Qual foi o melhor celular chinês lançado no Brasil em 2025? Canaltech escolhe

O ano de 2025 marcou a consolidação das fabricantes chinesas no mercado brasileiro, com opções que vão desde o custo-benefício até a fotografia profissional. 

Após analisarmos diversos lançamentos, selecionamos os maiores destaques, e a equipe de especialistas do Canaltech elegeu os melhores celulares chineses lançados em nosso país em 2025. Confira: 

🥇 Huawei Pura 80 Ultra


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🥈 POCO X7 Pro

🥈 Jovi V50

Como foi a votação

A disputa pelo topo do pódio teve um critério decisivo: a qualidade fotográfica. O Huawei Pura 80 Ultra garantiu quatro dos seis votos e conquistou, disparado, a primeira posição. Logo atrás, POCO X7 Pro e Jovi V50 empatam, e dividem as atenções como alternativas que prezam pelo equilíbrio e custo-benefício.

O campeão: Huawei Pura 80 Ultra

O retorno da Huawei ao Brasil com seu topo de linha, o Huawei Pura 80 Ultra, garantiu o prêmio de melhor celular chinês do ano. O aparelho conquista os especialistas principalmente pela capacidade de captura de imagem e especificações robustas.

Leonardo Müller, editor de produtos, resume a experiência com o aparelho: “A câmera do Huawei Pura 80 Ultra é simplesmente imbatível. Ela tira fotos ótimas até no escuro e tem especificações técnicas impressionantes”.

A opinião ganha força com Renato Moura Jr, analista de produtos, que classifica o conjunto como a “melhor câmera de celular ‘ever’”. Já para Wendel Martins, redator e analista de produtos, a chegada oficial do aparelho ao país faz toda a diferença:

“Sem dúvidas, o lançamento do celular com a melhor câmera do mundo segundo o DxOMark no Brasil foi uma surpresa e merece ser eleito o melhor chinês lançado por aqui.”

Huawei Pura 80 Ultra se destaca com a melhor câmera do mundo (Imagem: Divulgação/Huawei)

Pedro Cipoli, apresentador de vídeo, também reforça a liderança técnica do modelo frente aos concorrentes globais: “Chegou na primeira posição do DxO Mark e deu a sorte do novo Oppo Find não ter chegado por aqui”.

Segundo lugar: POCO X7 Pro e Jovi V50

Logo após o campeão focado em fotografia, aparecem modelos que buscam atender quem prioriza desempenho por um valor menor ou um conjunto equilibrado.

O POCO X7 Pro mantém a tradição da marca em entregar performance. Vinicius Moschen, redator na editoria de produtos, alerta para os pontos fortes e fracos do modelo: “Imbatível em custo-benefício, mas é importante lembrar que sacrifica as câmeras”.

Jovi V50 se destaca com conjunto intermediário de respeito (Imagem: Divulgação/Jovi)

Para fechar o pódio, o Jovi V50 aparece como uma escolha voltada para o dia a dia. Bruno Bertonzin, analista de produtos, explica sua preferência pelo modelo frente a opções mais potentes:

“Apesar de não ser um celular topo de linha, e ter modelos mais avançados em desempenho lançados por aqui, eu gostei mais do Jovi V50 pelo conjunto. O celular tem uma ótima bateria e um conjunto de câmeras bem satisfatório no segmento. O desempenho também é aceitável entre modelos intermediários.”

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: O que chama atenção nas câmeras do Huawei Pura 80 Pro

 

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Qual é o melhor smartwatch de 2025? Veja as escolhas do Canaltech

O mercado de smartwatches neste ano foi bem movimentado e, vários modelos se destacaram entre os topos de linha das maiores fabricantes do mundo. 

E, entre tantas opções, o Canaltech separou os destaques e elegeu os melhores smartwatches de 2025. Confira os finalistas:

Como foi a votação

A votação para a categoria de relógios inteligentes foi a mais disputada do ano. Galaxy Watch 8 e Huawei GT6 Pro empataram na liderança com três votos cada. 


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O critério de desempate considerou que o Galaxy Watch 8 Classic também recebeu um voto e compartilha os mesmos recursos de saúde e monitoramento do modelo base, com diferenças apenas no visual. 

OnePlus Watch 3 e Apple Watch Series 11 completam a lista com um voto cada.

O campeão: Galaxy Watch 8

A Samsung garantiu o topo do pódio ao refinar a experiência de uso e introduzir novas métricas de bem-estar. O Galaxy Watch 8 conquista os especialistas pela solidez do conjunto, apesar de dividir opiniões sobre o visual. Leonardo Müller, editor de produtos, pondera sobre o design mas exalta as funções: 

“Apesar de eu não gostar do design do Watch 8 (Acho o Watch 7 bem mais bonito), penso que ele foi o modelo mais sólido que vimos em 2025, com um set de recursos bem completo, especialmente com a possibilidade de rastrear apneia e fazer a pontuação de energia do usuário”.

Galaxy Watch 8 foi o melhor smartwatch de 2025 (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Para Gabriel Rimi, gerente de vídeo, a inovação em sensores faz a diferença: 

“O mercado de smartwatches tem tido dificuldade em inovar. Apesar disso, a Samsung conseguiu trazer uma nova métrica para o conjunto de acompanhamento de saúde. Apesar do número de antioxidantes não interessar a todos, a função só tem a agregar. Apesar de não gostar muito de como a versão Classic ficou, o design da linha principal realmente me agradou”.

A apresentadora Amanda Abreu resume a evolução: “É o bom ainda melhor. Novas funções de saúde e acompanhamento ainda mais preciso. Com certeza seria a minha escolha!”.

Segundo lugar: Huawei GT6 Pro

O segundo lugar ficou com a Huawei, que impressiona pelo acabamento de luxo e autonomia. O Huawei GT6 Pro aparece como a escolha para quem busca sofisticação e bateria de longa duração. Renato Moura Jr, analista de produtos, destaca o custo-benefício do segmento premium: 

“Relógio premium com muitos recursos interessantes por um preço bem competitivo”.

Huawei Watch GT6 Pro foi um grande destaque em 2025 (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A bateria e a tela são pontos fortes citados por Wendel Martins, redator e analista: 

“Design premium, bateria de longa duração, tela com excelente brilho e monitoramento de saúde avançado completo da Huawei”. 

Pedro Cipoli, apresentador, reforça: “Design premium, bateria bastante acima da média e recursos de ponta”.

Terceiro lugar: Galaxy Watch 8 Classic, OnePlus Watch 3 e Apple Watch Series 11

Outros modelos também receberam votos pontuais por suas especificidades. O Galaxy Watch 8 Classic agradou pelo retorno de um recurso tradicional. Bruno Bertonzin, analista de produtos, comenta: 

“Design com muita melhoria e volta da coroa giratória chama atenção. O relógio também tem um ótimo desempenho e recursos de acompanhamento de saúde e atividades físicas”.

Já o OnePlus Watch 3 foi lembrado pela eficiência energética. Adriano Ponte, apresentador, explica: 

“Único smartwatch pleno de 2025 com duração de bateria acima de dois dias, graças ao sistema duplo de chipset”.

Apesar de não ter tido grandes melhorias, Apple Watch Series 11 também se destacou em 2025 (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Por fim, o Apple Watch Series 11 mantém a relevância no ecossistema da Maçã. Vinicius Moschen, redator na editoria de produtos, compara o visual:

“Não tem grandes alterações em relação ao seu antecessor, mas traz um conjunto muito completo de recursos. Destaca-se nos alertas de saúde e ainda tem um design muito mais bonito que o rival feito pela Samsung”.

Leia mais no Canaltech:

ASSISTA: Samsung Galaxy Watch 8: ainda mais COMPLETO e MELHOR [ANÁLISE/REVIEW]

 

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Inflação dos games: por que videogames ficaram tão mais caros no Brasil em 2025?

Ter videogames em 2025 se mostrou um investimento muito mais caro do que o habitual e, afinal de contas, o que rolou no Brasil e no mundo para isso acontecer? 

Ainda que nosso país seja conhecido por suas taxas e impostos altos, é inegável que toda a economia global passa por dificuldades e diversos fatores externos impactam em nosso bolso.

Veja por que jogar videogame se tornou muito mais caro em 2025 e o que mudou para favorecer esses custos adicionais:


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Impostos dos videogames no Brasil

Não é segredo para ninguém que o Brasil é um verdadeiro “rei dos impostos”. Mesmo produtos fabricados aqui não saem ilesos, imagina aqueles que vêm de fora? 

Imagem de GTA 5
Os impostos fazem os jogadores gastarem ainda mais dinheiro em videogames (Imagem: Divulgação/Rockstar)

Vale lembrar que tanto o PS5 quanto o Xbox Series e o Nintendo Switch 2 não tem produção nacional. Todos chegam oficialmente via distribuidores, mas são fabricados em países como China, Taiwan, Singapura e outros.

Quando qualquer um deles chega em solo brasileiro, incidem o Imposto sobre Importação (II), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) — este último que varia a cada Estado.

O II pode chegar a 20%, o IPI a 12% e a alíquota do ICMS pode atingir até 25% no país. Isso sem falar em manobras fiscais como a Substituição Tributária, que permite aos governantes cobrar por tudo isso de forma antecipada. 

Vamos usar como exemplo o Nintendo Switch 2, que nos Estados Unidos tem o preço sugerido de US$ 449,99. Na conversão direta para o real, a depender do dia e condições de mercado, ele atinge entre R$ 2.400 e R$ 2.500.

Agora some isso aos impostos descritos acima, além de toda a cadeia de produção que levará o console até você: representante da companhia no Brasil, fabricante das embalagens e guias nacionais, equipe de distribuição, transportadora e os demais integrantes diretos e indiretos desta cadeia. 

E olha que nem levamos em consideração outros fatores como margem do lojista (seja de loja física ou marketplace), custos como pedágios entre os Estados e outras questões. O resultado disso é o Nintendo Switch 2 com o preço sugerido de venda de R$ 4.500 no Brasil – quase o dobro do valor convertido do dólar.

Imagem do Nintendo Switch 2
O Nintendo Switch 2 chegou ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 4.500 (Imagem: Divulgação/Nintendo)

O mesmo tipo de “cálculo” serve para o PlayStation 5 e Xbox Series, os dois consoles de alto desempenho desta geração. São muitos fatores envolvidos, que reforçam o aumento expressivo dos nossos videogames e que exigiriam muitas mudanças estruturais para “melhorar” esta questão.

Ainda que se mexa nos impostos, como muitos clamam, ele não seria barato — por toda a base que faz estes dispositivos saírem de seus países de origem e chegarem em sua casa. E fabricá-los no Brasil, sem os incentivos fiscais certos, é inviável por outra série de problemas sem solução aparente. 

O “tarifaço” dos Estados Unidos

Além de todo este círculo vicioso de impostos sobre os videogames no Brasil, entre 2024 e 2025 uma nova dor de cabeça atingiu em cheio os gamers: o “tarifaço. Iniciado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e multiplicado pelo atual, Donald Trump, ele se tornou uma barreira adicional.

A ação serve para reduzir os investimentos na China e sudeste asiático, com aplicação de tarifas excessivas em diversos países que produzem tecnologia. A ideia seria que as grandes companhias parassem de contribuir com o crescimento externo e se voltassem para investimentos no próprio país.

O resultado, logicamente, foi um caos global. Tudo se tornou mais caro, já que muitos produtos que circulam por todo o continente americano passam pelos EUA. Eletrônicos, videogames, chips, bugigangas, nada escapou de um aumento expressivo de preço no mercado internacional.

E basta fazer 1+1 para compreender que se os produtos, baseados em dólar, tiveram um aumento de custo, o Brasil será impactado por tabela. Muitos tentaram adiar lançamentos, segurar as pontas e até perder parte do seu lucro, mas a ascensão dos valores não pôde ser contida a tempo. 

Imagem do PS5
Em determinado momento, estratégias para manter o preço mais baixo já não funcionavam mais (Imagem: Divulgação/Sony)

Exige muito tempo e estratégia para movimentar Sony e Nintendo, por exemplo, a construir fábricas, contratar profissionais e passar a produzir seus consoles no território estadunidense ou em outros países da América. Não seria algo de 1 ou 2 anos, mas sim um projeto de décadas.

Nem a própria Microsoft fabrica o Xbox Series nos Estados Unidos. Ele tem seus componentes produzidos na China e Vietnã, as peças são levadas ao México para montagem e entram no país através do acordo de tarifa 0 entre ambos. Se nem a companhia estadunidense escapa disso, quem dirá as corporações do Japão.

Enquanto o “tarifaço” não mexeu com o preço do Nintendo Switch 2 em seu lançamento (isso impactou apenas seus acessórios), o mesmo não pode ser dito sobre o PS5 e o Xbox. Ambos foram impactados e têm passado por constantes aumentos de custos durante o ano de 2025.

E como isso impacta o mercado de videogames no Brasil? Se eles possuem um custo alto por lá, na hora que recebemos estes consoles aqui o valor já está mais elevado do que o comum. Algumas companhias tentam manobras, como levar do México para os demais países, porém não é um caminho que reduz os custos de uma forma tão expressiva. 

Preço da memória RAM

Para fechar o ano de 2025 com chave de ouro, tivemos um aumento colossal de preço das memórias RAM nos últimos meses. E elas estão em tudo: desde o seu dispositivo eletrônico quanto os componentes internos.

Os videogames possuem sua própria memória RAM, além daquela equipada na placa de vídeo dedicada. Ou seja, se o hardware aumenta, pode esperar que os valores finais serão afetados para o pior cenário possível.

Imagem de DDR5 Kingston
O preço das memórias RAM foram impulsionadas pela febre das IAs (Imagem: Divulgação/Kingston)

A culpa disso, caros leitores, é na produção de data centers de inteligência artificial. A demanda pelas memórias RAM DDR5 para uso nestas instalações está cada vez maiores e, além disso, a falta delas acabou por impactar também os modelos DDR4. 

Para ter uma noção de como a situação escalou, recentemente foi visto que o preço de kits de memória RAM DDR5 estão maiores do que de um PlayStation 5. Pois é, estamos neste nível nas últimas semanas.

Aqui se aplica a regra de mercado que ajusta o valor dos produtos de acordo com a demanda. Quando há falta, os fabricantes podem inflar o seu custo, pois os compradores não terão outra opção disponível. Simples assim.

Com data centers em consumo completo de memória RAM, para alimentar suas IAs, o mercado fica sem. Companhias como Samsung, SK Hynix e outras, ao invés de aumentar o fluxo de produção para atender à demanda, mantiveram os padrões. 

Imagem da Samsung
Mesmo com uma grande demanda, empresas como Samsung não aumentaram a sua produção (Imagem: Babak Habibi/Unsplash)

Ou seja, mesmo com mais pedidos e exigências, eles continuam a produzir no mesmo ritmo. Desta forma, os modelos podem chegar a valores altíssimos e quem necessita precisará abrir mais a carteira. Isso vale para notebooks, smartphones e videogames.

O resultado disso é que, com o preço da memória RAM maior, com certeza serão cobrados valores maiores pelo produto que contém um ou mais módulos. Alguns ainda possuem unidades em seu estoque, como a Sony, mas a Microsoft já anunciou outro aumento do Xbox Series com base nisto.

É apenas uma questão de tempo para vermos o PS5 e o Nintendo Switch 2 receberem um aumento expressivo. E, pelo que é visto do mercado, isso deve ocorrer ainda no início de 2026. Assim, caros leitores, vemos consoles que elevam seus preços ao invés das clássicas e esperadas quedas.

O caso Xbox

No caso do Xbox, ainda existe um agravante maior em toda a questão. A Microsoft simplesmente freou a produção em massa do console e agora ele não pode ser encontrado em muitos países que os vendiam oficialmente.

Desta forma, o videogame desapareceu por completo das lojas do Brasil neste ano de 2025. E o pior, ele chega aqui agora apenas de forma importada — por uma quantia muito acima do mercado e similares aos vistos por consoles com um desempenho maior, como é o caso do PS5 Pro.

Assim como nas memórias RAM, o Xbox Series passa pelo dilema de demanda. Reduzem a oferta, os custos aumentam e as pessoas têm de comprá-lo por valores acima do mercado. Por ter poucas unidades, quem quer adquiri-lo terá de pagar o preço disponível ou ficará sem.

Imagem do Xbox Series X
A Microsoft também deu um chá de sumiço no seu Xbox Series em todo o planeta (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Nos EUA, ele já se aproxima do PS5 Pro. No Brasil, o videogame é encontrado entre R$ 6.000 e R$ 10.000 — o que, obviamente, dificulta muito o acesso ao público. Por isso que vemos a campanha “Isso é um Xbox” ganhar tanta força: já que o videogame está em falta e a produção é baixa, ao menos poderá acessar seus serviços em outros dispositivos. 

Videogames mais caros e pode piorar

Como visto, os videogames ficaram mais caros e a tendência é piorar. Algumas questões até estão em trânsito, como a Reforma Tributária no Brasil, mas pode sofrer mudanças para se adequar ao cenário eleitoral que o país entrará no ano de 2026.

A situação das memórias RAM também está longe do fim. É previsto que ela seja normalizada apenas em 2027 (se visto de forma otimista), o que fará o preço dos consoles e diversos outros eletrônicos ser ainda mais elevado nos próximos meses. 

O problema do tarifaço dos Estados Unidos depende muito do humor e estratégia do presidente Donald Trump, que já não é conhecido por ser previsível. Pode melhorar, claro. Assim como pode piorar. Não é possível apostar suas fichas com segurança em nenhuma das opções. 

E no fim, caros leitores, é você que terá de trabalhar mais para comprar seus videogames. Isso já está complicado em relação aos jogos (com previsão de piorar, se GTA 6 chegar por US$ 100 ou R$ 600), mas o fato é que o “hobby” voltou a ser acessível apenas para poucos.

Não é uma realidade bacana e estar assim nas “vésperas” de um PlayStation 6 e Xbox Magnus só gera mais incertezas. Se aceita uma recomendação, siga canais de promoções como o CT Ofertas e outros para encontrar uma brecha neste cenário negativo. Pior do que está, fica

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Ano da IA: NVIDIA fecha 2025 como empresa mais valiosa do mundo

O ano de 2025 fica marcado como o momento em que a inteligência artificial se tornou o motor central da economia global. A NVIDIA, produtora dos melhores e mais desejados chips de IA do mercado, fecha o ano como a empresa mais valiosa do mundo — e da história — com um valor de mercado estimado em US$ 4,56 trilhões. 

E este valuation ainda fica para trás dos US$ 5 trilhões que a companhia atingiu dia 29 de outubro. 

Logo atrás no ranking das mais valiosas estão Apple (US$ 4,04 trilhões), que liderou a lista dos anteriores, a Alphabet (US$ 3,8 trilhões), dona do Google que teve alta após o lançamento do Gemini 3 no último trimestre, e Microsoft (US$ 3,62 trilhões), uma das maiores investidoras da OpenAI. 


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Além do recorde da NVIDIA, Apple e Microsoft também ultrapassaram a barreira dos US$ 4 tri e tiveram os maiores valores de mercado de suas histórias, de acordo com dados de Macrotrends e CompaniesMarketCap.com.

A ascensão da empresa de chips, no entanto, não foi linear, apesar de liderar quase o ano inteiro o ranking. Entre o lançamento de chips revolucionários e tensões geopolíticas com a China, a NVIDIA precisou navegar por um cenário complexo para se manter no topo.

A “fábrica de IA” e a era Blackwell

O principal fator de crescimento para NVIDIA em 2025 foi a consolidação da arquitetura Blackwell. Diferente de anos anteriores, onde o foco estava apenas no treinamento de modelos, 2025 marcou a transição para a “IA Agêntica” — sistemas autônomos que exigem computação contínua e de baixa latência.

Para atender a essa demanda, a empresa lançou o Blackwell Ultra (B300), um chip que funde inovações de silício para acelerar tanto o treinamento quanto o raciocínio da IA.

Os resultados financeiros refletiram esse domínio técnico. No segundo trimestre fiscal de 2025, a empresa reportou uma receita recorde de US$ 30 bilhões, um salto de 122% em relação ao ano anterior. Já no terceiro trimestre, a receita de data center atingiu impressionantes US$ 51,2 bilhões, silenciando críticos que questionavam a sustentabilidade dos gastos com infraestrutura de IA.

trump e huang
Donald Trump e Jensen Huang, CEO da NVIDIA, na Casa Branca em abril de 2025 (Imagem: Repdroução/Casa Branca)

Tensão geopolítica e a volta à China

Desde que Donald Trump assumiu o cargo de presidente dos Estados Unidos, a NVIDIA enfrenta algumas barreiras que impediram um crescimento ainda mais acelerado. 

As restrições de exportação dos EUA — que tem como objetivo a busca pela soberania do país em IA e tecnologia — foram um dos pontos mais delicados. A empresa perdeu US$ 4,5 bilhões em um único trimestre devido a banimentos de vendas para a China.

Mas, o cenário mudou no final do ano. Após reviravolta política, o governo estadunidense autorizou a NVIDIA a vender seus chips avançados H200 para clientes aprovados na China. 

A decisão, anunciada em dezembro, veio acompanhada de uma taxa de 25% sobre as vendas, mas reabriu um canal crucial para a empresa monetizar estoques existentes e manter sua relevância no mercado asiático.

Embora o H200 não tenha tecnologia tão avançada quanto o Blackwell, ele ainda é considerado superior às alternativas domésticas chinesas, permitindo à Nvidia “comprar tempo” enquanto navega pela guerra comercial.

NVIDIA nos últimos 5 anos

De 2020 até aqui, a NVIDIA multiplicou por mais de 10 vezes seu valor de mercado, partindo de US$ 323,24 bilhões no fim de dezembro daquele ano até os US$ 4,56 trilhões atuais. 

Confira abaixo o retrospecto da NVIDIA até se tornar a empresa mais valiosa da história (dados da última semana de dezembro de cada ano):

  • 2020 — US$ 323,24 bilhões: popularização do gaming e o início da visão sobre data centers começam a desenhar o futuro da companhia;
  • 2021 — US$ 732,92 bilhões: auge da crise dos chips e a alta demanda por hardware durante a pandemia elevam a empresa a novos patamares;
  • 2022 — US$ 378,93 bilhões: período de correção pós-pandemia e queda no mercado de criptomoedas afeta as receitas de GPUs de consumo;
  • 2023 — US$ 1,22 trilhão: “ano do ChatGPT” impulsiona a demanda explosiva pelos chips da série H100, triplicando o valor da empresa;
  • 2024 — US$ 3,29 trilhões: consolidação como líder absoluta da IA generativa e a entrada no índice Dow Jones marcam o início de sua era de ouro.

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A hora certa para montar o seu PC gamer de 2026 com um processador Intel

Se você está de olho nos preços atrativos dos processadores Intel para montar seu PC gamer, a escolha da placa-mãe precisa acompanhar essa oportunidade com qualidade máxima: é aqui que entram as novas linhas B860 e Z890 da GIGABYTE.

Líder absoluta no segmento gaming de placas-mãe no Brasil, a marca entrega a combinação perfeita entre a tecnologia exclusiva Ultra Durable — sinônimo de resistência e vida útil superior — e recursos de ponta, como suporte para até 256GB de memória RAM e conectividade Wi-Fi 7

Aproveitar as promoções de CPUs para investir em uma placa-mãe GIGABYTE robusta é o caminho mais curto (e seguro) para um PC gamer definitivo, preparado para todos os desafios de 2026.


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Economia inteligente e desempenho bruto

O primeiro ponto que precisamos abordar é a oportunidade econômica. Historicamente, os processadores Intel sempre entregaram muita performance, mas a atual janela de preços torna a plataforma imbatível no quesito custo-benefício. Ao economizar na CPU sem sacrificar o desempenho, você ganha margem para investir em uma placa-mãe que ofereça recursos premium. E quando falamos em recursos, as novas linhas B860 e Z890 elevam o padrão do que esperamos de conectividade e expansão.

GIGABYTE B860M D3HP reúne os recursos ideais para quem quer uma placa-mãe robusta e acessível (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)
GIGABYTE B860M D3HP reúne os recursos ideais para quem quer uma placa-mãe robusta e acessível (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)

As placas da GIGABYTE já chegam equipadas com suporte para até 256GB de memória RAM DDR5. Isso significa que você pode instalar até 64GB por slot, uma capacidade que transforma seu PC em monstro capaz de lidar com edições de vídeo complexas, renderização 3D e, claro, qualquer jogo “Triple A” que será lançado em 2026. 

Além disso, a conectividade é um show à parte, com suporte a USB-4 Tipo C para transferências de dados ultravelozes, Bluetooth 5 para seus periféricos e o novíssimo Wi-Fi 7, garantindo que sua jogatina online tenha a menor latência possível, mesmo longe do cabo de rede.

Qual placa-mãe escolher para o seu perfil?

Para quem está com o orçamento mais apertado e busca a porta de entrada ideal para a nova geração, a Gigabyte B860M D3HP é uma das escolhas mais atraentes. Ela é perfeita para o gamer casual ou para uso doméstico e de escritório, entregando a confiabilidade da construção Ultra Durable e todas as conexões essenciais sem encarecer o projeto. É a placa para quem quer montar um PC funcional, durável e barato, aproveitando ao máximo a promoção das placas-mãe no KaBuM!.

B860 GAMING X WIFI6E é uma das placas-mãe mais equilibradas da GIGABYTE, com design térmico robusto para jogadores exigentes (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)
B860 GAMING X WIFI6E é uma das placas-mãe mais equilibradas da GIGABYTE, com design térmico robusto para jogadores exigentes (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)

Subindo um degrau para quem respira o universo gamer, temos a GIGABYTE B860 GAMING X WIFI6E. Aqui, o foco é o equilíbrio. Este modelo é desenhado para o jogador que não abre mão de performance e precisa de uma conexão sem fio estável, graças ao suporte nativo ao Wi-Fi 6E. Com um design térmico mais robusto, ela é ideal para quem pretende exigir mais do processador em longas maratonas de jogos, mantendo o sistema frio e estável. É, sem dúvida, um dos melhores custos-benefícios para o gamer intermediário que quer estar pronto para o futuro.

Já para os usuários que buscam alta performance e querem extrair o máximo dos processadores da série K da Intel, a linha Z890 é o caminho. A GIGABYTE Z890 EAGLE WIFI7 se posiciona como uma opção poderosa para criadores de conteúdo e gamers competitivos. O grande diferencial aqui, além da construção reforçada, é a introdução do Wi-Fi 7, que oferece velocidades de conexão sem precedentes. Se o seu objetivo é fazer streaming, editar vídeos pesados ou jogar competitivamente com zero lag, essa placa oferece as ferramentas necessárias para não te deixar na mão.

GIGABYTE Z890 EAGLE WIFI7 traz Wi-Fi 7 em um corpo reforçado com recursos topo de linha para os usuários mais exigentes (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)
GIGABYTE Z890 EAGLE WIFI7 traz Wi-Fi 7 em um corpo reforçado com recursos topo de linha para os usuários mais exigentes (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)

Por fim, para aqueles que dizem “dinheiro não é problema” e buscam a excelência absoluta, a GIGABYTE Z890 AORUS MASTER é a joia da coroa. Estamos falando de um produto topo de linha, voltado para entusiastas de hardware e overclockers. Com um sistema de alimentação de energia (VRM) extremamente sofisticado e dissipadores de calor massivos, ela permite que você leve seu processador Intel ao limite máximo. É uma placa “future-proof”, construída para ser o coração de setups monstruosos, com estética agressiva e todos os recursos imagináveis da tecnologia GIGABYTE.

Invista no que há de melhor com as placas-mãe GIGABYTE

Montar um PC em 2026 exige inteligência na escolha dos componentes. Com os preços dos processadores Intel mais convidativos, é possível direcionar essa economia para a base do seu sistema. 

As placas-mãe GIGABYTE B860 e Z890 oferecem a durabilidade lendária da marca, conectividade top de linha e a capacidade de expansão que você vai precisar daqui a alguns anos. Seja você um gamer casual ou um entusiasta de overclock, existe uma GIGABYTE feita sob medida para o seu perfil.

Z890 AORUS MASTER é o que há de melhor em placas-mãe da GIGABYTE, com dissipadores de calor massivos e desempenho para entusiastas e overclockers (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)
Z890 AORUS MASTER é o que há de melhor em placas-mãe da GIGABYTE, com dissipadores de calor massivos e desempenho para entusiastas e overclockers (Imagem: Reprodução/GIGABYTE)

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Ano novo, vida nova: 8 apps que vão te ajudar a planejar 2026

Está preparando as suas metas para 2026? Existem aplicativos que podem te ajudar a montar o seu planejamento anual, como o Google Agenda e o Calendário da Apple, indicados para você não perder nenhum evento importante ao longo dos próximos meses.

Também é possível utilizar aplicativos de IA, como o ChatGPT e o Gemini, tanto para fazer buscas quanto para automatizar ações. A seguir, conheça oito aplicativos que vão te ajudar a se preparar para o novo ano.

8 apps para planejar 2026

Confira os detalhes dos seguintes apps:


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  • Google Agenda
  • Calendário (Apple)
  • Lembretes (Apple)
  • Todoist
  • Trello
  • Notion
  • ChatGPT
  • Gemini

1. Google Agenda

O Google Agenda é um aplicativo essencial para quem utiliza Android ou serviços do Google. Além de oferecer um calendário completo, a plataforma integra o Tarefas para organizar os seus eventos e a “to do list” em um único lugar.

Outra vantagem gira em torno da integração com o Meet. Assim, é possível criar eventos com links de reunião por videoconferência sem precisar abrir o app do Google ou de outra plataforma de chamadas de vídeo.

Google Agenda (Imagem: Bruno De Blasi/Canaltech)
Google Agenda (Imagem: Bruno De Blasi/Canaltech)

2. Calendário (Apple)

Usuários de iPhone, iPad e Mac também contam com Calendário, app nativo dos sistemas da Apple. Além do iCloud, a plataforma se conecta com as contas do Google, Microsoft e demais serviços na nuvem para sincronizar o calendário no celular.

O programa tem um funcionamento similar ao Google Agenda, Outlook e afins. A principal diferença se encontra na integração com o iOS, iPadOS e macOS, além do funcionamento no Apple Watch.

  • Disponível: iOS | iPadOS | macOS | watchOS
  • Preço: grátis
Calendário da Apple (Imagem: Matheus Melo/ Canaltech)
Calendário da Apple (Imagem: Matheus Melo/ Canaltech)

3. Lembretes (Apple)

Outra plataforma nativa para quem utiliza produtos da Apple é o Lembretes. O aplicativo com visual minimalista ajuda a criar listas de tarefas com facilidade, podendo separá-las em categorias distintas. Também é possível adicionar repetições, adicionar etiquetas, e muito mais.

Assim como o Calendário, a plataforma se destaca pela integração com o iOS, iPadOS e macOS e está disponível para Apple Watch.

  • Disponível: iOS | iPadOS | macOS | watchOS
  • Preço: grátis
Lembretes da Apple (Imagem: Bruno De Blasi/Canaltech)
Lembretes da Apple (Imagem: Bruno De Blasi/Canaltech)

4. Todoist

Se busca uma opção mais avançada para organizar as tarefas do dia a dia, o Todoist é uma opção. O aplicativo funciona em diferentes sistemas operacionais, e permite separar as atividades em projetos que podem ser compartilhados com outras pessoas.

Outra vantagem é o Karma, uma maneira descontraída para monitorar a produtividade ao acumular pontos ao “zerar” a lista de pendências do dia. Contudo, é preciso assinar um plano pago para criar mais de cinco projetos e criar lembretes personalizados.

Todoist (Imagem: Divulgação/Todoist)
Todoist (Imagem: Divulgação/Todoist)

5. Trello

O Trello é baseado no sistema kanban, e oferece um quadro onde é possível criar listas como “Fazer”, “Fazendo” e “Feito”, onde ficam alocados as suas tarefas em formato de cartão. Essa abordagem é ideal seja para organizar tarefas do dia a dia ou para estruturar projetos pessoais ou profissionais.

Os cartões ainda oferecem uma estrutura completa para detalhar as atividades. Além das etiquetas e prazos, o aplicativo oferece a opção para escrever descrições no formato markdown, permite anexar arquivos e conta até com uma caixa de comentários.

Trello (Imagem: Bruno De Blasi/Canaltech)
Trello (Imagem: Bruno De Blasi/Canaltech)

6. Notion

O Notion, por sua vez, é uma praticamente uma página em branco totalmente flexível, capaz de criar quase qualquer coisa. O app atende diversas necessidades: montar uma base de dados, organizar tarefas em quadros como no Trello, estruturar projetos, construir lista de metas, e muito mais.

Outra vantagem gira em torno da sua interface orientada a blocos, ou seja, você pode clicar e arrastar quase todos os elementos dentro de uma página. Além disso, assim como os demais, a plataforma permite compartilhar os documentos com outras pessoas com facilidade.

Notion (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Notion (Imagem: Viviane França/Canaltech)

7. ChatGPT

O ChatGPT também pode ser usado para organizar o seu dia a dia. Nele, é possível enviar suas obrigações do dia a dia com comandos como “me ajude a criar uma lista de tarefas por horário”, “crie uma planilha com essas tarefas e inclua colunas de status e prazo”, entre outros.

O recurso Tarefas também ajuda na organização de pendências. Isto porque, ao usar prompts como “me lembre de fazer compras na sexta-feira, às 19h”, o aplicativo configura uma notificação que será emitida no horário estipulada pelo usuário.

ChatGPT (Imagem: Viviane França/Canaltech)
ChatGPT (Imagem: Viviane França/Canaltech)

8. Gemini

O Gemini, por sua vez, possui integração com serviços do Google, incluindo o Calendário e o Tarefas. Assim, ao enviar “crie um evento para a reunião de equipe que acontecerá amanhã, das 10h às 11h”, o aplicativo vai adicionar a informação na sua agenda automaticamente, por exemplo.

A aproximação de outras plataformas também permite criar documentos no Google Drive e anotações no Google Keep. Já em relação ao Gmail, também é possível rascunhar e-mails e conferir a sua caixa de entrada através do Gemini.

  • Disponível: Android | iOS | Web
  • Preço: grátis, com planos pagos

Leia mais:

VÍDEO: Como instalar o celular do PIX no seu smartphone

 

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5 dicas para quem vai viajar com o animalzinho de estimação

Você é daqueles que amam pegar a estrada aos finais de semana e feriados, mas às vezes deixa a oportunidade passar por não querer deixar seu animalzinho de estimação em casa e por não saber como levá-lo no carro da maneira correta?

Se sua resposta à pergunta acima foi “sim”, fique tranquilo, pois o CT Auto chegou para te ajudar a deixar as preocupações no passado e, assim, cair na estrada junto com seu pet da forma mais segura possível.

Preparamos uma listinha com 5 dicas para quem vai viajar com o animalzinho de estimação poder fazer isso sem se preocupar com a segurança do pet e, também, com as possíveis multas que podem ser aplicadas por agentes de trânsito por conta de formas irregulares de transporte. Confira.


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5. O acessório ideal

A primeira das nossas dicas para quem vai viajar com o animalzinho de estimação é escolher o acessório ideal para transportá-lo em segurança. Os principais são caixa de transporte, cinto de segurança ou bolsa de viagem, e a escolha depende de alguns fatores.

Cachorros de grande porte precisam ser afivelados ao cinto de segurança especial com a guia (Imagem: Freepik/CC)

Se o animal for de grande porte, o ideal é acomodá-lo no banco traseiro e usar o cinto de segurança próprio para pets. No caso de cães de pequeno porte, o assento para pet é uma boa opção, enquanto a caixa de transportes é indicada para os gatos, que são mais ariscos.

4. Brinquedos, paninhos e comedouros na bagagem

Outra dica para garantir que seu pet viaje tranquilamente no carro é tornar o hábitáculo o mais “caseiro” possível para ele. Isso significa que é obrigação levar na bagagem paninhos, bolinhas e demais brinquedinhos preferidos do seu bichinho.

Seu pet não dispensa a bola para brincar? Leve junto com ele, mas não no porta-malas, hein? (Imagem: Freepik/CC)

Os comedouros e bebedouros também precisam estar junto para garantir hidratação e alimentação da melhor forma possível. Se puder levar os mesmos que usa em casa, é melhor, pois têm o cheirinho com que eles estão acostumados.

3. Feromônios sintéticos

O nome pode soar estranho, mas, se você pensa em cair na estrada em segurança com seu bichinho de estimação, é melhor começar a se acostumar com ele: feromônios sintéticos. Sabe o que é isso?

Um bom jeito de acalmar os gatos em viagem é pingar umas gotinhas de feromônio sintético no paninho (Imagem: Imagem gerada por IA/Grok)

Os feromônios sintéticos são compostos químicos produzidos para “imitar” os naturais (produzidos na saliva e na urina) e, assim, passar mensagens calmantes aos bichinhos. O uso deles ajudará a diminuir os níveis de estresse e ansiedade, comuns aos animais em viagens de carro.

2. Rações umedecidas

Já abordamos aqui a importância de levar comedouros na bagagem, mas ainda não falamos sobre a comida em si. No caso de viagens de carro, é sempre bom umedecer os grãos de ração dos bichinhos.

Umedecer os grãos de ração ajuda a manter o pet hidratado em viagens (Imagem gerada por IA/Grok)

Dessa forma, mesmo que eles estejam indispostos para tomar água, a ração umedecida manterá seu pet hidratado. Essa é uma dica bem importante, especialmente em épocas de bastante calor.

1. Paradas programadas

Deixamos para o fim de nossa lista com 5 dicas para viajar em segurança com o bichinho de estimação com uma que, talvez, seja a mais importante delas (depois das relacionadas à segurança, claro).

“Esticar as patinhas” e fazer um “pipizinho” é importante durante a viagem (Imagem gerada por IA/Grok)

Estamos falando das paradas programadas. Por mais que você ache que a viagem “é rapidinha”, o organismo do pet reage de formas diferentes. Parar de 30 em 30 minutos para hidratação e para as necessidades fisiológicas é de extrema importância.

Leia também:

Vídeo: 10 gadgets high tech para cães e gatos

 

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Adeus, interruptor: automação cresce 30% e muda projetos de casas

A automação residencial no Brasil registra uma expansão anual de 30%, índice superior à média global. O setor, que já contabiliza mais de 17 milhões de dispositivos conectados à assistente virtual Alexa no país, começa a impactar diretamente a arquitetura dos imóveis. O cenário foi analisado por Marcel Serafim, diretor executivo de bens de consumo da Elgin, em entrevista ao Podcast Canaltech.

Segundo o executivo, a popularização da tecnologia altera a estrutura física das residências, com o comando de voz substituindo o acionamento manual. “As casas novas sendo projetadas pelos arquitetos já estão deixando de utilizar os interruptores”, afirma Serafim.

O crescimento é impulsionado pela redução dos custos e pela simplificação da instalação. Kits básicos de conectividade já são encontrados por valores inferiores a R$ 300. A barreira da complexidade é combatida pela indústria com sistemas “plug and play”, que dispensam configurações técnicas avançadas .


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Inclusão e acessibilidade

Além da mudança estética e prática, a tecnologia desempenha função relevante na acessibilidade para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Comandos de voz permitem controlar iluminação, temperatura e preparar refeições, garantindo autonomia.

“Um idoso ou uma pessoa que tem baixa mobilidade consegue usufruir da sua casa de uma forma muito mais ampla (…) É um novo padrão que veio e está na nossa rotina agora”, destaca o diretor .

O monitoramento remoto também é apontado como fator de segurança para o acompanhamento de familiares à distância.

IA preditiva e 5G

O futuro do setor baseia-se na convergência entre inteligência artificial, internet das coisas (IoT) e 5G. A tendência é que a IA evolua para um modelo preditivo, antecipando necessidades como o ajuste da temperatura do ambiente antes da chegada do morador.

Sobre a segurança de dados, Serafim ressalta que a proteção é compartilhada: cabe à indústria investir em criptografia e ao usuário adotar senhas fortes e adquirir equipamentos certificados.

Para conferir a análise completa sobre o mercado e os impactos da tecnologia no cotidiano, ouça o episódio na íntegra e siga o Podcast Canaltech na sua plataforma de áudio favorita.

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