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Quem já viajou de avião conhece bem as instruções de segurança que a tripulação apresenta antes da decolagem. Apesar de nem todos os passageiros se atentarem a elas, é importante lembrar que estas orientações são essenciais para garantir a segurança de todos durante a viagem.
No entanto, engana-se quem pensa que as regras se restringem somente às instruções encontradas no cartão armazenado no bolso da poltrona à frente — na verdade, existem ações e comportamentos que são estritamente proibidos dentro de aeronaves comerciais.
A proibição é mais uma forma de trazer segurança ao voo, mitigando riscos principalmente em situações de emergência. Abaixo, o CT Auto listou algumas ações que não devem ser executadas de forma alguma a bordo:
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1. Fumar — inclusive cigarro eletrônico
Esta proibição é uma velha conhecida dos viajantes, mas não custa reforçar. Não é permitido fumar a bordo por um motivo simples: o risco de incêndio. Uma aparente inocente bituca de cigarro descartada no banheiro do avião, por exemplo, pode causar chamar descontroladas no interior da cabine.
É proibido fumar no avião, independentemente do tipo de cigarro (Marco J Haenssgen/Unsplash)
Por isso, todas as aeronaves comerciais de grande porte no Brasil têm avisos luminosos que indicam a proibição de fumar — seja cigarros tradicionais, sejam os eletrônicos. Estes avisos devem permanecer acesos em todas as fases do voo.
2. Bloquear o caminho
Não se deve de forma alguma deixar bagagens de mão, itens pessoais ou qualquer outro objeto em locais que possam bloquear ou interferir nas rotas de evacuação, como o corredor da aeronave.
Não se deve bloquear o corredor da aeronave com nenhum tipo de objeto (Chris Brignola/Unsplash/CC)
Pode não parecer, mas esta obstrução aparentemente inocente pode custar segundos preciosos em uma situação de evacuação rápida, como no caso de uma emergência.
3. Ignorar as instruções da tripulação
Não cumprir as instruções dadas pela tripulação é uma violação grave das regras de segurança a bordo do avião — e, sim, isso desde ignorar a ordem de afivelar os cintos de segurança durante o taxiamento, decolagem e pouso, ou em turbulências.
A tripulação não está lá somente para servir lanches a bordo, mas também para garantir a segurança de todos (Lukas Souza/Unsplash)
E se um comissário de bordo solicitar o desligamento de um dispositivo eletrônico ou uso do chamado “modo avião”, é essencial seguir a orientação sem questionar, já que os sinais dos dispositivos podem causar ruídos entre a comunicação do comandante e as equipes em solo.
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Chegou a hora de eleger os principais destaques do ano e, em um 2025 cheio de lançamentos, a equipe do Canaltech selecionou os seus melhores do ano. No mercado de fones de ouvido, a disputa foi acirrada, mas teve um claro vencedor.
A votação para o melhor fone de ouvido foi acirrada. De um total de sete, o AirPods Pro 3 ficou com três votos, seguido pelo Sony WH-1000XM6 com dois votos. Galaxy Buds Core e JBL Tour One M3 dividem o terceiro lugar com um voto, cada.
O campeão: AirPods Pro 3
Eleito como o favorito da equipe de especialistas do Canaltech, o AirPods Pro 3 se destaca pelo ótimo cancelamento de ruído e pelas melhorias feitas desde o modelo antecessor.
Para Gabriel Rimi, gerente de vídeo e usuário assíduo do ecossistema da Apple, os novos fones surpreendem pela qualidade do microfone e desempenho do cancelamento de ruído:
“Apesar do excesso de graves, aceitei que essa é a realidade dos TWS mais convencionais. Ainda assim, os novos AirPods Pro possuem o sistema de cancelamento de ruído e modo transparência mais impressionantes que já vi em um TWS. O que significa, também, que seu microfone é extremamente acima da média.”
AirPods Pro 3 se destacam pelo cancelamento de ruído (Imagem: Divulgação/Apple)
O ANC também chamou atenção de Wendel Martins, redator e analista de produtos:
“O fone de ouvido da Apple trouxe melhorias significativas no ANC, com a promessa de um cancelamento de ruído 4x melhor, além da possibilidade de medir batimentos cardíacos e tradução de conversas em tempo real com IA.”
Pedro Cipoli, apresentador de vídeo do Canaltech no YouTube, também destacou o cancelamento de ruído e as melhorias nos sensores dos novos AirPods Pro
“Além dos recursos avançados de ANC e transparência e do áudio premium em si, o fone incorporou sensores importantes.”
Segundo lugar: Sony WH-1000XM6
Reconhecido como um dos melhores fones de ouvido do mundo, o Sony WH-1000XM6 também chamou atenção da equipe do Canaltech.
Renato Moura Jr, analista de produtos destacou o conjunto de especificações do vestível: “Combo absoluto de qualidade com cancelamento de ruído”.
Sony WH-1000XM6 oferece um conjunto de especificações bem avançado (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Vinicius Moschen, redator na editoria de produtos, comenta sobre o reconhecimento da linha de fones: “É referência em cancelamento de ruído e qualidade do som.”
Terceiro lugar: JBL Tour One M3 e Galaxy Buds Core
Também apareceram na lista o JBL Tour One M3, fone supra-auricular que compete com o XM6 da Sony, e o Galaxy Buds Core, fone TWS baratinho da Samsung.
Para Bruno Bertonzin, analista de produtos, o fone da JBL oferece uma experiência premium graças ao acessório Smart TX:
“Cancelamento de ruído bem competente, ótima qualidade sonora, bateria de longa duração e, como extra, pode ser adquirido com o Smart TX que permite a conexão USB em dispositivos não compatíveis com Bluetooth.”
Já Amanda Abreu, apresentadora do Canaltech no YouTube, reconheceu a importância do fone de ouvido acessível da Samsung, e destacou seus recursos avançados:
“Entrega uma experiência muito completa, mesmo sendo o fone mais baratinho da Samsung. Tem cancelamento de ruído ativo, modo intérprete, além de ter uma qualidade sonora boa, não ficando pra trás mesmo em fones mais caros.”.
Se você pretende buscar um novo emprego em 2026, é importante reforçar o seu perfil do LinkedIn. Além de revisar a foto, capa e a descrição, também é importante trocar recomendações e manter uma rotina de publicações e interações na rede social profissional.
Utilize uma foto que transmita profissionalismo e confiança, mas sem parecer engessado. Ou seja, opte por imagens com fundos neutros, boa iluminação e enquadramentos que mostrem bem o seu rosto.
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O mesmo é válida para a capa: em vez de usar imagens genéricas, transforme esse espaço em um cartão de visita. Neste caso, destaque palavras-chave da sua área e utilize elementos visuais que reforcem a sua especialidade, por exemplo.
2. Fortaleça a sua descrição
A seção “Sobre” funciona como um pitch profissional. Opte por descrições com clareza, consistência e uma narrativa que mostre seus objetivos reais, em um conteúdo objetivo, com os detalhes mais importantes e bem revisado.
Ao escrever, diga quem você é hoje, qual direção está buscando e quais competências sustentam essa decisão. Também é importante incluir conquistas relevantes da carreira.
3. Organize as suas experiências
Sua experiência profissional precisa contar o que você entregou, indo além da lista de cargos. O ideal é usar o formato que englobe desafio, ação e resultado, para mostrar como suas decisões impactaram projetos, metas ou processos.
Para isso, revisite cada emprego registrado no seu LinkedIn, e veja se as informações precisam de melhorias ou não. Ao mesmo tempo, aproveite para incluir experiências importantes que não foram adicionadas no perfil.
4. Inclua skills estratégicas
As habilidades listadas no LinkedIn são um dos principais critérios de correspondência entre candidatos e vagas. Por isso, inclua competências alinhadas ao cargo que você deseja ocupar, e não apenas ao seu histórico, para facilitar a busca pela sua página.
Evite inflar a lista com skills genéricas ou pouco relevantes. Priorize as habilidades mais importantes da sua área.
5. Peça e envie recomendações
Recomendações fortalecem sua reputação e mostram que você deixou boas impressões ao longo da carreira. Ao solicitá-las, peça para que a pessoa destaque projetos ou resultados específicos, além de outras características importantes de sua atuação profissional.
Enviar recomendações também faz parte do processo. Além de fortalecer relacionamentos, isso estimula reciprocidade e amplia sua presença como profissional colaborativo.
6. Mantenha uma rotina de publicações
Manter uma constância de publicações no LinkedIn é sempre semana. Por isso, compartilhe conteúdos, mesmo que curtos, em seu perfil com temáticas relacionadas a sua área para ampliar o seu alcance e aumentar suas chances de aparecer no feed de recrutadores.
Caso esteja com dificuldade, inicie com uma ou duas publicações semanais, e prolongue ao longo do tempo. Também é importante variar os formatos, e apostar em análises rápidas, aprendizados da semana, reflexões sobre tendências ou compartilhamento de cases.
7. Interaja com outros perfis
Assim como nas recomendações, também é importante interagir com outras pessoas no LinkedIn. Isso não apenas a fortalece os laços com colegas de trabalho como ajuda a acompanhar discussões importantes do seu setor, por exemplo.
Por isso, além de publicar, separe um tempo para curtir, comentar e compartilhar conteúdos que façam sentido para a sua carreira ao longo da semana.
8. Acompanhe as vagas no LinkedIn
O LinkedIn oferece uma ferramenta para buscar oportunidades de trabalho com facilidade. Por lá, é possível aplicar filtros de acordo por cargo, salário e outros fatores, e ainda ativar notificações por e-mail caso a plataforma encontre vagas dentro dos critérios selecionados.
Além disso, siga e acompanhe perfis de pessoas da sua área, incluindo recrutadores. Afinal, existem divulgações de vagas no LinkedIn que são feitas apenas em publicações, sem utilizar as ferramentas nativas da rede social profissional.
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Diversas páginas no Instagram dedicaram as últimas semanas a noticiar falsamente que o telefone fixo da Vivo acaba neste dia 31 de dezembro. De acordo com os boatos, a empresa […]
Ao longo do ano, a Meta liberou uma série de novidades para o WhatsApp. Entre elas, estão os reforços para tornar o mensageiro mais seguro e os temas de conversas coloridos. Também há novos recursos de IA para resumir mensagens não lidas ou até mesmo para ajudar a escrevê-las.
WhatsApp para macOS recebe opção para alterar o tema de conversas (Imagem: Bruno De Blasi/Canaltech)
3. Resumo de mensagens não lidas
Os recursos de inteligência artificial ganharam mais espaço no WhatsApp. Após a estreia do Meta AI em 2024, a empresa começou a desenvolver resumos de mensagens não lidas, com distribuição aos usuários elegíveis em junho.
A novidade opera através do processamento privado, uma nova camada de proteção do mensageiro que garante o uso do modelo de IA com mais privacidade. Assim, você consegue receber uma prévia de tudo o que ainda não conferiu de uma só vez em segurança.
4. Chamadas estilo Discord
As chamadas no estilo do Discord agora marcam presença no aplicativo da Meta. Com a atualização liberada em maio, os usuários conseguem criar uma espécie de canal de voz onde é possível conversar com várias pessoas de um grupo ao mesmo tempo.
Ao contrário das chamadas convencionais, o novo bate-papo opera como um espaço onde os usuários podem entrar e sair a qualquer momento, sem depender de um convite para acessá-lo. Quando há pessoas no canal, um balão também é exibido na parte superior da conversa em grupo.
5. WhatsApp para iPad e Apple Watch
Após anos de espera, usuários de iPad receberam o aplicativo oficial do WhatsApp, permitindo o uso do mensageiro pelo tablet da Apple. Assim, não é preciso abrir o WhatsApp Web pelo Safari para trocar e ler mensagens pelo aparelho.
Na sequência, a Meta liberou o app oficial para Apple Watch. Com a novidade, o relógio se torna compatível com a plataforma para enviar mensagens sem depender de notificações, por exemplo.
WhatsApp ganha app para iPad (foto) e Apple Watch (Imagem: Divulgação/Meta)
A Meta também começou a trabalhar em uma opção para marcar todos os participantes do chat coletivo. Assim como no Discord e Slack, ao utilizar a tag “@todos”, por exemplo, o aplicativo emitirá notificações até para quem está com os alertas desligados.
A “conversão” ocorre através do botão “Traduzir”. Ao acioná-lo, basta selecionar o idioma desejado e aguardar a tradução. De acordo com a Meta, as traduções são feitas no dispositivo e a empresa não tem acesso ao conteúdo das mensagens.
8. Novos recados
O WhatsApp reviveu os tempos de MSN com a atualização dos recados. Através da nova ferramenta, os usuários conseguem criar recados temporários que são exibidos em balões flutuantes na conversa ou no perfil.
Da mesma forma que outros recursos do app, é possível configurar quem tem acesso aos avisos. Dessa forma, é possível liberá-los a todas as pessoas ou apenas para os contatos, por exemplo.
WhatsApp libera atualização para recados (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
9. Agendamento de chamadas
Outra novidade gira em torno do agendamento de chamadas. A ferramenta permite que os usuários criem um convite para uma ligação de voz ou vídeo que ocorrerá no futuro, ideal para marcar horário de um papo importante com amigos, família ou, até mesmo, clientes.
Em paralelo, a Meta liberou o botão para levantar a mão nas conferências. Similar ao Google Meet, Microsoft Teams e Zoom, a função indica quando uma pessoa deseja se pronunciar sem interromper o que outro participante do papo está falando no momento.
10. IA para escrever mensagens
Além do resumo de mensagens não lidas, o WhatsApp ganhou um assistente de IA para escrever. A novidade ajuda os usuários que estão com dificuldades para iniciar uma mensagem ou precisa de uma revisão para torná-la mais descontraída ou profissional, por exemplo.
A ferramenta também opera através do processamento privado. Dessa forma, nenhum conteúdo é compartilhado com terceiros, incluindo a Meta, a fim de garantir mais privacidade aos usuários.
Encerrando 2025 com o olhar voltado para o que vem pela frente, a proposta do Canaltech no CNN Tech desta quarta-feira (31) não é falar de lançamentos óbvios ou de quem tem o processador mais rápido.
A ideia é outra: olhar para dispositivos que desafiam o status quo e nos fazem repensar como a tecnologia pode se encaixar melhor na rotina em 2026.
Na análise, Adriano Ponte reuniu produtos que subvertem suas próprias categorias e mostram que inovação, muitas vezes, está no formato e no uso — não só na ficha técnica.
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1. Google Pixel Tablet
O Pixel Tablet é um bom exemplo de como uma simples mudança de conceito pode resolver um problema antigo. Tablets costumam passar mais tempo esquecidos em gavetas do que em uso. A solução do Google foi transformar o aparelho em um item permanente da casa.
Tablet da Google vem com base magnética e funciona como uma Echo Show (Imagem: Reprodução/Google)
Com a base magnética com alto-falante, o Charging Speaker Dock, o Pixel Tablet vira um hub doméstico inteligente quando não está sendo usado ativamente.
Enquanto boa parte dos gadgets aposta em telas, LEDs e notificações, a lâmpada Philips UV-C de mesa (24W) segue o caminho oposto. Aqui, a tecnologia é quase invisível — e justamente por isso relevante.
O dispositivo usa luz ultravioleta para desinfecção de ambientes, ajudando a eliminar microrganismos de superfícies e do ar. Sensores de segurança desligam o sistema automaticamente ao detectar movimento humano, evitando exposição indevida.
O JBL Tour Pro 2 questiona uma das maiores dependências do usuário moderno: tirar o celular do bolso para tudo. A sacada está no estojo de carregamento, que traz uma tela sensível ao toque integrada.
Case do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Case do JBL Tour Pro 2 com tocador de música (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Tela externa do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Tela externa do JBL Tour Pro 2 reproduzindo algo (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 nos ouvidos (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Controles de toque do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 na mão (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Case inteligente do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 dentro da case (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 na case (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 na case (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 na case (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 na case (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Porta USB-C do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Estojo de carregamento do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Estojo de carregamento do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)JBL Tour Pro 2 fora da case (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Detalhes do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Estojo de carregamento do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Estojo de carregamento do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Estojo de carregamento do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Estojo de carregamento do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)Estojo de carregamento do JBL Tour Pro 2 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Por ali, é possível controlar músicas, ajustar modos de cancelamento de ruído, visualizar notificações e atender chamadas sem encostar no smartphone.
Modelos como o GBD-H2000 e o GBA-950 mostram que é possível integrar conectividade Bluetooth, sensores de atividade física e recursos inteligentes sem abrir mão da robustez característica da linha G-Shock.
A proposta aqui é clara: menos notificações, mais resistência e autonomia. Em vez de telas gigantes e recargas diárias, esses relógios apostam em durabilidade e funções práticas para quem quer tecnologia, mas não quer ser refém dela.
Fechando a lista, o combo Amazfit Balance 2 com a Helio Strap — ou o Helio Ring — aponta para o futuro dos wearables: sensores cada vez mais precisos e cada vez menos invasivos. A ideia é simples e poderosa.
Esses dispositivos priorizam a coleta de dados de saúde, como sono, recuperação e atividade física, sem exigir interação constante com telas.