiro passo no programa que viria a originar o X-37B. Em 2004, a agência espacial norte-americana transferiu o projeto para a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), que o tornou sigiloso. Dois anos depois, os testes foram concluídos.
O X-37B lembra os ônibus espaciais (Boeing/US Space Force)
Já em 2006, a agência concluiu uma série de testes preliminares do projeto. Hoje, o programa segue por conta do Escritório de Capacidades Rápidas da Força Aérea norte-americana. Apesar de ter sido projetado pela Boeing, a missão da aeronave segue sigilosa — o que, naturalmente, rende especulações de todo tipo.
Missões cada vez mais longas
O primeiro voo da misteriosa aeronave aconteceu em 2010, quando a aeronave foi flagrada por amadores em sua órbita. Em 2011, um segundo veículo foi lançado e passou mais de 400 dias na órbita da Terra. Impressionante, não é? Pois saiba que a marca foi superada entre 2020 e 2022, quando a aeronave passou mais de 900 dias no espaço.
Mais de cinco missões já foram realizadas até hoje, mas, como todas são sigilosas, seus objetivos exatos são desconhecidos. Sem informações oficiais, alguns começaram a especular que o veículo fosse algum tipo de arma criada para capturar ou até danificar satélites de nações rivais dos Estados Unidos.
Foto da Terra tirada pelo avião espacial X-37B (US Space Force)
Como o aviãoé pequeno e não pode fazer manobras do tipo, dificilmente este é o caso. No fim das contas, parece que o X-37B foi criado para o que os oficiais norte-americanos pontuaram desde sempre: testar novos sensores e tecnologias para verificar o desempenho destes equipamentos no espaço.
Ter uma casa na praia é algo positivo, mas o clima agradável, acompanhado da maresia pode gerar desafios para os eletrodomésticos. Veja cinco dicas para proteger o seu ar-condicionado.
A maresia é bastante corrosiva e com o tempo, ela pode enferrujar partes metálicas dos aparelhos, diminuir sua vida útil, aumentando gastos com manutenção.
Se você ainda vai comprar seu aparelho, vale ter atenção neste ponto. Na hora da pesquisa, procure modelos com proteção extra de fábrica e dê preferência aos que possuem serpentina de cobre, mais resistente à corrosão que a de alumínio.
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Muitas marcas, como LG, Daikin e Gree, oferecem tecnologias como “Blue Fin” ou “Gold Fin”. Se tratam de películas de proteção aplicadas nas aletas do condensador (a unidade externa) para evitar o desgaste.
Serpentinas de cobre são mais resistentes (Imagem: Reprodução)
2. Faça a instalação em um local protegido
Tente instalar a condensadora em um local que não receba diretamente o vento que vem do mar.
A parede lateral da casa ou uma área mais abrigada ajuda a diminuir o contato com o sal que a unidade leva diariamente. Uma barreira física, como um muro ou a própria parede, pode funcionar como escudo.
3. Use capa para proteção
Se o ar-condicionado vai ficar sem uso por muito tempo, como em uma casa de veraneio, invista em uma capa protetora para a condensadora.
Capas feitas de material resistente criam uma barreira que impede o contato direto da maresia com o aparelho, conservando a carcaça e os componentes internos. Uma solução simples e barata que faz diferença.
4. Água doce para combater a água salgada
Pelo menos uma vez por mês, lave a parte externa da condensadora com água doce.
Com o aparelho desligado da tomada, use uma mangueira com pouca pressão para remover o sal acumulado. Isso ajuda a neutralizar a ação corrosiva.
5. Não esqueça da manutenção profissional
Mesmo com todos os cuidados, agendar uma manutenção preventiva com um técnico especializado uma vez por ano é essencial.
O profissional vai fazer uma limpeza mais profunda, verificará os componentes, checará se há pontos de ferrugem e, se necessário, aplicará produtos específicos para proteger as peças.
Manutenção profissional é muito importante para aumentar a vida útil do apaelho (Imagem: Reprodução/Shutterstock)
Cuidados simples e ações preventivas podem fazer total diferença na vida útil do seu aparelho.