Como funcionam as câmeras da Cybertruck de acidente que matou motociclista em SP

Tecnologia

Uma Tesla Cybertruck atingiu um motociclista de 32 anos na zona sul de São Paulo na madrugada desta quarta (11). O impacto foi tão forte que o homem foi arrastado pelo asfalto por cerca de 10 metros, e não resistiu à colisão. 

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o veículo elétrico era conduzido por um dentista de 36 anos, que permaneceu no local e prestou socorro à vítima. O motorista do Tesla não apresentava sinais de embriaguez e, segundo a polícia, os registros não indicam que estivesse em alta velocidade.

O motorista permaneceu no local e cedeu as imagens das câmeras internas da Cybertruck à polícia, que serviram como “testemunhas digitais”. Agora, a polícia investiga se o motorista teria provocado o acidente por ter avançado o sinal ou feito a manobra em local indevido. 


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Câmeras da Cybertruck

O esclarecimento das condições do acidente foi facilitado pelas imagens das câmeras nativas da Cybertruck. Diferente da maioria dos veículos, o modelo da Tesla conta com um sistema composto por várias câmeras externas, que gravam constantemente os arredores do carro

Detalhe com uma das câmeras presentes na Cybertruck (Tesla/Divulgação/Gemini)

Os registros são como uma “caixa-preta visual” do veículo e podem ser acessados facilmente pelo condutor; basta abrir o app da câmera ou tocar o botão no volante, que dá acesso ao componente. Ali, o motorista pode escolher as imagens que deseja conferir

O envolvimento do Cybertruck no acidente reacende debates sobre a segurança viária de veículos com tamanha massa e blindagem. Avaliado em cerca de R$ 2 milhões em importações independentes, o modelo é feito de aço inoxidável, chamando a atenção por seu design com linhas retas e jeitão futurista.  

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