Lanchas de luxo estreiam no São Paulo Boat Show a preço de McLaren

O São Paulo Boat Show apresenta nesta semana as lanchas Armatti 400 Sport Coupé e 310 Spyder. Lançados em Santa Catarina, os modelos serão exibidos pela primeira vez ao público do sudeste ao lado das embarcações 340 e 370 Solarium. Os preços são tão altos que beiram aqueles de marcas de luxo, como a Porsche. 

Segundo Fernando Assinato, CEO da Armatti Yachts, o sudeste concentra o maior mercado consumidor de barcos de lazer no país. “O público brasileiro está cada vez mais exigente, busca design diferenciado, conforto inteligente e performance de alto nível, mas também valoriza praticidade, eficiência e menor custo operacional. Nossos barcos traduzem exatamente esse equilíbrio de sofisticação com funcionalidade”, destacou ele. 

Com 40 pés de comprimento e 3,3 metros de largura, a 400 Sport Coupé é facilmente uma das embarcações mais sofisticadas da categoria. Seu interior conta com dois quartos, sala de estar integrada e uma suíte principal, além de cockpit com ambientes externos e externos. O preço? A partir de R$ 2,5 milhões — para comparação, uma McLaren 570 S é avaliada em valor semelhante.


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Luxo nas águas

Já a 310 Spyder é um barco com 9,45 metros que evolui a linha Spyder e aposta em design moderno. O modelo conta com teto rígido que alia proteção e ventilação, enquanto conta ainda com cockpit em formato semicircular, chaise lateral e o espaço gourmet — que, aliás garante espaço para a preparação de coquetéis. Os visitantes do evento podem adquirir a 310 Spyder por “apenas” R$ 1,1 milhão.

As lanchas têm preço que beira o de um carro Porsche (Divulgação/Armatti)

Os modelos vão estar expostos para os visitantes do São Paulo Boat Show, o maior evento náutico da América Latina. O evento começou na quinta-feira (18) no São Paulo Expo, e traz inovações do futuro da mobilidade fluvial e releituras divertidas de clássicos automotivos, como uma “Kombi aquática”.   

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Mas já? Rastros da One UI 8.5 aparecem nos servidores da Samsung

A One UI 8 mal chegou por aqui e uma possível sucessora já está a caminho. Uma versão de testes da One UI 8.5 foi encontrada nos servidores da Samsung, de acordo com o leaker Tarun Vats, em seu perfil no X.

A build teria sido liberada para testes na linha Galaxy S25, mas não existem mais informações sobre recursos ou possíveis novidades. 

Por que 8.5?

A Samsung ainda não confirma a mudança, mas rumores indicam que o próximo grande update da interface não vai ser uma troca de geração — no lugar disso, a variante “X.5” traria novidades para um eventual Galaxy S26 ainda com o Android 16.


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Isso pode ocorrer por causa da mudança do ciclo de desenvolvimento do Sistema do Robozinho: o Google mudou o processo e o tornou mais rápido, resultando no anúncio do Android 16 ainda no primeiro semestre deste ano. É provável que o padrão continue nos próximos lançamentos.

One UI 8 chegou ao mercado com a nova geração de dobráveis (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Antes, o novo Android chegava entre os meses de agosto e outubro, enquanto a versão correspondente da UI estreava com o lançamento da nova linha Galaxy S (que normalmente ocorre em janeiro). Foi assim até a One UI 7, no começo de 2025.

Com a mudança no ciclo, a Samsung liberou a One UI 8 com Android 16 em julho deste ano para os novos modelos dobráveis da linha Galaxy Z. Uma eventual versão 8.5 faria sua estreia na nova linha S em janeiro, ainda com a versão atual do Android, enquanto a versão 9 poderia ser liberada no meio do ano que vem com sistema operacional novo.

One UI 8 chegou ao Brasil

A última versão da interface da Samsung estreou com os dobráveis, mas começou a ser distribuída para mais modelos a partir da última quinta-feira (18). 

A linha Galaxy S25 é a primeira a receber, mas a fabricante também fez um cronograma para distribuir a novidade aos demais celulares e tablets compatíveis — confira aqui.

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Jogador deixa DOOM rodando por 2 anos e meio só para provar um bug

Você sabia que é possível travar um jogo simplesmente por deixá-lo rodando tempo demais? Embora pareça loucura, não é tão fácil causar um overflow (estouro do limite de dados em um software): o título teria que ficar ativo por anos para simplesmente quebrar. Da série “se tem placa, tem história”, um usuário revelou que conseguiu travar DOOM após deixá-lo rodando por dois anos e meio.

O feito foi registrado por “minki”, que contou mais sobre a façanha no fórum “len0w0”. O usuário descobriu que, a cada demonstração do clássico DOOM (quando o jogo começa a “se jogar sozinho” após ficar muito tempo na tela de título), um contador interno começava a subir.

Para quem já viu uma dessas demos, sabe que ela recomeça depois de um tempo. O problema de DOOM é que, a cada vez que a demonstração rodava na tela inicial, uma variável subia, ou seja, o contador não zerava, levando ao acúmulo de dados “gotinha por gotinha”.


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Confira um exemplo de uma dessas demonstrações no DOOM original:

 

“Eu havia lido um artigo sobre como a engine de DOOM funciona e notei como uma variável, usada para acompanhar a demo, continuava sendo incrementada mesmo após o início da próxima. Essa variável era comparada com uma segunda, que armazenava seu valor anterior”, afirmou minki em uma publicação no fórum.

Esse tipo de vulnerabilidade fazia com que a variável se aproximasse lentamente de um overflow. Obviamente, ninguém jogaria um game por anos ininterruptamente para descobrir tal brecha — o que não seria um cenário realista —, mas o usuário “queria saber se isso realmente aconteceria no jogo de verdade, em hardware de verdade”.

Para fazer o experimento, minki instalou DOOM em um PDA (Assistente Pessoal Digital, aparelho popular antes dos smartphones) alimentado por um no-break caseiro com baterias 18650, que, por sua vez, estavam conectadas à porta USB de seu roteador para um fornecimento constante de 5V.

“Deixei o sistema rodando e praticamente me esqueci dele”, afirmou o usuário. Dois anos e meio depois, ele concluiu: “Até hoje, quando notei um pop-up aparecendo no dispositivo, um pouco antes de postar isto no fórum. O jogo tinha travado, apenas algumas horas depois da marca de dois anos e meio, provando que a variável de fato estourou e causou o esperado travamento completo (hard crash) do jogo”.

DOOM trava após 2 anos e meio rodando (Divulgação/minki)

DOOM roda em tudo?

Apesar de o experimento ser bem curioso, um fator que torna o caso ainda mais inusitado é o fato de DOOM conseguir rodar até em aparelhos e dispositivos que, definitivamente, não deveriam suportar o jogo.

Não é de hoje que o FPS da id Software é conhecido por rodar em absolutamente tudo que tenha qualquer componente eletrônico, por menor que seja, incluindo calculadoras e testes de gravidez.

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Celular da Samsung que dobra em 3 partes pode ser revelado nas próximas semanas

A Samsung pode revelar oficialmente seu primeiro smartphone dobrável triplo nas próximas semanas, segundo fontes próximas à empresa sul-coreana. O dispositivo, que vem sendo desenvolvido há meses, pode ser apresentado em evento marcado para 21 de outubro, junto com o headset de realidade aumentada Galaxy XR.

A empresa ainda não definiu se o dobrável triplo chegará a mais países além da Coreia do Sul, mas fontes indicam que uma decisão deve ser tomada antes do final do ano, e que os EUA pode ser um dos inclusos na lista. 

Estratégia cautelosa para produtos inovadores

A Samsung tem histórico de lançar produtos mais experimentais primeiro em mercados selecionados, especialmente na Coreia do Sul. A mesma estratégia foi adotada com o Galaxy Z Fold 6 SE, que teve disponibilidade limitada antes de uma eventual expansão global.


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Dobrável triplo da Samsung deve competir com Huawei Mate XT Ultimate  (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O dobrável triplo da Samsung promete competir diretamente com o Huawei Mate XT Ultimate, primeiro dispositivo comercial dessa categoria no mundo. A diferença está no design: enquanto o modelo chinês dobra em formato “Z”, o da Samsung deve usar formato “G”, com as duas telas externas dobrando para dentro.

Além do dobrável triplo, rumores sugerem que este suposto evento de outubro pode incluir, também, o headset Galaxy XR, que está em desenvolvimentos há meses. Assim, os dois produtos inéditos podem chegar juntos ao mercado sul-coreano. 

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Lanterna Verde se une aos Guardiões da Galáxia em crossover histórico

O multiverso dos quadrinhos acaba de ganhar um dos encontros mais improváveis de sua história. Depois de mais de 20 anos, Marvel Comics e DC Comics voltaram a colaborar em uma saga que coloca seus personagens mais icônicos lado a lado — e, desta vez, um herói do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) atravessou a fronteira editorial para se tornar o mais novo Lanterna Verde.

Atenção para spoilers de Marvel/DC: Deadpool/Batman #1!

O último grande crossover entre as editoras aconteceu em 2003, com a minissérie JLA/Avengers, que encerrou uma fase de colaborações bastante intensa durante os anos 1990, marcada por clássicos como Marvel vs. DC/DC vs. Marvel.


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Agora, em meio a mudanças no mercado e ajustes editoriais, as duas gigantes decidiram unir forças novamente. A estreia acontece em Marvel/DC: Deadpool/Batman #1, publicado pela Marvel nesta semana, com direito a uma trama ousada: Rocket Raccoon recebendo um anel dos Lanternas Verdes.

Imagem: Reprodução/Marvel e DC

Rocket Has a Green Lantern Ring Now, escrito por Al Ewing e ilustrado por Dike Ruan, apresenta uma espécie de intercâmbio cultural entre os Guardiões do Universo da DC e os Guardiões da Galáxia da Marvel.

Só que, como era de se esperar, o temperamento explosivo de Rocket não combina em nada com as rígidas regras da Tropa dos Lanternas Verdes. Logo em seu primeiro dia, o guaxinim espacial mata Sinestro, violando os princípios fundamentais de ordem e justiça que regem a tropa.

Resultado: os Guardiões do Universo decidem devolver Rocket para sua equipe original.

Hal Jordan com os Guardiões da Galáxia

Imagem: Reprodução/Marvel e DC

Enquanto Rocket fracassa como Lanterna Verde, a história também mostra Hal Jordan tentando se entrosar com os Guardiões da Galáxiavale lembrar que tanto Peter Quill quanto Hal Jordan têm semelhanças, pois ambos são inspirados nos “heróis anônimos do Velho Oeste”, a exemplo de Han Solo, de Star Wars

O experimento não vai bem: a versão insana de Hal Jordan nos anos 1990, Parallax retorna e, pior, consegue colocar as mãos na Manopla do Infinito, criando uma ameaça sem precedentes.O próprio Nova reconhece que recrutar alguém tão “rebelde” quanto Jordan foi um erro.

Embora a trama seja conduzida em tom cômico, ela escancara a diferença ideológica entre os dois times cósmicos mais populares dos quadrinhos. Enquanto os Lanternas Verdes atuam dentro da lei e evitam força letal, os Guardiões da Galáxia sobrevivem justamente nas zonas cinzentas do universo.

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De hobby a lifestyle: quando o jogo passa de fase

A comunidade gamer brasileira não joga só por diversão ela investe. E investe pesado.

Segundo pesquisa da Serasa em parceria com a Gamers Club, 77% dos gamers brasileiros gastam até R$ 250 por mês com jogos digitais, o que representa cerca de R$ 3 mil por ano. Esse investimento vai além dos jogos: inclui periféricos, upgrades de hardware, assinaturas, moedas virtuais e experiências personalizadas.

Mesmo não sendo fãs de publicidade tradicional, quem joga consome os produtos anunciados desde que façam sentido para sua jornada. O consumo é consciente, orientado por performance, imersão e pertencimento.


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Esse comportamento revela uma mudança profunda: o gamer deixou de ser apenas consumidor. Tornou-se protagonista.

A tecnologia como extensão da experiência

Para quem joga, a tecnologia não é um meio. É parte do jogo. Fluidez, potência e estabilidade são essenciais não opcionais. E é por isso que marcas que entregam alto desempenho se tornam aliadas naturais dessa comunidade.

Processadores otimizados para multitarefa, gráficos de última geração, sistemas de resfriamento eficientes e conectividade sem latência são pré- requisitos. Investir em tecnologia é investir na experiência e quem joga sabe disso.

De nicho à cultura dominante

O universo gamer não é mais periférico. Hoje, influencia moda, música, cinema, publicidade e até finanças. A parceria entre plataformas de jogos e bancos digitais mostra como o mercado está se adaptando ao perfil desse público oferecendo benefícios, créditos e experiências exclusivas.

Mais do que jogar, gamers participam de comunidades globais, consomem conteúdo em tempo real, interagem com criadores e moldam tendências. É uma força cultural que não pode ser ignorada.

Quem joga, transforma

Gamer não tem pena de investir porque entende o valor da experiência. Cada escolha tecnológica é uma forma de se posicionar de dizer “eu estou aqui, eu faço parte”.

E para quem acompanha esse movimento, o recado é claro: não subestime quem joga. Porque quem joga, transforma. E quem transforma, lidera.

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NVIDIA anuncia parceria com a Intel e investimentos de US$ 5 bilhões em IA

A NVIDIA e a Intel anunciaram nesta quinta-feira (18) uma colaboração estratégica que promete redefinir os rumos da computação acelerada e da inteligência artificial. O acordo prevê desenvolvimento conjunto de múltiplas gerações de CPUs e GPUs integradas, com impacto direto tanto em data centers quanto em PCs.

Como parte da parceria, a NVIDIA vai investir US$ 5 bilhões em ações ordinárias da Intel, adquiridas a US$ 23,28 por papel, valor sujeito à aprovação regulatória. Segundo as empresas, a colaboração terá como base o NVLink, tecnologia que garante maior desempenho e eficiência na comunicação entre processadores.

A Intel será responsável por projetar e fabricar CPUs x86 personalizadas para rodar em conjunto com a pilha de IA e computação acelerada da NVIDIA. Essas soluções vão expandir a oferta da fabricante de GPUs para big techs, provedores de nuvem, corporações e instituições críticas, consolidando ainda mais a presença da dupla no mercado de infraestrutura digital.


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No segmento de computação pessoal, a Intel desenvolverá SoCs x86 RTX que incluem chiplets de GPU NVIDIA. O objetivo é criar novos modelos de PCs preparados para aplicações gráficas avançadas e inteligência artificial embarcada, acelerando a tendência de convergência entre CPU e GPU.

Jensen Huang, CEO da NVIDIA, destacou que a colaboração “une estreitamente a pilha de IA e computação acelerada da NVIDIA com as CPUs da Intel e o ecossistema x86, lançando as bases para a próxima era da computação”, segundo o TeleSíntese.

Lip-Bu Tan, CEO da Intel, afirmou que a união combina a expertise da companhia em design e fabricação de semicondutores com a liderança da NVIDIA em IA, reforçando a confiança no potencial de inovação conjunta.

Com a movimentação, as duas gigantes passam a atuar lado a lado em um momento em que a corrida global por liderança em chips de IA e data centers nunca esteve tão acirrada.

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Derretendo Pouco a Pouco: tudo sobre o k-drama que chegou ao Globoplay

Já está disponível no Globoplay o k-drama Derretendo Pouco a Pouco, série de romance, comédia e toques de fantasia criada em 2019 pelo Studio Dragon.

Produção de enorme sucesso dentro e fora da Coréia, a obra apresenta uma história divertida sobre futuro, memória e amor, e se junta agora a títulos como Questão de Tempo, Doce Engano e O Mundos dos Casados no catálogo de doramas do streaming.

A fim de ajudar os assinantes do Globoplay que estão pensando em maratonar a produção, mas ainda não sabem o que esperar de sua trama, o Canaltech organizou as principais informações sobre Derretendo Pouco a Pouco em um só lugar. Abaixo você conhece detalhes da história e do elenco do k-drama e tira todas as suas dúvidas. Confira!


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K-drama acompanha personagens que despertam de experimento 20 anos depois (Imagem: Divulgação/tvN)

Qual é a história de Derretendo Pouco a Pouco?

Dividido em 16 episódios, Derretendo Pouco a Pouco tem início em 1999, quando Ko Mi-Ran, uma jovem destemida que precisa de dinheiro rápido, decide participar de um experimento de criogenia. Ao seu lado, na cápsula de congelamento, está o renomado produtor de TV, Ma Dong-Chan, responsável por planejar secretamente o projeto para depois mostrá-lo na televisão.

O que deveria durar 24 horas e dar a grana que Ko Mi-Ran precisava e o sucesso que Ma Dong-Chan queria acaba saindo de controle quando o professor Hwang, a única pessoa que poderia descongelar os participantes, morre em um misterioso acidente e a cápsula em que estavam os dois jovens desaparece.

20 anos depois, Dong-chan e Mi-ran acabam despertando para um mundo completamente diferente. Embora mantenham a mesma aparência e todas as memórias de sua vida pregressa, a dupla se vê completamente perdida com as mudanças de 2019, retornando aos lugares que conheceram e reencontrando pessoas importantes do seu passado.

Enquanto buscam seu lugar neste novo mundo e tempo, eles também acabam se apaixonando. Algo que, infelizmente, também pode ser uma ameaça, já que, após o descongelamento, adquiriram uma condição que não lhes permite ultrapassar 33°C de temperatura corporal.

K-drama conta com 16 episódios já disponíveis no Globoplay (Imagem: Divulgação/tvN)

Quem faz parte do elenco do k-drama?

Derretendo Pouco a Pouco é estrelado pelo renomado ator Ji Chang-wook como o produtor Ma Dong-Chan e pela atriz Won Jin-ah como a jovem Go Mi-ran.

Muito conhecido na Coréia do Sul, Chang-wook é chamado de “reizinho dos k-dramas”, e esteve em títulos de enorme sucesso como Parceira Suspeita (2017) e O Pior do Mal (2023) Já Jin-ah, outra jovem estrela em ascensão indicada ao Baeksang Arts Award, é a protagonista de Faça Chuva ou Faça Sol (2017 – 2018) e Melodia Secreta (2025).

Além do casal principal, Derretendo Pouco a Pouco conta ainda com participação especial de Park Jin-young (membro do grupo de K-pop GOT7 e estrela de Uma Seul Desconhecida), além dos atores Yoon Se-ah (Snowdrop), Chae Seo-jin (Will You Be There?) e Shim Hyung-tak (Toque Seu Coração) em seu elenco.

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