AMD deve continuar usando iGPUs RDNA 3.5 até o fim da década

Os gráficos integrados baseados na atual arquitetura RDNA 3.5 da AMD chegaram ao mercado há quase três anos com os Ryzen mobile, oferecendo grande salto de desempenho em games. Ao que parece, essa tecnologia ainda estará nos produtos da empresa até o fim dessa década, segundo diferentes leakers. O segmento de APUs para notebooks deve pular a arquitetura RDNA 4 presente nas Radeon RX 9000.

O insider HXL publicou uma imagem do que parece ser um roadmap de arquiteturas gráficas da AMD e Intel. Do lado azul da força, é mencionado que depois de 2028, a empresa terá CPUs com uma futura versão de Xe, além de gráficos integrados da NVIDIA.

Somente produtos premium terão gráficos RDNA 5

Já pela AMD, a arquitetura RDNA 3.5, que começou em 2024, deve continuar em uso até depois de 2028. Depois, o conhecido leaker Kepler, que já acertou outros rumores envolvendo a AMD, corroborou dizendo que notebooks de entrada, além de modelos high-end com GPU dedicada, devem usar APUs com RDNA 3.5 até 2029. Notebooks premium devem ser equipadas com a iGPU RDNA 5, que ainda não tem prazo para chegar.


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Agora que a Intel chegou com os processadores mobile Panther Lake e gráficos integrados baseados em Xe3, é provável que a AMD se mexa para mudar esse panorama. As primeiras reviews mundiais saíram hoje (26) e mostram a iGPU Arc B390 na frente da Radeon 890M, como a Intel prometeu, presente nos Ryzen AI 300 topo de linha, mas ainda abaixo dos Ryzen AI Max, que contam com a Radeon 8060S, maior implementação da arquitetura RDNA 3.5 até agora.

Com rumores apontando para os novos processadores Core Ultra 400 Nova Lake com gráficos Xe3P, oferecendo mais desempenho, a AMD terá que se posicionar com diferentes soluções para não perder seu posto de anos como rainha dos gráficos integrados.

Por enquanto, a arquitetura RDNA 4 é o que o Time Vermelho tem de mais atual para oferecer com as Radeon RX 9000. A evolução sobre a geração anterior foi significativa, com ganhos expressivos até onde a NVIDIA sempre dominou, que é o ray tracing em games. Com a indicação não-oficial de que a AMD deve usar RDNA 5 em notebooks premium, é possível que a atual arquitetura não seja usada em gráficos integrados.

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ShinyHunters assume autoria de invasões hacker por logins únicos Microsoft, Okta

A gangue de ransomware ShinyHunters assumiu a autoria de uma onda de ataques de vishing se aproveitando de contas de login único (SSO) nos serviços Google, Microsoft e Okta, que levam golpistas a plataformas de software como serviço para roubar dados e extorquir empresas.

O ataque envolve a imitação de suporte de TI pelos cibercriminosos, que ligam para funcionários e os enganam para que insiram credenciais e códigos de autenticação por dois fatores em sites de phishing que imitam o login das empresas em que trabalham. Uma vez na conta, os hackers se aproveitam do login SSO, que dá acesso a outros serviços, para invadir a companhia profundamente.

Exploração do SSO

Serviços de SSO, como os da Google, Microsoft Entra e Okta permitem que empresas conectem aplicativos de terceiros em um único fluxo de login, dando aos funcionários o acesso a serviços de nuvem, ferramentas internas e plataformas de negócios. Normalmente, a dashboard já informa todos os serviços conectados, levando os golpistas a acessarem sistemas e dados corporativos a partir da invasão.


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Logins de acesso único, como o Microsoft Entra, estão sendo explorados para garantir acesso a dados internos de companhias (Imagem: Microsoft Learn)
Logins de acesso único, como o Microsoft Entra, estão sendo explorados para garantir acesso a dados internos de companhias (Imagem: Microsoft Learn)

Aplicativos comumente conectados em SSO incluem Adobe, Atlassian, Dropbox, Google Workspace, Microsoft 365, Salesforce, SAP, Slack e Zendesk.

Segundo um relatório da Okta, os kits de phishing usados pelos hackers permitem a mudança dinâmica do site imitado no ataque, combinando o que a vítima fala ao telefone com as informações mostradas na tela, o que leva ao roubo do código de autenticação por dois fatores. Os cibercriminosos podem até enviar notificações push e guiar o usuário pelo processo.

Segundo os hackers da ShinyHunters, também foram invadidas sessões Microsoft Entra e Google, mas ambas as empresas se recusaram a comentar o caso: segundo a Google, nenhum produto teve indicações de ter sido afetado pela campanha.

Os golpistas ainda afirmam ter usado dados roubados em ataques anteriores, como o da Salesforce, para identificar e contatar funcionários para a campanha atual. O grupo reativou seu site no Tor para informar os vazamentos realizados, que incluem SoundCloud, Betterment e Crunchbase.

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Novo Terror em Silent Hill tem uma das piores notas entre adaptações de games

Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno está oficialmente em cartaz nos cinemas brasileiros para apresentar uma nova adaptação da clássica franquia de videogame. A notícia que pode desagradar os fãs, porém, é que o longa não agradou o público e nem a crítica especializada, emplacando uma das piores médias de aprovação no Rotten Tomatoes.

Famoso agregador americano de críticas, o Rotten Tomatoes funciona como um termômetro para produções cinematográficas e seriadas lançadas em suas respectivas indústrias, o que, para muita gente, serve como um fator decisivo na hora de dar play em um filme ou uma série comentada no momento.

No caso de Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno, as coisas não andam muito agradáveis para quem esperava uma boa adaptação: a média de aprovação dos críticos especializados está em 16%, uma das mais baixas da plataforma. Nem mesmo o público está gostando do novo filme: a média de audiência está em 30%.


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Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno tem uma das piores médias de aprovação no Rotten Tomatoes (Imagem: Reprodução/Rotten Tomatoes).

Bilheteria a todo vapor

A recepção desanimadora do novo filme, porém, não parece ter impactado tanto assim as exibições em salas de cinema. Isso porque o longa está bem perto de ultrapassar seu orçamento de US$ 23 milhões com US$ 19,3 milhões arrecadados em bilheteria mundial até o momento.

Embora tenha conquistado somente US$ 3.2 milhões nos Estados Unidos em seus primeiros dias de exibição, um número bastante inferior aos US$ 20 milhões arrecadados por Terror em Silent Hill (2006), o filme deste ano não deve causar tanto prejuízo ao estúdio justamente pelo orçamento contido.

Vale mencionar que Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno ainda não estreou em países europeus, o que pode incrementar o número de bilheteria nas próximas semanas. A expectativa é que o longa siga neste ritmo para conseguir ultrapassar o orçamento e ainda gerar lucros, impulsionando a possibilidade de uma nova adaptação no futuro.

 

Dirigido por Christophe Gans, o mesmo diretor do longa de 2006, o novo filme de Silent Hill acompanha a jornada de James (Jeremy Irvine), um homem que recebe uma carta misteriosa de um amor perdido que o leva de volta para Silent Hill, uma cidade sombria que o obriga a reviver seus piores pesadelos.

Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno está em cartaz nos cinemas brasileiros.

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