iPhone tá caro? Veja como a Apple define os preços dos celulares

O lançamento da linha iPhone 17 também trouxe algumas reações de espanto após a revelação dos preços para o mercado brasileiro, que podem chegar a R$ 18,5 mil. Existem alguns motivos que explicam os valores cobrados pelos smartphones da Apple, incluindo fatores como o custo de produção, de transporte, impostos e mais.

Por que o iPhone é tão caro?

Historicamente, a linha iPhone sempre contou com alguns dos celulares mais caros no Brasil e no mundo. Um dos aspectos associados a este fenômeno é o próprio preço de produção do dispositivo.

De acordo com estimativas do portal MacWorld, o próprio iPhone 16 teve um aumento de US$ 21 (cerca de R$ 111 em conversão direta), ou 5%, no seu custo de produção. Ainda não foram divulgadas estimativas para a linha iPhone 17, dado seu lançamento recente.


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iPhone 17 Pro
Tela e câmeras estão entre os componentes mais caros do iPhone (Imagem: Divulgação/Apple)

Veja abaixo os componentes que mais pesam na hora de montar um iPhone 16, e suas respectivas proporções do custo total:

  • Tela e tecnologia touchscreen: US$ 65 (~R$ 344), 16% do total;
  • Montagem e outros custos: US$ 57 (~R$ 302), 14% do total;
  • Câmeras traseiras: US$ 46 (~R$ 244), 11% do total;
  • Processador: US$ 45 (~R$ 238), 11% do total.

Para montar um iPhone por completo, estima-se que a Apple gaste cerca de US$ 416, ou R$ 2.203 em conversão direta. Embora seja mais que o cobrado nas lojas por diversos smartphones intermediários, o valor representa menos da metade do preço de venda, que fica a partir de US$ 799 (~R$ 4.233) nos Estados Unidos.

No entanto, existem outros fatores além do custo de produção que definem o preço de um iPhone. Veja abaixo os principais deles:

  • Poder de mercado: a Apple é a única empresa no mundo que vende o iPhone, e por isso tem poder para definir o preço “que quiser”, de acordo com seus critérios internos. É diferente do ecossistema Android, em que marcas como a Samsung, Xiaomi e diversas outras podem competir para entregar celulares melhores com preços mais baixos;
  • Pesquisa e desenvolvimento: desenvolver inovações para os celulares novos é um processo que custa tempo e exige investimentos altos, que também são contabilizados em parte no preço final do dispositivo;
  • Assistência e software: a manutenção de uma rede de assistência técnica e atualizações de software para os celulares também são operações custosas para a Apple, e parte desse preço é repassado para o consumidor;

A questão do iPhone no Brasil

Para além dos fatores internos e controlados pela Apple, também existem os aspectos externos que aumentam o preço do iPhone. Eles incluem a política de impostos de cada país, um fator que se mostra preponderante para entender o valor cobrado no Brasil. 

iPhone 17
Impostos e custos logísticos também entram na conta (Imagem: Divulgação/Apple)

Segundo estimativas citadas por João Rego, professor de MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao jornal Valor Econômico, os impostos podem encarecer o preço do iPhone em até 40%, considerando tributos federais e estaduais, além de taxas de importação.

Além disso, o país também apresenta algumas desvantagens associadas à logística. Embora exista a produção nacional de iPhone no estado de São Paulo, as peças utilizadas vêm de fornecedores internacionais, o que ainda incide em riscos associados à taxa de câmbio e impostos de importação.

Mesmo em momentos de câmbio valorizado, a Apple não adota politicas de redução de preço do iPhone com base nesse aspecto. Os valores só caem nas varejistas devido ao passar do tempo e perda do “efeito novidade” dos celulares.

Soma-se a isso a grande extensão do território brasileiro, e a necessidade de custos extras de transporte (como seguros sobre cargas de alto valor), e o preço do iPhone tende a ficar nas alturas.

O preço do iPhone 17 subiu?

Diferentemente do que se previa antes do lançamento da linha iPhone 17, a implementação de novas tarifas por parte dos Estados Unidos ainda não teve um efeito significativo no preço dos iPhones. Os valores subiram no Brasil, mas de forma considerada tímida.

O preço que mais chamou a atenção foi o do iPhone 17 Pro Max de 2 TB, que chega a R$ 18,5 mil. No entanto, não há uma base de comparação direta com a geração passada, já que esteve limitada ao armazenamento de 1 TB.

Em versões com menos espaço, e que permitem a comparação direta com a linha iPhone 16, as variações foram as seguintes:

  • iPhone 17 (256 GB): R$ 7.999, redução de R$ 600;
  • iPhone 17 (512 GB): R$ 9.499, redução de R$ 600.
  • iPhone 17 Pro (256 GB): R$ 11.499 aumento de R$ 200;
  • iPhone 17 Pro (512 GB): R$ 12.999 aumento de R$ 200;
  • iPhone 17 Pro (1 TB): R$ 14.499 aumento de R$ 200.
  • iPhone 17 Pro Max (256 GB): R$ 12.499, preço mantido;
  • iPhone 17 Pro Max (512 GB): R$ 13.999, preço mantido;
  • iPhone 17 Pro Max (1 TB): R$ 15.499, preço mantido.

Qual é o iPhone mais caro do mundo?

Assim como ocorreu em lançamentos mais recentes de iPhone, o Brasil mostrou o segundo maior preço para os modelos apresentados, considerando apenas a conversão direta entre moedas globais. 

O primeiro lugar fica com a Turquia, onde o iPhone 17 mais barato sai pelo equivalente a R$ 11.658, ou seja, 46% mais caro que o aparelho vendido no Brasil por R$ 7.999. 

Veja abaixo os países com maiores preços para o iPhone 17, em valores convertidos para o real:

  •     🇹🇷 Turquia — R$ 11.658,85;
  •     🇧🇷 Brasil — R$ 7.999,00;
  •     🇳🇴 Noruega — R$ 5.884,55;
  •     🇫🇮 Finlândia — R$ 5.706,99;
  •     🇩🇰 Dinamarca — R$ 5.690,24;

O iPhone é o celular mais caro do Brasil?

Se antigamente era certo que o iPhone seria o celular mais caro vendido no Brasil, esse posto passou a ser ocupado pelas marcas chinesas. Ao longo dos últimos 12 meses, a chegada de dobráveis de empresas como a Honor e a Huawei mudou a realidade desse ranking indesejável.

O Huawei Mate XT, um celular dobrável triplo, é o modelo mais caro do país. Ele custa nada menos que R$ 32.999 — 78% mais caro que um iPhone 17 Pro Max de 2 TB.

Outro representante salgado da Huawei é o Mate X6, que tem preço sugerido de R$ 22.999 (24% maior que o 17 Pro Max de 2 TB), enquanto o Honor Magic V3 sai por R$ 19.999 (8% mais caro).

Até mesmo a Samsung, principal rival da Apple, passou a oferecer celulares com preços neste patamar. É o caso do Galaxy Z Fold 7, que pode custar até R$ 16.599. O Galaxy S25 Ultra, atual rival dos novos iPhones, foi lançado por R$ 14.999.

Leia mais no Canaltech:

Saiba qual é o perfil perfeito para cada modelo da linha iPhone 17:

 

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Anaconda: quando estreia e tudo sobre remake com Selton Mello no elenco

Uma versão repaginada (e mais engraçada) do filme Anaconda está a caminho. Surfando na onda dos remakes, o longa conta com Jack Black (Um Filme Minecraft), Paul Rudd (Homem-Formiga) e o brasileiro Selton Mello (Ainda Estou Aqui) no elenco, prometendo divertir o público que foi assombrado pela ideia de uma cobra assassina nos anos 1990.

Embora não seja inspirado no clássico de 1997 estrelado por Jennifer Lopez (Casamento Armado), Ice Cube (A Guerra dos Mundos) e Owen Wilson (Zoolander), o novo filme de Anaconda aproveita a ideia do longa original para entregar uma nova interpretação, apostando no humor e no clima aventuresco desta vez.

Mas sobre o que é o remake de Anaconda e o que podemos esperar dele? O Canaltech preparou um guia completo com tudo que você precisa saber sobre o filme, incluindo data de estreia, astros confirmados e muito mais.


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Trailer de Anaconda destaca Selton Mello

O trailer oficial de Anaconda já está entre nós. Divulgada pela Sony, a prévia mostra mais detalhes da trama, além de destacar cenas com Selton Mello em meio às outras estrelas do filme. Confira a seguir:

 

Qual é a história do remake de Anaconda?

Partindo de um viés mais cômico do que estamos acostumados na franquia Anaconda, que é uma saga clássica do terror, a versão de 2025 do filme acompanha a jornada dos amigos Doug (Black) e Griff (Rudd), que decidem refazer o filme favorito de suas juventudes em meio à uma crise de meia-idade.

Contando com a ajuda de seus colegas, a dupla embarca em uma aventura intensa pela selva para gravar o longa, mas as coisas acabam tomando proporções mais reais do que eles esperavam.

Quem está no elenco do remake de Anaconda?

Anaconda tem um elenco recheado de estrelas. Começando pela dupla de protagonistas, Jack Black e Paul Rudd são dois grandes nomes da comédia americana: enquanto Black é conhecido por Escola de Rock (2003) e Um Filme Minecraft (2025), Rudd é um astro do MCU como intérprete do Homem-Formiga.

Além da dupla, Anaconda também tem um gostinho especial para os brasileiros graças à presença de Selton Mello. O ator foi celebrado por seu trabalho em Ainda Estou Aqui (2024), vencedor do Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional. Ele também é conhecido por seus papéis em O Auto da Compadecida (2000) e Lisbela e o Prisioneiro (2003).

Nova versão de Anaconda tem Selton Mello no elenco (Imagem: Divulgação/Sony Pictures).

Outros nomes do elenco de Anaconda incluem Thandiwe Newton (Westworld), Steve Zahn (Silo), Daniela Melchior (Matador de Aluguel) e Ben Lawson (Firefly Lane).

Equipe por trás do remake

Desenvolvido pela Sony Pictures, o novo filme de Anaconda tem direção de Tom Gormican, conhecido por seu trabalho em O Peso do Talento (2022).

Gormican também divide os créditos do roteiro do longa com o produtor e roteirista Kevin Etten (Um Tira da Pesada 4: Axel Foley).

Anaconda ganha versão cômica com Jack Black e Paul Rudd (Imagem: Divulgação/Sony Pictures).

Quando o novo filme de Anaconda estreia nos cinemas?

Prepare-se para celebrar o seu Natal com a magia das selvas: Anaconda estreia exatamente no dia 25 de dezembro nos cinemas brasileiros.

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Cientistas descobrem na Mongólia fóssil mais antigo do “dinossauro cabeça dura”

Na última quarta-feira (17), em estudo publicado na revista Nature, paleontólogos anunciaram a descoberta de um fóssil extraordinário na região do deserto de Gobi, na Mongólia. Trata-se do Zavacephale rinpoche, o mais antigo e completo exemplar já encontrado de um pachycefalossauro, popularmente conhecido como “dinossauro cabeça dura”. A espécie viveu entre 115 e 108 milhões de anos atrás, antecipando em cerca de 14 milhões de anos o registro mais antigo desse grupo.

O fóssil inclui um crânio em perfeito estado tridimensional, braços com mãos minúsculas e até pedras no estômago (gastrolitos), usadas para ajudar na digestão. É a primeira vez que paleontólogos têm acesso a uma cauda completa com tendões e às mãos de um pachycefalossauro, peças que até então eram um mistério para a ciência.

Segundo os pesquisadores, o animal era de porte pequeno, media cerca de um metro de comprimento e pesava pouco menos de 6 quilos, similar ao tamanho de um gato grande. Apesar de jovem, o exemplar já apresentava o dome craniano totalmente desenvolvido, indicando que a característica foi crucial desde cedo para a sobrevivência e a interação social desses dinossauros.


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Especialistas acreditam que o espesso topo da cabeça era usado tanto em rituais de acasalamento quanto em disputas territoriais, de maneira semelhante ao comportamento de carneiros atuais. O nome Zavacephale rinpoche combina as palavras “raiz” e “joia” em tibetano.

Cientistas descobrem na Mongólia fóssil mais antigo do “dinossauro cabeça dura” (Imagem: Nature)

A descoberta do Zavacephale rinpoche oferece pistas valiosas sobre a evolução dos pachycefalossauros, considerando que até então, a maioria dos espécimes encontrados era extremamente fragmentada, muitas vezes restrita a partes do crânio. O novo fóssil serve como um verdadeiro guia para compreender como esses dinossauros desenvolveram o formato do crânio

Outro ponto de destaque é a ligação entre desenvolvimento individual e evolução da espécie. Os cientistas observaram que, mesmo em fase juvenil, o animal já possuía a estrutura craniana formada, o que sugere que essa adaptação surgiu muito cedo e foi mantida por milhões de anos. Isso coloca o Zavacephale como uma peça-chave para entender tanto a biologia desses animais quanto as pressões evolutivas que moldaram seu comportamento e anatomia.

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VÍDEO | PASSAGEM PARA O SUBMUNDO

 

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Reduflação no PS5: Sony lança modelo com menos SSD, mas mantém o mesmo preço

O PlayStation 5 com 825 GB de SSD começou a ser vendido pela Amazon nesta quarta-feira (17) e trouxe um grande susto: ele será vendido por 499 euros, mesmo preço que antes era encontrada a versão de 1 TB.

Os preços foram divulgados pela loja na Itália e na Alemanha, com data de lançamento agendada para 23 de outubro de 2025. Não foi revelado se o console com 1 TB de armazenamento sofrerá aumentos ou terá sua distribuição encerrada com a chegada do modelo “CFI-2116”. 

Desta forma, fica mais evidente que a versão de 825 GB do PlayStation 5 chega apenas como um corte de custos para a Sony — não uma opção mais viável para os jogadores comprarem. 


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Debates sobre o armazenamento do PlayStation 5

Qualquer pessoa que joga sabe que 1 TB é o “mínimo” que um console de mesa de alto desempenho pode ter. Não apenas no PlayStation 5, mas no Xbox Series X e PCs, já que muitos jogos já ultrapassam os 100 GB de tamanho. Call of Duty: Black Ops Cold War, por exemplo, ocupa 300 GB do armazenamento. 

Imagem do PlayStation 5
O preço do PlayStation 5 com 825 GB ressalta a prática anti-consumidor (Imagem: Divulgação/Sony)

São basicamente 200 GB que a Sony removeu no modelo CFI-2116 — algo que poderia representar a instalação de cerca de 2 jogos, se pensar de forma otimista. Se levar em consideração o sistema operacional do console, o SSD fica ainda mais apertado: com aproximadamente 650 GB livres

Cobrar o mesmo valor do PlayStation 5 de 1 TB se mostra uma ação ainda mais anticonsumidor, sem mencionar os aumentos recentes do preço instituídos pela Sony (o que é algo inédito, já que as gerações anteriores sofriam quedas de valor e não uma valorização). 

Vale mencionar que a versão com 825 GB chega apenas como a “Edição Digital” — que não acompanha o leitor de disco. Até onde a companhia revelou, esta continuará sendo vendida normalmente. 

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Vídeo: Ter um console ainda vale a pena ou está na hora de investir em outros dispositivos? No YouTube, respondemos essa e outras questões sobre o assunto.

 

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Presidente da ONU Turismo, Celso Sabino, defende cooperação do organismo em apoio à representatividade na COP30

Ministro do Turismo enviou Carta Aberta para países membros da organização sobre a relevância da Conferência do Clima, que acontece em novembro deste ano, em Belém (PA) Da Redação (*) Brasília – Presidente do Conselho Executivo da ONU Turismo, o ministro do Turismo, Celso Sabino, entregou ao Secretário-Geral da entidade, Zurab Pololikashvili uma Carta Aberta […]

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Como é fabricado um celular dobrável? Nós visitamos uma fábrica

O celular dobrável representa uma das maiores evoluções tecnológicas dos smartphones nos últimos anos. Marcas como Samsung, Motorola e Huawei apostam neste formato que promete revolucionar a experiência mobile, com modelos como o Galaxy Z Fold 7, Motorola Razr 60 Ultra e Huawei Mate XT Ultimate.

Mas você já se perguntou como é fabricado um aparelho tão complexo? Visitamos a fábrica da Motorola em Jaguariúna–SP para descobrir os segredos por trás dessa tecnologia.

A complexidade por trás do celular dobrável

A fabricação de smartphones dobráveis é mais complexa que a de aparelhos convencionais. O processo, assim como nos smartphones comuns, envolve três etapas principais: front-end (montagem da placa-mãe), back-end (montagem final) e embalagem, mas cada etapa precisa de mais atenção nos dobráveis.


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“A fabricação é muito mais complexa em comparação a um modelo em barra porque o celular dobrável é bem mais complexo”, explica Paulo Caixeta, Gerente Sênior de Operação de E-commerce da Motorola. “Ele envolve muitos processos, porque esses aparelhos hoje são dobráveis e à prova d’água.”

A primeira diferença está na divisão de componentes. Enquanto smartphones tradicionais concentram todos os elementos em um corpo único, os dobráveis precisam distribuir peso e componentes entre duas partes.

Dobradiça é parte fundamental

A dobradiça representa o maior desafio técnico dos celulares dobráveis. Feita de titânio, na maioria das vezes, como no Motorola Razr 60 Ultra, e composta por milhares de peças minúsculas, ela precisa suportar milhares de ciclos de abertura e fechamento.

A Motorola utiliza robôs especializados que testam a resistência das dobradiças durante meses. Esses equipamentos abrem e fecham os aparelhos continuamente para simular anos de uso em questão de semanas.

“A gente testa extensivamente, temos aparelhos que abrem e fecham o telefone durante meses para ver quanto ele aguenta”, detalha o especialista.

Segundo a marca, o Razr 50 Ultra foi projetado para até 600 mil ciclos de dobra, enquanto no 60 Ultra, a resistência subiu 35%. Ou seja, é estimado que o dobrável mais avançado da marca suporte 810 mil ciclos de dobrar e fechar.

celular dobrável motorola
Huawei Mate XT é celular dobrável que consegue dobrar em 3 partes (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Tela flexível é ultrafina e revestida por plástico

Muitos smartphones dobráveis utilizam tecnologia P-OLED (Plastic OLED).

Diferente das telas convencionais, esses displays são fabricadas com material plástico flexível que permite a dobra sem quebrar, sobretudo pela tecnologia UTG, isto é, do vidro ultrafino usado na construção.

É normal notar um pequeno relevo na região da dobra. Com a evolução dos celulares dobráveis, esse vinco fica imperceptível durante o uso normal do aparelho e não compromete a qualidade da imagem.

Marcas realizam testes rigorosos

Segundo o especialista da Motorola, cada celular produzido na fábrica passa por aproximadamente 15 mil testes antes de ser aprovado para venda. O processo inclui calibração de frequências, potência de transmissão e verificação de todos os componentes.

Os aparelhos são testados em câmaras que simulam condições extremas. Eles passam por testes de queda, resistência à água, variação de temperatura e descarga eletrostática.

Um dos testes mais importantes verifica o consumo de energia com o aparelho desligado. De acordo com o representante da marca, telefones que consomem bateria desnecessariamente são rejeitados para evitar problemas futuros.

Motorola Razr 60 Ultra
Motorola Razr 60 Ultra (Vitória Zabelê/Canaltech)
Motorola Razr 60 Ultra e Motorola Razr 60
Motorola Razr 60 Ultra e Motorola Razr 60 (Vitória Zabelê/Canaltech)
Entrada da fábrica da Motorola em Jaguariúna-SP
Entrada da fábrica da Motorola em Jaguariúna-SP (Vitória Zabelê/Canaltech)
Motorola foi pioneira em celulares dobráveis
Motorola foi pioneira em celulares dobráveis (Vitória Zabelê/Canaltech)
Motorola foi pioneira em celulares dobráveis
Motorola foi pioneira em celulares dobráveis (Vitória Zabelê/Canaltech)
Celulares da Motorola em exibição na fábrica
Celulares da Motorola em exibição na fábrica (Vitória Zabelê/Canaltech)

Centro de gravidade equilibrado

Uma particularidade dos dobráveis é o equilíbrio de peso. A placa-mãe e a bateria precisam ser divididas entre as duas metades do aparelho para manter o centro de gravidade centralizado.

“Se tiver um lado mais pesado que o outro, o telefone pode cair quando você abrir. Essa distribuição exige engenharia precisa e componentes customizados”, explica Paulo Caixeta.

Durabilidade comparável

Apesar da complexidade adicional, os celulares dobráveis atuais oferecem durabilidade similar aos smartphones convencionais. Os testes extensivos garantem que a vida útil não seja comprometida pela tecnologia dobrável.

A evolução também é visível. Os primeiros modelos apresentavam vincos mais pronunciados e dobradiças menos refinadas. As versões atuais chegam próximas da perfeição visual quando totalmente abertas.

Automação na produção da Motorola

A fábrica da Motorola utiliza manufatura 4.0 com alta automação. Robôs especializados colocam até 80 componentes por segundo durante a montagem das placas-mãe.

Cada telefone passa por inspeção óptica em múltiplas etapas. Câmeras verificam a colocação correta de componentes minúsculos, alguns com apenas 0,125 milímetros.

Todo o processo é rastreado digitalmente, pois, cada aparelho recebe um QR Code único que permite identificar fornecedores, datas de fabricação e histórico completo de testes.

Sem dúvidas, os celulares dobráveis evoluíram significativamente nos últimos anos e, apesar da fabricação complexa, a tecnologia amadureceu e oferece smartphones confiáveis e úteis para os usuários.

Leia mais

VÍDEO: Porque troquei o S25 Ultra pelo Motorola Razr 60 Ultra

 

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Galaxy Watch 8 Classic: vale a pena pagar mais pela coroa giratória?

A coroa giratória virou uma marca registrada dos Galaxy Watch. Desde os primeiros modelos Gear S, ela se tornou um símbolo da linha premium da Samsung, e agora faz parte das versões Classic dos Galaxy Watch lançados desde 2021. 

Mas será que vale a pena pagar mais caro para ter o relógio com coroa giratória? Neste texto, comparamos a funcionalidade do Galaxy Watch 8 Classic com o Galaxy Watch 8 “comum”, para te ajudar a entender se o componente faz mesmo a diferença. 

Histórico da versão “Classic”

A Samsung mantém um cronograma bem previsível para os modelos com coroa giratória. Eles chegam sempre a cada duas gerações: Galaxy Watch 4 Classic, Watch 6 Classic e, agora, o Watch 8 Classic.


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Isso significa que quem perdeu o Watch 6 Classic teve que esperar dois anos pelo próximo lançamento. E seguindo esse padrão, o próximo modelo “Classic” deve chegar apenas em 2027, com um possível “Galaxy Watch 10”.

É uma estratégia que mantém a exclusividade da coroa giratória, mas também cria uma janela de oportunidade limitada para quem gosta dessa funcionalidade.

Quais as vantagens da coroa giratória?

A principal vantagem é a experiência tátil superior. O feedback físico do “clique” é mais satisfatório e preciso que a navegação touch. Cada giro tem uma resposta que a tela não consegue replicar, apesar de o modelo comum ter a coroa digital em volta do display.

Coroa do Galaxy Watch 8 Classic facilita o uso e dá um aspecto premium ao relógio (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A praticidade no dia a dia também impressiona. Com as mãos molhadas, suadas ou usando luvas, a coroa funciona perfeitamente. A tela touch, não. Isso faz diferença para quem treina ou trabalha em ambientes adversos.

A higiene é outro ponto positivo. Sem tocar constantemente na tela, ela fica mais limpa e sem marcas de dedo. A borda física ainda oferece proteção extra contra choques e arranhões.

O design também ganha. A coroa dá um visual mais clássico e premium, e remete a relógios analógicos tradicionais. É mais elegante e robusto visualmente.

Qual a diferença de preço entre o Watch 8 e Watch 8 Classic?

O Galaxy Watch 8 Classic LTE 46 mm custa R$ 4.500. É a única versão disponível do modelo. Já o Watch 8 comum oferece mais opções de tamanho e conectividade.

A versão mais completa do Watch 8 é o modelo LTE 44 mm, que sai por R$ 3.500. A diferença para o Classic fica em R$ 1.000. Também existe a versão básica de 40 mm só com Bluetooth por R$ 3.000.

Vale lembrar que o desempenho é idêntico. Ambos têm o mesmo processador, bateria e funcionalidades. O que muda é apenas a coroa e o design da caixa.

Vale a pena pagar mais caro pela coroa?

Se você quer rede móvel e não se incomoda com o tamanho de 46 mm, os R$ 1.000 extras valem a pena. As vantagens práticas da coroa giratória são reais e fazem diferença no uso diário.

Há também a questão temporal. Seguindo o histórico da Samsung, o próximo Galaxy Watch Classic só deve chegar em 2027. Se você quer um modelo recente com coroa giratória, esta é sua oportunidade pelos próximos dois anos.

Galaxy Watch 8 “comum” tem o mesmo desempenho do Classic (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Para quem prefere modelos menores ou não precisa de LTE, a conta muda. A diferença para a versão básica, de R$ 1.500, pode não compensar.

No final, quem valoriza ergonomia, elegância e praticidade vai se beneficiar do valor pago extra. Mas se busca apenas as funcionalidades essenciais, o Watch 8 comum atende perfeitamente.

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: Samsung Galaxy Watch 8: ainda mais COMPLETO e MELHOR [ANÁLISE/REVIEW]

 

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10 prompts para editar fotos no Gemini que você precisa conhecer

O Gemini permite realizar edições de fotos de forma profissional com apenas prompts de texto. É possível transformar fotos em desenhos, adicionar elementos, trocar cenários ou até criar uma imagem abraçando seu artista ou personagem favorito.

10 comandos para editar fotos no Gemini

O Canaltech separou 10 comandos para editar fotos e criar imagens com o Gemini. Confira como:

  • Gerar foto abraçando alguém;
  • Transformar foto em desenho ou animação;
  • Trocar o fundo por outro cenário;
  • Remover ou substituir objetos da foto;
  • Adicionar elementos à imagem.

Gerar foto abraçando alguém

Muitos usuários têm usado esse recurso para criar imagens abraçando seus artistas favoritos, mas ele também pode servir para recriar memórias, prestar homenagens ou até presentear alguém especial.


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Para gerar essa imagem, o prompt deve indicar quem está no abraço, o tipo de clima (carinhoso, casual, de reencontro), as expressões, o cenário e a iluminação. Também é útil dizer se o estilo será realista, artístico ou com filtros, para que o resultado fique natural:

  • “Crie uma imagem no estilo de foto instantânea com as pessoas das imagens em anexo se abraçando em uma única cena, com expressões de alegria e luz natural.”

Transformar foto em desenho ou animação

Essa edição pode transformar uma fotografia em desenho à mão, aquarela, estilo cartoon e animação 2D.

O prompt deve indicar o estilo desejado, como cartoon, anime, aquarela ou lápis, além do nível de detalhe, cores e, se necessário, o fundo ou traços especiais:

  • “Transforme esta foto em um desenho animado 2D estilo estúdio de animação dos anos 90, linhas limpas, cores vivas e traço levemente grosso.”
  • “Transforme minha foto em uma animação no estilo anime japonês, com olhos expressivos e fundo detalhado de cidade à noite.”
    Comparação imagem e desenho gerado por Gemini
    Dá para transformar fotos em desenhos, animações e pinturas no Gemini. (Imagem: Reprodução/Gemini)

Trocar o fundo por outro cenário

O cenário pode mudar completamente uma imagem, pois ele define o clima, o contexto e a sensação que a foto transmite. Com a IA Gemini, você consegue alterá-lo sem precisar de um fundo verde sempre à disposição.

Para trocar o fundo, o prompt deve indicar o cenário atual e o novo ambiente. Também é importante definir clima e iluminação para garantir que sombras, reflexos e proporção da pessoa condizem com o fundo para que a imagem fique natural.

  • “Substitua o fundo por uma biblioteca antiga de madeira escura, estantes cheias de livros, luz amarela aconchegante.”
  • “Mude o cenário urbano atual para uma praia tropical com coqueiros e mar azul turquesa, iluminação clara de meio-dia.”

Remover ou substituir objetos da foto

Em fotos tiradas em casa ou em lugares públicos, é comum aparecerem objetos ou pessoas ao fundo. Com um comando de texto, é possível remover essas distrações da imagem e até substituí-las por outros elementos.

Se você desejar remover algo da imagem, o prompt deve indicar claramente o objeto/a pessoa e sua posição, além de informar o que vai substituir o espaço, como céu, vegetação ou parede. Também é importante manter texturas, sombras e iluminação para que o resultado fique natural. Veja exemplos:

  • “Exclua a pessoa que aparece no fundo da minha foto no restaurante e reconstrua chão e parede conforme o padrão original.”
  • “Remova o poste de luz no canto esquerdo da foto e mantenha a coerência da paisagem ao fundo.”
  • “Apague a lata de lixo que aparece atrás de mim, preencha com vegetação ou gramado natural.”
    Comparação de foto sem edição e editado com remoção de um objeto pelo Gemini
    É possível remover ou substituir objetos e pessoas de fotos com a IA Gemini. (Imagem: Reprodução/Gemini)

Adicionar elementos à imagem

Adicionar elementos à imagem pode deixar a foto mais interessante ou até criar cenas mais criativas. Você pode incluir objetos, animais, efeitos de luz ou acessórios, por exemplo.

O prompt deve indicar o que incluir na foto, como flores, animais ou efeitos de luz, e onde o item deve aparecer. Também é importante definir se será realista ou estilizado e ajustar sombra, escala, cores e contraste para que se integre de forma natural ao cenário. Veja exemplos:

  • “Coloque um gato preto sentado no meu colo, aparência realista, sombra consistente com a luz da foto.”
  • “Inclua fogos de artifício silenciosos ao fundo do céu, luzes coloridas refletindo nos meus cabelos.”

Como funciona a geração de imagens no Google Gemini?

No Google Gemini, a geração de imagens funciona a partir de prompts textuais, mas também é possível enviar imagens junto do comando.

Usuários gratuitos têm acesso limitado ao recurso, porém o Google não informou qual seria o limite. Enquanto que os planos pagos, como Google AI Pro e Ultra, permitem criar mais imagens e usar recursos avançados.

Confira outros conteúdos do Canaltech:

VÍDEO: O Gemini é muito bom (e isso é um problema)

 

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Itaú leva ferramentas para evitar golpes ao app da conta para empresas

O Itaú atualizou o seu aplicativo para pessoas jurídicas com novos recursos de segurança. A nova versão integra uma central que reúne todas as ferramentas para proteger a conta, além de alertas ao fazer Pix ou ao receber ligações de números suspeitos para evitar fraudes e conter as ações de golpistas.

As novidades do Itaú Empresas foram apresentadas em uma nota enviada ao Canaltech nesta quinta-feira (18). Uma das principais novidades gira em torno da Central de Segurança, que oferece uma proposta similar ao recurso disponível para pessoas físicas: centralizar as opções para configurar a biometria, trocar senha, conferir acessos, além de conferir o código do iToken e habilitá-lo no PC.

A página ainda oferece um atalho para gerenciar o cartão virtual e uma pontuação, com recomendações de ajustes para reforçar as defesas da plataforma. Mais abaixo, há uma área de dicas aos clientes, com conteúdos sobre o golpe da falsa central telefônica e outras ameaças que ocorrem com frequência.


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Itaú Empresas ganha novos recursos de segurança para combater tentativas de golpes e fraudes (Imagem: Divulgação/Itaú)
Itaú Empresas ganha novos recursos de segurança para combater tentativas de golpes e fraudes (Imagem: Divulgação/Itaú)

Alertas

Também há novas notificações para orientar os clientes quando há uma tentativa de golpe em curso. No caso do Alerta Pix, assim como no app para pessoas físicas, o Itaú vai notificar os clientes quando há uma transações suspeita, com avisos contextualizados e um botão para cancelar a transação.

O Alerta de Ligação, por sua vez, é acionado quando o cliente recebe uma chamada suspeita. A medida busca evitar ações de golpistas que se passam por instituições financeiras e solicitam um Pix para supostamente cancelar uma transação na conta, por exemplo.

Em alguns casos, a abordagem também envolve pedidos para instalar apps no celular com o pretexto de resolver um problema. Porém, na realidade, trata-se de um software malicioso para invadir a conta remotamente e, em alguns casos, coletar outros dados pessoais das vítimas.

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Epson tem impressora sem cartucho e projetor de 150 polegadas; conheça

Ter dor de cabeça na hora de lidar com impressoras é coisa do passado. Com mais de 100 milhões de EcoTanks vendidas mundo afora, a Epson reforça sua posição como líder de mercado no segmento, ao combinar tecnologia de ponta e praticidade para entregar dispositivos mais econômicos, sem abrir mão da qualidade final.

Uma das características mais legais de suas impressoras é a ampla conectividade, que proporciona conveniência ao consumidor. Afinal, os modelos disponibilizados pela marca podem ser controlados remotamente pelo app Smart Panel, garantindo total controle do dispositivo através do smartphone.

Epson
Impressoras da Epson têm confiabilidade garantida (Imagem: Divulgação/Epson)

Esse é apenas um exemplo que reitera o compromisso da Epson em ser não apenas líder no seu segmento, mas também referência em inovação. Atualmente, a empresa ocupa a primeira posição dentre as que mais detêm patentes tecnológicas, além de estar entre as 100 mais inovadoras do mundo.


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Impressoras com alto dinamismo para seu negócio

Vale a pena conhecer a Epson EcoTank L1250, impressora da linha de entrada da marca e com excelente custo beneficio. Ela eleva a economia de tinta a um novo patamar, já que conta com garrafas originais extremamente eficientes: um único kit de garrafas equivale a 30 cartuchos comuns – outro diferencial da linha EcoTank, que dispensa o estresse de reposição com cartuchos.

Não parando por aí, ela também consome 57% menos energia com tecnologia Heat Free, que elimina o calor gerado no processo de impressão. A L1250 imprime até 4.500 páginas em preto e 7.500 páginas coloridas, tudo isso em diversas opções de conectividade: via USB, Wi-Fi, Smart Panel ou até mesmo comandos de voz via Alexa.

Além disso, a confiabilidade é garantida, com dois anos de garantia estendida para aqueles que registrarem o produto no seu site oficial.

Projetores da Epson criam cinema dentro de casa

A Epson é a marca nº1 no Brasil e no mundo no segmento de projetores, com modelos ideais para casas e empresas. O modelo Portátil Laser Smart EF21, por exemplo, tem uma configuração muito fácil pela solução plug and play: basta ligá-lo na tomada para começar a usar.

O EF21 pode mostrar imagens de até 150 polegadas com qualidade Full HD e tecnologia HDR, para criar um verdadeiro cinema em casa. Conta ainda com dois alto-falantes estéreo de 10W com som Dolby para complementar a experiência premium.

Ele ainda entrega três vezes mais cores com a tecnologia 3LCD, e o melhor: já vem equipado com Google TV nativo, garantindo acesso a serviços de streaming sem a necessidade de conectar a outros dispositivos.

Há ainda o modelo EF22, que tem base de 360º para projetar em qualquer direção com fácil configuração. Ele é vendido nas cores Preto Ônix e Azul Safira, enquanto o EF21 pode ser encontrado em Rosé Quartzo, Branco Diamante e Verde Opala.

Epson
Marca tem opções estilosas para todos os ambientes (Imagem: Divulgação/Epson)

Há uma alta variedade de conexões, que vão do Bluetooth ao HDMI, e também é ecologicamente amigável, ao consumir apenas 0,3W de energia no modo de espera — além de chegar a até 25% de economia durante o uso.

Não deixe de conhecer e aproveitar as soluções mais atualizadas da Epson. É esse tipo de tecnologia de ponta que faz da empresa uma líder global, com precisão e excelência no que faz.

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