Ford Territory 2021 despenca no mercado e vira opção de baixo custo entre SUVs

O Ford Territory Titanium 2021 é uma boa opção para quem precisa de um SUV. O modelo chegou ao mercado brasileiro em 2020 e, desde então, sofreu quase 42% de desvalorização, o que o deixa bem interessante para quem busca espaço, conforto e tecnologia com bom preço. 

A queda de preço do SUV da Ford desde seu lançamento foi significativa. Veja só: segundo a Tabela Fipe, o Titanium ano/modelo 2021 custa R$ 121.586, mas já é possível encontrá-lo por aproximadamente R$ 110 mil no mercado de usados.  

O preço mais baixo o coloca como uma alternativa atraente para quem busca um SUV espaçoso e equipado com motor turbo e câmbio CVT de oito marchas. 


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Como é o Ford Territory Titanium

Sob o capô, o Territory traz motor 1.5 turbo de 150 cv e 22,9 kgf/m de torque. O desempenho é adequado ao dia a dia: o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos e chega à velocidade máxima de 180 km/h. Em relação ao consumo, o SUV faz 9,2 km/L na cidade e 10 km/L na estrada, com autonomia de até 520 km em rodovias. 

O Territory ainda é uma boa opção para quem busca um SUV (Ford)

No interior, o Territory conta com ar-condicionado automático com direito a saídas para os bancos traseiros e freios a disco nas quatro rodas, além do controle eletrônico de estabilidade e tração. O conjunto fica completo com o assistente de partida em rampas, sistema de monitoramento de ponto-cego e câmera 360º com visão panorâmica.  

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Por que é difícil trabalhar na Nintendo? Ex-veterano da Big N explica

A Nintendo é conhecida por seus jogos fantásticos, que seguem um alto rigor e exigência de qualidade. Por isso, é de se imaginar que trabalhar na Big N seja um verdadeiro desafio. Pouquíssimos desenvolvedores conseguem chegar à fase de entrevista ao tentar uma posição na Nintendo do Japão.

A informação surgiu em discussões no X (antigo Twitter) sobre a necessidade de formação acadêmica para ingressar em empresas como Nintendo e Sony. Um professor da área de Engenharia da Computação, chamado Kuriki Murahashi, contou sua experiência ao tentar uma vaga na Big N.

Ele revelou que, assim como a Sony, a Nintendo não exigia formação universitária nem aplicava o chamado “filtro de faculdade” — um sistema muito comum em empresas japonesas que prioriza recém-formados em universidades de elite, como as de Tóquio e Kyoto.


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“Eu tinha ouvido falar que a Nintendo não usava ‘filtro de faculdade’ na contratação de recém-formados”, publicou Murahashi. A explicação para isso é que o teste online da empresa, aplicado antes da entrevista, é extremamente difícil.

“No entanto, quando participei do processo seletivo, o primeiro teste online era tão absurdamente difícil que lembro de ter pensado: ‘Ah, entendi… com uma prova dessas, eles nem precisam de filtro; os candidatos já são eliminados aqui mesmo'”, contou o professor.

Nintendo 64 pode ser o culpado?

Mas há um motivo para o processo seletivo da empresa ser tão exigente, e isso tem tudo a ver com o Nintendo 64. Em resposta ao professor, o atual produtor da série Silent Hill, Motoi Okamoto (ex-veterano da Nintendo), afirmou: “Quando entrei como recém-formado, em 1999, havia apenas alguns formados pela Tōdai em toda a empresa, inclusive eu. Não era como hoje, que entram vários todos os anos (às vezes perto de dez). Minha sensação é de que a empresa foi se tornando academicamente mais elitizada ano após ano”.

Essa elitização foi motivada pela fuga de desenvolvedores third-party na era do Nintendo 64, que ocorreu por vários motivos, incluindo a polêmica escolha por cartuchos em vez de CDs. A maior beneficiada dessa história foi a Sony, que viu uma migração massiva de estúdios para o PlayStation, como a Square Enix, que quebrou uma parceria histórica com a Big N e lançou Final Fantasy VII exclusivamente no console da Sony.

Nintendo 64 passou por muitos ‘apertos’ por conta da fuga dos desenvolvedores(Divulgação: Nintendo)

Naquela época, com a perda de desenvolvedores e o início da era 3D nos games, a Nintendo tornou-se cada vez mais exigente em suas contratações para fortalecer o desenvolvimento de software “dentro de casa”.

“Cerca de dois anos antes de eu entrar, com a fuga das desenvolvedoras third-party do Nintendo 64, surgiu a necessidade de fortalecer drasticamente nossa capacidade de produção de software interno. Isso deu início a um movimento para contratar ativamente não apenas da região de Kansai, mas também de Kanto, aumentando o número de estudantes de exatas com altas qualificações — fortes em matemática e física — para sobreviver à competição tecnológica em áreas como gráficos 3D e sistemas de física”, contou Okamoto.

No entanto, Okamoto argumenta que a Big N não se baseia apenas em diplomas das melhores universidades ou em um histórico acadêmico superficial, mas sim que “estão aumentando o número de pessoas com inteligência nata e uma forte paixão por tornar os jogos divertidos. Isso também é resultado do que a imagem da marca consegue atrair”.

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Novo Xiaomi 17 com “tela mágica” ganha possível data de lançamento neste mês

A linha Xiaomi 17 pode ser lançada na China no dia 30 de setembro, de acordo com fontes do portal Gizmochina. Embora ainda não tenha confirmado a data, a empresa já começou a divulgar várias informações sobre os aparelhos. 

No total, a linha contará com três aparelhos: o Xiaomi 17, o 17 Pro e o 17 Pro Max.

No caso dos modelos Pro, a traseira do telefone apresenta uma novidade chamada “Magic Back Screen”, ou “Tela Traseira Mágica”. 


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Xiaomi 17
Xiaomi 17 com tela mágica pode chegar no fim do mês (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Esse recurso substitui o tradicional módulo de câmeras, ao adicionar um painel secundário adicional. Ele possui um formato retangular ao redor das lentes. 

O componente terá função de exibir informações úteis, como relógios, avisos e GIFs. Ele também funcionará como um visor para selfies, ou até mesmo uma central de controle para casa inteligente. 

Linha Xiaomi 17 vai ter processador inédito

As especificações do Xiaomi 17 e 17 Pro incluem o chipset Snapdragon 8 Elite Gen 5. Testes já mostraram que o processador possui dois núcleos de performance a 4,61 GHz, além de seis núcleos de eficiência a 3,63 GHz. 

Os celulares ainda terão até 16 GB de RAM, e rodarão o HyperOS 3 baseado no Android 16.

Na prática, os testes de performance resultaram em 3.096 pontos no single-core e 9.382 pontos para multi-core. São valores que reafirmam o posicionamento topo de linha dos dispositivos.  

No modelo 17 Pro, o sistema de câmeras deve trazer três sensores de 50 MP. É esperada uma lente ultrawide, além da teleobjetiva com zoom 5x, que teria abertura de obturador mais ampla para o Pro Max. 

A linha Xiaomi 17 será lançada neste mês para o mercado chinês. No entanto, um anúncio em escala global pode ocorrer apenas no primeiro trimestre de 2026. 

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Será que o POCO X7 Pro vale a pena? Veja no vídeo abaixo:

 

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iPhone 17 Pro exige quantos dias de trabalho para comprar no Brasil? Veja lista

Para comprar um iPhone 17 Pro, celular lançado recentemente pela Apple, é preciso trabalhar 77 dias no Brasil. É o que mostra uma pesquisa do perfil World of Statistics, que comparou os resultados para diversos países do mundo. 

O tempo é mais alto que a média do levantamento, e o Brasil ficou na quinta posição entre os que mais exigem tempo de trabalho. O primeiro lugar ficou com a Índia, onde é necessário trabalhar 160 dias para adquirir o celular. 

A outra ponta da listagem tem Luxemburgo e Suíça, em que o iPhone demanda apenas três dias de trabalho. Os Estados Unidos aparecem na sequência, com quatro dias. 


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O Chile, único país sul-americano a aparecer na pesquisa além do Brasil, exige 32 dias de trabalho para comprar o iPhone. 

O levantamento foi feito com base no salário médio de cada região, em jornadas de trabalho de oito horas. No total, 33 países foram avaliados na pesquisa. 

No entanto, esses valores podem mudar de forma drástica dependendo da remuneração e do modelo de iPhone. 

iPhone 17 Pro
Linha iPhone 17 chega ao Brasil com preços de até R$ 18,5 mil (Imagem: Divulgação/Apple)

iPhone 17 Pro Max pode exigir até um ano de trabalho

No caso do iPhone 17 Pro Max, celular mais avançado da Apple, o trabalho necessário para a compra pode levar mais tempo.

O inédito modelo de 2 TB, por exemplo, foi anunciado no Brasil por R$ 18,5 mil. Considerando o salário mínimo atual de R$ 1.518, é preciso trabalhar por mais de um ano (12,19 meses) para completar o valor. 

Veja abaixo o tempo necessário para compra de cada modelo de iPhone:

Modelo  Preço Meses de trabalho necessário (salário mínimo, R$ 1.518) Meses de trabalho necessário (salário médio, R$ 3.484)
iPhone 17 (256 GB) R$ 7.999 5,27 2,30
iPhone 17 (512 GB) R$ 9.499 6,26 2,73
iPhone 17 Air (256 GB) R$ 10.499 6,92 3,01
iPhone 17 Air (512 GB) R$ 11.999 7,90 3,44
iPhone 17 Air (1 TB) R$ 13.499 8,89 3,87
iPhone 17 Pro (256 GB) R$ 11.499 7,58 3,30
iPhone 17 Pro (512 GB) R$ 12.999 8,56 3,73
iPhone 17 Pro (1 TB) R$ 14.499 9,55 4,16
iPhone 17 Pro Max (256 GB) R$ 12.499 8,23 3,59
iPhone 17 Pro Max (512 GB) R$ 13.999 9,22 4,02
iPhone 17 Pro Max (1 TB) R$ 15.499 10,21 4,45
iPhone 17 Pro (2 TB) R$ 18.499 12,19 5,31

A linha iPhone 17 foi apresentada no último dia 9 de setembro, com um visual renovado e a chegada do inédito modelo Air. A disponibilidade geral começa nesta sexta-feira (19).

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Saiba tudo sobre a nova linha iPhone 17:

 

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TRENDOU | “Mostre a todos o quão alto você é” tem erros de matemática no gráfico

Uma trend divertida tomou conta das redes sociais: o desafio “Mostre a todos o quão alto você é”. A ideia é simples: cada participante insere sua própria foto em um gráfico, onde o eixo vertical indica a altura em centímetros. Assim, fica fácil comparar tamanhos entre amigos, influenciadores ou até atletas famosos. Mas a brincadeira ficou engraçada justamente por conta de erros matemáticos que distorcem completamente a realidade.

Na trend, as pessoas usaram fotos de si mesmas ou até emojis e figuras para representar suas alturas, e até usaram famosos para verificar como seria a altura deles, mas como o gráfico já começa em 1,40m, a proporção fica engraçada. Confira:

@grayson.f0 I’m short #viral #fyp #foryou #foryoupage #trending ♬ I just want to dance – g


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@matias_fc24 👺🤙 #messi #estatura #1.64 #tatata #goat #13años ♬ I just want to dance – g
@asamuraiwiththesharingan ♬ I just want to dance – g

Erro 1: a proporção exagerada das alturas

Na prática, quem mede 1,60 m aparece em um ponto intermediário do gráfico, enquanto alguém de 1,80 m surge bem mais acima. O problema é que a diferença parece muito maior do que realmente é. No gráfico, a pessoa de 1,80 m parece ter o dobro da altura da de 1,60 m. Contudo, matematicamente, isso só seria verdade se a comparação fosse entre 1,60 m e 3,20 m. Ou seja, o desenho dá a impressão de que a diferença de 20 cm é muito mais impactante do que de fato é.

Erro 2: o eixo não começa do zero

Outro detalhe técnico aumenta ainda mais a distorção. O gráfico utilizado na trend não inicia em zero, mas sim em 1,40 m. Essa escolha faz com que pequenas diferenças de altura pareçam gigantes. Esse tipo de recurso é conhecido por manipular interpretações em gráficos, principalmente em contextos sérios como pesquisas eleitorais ou comparações de dados financeiros.

Em entrevista ao Canaltech, Saulo Henrique Weber, matemático e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), esclarece: 

Para que a comparação da altura de duas pessoas seja feita corretamente utilizando um gráfico, precisa que a interseção do eixo X e Y esteja na origem, ou seja, no ponto zero. Uma vez que você coloque essa origem deslocada do ponto zero e zero, como nas imagens, começando no 140, vai ter uma distorção e vai dar uma falsa ilusão de que quem é mais alto é muito mais alto.

Como o gráfico deveria ser

Se fosse montado corretamente, o eixo y deveria começar em 0. Assim, as diferenças ficariam proporcionais à realidade. Além disso, a ampliação das imagens deveria acontecer apenas na altura, e não também na largura, para evitar a sensação de que uma pessoa ocupa o dobro do espaço da outra. Em um gráfico de barras, por exemplo, isso equivaleria a comparar colunas com larguras diferentes, o que gera um impacto visual enganoso.

No fim das contas, a trendMostre a todos o quão alto você é” é divertida e gera memes engraçados, mas serve também de alerta. Gráficos são ferramentas poderosas para comunicar informações, e distorções, mesmo que sutis, podem levar a conclusões erradas.

No caso da altura, o efeito é só uma piada. Mas em outros cenários, pode ser usado para manipular opiniões e enganar quem não presta atenção aos detalhes. “Por mais que isso seja uma trend e muitas pessoas tenham utilizado isso, infelizmente isso aparece muito, principalmente na questão comercial. Então quando a gente fala nos rendimentos, aumento de uma empresa, o eixo Y fica numa escala muito pequena e parece que esse aumento é bem grande”, finaliza o professor. 

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VÍDEO | COMO MEDIR OBJETOS OU PESSOAS COM SEU IPHONE 

 

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11 recursos de acessibilidade do iPhone que você precisa conhecer

Os iPhones têm recursos de acessibilidade que tornam o uso do aparelho mais fácil, confortável e inclusivo. Eles ajudam quem tem deficiência visual ou auditiva e também oferecem funções para facilitar a mobilidade e o aprendizado.

11 recursos de acessibilidade do iPhone

A seguir, confira 11 recursos de acessibilidade do iPhone que você precisa conhecer:

  1. VoiceOver;
  2. Zoom;
  3. Lupa;
  4. Audiodescrição;
  5. Inversão de cores e filtros de tela;
  6. Falar Digitação;
  7. Controle por voz;
  8. Legendas Ocultas e SDH;
  9. Suporte a aparelhos auditivos;
  10. AssistiveTouch;
  11. Acesso Guiado.

1. VoiceOver

O VoiceOver é o leitor de tela do iPhone. Ele descreve em voz alta o que aparece no smartphone, como menus, aplicativos, alertas e mensagens.


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Para pessoas cegas ou com baixa visão, esse recurso permite usar o celular com gestos simples e navegar pelo aparelho sem depender da visão.

2. Zoom

O Zoom aumenta a tela inteira ou só uma parte dela para facilitar a leitura de textos, fotos e outros detalhes. Quem tem dificuldade para enxergar pode usar para ampliar planilhas, mapas ou textos em sites sem precisar de uma lupa física.

iPhone 16 Pro Max
Os recursos de acessibilidade da Apple facilitam o uso do iPhone e o tornam mais inclusivo. (Imagem: Matheus Melo/Canaltech)

3. Lupa

A Lupa usa a câmera do iPhone para ampliar objetos próximos, como rótulos, etiquetas, documentos ou pequenos detalhes.

4. Audiodescrição

A audiodescrição narra o que acontece em filmes, séries e vídeos, explicando movimentos, expressões e cenários. Isso ajuda pessoas com baixa visão a entender melhor o conteúdo visual, sem depender apenas do áudio original.

5. Inversão de cores e filtros de tela

Se você sente desconforto com luz forte, tem daltonismo ou dificuldade para diferenciar certas cores, esse recurso ajusta as cores da tela ou aplica filtros que deixam textos e imagens mais fáceis de ver.

6. Falar Digitação

Para as pessoas com baixa visão ou que precisam conferir o que estão digitando de forma mais rápida, o iPhone tem o recurso Falar Digitação, que lê em voz alta tudo o que você digita, incluindo letras maiúsculas e correções automáticas.

7. Controle por voz

O Controle por Voz permite usar o iPhone apenas falando comandos. Dá para abrir aplicativos, navegar em menus, rolar páginas e interagir com conteúdos sem tocar na tela.

8. Legendas Ocultas e SDH

As legendas ocultas mostram os diálogos e os sons importantes de vídeos e filmes, como passos ou efeitos sonoros.

Assim, pessoas com deficiência auditiva conseguem assistir a filmes, séries, aulas online ou qualquer conteúdo multimídia e acompanhar tudo que está acontecendo.

iPhone 16 Pro Max
Além dos recursos para deficiência visual, auditiva, da fala e mobilidade, o iPhone também tem funções de acessibilidade para aprendizado. (Imagem: Matheus Melo/Canaltech)

9. Suporte a aparelhos auditivos

O iPhone pode se conectar a aparelhos auditivos compatíveis via Bluetooth. Ele envia o som das chamadas, músicas e vídeos diretamente para os dispositivos, o que garante que o áudio fique claro e fácil de ouvir.

10. AssistiveTouch

O AssistiveTouch cria um menu virtual na tela para acessar funções do iPhone sem precisar fazer gestos difíceis ou apertar botões. É ideal para pessoas com mobilidade reduzida, pois facilita abrir aplicativos, ajustar volume ou ativar a Siri.

11. Acesso Guiado

O Acesso Guiado limita o uso do iPhone a um único aplicativo e controla quais funções podem ser usadas. Pode ser usado, principalmente, para estudar, já que evita que alguém saia do app, se distraia com notificações ou acione funções por engano.

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VÍDEO: Quem deveria comprar os novos iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 pro e iPhone 17 Pro Max?

 

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IA ajuda Detran a apreender carro com R$ 160 mil acumulados em multas em SP

Um Chevrolet Astra foi apreendido em São Paulo após acumular 602 infrações, que somavam R$ 160,6 mil em multas — valor dez vezes superior ao preço de mercado do carro. A apreensão é resultado do novo sistema adotado pelo Detran de São Paulo, que conta com ferramentas de inteligência artificial e análise de dados para prever comportamentos de motoristas infratores e ajudar na fiscalização. 

O hatch azul de duas portas estava em tão mau estado de conservação que representava um risco à segurança no trânsito. Para completar, o condutor do Astra não tinha Carteira Nacional de Habilitação e nem era dono do automóvel. E mais: o licenciamento estava vencido há 12 anos.

O Astra não foi um caso isolado — basta recordar que outra operação rendeu a apreensão de um Chevrolet Corsa 2005 com 229 multas e R$ 123 mil acumulados com as autuações. Já uma Chevrolet Montana 2015 somou 434 infrações e mais de R$ 101 mil em débitos, o que equivale a mais que o dobro do valor de mercado do veículo.  


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Como funciona o sistema de IA do Detran

O projeto é focado nos chamados veículos contumazes em infração, ou seja, aqueles que acumulam multas sem perspectiva de quitação. De acordo com a instituição, o sistema cruza dados sobre horários, endereços e locais de maior incidência de infrações para identificar padrões de comportamento dos infratores. 

O novo sistema vai ajudar o Detran a identificar motoristas infratores em SP (Vinicius Löw/Unsplash)

Com estes dados em mãos, as autoridades fazem operações de fiscalização com mais eficiência, porque têm maior previsibilidade do comportamento do infrator. A cada três meses, os veículos com mais infrações vão ser listados para intensificar a fiscalização para tornar a ação dos agentes mais ágil e precisa. A ferramenta foi implementada inicialmente na capital paulista e deve ser expandida para todo o estado. 

Este não é o único uso das IAs no trânsito. A cidade de São Paulo já conta com mais de 900 semáforos com borda amarela, que prometem diminuir o tempo de espera no trânsito e proporcionar mais fluidez às vias mais movimentadas com inteligência artificial e sensores.

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Vídeo: Como funcionam os novos radares de São Paulo e Curitiba?

 

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Galaxy S25 é o primeiro celular a receber a One UI 8 no Brasil; veja como baixar

A espera acabou: a Samsung liberou a One UI 8 para o Galaxy S25 no Brasil nesta quinta-feira (18), conforme apurou o Canaltech. A linha marca a estreia o processo de atualização para o Android 16 no país, que será continuado a partir da semana que vem com aparelhos mais antigos.

O update chega após a Samsung confirmar o lançamento da sucessora da One UI 7 aos brasileiros a partir desta semana. Na primeira fase, de acordo com o cronograma oficial, a empresa foca nos seguintes aparelhos lançados em 2025:

Entre as novidades do pacote, está o Android 16, geração mais recente do sistema operacional do Google. A empresa também trouxe melhorias à Now Bar e ao Now Brief.


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Samsung libera One UI 8 para o Galaxy S25 no Brasil (Imagem: Captura de tela/Bruno Bertonzin/Canaltech)
Samsung libera One UI 8 para o Galaxy S25 no Brasil (Imagem: Captura de tela/Bruno Bertonzin/Canaltech)

Como atualizar o Galaxy S25 para a One UI 8

Veja como atualizar o seu celular da Samsung:

  1. Abra as configurações do Android;
  2. Toque em “Atualização de software”;
  3. Vá em “Baixar e instalar”;
  4. Se a atualização estiver disponível, instale-a em seu dispositivo.

Atualização continua em breve

Segundo a Samsung do Brasil, a próxima etapa da atualização vai começar em 25 de setembro, dessa vez com foco na linha Galaxy S24 e nos modelos A56, A36, Z Flip 6 e Z Fold 6. Outros dispositivos estão previstos para receber a One UI 8 ao longo de outubro.

A fabricante também pretende atualizar seus tablets a partir de 2 de outubro de 2025.

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VÍDEO: Samsung Galaxy Tab S10 Lite: Um bom tablet intermediário [ANÁLISE/REVIEW]

 

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