6 apps que vão te ajudar a ler mais livros em 2026

Aplicativos, como o Goodreads e o Skoob, são grandes assistentes para quem deseja manter um ritmo de leitura consistente ao longo do ano. Além de registrar os livros que já foram concluídos, as plataformas ajudam a buscar novas indicações e até mesmo a criar clubes.

6 apps para quem quer ler mais livros em 2026

Veja os detalhes dos seguintes aplicativos:

  1. Goodreads
  2. Skoob
  3. Estante Virtual
  4. Kindle (app)
  5. The StoryGraph
  6. Bookclubs

1. Goodreads

O Goodreads é um dos aplicativos com foco em leitura mais conhecidos da atualidade. A plataforma funciona como uma espécie de “IMDb” de livros, com páginas de livros que mostram detalhes do título e avaliações de quem já leu, e oferece um histórico de leitura.


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Também é possível participar de discussões e criar grupos, ideal para quem deseja criar um clube com amigos ou até compartilhar interesses em comum. O app é gratuito, e pode ser acessado pelo celular, computador ou tablet.

2. Skoob

Brasileiro, Skoob opera como uma espécie de rede social para leitores, também com opção para organizar os livros que já foram lidos e que estão na fila e oferece páginas com resenhas dos lançamentos. A plataforma oferece, ainda, um recurso de metas e desafios para incentivar os usuários.

Além disso, é possível criar uma estante virtual, assim como no Goodreads, para ajudar a evitar compras repetidas de livros. Gratuito, o aplicativo possui versões para Android e iOS, além de acesso via web.

3. Estante Virtual

A Estante Virtual traz um vasto acervo de livros novos, usados e seminovos de milhares de sebos e livrarias espalhados pelo Brasil. A plataforma do grupo Magalu oferece ainda uma opção para criar lista de desejos, onde é possível reunir títulos para ler mais tarde, pro exemplo.

Os usuários ainda podem optar pela entrega, para receber a compra em casa, ou pela retirada direto com o livreiro, caso queira ter acesso ao livro o quanto antes. 

4. Kindle (app)

Você não precisa comprar um Kindle para ter acesso ao acervo de ebooks da Amazon. Através do app Kindle para Android e iOS, os livros digitais ficam disponíveis para leitura através do seu celular ou tablet, e até mesmo com imagens coloridas.

A Amazon oferece, ainda, o programa para Windows e macOS, além de uma versão web, para acessar a biblioteca digital pelo computador. Ideal para quem está estudando e deseja consultar o ebook com mais conforto e facilidade, por exemplo.

5. The StoryGraph

O The StoryGraph é um assistente para quem tem uma meta a cumprir no ano. O aplicativo reúne uma série de gráficos com base no seu hábito de leitura, que mostra quantos livros e páginas foram lidos em cada mês e ano, por exemplo.

Do outro lado, a plataforma oferece recomendações de leitura personalizadas com recursos de inteligência artificial. No entanto, alguns recursos, como os gráficos customizados e os filtros extras, estão restritos ao plano Plus.

  • Disponível em: Android | iOS | Web
  • Preço: grátis, com opção de plano pago

6. Bookclubs

Já o Bookclubs foca em quem deseja criar um clube de leitura. Através dele, é possível centralizar todo a administração do grupo, como agendar reuniões, criar enquetes para decidir o próximo livro e gerenciar os membros.

Também há um histórico dos livros lidos pelos usuários e ferramenta para enviar mensagens diretas para uma pessoa específica ou a todos os participantes dos grupos. Por outro lado, alguns recursos são disponíveis apenas em pacotes pagos, que custam a partir de US$ 2 por mês ou US$ 20 por ano.

  • Disponível em: Android | iOS | Web
  • Preço: grátis, com opção de plano pago

Leia mais:

VÍDEO: Kindle Colorsoft: ser legal é diferente de fazer sentido

 

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ABEC e CNA divulgam nota expressando grave preocupação com imposição pela China de tarifas de 67% contra exportações da carne bovina brasileira

Da Redação (*) Brasília – A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou hoje (31) comunicado expressando grave preocupação com a decisão do governo da China de impor medidas de salvaguardas que podem chegar a 67% contra as exportações de carne bovina brasileira […]

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Qual foi o melhor lançamento da Xiaomi em 2025? O que diz a equipe do Canaltech

O ano de 2025 reafirmou a capacidade da Xiaomi de surpreender. A marca dividiu atenções entre conceitos arriscados no mercado global e a renovação de seus aparelhos de alto desempenho voltados para a fotografia no Brasil. 

E, em meio a essa estratégia dupla de inovação e consolidação, o Canaltech selecionou os maiores destaques e elegeu o melhor lançamento da gigante chinesa em 2025. Confira os finalistas:

🥇Xiaomi 17 Pro Max


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🥈Xiaomi 15T Pro

Como foi a votação

Entre os lançamentos da Xiaomi, apenas dois modelos apareceram no nosso pódio, e a inovação falou mais alto na escolha dos especialistas. O Xiaomi 17 Pro Max conquistou a preferência da equipe com quatro votos. O Xiaomi 15T Pro fecha a lista de menções com um voto.

O campeão: Xiaomi 17 Pro Max

O modelo ultra premium da marca garantiu o topo do pódio, impulsionado principalmente pela ousadia em design e recursos. O aparelho conquista os especialistas por trazer diferenciais visuais em um mercado por vezes estagnado.

Xiaomi 17 Pro Max se destaca pela usabilidade mais ousada (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Leonardo Müller, editor de produtos, valoriza a aposta da empresa: “Apesar de ser claramente inspirado no iPhone 17 Pro, esse celular da Xiaomi é a minha escolha por conta da ‘tela mágica’ na traseira. Isso mostra que a chinesa tem coragem de trazer inovação arriscada para um mercado que não arrisca mais”.

Vinicius Moschen, redator na editoria de produtos, concorda sobre o apelo visual: “Mais um celular muito sólido e com diferenciais como a tela traseira, para quem deseja chamar a atenção”.

Mesmo sem venda oficial no país, o dispositivo impressiona pelo conjunto. Bruno Bertonzin, analista de produtos, destaca: “Apesar de ainda não ter sido lançado no Brasil, é um celular topo de linha que se destaca entre as principais fabricantes do mundo, seja em desempenho, câmeras ou usabilidade”.

Pedro Cipoli, apresentador, complementa sobre o posicionamento de mercado: “Mantém o conjunto competitivo em 2025, considerando o preço atual”.

Segundo lugar: Xiaomi 15T Pro

O segundo lugar ficou com um modelo que foca em entregar especificações de ponta com disponibilidade local.

Wendel Martins, redator e analista, justifica seu voto no Xiaomi 15T Pro pela qualidade técnica ao alcance do consumidor nacional: “Nova referência da marca em fotografias à venda no Brasil, além de um excelente processador e ótima tela”.

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: Xiaomi 15T Pro: faz sentido para quem?

 

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Qual celular tira as melhores fotos em 2025? Veja a escolha da equipe Canaltech

A fotografia móvel continua como um dos pilares mais importantes na decisão de compra de um smartphone topo de linha. Em 2025, a disputa envolveu o retorno de gigantes chinesas e o refinamento das marcas tradicionais no mercado brasileiro. 

Após analisarmos os principais lançamentos, selecionamos os destaques, e a equipe de especialistas do Canaltech elegeu os aparelhos que entregam as melhores imagens do ano.

Confira os selecionados:


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🥇 Huawei Pura 80 Ultra

🥈 Samsung Galaxy S25 Ultra

🥈 iPhone 17 Pro

🥉 iPhone 17 Pro Max

Como foi a votação

A categoria de melhor câmera teve um líder isolado. O Huawei Pura 80 Ultra conquistou a preferência da maioria, com quatro votos. A disputa pelo segundo lugar foi mais acirrada e terminou em um empate técnico entre o Galaxy S25 Ultra e o iPhone 17 Pro, com dois votos cada. O iPhone 17 Pro Max fecha a lista de menções com um voto.

O campeão: Huawei Pura 80 Ultra

O topo de linha da Huawei confirmou as expectativas e levou o prêmio de melhor câmera do ano. O aparelho impressiona pela consistência e qualidade técnica, validando sua fama internacional.

Para Leonardo Muller, editor de produtos, a versatilidade do modelo chama a atenção: “Eu fiquei embasbacado com a qualidade de imagem que ele consegue fazer em praticamente qualquer condição de luz. Ele é ótimo para fazer retratos, para fotos com zoom etc”.

Huawei Pura 80 Ultra é o celular preferido do Canaltech para tirar fotos (Imagem: Divulgação/Huawei)

A apresentadora Amanda Abreu destaca como o dispositivo foge do padrão: “Entrega uma experiência com câmeras diferente do que temos no mercado mainstream brasileiro. O Ivo, nosso fotógrafo, pirou no que as câmeras desse celular conseguem fazer”.

A liderança nos rankings técnicos também pesou na escolha. Bruno Bertonzin, analista de produtos, reforça: “Celular merecidamente reconhecido como a melhor câmera do mundo em smartphone no ranking DxOMark. Pude testar esse celular e admitir essa ótima qualidade de câmera”.

Wendel Martins, redator e analista de produtos, complementa sobre o conjunto óptico:

“Sem dúvidas, o celular da marca chinesa que retornou neste ano no Brasil faz jus à liderança no ranking de câmeras em smartphone do DxOMark. O aparelho surpreende no nível de detalhes que captura e na precisão das cores, além do excelente zoom com o sistema de lente telefoto dupla.”

Segundo lugar: Galaxy S25 Ultra e iPhone 17 Pro

O segundo lugar reflete a eterna disputa entre os ecossistemas Android e iOS, com um empate entre Samsung e Apple.

O Galaxy S25 Ultra mantém a preferência pela versatilidade. Vinicius Moschen, redator na editoria de produtos, pontua: “Câmera virou uma escolha subjetiva, mas o celular é o que tem maior versatilidade para diferentes cenários”. Já Renato Moura Jr, analista de produtos, foca no software: “Ainda acho o processamento de imagem e a IA de edição melhor que do iPhone”.

Galaxy S25 Ultra ainda se destaca entre os melhores celulares para fotos (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Do lado da Apple, o iPhone 17 Pro ganha destaque pelas capacidades de vídeo. Gabriel Rimi, gerente de vídeo, exalta as ferramentas profissionais: 

“Com a melhor câmera de selfie do mercado e novos sensores na traseira, o iPhone segue sendo, na minha opinião, a melhor opção para a captação de vídeo, além de oferecer o novo Pro Res Raw, uma possibilidade muito interessante para o dia a dia de captação profissional”.

Pedro Cipoli, apresentador, concorda: “Continua bem posicionado no ranking DxOMark, sendo o melhor modelo no quesito gravação de vídeo”.

Terceiro lugar: iPhone 17 Pro Max

Fechando o pódio, a versão maior do topo de linha da Apple também recebeu menção honrosa, especificamente pela performance em filmagens. Adriano Ponte, apresentador do Canaltech, resume sua escolha: “Desempenho em vídeo superior aos Galaxy”.

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: O que chama atenção nas câmeras do Huawei Pura 80 Pro

 

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Trocar sua TV antiga por uma nova reduz a conta de luz? Nós fizemos as contas

Trocar uma TV antiga por um modelo novo nem sempre é apenas uma questão de imagem mais nítida ou recursos inteligentes, já que às vezes também pode impactar sua conta de luz. Mas será que essa troca realmente faz diferença no consumo de energia?

O consumo de energia de uma TV está ligado diretamente à sua potência média em funcionamento e ao tempo que ela fica ligada.

O impacto desse consumo nem sempre é percebido de imediato, pois as TVs modernas são consideradas eletrodomésticos relativamente eficientes quando comparadas a itens como geladeiras ou ar-condicionado.


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Ainda assim, pequenas diferenças de potência entre modelos podem gerar variações mensais que se acumulam no longo prazo.

Trocar a TV antiga por uma nova reduz a conta de luz?

Para entender se as TVs mais novas realmente consomem menos energia, comparamos modelos antigos (cerca de seis anos) com equivalentes de 2025, sempre mantendo a mesma marca e o mesmo tamanho de tela:

Trocar sua TV antiga por uma nova reduz a conta de luz? (Imagem: Oscar Nord/Unsplash)

Samsung 50” antiga x Samsung 50” de 2025

No segmento de 50 polegadas, a Samsung é uma das marcas mais populares do mercado brasileiro. Um modelo típico de cerca de 2020, como os TVs LED ou QLED da época, apresenta consumo médio em torno de 100 W, o que resulta em aproximadamente 12 kWh por mês com 4 horas diárias de uso.

Já um modelo atual de 2025, como a Samsung Crystal UHD 50” U8600F, traz melhorias em processamento e brilho, mas também mais recursos ativos. Isso faz com que seu consumo médio fique levemente maior, na faixa de 115 W, chegando a cerca de 13,8 kWh mensais.

Nesse caso, a TV mais nova não reduz o consumo, podendo inclusive gerar um pequeno aumento na conta de luz, dependendo da tarifa local.

Sony 55” antiga x Samsung Neo QLED 55”

Em telas intermediárias de 55 polegadas, a evolução tecnológica é mais perceptível. Um modelo Sony LED de 2019, como os da linha XBR, costuma consumir cerca de 110 W, o que equivale a 13,2 kWh por mês.

Por outro lado, uma TV mais recente como a Samsung Neo QLED 55” QN90, apesar de ser mais avançada e oferecer maior brilho, utiliza painéis mais eficientes. No uso real, seu consumo médio pode cair para algo próximo de 80 W, totalizando cerca de 9,6 kWh mensais.

Aqui, a troca por um modelo mais novo e tecnologicamente superior resulta em economia real de energia, mostrando que eficiência não depende apenas do ano, mas também da tecnologia empregada no painel.

LG 65” antiga x Samsung 65” de 2025

No segmento de telas grandes, o consumo tende a ser naturalmente mais alto. Uma TV LG LED de 65 polegadas de cerca de 2019 costuma operar em torno de 140 W, o que representa 16,8 kWh por mês.

Já uma TV Samsung Crystal UHD de 65 polegadas lançada em 2025, apesar de contar com otimizações de software, precisa alimentar um painel maior e mais brilhante. Seu consumo médio sobe para cerca de 150 W, alcançando 18 kWh mensais. Nesse cenário, a TV nova não reduz o gasto energético.

Impacto na conta de luz: comparação por estado

O custo mensal estimado considerando tarifas médias de energia elétrica em São Paulo, CuritibaFortaleza, ManausBrasília, fica assim:

Modelo São Paulo Curitiba Fortaleza Manaus Brasília
Samsung 50” (2020) R$ 8,40 R$ 8,64 R$ 9,84 R$ 10,32 R$ 8,88
Samsung 50” (2025) R$ 9,66 R$ 9,94 R$ 11,32 R$ 11,87 R$ 10,21
Sony 55” (2019) R$ 9,24 R$ 9,50 R$ 10,82 R$ 11,35 R$ 9,77
Samsung Neo QLED 55” R$ 6,72 R$ 6,91 R$ 7,87 R$ 8,26 R$ 7,10
LG 65” (2019) R$ 11,76 R$ 12,10 R$ 13,78 R$ 14,45 R$ 12,43
Samsung 65” (2025) R$ 12,60 R$ 12,96 R$ 14,76 R$ 15,48 R$ 13,32

A vantagem, então, depende do modelo e da tecnologia, não apenas da idade da TV. Em alguns casos, TVs mais novas consomem igual ou até mais energia, especialmente em telas grandes. A economia aparece quando a troca envolve painéis mais eficientes, como Neo QLED ou tecnologias equivalentes.

Então trocar a TV pode ajudar a reduzir a conta de luz, mas isso não é garantido. A decisão deve considerar o tamanho da tela, a tecnologia do painel e o padrão de uso.

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Salários em dólar: o boom de brasileiros no mercado tech exterior

Um levantamento da Deel, empresa global de softwares de RH, aponta uma intensificação na migração de profissionais brasileiros para o mercado internacional de tecnologia. Em 2024, o número de brasileiros contratados por empresas estrangeiras registrou um crescimento de 53%. Este movimento é impulsionado por uma combinação de fatores econômicos e culturais, posicionando engenheiros de software, especialistas em dados e em cibersegurança entre as profissões mais requisitadas.

A disparidade cambial é identificada como um dos principais fatores de atração. A moeda brasileira tem um valor significativamente menor, o que torna a contratação de talentos no Brasil atrativa para o exterior. Além disso, a cultura brasileira de trabalho é vista de forma positiva.

Isabela Castilho, CEO da Rockseat, explica que este diferencial é relevante para os contratantes internacionais. “No Brasil a nossa moeda vale seis vezes menos do que uma moeda, por exemplo, dos Estados Unidos. E isso faz com que seja muito atrativo levar brasileiros para para fora, para trabalhar fora,” afirma Castilho.


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Habilidades e adaptação cultural

A valorização não se restringe à formação técnica; as soft skills são decisivas. Empresas internacionais buscam profissionais com capacidade de adaptação, comunicação em grupo e habilidade para se comunicar em diferentes culturas. A facilidade dos brasileiros em se desenvolver e estudar também é um ponto positivo.

Profissionais que já atuam no exterior confirmam a necessidade de adaptação cultural. Priscila Calisto, brasileira contratada por uma empresa internacional de tecnologia, relata que a comunicação direta é uma característica notável entre os colegas de outros países.

“Eu vejo que eles são muito mais diretos. Geralmente um brasileiro quando vai falar uma notícia principalmente negativa, a gente faz muito rodeios, eles vão direto ao ponto,” relata Calisto.

Outras características brasileiras valorizadas incluem a proatividade, a animação no ambiente de trabalho e a disposição para resolver problemas. A geração Z, por ter nascido imersa em tecnologia, apresenta uma curva de aprendizado mais rápida e demonstra maior abertura a riscos e novas oportunidades em comparação a outras gerações que priorizam estabilidade em contratos CLT.

Mercado interno pressionado

O aumento da busca por profissionais brasileiros pressiona o cenário doméstico. A perda de talentos para o exterior tem levado empresas nacionais a pagarem mais para contratar e reter bons profissionais qualificados de tecnologia. A tendência futura aponta para a necessidade do mercado brasileiro investir na capacitação de talentos júnior para suprir a saída de seniors.

Para entender o impacto completo deste êxodo e as previsões para o futuro da tecnologia no país, ouça o episódio completo do Podcast Canaltech. 

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Como começar sua casa inteligente com apenas R$ 1.000

Quem dispõe de um orçamento de até R$ 1.000 para iniciar um projeto de casa inteligente ganha uma liberdade considerável para escolher equipamentos mais robustos e definitivos. 

Nessa faixa de preço, não é preciso recorrer a soluções paliativas; é possível automatizar a iluminação de forma profissional e garantir um assistente de voz com qualidade sonora competente.

A principal diferença desse investimento está na infraestrutura de iluminação e na central de comando, que oferecem uma experiência de uso mais fluida para todos os moradores da casa.


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O centro de comando: Echo Dot 5

Para gerenciar os dispositivos, a indicação é a Echo Dot 5. Diferente dos modelos de entrada, ela oferece uma qualidade sonora superior, ideal para quem gosta de ouvir música no quarto ou na sala. Além disso, ela se mantém consideravelmente acessível se comparada às gerações mais recentes ou modelos com tela.

Sua função vai além de controlar as luzes. Ela atua como uma assistente completa: define alarmes, lê notícias, faz chamadas para outros dispositivos Echo e responde a dúvidas gerais. 

O dispositivo também possui sensores que podem ser usados para criar rotinas, como ligar o ar-condicionado automaticamente se a temperatura do ambiente subir demais (caso o ar também seja inteligente ou esteja automatizado).

Amazon Echo Dot 5
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Amazon Echo Dot 5
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Amazon Echo Dot 5 traseira
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Amazon Echo Dot 5
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Amazon Echo Dot 5
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Amazon Echo Dot 5
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Amazon Echo Dot 5
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Amazon Echo Dot 5 mute
___________________ (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

O salto para interruptores inteligentes

Com um orçamento maior, a melhor estratégia para a iluminação é substituir as lâmpadas inteligentes pelos interruptores inteligentes. 

A grande vantagem é a versatilidade: eles podem ser controlados por voz (via Alexa) e pelo aplicativo no smartphone, mas mantêm o funcionamento físico tradicional. Ou seja, se alguém apertar o botão na parede para apagar a luz, o sistema não fica “offline” e também responde aos comandos de voz.

Esses dispositivos são encontrados em versões de um a seis módulos, e os de uma a três teclas estão entre os mais comuns, com preços que variam entre R$ 100 e R$ 200.

Com orçamento maior, é possível comprar soluções melhores de casa inteligente (Imagem: Divulgação/CSA)

Uma opção muito prática é o modelo híbrido, que combina duas teclas de luz com uma tomada de energia no mesmo espelho. Isso é ideal para caixas de parede onde há necessidade de conectar eletrodomésticos ou carregadores, e otimizar o espaço sem perder a automação da iluminação.

Automatizando o que não está no teto

Para completar o ecossistema, as tomadas inteligentes são essenciais. Com média de R$ 50 a R$ 60, elas servem para controlar aparelhos que ficam longe dos interruptores de parede ou que não possuem funções smart nativas.

O uso prático é vasto: é possível conectar uma cafeteira elétrica para que ela ligue sozinha de manhã, automatizar um ventilador de chão ou controlar luminárias de mesa e fitas de LED. Além de ligar e desligar remotamente, essas tomadas permitem monitorar o consumo de energia do aparelho conectado e criar agendamentos de funcionamento.

Sugestão de compra

Abaixo, listamos uma sugestão de kit inicial que cobre a automação de três ambientes com interruptores e dois aparelhos extras, dentro do teto de gastos de até R$ 1.000. Se preferir, ainda dá para substituir os interruptores de dois módulos por opções de 1 ou 3 teclas, e comprar o que melhor atende cada ambiente. 

  1. Echo Dot 5: R$ 460;
  2. 3x Interruptor inteligente Nova Digital (2 teclas + 1 tomada): R$ 378 (R$ 126 cada);
  3. 2x Tomada inteligente: R$ 120 (R$ 60 cada);
  4. Total estimado: R$ 958.

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8 jogos mais difíceis lançados em 2025

Como todo ano, 2025 também trouxe aqueles jogos difíceis que nos fazem pensar em desistir algumas vezes. E já faz alguns que jogos soulslike vêm à mente quando falamos sobre isso. Mas, por incrível que pareça, esse tipo de jogo não dominou a lista desse ano. Na verdade temos até uma boa variedade de jogos punitivos e que são realmente para aqueles jogadores determinados.

Temos jogos de terror, ação, plataforma, RPG, e soulslike (claro) em nossa lista de games mais difíceis lançados entre janeiro e dezembro de 2025. Confira nossas escolhas.

1. Routine

O prieiro da lista acabou de chegar e já se prova um jogo brutalmente difícil. A dificuldade de Routine é a ausência total de feedback artificial. O jogo removeu o HUD, sua única interface é o C.A.T. (Cosmonaut Assistance Tool), e você precisa olhar fisicamente para ele para gerenciar baterias ou munição.


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O terror vem da lerdeza com que tudo acontece: mirar, recarregar ou abrir portas são ações manuais e lentas. A IA dos robôs é implacável e não scriptada, se você for visto, a fuga é muito difícil por conta da física pesada do personagem. É uma experiência analógica em um mundo digital letal, que é um grande puzzle em que a resolução está na sua cara, mas você não vê.

2. Cronos: The New Dawn

A Bloober Team abandonou o walking simulator de seus outros jogos para entregar um survival horror brutal na gestão de recursos. A dificuldade de Cronos: The New Dawn vem da escassez proposital, que eu achei um tanto exagerado também. O jogo não te dá munição suficiente para tudo, forçando o uso de mecânicas de viagem no tempo para resolver puzzles sob pressão.

Existem muitos combates que você pode simplesmente dar no pé e deixar os monstros para lá, mas quando o game te prende em uma sala, aí é a hora da agonia. O sistema de save manual e esporádico adiciona uma tensão psicológica extra — morrer significa perder progresso (embora exista save automático).

 

3. Ninja Gaiden 4

Lançado em outubro, o retorno da franquia provou que a Team Ninja não esqueceu como punir. Jogando com Yakumo, a janela de invencibilidade (i-frames) nas esquivas é pequena. A IA dos inimigos lê seus inputs se você abusar dos mesmos combos, exigindo uma variação técnica constante. É um jogo que exige execução mecânica perfeita; esmagar botões resulta em Game Over na primeira fase, mesmo sendo um hack ‘n’ slash.

 

4. Wuchang: Fallen Feathers

A dificuldade desse soulslike está na agressividade da IA. Os chefes possuem padrões de ataque que mudam no meio da animação, punindo a cura fora de hora (alô, Gwyn de Dark Souls). Além disso, as janelas de parry são mais estreitas que em Sekiro, e o jogo mistura isso com status negativos que drenam sua vida, exigindo gestão de inventário no meio do caos.

Uma mas uma das maiores dificuldades está em entender as diferentes mecânicas envolvendo as várias armas. Ao dominar uma, a dificuldade diminui, mas não espere facilidade daí em diante.

 

5. Khazan: The First Berserker

Já considerado um dos soulslike mais difíceis, Khazan: The First Berserker tem momentos bastante punitivos, principalmente em batalhas de chefes, já que eles são agressivos e têm muita vida. Mecânicas defensivas como esquiva e parry exigem reflexos e a janela de invencibilidade é menor em relação ao outros jogos do gênero. Embora seja extremamente desafiador, o jogo foi bem recebido porque é possível superar esses desafios ao entender e dominar as mecânicas.

 

6. Clair Obscur: Expedition 33

Não se engane pelo gênero RPG de turnos (que por si só tem certa dificuldade). O desafio aqui está no sistema reativo: durante o turno do inimigo, você precisa esquivar e dar parry em tempo real (QTEs de alta velocidade). Se errar o timing, o dano é expressivo. Mas se acertar, a recompensa é muito boa. Cada inimigo tem seu ritmo e você precisa dominá-lo para se safar nas batalhas.

Muitos o chamam de “Sekiro dos RPGs em turno” por causa disso e esse é o único motivo pelo qual Clair Obscur: Expedition 33 é difícil. Quando os chefes não são extremamente exigentes nesse aspecto, ou você domina seus movimentos, o game é um passeio no parque.

 

7. Hollow Knight: Silksong

A Team Cherry compensou a agilidade de Hornet aumentando a velocidade de tudo. Os inimigos de Hollow Knight: Silksong são mais rápidos e verticais, e o cenário é letal. A dificuldade vem dos momentos de plataforma de precisão, que às vezes são integrados ao combate: você dificilmente luta em chão firme. Isso tornou o game mais difícil do que o jogo base.

 

8. Bionic Bay

Bionic Bay é um pesadelo físico. A dificuldade não é inimigo, é a inércia. O jogo utiliza uma física de fluidos e gravidade extremamente realista, onde o momentum precisa ser calculado no pixel. A mecânica de troca de posição exige que você pense três movimentos à frente enquanto cai em queda livre. Não há margem para erro, a física cumpre seu papel impiedosamente.

 

Poderíamos aqui ainda jogos como Hades 2, Hell is Us, ou ainda títulos multiplayer que sempre são difíceis, como Arc Raiders e Battlefield 6, mas os jogos escolhidos aqui foram os que deram mais dores de cabeça a esse redator que vos escreve:

  1. Routine
  2. Cronos: The New Dawn
  3. Ninja Gaiden 4
  4. Wuchang: Fallen Feathers
  5. Khazan: The First Berserker
  6. Clair Obscur: Expedition 33
  7. Hollow Knight: Silksong
  8. Bionic Bay

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