Anatel obriga operadoras a fornecer segurança cibernética a partir de novembro

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai apertar as regras de segurança digital no setor de telecomunicações. A partir de 26 de novembro de 2025, todos os fornecedores de equipamentos utilizados por operadoras e provedores precisarão comprovar conformidade com a Política de Segurança Cibernética, sob risco de terem seus produtos proibidos de uso nas redes brasileiras.

A medida foi estabelecida pelo Ato nº 16.417/2024, da Superintendência de Outorga e Recursos à Prestação, e se apoia em normas definidas pelo Regulamento de Segurança Cibernética (R-Ciber – Resolução nº 740/2019).

Para obter o aval, fornecedores deverão apresentar às prestadoras atestados de conformidade emitidos por Organismos de Certificação Designados (OCDs) credenciados pela Anatel, ou por instituições reconhecidas por organismos internacionais de certificação.


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Essas auditorias verificam tanto o processo de manufatura quanto os controles internos, assegurando que estejam alinhados às diretrizes da política de segurança cibernética da agência — ou seja os equipamentos deverão conter estrutura nativa de proteção cibernética quando forem instalados em serviços contratados pelos usuários.

A política em questão foi aprovada pelo Despacho Decisório nº 16/2023/COQL/SCO, após debates conduzidos no Grupo Técnico de Segurança Cibernética e Gestão de Riscos de Infraestrutura Crítica (GT-Ciber), que reúne cerca de 160 representantes de operadoras, indústria, centros de pesquisa, academia, laboratórios e servidores da própria Anatel.

O que será exigido das operadoras

Entre os princípios obrigatórios, a Anatel lista práticas como:

  • Security by design: análise automatizada de códigos e tratamento de vulnerabilidades;
  • Security by default: proteção de senhas e desativação de funções não essenciais;
  • Privacy by design: criptografia adequada para dados sensíveis;
  • Política de atualização e suporte com canal aberto para notificação de falhas;
  • Divulgação coordenada de vulnerabilidades (CVD), garantindo transparência a clientes e usuários.

Com a mudança, fabricantes de roteadores, antenas, centrais e outros equipamentos de telecom precisarão reforçar seus processos de segurança digital. Já as operadoras e provedores, por sua vez, terão que recusar qualquer produto que não esteja em conformidade a partir da data estabelecida.

A medida busca reduzir riscos de ataques cibernéticos em infraestruturas críticas, aumentando a resiliência das redes nacionais frente a um cenário de ameaças digitais cada vez mais sofisticadas.

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Treinamento do DeepSeek R1 custou 300 vezes menos que o do GPT-4; entenda

O custo para o treinamento do DeepSeek finalmente foi revelado em um relatório divulgado pela própria empresa. O modelo R1 da inteligência artificial (IA) movimentou o mercado em janeiro por ter capacidade de raciocínio semelhante à de concorrentes por um custo muito menor.

De acordo com a publicação da empresa chinesa na Nature, o modelo custou US$ 294 mil (cerca de R$ 1,6 milhão) para ser treinado, e utilizou 512 chips H800 da Nvidia

Para comparação, o treinamento do GPT-4 da OpenAI custou entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões, de acordo com o CEO da OpenAI, Sam Altman. Ou seja, se considerarmos uma média de custo de R$ 90 milhões, o DeepSeek R1 foi mais de 300 vezes mais barato


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Por que tão mais barato?

Segundo a empresa chinesa de IA, o motivo do valor tão abaixo para o treinamento do modelo de linguagem é devido à técnicas de aprendizagem baseadas em tentativa e erro.

A maioria dos modelos de linguagem de IA são treinados com exemplos humanos e demonstrações específicas para aprender a resolver tarefas que necessitam de raciocínio. Este processo é caro e difícil de escalar à medida que os problemas se tornam mais complexos. 

O que o DeepSeek fez foi, ao invés de fazer com que seu modelo aprendesse a partir de exemplos semelhantes, aprendesse com tentativa e erro, até que encontrasse a resposta certa.

No artigo publicado na Nature, a professora-assistente da Universidade Carnegie Mellon e o doutorando Yiming Zhang comparam o método de aprendizado do DeepSeek R1 com uma criança jogando videogame. 

“À medida em que a criança explora com seu avatar pelo mundo do jogo, ela aprende por tentativa e erro que algumas ações, como coletar moedas, rendem pontos, enquanto outras, como ser atacado por inimigos, fazem com que perca pontuação”, afirmaram os pesquisadores. 

Eles contam que, assim como em um jogo, o R1 recebia uma pontuação alta quando respondia perguntas corretamente, e perdia pontos quanto às errava. 

Usando este mesmo exemplo, enquanto o DeepSeek era treinado por tentativa e erro, os modelos comuns estariam seguindo infinitos tutoriais para passar pelas fases do jogo. 

Ou seja, como o R1 tinha maior entendimento de como seguir no jogo a partir do seu aprendizado, a partir de um certo ponto, levou muito menos tempo para chegar onde outros modelos chegaram.

O efeito DeepSeek

Quando foi lançado em janeiro de 2025, o DeepSeek surpreendeu o mundo e o mercado, por ser um modelo de linguagem de inteligência artificial de código aberto e gratuito, com potencial semelhante à concorrência de OpenAI e Google.

Pouco depois do seu lançamento, a Nvidia viu suas ações caírem cerca de 18%, resultando em perda de US$ 600 bilhões em valor de mercado, o maior declínio de uma única empresa na história da bolsa dos Estados Unidos. 

O impacto do DeepSeek foi também geopolítico, à medida que países como os EUA, Canadá e Itália colocaram restrições de uso ao DeepSeek em dispositivos governamentais devido a preocupações com privacidade e segurança.

Veja também:

VÍDEO: Como instalar o DeepSeek R1 no seu computador? Ele consegue rodar a inteligência artificial offline?

 

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Vale a pena assistir à série Black Rabbit, da Netflix? Veja opinião da crítica

Black Rabbit acabou de chegar ao catálogo da Netflix e já mantém uma posição de destaque no ranking de séries em alta na plataforma. Estrelada por Jude Law (O Amor Não Tira Férias) e Jason Bateman (Ozark), a produção é uma minissérie de suspense que promete conquistar os entusiastas do gênero.

Criada por Zach Baylin e Kate Susman, de A Ordem (2024), Black Rabbit acompanha a jornada de Jake Friedkin (Jude Law), o dono de um restaurante em Nova York que começa a fazer sucesso na região. Passando por um momento importante da carreira, Jake logo se vê em uma enrascada quando o seu irmão problemático, Vince (Jason Bateman), retorna à cidade.

Fugindo de agiotas perigosos, Vince pede ajuda a Jake para se livrar de uma dívida altíssima, obrigando o irmão a arriscar tudo que os dois construíram juntos, custe o que custar.


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Caso você tenha se interessado pela premissa de Black Rabbit, mas ainda precisa daquele empurrãozinho para, enfim, decidir se investe seu tempo ou não na maratona do programa, o Canaltech traz a seguir os principais comentários da crítica especializada em relação à nova minissérie da Netflix.

 

Black Rabbit é boa? Veja o que os críticos estão falando sobre a série

Com uma média 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, Black Rabbit tem um consenso geral favorável para os especialistas. A média pode não ser tão alta, mas ainda assim mostra que a maioria dos profissionais da área encontraram pontos positivos na minissérie. Por outro lado, há nitidamente algumas ressalvas a respeito da produção.

Greg MacArthur, do ScreenRant, está no time de críticos que gostou de Black Rabbit. Em sua review, o jornalista elogiou a performance de Jason Bateman, afirmando que “é o melhor trabalho do ator” até o momento. Ele também ressalta que a série tem “visão artística e cuidado” com o conjunto da obra.

“Acima de tudo, o que Black Rabbit demonstra é, talvez, uma das qualidades mais raras em qualquer série de streaming moderna, especialmente na Netflix: visão artística e cuidado. Os diversos detalhes visuais minuciosos e as sutilezas da narrativa vão recompensar os espectadores atentos com muitos elementos interessantes”, Greg MacArthur escreveu no ScreenRant.

Black Rabbit é estrelada por Jason Bateman, elogiado por seu trabalho na série (Imagem: Divulgação/Netflix).

Chris Vognar, do Boston Globe, diz que Black Rabbit é “viciante”, afirmando que a trama deixa o espectador com os nervos à flor da pele. “Black Rabbit serve pressão alta como aperitivo, palpitações cardíacas como prato principal e um ataque de pânico como sobremesa… E, ainda assim, é eminentemente assistível, às vezes até viciante”, o crítico explica.

Alison Herman, da Variety, em contrapartida, não gostou do novo suspense da Netflix. Além de chamar a minissérie de “datada e arrastada”, a jornalista aponta que, na sua opinião, faltou criar um senso de conexão com o público. “Para que esse tipo de história funcione, o público precisa querer acompanhar os protagonistas nessa espiral homônima que os leva para o desfecho. É aí que esta série de oito episódios tropeça”, ela diz.

Maggie Lovitt, do Collider, viu pontos positivos e negativos em Black Rabbit. “[A série] pode até se perder em seu próprio ritmo implacável, mas consegue entregar uma conclusão satisfatória, embora devastadora, que parece assustadoramente realista”, Lovitt opina.

Com oito episódios, Black Rabbit tem opiniões consenso favorável dos críticos, apesar de ressalvas (Imagem: Divulgação/Netflix).

Já Lucy Mangan, do The Guardian, explica o porquê não gostou tanto assim da minissérie estrelada por Jude Law e Jason Bateman. A jornalista diz que achou difícil simpatizar com o drama vivido pelos protagonistas e que há um problema de foco na narrativa que atrapalha a jornada.

“[Black Rabbit] está muito ocupada tentando fazer muita coisa, então perde o foco necessário para nos levar em uma jornada que é quase, mas não exatamente, ótima”, Lucy Mangan diz em sua crítica no The Guardian.

Por fim, Liam Mathews, do The Wrap, aponta em sua crítica que Black Rabbit “não é exatamente ruim, mas não é tão boa quanto poderia ou deveria ser”. Ele ainda ressalta que “há uma discrepância entre a seriedade com que [a série] se apresenta, com um ótimo visual e temas familiares, e sua imprecisão no enredo e no cenário.”

Vale mencionar ainda que, no Metacritic, Black Rabbit tem uma pontuação geral favorável de 63 pontos. Já a avaliação no IMDb está com uma média de 7 pontos (10 sendo a nota máxima).

Os oito episódios de Black Rabbit já estão disponíveis na Netflix.

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Quais são as TVs gamer mais baratas do Brasil? Veja 5 modelos para comprar agora

Escolher uma TV gamer pode ser uma tarefa difícil, especialmente devido à quantidade de fatores a serem considerados: resolução, taxa de atualização, qualidade dos HDMIs, modos adicionais etc. A situação se complica ainda mais devido aos preços, já que grande parte dos modelos que oferecem todos esses recursos costuma ser cara.

A boa notícia é que também existem versões com bom custo-benefício para aqueles que desejam aproveitar toda a qualidade dos seus jogos sem gastar muito. Confira algumas recomendações:

  1. LG UHD UT80;
  2. Samsung Crystal UHD DU8000;
  3. TCL P7K;
  4. Samsung QLED Q70D;
  5. Samsung QNX1D.

1. LG UHD UT80

A LG UHD UT80 é uma das opções mais acessíveis, mas ainda assim bem equipada para jogos ocasionais. O modelo conta com resolução 4K Ultra HD e processador AI α5 4K Gen7, que melhora a nitidez e o brilho através de recursos de inteligência artificial. 


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O destaque vai para o ALLM, que reduz automaticamente a latência ao detectar um console, favorecendo partidas mais responsivas. Apesar de ter frequência nativa de 60 Hz (o que limita a experiência em jogos competitivos), a UT80 se mostra adequada para quem busca custo mais baixo sem abrir mão da qualidade de imagem.

A LG UHD UT80 está disponível por a partir de R$ 2.099.

A UT80 da LG oferece 4K por um preço bem convidativo (Divulgação/LG)

2. Samsung Crystal UHD DU8000

A Samsung Crystal UHD DU8000 ocupa uma faixa intermediária e é ideal para quem quer aliar design a uma experiência versátil. Com processador Crystal 4K, ela realiza upscaling eficiente e oferece imagens nítidas, enquanto o design AirSlim com bordas finas valoriza ambientes modernos. 

A DU8000 se destaca por ser uma TV equilibrada para quem deseja jogar e, ao mesmo tempo, aproveitar serviços de streaming com qualidade.

O modelo custa a partir de R$ 2.200 em sua versão mais simples.

3. TCL P7K

A TCL P7K surge como uma das melhores opções em custo-benefício, reunindo recursos avançados a preços bem competitivos. Com tecnologia QLED 4K, suporte a Dolby Vision e HDR10+, o modelo entrega cores vivas e bom contraste, além de trazer o processador AiPQ, que ajusta automaticamente cor e nitidez. 

Para os gamers, há suporte a ALLM, VRR e Game Accelerator, que entregam mais fluidez durante as partidas. 

Embora o painel se limite a apenas 60 Hz, a presença de HDMI 2.1 e os preços iniciais tornam a P7K especialmente atrativa para quem quer gastar pouco sem abrir mão de recursos modernos.

A TV está disponível por preços a partir de R$ 2.000.

4. Samsung QLED Q70D

A Samsung QLED Q70D entra como uma opção intermediária completa e voltada para quem busca durabilidade. A TV traz resolução 4K em painel QLED, taxa de atualização real de 120 Hz e tecnologia Quantum HDR, que aprimora contrastes e oferece pretos mais profundos em cenas escuras. 

O processador Quantum 4K garante otimizações consistentes, enquanto a compatibilidade com HDMI 2.1 em versões maiores facilita o uso com consoles da geração atual. Combinando imagem de qualidade, fluidez e bom conjunto de recursos, a Q70D é indicada para jogadores que querem uma TV versátil, durável e equilibrada.

O modelo pode ser encontrado por a partir de R$ 2.400.

Com 120 Hz, a Q70D oferece versatilidade tanto para games quanto para multimídia (Divulgação/Samsung)

5. Samsung Neo QLED QN90D

A Samsung Neo QLED QN90D é a mais avançada da lista e aposta em tecnologias premium para entregar desempenho de ponta. O painel MiniLED com pontos quânticos garante brilho elevado e cores vibrantes, enquanto a taxa de atualização de 120 Hz proporciona fluidez para jogos competitivos. 

Além disso, o modelo vem equipado com o processador NQ4 AI Gen2, que realiza upscaling para 4K e aplica otimizações automáticas em imagem e som por meio de inteligência artificial. 

Outro diferencial são as quatro entradas HDMI 2.1, ideais para quem tem vários consoles ou quer ligar o PC na TV, tornando a QNX1D uma excelente escolha para quem pode investir mais em qualidade.

Um pouco mais cara que as demais, a QN90D sai por a partir de R$ 3.500.

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Chevrolet tem ideia para reduzir preço dos carros que nem todo mundo pode gostar

O preço dos carros no Brasil praticamente dobrou nos últimos sete anos. Antes da pandemia, o mercado automotivo vivia uma realidade diferente. No pós-Covid, os valores dispararam.

Em 2019, o preço médio dos carros novos era de R$ 76.430. Hoje, segundo levantamento da consultoria K.Lume, o valor médio dos veículos de passeio chegou a R$ 152.727,40 em agosto de 2025 — um aumento de 99,83%, praticamente o dobro para o consumidor final.

Apesar dos altos preços, o mercado segue aquecido: já foram registrados 1.576.029 emplacamentos no ano.


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Volkswaen Virtus Highline
O preço médio dos carros no Brasil é equivalente a um Volkswagen Virtus Highline (Volkswagen/Divulgação)

Por que os carros ficaram tão caros no Brasil?

A pandemia da Covid-19 foi um divisor de águas para o setor automotivo brasileiro. Segundo dados da Jato Dynamics, entre maio e junho de 2020 o número de emplacamentos caiu drasticamente. Depois disso, os preços começaram a subir de maneira consistente.

Diversos fabricantes enfrentaram escassez de matérias-primas, semicondutores e instabilidade no fornecimento de insumos. Além disso, fatores como alta do dólar, fretes mais caros — também impulsionados pela recente expansão das exportações automotivas chinesas — e inflação pressionaram os custos de produção. 

O resultado é um mercado com valores elevados até mesmo nos carros de entrada. O Chevrolet Onix, por exemplo, custava R$ 48.490 na versão 1.0 manual em 2019. Hoje, o mesmo modelo parte de R$ 99.990.

Chevrolet Onix
Chevrolet Onix é um dos modelos que passaram por ajustes significativos nos últimos sete anos (Chevrolet/Divulgação)

Medidas do governo para conter o preço dos veículos

Nos últimos anos, o Governo Federal adotou diferentes medidas para tentar frear a escalada dos preços. 

Em 2023, foram concedidos descontos para carros de até R$ 120 mil. Já em 2025, o Programa Carro Sustentável reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para modelos menos poluentes.

Apesar dos esforços, o impacto dessas ações ainda é limitado, e o preço médio continua elevado.

Hyundai HB20
Hyundai HB20 foi um dos modelos de entrada que se beneficiaram do Programa Carro Sustentável (Hyundai/Divulgação)

GM avalia Onix a etanol para baratear seu hatch de entrada

Diante de um cenário de custos altos e preços voláteis, a General Motors estuda lançar no Brasil uma nova versão do Chevrolet Onix equipada apenas com motor a etanol, segundo a revista Quatro Rodas.

A estratégia busca aproveitar os incentivos do governo para veículos menos poluentes, além de resgatar um conceito comum nos anos 1980, 1990 e 2000: carros movidos exclusivamente a etanol. 

Ainda segundo a revista, a expectativa é que o modelo possa chegar ao mercado já em 2026, ajudando a reduzir o valor do hatch de entrada da Chevrolet.

Onix 2026
Modelo recebeu algumas pequenas atualizações para linha 2026 (Chevrolet/Divulgação)

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Rede SENAI de Inovação: +3.300 projetos que transformam a indústria brasileira

A rede SENAI de Institutos foi constituída em 2012, por iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a partir de proposta do Movimento Empresarial pela Inovação (MEI), que viu a necessidade de uma rede nacional capaz de transformar pesquisa científica em inovação e maior produtividade para o setor industrial. Os projetos são desenvolvidos pelos institutos […]

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