7 apps de IA para tablets que você precisa conhecer

Está procurando aplicativos com IA para usar no tablet? A maioria dos assistentes de IA já tem apps para Android e iOS, mas além deles, existem ferramentas que integram a tecnologia aos seus serviços para aprimorar a edição de imagens, vídeos e mais.

Essas soluções também podem ajudar na organização de informações, criação de textos, geração de conteúdos visuais e automatização de tarefas.

7 aplicativos de IA para tablets que você precisa conhecer

A seguir, conheça 7 aplicativos com Inteligência Artificial para usar no tablet:


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  1. ChatGPT;
  2. Gemini;
  3. Claude;
  4. Perplexity;
  5. NotebookLM;
  6. Picsart;
  7. Photoroom.

1. ChatGPT

ChatGPT é um assistente de inteligência artificial voltado para conversas, geração de texto e apoio em tarefas criativas e produtivas.

Na versão gratuita, permite interações limitadas com o modelo GPT-5 e oferece geração de imagens, uploads de arquivos, análise de dados e modo de voz, embora com limites reduzidos em comparação aos planos pagos.

É possível realizar até cinco consultas mensais na função Deep Research no plano gratuito, que permite pesquisas aprofundadas com acesso a diversas fontes digitais.

  • Preço: Gratuito, com planos pagos
  • Disponível: Android | iOS

2. Gemini

Gemini é uma IA desenvolvida pelo Google que combina processamento de linguagem e geração de imagens e áudio para tarefas criativas e informativas.

Na versão gratuita, o Gemini oferece acesso ao modelo 2.5 Flash e limitado ao 2.5 Flash Pro, o que permite interações por texto e voz, geração de imagens com o modelo Imagen 4, uso do Gemini Live para conversas em tempo real, criação de resumos e organização de informações.

Ele se integra aos aplicativos do Google Workspace e inclui créditos mensais de IA para geração de vídeos nos apps Flow e Whisk.

  • Preço: Gratuito, com planos pagos
  • Disponível: Android | iOS
Apps de IA te ajudam a garantir mais produtividade ao usar o tablet (Imagem: Daniel Romero/Unsplash)
Apps de IA te ajudam a garantir mais produtividade ao usar o tablet (Imagem: Daniel Romero/Unsplash)

3. Claude

é uma IA completa para apoio criativo e produtivo, que oferece geração de código, visualização de dados, escrita e edição de conteúdo, análise de textos e imagens, pesquisa na web e uso de extensões.

  • Preço: Gratuito, com planos pagos
  • Disponível: Android | iOS

4. Perplexity

No Perplexity, é possível realizar buscas ilimitadas, acessar histórico de pesquisas e gerar imagens, com uploads limitados a três arquivos por dia.

Usuários gratuitos têm também três pesquisas Pro e três usos da função Research diários, permitindo raciocínio avançado e planejamento de tarefas.

  • Preço: Gratuito, com planos pagos
  • Disponível: Android | iOS

5. NotebookLM

NotebookLM é um assistente de pesquisa e escrita que ajuda a transformar vídeos do YouTube em resumos, organizar anotações e acompanhar informações de forma prática.

Seu grande diferencial é consultar os conteúdos apenas dos documentos enviados no chat, sem acesso a fontes externas, o que torna mais fácil estudar, criar projetos ou revisar materiais importantes.

  • Preço: Gratuito, com planos pagos
  • Disponível: Android | iOS
Galaxy Tab S10 Ultra
Dá para usar as IAs de graça, ou pagar os planos premium para acessar mais recursos. (Imagem: Thalles de Souza Ribeiro/Canaltech)

6. Picsart

Picsart é uma plataforma de edição de fotos e vídeos que combina recursos tradicionais com inteligência artificial.

A ferramenta permite melhorar imagens automaticamente, remover fundos, aplicar filtros e efeitos, adicionar textos e criar colagens ou designs de forma simples e rápida.

É voltada tanto para usuários que querem apenas ajustes rápidos quanto para quem busca produzir conteúdo visual para redes sociais, apresentações ou projetos criativos.

  • Preço: Gratuito, com planos pagos
  • Disponível: Android | iOS

7. Photoroom

Photoroom é uma ferramenta de edição de fotos que usa inteligência artificial para remover fundos, criar colagens, ajustar cores e aplicar efeitos.

Na versão gratuita, é possível fazer até 250 exportações por mês sem marca d’água, usar modelos prontos, aplicar fundos e sombras geradas por IA e ajustar imagens de forma rápida.

  • Preço: Gratuito, com planos pagos
  • Disponível: Android | iOS

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VÍDEO: Celular dobrável vs Tablet: qual ESCOLHER?

 

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Atitude simpática no trânsito pode render multa; entenda

Você já buzinou rapidamente para cumprimentar um conhecido ou agradecer a gentileza de um motorista no trânsito? Pode até parecer inofensivo, mas este hábito pode sair caro: é que o Código de Trânsito Brasileiro (CBT) e resoluções do Conselho Nacional de Trânsito determinam que o uso da buzina é restrito a situações específicas; fora delas, o condutor fica sujeito a multa

O artigo 41 do CTB é claro: a buzina só deve ser usada com um toque breve quando o condutor for alertar outros para evitar possíveis acidentes, ou para indicar a intenção de ultrapassagem — mas só fora de áreas urbanas. Mesmo nesses casos, o uso da buzina deve ser breve. 

Em outras palavras, a buzina só deve ser usada para avisar outros motoristas sobre algum fator que coloque a segurança em risco, ou antes de uma ultrapassagem fora das vias urbanas. 


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Regras para uso da buzina

Enquanto muitos usam a buzina de uma forma que permite praticamente dialogar com outros motoristas, há também aqueles que acionam o equipamento para expressar irritação ou repreender algum condutor. Só que essas condutas são consideradas infrações. 

O uso incorreto da buzina pode render multa (SkitterPhoto/Pixabay/CC)

Segundo o artigo 227 do CTB, é infração usar a buzina de forma que não seja um simples toque como advertência ou acioná-la de forma prolongada. O Código também considera infração o uso da buzina entre 22h e 6h, bem como em locais e horários proibidos

Em todos estes casos, o motorista infrator fica sujeito à multa de R$ 88,38 e penalização de três pontos na Carteira Nacional de Habilitação.  

Leia também:

Vídeo: CARREGADOR ULTRA RÁPIDO BYD | SALÃO DO AUTOMÓVEL XANGAI 

 

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A Mulher na Cabine 10: tudo sobre novo suspense da Netflix com Keira Knightley

Chega em outubro na Netflix o filme A Mulher na Cabine 10, adaptação que é uma das mais aguardadas do ano.

Longa-metragem de suspense estrelado por Keira Knightley, o título já teve seu trailer revelado em agosto, quando a audiência teve os primeiros vislumbres do clima de tensão e paranoia que prometem dominar a trama.

Tudo sobre A Mulher na Cabine 10

A fim de reunir todas as informações já divulgadas sobre a história em um só lugar, o Canaltech montou um guia de A Mulher na Cabine 10 com detalhes sobre a história, elenco, equipe e muito mais do projeto. Confira e tire todas as suas dúvidas!


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Filme é baseado em um livro?

Sim, o longa-metragem da Netflix é baseado no livro de mesmo nome escrito por Ruth Ware em 2016. Best-seller, o título ficou por mais de 30 semanas na lista de mais vendidos do The New York Times, foi um arrasa quarteirão de vendas em todo o mundo e chegou a ser comparado aos romances policiais de Agatha Christie.

Qual é a história de A Mulher na Cabine 10?

Dirigido pelo cineasta Simon Stone (A Filha) – que para construir sua narrativa contou ter se inspirado em thrillers clássicos dos anos 1970 e no filme A Dama Oculta (1983), de Alfred Hitchcock –, A Mulher na Cabine 10 conta a história de Laura “Lo” Blacklock, jornalista que está cobrindo a viagem inaugural de um cruzeiro de luxo.

Projeto que promete ser uma “abordagem incomum para fazer caridade”, a viagem toma um rumo ainda mais inesperado quando Lo vê uma mulher cair no mar no meio da madrugada.

Ciente de que a tragédia aconteceu com a passageira da cabine 10, a jornalista tenta avisar à equipe da embarcação sobre o que aconteceu, mas para sua surpresa é informada de que não havia ninguém na cabine indicada e que todos os tripulantes continuam a bordo.

Guy Pearce é o capitão da embarcação em A Mulher na Cabine 10 (Imagem: Divulgação/Netflix)

Desconfiada de que há uma conspiração para encobrir a situação, Lo  tenta descobrir sozinha o que aconteceu, ficando cada vez mais paranoica e arriscando a própria vida em alto-mar.

Quem faz parte do elenco do longa-metragem?

Além de Keira Knightley – conhecida por Orgulho e Preconceito, Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra e, mais recentemente, Black Doves, também da Netflix – o filme também conta com Guy Pearce (Amnésia) na pele de Richard Bullme, o rico proprietário do superiate; Kaya Scodelario (Skins) como Grace, uma jovem influenciadora que faz parte da tripulação; e Daniel Ings (Magnatas do Crime) como Adam, um herdeiro da indústria da mídia também presente no navio.

Além deles, completam o elenco do longa a atriz Hannah Waddingham (Ted Lasso) como Heide, uma mulher deveras fofoqueira; e David Ajala (Star Trek: Discovery) como Ben, um fotógrafo que se torna aliado de Lo.

Protagonista começa a desconfiar de todos ao seu redor após presenciar uma tragédia (Imagem: Divulgação/Netflix)

Quando A Mulher na Cabine 10 estreia na Netflix?

A Mulher na Cabine 10 estreia em 10 de outubro de 2025 na Netflix.

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Qual personagem Stan Lee confessou que gostaria de levar da DC para a Marvel?

Poucos sabem que Stan Lee, o lendário criador de ícones como Homem-Aranha, X-Men e Quarteto Fantástico, tinha um personagem favorito da DC Comics — a ponto de querer “roubá-lo” da rival para integrar o Universo Marvel. E não se trata de Superman, Batman ou Mulher-Maravilha, e sim de um dos anti-heróis mais caóticos e violentos dos quadrinhos: Lobo.

Em uma entrevista resgatada de um evento no Canadá, Fan Expo Canada, de 2016, Lee revelou que gostaria de ter criado o personagem e até afirmou que ele se encaixaria melhor no Universo Marvel.

“Meu personagem favorito da DC é o Lobo, embora você não pudesse chamá-lo de herói”, declarou o escritor no painel de perguntas e respostas registrado pelo site Heroic Hollywood na época.


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“Achei que ele deveria ser um personagem da Marvel, porque era o pior ser humano da Terra, tão mau, vil, forte e feio… e eu adorava isso! Mas ele pertencia à DC, que nunca soube o que fazer com ele”, completou a lenda, quando ainda estava entre nós.

Imagem: Reprodução/DC Comics

Criado em 1983 por Roger Slifer e Keith Giffen, Lobo surgiu em Omega Men #3 e rapidamente se tornou um ícone da editora. O mercenário intergaláctico, conhecido como “O Maioral”, ficou famoso por ter exterminado toda a sua raça apenas por diversão, além de carregar uma reputação de imortalidade — banido tanto do céu quanto do inferno.

Sua popularidade o manteve em diferentes fases da DC, ora como vilão, ora como anti-herói cômico, sempre exagerado em violência e sarcasmo.

Lobo nos cinemas

Agora, os fãs finalmente verão o Maioral em ação na tela grande. O personagem será interpretado por Jason Momoa em Supergirl, produção do novo Universo Cinematográfico DC (DCU, na sigla em inglês) comandado por James Gunn

Imagem: Reprodução/DC Comics

A estreia de Lobo nos cinemas, programada para junho de 2026, marcará a chegada de um dos personagens mais insanos dos quadrinhos ao cinema — e deverá deixar no ar a imaginação sobre como teria sido se, um dia, fosse parte da Marvel.

Embora Lobo seja sempre comparado a Wolverine, com o tempo a Marvel encontrou um personagem próprio para explorar algo semelhante ao Maioral sob a visão de Stan Lee, com Deadpool.

O Mercenário Tagarela, cheio de irreverência e humor ácido, preencheu o espaço que Lee buscava por um personagem mais anárquico no Universo Marvel. E, apesar de não ter participação direta na criação de Deadpool, Lee deixou sua marca no personagem com uma famosa aparição especial no primeiro filme solo do herói, em 2016.

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5 principais linguagens de programação no mercado para 2026

Inteligência artificial (IA), desenvolvimento web e aplicações para mobile são algumas das tecnologias que definem o futuro da programação para o próximo ano. 

O Canaltech separou cinco principais linguagens de programação que são essenciais para os desenvolvedores que querem se manter competitivos no mercado em 2026 e até se destacar em seus cargos. 

5 principais linguagens de programação 

Confira abaixo as linguagens de programação selecionadas: 


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  1. Python
  2. JavaScript
  3. TypeScript
  4. Java
  5. Kotlin e Swift

1 – Python

O Python pode ser considerada a “linguagem universal” da tecnologia, conhecida por ter uma sintaxe simples e legível. Foi criada para ser fácil de aprender e de aprender a usar, e se tornou uma das linguagens preferidas para desenvolvimento web, automação de tarefas e análise de dados. 

Com a explosão da IA e também do machine learning, o Python se tornou uma linguagem essencial para se destacar na programação em 2026. 

Com bibliotecas como TensorFlow e PyTorch, pode ser utilizada para criação de chatbots e sistemas de reconhecimento de imagem, por exemplo. Além disso, a sua versatilidade a torna ideal para automação empresarial e desenvolvimento back-end. 

2 – JavaScript

O JavaScript é responsável por fazer os sites funcionarem de forma interativa, e foi criado originalmente para dar dinamismo às páginas da web. Mas, hoje é capaz de ser utilizada para construção de aplicações complexas, desde a interface para os usuários até o servidor.

Para o próximo ano, o JavaScript se torna importante por ser uma linguagem full-stack, ou seja, permite tanto o desenvolvimento front-end quanto back-end numa só tecnologia.

Com frameworks como React e Node.js, a linguagem domina o desenvolvimento de aplicações web modernas. Outro motivo que a torna essencial para desenvolvedores é a sua versatilidade, que permite também que criem apps móveis através do React Native.

3 – TypeScript

Desenvolvida pela Microsoft, o TypeScript é uma extensão do JavaScript, que adiciona uma tipagem estática à linguagem. É uma linguagem que compila para JavaScript puro, e mantém toda a compatibilidade ao mesmo tempo que oferece recursos adicionais de detecção de erros durante o desenvolvimento.

O valor dessa linguagem está no fato de que, à medida que as aplicações web se tornam mais complexas, a necessidade de um código mais seguro e fácil de manter se torna maior. E esse é um problema que o TypeScript resolve, ao permitir que desenvolvedores detectem erros antes mesmo da execução do código.

Essa linguagem já é utilizada por grandes empresas globais como Google, Microsoft e Airbnb.

4 – Java

O Java é uma linguagem robusta para aplicações empresariais. É orientada a objetos e foi criada para ser segura, portável e eficiente. Conhecida pelo lema “escreva uma vez, execute em qualquer lugar”, te permite criar aplicações que funcionam em diferentes sistemas operacionais.

Em 2026, o Java continua como a espinha dorsal de sistemas empresariais críticos e aplicações Android, devido a sua estabilidade, performance e vasto ecossistema que a mantêm como escolha preferida para bancos, e-commerces e grandes companhias.

Mesmo com a concorrência do Kotlin no Android, a linguagem de programação ainda é fundamental para desenvolvedores que trabalham em projetos de grande escala. 

5 – Kotlin e Swift

Por fim, duas linguagens de programação com grande foco para mobile dividem a última posição na lista.

O Kotlin é a linguagem preferida do Google para o desenvolvimento em Android, enquanto Swift foi criada pela própria Apple para desenvolver aplicações iOS, macOS, watchOS e tvOS. 

Ambas combinam performance otimizada com uma sintaxe moderna e recursos avançados de segurança para suas respectivas plataformas. Juntas, cobrem grande parte do mercado de smartphones.

Com o mercado mobile ainda em expansão, é essencial dominar essas duas linguagens caso o desenvolvedor queira trabalhar com o desenvolvimento para aparelhos móveis. 

O Swift oferece integração completa com todo o ecossistema Apple, além de recursos exclusivos do iOS. Já o Kotlin é totalmente interoperável com Java, e oferece código mais conciso para Android. 

Veja também:

VÍDEO: Chat GPT, Perplexity, Claude, Gemini: QUAL escolher?

 

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O que esperar de cada um dos estágios do eclipse solar parcial no domingo (21)

Neste domingo (21), um eclipse solar parcial vai encantar milhões de pessoas. O fenômeno acontece quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, bloqueando parte da luz solar. O evento será visível em ilhas do Pacífico, na Nova Zelândia, em partes da Austrália e até na Antártica, mas também poderá ser acompanhado online por transmissões ao vivo em regiões não contempladas. Veja o que esperar de cada estágio.

Primeiro contato (início do parcial)

Primeiro contato (C1) é quando a borda da Lua toca pela primeira vez o disco do Sol. O eclipse começa oficialmente às 14h29 (horário de Brasília), quando a borda da Lua começa a encobrir o canto superior do Sol. Esse momento inicial será visível primeiro em Samoa, país da Oceania. Para quem observa, é como se uma pequena mordida tivesse sido feita no Sol.

Profundidade do parcial

Nas horas seguintes, o eclipse se expande por uma ampla área do Pacífico, alcançando regiões como Nova Zelândia e Fiji. À medida que a Lua avança, o Sol vai ganhando o formato de uma crescente brilhante, criando um efeito visual único. É nesse estágio que muitas pessoas começam a perceber a mudança na intensidade da luz ambiente.


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Fases de um eclipse solar parcial (Imagem: Mark Tegethoff)

Máximo do eclipse

Máximo é o instante em que a maior parte do Sol fica encoberta pela Lua. O ponto alto acontece às 16h41 (horário de Brasília), sobre uma região isolada do Pacífico. Na Nova Zelândia e na Antártica, mais de 70% do disco solar ficará coberto, transformando o Sol em um “sorriso luminoso” no céu. Durante esse período, sombras projetadas no chão através de folhas ou objetos furados podem revelar miniaturas em forma de meia-lua.

Fim do parcial

Após o ápice, a Lua começa a se afastar lentamente, dando a impressão de deslizar para fora do disco solar. O último vislumbre do eclipse solar parcial poderá ser visto de uma península remota da Antártica às 18h53 (horário de Brasília), encerrando o espetáculo celeste.

Leia também:

VÍDEO | COMO VER UM ECLIPSE SOLAR EM SEGURANÇA? 

 

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Volkswagen derruba preços do Nivus e SUV sai a custo de Tera

O Volkswagen Nivus Highline 2026 pode ser adquirido com até R$ 20 mil de desconto nos próximos dias, baixando para até R$ 146 mil. O preço especial vale até 30 de setembro, e coloca o SUV coupé para com outras opções do mercado, como o Volkswagen Tera. 

Normalmente, a versão Highline do Nivus tem preço de tabela de R$ 166 mil, mas a oferta baixa o custo para R$ 146 mil. Para comparação, considere que o Tera High custa quase R$ 149 mil na versão mais completa e equipada com todos os opcionais. 

Vale lembrar que o desconto vale para compradores que levarem um usado de 2012 ou mais recente e que tenha rodado até 10 mil quilômetros anuais para a negociação. Quem não tiver outro carro para a troca pode optar pela taxa de 0% do financiamento pelo banco da montadora. 


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Como é o VW Nivus 2026 

O Nivus Highline 2026 é equipado com motor 1.0 turboflex, que entrega potência 116 cv com gasolina e 128 cv com etanol e  20,4 kgf/m de torque. Com transmissão automática de seis marchas, o SUV vai de 0 a 100 km/h em cerca de 10 segundos e alcança a velocidade máxima de 192 km/h. 

O Nivus pode ser adquirido com redução de até R$ 20 mil (Divulgação/Volkswagen)

A versão Highline contemplada pela promoção não inclui opcionais. Mesmo assim, quem comprar o carro vai levar para a garagem um modelo com piloto automático adaptativo, alerta de colisão com frenagem autônoma, tela multimídia de 10,1” com internet a bordo e até detectores de fadiga do condutor

Leia também:

Vídeo: Peugeot 2008: conheça detalhes do SUV compacto    

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