Nova tecnologia na Dutra já muda a forma de pagar pedágio

Tecnologia

Os motoristas que trafegam pela Via Dutra (BR-116) entre São Paulo e Guarulhos enfrentam uma nova realidade tecnológica desde o início de dezembro. É que a via agora conta com o sistema free flow, que substitui as tradicionais cancelas por sensores inteligentes e permite a livre circulação sem paradas. Embora prática, a inovação exige atenção redobrada dos motoristas para evitar multas.  

A novidade veio para otimizar o fluxo da região metropolitana: quem passa pela região entre a capital paulista e Guarulhos pode optar ou pela pista marginal, que costuma ter tráfego mais lento, ou pela expressa — esta flui melhor e é mais vazia, mas é paga. 

No caso, a cobrança do novo pedágio já está em vigor através do sistema free flow. A diferença aqui é que não há as já conhecidas praças de cobrança com cancelas, mas sim sensores que identificam os carros pela placa e, depois, registram os débitos para pagamento


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Funcionamento e valores dinâmicos

Diferente do modelo convencional, o valor da tarifa na Dutra é dinâmico, ou seja, muda conforme a demanda e o horário. Para veículos leves, o custo base varia entre R$ 0,35 e R$ 1,81, mas pode chegar a R$ 9,06 em períodos de pico ou feriados. Na prática, a variação da cobrança no trecho pode atingir 600%.  

O Free Flow na Dutra exige atenção dos motoristas, que têm até 30 dias para quitar o débito (Nova381/Divulgação)

Os motoristas devem pagar as cobranças até 30 dias após a passagem tanto nos canais digitais da CCR RioSP quanto nos totens de autoatendimento. Quem não regularizar as dívidas fica sujeito à multa de R$ 195,23 por evasão de pedágio e recebe cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).  

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