Microsoft e Cloudflare derrubam “fábrica” de golpes de phishing

Um esforço conjunto dos departamentos de segurança da Cloudflare e da Microsoft levaram à interrupção de uma operação de phishing como serviço conhecida como RaccoonO365. Os cibercriminosos vendiam pacotes de ferramentas usadas em phishing, responsáveis por roubar milhares de credenciais do Microsoft 365.

O trabalho veio da união entre as equipes Cloudforce One e Confiança e Segurança da Cloudflare e a Unidade de Crimes Digitais (DCU) da Microsoft, e conseguiu tomar o controle de 338 sites e contas ligadas à RaccoonO365. A operação foi realizada no início deste mês de setembro.

Phishing como serviço e seus alvos

O grupo hacker responsável pelo serviço, também conhecido como Storm-2246, roubou ao menos 5.000 credenciais Microsoft de 94 países desde julho de 2024. Eles usavam os kits de phishing RaccoonO365, que juntam páginas de CAPTCHA e técnicas antibot para imitar legitimidade e evitar análise de ferramentas e profissionais de segurança.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

A campanha de venda de serviços de phishing incluía CAPTCHAS e ferramentas para evitar a detecção por antivírus e profissionais de segurança, levantando centenas de milhares de dólares (Imagem: Mohamed Hassan/PxHere/Domínio Público)
A campanha de venda de serviços de phishing incluía CAPTCHAS e ferramentas para evitar a detecção por antivírus e profissionais de segurança, levantando centenas de milhares de dólares (Imagem: Mohamed Hassan/PxHere/Domínio Público)

Uma campanha em particular, tematizada em torno de impostos, mirou em 2.300 organizações nos Estados Unidos em abril deste ano, mas os mesmos kits foram aplicados em ataques a mais de 20 instituições de saúde do país. Credenciais, cookies e outros dados das contas OneDrive, SharePoint e e-mail das vítimas foram usados mais tarde em tentativas de fraude financeira, extorsão ou acesso a sistemas usados pelos usuários.

Muitas das campanhas de phishing por e-mail da RaccoonO365 precediam ataques de malware e ransomware, gerando consequências pesadas para hospitais, segundo Steven Masada, conselheiro-geral assistente da DCU da Microsoft. Serviços a pacientes podem atrasar, postergando ou cessando cuidados críticos, além de comprometer resultados de laboratório e vazar dados sensíveis. Além de perdas financeiras, isso pode ameaçar a saúde de pacientes.

O RaccoonO365 vinha alugando serviços de phishing via canais do Telegram, com mais de 840 membros em 25 de agosto deste ano. Os preços iam de US$ 335 (cerca de R$ 1.880), para planos de 30 dias, a US$ 999 (cerca de R$ 5.300) para planos de 90 dias. Tudo era pago com criptomoedas, especificamente Tether (USDT) e Bitcoin (BTC).

A Microsoft estima que o grupo tenha levantado ao menos US$ 100 mil (mais de R$ 530 mil) em criptomoedas até agora, sugerindo entre 100 e 200 planos vendidos. Descobriu-se, na operação, que o líder do RaccoonO365 é Joshua Ogundipe, residente da Nigéria. Acredita-se que hackers russos também trabalham com os cibercriminosos, já que o nome do bot do Telegram usado é na língua eslava.

Ogundipe tem histórico em programação e provavelmente foi o autor da maior parte dos códigos maliciosos. Sem querer, os hackers revelaram uma carteira de criptomoedas secreta que ajudou o DCU a atribuir sua posse e entender as operações criminosas. Acusações contra Ogundipe foram levadas a autoridades internacionais.

Veja mais:

VÍDEO | O QUE É PHISHING? SAIBA COMO SE PROTEGER! #Shorts

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Pilha AA que dura 30x mais que modelos comuns chega ao Brasil

A Duracell acaba de lançar no Brasil a sua terceira geração de pilhas, com a linha Optimum. Ela está disponível nos formatos AA e AAA, com até 30x mais duração que modelos comuns de zinco, segundo a marca. 

A pilha foi desenvolvida após mais de dez anos de pesquisa. Além disso, a Duracell Optimum apresenta uma tecnologia protegida por mais de 20 patentes.

Para alcançar esses resultados, a pilha tem um material ativo especialmente formulado no cátodo. Ele proporciona maior voltagem operacional, de acordo com a Duracell. 


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Pilha Duracell Optimum
Nova pilha da Duracell pode durar até 30x mais que modelos de zinco (Imagem: Divulgação/Duracell)

A marca destacou ainda que as pilhas tornam os aparelhos mais capazes de não apenas durarem mais, mas também ganharem mais potência para funcionar melhor.

Na prática, isso significa que equipamentos podem funcionar com motores mais rápidos ou luzes mais brilhantes, por exemplo. 

A Duracell também informou que a Optimum vem em uma embalagem 100% reciclável, e livre de plástico. Possui abertura “easy open”, que promete facilitar o armazenamento e o uso no dia a dia.

No Brasil, as pilhas já estão disponíveis em grandes redes varejistas e supermercados. Também podem ser compradas de forma online.

Leia mais no Canatlech:

Será que você está carregando o seu celular certo? Veja no vídeo abaixo: 

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

YouTube amplia acesso à IA para detectar vídeos com deepfakes de creators

O YouTube revelou na última terça-feira (16) os planos de expandir a ferramenta de detecção de aparência para mais criadores na plataforma. O recurso usa IA para identificar e ajudar a denunciar vídeos com deepfakes que simulam a aparência de youtubers famosos. 

A ferramenta foi lançada no final de 2024, mas com acesso limitado a alguns perfis mais populares na rede. Agora, a empresa confirmou que todas as contas que fazem parte do Programa de Parcerias do YouTube terão acesso ao recurso em Beta aberto

Como o recurso funciona

A ferramenta de detecção de aparência identifica possíveis vídeos com deepfake ou que usam a imagem de um criador de conteúdo de uma forma que possa enganar a audiência.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

De acordo com o YouTube, a tecnologia ajuda a detectar, gerenciar e pedir pela exclusão desses vídeos. Vale lembrar que a plataforma já tem um formulário específico para que qualquer pessoa consiga denunciar um deepfake que simula a própria voz ou imagem

No caso dos criadores de conteúdo, a tecnologia ajuda a acelerar esse processo. A ferramenta passou por alguns testes limitados a grandes canais, como Flow Podcast, MrBeast e Estude Matemática, e agora liberou o acesso para quem participa do Programa de Parcerias da plataforma de vídeos.

Mais novidades de IA do YouTube

A empresa também revelou outros recursos de IA para criação de conteúdo durante o evento Made on YouTube. O gerador de vídeos do Veo 3 ganhou uma variante integrada ao Shorts para criar clipes rápidos, enquanto o Google lançou uma IA capaz de converter falas de outros posts em músicas — confira as novidades.

Leia também:

VÍDEO: Você sabe IDENTIFICAR um DEEPFAKE?

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Google revela os 3 golpes digitais mais comuns no Brasil e como se proteger

Em um encontro com jornalistas em São Paulo, Sandra Joyce, VP de Inteligência de Ameaças do Google, explicou por que o Brasil virou terreno fértil para criminosos digitais

“O Brasil é rico, moderno e digitalizado. Criminosos vão onde está o dinheiro, e por isso o país se tornou um grande alvo”, afirmou. Segundo a executiva, o avanço de fintechs e criptomoedas também atraiu a atenção de golpistas.“Criminosos vão onde está o dinheiro. O Brasil é rico, moderno e digitalizado, e por isso se tornou um grande alvo”, afirmou.

O avanço de fintechs e criptomoedas também chamou a atenção de golpistas. E os dados confirmam a percepção: segundo o relatório M-Trends 2025, elaborado pela Mandiant (Google Cloud), o setor financeiro foi o mais visado globalmente em 2024, concentrando 17,4% dos ataques, seguido por tecnologia, governo e saúde.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Os 3 ataques mais comuns

De acordo com a executiva, três tipos de ameaças estão no topo da lista no Brasil:

  • Ransomware e extorsão digital: sequestro de dados com pressão por resgates rápidos, muitas vezes atingindo hospitais
  • Malware e infostealers (ladrões de informações digitais): softwares que roubam credenciais e informações pessoais, depois vendidos em fóruns clandestinos
  • Golpes financeiros: fraudes ligadas a bancos, fintechs e criptoativos

“O ecossistema do ransomware é muito organizado. Eles funcionam com taxas de comissão e até ‘atendimento ao cliente’ para negociar com as vítimas”, explicou Sandra. Ela revelou ainda que, em uma amostra acompanhada por sua equipe, metade das vítimas era brasileira.

Vazamentos de dados e spear phishing

Sandra apontou que os vazamentos de dados no país, muitos deles em órgãos governamentais, são combustível para ataques mais sofisticados.

“Quando criminosos têm acesso a endereços e nomes, conseguem montar spear phishing (fraude por e-mail personalizada) muito mais convincente. Por isso, não basta reagir: é preciso vigilância constante”, disse.

O relatório M-Trends mostra que, globalmente, credenciais roubadas já superaram o phishing como porta de entrada de ataques,16% contra 14% em 2024. Já a exploração de falhas em sistemas segue no topo, responsável por 33% dos incidentes.

Ela recomendou o uso de autenticação multifator, chaves de segurança e gestão rápida de patches, ou seja, aplicar o quanto antes as atualizações de segurança em sistemas vulneráveis para corrigir falhas críticas.

A executiva também comparou o cenário com a saúde: “Assim como qualquer pessoa pode ficar doente, qualquer empresa pode ser atacada. Mas aquelas que têm boas práticas sofrem menos.”

Android fecha o cerco contra apps falsos

Outro ponto que Sandra destacou foi o reforço de segurança no Android, especialmente importante para o público brasileiro, que está entre os mais afetados por aplicativos falsos.

Segundo a executiva, o Google vai bloquear apps de desenvolvedores não confiáveis e criar novas barreiras contra a instalação de aplicativos fora da Play Store, os chamados APKs, muito usados em golpes digitais.

Ela classificou a medida como um “poderoso bloqueio” contra esse tipo de fraude. Para ilustrar, lembrou do caso da guerra na Ucrânia, quando hackers criaram um aplicativo falso de alerta de mísseis que, na verdade, funcionava como spyware para espionar usuários.

Como se proteger no dia a dia

Nenhuma empresa ou usuário está imune, mas práticas básicas podem reduzir bastante o risco. Entre as recomendações da executiva estão:

  • Adotar soluções modernas de segurança em todos os dispositivos
  • Simular ataques e treinar equipes
  • Manter softwares sempre atualizados
  • Segurança desde o design, ou seja, projetar sistemas já com proteções embutidas, em vez de adicionar medidas de forma superficial apenas para cumprir uma lista de requisitos

Para Sandra, “essa corrida vai continuar. Todas as empresas podem ser atacadas, mas aquelas que têm boas práticas sofrem menos. Não se trata apenas de reagir: é preciso estar um passo à frente, porque os criminosos estão sempre inovando”, concluiu.

VÍDEO: Android 16, VALE A PENA atualizar seu celular?

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Bateria do iPhone Air decepciona em testes iniciais; veja resultados

Alguns dos primeiros testes de bateria da linha iPhone 17 na “vida real” revelaram uma diferença significativa entre os modelos, e o iPhone Air registoru a menor autonomia entre todos, como já era esperado. 

Em teste conduzido pelo portal Tom’s Guide, o modelo mais fino da Apple durou apenas 12 horas e 2 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro Max alcançou 17 horas e 54 minutos na mesma condição.

A diferença é de quase 48% a menos de autonomia para o iPhone Air, e confirma que o design ultrafino de 5,5 mm cobra seu preço em durabilidade da bateria. 


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Resultados completos dos testes

O teste foi realizado com navegação web contínua em 5G, com brilho fixado em 150 nits para todos os modelos. Os resultados mostram uma hierarquia clara baseada no tamanho físico dos dispositivos:

  • iPhone Air: 12h02min;
  • iPhone 17: 12h47min;
  • iPhone 17 Pro: 15h32min;
  • iPhone 17 Pro Max: 17h54min.

Estimativas da Apple confirmam tendência

As próprias estimativas da Apple para reprodução de vídeo offline seguem padrão similar. O iPhone Air é tem estimativa de 27 horas, o iPhone 17 de 30 horas, o Pro de 33 horas e o Pro Max de 39 horas de reprodução contínua.

iPhone Air tem menor autonomia entre os novos celulares da Apple (Imagem: Divulgação/Apple)

Esses números oficiais se alinham com os testes independentes, e reforçam que o Pro Max é o líder indiscutível em autonomia dentro da linha iPhone 17.

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: A Apple Finalmente acertou ? Novo iPhone 17 Air e mais sobre os Lançamentos da Apple.

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Bateria estufada? 7 dicas para evitar e o que fazer quando acontecer

A bateria estufada é um dos problemas mais preocupantes que pode afetar smartphones e notebooks. O componente apresenta inchaço visível que compromete o funcionamento do aparelho e pode causar acidentes graves. Diversos fatores contribuem para este defeito, desde sobrecarga até danos físicos no dispositivo.

O fenômeno afeta baterias de íon-lítio, presentes na maioria dos eletrônicos atuais, mas é possível se antecipar e identificar os sinais da condição da bateria.

Estas são as 7 principais dicas para prevenir e lidar com baterias estufadas:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

  1. Reconheça os sinais de alerta;
  2. Desligue o aparelho imediatamente;
  3. Evite sobrecarga constante;
  4. Use carregadores originais;
  5. Mantenha longe do calor;
  6. Substitua baterias antigas;
  7. Descarte de forma adequada.

1. Reconheça os sinais de alerta

A detecção precoce é fundamental para evitar riscos maiores. Sinais visuais incluem tela levantada, separação entre display e corpo do aparelho, ou movimento sutil ao pressionar a tela.

Em smartphones, pode aparecer uma mancha branca causada pela pressão interna. Enquanto notebooks podem apresentar teclado saliente ou touchpad desalinhado.

Casos mais severos podem incluir mau cheiro ou aparelho que não encaixa mais na capa. Qualquer alteração na forma original do dispositivo deve ser investigada.

2. Desligue o aparelho imediatamente

Ao identificar sinais de bateria estufada, desligue o dispositivo na hora. Esta medida evita faíscas elétricas ou acúmulo adicional de calor que pode agravar o problema.

Além disso, nunca tente carregar um aparelho com bateria inchada. O processo pode acelerar reações químicas perigosas dentro do componente.

Coloque o dispositivo em superfície não inflamável, como metal ou cerâmica. Evite tecidos, madeira ou locais fechados sem ventilação.

3. Evite sobrecarga constante

Aparelhos que ficam sempre na tomada têm maior probabilidade de desenvolver inchaço ao longo dos anos. Isso acontece porque as baterias precisam de ciclos de descarga e recarga para funcionar adequadamente.

Assim, é importante desconectar o carregador quando a bateria atingir 100% ou configurar o aparelho para parar de carregar ao chegar no nível máximo. Evite deixar carregando durante o dia todo de forma rotineira.

celular carregando
Manter o celular muito tempo na tomada pode ser um problema (Imagem: Reprodução/Shutterstock)

4. Use carregadores originais

Carregadores de baixa qualidade podem superaquecer a bateria e causar danos aos componentes internos. Acessórios não originais muitas vezes não respeitam as especificações técnicas do aparelho.

Verifique sempre a voltagem e amperagem corretas antes de usar qualquer carregador alternativo. Ou seja, investir em acessórios originais protege a bateria e prolonga sua vida útil.

5. Mantenha longe do calor

Temperaturas elevadas aceleram reações químicas dentro da bateria e aumentam o risco de inchaço. Evite deixar dispositivos em carros quentes, sol direto ou próximo a fontes de calor.

Baterias expostas a mais de 40°C podem sofrer danos permanentes, tendo em vista que o calor excessivo quebra as barreiras internas que separam os componentes químicos.

6. Substitua baterias antigas

Em geral, smartphones perdem capacidade após cerca de 500 ciclos de carga. Quando a autonomia cair significativamente, considere a substituição preventiva.

Sinais como desligamento repentino ou baixo desempenho indicam bateria no fim da vida útil. Trocar antes do inchaço evita problemas maiores.

7. Procure assistência técnica

Remoção de bateria estufada requer conhecimento técnico específico. Tentativas de reparo caseiro podem perfurar o componente e causar incêndios.

celular fogo
No início do ano, o celular de uma jovem explodiu em Goiânia, possivelmente por causa da bateria (Imagem: Reprodução/TV Anhanguera)

Profissionais possuem ferramentas adequadas e conhecem procedimentos de segurança. Assistências técnicas autorizadas garantem peças originais na substituição.

Alguns fabricantes oferecem garantia estendida para bateria, como a Jovi que oferece garantia de 4 anos no componente. Verifique se o problema está coberto antes de procurar serviços terceirizados.

Quais os riscos da bateria estufada?

Baterias de íon-lítio contêm eletrólito inflamável que pode reagir violentamente quando exposto ao ar. Pressão interna combinada com calor pode causar explosão ou incêndio.

Além disso, gases tóxicos liberados durante o inchaço são prejudiciais quando inalados. Por isso é importante manter ventilação adequada ao manusear o dispositivo.

Apesar da explosão ser rara, é necessário prevenir para evitar acidentes e estender a vida útil da bateria. Também vale mencionar que muitos smartphones modernos contam com ferramentas de diagnóstico nativas que alertam para problemas na bateria.

Leia mais

VÍDEO: (Quase) Tudo que você precisa saber sobre baterias e carregadores de celular

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Demolidor: Renascido vai ganhar nova temporada no Disney+?

Demolidor: Renascido estreou no Disney+ no início deste ano para apresentar aos fãs do Universo Cinematográfico da Marvel uma nova aventura do herói interpretado por Charlie Cox (Os Defensores).

Com direito a participações especiais vindas diretamente da série da Netflix, a primeira temporada do programa fez tanto sucesso que muita gente anda se perguntando se o Marvel Studios vai dar continuidade à produção no streaming.

Ao longo de nove episódios, o ano introdutório de Demolidor: Renascido acompanha Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades sensoriais elevadas que o permitem ser um vigilante lutando por justiça à noite.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Em meio ao submundo do crime, Murdock assume seu alter ego de Demolidor, combatendo chefões do crime organizado na cidade, como Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), um ex-chefe da máfia que anda apostando em sua persona política em Nova York.

 

Demolidor: Renascido vai ter 2ª temporada?

A boa notícia para os fãs do MCU é que a segunda temporada de Demolidor: Renascido já foi devidamente confirmada pelo Marvel Studios.

De acordo com informações da Variety, a expectativa é que o segundo ano do programa dê o ponto de partida nas filmagens no começo de 2026. Charlie Cox retorna ao universo do Homem Sem Medo como Matt Murdock, assim como o ator Vincent D’Onofrio (Nascido para Matar), que vive o vilão Wilson Fisk.

3ª temporada de Demolidor: Renascido está confirmada

Demolidor: Renascido tem segunda e terceira temporadas confirmadas (Imagem: Divulgação/Marvel Studios).

Além da segunda temporada já estar a caminho, a Marvel também confirmou que Demolidor: Renascido terá uma terceira temporada. É a primeira vez que uma série do estúdio ganha um terceiro capítulo pelo Disney+.

A novidade chega após meses de especulações sobre uma possível conclusão do programa após a temporada de número dois. Maiores detalhes a respeito do terceiro capítulo, porém, não foram divulgados pela Marvel neste primeiro momento.

Onde assistir Demolidor: Renascido?

Assim como todas as produções desenvolvidas pelo Marvel Studios, a primeira temporada de Demolidor: Renascido está disponível para streaming no Disney+. A segunda temporada, que ainda não tem data de estreia confirmada, também será lançada na plataforma da empresa do Mickey.

Leia também:

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Comparativo Galaxy Watch 8 x Galaxy Watch 8 Classic: qual smartwatch escolher?

A Samsung lançou duas versões do Galaxy Watch 8 em 2025: o modelo tradicional e a versão Classic com coroa giratória. Ambos compartilham as mesmas especificações internas, mas diferem apenas na experiência de navegação, versões e opções de tamanho. 

Neste comparativo, analisamos os dois relógios para entender quando vale a pena investir na versão premium.

Design, construção e tela

Em construção, os dois modelos são iguais, com acabamento em aço inoxidável que garante robustez e aspecto premium. Ambos trazem a mesma identidade visual adotada desde o Watch Ultra: mostrador “squircle”, um formato que combina quadrado com cantos bem arredondados., ao passo que mantém a tela circular.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Galaxy Watch 8 e Watch 8 Classic se diferenciam visualmente apenas pela coroa (Imagem: Giovanna Siqueira/Canaltech)

A diferença está no aproveitamento desse espaço. O Watch 8 Classic aproveita melhor a área ao redor do display com sua coroa giratória física, enquanto o modelo comum deixa essa região sem função específica, um espaço “vazio”.

Além disso, o Classic está disponível apenas na versão de 46mm, enquanto o Watch 8 tradicional oferece opções de 44mm e 40mm para diferentes preferências de tamanho. De resto, tela, brilho de 3.000 nits, construção e características são idênticas nos dois modelos.

Configurações e desempenho

Os dois smartwatches são exatamente iguais em desempenho e funcionalidades. Contam com os mesmos sensores e modos de monitoramento, incluindo ECG, oxigênio no sangue, frequência cardíaca, índice de antioxidantes e carga vascular.

Ambos oferecem detecção de apneia do sono, tecnologia desenvolvida no centro de P&D da Samsung no Brasil, além de dezenas de modalidades para atividades físicas com monitoramento automático de caminhadas, pedaladas e outros exercícios.

O reconhecimento de gestos também funciona igual nos dois, e permite ações como “pinça” para apagar notificações, trocar músicas, ignorar alarmes e atender ligações.

Usabilidade e sistema

O sistema operacional é o mesmo: Wear OS com interface One UI Watch 8. Os dois oferecem as mesmas funções e permitem downloads de apps como Spotify, YouTube Music, Maps e outros serviços direto no relógio.

A interface recebeu melhorias na One UI 8, com blocos de funções mais organizados que permitem empilhar recursos e separar por categorias. A experiência de navegação é fluida nos dois modelos.

A principal diferença está nas opções de conectividade. O Classic tem versão única com conexão LTE, que permite uso independente do smartphone com um eSIM instalado. O Watch 8 comum oferece versões apenas Bluetooth ou LTE, e dá mais flexibilidade de escolha.

Coroa giratória melhora a usabilidade no dia-a-dia (Imagem: Giovanna Siqueira/Canaltech)

Bateria

No papel, as capacidades variam conforme tamanho: Watch 8 tem 435 mAh na versão de 44mm e 325 mAh no de 40mm, enquanto o Classic oferece 445 mAh. Porém, a autonomia é a mesma devido às diferenças no tamanho da tela.

A Samsung promete até 30 horas com always on display ativado. Na prática, ambos duram entre um a dois dias com uso moderado, com necessidade de carregamento diário para quem aproveita todas as funcionalidades.

A coroa giratória faz diferença?

A coroa giratória oferece experiência tátil superior com feedback físico satisfatório que a navegação touch não consegue replicar. O “clique” é mais preciso e funciona perfeitamente com as mãos molhadas, suadas ou usando luvas.

Além da praticidade, mantém a tela mais limpa sem marcas de dedo e oferece proteção extra contra choques. O design também ganha aspecto mais clássico e premium, que remete a relógios analógicos tradicionais.

Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8
Comparativo Watch 8 Classic e Watch 8 (Giovanna Siqueira/Canaltech)

Galaxy Watch 8 ou Galaxy Watch 8 Classic: qual escolher?

Os dois funcionam exatamente igual em termos de performance e recursos. A escolha depende de priorizar a experiência da coroa giratória ou preferir pagar menos.

Se você valoriza ergonomia, elegância e praticidade no uso diário, o Classic justifica o investimento extra. A coroa giratória oferece vantagens reais, especialmente para atividades físicas ou uso em condições adversas.

O Watch 8 comum é indicado para quem quer o essencial sem fazer questão da rede móvel LTE, já que tem versão apenas Bluetooth mais acessível. Também é a única opção para quem prefere tamanhos menores de 40mm ou 44mm.

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: Samsung Galaxy Watch 8: ainda mais COMPLETO e MELHOR [ANÁLISE/REVIEW]

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...

Como baixar e instalar a One UI 8 no seu celular ou tablet

A Samsung lançou a One UI 8 para celulares e tablets no Brasil, trazendo novidades de design, inteligência artificial e mais segurança. O novo sistema operacional pode ser instalado através das configurações de dispositivos elegíveis.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • Como baixar e instalar a One UI 8?
  • Quais celulares Samsung vão receber a atualização?
  • Quando a Samsung liberou a One UI 8?
  • O que muda na One UI 8?

Como baixar e instalar a One UI 8?

Para baixar e instalar a One UI 8 no seu celular ou tablet, siga os passos abaixo:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

  1. Abra as “Configurações” do seu Samsung;
  2. Busque por “Atualização de software”;
  3. Clique em “Baixar e instalar”;
  4. Instale a One UI 8, se estiver disponível.

Quais celulares e tablets Samsung vão receber a atualização?

A One UI 8, baseada no Android 16, será liberada para celulares Galaxy das linhas S, Z Fold, Z Flip e A, e para os tablets Tab S10, S9 e S8.

Galaxy Z Fold 7
A Samsung começou a liberar a One UI 8 para os celulares e tablets da marca. (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Quando a Samsung liberou a One UI 8?

A One UI 8 começou a ser liberada em 18 de setembro de 2025 no Brasil para os celulares da linha Galaxy S25. Os demais dispositivos vão seguir um cronograma de lançamento para receber a atualização de forma gradual.

O que muda na One UI 8?

A One UI 8 traz melhorias de usabilidade e mais integração com inteligência artificial. O Now Bar mostra informações em tempo real, e o Now Brief ganhou novos conteúdos e opções de personalização.

A IA multimodal oferece sugestões contextuais e reconhecimento de imagens e sons, enquanto a atualização também reforça segurança, privacidade e desempenho do sistema.

Confira outros conteúdos do Canaltech:

VÍDEO: Samsung Galaxy Tab S10 Lite: Um bom tablet intermediário [ANÁLISE/REVIEW]

 

Leia a matéria no Canaltech.

Continue lendo...