MacBook Pro pode ganhar touchscreen e ficar mais parecido com o iPad

A Apple costuma ter uma abordagem mais conservadora no que diz respeito aos seus produtos. Geralmente, leva um tempo para uma nova tecnologia ser adotada pela Maçã e a próxima novidade pode ser um Macbook Pro com tela OLED sensível ao toque, segundo o analista Ming-Chi Kuo. Esse produto deve demorar para chegar, já que a produção em massa pode começar no fim de 2026.

Caso o rumor se concretize, esta será uma mudança histórica para a Apple, quebrando uma filosofia defendida pelo próprio Steve Jobs. Em 2010, o cofundador da empresa classificou a ideia de uma tela de toque horizontal como “ergonomicamente terrível”, afirmando que, após testes, o braço do usuário “parece que vai cair”. Agora, parece que a empresa está pronta para seguir um novo caminho.

Apple tem feito mudanças em software para adotar touchscreen

De acordo com Kuo, o primeiro Mac com tela sensível ao toque será um MacBook Pro com painel OLED, cuja produção deve começar no final de 2026 e o lançamento ocorrendo no mesmo período ou no início de 2027. Este modelo estaria duas gerações à frente da linha atual, sendo provavelmente equipado com um futuro processador M6.


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O analista sugere ainda que, após a estreia no modelo Pro, a Apple considera levar o recurso para a segunda geração de um futuro MacBook mais acessível e, eventualmente, para os MacBook Air.

Nos últimos anos, a fronteira entre o Mac e o iPad vem se tornando cada vez mais tênue. A introdução dos chips da série M no iPad Pro deu a ele uma potência de nível desktop , enquanto o software tem acompanhado essa evolução. O próprio macOS Tahoe, com sua nova linguagem de design “Liquid Glass“, já parece preparado para o toque, com controles de janela maiores e mais espaçamento entre os elementos da interface.

A chegada de uma tela sensível ao toque ao MacBook parece ser o próximo passo lógico nesta fusão de ecossistemas.

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Inscrições no curso de cibersegurança da Cisco terminam neste domingo (21)

As inscrições no curso gratuito de cibersegurança da Cisco estão terminando. Os interessados têm até este domingo (21) para se inscreverem na 11ª edição do CiberEducação Cisco Brasil e completar a primeira fase do programa. 

A edição comemora os mais de 1 milhão de alunos do Cisco Networking Brasil e conta com o novo curso “Gerenciamento de Ameaças Cibernéticas”. 

Lançado em 2020, o programa já formou mais de 8 mil profissionais para atuarem no setor de cibersegurança.


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Como funciona o programa

O programa é gratuito e é todo realizado de forma online

Ao todo, serão três etapas. Inicialmente, os inscritos devem concluir o curso “Gerenciamento de Ameaças Cibernéticas” até o dia 21 de setembro. Quem finalizar a primeira etapa, automaticamente está apto a segunda etapa, onde concorre a uma das 1,5 mil bolsas de estudo gratuitas para formação profissionalizante.

O resultado com a convocação para a segunda etapa sairá no dia 3 de outubro, e os convocados receberão o convite por e-mail.

A terceira e última etapa é quando os alunos poderão colocar os ensinamentos em prática em alguma das oportunidades de estágio ou de emprego que são oferecidas no ecossistema de empresas da Cisco.

Mercado de cibersegurança em alta

Com o avanço da inteligência artificial, os profissionais e soluções de cibersegurança se tornaram cada vez mais procurados para lidar com as novas e tecnológicas ameaças digitais. 

A pesquisa Global Digital Trust Insights 2025 da PwC revelou que 65% dos executivos de tecnologia no Brasil vêem o risco cibernético como principal problema a ser resolvido, índice superior aos 46% dos executivos da área de negócios. 

Outro estudo, da Deloitte, mostrou que 57% das empresas globais devem aumentar o investimento em segurança digital nos próximos dois anos. 

“A procura por profissionais qualificados em segurança digital tem sido um propulsor da nossa iniciativa, que já formou mais de 8 mil talentos em dez edições. A Cisco, em conjunto com nossos parceiros educacionais, está desenvolvendo a nova geração de profissionais para o setor de Segurança Cibernética do país”, conta o líder do Cisco Networking Academy no Brasil, Gabriel Bello Barros.

Como se inscrever

Os interessados devem se inscrever no curso de cibersegurança da Cisco pelo link oficial (community.cisco.com) até o dia 21 de setembro. Basta selecionar alguma das academias disponíveis e fazer o cadastro. O curso é o mesmo em qualquer uma das academias selecionadas. 

Além disso, para participar das próximas etapas do programa, a etapa inicial deve ser concluída também até o dia 21. 

Veja também:

VÍDEO: Tablets (baratos) para estudar ainda existem? Como escolher?

 

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Chrome com Gemini integrado começa a ser liberado; conheça os recursos de IA

O Google enfim integrou recursos de IA generativa ao Chrome. A partir desta quinta-feira (18), o navegador vai receber um painel de acesso ao Gemini e ainda vai contar com recursos agênticos e acesso rápido ao Modo IA no futuro. 

As novidades marcam “a maior atualização da história do Chrome”, de acordo com o Vice-Presidente de Produtos do navegador, Mike Torres, em nota oficial. 

Com integração ao Gemini e outros produtos do Google, o software dá seus primeiros passos para se tornar um browser de IA, concorrendo com Opera Neon e o Comet, da Perplexity, mas com a ressalva de trazer opções gratuitas. Confira os destaques a seguir:


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O que há de novo com IA no Chrome

As seguintes funções chegam ao navegador nos próximos meses

  1. Gemini integrado
  2. Agentes de IA
  3. Modo IA na barra de pesquisa
  4. Integração com outros produtos do Google
  5. Ferramentas de busca e segurança

Gemini integrado

A IA Gemini foi integrada ao navegador — o recurso foi anunciado em maio, durante a conferência I/O, mas só chegou agora. Inicialmente, apenas usuários que residem nos Estados Unidos e usam o app em inglês no Android, no Windows e no macOS terão acesso.

Similar ao painel lateral presente em apps do Google Workspace, o Gemini oferece uma série de sugestões de ações para resumir artigos, responder a perguntas sobre páginas da web e encontrar informações em vídeos no YouTube. Além disso, é possível usá-lo normalmente como chatbot sem a necessidade de abrir outra aba.

Gemini poderá ser usado pelo Chrome sem abrir uma aba específica (Imagem: Divulgação/Google)

Agentes de IA

O Chrome vai receber suporte a agentes de IA nativos e automatizar tarefas. O Google destaca ações como montar um pedido de compras no mercado ou fazer reservas em estabelecimentos.

O objetivo é que os agentes façam todo o trabalho manual do processo, que normalmente leva mais tempo, enquanto o usuário apenas aprova os comandos ou refaz os pedidos. De acordo com a Gigante de Mountain View, a ferramenta chega nos próximos meses.

Agente do Chrome poderá montar seu carrinho de compras (Imagem: Divulgação/Google)

Modo IA na barra de pesquisa

O Modo IA poderá ser usado diretamente da barra de pesquisa do Chrome. O recurso cria uma página dedicada para a busca com resumos, imagens e outras informações importantes, sem usar o formato convencional de buscas que mostra os principais links no topo.

O novo atalho chega ainda em setembro para usuários do Chrome em inglês nos EUA

Integração com outros produtos do Google

Como já acontece com o Gemini, o navegador com IA também pode integrar dados da Agenda, do Maps e do YouTube para refinar os resultados. O chatbot vai conseguir marcar reuniões e ver detalhes sobre uma localização ou rota sem sair da aba atual, por exemplo.

IA poderá destacar pontos em vídeos no YouTube (Imagem: Divulgação/Google)

Ferramentas de busca e segurança

A nova fase de IA do Chrome ainda conta com diversas opções para entender o contexto das páginas e dos hábitos de navegação. Uma das novidades é a opção de encontrar páginas acessadas a partir de comandos de linguagem natural, sem precisar abrir o histórico e procurar manualmente.

O Chrome também vai conseguir analisar detalhes da página e abrir um painel lateral para tirar dúvidas pelo buscador. Na parte de segurança, o Google destacou o uso do modelo Gemini Nano para identificar possíveis páginas com vírus e tentativas de golpe.

Leia também:

VÍDEO: O Gemini é muito bom (e isso é um problema)

 

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Quanto custa montar um PC para jogar Dying Light: The Beast?

Quase 10 anos depois do lançamento de Dying Light: The Following, a expansão do primeiro jogo da franquia de terror da Techland, a história do protagonista Kyle Crane ganha um novo episódio. Dying Light: The Beast está entre nós, trazendo uma nova trama, monstros e cenários para consoles e PC. Nos computadores, o jogo tem requisitos pesados para quem quer aproveitá-lo ao máximo.

Os requisitos de sistema de Dying Light: The Beast contemplam desde o sistema que o roda o game no mínimo, em 1080p e 30 FPS, até o máximo em 4K, ray tracing e 60 FPS.

Com base nessas informações, como costumamos fazer, montamos configurações de diferentes níveis. Os preços abaixo são referentes ao momento da publicação desse artigo.


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PC para jogar Dying Light: The Beast no mínimo (1080p, 30 FPS)

Para o mínimo, o novo jogo da Techland não é exigente em placa de vídeo, mas é um pouco mais em termos de processadores, pedindo no mínimo 8 núcleos. Como o Core i5-13400F é uma das indicações e seu sucessor custa o mesmo preço, vamos com a opção mais recente da Intel.

 

Em termos de placa de vídeo, as placas de vídeo de entrada de última geração são mais do que o suficiente. Por isso, nossa escolha é uma solução da AMD que tem sido o melhor custo-benefício para jogos em 1080p atualmente.

PC para jogar Dying Light: The Beast no mínimo
Componente Preço
CPU Intel Core i5-14400F R$ 879
Placa de vídeo AMD Radeon RX 7600 R$ 1.699,99
Placa-mãe Gigabyte H610M K DDR4 R$ 577
Memória RAM Husky Impulse (2x8GB) DDR4 3200Mhz R$ 145,90 x2
SSD SSD Adata Legend 710, 512GB, NVMe R$ 279,99
Fonte Gamemax Gs600 600w 80 Plus White  R$ 309,85
Total R$ 4.037,63

PC para jogar Dying Light: The Beast no médio (1440p, 60 FPS)

O salto na exigência de hardware neste nível em relação ao anterior é grande. Não é mais possível encontrar as placas de vídeo RTX 3070 Ti e RX 6750 XT à venda. Por isso, nossa escolha é o modelo de entrada da NVIDIA da geração atual, apesar de ela ser ligeiramente inferior à recomendação dos desenvolvedores.

Em relação aos processadores, permanecemos com o Intel Core i5-14400F, já que a recomendação aqui é o mesmo do anterior.

PC para jogar Dying Light: The Beast no médio
Componente Preço
CPU Intel Core i5-14400F R$ 879
Placa de vídeo Galax RTX 5060 1-Clock OC R$ 2.278,50
Placa-mãe Gigabyte H610M K DDR4 R$ 577
Memória RAM Husky Impulse (2x8GB) DDR4 3200Mhz R$ 145,90 x2
SSD SSD Adata Legend 710, 512GB, NVMe R$ 279,99
Fonte Gamemax Gs600 600w 80 Plus White  R$ 309,85
Total R$ 4.616,14

PC para jogar Dying Light: The Beast no alto (4K, 60 FPS) e ultra com RT (4K, 60 FPS, frame gen)

Se você deseja jogar Dying Light: The Beast em 4K, mesmo que ainda não seja no máximo, precisará de um PC bem parrudo. Mais uma vez, esbarramos na falta das placas de vídeo no mercado, mesmo sendo de gerações passadas. Como a indicação pelo da NVIDIA é uma RTX 4070 Ti, conseguimos ir com uma RTX 5070, que está mais barata que a rival RX 9070.

 

Com a recomendação de um Ryzen 7 7800X3D ou um Core i7-13700K, vamos com a solução da AMD que é mais rápida e o preço é o mesmo do sucessor da CPU da Intel indicada pelos desenvolvedores. Em termos de memória RAM, a exigência dobra para 32 GB.

PC para jogar Dying Light: The Beast no alto e ultra
Componente Preço
CPU AMD Ryzen 7 7800X3D R$ 2.449,99
Placa de vídeo Gigabyte RTX 5070 Windforce OC R$ 4.099,99
Placa-mãe Gigabyte B760M AORUS ELITE R$ 1.262,55
Memória RAM Kingston Fury Beast, 16GB, DDR5-5600 R$ 419,99 x2
SSD SSD Adata Legend 710, 512GB, NVMe R$ 279,99
Fonte Gamemax Gx700 700w, 80 Plus Gold R$ 465,75
Total R$ 9.398,25

Para jogar Dying Light: The Beast com tudo o que se tem direito, a exigência em GPU sobe para a RTX 5070 ou RX 9070. Como já havíamos escolhido a placa de vídeo da NVIDIA no nível anterior, ficamos com ela. Além disso, a recomendação em CPU passa a ser um Ryzen 9 7950X3D, e esse modelo não é muito mais avançado que o Ryzen 7 7800X3D em jogos, então permanecemos com a mesma configuração para o nível máximo também.

Apesar de mencionar RT no nível mais alto (não existe preset ultra no jogo), o jogo não conta com opções de ray tracing no menu gráfico. Em nossos testes, temos jogado Dying Light: The Beast em 4K, no máximo entre 70 e 80 FPS com DLSS em desempenho, sem gerador de quadros em uma GeForce RTX 5070, Intel Core Ultra 9 285K e 32 GB de RAM. Dá para dizer que é um jogo muito bem otimizado, algo difícil de se ver hoje em dia no PC.

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The Witcher: quando estreia e tudo sobre a 4ª temporada com Liam Hemsworth

O retorno de The Witcher está com os dias contados para finalmente chegar ao catálogo da Netflix. Com direito a troca nos bastidores e a expectativa de uma nova fase da série, a quarta temporada do programa que narra as aventuras de Geralt de Rívia estreia em outubro no streaming para dar continuidade à história do bruxo. Mas o que esperar do novo capítulo?

Inspirada na série de livros homônima do escritor polonês Andrzej Sapkowski, The Witcher estreou na Netflix em 2019, fazendo sucesso com Henry Cavill (O Homem de Aço) interpretando o famoso Geralt de Rívia, um caçador de monstros com “poderes” especiais cujo caminho se cruza com o de Ciri, a Princesa de Cintra (Freya Allan), uma jovem envolvida com uma profecia que pode destruir o mundo.

Com um clima medieval e muita pancadaria, a série conquistou os fãs da obra original, que também curtiram a performance de Cavill como o famoso bruxão. Contudo, algumas questões criativas acabaram promovendo uma dança das cadeiras nos bastidores que resultou na saída de Cavill do elenco, com o ator sendo substituído por Liam Hemsworth (Jogos Vorazes) no novo ano.


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Tudo sobre a 4ª temporada de The Witcher

Para te ajudar a entender o que resultou na troca de intérpretes de Geralt de Rívia e o que podemos esperar da 4ª temporada de The Witcher, o Canaltech reuniu aqui tudo que você precisa saber sobre o quarto capítulo da série, com informações sobre a trama, data de estreia, elenco e muito mais.

Quarta temporada de The Witcher estreia em outubro na Netflix (Imagem: Divulgação/Netflix).

Qual é a história da 4ª temporada de The Witcher?

Embora a Netflix não tenha liberado muitos detalhes sobre a quarta temporada de The Witcher, a sinopse oficial divulgada pelo streaming pode entregar alguns pontos da trama.

Dando continuidade aos eventos chocantes que encerraram a terceira temporada do programa, o novo ano vai acompanhar Geralt, Yennefer e Ciri, agora separados uns dos outros, em uma perigosa travessia pelo Continente, que foi devastado pela guerra e pelos demônios que passaram a assombrar a região.

Pela premissa, a expectativa, então, é que o público acompanhe as provações de cada um dos protagonistas em meio ao caos do Continente, enquanto eles tentam se reencontrar.

Quem está no elenco da 4ª temporada de The Witcher?

Com Liam Hemsworth assumindo o lugar deixado por Henry Cavill, o elenco da quarta temporada de The Witcher conta com rostos conhecidos da série, como as atrizes Freya Allan (Planeta dos Macacos: O Reinado) e Anya Chalotra (Comando das Criaturas), que voltam a interpretar Ciri e Yennefer, respectivamente, no novo ano da série.

The Witcher tem Liam Hemsworth interpretando Geralt de Rívia na quarta temporada (Imagem: Divulgação/Netflix).

Joey Batey (The Witcher: A Origem) também retorna como Jaskier e Laurence Fishburne, conhecido por sua performance como Morpheus na franquia Matrix, entra no universo da saga para interpretar Regis.

Por que Henry Cavill saiu de The Witcher?

Se você é fã de The Witcher, então deve ter acompanhado de perto toda a polêmica envolvendo a saída de Henry Cavill da série da Netflix. O intérprete original de Geralt anunciou, no final de 2022, que não voltaria a interpretar o personagem na produção, surpreendendo todo mundo que já estava acostumado a ver o ator com a clássica peruca platinada do bruxo.

Mas o que realmente motivou a saída de Henry Cavill? Bom, a única informação que temos é de que o astro decidiu sair do programa da Netflix por causa de supostas divergências criativas em relação ao material original na qual a série se inspira.

Henry Cavill não é mais o intérprete de Geralt na quarta temporada de The Witcher (Imagem: Divulgação/Netflix).

Pelo que se comenta nos bastidores, Cavill não andava muito feliz com os rumos que a produção estava tomando para se distanciar da saga literária, optando por deixar o programa definitivamente. Por enquanto, também não está claro como a série vai explicar a troca de atores na quarta temporada. 

Quando estreia a 4ª temporada de The Witcher?

A quarta temporada de The Witcher já tem data para desembarcar na Netflix: 30 de outubro. O lançamento foi confirmado pela gigante do streaming, que também aproveitou para divulgar o primeiro teaser oficial do novo capítulo.

O grande destaque da prévia fica para o visual de Liam Hemsworth como Geralt de Rívia. Confira:

 

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Sonic Racing CrossWorlds: saiba tudo sobre o “Mario Kart killer”

Sonic Racing: CrossWorlds invade as pistas e chega com a proposta de atropelar por completo Mario Kart World, Garfield Kart 2 e qualquer um que se coloque no caminho do ouriço azul.

Porém, o que faz do mais novo título da SEGA o “Mario Kart killer”? Nós do Canaltech reunimos diversas informações sobre o jogo de corrida, que traz alguns dos maiores mascotes dos games.

Entenda o que torna Sonic Racing: CrossWorlds único e uma das maiores apostas do gênero em 2025.


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O que é Sonic Racing: CrossWorlds?

A experiência em Sonic Racing: CrossWorlds segue os mesmos moldes de Mario Kart e Crash Team Racing — é um jogo de corrida com vários mascotes, que podem obter itens nas pistas para atacar os oponentes.

 

A ideia, como todo bom jogo do gênero, é chegar em primeiro lugar. Porém, ele se destaca por duas mecânicas interessantes e que dão um novo formato para o jogo.

Em Sonic Racing: CrossWorlds, você tem a presença dos aneis interdimensionais — que trocam a pista no meio da partida e acrescentam elementos que tornam a disputa ainda mais imprevisível. 

Isso significa que uma hora você está seguro na pista, em primeiro lugar. Em menos de 1 segundo, você estará no meio de uma forte correnteza com vários obstáculos no caminho. Ou sobrevoando a lava vulcânica, enquanto desvia de dragões de fogo que atravessam o circuito.

Outro ponto importante do jogo é a presença de rivais. Não basta chegar na frente, você também precisa vencer alguns adversários que são estabelecidos dentro dos campeonatos. Isso vai gerar mais pontos, interações extras e embates ainda mais acalorados dentro da experiência. 

Estes elementos tornam Sonic Racing: CrossWorlds em um game que chama a atenção. Mesmo com o formato simples dentro da corrida, o que cerca toda a disputa atrai e cria uma proximidade maior junto aos fãs.

Personagens de Sonic Racing: CrossWorlds

Claro que Sonic Racing: CrossWorlds conta com um elenco estelar e que representa bem a franquia. A presença de Sonic, Tails, Knuckles, Amy Rose, Shadow e Dr. Robotnik são garantidas, ao lado de vários aliados e inimigos do ouriço azul.

Imagem de Sonic Racing: CrossWorlds
O elenco de Sonic Racing: CrossWorlds é vasto (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

O jogo conta com 23 personagens e a presença de vários deles pela 1ª vez desde o início da série de títulos — que começou em 1997 com Sonic R (no SEGA Saturn) e segue até os dias atuais. Confira o elenco completo:

  • Sonic
  • Tails
  • Knuckles
  • Amy Rose
  • Cream & Cheese
  • Big
  • Silver
  • Blaze
  • Shadow
  • Rouge
  • Omega
  • Vector
  • Espio
  • Charmy
  • Zavok
  • Zazz
  • Dr. Eggman
  • Metal Sonic
  • Egg Pawn
  • Sage
  • Jet
  • Wave
  • Storm
Imagem de Sonic Racing: CrossWorlds
A SEGA trouxe dezenas de personagens que aparecem ao longo da franquia (Imagem: Reprodução/SEGA)

Quem comprou Sonic Racing: CrossWorlds na pré-venda, por exemplo, receberá o Werehog (de Sonic Unleashed). Já como parte do season pass, serão incluídos:

  • Nine (Sonic Prime)
  • Dread (Sonic Prime)
  • Rusty Rose (Sonic Prime)
  • Steve (Minecraft)
  • Alex (Minecraft)
  • Creeper (Minecraft)
  • Bob Esponja (Bob Esponja)
  • Patrick (Bob Esponja)
  • Pac-Man (Pac-Man)
  • Ghosts (Pac-Man)

Também serão incluídos alguns personagens gratuitos ao jogo. De forma grátis, o público verá a chegada de personagens crossover como Hatsune Miku, Joker (Persona 5) e Ichiban Kasuga (Like a Dragon). 

É prevista a adição de outros 10 personagens em Sonic Racing: CrossWorlds, sem custos adicionais, que são mantidos em sigilo.

Foco em personalização

É importante notar que o jogo possui um alto fator de personalização, que permite uma imersão maior que se adapta aos jogadores. Você pode selecionar veículos com maior propensão à velocidade, aceleração, controle e outros fatores que são mais adequados ao seu estilo.

Além disso, com os pontos obtidos, você pode comprar novas peças que cobrem suas falhas e equilibram mais o seu carro para as disputadas corridas de Sonic Racing: CrossWorlds. Isso sem falar na possibilidade de alterar as cores, personalizar buzina e decalques etc.

Outro ponto importante é a presença de um dispositivo onde pode equipar itens. De bônus de aceleração e controle a presença de itens (começar a corrida com um turbo, por exemplo), há diversas formas de melhorar suas condições e tornar sua presença mais competitiva dentro do game.

Imagem de Sonic Racing: CrossWorlds
Personalizar é muito importante para vencer as corridas de Sonic Racing: CrossWorlds (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Quanto mais o jogador progredir nos campeonatos e ganhar pontos, mais opções estarão disponíveis. O dispositivo, por exemplo, é separado em graus — que permite equipar mais itens conforme avança. Já as conquistas dão a chance para trocar os componentes do seu veículo e aprimorá-lo à sua forma.

Diversidade de pistas

As pistas de Sonic Racing: CrossWorlds são outro destaque a parte, por homenagear diversos elementos da franquia. Além do clássico circuito que faz homenagem a Green Hill Zone, por exemplo, diversos outros brilham.

Imagem de Sonic Racing: CrossWorlds
O jogo terá diversas pistas DLCs que chegarão futuramente (Imagem: Reprodução/SEGA)

É possível mencionar a presença de mapas inspirados em Sonic Adventure, Sonic Frontiers e até mesmo spin-offs. Através dos DLCs, também terão cenários de Minecraft, Bob Esponja e Pac-Man — assim como outras 3 que não foram divulgadas. 

Quando e onde jogar Sonic Racing: CrossWorlds?

Sonic Racing: CrossWorlds estreia em 25 de setembro de 2025 e uma demonstração do jogo já está disponível em plataformas como o PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch e PCs.

Apesar da versão demo estar disponível nesses consoles, o jogo também terá lançamento na antiga geração de consoles de mesa: PlayStation 4 e Xbox One

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É FALSO que portas fechadas cortam o sinal do Wi-Fi; saiba o que interfere

É FALSO que deixar as portas fechadas possa cortar o sinal do Wi-Fi. Abrir as portas dos cômodos muitas vezes é visto como uma solução para problemas de conectividade, mas a interferência real está em outros fatores.

De acordo com a Dell, portas — principalmente as de madeira e vidro transparente que não têm grande espessura — não interferem de forma significativa no sinal da rede.

Móveis espalhados pelos cômodos ou divisórias simples em escritórios, bem como paredes de gesso, também quase não afetam a intensidade da conexão.


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Eletrônicos que podem interferir no sinal do Wi-Fi

A interferência gerada por outros eletrônicos é um dos principais inimigos do Wi-Fi no dia a dia. Muitos desses aparelhos operam em frequências de rádio semelhantes às usadas pela rede.

O micro-ondas, por exemplo, funciona em cerca de 2,45 GHz, frequência semelhante à usada por algumas redes Wi-Fi (2,4 GHz). Por isso, quando esse eletrodoméstico está próximo ao roteador ou ao dispositivo conectado, podem ocorrer quedas temporárias de sinal.

Um efeito parecido pode ser registrado com outros aparelhos eletrônicos, como TVs, babás eletrônicas, telefones sem fio e câmeras de segurança.

Alto-falantes sem fio, fones de ouvido e outros dispositivos que utilizam Bluetooth também operam em frequências próximas à do Wi-Fi e podem causar interferências.

Wi-Fi
Dispositivos que utilizam Bluetooth podem causar interferências no Wi-Fi (Unsplash/Brett Jordan)

Outros itens que podem atrapalhar a conexão

Ao contrário das paredes de gesso, estruturas de concreto, tijolo ou metal representam obstáculos consideráveis para o sinal de Wi-Fi.

Outro empecilho para a estabilidade da internet são os espelhos. Esses itens refletem as ondas de rádio em direção oposta, reduzindo a qualidade da conexão.

Objetos grandes que contêm água — como aquários e fontes — também prejudicam a propagação do sinal, assim como itens metálicos próximos ao roteador ou ao dispositivo que depende da rede.

Dicas para manter o Wi-Fi estável

Diante dos fatores que podem afetar o sinal do Wi-Fi, algumas dicas ajudam a reduzir as interferências:

  • Posicione o roteador em um cômodo central, longe de paredes e obstáculos físicos;
  • Sempre que possível, mantenha o roteador em locais altos;
  • Evite deixá-lo perto de aparelhos que possam causar interferência, como micro-ondas e telefones sem fio;
  • Procure se manter o mais próximo possível do roteador para garantir melhor conexão.

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VÍDEO | ISSO VAI MELHORAR SEU WI-FI

 

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