Ghost of Yōtei ganha trailer cinemático impressionante a 2 semanas do lançamento

Ghost of Yōtei, o próximo exclusivo do PlayStation 5 a ser lançado pelos estúdios da Sony, ganhou um trailer cinemático nesta quinta-feira (18), destacando a jornada da protagonista Atsu em sua busca pela vingança. Gerado em computação gráfica (CGI), o vídeo traz qualidade de cinema e sublinha o clima mais dramático da sequência de Ghost of Tsushima (2020).

Narrado pela personagem principal, a cinemática mostra Atsu relembrando seu passado traumático, interagindo com uma loba e enfrentando o que parece ter sido o algoz de seus entes queridos.

Ela diz: “O que suportamos nos torna quem somos. Mas um fantasma escolhe o que se tornar…”, refletindo a natureza furtiva e lendária do tema que liga ambos os jogos da franquia. Confira o vídeo abaixo:


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Ghost of Yōtei é ambientado 300 anos depois de Ghost of Tsushima, desta vez na ilha de Ezo (atual Hokkaido) no século XVII, numa área rural. Ao invés do Império Mongol, a mercenária Atsu enfrenta os assassinos de sua família, sem conexão com o primeiro título da Sucker Punch.

Apesar da desconexão, o tema de vingança e uso de táticas furtivas e samurai, bem como a ambientação japonesa, ligam os dois jogos.

Ghost of Yōtei será lançado exclusivamente no PlayStation 5 em 2 de outubro de 2025.

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VÍDEO | Ainda vale a pena comprar um console?

 

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AMD lança Radeon RX 7700 com 16 GB voltada para jogos em 1440p

Se você acompanha a AMD, sabe que ela costuma lançar novos produtos baseados em tecnologias de gerações passadas, seja em CPUs ou placa de vídeos. Sem qualquer alarde (para variar), o Time Vermelho lançou mais uma GPU baseada em RDNA 3. Estamos falando de uma Radeon RX 7700 com mais memória de vídeo, entre outras diferenças em relação à versão XT.

A nova GPU da AMD já tem uma página dedicada com todas as especificações. Uma das grandes diferenças com o modelo XT acontecem em VRAM, que subiu de 12 para 16 GB. E não só isso, já que com uma interface maior (256-bit), e velocidade de até 19,5 Gbps (contra os 192-bit e 18 Gbps da GPU mais forte), a largura de banda foi para 624 GB/s, um aumento de mais de 30%.

Radeon RX 7700 é para games em 1440p mesmo com menos CUs

Essa melhoria por si só já teria potencial em elevar o desempenho da nova Radeon RX 7700 comparada com a versão XT, mas não é bem isso que acontecerá na prática, já que esse modelo tem menos núcleos. Curiosamente, a AMD decidiu por elevar consideravelmente as especificações de VRAM, mesmo a GPU se encaixando em um nível abaixo da RX 7700 XT.


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Radeon RX 7700 vs. RX 7700 XT
GPU RX 7700 RX 7700 XT
CUs/SPs 40/2.560 54/3.456
VRAM 16 GB 256-bit 12 GB 192-bit
Velocidade da VRAM 19.5 Gbps/624 GB/s 18 Gbps/432 GB/s
Aceleradores de RT/IA 40/80 54/108
TDP 263W 245 W

A RX 7700 tem 14 unidades computacionais a menos que a RX 7700 XT, totalizando 40 CUs e 2.560 stream processors (núcleos das GPUs da AMD). Isso afeta também os aceleradores de ray tracing e IA, que caem para 40 e 80 núcleos, respectivamente.

Outra mudança curiosa é no consumo. A nova GPU RDNA 3, embora equipada com menos núcleos, tem TDP de 263W, quase 20W a mais que a versão XT. Esse aumento, como é de se esperar, acontece por conta da maior quantidade de módulos de memória e clocks maiores.

Como a Radeon RX 7700 XT tem desempenho muito similar à RX 9060 XT em rasterização, é fácil esperar que a RX 7700 seja inferior. Segundo benchmarks da própria AMD, a nova GPU também é voltada para jogos pesados em 1440p, mesmo com menos núcleos. A placa consegue entregar mais de 60 FPS em games mais pesados em 1440P, como Resident Evil 4, Dying Light 2, Spider-Man 2, entre outros. 

Radeon RX 7700 em games em 1440p
Radeon RX 7700 em games em 1440p (AMD)
Radeon RX 7700 XT em games em 1440p
Radeon RX 7700 XT em games em 1440p (AMD)

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Grupo Cadastra abre 28 vagas para estágio com foco em inteligência artificial

O Grupo Cadastra está com inscrições abertas para o seu programa de estágio, o Digital Start 2025, voltado para estudantes que querem desenvolver competências em inteligência artificial (IA) e mindset digital. Os interessados têm até 13 de outubro para se inscrever.

Ao todo, são 28 vagas de estágio distribuídas para as cidades de São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), tanto na Cadastra quanto na Adtail, uma agência digital full service do grupo, especializada em performance e inteligência de dados. 

O programa busca por estudantes de graduação que estejam pelo menos no terceiro semestre, com disponibilidade para estagiar 30 horas semanais em modelo híbrido. 


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Um dos diferenciais do Digital Start 2025 é o conceito “AI in the skin” (IA na pele, em inglês), que coloca IA não só como uma ferramenta mas como uma forma de pensar e agir no ambiente digital. 

Como funciona o programa

Os selecionados no programa terão contato direto com grandes clientes e participarão de projetos estratégicos da empresa. Os estagiários atuarão em áreas como Mídia, Data & Analytics e CRM, tendo uma imersão total na cultura digital da empresa.

O programa conta com benefícios competitivos, como bolsa-auxílio compatível com o mercado, vale-alimentação e refeição, programa de capacitação e desenvolvimento, apoio à saúde emocional e Total Pass. Há também participação nos lucros e resultados (PLR).

De acordo com a Cadastra, pessoas que entraram no programa de estágio Digital Start possuem histórico de sucesso na empresa, e alguns ocupam hoje cargos de liderança e até são sócios. 

A companhia foi 15 vezes certificada como Great Place To Work e reconhecida pelo Financial Times em 2023 como uma das empresas que mais crescem nas Américas.

Como se inscrever

Para se inscrever, os interessados devem acessar a página oficial do programa na Gupy (digitalstart2025.gupy.io) e se inscrever até o dia 13 de outubro. 

Os candidatos também devem ter previsão de formatura a partir do segundo semestre de 2027 e estarem matriculados em um curso superior de administração, publicidade e propaganda, comunicação, marketing, relações públicas, jornalismo, análise de dados, análise de sistemas, engenharia de software, tecnologia ou correlatos.

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Brasil é terceiro país que mais usa o Claude — saiba o que o brasileiro pergunta

Um relatório divulgado pela Anthropic aponta que o Brasil é o terceiro país que mais utiliza o Claude.ai, ferramenta de inteligência artificial (IA) da empresa. O documento também revelou o que os brasileiros buscam ao usar o sistema.

A nova edição do Anthropic Economic Index contou com a introdução de uma análise geográfica das conversas realizadas com o Claude, possibilitando mostrar detalhes do uso do sistema em diferentes regiões do mundo.

Os Estados Unidos despontam como o país que mais utiliza o Claude (21,6% dos usuários), seguidos pela Índia (7,2%) e pelo Brasil (3,7%).


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“No entanto, essa concentração é afetada pelo tamanho populacional de cada país — países maiores podem ter parcelas de uso mais elevadas simplesmente devido à população”, informa o relatório.

Como os brasileiros usam o Claude?

O relatório revela que os usuários do Claude no Brasil recorrem à ferramenta de IA da Anthropic principalmente para serviços de tradução e aprendizagem de idiomas, além de assistência em aplicações jurídicas.

Outros usos frequentes do Claude entre os brasileiros são:

  • auxílio na criação e otimização de conteúdo e estratégias de marketing;
  • edição e melhoria de conteúdos e documentos já existentes;
  • suporte no desenvolvimento de jogos, programação e atividades ligadas a games.

O relatório apontou que, no caso dos Estados Unidos, o uso predominante da ferramenta de IA está relacionado ao gerenciamento doméstico, busca por empregos e orientação médica. Já na Índia, as solicitações concentram-se no desenvolvimento de software.

Claude AI
Brasileiros em sua maiora usam o Claude para fazer a tradução de textos (Viviane França/Canaltech)

De acordo com a Anthropic, a geografia molda “surpreendentemente” não apenas para que as ferramentas de IA são usadas, mas também como elas são utilizadas.

“Os padrões geográficos de adoção da IA — onde ela é usada, para quais tarefas e como — sugerem que, para concretizar o potencial da IA em benefício das pessoas em todo o mundo, os formuladores de políticas precisam prestar atenção à concentração local do uso e à adoção da IA, além de abordar o risco de aprofundar as desigualdades digitais”, conclui o relatório.

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Filme de Resident Evil não irá adaptar história de nenhum jogo

O diretor do filme Resident Evil, Zach Cregger, afirma que a história do longa-metragem não acompanhará os jogos e será “completamente original”.

Em entrevista publicada pela Entertainment Weekly nesta semana, ele afirma que a trama vai se inspirar nos games, mas seguirá outro caminho:

“É uma história completamente original. Quando você assistir, vai perceber que ela é muito ‘cara do Zach’. Ela se passa no mundo de Resident Evil. Não acho que os fãs dos jogos se sentirão prejudicados”. 


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Ele também diz que não usará os personagens da franquia de forma indiscriminada, então o público pode ficar mais tranquilo em relação a eles:

“Não vou roubar o Leon e colocá-lo em uma história original. Isso seria presunçoso. Mas eu respeito os jogos o suficiente, contarei uma história de Resident Evil dentro do cânone, que vai manter tudo que vocês amam dos jogos intacto. Você consegue entender?”.

Imagem de Resident Evil
Zach Cregger afirma que não usará os personagens de Resident Evil sem pudores (Imagem: Divulgação/Capcom)

Vale notar que a trama do longa-metragem e os detalhes da produção — como a data de estreia e seu elenco — não foram oficialmente divulgados. Mais informações devem ser divulgadas em um breve futuro.

Nova adaptação de Resident Evil

Zach Cregger, que também dirigiu filmes como A Hora do Mal e Noites Brutais, afirma que sabe como produzir uma adaptação digna daquilo que os fãs esperam.

“Eu acho que, quando você ver, vai entender como eu sou obcecado com ideias originais e ainda conseguir que o filme seja uma obra adaptada. Eu sei que não faz muito sentido agora, mas espero que isso seja esclarecido em algum momento”, revela o diretor de Resident Evil.

As últimas adaptações da franquia foram muito criticadas pelo público, tanto os 6 longa-metragens do diretor Paul W. S. Anderson (que contava com Milla Jovovich como protagonista) quanto Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City. Com uma expectativa baixa do público, a adaptação de Zach Cregger pode (ou não) representar um alívio para os fãs dentro da franquia

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Novo God of War: Kratos trocará Machado Leviatã por espada egípcia

Um novo vazamento diz que Kratos usará uma espada egípcia no próximo jogo da franquia God of War, o que reforça a presença da mitologia egípcia na trama. Em vídeo publicado nesta quinta-feira (18) pelo insider Tom Henderson, mais detalhes foram fornecidos sobre a sequência de Ragnarök. 

Após empunhar as Lâminas do Caos e o Machado Leviatã, o personagem terá em mãos uma arma nativa da região do norte africano — que é referenciado por Henderson como semelhante ao visto na franquia Prince of Persia (que pode ser um khopesh)

A cultura egípcia é referenciada de vários modos na franquia God of War. Nos dois últimos jogos, lançados em 2018 e 2022, há várias dicas que deuses de lá existem e também usam suas forças para agir sobre os mortais. Além disso, foi publicada a HQ “Fallen God” em 2020 — que é ambientada no Egito.


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Na trama, Kratos se envolve apenas com Thoth, o deus das ciências e da sabedoria. Porém, não é revelado qual seria a razão para ele voltar a visitar o local e como os demais podem reagir na trama. 

Imagem de God of War Fallen God
Kratos já visitou o Egito no passado em uma HQ (Imagem: Reprodução/Dark Horse Comics)

O Egito em God of War

Inicialmente, o reboot de God of War foi concebido para se passar na região do Egito. Artes conceituais já foram divulgadas, com Kratos e Atreus de frente a criaturas da mitologia em uma região desértica.

Porém, a ideia de Cory Barlog mudou e se direcionou para as terras nórdicas — cujo conceito seguiu adiante para o primeiro jogo da franquia e sua sequência, Ragnarök. 

Imagem de God of War
O jogo God of War de 2018 foi concebido para se passar na mitologia egípcia (Imagem: Reprodução/Santa Monica Studio)

God of War no papel

Aparentemente a Sony possui alguns projetos de God of War sendo produzidos, porém nenhum deles foi confirmado pela companhia.

Além do jogo principal, que possivelmente trará o retorno de Kratos à mitologia egípcia, também foram revelados remakes e até mesmo uma aventura de gênero diferente do que estamos acostumados na franquia.

Como os primeiros God of War seguem inacessíveis, muito se esperou pelo anúncio de um remake das aventuras originais no aniversário de 20 anos — o que não ocorreu. Também entrou nos rumores um projeto metroidvania que levará os jogadores de volta à Grécia. 

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Brasileiros revelam prioridade número um na hora de escolher um elétrico

A maioria dos brasileiros interessados em eletrificados (sejam elétricos ou híbridos) toparia gastar entre R$ 100 mil e R$ 150 mil na compra. É o que revelou um novo levantamento da Webmotors com mais de 1,3 mil respostas obtidas em abril, que indica que preço e autonomia seguem como os fatores mais relevantes para o consumidor no país.

Segundo os resultados, 35% dos entrevistados consideram que essa faixa de valor é a ideal levando em conta orçamento e expectativas. Na sequência, 25% optariam por carros entre R$ 150 e R$ 200 mil, enquanto apenas 5% levariam carros que custassem mais de R$ 300 mil.  

Já o recorte por tipo de eletrificado mostrou que os híbridos lideram com 42% das menções, seguidos por 24% dos consumidores que ainda não comprariam nenhum dos dois. Outros 18% afirmaram que poderiam adquirir tanto híbridos quanto elétricos.


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O que o brasileiro mais valoriza

Quando o assunto são as características mais desejadas, a autonomia superior (maior distância percorrida em uma só carga) foi a prioridade para 59% dos participantes da pesquisa, seguida por tecnologia avançada (45%), conforto e interior (36%). Outros 35% destacaram a facilidade e economia  na manutenção (35%). Sustentabilidade, desempenho e design também apareceram entre as preferências, mas em menor escala.

A autonomia para percorrer longas distâncias é o que os brasileiros mais procuram nos elétricos (Michael Marais/Unsplash)

“Os híbridos despontam porque oferecem alternativas diante da infraestrutura de carregamento ainda limitada no país. Já os elétricos têm oportunidades, desde que entreguem preço competitivo e maior autonomia”, declarou Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors.  

Segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o setor de veículos leves e eletrificados mostra avanço consistente — no momento, o destaque fica por conta dos híbridos plug-in, que tiveram crescimento de mais de 90% em comparação com abril de 2024.  

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