Remake de Assassin’s Creed IV Black Flag pode não contar com “dias modernos”

O tão especulado remake de Assassin’s Creed IV: Black Flag pode não contar com as seções ambientadas nos dias modernos, como no jogo original.

A informação parte de uma reportagem do youtuber francês Jeuxvideo, que afirma que todas as partes do jogo que se passavam nos escritórios da Abstergo Entertainment foram removidas do remake, supostamente programado para o início de 2026.

As seções fora do Animus permitiam aos jogadores explorar os escritórios e encontrar pistas que davam mais contexto à história do pirata Edward Kenway, protagonista de Assassin’s Creed IV: Black Flag — algo que pode não acontecer no remake.


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Ao que tudo indica, a Ubisoft estaria adicionando novos conteúdos para compensar as horas removidas, incluindo uma história de Mary Read, colega pirata de Kenway, que foi cortada do jogo original. Além do expressivo corte das passagens nos dias modernos, o remake de Black Flag também deve contar com mudanças nos sistemas de combate e equipamentos, aproximando-se dos títulos mais recentes da franquia Assassin’s Creed.

Seções na Abstergo podem ser cortadas no remake de Assassin’s Creed IV Black Flag (Divulgação/Ubisoft)

O possível corte nas seções da Abstergo Entertainment está sendo criticado por vários fãs, que já demonstraram frustração com a falta de aprofundamento neste lado da história em Assassin’s Creed Shadows.

Remake de Assassin’s Creed IV: Black Flag pode contar com recurso de Skull & Bones

Além da remoção dos segmentos no tempo presente, o Jeuxvideo também reportou que a Ubisoft reutilizará alguns recursos de Skull & Bones para reduzir os custos de desenvolvimento. Para quem não sabe, Skull & Bones começou como uma expansão de Assassin’s Creed IV: Black Flag, inspirado nas lendárias batalhas navais travadas por Edward Kenway.

O principal estúdio por trás do remake de Black Flag seria a Ubisoft Singapore, mesma desenvolvedora de Skull & Bones.

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Starlink no carro: é possível usar internet via satélite em viagens?

Levar internet de alta velocidade para a estrada é tentador, especialmente para quem viaja longas distâncias ou passa dias em regiões onde o 4G e 5G não chegam. A Starlink, rede de satélites da SpaceX, já se consolidou como alternativa para áreas rurais, mas será que funciona bem em veículos

Neste texto, explicamos como funciona o serviço da Starlink dedicado para o uso em estradas e até mesmo no mar. 

Como funciona e suas limitações em movimento

A Starlink é um serviço de internet via satélite que promete alta velocidade mesmo em locais remotos. Para funcionar, exige uma antena dedicada, que precisa ser instalada em local aberto com visão livre para o céu, além de energia constante para alimentar antena e roteador.


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Diferente de um roteador 4G portátil que cabe no bolso, a Starlink não é “plug and play”. Ela exige espaço, instalação e fonte de energia estável. A antena não foi projetada para funcionar bem em alta velocidade, então a conexão pode cair ou ficar instável durante o trajeto.

Onde a Starlink funciona melhor: motorhomes e veículos grandes

O cenário mais favorável são motorhomes, trailers e ônibus de viagem. A própria SpaceX oferece o plano Starlink Viagem, pensado para usuários que passam semanas na estrada. A antena pode ser instalada no teto ou em suportes portáteis para usar quando o veículo estiver estacionado, ideal para momentos de acampamento.

Famílias, nômades digitais ou aventureiros que viajam por áreas sem sinal conseguem manter conexão em qualquer lugar com céu aberto. A internet não depende de operadoras locais e funciona em locais isolados.

Starlink tem plano específico para o uso em viagens (Imagem criada por IA/Gemini)

O ponto de atenção fica no consumo de energia, já que motorhomes precisam de inversores, baterias extras ou painéis solares para dar conta da demanda. Sem contar o custo elevado do equipamento e mensalidade.

A mensalidade mais baixa do plano de viagem da Starlink é de R$ 315, com limite de dados de 50 GB. Já o plano ilimitado custa R$ 576 por mês. 

Carros de passeio: tecnicamente possível, mas pouco prático

Em veículos comuns, a Starlink é tecnicamente viável, mas as limitações são grandes. O uso só faz sentido quando o carro está parado, em camping, propriedades rurais ou paradas longas sem cobertura móvel.

A instalação é um desafio. Carros pequenos não oferecem espaço para fixar a antena e acomodar a fiação como um motorhome.

Some o investimento inicial e custo mensal, e rapidamente deixa de fazer sentido para o motorista comum. Um bom plano de dados móveis continua sendo mais simples e econômico.

Starlink possui opção Mini: antena pequena com roteador integrado (Imagem: Divulgação/Starlink)

Além disso, a instalação incorreta pode levar a multas, como já aconteceu em alguns casos. Motoristas que testaram a internet se aventuraram a posicionar a antena no parabrisas do veículo — o que não é permitido pela lei. 

O Código de Trânsito Brasileiro proíbe dirigir com objetos que cubram vidros indispensáveis à direção. A infração pode ser considerada como grave ou gravíssima, com penas de multa e até retenção do veículo.

Portanto, para evitar problemas, é indicado a instalação da antena no teto com suportes magnéticos, racks ou cases que não prejudiquem a visão. Teto solar ou bagageiro externo são alternativas seguras, usuais e permitidas pela legislação.

Custos e quando vale a pena

No Brasil, os valores da Starlink são elevados, tanto o kit inicial quanto a mensalidade custam bem mais que pacotes móveis tradicionais. Existem planos como Residencial, e Viagem, e cada um atende cenários específicos.

Mesmo nos planos para mobilidade há limitações técnicas. A antena sempre precisa de visão limpa para o céu e não lida bem com túneis, árvores densas ou prédios. Também exige rede elétrica ou adaptação para funcionar no veículo.

Instalação de Starlink de forma incorreta pode gerar multas (Imagem: ChatGPT)

A Starlink em veículos só compensa em situações específicas. Para motorhomes que cruzam áreas sem cobertura celular, pode ser essencial. 

Mas para deslocamentos urbanos ou viagens convencionais, um plano de dados móveis robusto cumpre o papel com muito mais praticidade.

Enquanto os planos de viagens da Starlink vão de R$ 350 a mais de R$ 500, os pacotes móveis convencionais — de operadoras como Claro, TIM e Vivo, são bem mais acessíveis, com valores que partem de R$ 100 e chegam a R$ 300 nos planos mais robustos. 

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Preços de SSD e memória RAM seguem disparando por demanda de data centers

O consumidor final ainda não viu o aumento de preço de memórias RAM e SSDs, mas isso já está acontecendo há um tempo na indústria. Segundo o DigiTimes, os valores de contratos de NAND e DRAM aumentaram entre 15% e 20% apenas no último trimestre, “quebrando um padrão de declínio de preços tradicional de fim de ano”.

A causa: alta demanda pelo provedores de serviços em nuvem e IA e a baixa oferta desses produtos pelas fabricantes. O portal afirma que a busca por mais velocidade e maiores capacidades de armazenamento tem sido uma constante por grandes empresas, que precisam adequar sua infraestrutura para atender a uma demanda de dados que não para de crescer pelos consumidores.

Demanda já compremete tecnologia que nem saiu

Até mesmo tecnologias que ainda vão sair já estão quase esgotadas por conta dessa necessidade. O DigiTimes cita que o V9 NAND da Samsung, que chega no primeiro semestre de 2026, já tem quase toda sua produção inicial vendida por ser uma tecnologia com maior capacidade de armazenamento e custos menores.


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Modelos convencionais não estão seguros das garras das grandes corporações (Imagem: Sergio Oliveira/Canaltech)

Tudo isso significa que mais silício, quando se trata de NAND e DRAM, está indo parar nas mãos das grandes corporações para seus data centers, e por isso, menos vai para o varejo, em uma quantidade insuficiente para atender os consumidores. Isso resulta em preços maiores por causa da baixa oferta para a demanda do público.

Algumas fabricantes têm registrado aumento significativo na receita. Uma delas é a Phison, fabricante de controladoras SSD, que teve alta de 23% na receita em apenas 12 meses. A empresa atribuiu esse crescimento à demanda da indústria, e não do consumidor.

Por enquanto, preços de memória RAM, seja DDR4 ou DDR5, além de drives de armazenamento (SSD e HDD), ainda seguem dentro do “normal” no Brasil. Não sabemos quanto tempo levará para o usuário de PC, que quer fazer um upgrade ou montar uma máquina do zero, sentir essa mudança.

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Fórum Global de Turismo da ONU na China: Embratur apresenta estratégia de inteligência de dados

Agência mostrou como sua plataforma auxilia na tomada de decisões estratégicas, bem como outras ações adotadas para impulsionar o turismo internacional no Brasil. A China é um dos mercados prioritários para o turismo internacional brasileiro Da Redação (*) Brasília – A cidade de Guilin, na China, é palco da 19ª edição do Fórum Turismo – PATA […]

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BYD derruba preços de SUVs híbridos e traz condições especiais por pouco tempo

A BYD oferece descontos agressivos e condições especiais para quem comprar um SUV híbrido plug-in da família Song. A campanha, chamada “Semana dos Super-Híbridos BYD”, vale até sábado (20) e inclui condições especiais para a compra. 

O destaque da campanha é o é o Song Pro GS, que conta com supervalorização de R$ 10 mil no usado na negociação. O modelo vem também com película antivandalismo e, claro, com as novidades da linha 2026, como o pacote ADAS 2, que traz recursos de assistência semiautônoma na direção.

Já o Song Plus chega renovado na linha 2026, com conectividade ampliada e bônus de R$ 10 mil, além de seguro grátis. Quem quiser comprar a versão Song Premium vai ser beneficiado com taxa de juros 0% no financiamento e supervalorização de até R$ 20 mil no carro usado oferecido na negociação.  


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BYD oferece benefícios

Os híbridos plug-in contemplados pelas ofertas são abastecidos com gasolina, mas permitem também usar a energia elétrica. Assim, os modelos oferecem boa autonomia e tecnologia de ponta. E não pense que as condições especiais da promoção acabam aí. 

O BYD Song Pro pode ser adquirido nas versões GS e GL (Divulgação/BYD)

Além das condições financeiras, todos os “super-híbridos” da chinesa vão ser entregues com carregador portátil de cortesia. Os clientes têm direito ainda à boa e velha garantia de oito anos da bateria Blade sem limite de quilometragem, bem como garantia de seis anos (também sem limite) para o carro, independente da quilometragem.  

A nova campanha promocional mostra que a BYD quer resultados ainda mais expressivos no ranking de vendas do mercado automotivo brasileiro. Em agosto, a marca chegou à sétima posição no ranking geral de vendas, e quer chegar ao total de 100 mil veículos comercializados até o fim do ano.   

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