5 truques para criar a imagem perfeita usando o Gemini

Criar imagens com inteligência artificial pode parecer simples, mas alguns cuidados com o prompt fazem toda a diferença no resultado final. No Gemini, quanto mais claros forem os comandos, mais próxima da sua ideia será a imagem gerada.

5 dicas para criar a imagem perfeita e realista usando o Gemini

A geração de imagens com o Gemini depende de como você organiza as ideias, do nível de detalhe usado e até de ajustes feitos depois da primeira versão. Veja 5 dicas:

  • Tenha clareza sobre o que quer criar
  • Pense no fundo e no contexto
  • Foque no principal
  • Considere iluminação e cores
  • Peça ajustes

1. Tenha clareza sobre o que quer criar

Antes de começar, defina mentalmente o resultado que deseja. Pense no estilo (realista, cartoon, futurista), no formato da imagem (retrato, paisagem, quadrada) e nos elementos essenciais que não podem faltar. 


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Quanto mais precisa for a descrição, melhor será a imagem gerada pelo Gemini.

2. Pense no fundo e no contexto

O cenário pode transformar a mensagem da imagem. Um fundo neutro funciona bem quando o destaque é o personagem principal, enquanto ambientes mais detalhados podem contar uma história.

Use referências para guiar o contexto, como “um parque no outono” ou “um escritório minimalista”.

Gemini
Existem alguns truques para gerar imagens perfeitas no Gemini. (Imagem: Marcelo Salvatico/Canaltech)

3. Foque no principal

A IA tende a distribuir atenção entre todos os elementos que você cita. Por isso, destaque em sua descrição o que deve aparecer em primeiro plano. 

Use prompts que contenham “o foco deve estar em…” ou “destaque…” para garantir que a imagem priorize o que é mais importante.

4. Considere iluminação e cores

A luz e as cores são responsáveis pelo clima da cena. Por exemplo, a luz natural pode deixar o resultado mais realista, enquanto uma paleta intensa dá energia e impacto visual.

Se preferir algo mais artístico, pode pedir por luz dramática ou cores pastéis, por exemplo. Quanto mais específico, mais fiel será o resultado.

5. Peça ajustes

Nem sempre a primeira versão sai perfeita. Peça correções, como mudar o tom das cores, melhorar a nitidez ou alterar expressões.

Os ajustes de detalhes são parte do processo criativo e permitem que a imagem fique cada vez mais próxima do que você imaginou.

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VÍDEO: O Gemini é muito bom (e isso é um problema)

 

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Marvel revela o maior superpoder de seu universo nas mãos do Doutor Destino

O Doutor Destino sempre foi considerado um dos vilões mais perigosos da Marvel, mas em sua fase atual o personagem ultrapassou qualquer limite. Agora como Mago Supremo, Victor Von Doom domina um poder que pode mudar o destino de todo o universo da Casa das Ideias: a magia do tempo.

Atenção para spoilers de Fantastic Four #3!

Na HQ Fantastic Four #3, lançada recentemente, Casa das Ideias finalmente mostra qual é a habilidade mais devastadora do seu multiverso — e o vilão a usa para manter a humanidade sob seu controle absoluto.


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De acordo com a trama, Doom descobriu como “resetar” o tempo sempre que se encontra em perigo. Não importa quão perto esteja da derrota, ele simplesmente volta alguns instantes e cria uma nova estratégia, garantindo que seus inimigos nunca consigam superá-lo.

Em sua ofensiva mais recente, ele chegou a enviar o cacareco de viagem temporal Time-Sled da Família Fantástica ao passado, deixando para trás uma mensagem em braile que alerta sobre as atrocidades que ainda estão por vir.

Imagem: Reprodução/Marvel Comics

Essa habilidade funciona como um “botão de reinício” que torna o vilão essencialmente invencível. Não é apenas a vasta lista de feitiços que Doom carrega como Mago Supremo que o torna temível — é o simples fato de que o tempo está sempre ao seu favor.

O Quarteto Fantástico até conseguiu se reagrupar graças a uma contingência criada por Reed Richards, mas ainda não há solução aparente para lidar com o vilão. Cada vez que os heróis bolam um plano, Doom já tem a resposta pronta — afinal, ele pode refazer infinitamente os eventos até estar em vantagem.

A grande questão é: existe alguma forma de derrotar alguém com controle total sobre o tempo? Se não houver, o Universo Marvel corre o risco de ficar preso em um ciclo eterno sob a tirania de Doom.

Veremos como isso será solucionado ao final da saga One World Under Doom, que acaba em novembro.

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3 melhores jogos da franquia Silent Hill

A franquia Silent Hill, ao lado de Resident Evil, representa a verdadeira essência do que é um jogo survival horror. Em uma época que o gênero era “experimental”, ela fez história e criou uma tendência que segue até hoje.

Mesmo que a saga da Konami tenha mais baixos do que altos, ela trouxe ideias e conceitos que se tornaram aclamados — principalmente quando se debate os terrores psicológicos como o tema central das experiências.

Para celebrar Silent Hill, o Canaltech reniu nesta lista os 3 melhores jogos da saga. Será que seu favorito está entre eles? Confira a seguir.


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3. Silent Hill

Lançado no PlayStation em 1999, Silent Hill deu o pontapé inicial na franquia longeva e cheia de elementos sombrios.

Imagem de Silent Hill
A neblina era o grande charme de Silent Hill em 1999 (Imagem: Reprodução/Konami)

Na aventura, você vive o papel de Harry Mason, um homem que sofre um acidente de carro e acaba dentro da macabra cidade para resgatar a filha desaparecida.

Sob uma intensa neblina e cercado por monstros terríveis, Mason e os jogadores descobrem que Silent Hill não é apenas um lugar inóspito, mas também um espaço onde seus maiores traumas ganham vida.

Ao lado de Resident Evil, o primeiro jogo da franquia da Konami redefiniu o que o público sabia sobre survival horror e abriu espaço para uma quantidade ainda maior de fãs. Se zumbis não chamavam a sua atenção, os mistérios faziam este papel aqui.

Além de marcar a história, Silent Hill é um verdadeiro “milagre técnico” no PS1. Este foi um dos primeiros projetos da Konami a adotar a renderização 3D em tempo real, algo que demonstrou o potencial do hardware nos anos 1990.

Imagem de Silent Hill
A experiência do PS1 aterrorizou muitos (Imagem: Reprodução/Konami)

2. Silent Hill 3

Silent Hill 3 chegou ao PlayStation 2 em 2003 e foi responsável por criar uma conexão ainda maior com os jogadores. Desta vez a história abordava Cheryl Mason, filha de Harry — protagonista da primeira aventura.

Imagem de Silent Hill 3
Em Silent Hill 3, você joga como Cheryl, filha do protagonista do 1º game (Imagem: Reprodução/Konami)

De volta à tenebrosa cidade, ela tenta fechar um ciclo, porém todos sabemos que isso não é uma tarefa fácil. Não é?

Como a primeira protagonista feminina da franquia Silent Hill, os monstros e a abordagem levam em consideração os traumas que as mulheres carregam. Ainda que não tenha sido popular, ele teve um papel vital dentro da saga.

Um aspecto que foi criticado por muitos é que o título apela bastante para o que já foi consolidado nos capítulos anteriores. “Jogou no seguro”, sendo mais direto. Porém, nem isso tira o seu brilho como um dos melhores capítulos.

Em termos técnicos, Silent Hill 3 elevou a experiência o máximo que conseguiu no PS2 e trouxe gráficos de qualidade e um desempenho exemplar para a sua época. Ao lado de uma grande história, ele marcou muitos fãs e criou uma conexão forte com o público feminino. 

Imagem de Silent Hill 3
Como uma protagonista feminina, você encara os traumas que ela levou pela vida (Imagem: Reprodução/Konami)

1. Silent Hill 2

Por último, mas não menos importante, temos Silent Hill 2 — que foi lançado no PS2 e Xbox em 2001. Se o primeiro criou a base, o segundo título da franquia foi o responsável por mostrar que a série veio para ficar nos games.

Imagem de Silent Hill 2
Pyramid Head fez sua primeira aparição em Silent Hill 2 (Imagem: Reprodução/Konami)

Ao lado de James Suderland, os jogadores têm de visitar a tenebrosa cidade para descobrir o que houve com Mary (esposa morta do protagonista). Porém, o que descobrem é ainda mais perturbador e repleto de nuances.

Com criaturas aterrorizantes, uma história impactante e gráficos de ponta, Silent Hill 2 se tornou emblemático e, acima de tudo, desconfortável. Não tem como jogá-lo e se “sentir bem” — algo que impressionou muitos na época.

Em uma época em que o PS2 dava seus primeiros passos, o título encantou uma grande parte do público, assim como gerou sentimentos conflitantes de forma que poucos ousaram fazer dentro da indústria gaming.

Não à toa, este foi o primeiro projeto que a Konami quis trazer recentemente como remake — o que permitiu a ainda mais jogadores conhecerem o que tornou o terror de Silent Hill tão marcante para todos.

 

O mundo de Silent Hill

Ainda que tenham vários jogos para a franquia, como Silent Hill 4: The Room, o portátil Silent Hill: Origins e até mesmo a demo P.T. — que contou com a presença da parceria entre Hideo Kojima e Guillermo del Toro — nenhum estabeleceu tanto os padrões como os três primeiros.

Dito isso, os melhores games que foram lançados da franquia são:

  1. Silent Hill 2
  2. Silent Hill 3
  3. Silent Hill

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NASA chega a 6 mil exoplanetas descobertos — mas nenhum deles é igual à Terra

Na última quarta-feira (17), a NASA anunciou a contagem oficial de exoplanetas (planetas fora do nosso Sistema Solar) e chegou a 6 mil confirmados, mas nenhum igual a Terra. A conquista acontece pouco mais de três décadas após a descoberta do primeiro planeta em órbita de uma estrela como o Sol, em 1995. O número de exoplanetas confirmados é acompanhado pelo Exoplanet Science Institute (NExScI) da NASA, no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech).

A contagem é feita de forma contínua por cientistas ao redor do mundo, o que significa que não existe um “planeta número 6.000”.

O avanço foi rápido: em 2022, a marca era de 5 mil exoplanetas; agora, apenas três anos depois, esse total cresceu em mil novos mundos. Além dos já confirmados, há mais de 8 mil candidatos aguardando verificação.


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“Este marco representa décadas de exploração cósmica conduzida por telescópios espaciais da NASA, uma exploração que mudou completamente a forma como a humanidade vê o céu noturno”, diz Shawn Domagal-Goldman, diretor interino da Divisão de Astrofísica da NASA, em comunicado.

Exoplanetas

 

As descobertas revelam uma diversidade impressionante. Entre os 6 mil planetas já catalogados, estão:

  • 2.035 mundos do tipo Netuno
  • 1.984 gigantes gasosos
  • 1.761 super-Terras
  • 700 planetas rochosos (terrestres)
  • 7 mundos ainda de tipo indefinido

Há planetas cobertos de lava, outros com atmosfera de hidrogênio e hélio, alguns que orbitam duas estrelas, e até mesmo mundos com nuvens formadas por pedras preciosas.

“Cada tipo de planeta que descobrimos nos dá informações sobre as condições em que eles podem se formar e, em última análise, o quão comuns planetas como a Terra podem ser, e onde devemos procurá-los”, destaca Dawn Gelino, chefe do Programa de Exploração de Exoplanetas da NASA.

Planetas semelhantes à Terra

Apesar do avanço, encontrar um planeta realmente semelhante à Terra continua sendo o maior desafio. A luz intensa das estrelas dificulta a detecção de mundos pequenos e rochosos, como o nosso. O Sol, por exemplo, é 10 bilhões de vezes mais brilhante que a Terra, o que ofuscaria sua presença se fosse observado de longe.

Para superar essa barreira, a NASA aposta em novas tecnologias. O telescópio Nancy Grace Roman, previsto para os próximos anos, vai contar com um equipamento capaz de bloquear a luz das estrelas e revelar planetas próximos. Já o Habitable Worlds Observatory está sendo projetado para buscar diretamente planetas do tamanho da Terra em zonas habitáveis.

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Ergonomia no trabalho: mais conforto, bem-estar e produtividade sustentável

Já é sabido que o mercado de produtos ergonômicos tem crescido significativamente, impulsionado por diversos fatores, como o aumento da conscientização sobre saúde e bem-estar, a expansão do trabalho remoto e as novas regulamentações que exigem a adequação dos ambientes laborais. Essa demanda é alimentada pela necessidade das empresas de melhorar a produtividade, reduzir custos com afastamentos e doenças ocupacionais, além de cumprir a legislação vigente — como a NR17 — e garantir um ambiente de trabalho mais seguro e confortável para os colaboradores.

Mas, afinal, o que é ergonomia? A ergonomia é a ciência que estuda a relação entre o ser humano e os elementos de um sistema, com o objetivo de otimizar o bem-estar humano e o desempenho global do sistema. Neste sentido, busca adaptar o ambiente de trabalho às necessidades do ser humano, promovendo conforto, segurança e eficiência. Seu objetivo principal é estabelecer práticas e condições adequadas para a execução das atividades profissionais, prevenindo impactos negativos à saúde física, como lesões por esforço repetitivo (LERs), dores musculares e outras disfunções ocupacionais.

O impacto da ergonomia no dia a dia é realmente impressionante. A Logitech, por exemplo, possui pesquisas próprias que mostram que 9 em cada 10 usuários de produtos ergonômicos não voltariam atrás. O investimento em equipamentos adequados reflete diretamente na produtividade e no bem-estar dos profissionais, tornando o trabalho mais eficiente e agradável.


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Entre os aspectos que envolvem a ergonomia, destacam-se a postura correta, com redução de movimentos repetitivos e manuseio adequado de ferramentas e materiais, considerando que as LERs estão entre as doenças ocupacionais mais graves, sendo responsáveis por diversos afastamentos e até aposentadorias por incapacidade. Além disso, é fundamental a atenção a fatores ambientais, como temperatura, ruído, disposição de móveis e iluminação, que impactam diretamente o desempenho e o conforto dos trabalhadores. A organização do trabalho também é essencial, evitando a sobrecarga dos profissionais por meio de estruturas e fluxos de atuação voltados à produtividade sustentável. Por fim, a análise do clima organizacional, incluindo os processos de comunicação, incentivo ao trabalho em equipe, participação em projetos e gestão do tempo de trabalho, complementa a abordagem ergonômica, promovendo um ambiente mais confortável e produtivo.

De forma geral, a ergonomia contribui significativamente para a prevenção de doenças relacionadas ao trabalho, ajudando a reduzir afastamentos e acidentes. Os benefícios são claros tanto para as empresas, quanto para os colaboradores.

Um dado curioso revelado por estudos do Ergo Lab, da Logitech, mostra que um usuário frequente de mouse pode percorrer até 42 km por ano apenas com o movimento de vai e vem do acessório, o equivalente a uma maratona. Já um usuário médio percorre cerca de 24 km por ano com esse mesmo movimento. Esses dados inspiraram o desenvolvimento de produtos que agreguem, como teclados com design ondulado e apoio viscoelástico para os punhos e mouses que favorecem uma postura mais natural durante o uso.

O objetivo de empresas de tecnologia que investem nessa abordagem ergonômica é oferecer conforto sem comprometer a produtividade. A tecnologia, nesse contexto, desempenha um papel crucial na promoção da equidade colaborativa, assegurando que todos os profissionais tenham iguais oportunidades de bem-estar e compreensão das necessidades específicas de cada um dentro do ambiente de trabalho.

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Crítica Deu Match: apesar do potencial, filme é genérico e sem profundidade

Histórias sobre a ascensão de nomes da tecnologia e de empresas do Vale do Silício não são uma novidade em Hollywood. Do aclamado A Rede Social (2010) ao recente BlackBerry (2023), há um filão de tramas cinematográficas que se debruçaram sobre esse universo.

Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro (tradução péssima feita no Brasil para o título Swiped) chegou ao Disney+ nesta sexta-feira (19) como mais um filme do gênero, mas que conta com um diferencial: uma protagonista mulher, algo bastante incomum em uma indústria dominada de forma esmagadora por homens.

Inspirado na história de Whitney Wolfe Herd – a mais jovem bilionária do mundo, ex-VP de marketing do Tinder e fundadora e CEO do Bumble –, o filme tem nessa peculiaridade, assim como nos altos e baixos da carreira da empresária, uma das principais iscas para sua história.


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O problema é que, infelizmente, apesar de ter algo diferente a dizer, Deu Match nunca chega lá.

O longa-metragem dirigido por Rachel Lee Goldenberg (Unpregnant) soa muito raso nas questões feministas que tenta debater, nunca de fato se aprofundando em nenhuma delas. O mesmo pode-se dizer da trajetória de Wolfe, que soa muito corrida na segunda metade do filme e está nitidamente mais preocupada em emplacar uma história inspiradora do que retratar seus acontecimentos.

A história de uma mulher e de um aplicativo

Estrelada por Lily James, que contra todos os problemas de roteiro está ótima no papel e visivelmente entregue à personagem, Deu Match tem início em 2012 quando Whitney, uma universitária recém-formada, busca fundos para colocar de pé um aplicativo que conecte voluntários a orfanatos.

É em um desses eventos de tecnologia que a jovem conhece Sean Red, CEO de uma startup com alguns projetos bastante promissores na área. Além do Cardify, um aplicativo de pontos de fidelidade e recompensa, sua incubadora também é a responsável pelo Match Box, um app de encontro online rebatizado pela protagonista de Tinder quando ela começa a trabalhar como diretora de marketing da empresa.

Apesar de problemas no roteiro, Lily James faz um ótimo trabalho como a protagonista de Deu Match (Imagem: Divulgação/Hulu)

Conforme se envolve mais com o trabalho, o típico modelo de escritório descontraído que fez sucesso nos anos 2010 (com direito a mesa de pingue pongue, escorregador e funcionários andando de patinete pelo prédio), Whitney passa a fazer um trabalho crucial de expansão do projeto, tornando-se uma das principais divulgadoras do Tinder nas universidades dos Estados Unidos.

Um envolvimento com o mundo da tecnologia que a faz também fechar os olhos para o ambiente muitas vezes machista, branco e elitista da área, ora mais ou menos escancarado.

Conforme cresce na empresa e o Tinder se torna um fenômeno global, Whitney passa, no entanto, a sentir na própria pele as questões para as quais muitas vezes fez vista grossa. Rechaçada por seus companheiros, especialmente depois de viver um romance com alguém do escritório, a jovem empreendedora tem de lidar com uma campanha de ódio online e uma vontade de seguir por um caminho diferente do que vinha trilhando até então.

Um potencial desperdiçado

Com elementos que poderiam ser melhor aprofundados, a história de superação de Deu Match acaba soando rasa nos problemas que apresenta para o público, não conseguindo provocar grandes emoções ou reflexões no espectador apesar de haverem motivos realmente impactantes para que isso acontecesse.

Após sair do Tinder, Whitney funda o Bumble (Imagem: Divulgação/Hulu)

A trajetória profissional de Whitney – que eventualmente processou o Tinder por assédio sexual e discriminação, e fundou seu próprio aplicativo de relacionamento em que só as mulheres podem iniciar a conversa – fica vaga mesmo para um filme de quase 2h de duração.

Sem saber exatamente a que veio – um longa-metragem biográfico, uma lição de moral inspiradora ou uma discussão sobre o machismo no mundo da tecnologia – o filme passa rápido por todas essas questões, chegando a soar deliberadamente forçado e caricato em alguns momentos. Uma pena, vale ressaltar, dado o material tão intenso e que realmente parecia ter algo a mostrar de sua história.

Para quem ficou curioso, Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro está disponível no Disney+.

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Pela 6ª vez no ano, Google corre para corrigir falha “zero-day” no Chrome

Desde o início do ano, a Google já lançou seis atualizações de segurança emergenciais para consertar falhas do Chrome. Vulnerabilidades zero-day vêm sendo exploradas em ataques desde janeiro e, mesmo que a empresa não tenha dito que a falha mais recente esteja sendo abusada na internet, ela ainda tem uma vulnerabilidade pública. Isso, geralmente, indica exploração ativa pelos hackers.

A falha é conhecida como CVE-2025-10585 e é considerada severa, sendo causada por uma confusão na tipagem do motor JavaScript V8 do navegador. Isso foi revelado em relatório do Grupo de Análise de Ameaças da Google na última terça-feira (16).

Patches de correção do Google Chrome

A empresa lançou a mais recente correção de segurança na última quarta-feira (17), representando a versão 140.0.7339.185/.186 para Windows e Mac e 140.0.7339.185 para o Linux, chegando ao canal Stable Desktop nas próximas semanas. Detalhes dos bugs e links afetados serão mantidos em segredo até que a maioria dos usuários tenha uma correção para a vulnerabilidade, de acordo com a Google.


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O Chrome já passou por seis atualizações de emergência para corrigir falhas zero-day neste ano; em 2024, foram 10 (Imagem: Marcelo Salvatico/Canaltech)
O Chrome já passou por seis atualizações de emergência para corrigir falhas zero-day neste ano; em 2024, foram 10 (Imagem: Marcelo Salvatico/Canaltech)

Os outros patches foram lançados em março, maio, junho e julho, respectivamente. Eles corrigem falhas relacionadas à proteção sandbox do navegador, vulnerabilidades que permitiam o roubo de contas e exploração out-of-bounds no JavaScript do motor V8 do Chrome.

Uma falha sandbox de março, em particular, foi usada em ataques de espionagem contra o governo, a mídia e organizações da Rússia, sendo considerada uma vulnerabilidade severa. No ano passado, foram lançados 10 patches para corrigir bugs zero-day.

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VÍDEO | Google Chrome vs Chrome Canary, qual instalar e quais as diferenças?

 

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Battlefield 6 para PS5: cupom para o KaBuM! garante pré-venda mais barata

Após um beta aberto que deixou a comunidade gamer em polvorosa, a pré-venda de Battlefield 6 está finalmente disponível. Prometendo um retorno triunfal às raízes da guerra moderna, com destruição em larga escala e momentos caóticos que só a franquia pode proporcionar, esta é a sua chance de garantir um lugar no dia do lançamento daquele que promete ser o FPS do ano.

As primeiras impressões do beta foram extremamente positivas, indicando que a nova engine Frostbite, otimizada para o PlayStation 5, entregará uma experiência de nova geração. Para os fãs veteranos e novos jogadores, a oferta de pré-venda representa um voto de confiança no que parece ser a volta por cima da EA, resgatando a essência da série com tecnologia de ponta. Com cupom para o KaBuM!, o jogo está saindo por R$ 317,22.

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Como é Battlefield 6 para PS5?

O beta de Battlefield 6 revelou um retorno à grandiosidade da série, com batalhas de 64 jogadores e o novo sistema “Destruction 4.0”, que permite uma demolição muito mais realista e tática do cenário, alterando o mapa permanentemente durante a partida. O combate veicular, um pilar da franquia, também se mostrou refinado, com um balanço mais coeso entre a infantaria, tanques e aeronaves, garantindo o clássico e caótico “sandbox” de guerra que os fãs tanto amam.

No PlayStation 5, o SSD do console elimina praticamente os tempos de carregamento para entrar nos gigantescos mapas, e o controle DualSense brilha. A resposta tátil traduz o caos do campo de batalha, permitindo sentir a vibração de um tanque próximo ou o impacto de destroços caindo. Já os gatilhos adaptáveis dão um peso e uma resistência diferentes para cada arma de fogo, aumentando drasticamente o realismo de cada disparo.

 

Especificações Completas:

  • Plataforma: PlayStation 5
  • Desenvolvedora: Battlefield Studios / EA
  • Gênero: Ação / Tiro em Primeira Pessoa (FPS)
  • Jogadores: Multiplayer Online (até 64 jogadores)
  • Motor Gráfico: Nova Versão da Frostbite Engine
  • Recursos PS5: DualSense (Resposta Tátil, Gatilhos Adaptáveis), Áudio 3D, Carregamento Rápido via SSD

Vale a pena comprar Battlefield 6 para PS5?

Avaliando a repercussão massiva do beta, o sentimento geral da comunidade é de um otimismo contagiante. Os jogadores descreveram a experiência como “uma verdadeira volta às raízes de Battlefield” e “tudo o que os fãs pediam”. O consenso é que a EA acertou em cheio no feeling das armas, na escala do conflito e na diversão caótica que é a marca registrada da série, tornando a pré-venda um investimento que parece muito bem fundamentado.

A nova tecnologia de destruição e a integração com o DualSense foram os pontos mais elogiados, descritos como “revolucionários” e a “forma definitiva” de sentir o campo de batalha. Contudo, por ser um beta, o jogo ainda apresentou problemas técnicos esperados, como bugs e quedas ocasionais de performance. O veredito, com base nas primeiras impressões, é claro: a fundação de Battlefield 6 é sólida e extremamente promissora. Se a EA polir os problemas até o lançamento, temos um forte candidato a melhor FPS do ano, justificando a compra antecipada.

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O que é vibe coding? Entenda a nova tendência de programação com IA

Vibe coding é um jeito diferente de programar: em vez de escrever cada linha, você descreve o que precisa e deixa a inteligência artificial gerar o código inicial. A tendência chama atenção por simplificar o processo e abrir espaço para mais experimentação.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é vibe coding?
  • Como funciona o vibe coding?
  • 6 apps de IA para programação

O que é vibe coding?

Vibe coding é um jeito novo de programar que usa IA para transformar ideias em código. Em vez de escrever tudo linha por linha, você descreve o que quer em linguagem natural — como “quero um site simples para cadastro de usuários” — e a IA gera o código inicial.


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A expressão foi criada por Andrej Karpathy em 2025, de acordo com o Google, que define o termo como uma forma de programar em que o desenvolvedor “se entrega à vibe, abraça os exponenciais e esquece que o código existe”.

Como funciona o vibe coding?

No vibe coding, você fala para a IA o que quer criar, e ela gera o código inicial. Depois, você testa, vê o que precisa mudar e pede ajustes. Esse processo se repete até o resultado ficar como você deseja.

Mesmo sendo mais rápido e prático, é importante revisar o código para garantir que tudo esteja seguro e funcionando bem.

Programação
O vibe coding é uma nova forma de programar usando inteligência artificial. (Imagem: Chris Ried/Unsplash)

6 apps de IA para programação

Atualmente, as ferramentas de IA conseguem entender descrições em linguagem natural, sugerir códigos prontos, corrigir erros e até organizar projetos inteiros. Abaixo, você confere seis das principais opções disponíveis para programação:

  1. ChatGPT: gera código a partir de descrições em texto, ajuda a corrigir erros e explica trechos difíceis;
  2. Gemini: IA do Google que se conecta com várias ferramentas e pode criar ou melhorar código a partir de pedidos;
  3. Claude: bom para entender bases de código grandes e sugerir mudanças ou novas funções;
  4. GitHub Copilot: funciona dentro do editor de código, sugere trechos e completa comandos automaticamente;
  5. DeepSeek: focado em programação, gera código rápido e lida bem com cálculos e lógica;
  6. Qwen: modelo da Alibaba com bom suporte para gerar e organizar código em diferentes linguagens.

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VÍDEO: ChatGPT, Perplexity, Claude, Gemini: QUAL escolher?

 

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